Formação Continuada Coordenadores Pedagógicos 3
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

Like this? Share it with your network

Share

Formação Continuada Coordenadores Pedagógicos 3

on

  • 23,206 views

SEMED, FORMAÇÃO CONTINUADA, COORDENADORES PEDAGÓGICOS

SEMED, FORMAÇÃO CONTINUADA, COORDENADORES PEDAGÓGICOS

Statistics

Views

Total Views
23,206
Views on SlideShare
5,512
Embed Views
17,694

Actions

Likes
4
Downloads
183
Comments
3

21 Embeds 17,694

http://amigadapedagogia.blogspot.com.br 9644
http://amigadapedagogia.blogspot.com 7884
http://amigadapedagogia.blogspot.pt 79
http://www.amigadapedagogia.blogspot.com 32
http://www.amigadapedagogia.blogspot.com.br 23
http://amigadapedagogia.blogspot.in 6
http://translate.googleusercontent.com 5
http://amigadapedagogia.blogspot.jp 5
http://amigadapedagogia.blogspot.com.es 2
http://2.bp.blogspot.com 2
http://amigadapedagogia.blogspot.mx 2
http://amigadapedagogia.blogspot.ch 1
http://www.cursos24h.com.br 1
http://www.linkwithin.com 1
http://img824.imageshack.us 1
http://img35.imageshack.us 1
http://webcache.googleusercontent.com 1
http://amigadapedagogia.blogspot.com.au 1
http://amigadapedagogia.blogspot.com.ar 1
http://amigadapedagogia.blogspot.de 1
http://www.google.com.br 1
More...

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
  • Parabéns pelo belo trabalho.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
  • achei muito interessante,um belo trabalho!
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
  • gostei muito do blog em especial a proposta de formação para coordenadores pedagógico, pois trabalho na SEMED do meu Município e este Blog vai contribuir muito com meu trabalho. peço envio dos slide para o meu email se possivel, estamos organizando esse trabalho neste momento de inicio de ano
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

Formação Continuada Coordenadores Pedagógicos 3 Presentation Transcript

  • 1. FORMAÇÃO CONTINUADA DE COORDENADORES PEDAGÓGICOSIII ENCONTRO – 05 e 06/04/11
    EDUCAÇÃO INFANTIL – VESPERTINO
    Formadoras: Ana Rita & Luciana
  • 2. AGENDA 05 e 06/04/11
    • Apresentação dos objetivos do encontro:
    Ampliar conhecimentos sobre o autismo, a partir de um relato de experiência feito por uma coordenadora e exibição de um vídeo informativo;
    Refletir sobre a contribuição da psicomotricidade para o planejamento e realização de boas atividades de movimento nas escolas de educação infantil;
    Organizar uma situação de aprendizagem para o desenvolvimento da consciência corporal na educação infantil.
  • 3. Leitura em voz alta:
    • 1º dia:”Sou Especial”, por Marilde
    Pacheco
    • 2º dia: “A bola”, por Luís Fernando
    Veríssimo
    Leitura do Caderno de Registro;
    Ampliação de conhecimentos sobre o autismo, a partir de um relato de experiência da coordenadora Darly Machado;
  • 4. Reflexão sobre a importância da realização de boas atividades de movimento, tendo em vista o enfoque da psicomotricidade;
    Organização de uma sequência didática para o desenvolvimento da consciência corporal na Educação Infantil;
    Ampliação Cultural:
    exibição do curta-metragem: “Mariza
    vai ao cinema”
  • 5. Leitura em voz alta
    A Bola
    O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro.
    Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho.
    Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
    – Como é que liga? – perguntou.
    – Como, como é que liga? Não se liga.
    O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
    – Não tem manual de instrução?
  • 6. O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
    – Não precisa manual de instrução.
    – O que é que ela faz?
    – Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
    – O quê?
    – Controla, chuta...
    – Ah, então é uma bola.
    – Claro que é uma bola.
    – Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
    – Você pensou que fosse o quê?
    – Nada não.
  • 7. O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado “Monster Ball”, em que times de monstrinhos
    disputavam a posse de uma bola em forma de bip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha
    coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
  • 8. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
    – Filho, olha.
    O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela.
    O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro.
    A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa idéia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
    VERÍSSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 41, 42.
  • 9. CONTRIBUIÇÕES
    DA
    PSICOMOTRICIDADE
  • 10. PSICOMOTRICIDADE
    O QUE É?
    “É uma ciência que tem como objeto de estudo o homem e suas relações consigo mesmo e com os outros, a partir do corpo – corpo enquanto veículo e recurso comunicativo, que permite através de seus movimentos expressar sentimentos e pensamentos.”
    “Educação dos movimentos, visando uma melhor utilização das capacidades psicofísicas do indivíduo, favorecendo o seu desenvolvimento integral.”
  • 11. OBJETIVOS:
    • harmonizar os gestos;
    • 12. integrar corpo, mente e
    afetividade;
    • facilitar a comunicação, diminuindo as barreiras na relação, no diálogo e no estabelecimento de vínculos com o outro;
    • 13. motivar o autoconhecimento e a aceitação de si mesmo;
    • 14. prevenir dificuldades psicomotoras que tem reflexos na aprendizagem escolar.
  • ORIGEM
    • Surgiu na França, com o neuropsiquiatra Henry Dupré, no início do sec XX, com o propósito de entender as causas e os efeitos dos problemas motores ligados à maturação neurológica, como também determinadas debilidades mentais;
    • 15. Inicialmente vinculada à area médica, considerava apenas o aspecto neurológico, deixando o aspecto afetivo e ambiental em segundo plano. Suas investigações eram feitas através de testes padronizados (psicomotricidade funcional).
  • Em 1925, Henry Wallon, médico psicólogo, ocupa-se do movimento humano dando-lhe uma categoria fundante como instrumento na construção do psiquismo. Esta diferença permite a Wallon relacionar o movimento ao afeto, à emoção, ao meio ambiente e aos hábitos do indivíduo. Com Wallon, Piaget e Ajuriaguerra, o foco de atenção passou a ser o desenvolvimento humano;
    A partir da década de 80, na França, surge a psicomotricidade relacional, abandonando as atividades dirigidas, quando o jogo, no sentido de brincar, toma lugar de destaque. Seus principais representantes são Lapierre e Aucouturrier;
    No Brasil, Airton Negrine (2002) adaptou essa alternativa para a nossa realidade.
  • 16. COMPONENTES DO DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR
    1.Esquema corporal: não é um conceito aprendido, que se possa ensinar, pois não depende de treinamento. Ele se organiza pela experimentação do corpo da criança, é um resumo e uma síntese de sua experiência corporal;
    • Imagem corporal: é a impressão que a pessoa tem de si mesma, subjetivamente baseada em percepções internas e externas, como por exemplo: altura, peso, força muscular... e no confronto com outras pessoas do próprio meio social. Pode ser percebida em desenhos que a pessoa faz de si mesma;
  • ETAPAS DO ESQUEMA CORPORALLe Boulch (1984)
    • Corpo vivido (até 3 anos): corresponde à fase da inteligência sensório-motora de Piaget. A partir do amadurecimento do seu sistema nervoso, a criança passa a se diferenciar de seu meio ambiente. Através da prática pessoal, da exploração, ela se ajusta, descobre e compreende o meio;
    • 17. Corpo percebido (3 a 7 anos): nessa etapa ocorre a estruturação do esquema corporal, devido à maturação da função de interiorização, que a auxilia a desenvolver a percepção centrada em seu próprio corpo.
  • Nesta fase ocorre a tomada de consciência do próprio corpo, fazendo com que a criança aperfeiçoe e refine seus movimentos. Inicia-se também a estruturação espaço-temporal;
    • Corpo representado (7 aos 12 anos): aqui a criança já adquiriu a noção do todo, já possui controle e domínio corporal. A partir daí, amplia e organiza seu esquema corporal. Entre os 10, 12 anos é capaz de fazer uma representação mental de um sucessão motora. Sua imagem do corpo passa a ser emancipatória, devido a evolução das funções cognitivas correspondentes ao estágio das operações concretas. Os pontos de referência são exteriores ao sujeito.
  • 2. Coordenação global, fina e óculo manual
    • Global: diz respeito às atividades dos grandes grupos musculares com predominância dos membros inferiores, dependendo em parte da capacidade de equilíbrio postural do indivíduo. Através dela, a criança é capaz de realizar múltiplos movimentos ao mesmo tempo. Atividades como rolar, sentar, rastejar, engatinhar, andar, correr, pular, saltar e arremessar;
    • 18. Fina: envolve a capacidade de controlar os pequenos feixes musculares para exercícios que requerem habilidades de pressão e preensão, como perfuração, recorte, colagem, encaixe, modelagem, enfiagem, escrita, desenho, pintura, dentre outras. Pressupõe coordenação óculo-manual.
  • 3.Equilíbrio: capacidade de coordenar a distribuição do peso corporal em relação à coluna vertebral, cujo desenvolvimento está voltado ao tônus muscular, tendo como pontos de apoio a visão e a dissociação dos movimentos. É considerado sobre os aspectos estático e dinâmico;
    • Lateralização: a dominância de um dos hemisférios cerebrais, que determina o uso preferente de um dos lados (direito ou esquerdo);
    4.Lateralidade: capacidade motora de percepção integrada dos dois lados do corpo, envolvendo o reconhecimento dos conceitos de direita e esquerda
    5.Orientação espaço-temporal: a adaptação do sujeito às regras da vida, aos lugares, aos horários, às obrigações.
  • 19. Material produzido por Ana Rita de Oliveira Pires & Luciana Castelo Branco para o III encontro de Formação Continuada de Coordenadores Pedagógicos da Ed. Infantil Vespertino – abril/ 2011
    REFERÊNCIAS:
    BRASIL. Ministério da Educação e do desporto. Secretaria de educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil.- Brasília: MEC/SEF, 1998. Volume 3.
    GRASSI, Tânia Mara. Linguagem, comunicação e psicomotricidade: implicações no processo de aprendizagem.Curitiba: IBPEX, 2004.
    LOBO, Adelina Soares. VEGA, Eunice Helena Tamiosso. Educação motora infantil: orientações a partir das teorias construtivista, psicomotricista e desenvolvimentista motora. Caxias do Sul: EDUCS, 2010.
    LIMA, Sandra Vaz de. Psicomotricidade infantil: qualidade de vida envolvendo pensamento e ação. Disponível em  http://www.artigonal.com/ciencia-artigos/psicomotricidade-infantil-qualidade-de-vida-envolvendo-pensamento-e-acao-3333341.html