Aula sobre obesidade infanto juvenil e atividade física

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  • Olá
    Eu não sofro com obesidade,mas conheço um amigo que sofria muito com isso, tomava muitos remedios para tentar emagrecer e até conseguia emagrecer,mas depois voltava a engordar de novo.
    Ele me falou que um dia estava pesquisando no youtube sobre como emagrecer e encontrou um video onde uma mulher falava que tinha conseguido perder 8 kilos em apenas 2 semanas com um metodo que ela tinha aprendido em um curso, no inicio ele falou que não acreditou muito, mas quando ele adquiriu o curso e seguiu o passo-a-passo ele conseguiu emagrecer de uma forma inacreditável, ele me falou que foi uma das melhores coisas que aconteceu na sua vida porque hoje ele não sofre mais com obesidade e nem precisa tomar nenhum remedio

    Deixo esse depoimento para fortalecer aqueles que querem se livrar da obesidade, para aqueles que querem saber mais sobre esse curso acessem esse link:http://bit.ly/melhorformadeemagrecer1
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Aula sobre obesidade infanto juvenil e atividade física

  1. 1. Nesta aula você aprenderá sobre o conceito, as causas e as consequências da obesidade e a importância da atividade física para a prevenção e controle desta doença que já é epidemia em todo o mundo. Bom Estudo!
  2. 2. Enquanto o país luta para combater a fome e a desnutrição infantil, surge outro problema de distúrbio alimentar: a obesidade, que afeta todas as faixas etárias e grupos sócio-econômicos.
  3. 3. CUPPARI (2002, P.132) define obesidade como “uma enfermidade crônica, que se caracteriza pelo acúmulo excessivo de gordura a um nível tal que a saúde esteja comprometida”.
  4. 4. É importante detectar o problema da obesidade ainda na infância, já que esta tem grande chance de ter continuidade na vida adulta. Provavelmente, uma criança obesa será um adulto obeso se não forem tomadas providências em relação ao problema.
  5. 5. Além do excesso de ingestão alimentar, existem outros fatores que favorecem o aumento de peso. Estes fatores podem ser classificados como metabólicos, genéticos, nutricionais e psicossociais.
  6. 6. VIUNISKI (1999) afirma que não é somente a estética que fica comprometida quando crianças e adolescentes estão com excesso de peso. O mal pode acarretar doenças associadas a adultos, como problemas cardiovasculares, hipertensão, diabetes e colesterol alto.
  7. 7. Na prática, a obesidade pode ser avaliada em termos absolutos pelo IMC (Índice de Massa Corporal), este índice apresenta correlações tanto com o peso quanto com a estatura, objetivando a terminação da densidade corporal, é um método dos mais eficientes e utilizados como indicador indireto nos níveis de tecido adiposo. A obtenção do IMC se dá através da aplicação da seguinte fórmula: IMC = PESO (kg) / ALTURA (m²)
  8. 8. Para avaliação dos resultados obtidos através da aplicação da fórmula do IMC, deve-se levar em consideração os seguintes valores de referência, para classificação em crianças e adolescentes leva-se em consideração o sexo e a idade. IDADE (Anos) MASCULINO (Sobrepeso) FEMININO (Sobrepeso) MASCULINO (Obesidade) FEMININO (Obesidade) 12 21,2 21,7 26,0 26,7 13 21,9 22,6 27,6 28,6 14 22,6 23,3 27,6 28,6 15 23,3 23,9 28,3 29,1 16 23,9 24,4 28,9 29,4 17 24,5 24,7 29,4 29,7 Fonte: Abeso
  9. 9. GIGANTE e COL (1997) afirmam que o método mais eficaz no combate à obesidade está na mudança do comportamento e hábitos de vida, em que se inclui reeducação alimentar e inclusão da prática de atividade física no dia a dia do indivíduo obeso em tratamento.
  10. 10. A prática de atividade física é importante tanto para a prevenção como para o controle da obesidade. A dieta isoladamente, provoca perda de gordura, mas a massa isenta de gordura também é perdida. Com o exercício, seja isoladamente ou combinado com dieta, à gordura é perdida, mas a massa isenta de gordura é mantida ou aumentada.
  11. 11. Uma combinação de exercícios e dieta representa a melhor maneira de conseguir uma redução ponderal. O exercício acelera a mobilização e utilização das gorduras, de forma a acelerar o emagrecimento.
  12. 12. NAHAS (2001) afirma que 5 sessões de 30 minutos de atividade física moderada por semana proporcionam: • Mais disposição no trabalho e no lazer; • Menor risco de doenças do coração; osteosporose; obesidade; diabete; certos tipos de câncer e depressão; • Ajuda no controle do peso corporal; • Bem estar; • Oportunidade para encontrar pessoas e descontrair. • A curto prazo tem-se a melhora do humor e da auto imagem corporal.
  13. 13. A atividade física aliada à boa nutrição deve ser reconhecida como elemento de grande importância para o desenvolvimento e o crescimento normal durante a adolescência, bem como para a diminuição para a diminuição dos riscos de futuras doenças.
  14. 14. A atividade física deve ser praticada em níveis saudáveis e que não promova a exaustão, deve ser fonte de prazer, para que se torne um hábito de vida saudável. A prática de atividades físicas regulares melhora a capacidade aeróbica, diminui o peso corporal e a porcentagem de gordura. Portanto, sua prática aliada à alimentação saudável é primordial para a prevenção e controle da obesidade infanto-juvenil.
  15. 15. Agora que você estudou sobre obesidade e a importância da prática de atividade física, vamos verificar quanto você aprendeu? Responda o questionário da postagem abaixo sobre obesidade infanto-juvenil e atividade física e clique em enviar. Obrigada!
  16. 16. Aproveita para medir o seu IMC. Procure pela ferramenta na lateral do Blog. Utilize a ferramenta ao lado.
  17. 17. REFERÊNCIAS CUPPARI, L. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. São Paulo: Manole: 2002. GIGANTE, D.P; BARROS, F.C.; POST,A. Prevalência de obesidade em adultos e seus fatores de risco. Revista de Saúde Pública. V.31, n.3, 1997. NAHAS, M.V. Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo. Londrina – PR: Midiograf, 2001. VIUNISKI, N. Obesidade infantil: um guia prático para profissionais da saúde. Rio de Janeiro: UPUB, 1999. Sites consultados: www.abeso.org.br. Último acesso em 30 de outubro de 2010. www.rgnutri.com.br. Último acesso em 30 de outubro de 2010. www.fisiologia.ufc.br. Último acesso em 27 de outubro de 2010. www.ca.ufsc.br. Último acesso em 30 de outubro de 2010.

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