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<ul><li>Charlene </li></ul><ul><li>Giseli </li></ul><ul><li>Joeli </li></ul>CBD- Cultura e Informação Junho de 2010
APRESENTAÇÃO Introdução A transferência da informação é maior  que a simples comunicação Transferência e Fluxos de Informa...
Introdução <ul><li>A informação estabelece referências para o homem durante o percurso de sua odisséia individual no espaç...
Introdução <ul><li>No artigo Barreto limita-se a observação e discussão das características e qualidades referentes ao fen...
Qual a essência do fenômeno da informação? <ul><li>A adequação de um processo de comunicação que se efetiva entre o emisso...
<ul><li>Aqui a informação é qualificada como  instrumento modificador  da consciência do indivíduo e da sociedade como um ...
<ul><li>A informação é um  agente mediador  na produção do conhecimento. </li></ul><ul><li>Estruturas simbolicamente signi...
Problemática <ul><li>Como se organiza, controla e distribui de maneira correta, política e socialmente, a informação, cons...
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Análise da estrutura de informação <ul><li>Na cultura tribal havia a comunicação oral, ou seja, entre pessoas (sem intermé...
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Leitor <ul><li>Um texto é feito de escritas múltiplas, saídas de várias culturas e que entram umas com as outras em diálog...
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A transferência da informa ç ão  é  maior que a simples comunica ç ão <ul><li>A transferência de informação está dentro do...
Transferência e Fluxos de Informação 1º níve/fluxos internos (mundo do gerenciamento da informação): racionalidade técnica...
Transferência e Fluxos de Informação O  texto é um dos elemento dos estoques de informação que adquire  significação  nos ...
Comentários <ul><li>Quando Barreto trabalha o conceito de informação como (in)tensão de gerar conhecimento no indivíduo, e...
Comentários <ul><li>No início do texto Barreto diz que os conceitos de informação tendem a se concentrar no principio ou n...
Comentários <ul><li>A pergunta que Barreto se propõe a responder continua em aberto: </li></ul><ul><li>“ Como se organiza,...
Referências  BARRETO, A. de A.  Memórias, esquecimentos e estoques de informação.  Disponível em: <http://aldoibct.bighost...
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Aldo Barreto - A estrutura do texto e a transferência de informação

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PowerPoint apresentado no seminário da disciplina "Cultura e Informação" do mestrado em "Ciência da Informação" da ECA/USP.
O texto foi abordado em aula através de uma análise crítica, pois o texto foi considerado fraco, com muitas inconsistências.

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  1. 1. <ul><li>Charlene </li></ul><ul><li>Giseli </li></ul><ul><li>Joeli </li></ul>CBD- Cultura e Informação Junho de 2010
  2. 2. APRESENTAÇÃO Introdução A transferência da informação é maior que a simples comunicação Transferência e Fluxos de Informação
  3. 3. Introdução <ul><li>A informação estabelece referências para o homem durante o percurso de sua odisséia individual no espaço e no tempo. Quanto </li></ul><ul><ul><li>ao seu passado histórico; </li></ul></ul><ul><ul><li>às suas cognições prévias; </li></ul></ul><ul><ul><li>ao seu espaço de convivência. </li></ul></ul><ul><li>Coloca o homem em um ponto do presente, com uma memória do passado e uma perspectiva de futuro. </li></ul>
  4. 4. Introdução <ul><li>No artigo Barreto limita-se a observação e discussão das características e qualidades referentes ao fenômeno da informação entre seres humanos, habitando um determinado espaço social, político e econômico, e que se dá entre um emissor (ou fonte geradora), um canal de transferência, um código comum e um receptor (ou um destinatário) de uma mensagem com condições semânticas. </li></ul>
  5. 5. Qual a essência do fenômeno da informação? <ul><li>A adequação de um processo de comunicação que se efetiva entre o emissor e o receptor da mensagem e pode gerar o conhecimento. </li></ul><ul><li>Nesse caso a definição está relacionada a intenção de passagem, o foco é o emissor ou o receptor. </li></ul><ul><li>Mas as definições que relacionam a informação à criação de conhecimento no indivíduo são as que melhor explicam a natureza do fenômeno. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Aqui a informação é qualificada como instrumento modificador da consciência do indivíduo e da sociedade como um todo. </li></ul><ul><li>o conhecimento só se realiza se a informação é percebida e aceita como tal e coloca o indivíduo em um estágio melhor dentro do mundo; </li></ul><ul><li>a informação quando assimilada modifica o estoque mental de informações do indivíduo e traz benefícios ao seu desenvolvimento e da sociedade em que ele vive. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>A informação é um agente mediador na produção do conhecimento. </li></ul><ul><li>Estruturas simbolicamente significantes com a (in)tensão de gerar conhecimento. </li></ul><ul><li>Neste caso a característica da informação passou a ser sua (in)tensão para gerar o conhecimento. </li></ul>
  8. 8. Problemática <ul><li>Como se organiza, controla e distribui de maneira correta, política e socialmente, a informação, considerando sua ingerência na produção do conhecimento? </li></ul><ul><li>A produção de informação tem práticas bem definidas e apoia-se num processo de transformação orientado por uma racionalidade técnica. </li></ul><ul><li>A questão que se coloca é o trabalhar com a informação enquanto estrutura significante no sentido de direcioná-la ao seu propósito de criadora de conhecimento para a sociedade. </li></ul>
  9. 9. A estrutura de informação <ul><li>A estrutura de informação é considerada como qualquer inscrição de informação em uma base física que a aceite; a estrutura é então pensada como sendo um conjunto de elementos que formam um todo ordenado e com princípios lógicos. </li></ul>
  10. 10. A estrutura de informação textual <ul><li>possuem características de linguagem que admitem condições morfológicas, onde partes podem representar o todo; </li></ul><ul><li>constitui um todo unificado passível de ser distribuído por um canal de transferência; </li></ul><ul><li>o conteúdo é a elaboração de seu autor; </li></ul><ul><li>textos se relacionam com as estruturas de informação agregados nos estoques de informação de áreas do conhecimento. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Através da interpretação do receptor de informação o texto pode se transformar em lenda. </li></ul><ul><li>“ Lenda porque, a ele texto se agregam pela leitura, a interpretação de diferentes indivíduos com diferentes (in)tenções.” </li></ul><ul><li>A estrutura da informação passa a ser independente do autor, está a cargo da interpretação do leitor. </li></ul>
  12. 12. Análise da estrutura de informação <ul><li>Na cultura tribal havia a comunicação oral, ou seja, entre pessoas (sem intermédio de instrumentos técnicos). A comunicação podia ser multivariada, de várias vozes ao mesmo tempo. </li></ul><ul><li>Com a cultura escrita e tipográfica o pensamento inscrito em diferentes bases de suporte pode ser multiplicado, armazenado e transportado para espaços longínquos e tempos milenares. </li></ul><ul><li>A escrita, onde o texto pode ser linear, sequencial e alfabético ou acêntrico e sem destino, deu ao homem valores visuais lineares e ocasionou uma consciência fragmentada. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Com o advento da tecnologia digital abre-se novas configurações de relacionamento com o receptor e com o conhecimento. O hipertexto, com suas cadeias imprevisíveis de links entrelaçados, apresenta características não-lineares e permite que cada leitor trace seu próprio caminho. </li></ul>Análise da estrutura de informação
  14. 14. Leitor <ul><li>Um texto é feito de escritas múltiplas, saídas de várias culturas e que entram umas com as outras em diálogo. </li></ul><ul><li>O pensamento do autor se transforma em informação quando inscrito por meio da escrita, mas a multiplicidade se reúne no leitor. A unidade do texto está no leitor. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>No relacionamento com uma estrutura de suporte de informação um receptor realiza reflexões e interações, que lhe permitem evocar conceitos relacionados explicitamente com a informação recebida. O receptor mostra aspectos de um pensamento que é seduzido por condições quase ocultas, silenciosas, de um meditar próprio de sua privacidade ambientadas no: </li></ul><ul><li>contexto do texto, enquanto estrutura da informação; </li></ul><ul><li>contexto particular do sujeito; </li></ul><ul><li>estoque de informação do sujeito; </li></ul><ul><li>competência simbólica do receptor; </li></ul><ul><li>contexto físico e cultural do sujeito que interpreta o texto. </li></ul>
  16. 16. A transferência da informa ç ão é maior que a simples comunica ç ão <ul><li>Em 1949 Shannon e Weaver publicam “ The Mathematical Theory of Communication ” </li></ul><ul><li>Emissão e recep ç ão de sinais telefônicos. </li></ul>
  17. 17. A transferência da informa ç ão é maior que a simples comunica ç ão <ul><li>O modelo de comunicação de Shannon e Weaver : </li></ul><ul><ul><ul><li>Uma fonte geradora </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Um codificador </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Uma mensagem </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Um canal </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Um decodificador </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Um receptor </li></ul></ul></ul>
  18. 18. A transferência da informação é maior que a simples comunicação <ul><li>A CI e a Comunica ç ão nascem no p ó s guerra. </li></ul><ul><li>A Comunicação e a CI adotaram o modelo como uma estrutura para explicar seu comportamento. </li></ul><ul><li>O significado semântico da informação não tem qualquer papel no modelo e na teoria de Shannon e Weaver. </li></ul>
  19. 19. A transferência da informa ç ão é maior que a simples comunica ç ão <ul><li>CI e Comunicação </li></ul><ul><ul><li>Estranheza contra o pressuposto de que as áreas se entrelaçam no que diz respeito a construção histórica, características e destino final. </li></ul></ul><ul><ul><li>Racionalidades, Objetos, objetivos e conteúdos diferenciados. Pouco tem em comum a não ser de que a mensagem comunicada pode ser tratada como informação relevante para gerar conhecimento em determinado individuo ou grupo de pessoas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Uma mistura irregular de temas, história e métodos diferenciados. </li></ul></ul>
  20. 20. A transferência da informa ç ão é maior que a simples comunica ç ão <ul><li>Comunicação </li></ul><ul><ul><li>Gerador – instituição ou um grupo </li></ul></ul><ul><ul><li>Receptor – massa </li></ul></ul><ul><ul><li>A mensagem - é um decorrência do canal </li></ul></ul><ul><li>Obs:  </li></ul><ul><ul><li>Impessoalidade entre os atores. </li></ul></ul><ul><ul><li>A (in)tensão é que alcance um maior público comum que a entenda. </li></ul></ul><ul><ul><li>Importância do meio. </li></ul></ul>
  21. 21. A transferência da informa ç ão é maior que a simples comunica ç ão <ul><li>CI – transferência da informação </li></ul><ul><ul><li>Caracteriza o seu gerador. </li></ul></ul><ul><ul><li>Nomeia seus autores. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estuda as necessidades. </li></ul></ul><ul><ul><li>Faz um perfil do receptor. </li></ul></ul><ul><ul><li>Na transferência da informação – deslocamento. </li></ul></ul><ul><li>  Obs: </li></ul><ul><ul><li>Pode ser um grupo ou um indivíduo. </li></ul></ul><ul><ul><li>A CI quer uma transmudação com melhor distribuição e conseqüentemente apropriação da informação considerando sua natureza e conteúdo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Importância para o conteúdo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Não basta atingir o receptor há que criar conhecimento modificador em pessoas únicas. </li></ul></ul>
  22. 22. A transferência da informa ç ão é maior que a simples comunica ç ão <ul><li>A transferência de informação está dentro do processo comunicacional. </li></ul><ul><li>Mas, só acontece se a informação gerar conhecimento modificador no receptor. </li></ul><ul><li>Nesse caso a transferência da informação tem implicações maiores do que a simples comunicação. </li></ul>
  23. 23. Transferência e Fluxos de Informação 1º níve/fluxos internos (mundo do gerenciamento da informação): racionalidade técnica, produtivista e reducionista. Indústria da informação e Infocontextura (corporações públicas e privadas) que manipulam os estoques de informação.   2º nível (onde ocorre as transferências da informação): fica nas extremidades do primeiro nível. Esquerda: Idéias e fatos delineados pelo autor para produzir uma narrativa mental que é traduzida numa linguagem que é traduzida para uma linguagem escrita. Direita: estrutura de suporte, a linguagem de inscrição e o conhecimento a ser elaborado pelo receptor. Fonte: Barreto (2007, p.24).
  24. 24. Transferência e Fluxos de Informação O  texto é um dos elemento dos estoques de informação que adquire  significação  nos  espaços públicos e pode gerar conhecimento.   O texto é elaborado por um autor inserido dentro de uma área do conhecimento onde seu conteúdo se relaciona com outros conteúdos dos estoques de informação. Sendo o leitor responsável por atribuir significados ao texto.   O lugar em que a informação se faz conhecimento é na consciência do receptor que precisa ter condições para aceitar a informação e a interiorizar (memória e associações). Onde o significado do texto está conectado à relação entre a informação e o estado da memória do receptor, seu conteúdo e os seus contextos. Assim, o receptor fica liberado da intenção do emissor, pois uma mensagem pode ter diferentes significados para pessoas diferentes ou para uma mesma pessoa em tempo diferentes.
  25. 25. Comentários <ul><li>Quando Barreto trabalha o conceito de informação como (in)tensão de gerar conhecimento no indivíduo, ele mostra a interdisciplinaridade da CI, pois ao se relacionar com o conhecimento a informação necessita, para sua explicação, uma reflexão junto com a filosofia, a lingüística, a ciência cognitiva, a ciência da computação, a sociologia, entre outras áreas. </li></ul>
  26. 26. Comentários <ul><li>No início do texto Barreto diz que os conceitos de informação tendem a se concentrar no principio ou no fim do processo de transferência. (ou seja, no emissor ou no receptor). </li></ul><ul><ul><ul><li>Isso causa uma adjetivação do conceito com o significado de mensagem . </li></ul></ul></ul><ul><li>O que ele defende: ”As definições que melhor explicam a natureza do conceito são as que relacionam à informação à criação de conhecimento no indivíduo”. </li></ul><ul><li>O que percebemos: Durante sua argumentação ele enfatiza o papel do Leitor (onde se elabora o conhecimento) no processo de transferência da informação. </li></ul>
  27. 27. Comentários <ul><li>A pergunta que Barreto se propõe a responder continua em aberto: </li></ul><ul><li>“ Como se organiza, controla e distribui de maneira correta , política e socialmente, a informação, considerando sua ingerência na produção do conhecimento?” </li></ul>
  28. 28. Referências BARRETO, A. de A. Memórias, esquecimentos e estoques de informação. Disponível em: <http://aldoibct.bighost.com.br/MemorEsquecim.pdf>. Acesso em: 12 jun. 2010. BARRETO, A. de A. Uma história da ciência da Informação. In: TOUTAIN, L. M. B. B (Org). Para entender a Ciência da Informação . Salvador: EDUFBA, 2007, p.13-34. Disponível em: < https://repositorio.ufba.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/17/PARA%20ENTENDER%20A%20CIENCIA%20DA%20INFORMAMACAO.PDF?sequence=3 >. Acesso em: 11 jun. 2010. BARRETO, A. de A. A questão da informação . São Paulo em Perspectiva , v. 8, n. 4, 1994. Disponível em: < http://www.e-iasi.org/cinfor/quest/quest.htm >. Acesso em: 07 jun. 2010.
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