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<ul><li>Contribuições: </li></ul><ul><ul><li>Presidente  da APA (1922) </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Amigo” de Watson </li>...
<ul><li>Proposto em 1935 como uma maneira de ajudar alcoolistas </li></ul><ul><li>Local: sanatório de Shadel, em Seatle, W...
<ul><li>Primeiros relatos da terapia aversiva: Rússia - Kantorovich (1929) usou choques elétricos como US e álcool como CS...
<ul><li>Procedimento: Pareamento da visão, cheiro e gosto do álcool com agentes indutores da náusea ingeridos oralmente ou...
Resultados <ul><li>60% dos pacientes - 1 a 2 anos de abstinência </li></ul><ul><li>38% dos pacientes - 5 a 10 anos de abst...
Walter Voegtlin, Frederick Lemere e Terapia aversiva para alcoolistas <ul><li>Busca de controle experimental: </li></ul><u...
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Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado  (TRC)  (cont.) <ul><li>Salter explorou o uso da hipnose na prática clín...
Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado  (TRC)  (cont.) <ul><li>Mal-adaptação primária – excessiva inibição </li...
Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado  (TRC)  (cont.) <ul><li>Desenvolvimento Social aponta que quando a inibi...
Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado  (TRC)  (cont.) Palavras faladas pelo terapeuta Traços nervosos específi...
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Sidney W. Bijou – Condicionamento operante com crianças  (cont.) <ul><li>Estudou processos comportamentais básicos através...
Gewirtz e Baer (1958): estudaram os efeitos da privação social sobre a responsividade à aprovação social <ul><li>1956 : Ba...
A extensão da pesquisa da modificação do comportamento entre países <ul><li>Abordagem comportamental na África do Sul e In...
A extensão da pesquisa da modificação do comportamento entre países <ul><li>Publicações anunciaram numerosas aplicações – ...
Diferenças Inglaterra EUA <ul><li>Menor quantidade de pacientes psicóticos institucionalizados do que os EUA </li></ul><ul...
Referências Complementares <ul><li>Dunlap, K.  (1912).  The case against introspection.  Psychological Review,  10, 404-41...
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The United Stated Banaco V3.0

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Os Estados Unidos: prática negativa, terapia aversiva, terapia do reflexo condicionado e condicionamento operante.
Em: Kadzin, A. E. (1978).
“The emergence of behavior modification” pp. 167-185.

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  1. 1. Os Estados Unidos: prática negativa, terapia aversiva, terapia do reflexo condicionado e condicionamento operante Em: Kadzin, A. E. (1978). “ The emergence of behavior modification” pp. 167-185. Alexandre Bernardo Camila Silveira Felipe Zabeu Mariana Chernicharo Nelson Novaes
  2. 2. <ul><li>O surgimento da modificação do comportamento não foi tão bem demarcado como aconteceu na África do Sul e Inglaterra </li></ul><ul><li>Antes da modificação do comportamento ser um domínio de estudo, seleções de técnicas comportamentais foram utilizadas nos trabalhos de Watson, Rayner, M. C. Jones, Mowrers, Burnham, e outros </li></ul><ul><li>Aumento da aplicação dos princípios de aprendizagem para problemas clínicos </li></ul>Os Estados Unidos: prática negativa, terapia aversiva, terapia do reflexo condicionado e condicionamento operante
  3. 3. <ul><li>O uso do condicionamento para propósitos terapeuticos expandiu em linhas independentes </li></ul><ul><li>As aplicações clínicas mais notáveis foram feitas por: </li></ul><ul><ul><li>Knight Dunlap </li></ul></ul><ul><ul><li>Walter L. Voegtlin </li></ul></ul><ul><ul><li>Frederick Lemere </li></ul></ul><ul><ul><li>Andrew Salter </li></ul></ul><ul><ul><li>Ogden R. Lindsley </li></ul></ul><ul><ul><li>Sidney W. Bijou </li></ul></ul>Os Estados Unidos: prática negativa, terapia aversiva, terapia do reflexo condicionado e condicionamento operante (cont.)
  4. 4. <ul><li>1903: Ph.D. da Universidade de Harvard sob Hugo Münsterberg, cujo interesse em psicologia aplicada influenciou Dunlap </li></ul><ul><li>1904-1906: Permaneceu em Berkeley </li></ul><ul><li>1906-1936: Ingressou na Johns Hopkins University. Em 1916 assumiu o cargo de &quot;professor de psicologia experimental&quot; </li></ul>Knight Dunlap &quot;Ninguém pode aceitar as hipóteses fundamentais da psicologia científica e ser, no mínimo místico&quot;. Knight Dunlap (1875-1949)
  5. 5. <ul><li>1912: Publicou o artigo “ The case against introspection ” – publicado antes do artigo de Watson(1913) &quot; Psychology as the Behaviorist views it. “ </li></ul><ul><li>1930: Publicou o artigo “ Repetition in the breaking of habits ”. Primeira trabalho sobre aplicação clinica da prática negativa </li></ul><ul><li>1932: publicou o livro “ Habits their making and unmaking”. Descreve aplicações terapeuticas com o procedimento da prática negativa </li></ul>Knight Dunlap (cont.)
  6. 6. <ul><li>1936: Deixou a Johns Hopkins University para aceitar uma proposta para desenvolver um programa de graduação de psicologia na UCLA </li></ul><ul><li>O significante trabalho de Dunlap na modificação do comportamento resulta não somente da técnica da prática negativa, mas também pela abordagem geral para o tratamento psicológico </li></ul>Knight Dunlap (cont.)
  7. 7. <ul><li>Interesse na eliminação dos hábitos indesejáveis, particularmente no papel da repetição das respostas </li></ul><ul><li>O processo de repetição pode operar em 3(três) maneiras: </li></ul><ul><ul><li>Aumento da resposta (hipótese alfa) </li></ul></ul><ul><ul><li>Nenhuma influência no responder (hipótese beta) </li></ul></ul><ul><ul><li>Diminuição no responder (hipótese gama) </li></ul></ul><ul><li>A meta é fazer de um comportamento involuntário um comportamento voluntário, de modo que possa ser controlado pelo sujeito </li></ul>Knight Dunlap: Prática Negativa
  8. 8. <ul><li>Procedimento </li></ul><ul><ul><li>Envolve o desempenho voluntário de algum comportamento que o sujeito deseja eliminar (tiques, roer unha, chupar o dedo, gagejar, etc) </li></ul></ul><ul><ul><li>O sujeito deve praticar a resposta junto com o “desejo” mental de que a resposta será eliminada* </li></ul></ul><ul><ul><li>A resposta de repetir o comportamento indesejável em conjunto com a expectativa de melhora e a satisfação da eliminação quebrará o hábito indesejável </li></ul></ul><ul><ul><li>Após eliminação do hábito indesejável, a prática positiva do comportamento desejado estabelece o novo hábito </li></ul></ul><ul><ul><li>* O “desejo” é o processo fundamental para eficácia do procedimento </li></ul></ul>Knight Dunlap: Prática Negativa (cont.)
  9. 9. <ul><li>Exemplo de experimento: Wooden (1974) </li></ul><ul><ul><li>Um homem de 26 anos quem há 25 anos golpeava sua cabeça no seu travesseiro enquanto adormecido, resultava em sono inquieto e estrago à pele da sua testa </li></ul></ul><ul><ul><li>Prática negativa consistiu em golpear a sua cabeça repetidamente, na maneira como observado e fotografado por sua esposa </li></ul></ul><ul><ul><li>A prática negativa foi feita antes dele ir dormir e feita até se tornar aversiva </li></ul></ul><ul><ul><li>Basicamente 4 (quatro) sessões eliminaram o hábito e resultou em sono pacífico e menos fadiga e ansiedade durante o dia </li></ul></ul>Knight Dunlap: Prática Negativa (cont.)
  10. 10. <ul><li>Eficácia da prática negativa: </li></ul><ul><ul><li>“ ...O método não oferece uma completa fundamentação lógica para a sua eficácia. A eficácia do método não é uma questão para o grande momento...” (Dunlap. 1932, p.314) </li></ul></ul><ul><ul><li>Dunlap defende seu método frente aos resultados do estudo de laboratório com Gagos. (Helen Peack, Jeane Brooks, and Berkeley Hobson. (1941). Positive and negative practice in the correction of spelling errors, j. Psychol., 11, 103-114) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>“… Descobri que um número de pessoas, ao tentar aplicar o método com gagos, suposto que testavam o método correto, enquanto realmente omitiam os pontos que eu realcei como essenciais...” </li></ul></ul></ul>Knight Dunlap: Prática Negativa (cont.)
  11. 11. <ul><li>Eficácia da prática negativa: </li></ul><ul><ul><li>Helen Peack publica resposta </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>“… O documento ao qual ele se refere não é de bom senso concebível a um ataque sobre a possível utilização indevida do método. Confrontado com o Departamento Inglês com um problema prático de como se pode corrigir erros, parecia plausível para nós tentarmos alguma forma com esse método. Ninguém tinha qualquer idéia de que, se este não funcionasse, o método seria desacreditado em todas as formas possíveis...” (Peack H. (1942). Dr. Dunlap on &quot;The Technique of Negative Practice“, The American Journal of Psychology , Vol. 55, No. 4, pp. 576-580) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Os dados na eficácia de prática negativa são misturados (Rimm & Mestres, 1974, p. 325). Há muitos relatórios de casos bem-sucedidos e malsucedidos. Também não está claro por que funciona </li></ul></ul>Knight Dunlap: Prática Negativa (cont.)
  12. 12. <ul><li>Contribuições: </li></ul><ul><ul><li>Dunlap antecipou o curso do domínio da modificação do comportamento nos Estados Unidos. E le sugeriu e aplicou uma terapia técnica à base de aprendizagem e defendeu uma abordagem científica para a terapia </li></ul></ul><ul><ul><li>Seu trabalho foi utilizado por diversos autores: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Yates (1958a) na Inglaterra </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Case, 1969 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fishman, 1937 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lehner, 1954 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Malleson, 1959 </li></ul></ul></ul>Knight Dunlap: Prática Negativa (cont.)
  13. 13. <ul><li>Contribuições: </li></ul><ul><ul><li>Presidente da APA (1922) </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Amigo” de Watson </li></ul></ul><ul><ul><li>O ataque na introspecção clássica </li></ul></ul><ul><ul><li>A insistência em respostas ou reações como a base de processos mentais </li></ul></ul><ul><ul><li>A reformulação de consciência. Um conceito abstrato a um fato de experiência </li></ul></ul>Knight Dunlap: Prática Negativa (cont.)
  14. 14. <ul><li>Proposto em 1935 como uma maneira de ajudar alcoolistas </li></ul><ul><li>Local: sanatório de Shadel, em Seatle, Washington </li></ul><ul><li>O programa foi dirigido por Voegtlin, médico gastroenterologista </li></ul><ul><li>Voegtlin desenvolveu agentes que causavam náusea (emetine e emetine derivatives) para o uso na cura </li></ul><ul><li>1937: o psiquiatra Lemere foi a Shadel dois anos depois do procedimento ter sido testado </li></ul>Walter Voegtlin, Frederick Lemere e Terapia aversiva para alcoolistas
  15. 15. <ul><li>Primeiros relatos da terapia aversiva: Rússia - Kantorovich (1929) usou choques elétricos como US e álcool como CS para trazer reações aversivas </li></ul><ul><li>Outros pesquisadores russos: estabelecimento do condicionamento aversivo usando apomorfina como US (Markovnikov, 1934; Sluchevski e Friken, 1933) </li></ul><ul><li>Pesquisadores na França, Inglaterra, Alemanha, Bélgica, e América: iniciaram o uso de técnicas para desenvolver aversão ao álcool </li></ul>Walter Voegtlin, Frederick Lemere e Terapia aversiva para alcoolistas (cont.)
  16. 16. <ul><li>Procedimento: Pareamento da visão, cheiro e gosto do álcool com agentes indutores da náusea ingeridos oralmente ou injetados. (Tratamento do reflexo condicionado) </li></ul><ul><li>Objetivo: produzir uma reação aversiva ao álcool </li></ul><ul><li>Duração: de 4 a 7 sessões em mais ou menos 10 dias, com sessões individuais de meia hora a uma hora </li></ul><ul><li>Sessões de incentivo: aplicadas no fim de vários meses, para corrigir ou diminuir as recaídas. </li></ul><ul><li>Característica fundamental: avaliações de follow-up (de 1 a 13 anos; mais de 4.000 pacientes submetidos as mesmas) </li></ul><ul><li>Critério para avaliação do follow-up: taxa de abstinência </li></ul>Como era o tratamento realizado no Sanatório de Shadel?
  17. 17. Resultados <ul><li>60% dos pacientes - 1 a 2 anos de abstinência </li></ul><ul><li>38% dos pacientes - 5 a 10 anos de abstinência </li></ul><ul><li>23% dos pacientes - 10 a13 anos de abstinência </li></ul><ul><li>(Lemere e Voegtlin, 1950) </li></ul>
  18. 18. Walter Voegtlin, Frederick Lemere e Terapia aversiva para alcoolistas <ul><li>Busca de controle experimental: </li></ul><ul><li>Avaliação de variáveis que influenciariam na eficácia do tratamento. Ex.: diferentes drogas, variáveis pessoais e demográficas, e resultados das sessões de incentivos sobre taxa de abstinência </li></ul><ul><li>A publicação de seus relatos levaram muito outros pesquisadores nos USA a usar o reflexo condicionado no tratamento do alcoolismo </li></ul><ul><li>“ A pesquisa de Voegtlin e Lemere permanece como a mais completa na literatura de terapia aversiva” (Kadzin, 1978, pp. 171) </li></ul>
  19. 19. Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado (TRC) <ul><li>Graduado pela Universidade de Nova York em 1937 </li></ul><ul><li>Salter, durante a graduação ele se interessou pelo método da hipnose como terapêutico </li></ul><ul><li>Livro de Hull: Hipnose e sugestionabilidade - um estudo experimental </li></ul><ul><li>1º mecanismo da hipnose: linguagem do experimentador ou do hipnotizador (CS) </li></ul>
  20. 20. Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado (TRC) (cont.) <ul><li>Salter explorou o uso da hipnose na prática clínica e no desenvolvimento de técnicas da auto-hipnose. </li></ul><ul><li>Aplicação: gagueira, insônia, parar de fumar etc. </li></ul><ul><li>1944: “O que é a Hipnose: estudos de auto e heterocondicionamento” </li></ul><ul><li>Pavlov - Bechterev/Pavlov </li></ul><ul><li>Ênfase: palavras faladas – CS (Similar a Hull) </li></ul>
  21. 21. Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado (TRC) (cont.) <ul><li>Mal-adaptação primária – excessiva inibição </li></ul>Inibição Excitação SAÚDE MENTAL
  22. 22. Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado (TRC) (cont.) <ul><li>Desenvolvimento Social aponta que quando a inibição é alta, o individuo não é livre pra ser ele mesmo </li></ul><ul><li>Objetivo da terapia: liberar as inibições e fomentar a personalidade com alta excitação </li></ul><ul><li>Para reduzir a inibição – Princípios da TRC </li></ul><ul><li>“ Nosso objetivo é reduzir a inibição, e isto nós alcançamos com o que pode ser chamado de “química verbal”. Palavras faladas pelo terapeuta, trabalham ao longo de traços nervosos específicos na pessoa em tratamento e produzem modificações químicas em seu sistema nervoso” (Salter, 1949, p.316) </li></ul>
  23. 23. Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado (TRC) (cont.) Palavras faladas pelo terapeuta Traços nervosos específicos Modificações Químicas Modificações Comportamentais
  24. 24. Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado (TRC) (cont.) <ul><li>Conseqüências do encorajamento a excitação </li></ul><ul><li>Regras de conduta ou técnicas para melhoras a expressão emocional </li></ul>
  25. 25. Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado (TRC) (cont.) <ul><li>Importância: </li></ul><ul><ul><li>Consiste na origem do condicionamento e teoria da aprendizagem e seu foco enfático como terapia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Sua posição se apóia em Pavlov, Bechterev, sintetizando Gantt, Masserman, Mowrer, N.R.F., Maier, Guthrie e Hull. </li></ul></ul><ul><ul><li>Comportamento mal adaptado – tratamento em termos de aprendizagem, a partir da psicoterapia tradicional </li></ul></ul><ul><ul><li>Sua terapia não se baseou simplesmente no uso de princípios de condicionamento para explicar técnicas de terapia existente, mas sim desenvolveu tratamento específico e aplicação clínica. </li></ul></ul><ul><ul><li>Tratamento baseado no comportamento por si só ao invés psicodinâmica subjacente ao pensamento ou traços </li></ul></ul>
  26. 26. Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado (TRC) (cont.) <ul><li>Considerações </li></ul><ul><ul><li>TRC foi também utilizado por diversos behavioristas. </li></ul></ul><ul><ul><li>A aplicação prévia de condicionamento tinha vestígios estreitos relacionados a M.C. Jones (tratamento de medos específicos), Mowrers (enurese), Dunlap (tentativa de quebrar hábitos mal-adaptados, Voeglitin e Lemere (Redução no abuso de consumo de álcool) </li></ul></ul>
  27. 27. Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado (TRC) (cont.) <ul><li>Salter fez com que seus pacientes se concentrasse no “aqui agora” ao invés de conflitos passados </li></ul><ul><li>O crescimento do comportamento mal-adaptado foi causado por condicionamento inadequado </li></ul><ul><li>Para a prática : “Como o indivíduo encontrará o caminho” é de pequena importância terapêutica </li></ul>
  28. 28. Andrew Salter e a Terapia de Reflexo Condicionado (TRC) (cont.) <ul><li>Aplicação: várias desordens neuróticas como: </li></ul><ul><ul><li>Desvio e disfunção sexual </li></ul></ul><ul><ul><li>Insônia, dentre outros </li></ul></ul><ul><li>Casos reportados no TRC incluem técnicas: </li></ul><ul><ul><li>Desensibilização sistemática </li></ul></ul><ul><ul><li>Auto-controle </li></ul></ul><ul><ul><li>Ensaio comportamental </li></ul></ul>
  29. 29. Extensões do Condicionamento Operante ao Comportamento Humano <ul><li>1950: Pesquisas em laboratório com animais </li></ul><ul><li>Extensões dos princípios operantes ao comportamento humano: conceitual X empírico </li></ul>
  30. 30. Extensões do Condicionamento Operante ao Comportamento Humano (cont.) <ul><li>Contribuições de Skinner: </li></ul><ul><ul><li>Explicitação sobre a generalidade dos princípios operantes e sua relevância para o comportamento humano complexo </li></ul></ul><ul><ul><li>Discussão da etiologia e tratamento das desordens mentais do ponto de vista behaviorista </li></ul></ul><ul><ul><li>Antecipação do desenvolvimento formal da modificação do comportamento e aplicação de técnicas operantes a problemas clínicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Oposição ao modelo intrapsíquico do comportamento anormal e sugestão da abordagem comportamental como alternativa a esse modelo </li></ul></ul><ul><ul><li>Descrição dos efeitos da psicoterapia em termos de princípios operantes </li></ul></ul>
  31. 31. Extensões do Condicionamento Operante ao Comportamento Humano (cont.) <ul><li>Início e metade de 1950: Pesquisa operante foi expandida ao comportamento humano. </li></ul><ul><li>Skinner e Lindsley (1953): Iniciam uma pesquisa (Office of Naval Research) para determinar a aplicabilidade do condicionamento operante ao comportamento de pacientes psicóticos. </li></ul>
  32. 32. Extensões do Condicionamento Operante ao Comportamento Humano (cont.) <ul><li>Local: Metropolitan State Hospital </li></ul><ul><li>Resposta observada: Puxar repetidamente um êmbolo </li></ul><ul><li>Aparato: Continha um manipulandum, painel de estímulos e uma abertura para liberação dos reforçadores </li></ul><ul><li>Reforçadores: Pequenos objetos físicos (doces, cigarros, figuras projetadas...) programados intermitentemente </li></ul><ul><li>Característica importante: Registro automático do desempenho; reforçamento automático da resposta </li></ul>
  33. 33. Extensões do Condicionamento Operante ao Comportamento Humano (cont.) <ul><li>Resultados (registros iniciais): O padrão de resposta dos pacientes psicóticos era ordenado e semelhante às respostas características dos organismos inferiores </li></ul><ul><li>Alterações em experimentos posteriores: </li></ul>nº de pacientes duração do tempo de estudo variação dos S reforçadores características do responder
  34. 34. Extensões do Condicionamento Operante ao Comportamento Humano (cont.) <ul><li>Resultados: </li></ul><ul><ul><li>Taxas mais baixas do responder do que adultos normais e organismos inferiores sob o esquema de reforçamento investigado </li></ul></ul><ul><ul><li>O desempenho era interrompido freqüentemente por longas pausas no responder (sintomas psicóticos) </li></ul></ul><ul><ul><li>Ritmos marcados na taxa de resposta (alternação entre taxas de resposta altas e baixas) </li></ul></ul>
  35. 35. Extensões do Condicionamento Operante ao Comportamento Humano (cont.) <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><ul><li>O método fornecia uma maneira para avaliar o comportamento de pacientes psicóticos </li></ul></ul><ul><ul><li>A tarefa revelava características relevantes do responder </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação de certas intervenções no tratamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Óbvias implicações para o delineamento do tratamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Sugestão de que o comportamento de pacientes psicóticos poderia ser alterado em função das conseqüências ambientais </li></ul></ul>
  36. 36. Sidney W. Bijou – Condicionamento operante com crianças <ul><li>1941 - Doutorado na Universidade de Iowa </li></ul><ul><li>Teoria Hulliana </li></ul><ul><li>1946 a 1948 – Compromisso na Universidade de Indiana </li></ul><ul><li>1948 - Universidade de Washington (Direção do Instituto Universitário do Desenvolvimento da criança) </li></ul><ul><li>Influência de Skinner (Ciência e Comportamento Humano – 1953) </li></ul>
  37. 37. Sidney W. Bijou – Condicionamento operante com crianças (cont.) <ul><li>Estudou processos comportamentais básicos através de observação em pesquisas com animais </li></ul><ul><li>Pesquisou crianças normais e retardadas </li></ul><ul><li>Importância do trabalho de Bijou: </li></ul><ul><ul><li>Extensão do condicionamento operante para as crianças </li></ul></ul><ul><ul><li>Uso do método experimental de investigação </li></ul></ul><ul><ul><li>Operante é descritivo </li></ul></ul>
  38. 38. Gewirtz e Baer (1958): estudaram os efeitos da privação social sobre a responsividade à aprovação social <ul><li>1956 : Baer sob a direção de Bijou iniciaram pesquisas no laboratório sobre desenvolvimento social </li></ul><ul><li>As extensões iniciais do condicionamento operante: motivadas pela busca por uma metodologia para estudar o comportamento humano. </li></ul>
  39. 39. A extensão da pesquisa da modificação do comportamento entre países <ul><li>Abordagem comportamental na África do Sul e Inglaterra </li></ul><ul><li>centros localizados, com foco de tratamento relativamente claro </li></ul><ul><li>Abordagem comportamental nos EUA difusa </li></ul><ul><li>Final de 1950 e início de 1960: reconhecimento formal da modificação do comportamento na Inglaterra </li></ul><ul><li>EUA : cristalização de práticas existentes </li></ul>
  40. 40. A extensão da pesquisa da modificação do comportamento entre países <ul><li>Publicações anunciaram numerosas aplicações – terapia do comportamento </li></ul><ul><li>Intercâmbio de estudiosos: </li></ul><ul><li>1956 : Wolpe visita os EUA e introduz a desensibilização </li></ul><ul><li>1963: Lazarus trabalha por 1 ano nos EUA e mudou-se permanentemente em 1966 </li></ul><ul><li>1950: Wolpe visita Londres e encontra-se com Eysenck </li></ul><ul><li>1959: Rachman (tinha trabalhado com Wolpe) vai para a Inglaterra </li></ul><ul><li>1960: Aparecimento de técnicas operantes nos EUA atrai a atenção da Inglaterra </li></ul>
  41. 41. Diferenças Inglaterra EUA <ul><li>Menor quantidade de pacientes psicóticos institucionalizados do que os EUA </li></ul><ul><li>Menos recursos financeiros </li></ul><ul><li>Menor aplicação do condicionamento operante </li></ul><ul><li>Muitos laboratórios e clínicas entenderam o condicionamento operante para pacientes psicóticos hospitalizados </li></ul><ul><li>Existência de recursos financeiros </li></ul><ul><li>Aplicação do condicionamento operante </li></ul><ul><li>Semelhanças </li></ul><ul><li>Cliente Individual </li></ul><ul><li>Raízes conceituais, técnicas específicas e problemas clínicos </li></ul><ul><li>Pesquisas com grupos </li></ul>
  42. 42. Referências Complementares <ul><li>Dunlap, K.  (1912).  The case against introspection. Psychological Review, 10, 404-413. </li></ul><ul><li>Dunlap, K.  (1942) . The Technique of Negative Practice. The American Journal of Psychology , Vol. 55, No. 2 (Apr., 1942), pp. 270-273 </li></ul><ul><li>Helen Peack, Jeane Brooks, and Berkeley Hobson. (1941). Positive and negative practice in the correction of spelling errors, J. Psychol., 11 , 103-114 </li></ul><ul><li>Peack H. (1942). Dr. Dunlap on &quot;The Technique of Negative Practice“, The American Journal of Psychology, Vol. 55, No. 4, pp. 576-580 </li></ul>
  43. 43. Obrigado!
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