Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
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Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga Presentation Transcript

  • MITO x VERDADE Na verdade, para os pesquisadores modernos é difícildistinguir a lenda e a realidade, porque, às vezes, inesperadas descobertas arqueológicas trouxeram à tona os traços de personagens e eventos que pareciam meras invenções lendária
  • A criação de Roma é conhecidamente marcada pela lenda envolvendo os irmãos Rômulo e Remo. Segundo a história descrita na obra Eneida, do poeta Virgilio, o povo romano é descendente do heróitroiano Eneias. Sua fuga para a Península Itálica se deu em função da destruição da cidade de Troia, invadida pelos gregos em 1400 a.C.. Após sua chegada, criou uma nova cidade chamada Lavínio. Tempos depois, seu filho Ascânio criou o reino de Alba Longa. Neste reino ocorreu o enlace entre o deus Marte e a princesa ReaSílvia, filha do rei Numitor. O envolvimento da princesa com a divindade deu origem aos gêmeos Rômulo e Remo, que deveriam ter direito dereinar sobre Alba Longa. No entanto, o ambicioso Amúlio arquitetou umplano para tomar o governo e, por isso, decidiu lançar as duas crianças às margens do rio Tibre. Rômulo e Remo sobreviveram graças aoscuidados de uma loba que os amamentou e os entregou à proteção de uma família camponesa.
  • Quando chegaram à idade adulta, os irmãos retornaram para Alba Longa e destituíram Amúlio, logo em seguida decidiram criar a cidade de Roma. Rômulo, que tinha o favor dos deuses, traçou o local onde seriam feitas as primeiras obras da cidade. Inconformado com a decisão do irmão, Remo saltou sobre a marca feita por Rômulo. Em resposta, Rômulo acabou assassinando Remo, tornando-se o primeiro monarca da história de Roma.Essa explicação mítica é contraposta às pesquisas históricas e arqueológicas que apontam uma hipótese menos heroica sobre as origens de Roma. Segundo especialistas, a fundação de Roma ocorreu a partir da construçãode uma fortificação criada pelos latinos e sabinos. Esses dois povos tomaram tal iniciativa, pois resistiam às incursões militares feitas pelos etruscos. Noentanto, os mesmos etruscos vieram a dominar a região no século VII a.C.. A partir da fixação desses povos, compreende-se historicamente o início da civilização romana.
  • Era o latim, que depois de um tempoespalhou-se pelos quatro cantos doimpério, dando origem na Idade Média, aoportuguês, francês, italiano e espanhol.
  • A história política de Roma se estende de 752 a.C. até 476 d.C. e está dividida em três períodos: Monarquia, República e Império. A coragem, a honra e a força eram virtudes admiradas pelos romanos; os espetáculos que destacavam esses atributos eram valorizados e muito populares. Durante o Império Romano, as lutas de gladiadores, corridas e encenações, serviram para desviar a atenção da população que habitava os domíniosromanos. Várias são as interpretações – além desta – para explicar o fascínio dos romanos por esses espetáculos sangrentos:
  • A oportunidade de poder estar "cara-a-cara" com o imperador, o castigo dos criminosos, - que servia de exemplo, a ostentação do poderio romano - através da exibição de animais e escravos trazidos de lugares distantes. Todavia, dentre todas essas interpretações, a mais aceita é a chamada"política do pão e circo" ou (panis et circenses). Por essa política, o Estado buscava promover os espetáculos como um meio de manter osplebeus afastados da política e das questões sociais. Era, em suma, uma maneira de manipular a plebe e mantê-la distante das decisões governamentais. Os Césares encarregavam-se ao mesmo tempo de alimentar o povo e de distraí-lo.
  • Havia distribuição mensal de pães no Pórtico de Minucius, queassegurava o pão cotidiano. Os Cesares não deixavam a plebe romanabocejar nem de fome nem de aborrecimento. Os espetáculos foram a grandediversão para a desocupação dos seus súditos, e por consequência o seguroinstrumento do seu absolutismo. Isso era um obstáculo a Revolução em umaUrbe onde as massas incluíam 150.000 homens desocupados que o auxílioda assistência pública dispensava de procurar trabalho. Para os espetáculos eram reservados aproximadamente 182 diasno ano. (Para um dia útil - um ou dois dias de feriado). Os espetáculos queforam se desenvolvendo, cada uma dessas férias romanas, tinha sua origemna religião. Os romanos nunca deixavam de cumprir as solenidades, porémnão mais as compreendiam e os jogos foram deixando de ter um carátersagrado e passando a saciar somente os prazeres de quem os assistia.
  • O público ia ao circo como a uma cerimônia, usando a toga dosgrandes dias, respeitavam a etiqueta ao levantarem-se para aplaudir asestátuas das divindades que eram carregadas antes das corridas ou lutas.Seguiam um ritual de comportamento e sabiam que se não o seguissem seriampunidos. Com o aparecimento das corridas e jogos de gladiadores o povo, em164 a . C. estava desertando ao teatro. Para o imperador esse contato com o público era importante, pois elenão corria o risco de isolar-se. O público aplaudia com veemência cadaaparição, agitava lenços em uma saudação emocionante que tinha a modulaçãode um hino e o acento de uma oração. Durante os jogos o povo apreciava ver seu imperador descontrair-se eseguir com atenção as corridas e lutas demonstrando seus sentimentos.
  • Com a morte de Júlio César, três líderes políticos governariam juntos. Um deles, Otávio, derrotou os outros e foi o primeiro imperador romano em 31 a.C.,recebendo do Senado os títulos de Princeps (primeiro cidadão), Augustus (divino) e Imperador (supremo). Passou para a história com o nome de Augusto, emboraessa denominação acompanhasse todos os imperadores que o sucederam. Roma teve 16 imperadores entre os séculos 1 e 3 d.C. A partir daí, começou a desagregação do Império e o descontrole por parte de Roma dos povos dominados.Entre os séculos III e IV d.C., o imperador Dioclesiano dividiu o Império Romanonuma parte ocidental e noutra oriental. Constantino, o imperador seguinte, tomou duas importantes medidas: reunificou seus domínios, tornando a capital doImpério Romano Bizâncio (depois chamada de Constantinopla e, hoje, Istambul, na Turquia), localizada na parte oriental dos domínios romanos e legalizou a prática do cristianismo.Finalmente, Teodósio, um dos últimos imperadores, tornou o cristianismo religiãooficial de todo o Império e dividiu-o novamente em duas partes, sendo as capitaisRoma e Constantinopla. A primeira foi dominada pelos povos germanos em 476 emarcou o fim do Império Romano do Ocidente. A segunda foi dominada em 1453 pelos turcos e marcou o fim do Império Romano do Oriente
  • Roma localiza-se na região central da península Itálica, às margens do rioTibre. Entrando pelo mar Mediterrâneo, a península Itálica situa-se entre a península Balcânica, à direita, e a península Ibérica, à esquerda. Apresenta a costa leste banhada pelo mar Andriático e costa oeste banhada pelo mar Tirreno. Ao sul, localiza-se o mar Jônio. O relevo da península Itálica é constituído ao norte pela cordilheira dosAlpes, cuja altitude vai diminuindo em direção ao sul, até a planície do rio Pó. Daí até o extremo sul, na direção norte-sul, estende-se a região montanhosa dos Apeninos, que separa as duas planícies litorâneas paralelas. Toda essa região, extremamente fértil, sempre permitiu à população local, principalmente das planícies, produzir em seu próprio alimento.Essa era uma condição indispensável para a sobrevivência dos povos que habitavam o território, pois as montanhas de um lado e o mar de outro provocavam um relativo isolamento de toda a Itália.
  • Entre os primitivos habitantes da península Itálica encontravam-se, ao norte,os ligures e ao sul, os sículos (ou sicilianos).A partir de 2000 a.C., povos indo europeus, aparentados com os arianosgregos, deslocaram-se para o centro e para o sul da península. Esses povosconhecidos como italiotas ou itálicos, formavam vários núcleos de povoação:latinos, samnitas, úmbrios, volscos e sabinos.Os latinos fixaram-se na planície do Lácio, às margens do rio Tibre, ondepraticavam a agricultura e o pastoreio. Viviam em comunidades primitivas,tendo como chefe o mais velho do grupo: o pater-família.Na época da colonização pelos latinos, Roma era nada mais que um fortemilitar, construído para evitar a invasão de povos vizinhos.
  • A partir do século VIII a.C., enquanto o nível de vida das tribos italiotas era ainda muito rudimentar, os gregos que começaram a colonizar o sul jáapresentavam notável desenvolvimento econômico e cultural. Nessa mesmaépoca chegaram também os etruscos, vindos provavelmente da Ásia Menor, que ocupavam a planície a oeste do Tibre. Distribuídos em doze cidades, os etruscos formavam uma confederação. Apartir de sua área de ocupação inicial, estenderam seus domínios para o sul, até chegar às planícies do Lácio e de Campânia. Ao norte, expandiram-se em direção ao vale do Pó. Ao sul chegaram a competir com os gregos, principalmente depois de se aliarem aos fenícios de Cartago. Ocupando toda região do Lácio, os etruscos conseguiram dar à cidade de Roma uma nova estrutura. Empregaram novas técnicas, desconhecidaspelos latinos, e fizeram da agricultura a atividade econômica predominante.Desenvolveram também atividades tipicamente urbanas como o comércio e o artesanato, contribuindo para a transformação da aldeia em cidade.As mudanças econômicas ocorridas em Roma conduziram a transformações na organização social.
  • om o surgimento da propriedade privada, a comunidade primitiva teve fim e as famílias ligadas ao páter-família apropriaram-se das melhores terras, formando uma aristocracia de patrícios (palavra cujo significado se aproxima de "pai", ou pater em latim). Constituindo a camada social dominante, os patrícios eram denominados gentes por estarem agrupados numa única unidade básica, o gensou clã. Os membros de gens reuniam-se em torno do mesmo chefe e cultuavam omesmo antepassado. Essa unidade compreendia os parentes pobres ou clientes e os patrícios agrupavam-se em associações religiosas chamadas cúrias. Todos os que não pertenciam ao gens eram considerados plebeus. Em geral a camada dos plebeus era formada por estrangeiros, comerciantes , artesãos e pequenos proprietários de terras pouco férteis.
  • Os plebeus que conseguiram enriquecer, podiamreivindicar a condição de clientes, desde que secolocassem sob a proteção legal de uma família patrícia.Em troca, prestavam determinados serviços e adotavamo mesmo culto religioso da família. Dessemodo, conseguiram assegurar seu direito à propriedadeperante as leis romanas. Tais plebeus que enriquecidoscompunhas a clientela que, dependendo da famíliapatrícia, poderia tornar-se hereditária.Havia, ainda, os escravos que, em pequenonúmero, limitavam-se aos serviços domésticos ou aatender as necessidades pessoais dos patrícios.
  • Durante o século VI a.C., o regime de governo era monárquico e o poder real apresentavacaráter divino. O rei acumulava a chefia militar, administrativa, jurídica e religiosa. Era eleitopelo Senado e governava durante toda vida. Para governar, apoiava-se em duasinstituições: O Senado, um conselho de anciãos composto pelos patrícios maisimportantes, e a Assembleia Curiativa, que reunia todos os patrícios adultos, membros dastrinta cúrias romanas.Os patrícios estavam divididos em três tribos e estas em dez cúrias.Cada tribo contribuía para defesa do Estado com cem cavaleiros e dezcentúrias (unidade básica do exército romano).A eleição do rei envolvia um complexo sistema, onde cabia ao Senado selecionar ummembro de cada tribo e à Assembleia Curiata escolher um entre os três selecionados parao cargo.A partir de 625 a.C., Roma passou a ser governada por reis etruscos. O últimodeles, Tarquínio, o Soberbo, foi deposto e expulso da cidade em 509 a.C., Tarquínio teriase aproximado das classes mais baixas da sociedade, provocando a ira do patriciado. Maso império etrusco já estava em decadência, principalmente pelos constantes ataques dosgauleses e da forte presença dos gregos na Sicília.O nascimento da República romana foi uma reação dos patrícios, que procuravam reaver opoder político perdido para os reis etruscos.
  • A substituição da Monarquia pela República foi um ato reacionário dospatrícios, que afastaram a realeza, cada vez mais comprometida comas classes empobrecidas. O monopólio do poder voltou às mãos dospatrícios, com as instituições romanas assegurando a manutençãodesse poder.Plebeus e escravos continuaram sem direitos políticos, masalguns plebeus, enriquecidos com o comércio, chegaram a tercertos privilégios resultantes de sua condição de clientes.Entretanto, dependiam inteiramente dos benefícios concedidospelos patrícios.A base da República romana era o Senado, formado por trezentospatrícios, com a responsabilidade de propor leis. Os cargos eramvitalícios, abrigando outras funções: garantir a integridade da tradição eda religião, supervisionar as finanças públicas, conduzir a políticaexterna e administrar as províncias. A presidência do Senado eraexercida por magistrado, que o convocava, podendo ser um cônsul, umpretor ou tribuno.
  • O Imperialismo RomanoA República romana foi marcada porconquistas que expandiram seu domíniopor toda a bacia do Mediterrâneo.Em Roma, escravos e terras constituíamriqueza, e a forma de os grandesproprietários e comerciantes romanosconseguí-los era por meio de guerras econquistas. Assim, o imperialismo romanomanifestou-se como uma política deconquista de novos territórios, paraaumentar a mão-de-obra escrava eatender aos interesses dos grandesproprietários de terras e de escravos.
  • Consequências do imperialismoO domínio na bacia do Mediterrâneo resultou em grandes transformações econômicas,sociais e políticas, que conduziram à crise e ao fim da República, formando-se oImpério.A economia romana passou a se fundamentar na venda de escravos capturados entreos povos vencidos e na cobrança de tributos das regiões conquistadas. Um dosreflexos dessa mudança foi a formação de uma classe de ricos comerciantes, oscavaleiros.O trabalho escravo passou a ocupar todas as atividades profissionais, sobretudo nasgrandes propriedades, que chegavam a atingir a extensão de 80.000 hectares.Entretanto, na Grécia, durante o período clássico, o escravismo coincidiu com aestabilização da pequena propriedade e a formação de um grupo de cidadãoscomposto principalmente por pequenos proprietários, em Roma o resultado foi olatifúndio e o domínio de uma poderosa aristocracia.Com o progresso econômico resultante do imperialismo ocorre o surgimento de umanova classe social, a dos homens novos ou cavaleiros. Eram antigos plebeus quepossuíam algum capital e que, aplicando-o em atividades rendosas -- cobrança deimpostos, fornecimento de víveres para o exército durante as campanhas militares,arrendamento da exploração de minas e florestas pertencentes ao poder público,construção de pontes, estradas, etc. -- obtinham grandes lucros, tornando-seimensamente ricos.
  • Dos triunviratos à formação do ImpérioAs forças adversas e a morte de Crasso na luta contra os partas (53 a.C.)conseguiram derrubar o precário equilíbrio do primeiro triunvirato. Sob opretexto de reprimir os grupos armados, formados por exércitos particularesque espalhavam o terror em Roma, o Senado nomeou Pompeucônsul, com a missão de restabelecer a ordem.Para evitar uma nova crise de poder, Júlio César propôs que todos osexércitos particulares fossem desmobilizados. Além de recusar aproposta, o Senado exigiu que ele próprio desmobilizasse suas tropas eabandonasse seus títulos.No entanto, ao conquistar a Gália, importante fonte de fornecimento deescravos, César ganhou forte simpatia dos cavaleiros, assim como doproletariado protegido pela política do pão e circo.Sentindo-se suficientemente forte para enfrentar Pompeu e oSenado, César, auxiliado por suas tropas da Gália, cruzou o rio Rubicão einvadiu a Itália. Após o assassinato de Pompeu, no Egito, César instaurou aditadura.
  • Alto ImpérioAo assumir o Império, Otávio -- agoraOtávio Augusto --, reforçando a base depoder, passou a Ter um papel maisimportante que o do Senado. Entretantoisso, os antigos magistrados passaram adesempenhar funções puramente civis e oSenado a Ter apenas o controleadministrativo de Roma.O Exército estabeleceu armas em todas asprovíncias, passando também a cobrarimpostos -- cujo sistema foi totalmente"reorganizado" -- e impondo pela força achamada Pax Romana. Devido à grandeextensão do Império Romano e à variadacomposição de povos e costumes, haviaum clima de permanente instabilidade quecabia ao Exército reprimir.
  • O Baixo ImpérioA economia de Roma, baseada quase exclusivamenteno uso de trabalhadores escravos, passou a ressentir, apartir do século II d.C., com falta desse tipo de mão-de-obra. O longo período de paz afetou a oferta deescravos (fornecidos principalmente pelas guerras),que não pôde ser devidamente superada com a comprade novos contingentes nas regiões de fronteira. Comoesse tipo de população apresentava um baixo índice denatalidade e crescimento demográfico, o preço dosescravos começou a subir acentuadamente. Em menosde um século, seu preço chegou a representar mais dedez vezes o seu custo inicial. Como era consideradauma mercadoria perecível e de alto risco, tornou-secada vez mais oneroso para os proprietários ruraisfazerem esse tipo de investimento.
  • Assim, a produção dos grandes latifúndios começou a declinar, caindo também o lucro dos proprietários. Com menos impostos a receber, em consequência da crise econômica, O Estado romano viu-se obrigado atomar uma série de medidas: deixou de sustentar a plebe urbana (que foi trabalhar no campo) e limitou os gastos com a corte imperial; aumentoutambém o valor dos impostos (quem não pudesse pagá-los fugiria para o campo) e, finalmente, reduziu os contingentes militares. Como saída para a crise, os proprietários rurais escolheram um novo sistema de arrendamento. Pelo novo sistema, os trabalhadoressustentavam-se com o próprio trabalho, nos pedaços de terra fornecidospelos donos. Em troca, tinham que trabalhar uns dias por semana para o proprietário. Esse tipo de arranjo tornava autossuficiente a produção de alimentos, mas dificultada a produção de excedentes para o comércio.
  • 6º ANO – ATENÇÃO: ROMA ANTIGA É UM ASSUNTO MUITO EXTENSO POR ISSO Concentrem seus estudos no que foi dito em sala e principalmente Na nossa revisão: POLÍTICA DO PÃO E CIRCO; PATRÍCIOS E PLEBEUS; Divisão Social: Patrícios, Plebeus Clientes e Escravos Periodização da História de Roma Antiga: Monarquia, República e Império A lenda dos irmãos Romulo e Remo Boa sorte a todos vocês e até a nossa prova!OBS: NO NOSSO BLOG vocês encontraram alguns vídeos que ilustraram alguns Momentos mencionados! Bju enorme =)