Semiótica - Mídias Digitais
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Semiótica - Mídias Digitais Semiótica - Mídias Digitais Presentation Transcript

  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França Mídias Digitais Semiótica
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França timeline E-mail: 1971 Ray Tomlinson inventou os primeiros programas para envio de e-mails em rede através da Arpa- net e criou a arroba (“at”, em Inglês - @) para se- parar o login do utilizador do domínio do servidor. Internet: 6 de agosto de 1991 Criada por Tim Berners-Lee. Também lançou o primeiro website públicado na internet.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França timeline Primeiro blog: 1994 Justin Allyn Hall criou o primeiro blog em janeiro de 1994, o diário Justin’s Links from the Under- ground. O jovem, com apenas 19 anos, fez do site um livro em que publicou sua vida pessoal. Primeira rede social: 1995 Classmates.com é um serviço de rede social cria- do em 1995 por Randy Conrads, o mesmo que fundou a Classmates Online, Inc.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França timeline Ask.com - 1996 Surgia um dos primeiros buscadores online: o Ask.com: permitia você fazer perguntas com pa- lavras chaves em vários idiomas. Criação do Blogger - 1999 O Blogger foi criado pelo Pyra Labs e, em 2003, foi comprado pelo Google. Mais adiante, funções especiais que tinham a necessidade de serem pagas para serem acessadas tornaram-se grátis com a entrada do Google.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França timeline Wikipedia - 2000 Jimmy Wales e Larry Sanger criaram a Wikipedia, a Enciclopédia Colaborativa. Friendster - 2002 Essa rede social conquistou muitos internautas, pesquisas feitas na época revelaram que 1 em cada 126 usuários utilizavam essa rede social.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França timeline My Space - 2003 Era concebida como o “clone” da Friendster, uma espécie de nova versão. Uma curiosidade a respeito dessa rede so- cial foi a sua primeira versão feita apressadamente, segun- do relatos à rede social foi codificada em apenas dez dias. Wordpress - 2003 Apareceu em 2003 da junção de esforços entre Matt Mullenweg e Mike Little. Primeiro serviço de opensource de gerenciamento de conteúdo.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França timeline Orkut - 2004 Criada em 24 de Janeiro de 2004 com o objetivo de ajudar seus membros a conhecer pessoas e manter relaciona- mentos. Seu nome é originado no projetista chefe, Orkut Büyükkökten, engenheiro turco do Google. Facebook - 2004 No mesmo ano outra rede social era criada, no inicio chamado de The Facebook, o Facebook seria fundado pelos ex-estudantes da Universi- dade de Harvard Mark Zuckerber, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e Cris Hughes. No seu inicio funcionaria de forma restrita somente para os estudantes de Harvard. Com o passar do tempo foi expandindo para outros campos estudantis e somente em 2006, qualquer usuário com mais de 13 anos poderia criar o seu perfil no Facebook.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França timeline Flickr - 2004 Aplicação para comapartilhamento de fotos, criada em 2004. Youtube - 2005 O YouTube foi fundado por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, que eram empregados da PayPal.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França timeline Twitter - 2006 No ano de 2006 criado pela Obvios Corp, seria lançada a rede social Twitter, até então considerada a mais inovadora no que se refere à velocidade da informação. O termo Twitter foi ins- pirado no som de um pássaro que emite sons para comunicar os demais pássaros sua atual localização e atividade. Tumblr - 2007 Tumblr é uma plataforma de blogging que permite aos usuários pu- blicarem textos, imagens, vídeo, links, citações, áudio e “diálogos”, a maioria dos posts feitos no Tumblr são textos curtos, mas a plata- forma não chega a ser um sistema de microblog, estando em uma categoria intermediária entre o Wordpress ou Blogger e o Twitter.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França timeline Foursquare - 2009 Criado em Nova Iorque em 2009 por Dennis Crowley, Naveen Selvadu- rai, Harry Heymann, Nathan Folkman e Mike Singletonau e o seu logo foi desenhado por Mari Sheibley. O serviço foursquare recolhe dados pessoais sobre os utilizadores e partilha-os com outros. O serviço é baseado na partilha e comunicação da localização, por vontade própria dos seus utilizadores. Instagram - 2010 Instagram é um aplicativo gratuito que permite aos usuários tirar uma foto, aplicar um filtro e depois compartilhá-la em uma varie- dade de redes sociais, incluindo o próprio Instagram. Esse aplicati- vo foi desenvolvido e projetado pelo brasileiro Mike Krieger e pelo norte-americano Kevin Systrom, inicialmente para uso em disposi- tivos móveis Apple iOS
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França dados (começo de 2012) http://www.youtube.com/watch?v=-cTZdRc3wGU
  • http://www.youtube.com/watch?v=-cTZdRc3wGU
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem 1. Por que as pessoas abreviam a linguagem na web? Para a professora Maria Teresa de Assunção Freitas, são dois os principais motivos da abreviação de palavras: o primeiro, a facilidade de se escrever de modo simplificado, e o segundo, a pressa . Esta, por sua vez, está economia ligada a outras duas razões: a (mandar uma mensagem maior pelo celular pode custar mais) e reproduzir virtualmente o ritmo de uma o desejo de conversa oral . “É para acelerar o bate-papo, que na internet, em chats e programas de mensagem instantânea, acontece em tempo real”, explica a especialista. “No celular, há o agravante do teclado, que é menor, e do preço, que desejo do adolescente de pertencer é maior.” Uma terceira causa seria o a um grupo: ele pode adaptar a sua escrita à linguagem da comunidade de que quer fazer parte - com o uso dos termos adaptados, ele adere aos códigos do grupo.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem 2. Onde e por quem essa linguagem abreviada é mais usada? jovens Os principais autores da escrita simplificada são os e, entre eles, os adolescentes. Eles fazem uso desse celular e na internet tipo de linguagem no canais de , especialmente em relacionamento, como o Orkut e o MSN . “Mas essa linguagem teve início nos chats”, afirma a professora Maria Teresa, que já realizou uma pesquisa na área, também começando pelas e-mails, segundo ela, a escrita salas de bate-papo virtuais. Nos abreviada tem menos lugar porque se trata de um meio de comunicação assíncrono, ou seja, a informação é enviada em intervalos irregulares : uma pessoa envia uma mensagem para outra, mas não sabe quanto terá uma resposta. É um ritmo parecido com o da tradicional troca de cartas. No celular, a linguagem abreviada fica restrita aos torpedos, que são escritos.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem 3. Por que essa linguagem tem mais adeptos entre os adolescentes? adolescentes Os facilidade de se adaptar aos têm grande símbolos de um novo código , pelas características da própria idade. Não é de hoje que colegas de escola trocam bilhetinhos durante a aula. Longe das vistas do professor, trocam papéis amassados ou dobrados - se é que hoje não o fazem por celular ou mesmo pela internet, nos colégios onde o computador é instrumento de É próprio do adolescente criar código ensino. . No celular, porém, a devido à dificuldade de digitar no adesão à linguagem simplificada é maior, pequeno teclado do aparelho telefônico. Jovens adultos e adultos também vêm passando a utilizá-la .
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem 4. Isso já acontecia antes em outros meios? Sim telegrama , mas de modo diferente. O é um meio de comunicação que faz uso da linguagem abreviada, mas segue um código mais formal, mais atento às regras ortográficas cultas. Não é usual, por exemplo, trocar “assim” por “axim” ou “endosso” por “endoço”. O telégrafo, aliás, chegou a fazer uso do Código Morse, que, com pontos e traços, facilitava a transmissão da mensagem. O texto era transmitido de forma codificada pelo telegrafista, que se colocava como intermediário entre emissor e receptor. Depois, a pela internet ou mensagem era transportada por navio, trem ou avião (mais tarde). Nas conversas pelo celular maior intimidade , essa figura não está presente, o que permite uma entre as partes envolvidas no diálogo . Além disso, a escrita da internet está contaminada pelos ares de sua época: ela é uma forma própria ao suporte em que se deita. “O contexto gera formas novas de utilizar a linguagem”, afirma a professora Maria Teresa.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem 5. A escrita abreviada e simplificada prejudica a compreensão? uma Quando duas pessoas dominam o mesmo código, não costuma haver dificuldade na troca de mensagens. Mas pessoa que nunca empregou uma linguagem como a que os adolescentes usam na internet pode achá-la uma loucura à primeira leitura . “Pais e mães podem pensar que é uma escrita errada, quando não é: é uma escrita feita para um suporte próprio, adaptada para uma determinada situação. Não há erro de ortografia, embora essa linguagem desobedeça à regra culta”, defende Maria Teresa. Dentro daquele sistema, explica a professora, a substituição de “ss” por “ç” faz sentido e não representa um erro. É pode haver maior claro também que, como demonstrou a experiência realizada na Austrália, dificuldade em ler a mensagem em voz alta do que escrever de maneira reduzida - especialmente se quem lê em voz alta não domina bem o código que está lendo ..
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem 6. Há padrões de escrita para internet e celular? A linguagem abreviada, especialmente a da web, segue os padrões da oralidade . Ela substitui uma conversa ou um bate-papo. “O interlocutor está presente e em tempo real , apesar da distância”, diz Maria Teresa. “Para andar mais rápido, se escrevem oxítonas com acento agudo sem acento e com ‘h’ no final, como ‘cafeh’, e se firmam acordos tácitos para uso de determinadas palavras, como ‘vc’ em vez de ‘você’ ou ‘tc’ em vez de ‘teclar’.” Outros elementos que fazem parte desse sistema são as representações de emoção, geradas para compensar a ausência física do interlocutor: “risos”, “rs”, “eheh”, “:)”, “:(“, “[]”, etc. Há diversas fontes na internet, como sites específicos e, o próprio MSN, onde usuários dessa linguagem podem copiar símbolos ou emoticons para depois usá-los em suas mensagens.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem 7. Essa escrita vicia? Muitos adolescentes ouvidos por Maria Teresa, em sua pesquisa, demonstraram saber separar as coisas. “Eles sabem que na escola não podem escrever da mesma forma que na internet”, diz ela. “Essa linguagem é um gênero novo de discurso, e os usuários sabem disso, sabem que é algo diferente do que está no livro ou em outro lugar.” Para a professora, uma os adolescentes sabem separar as coisas prova de que é que, quando o canal de filmes pago Telecine criou a sessão Cyber Vídeo, com legendas que se apropriavam do internetês, houve uma forte reação dos próprios adolescentes contra o método. “Eles diziam que não era linguagem própria para o cinema, que era linguagem de internet.” Dirigida ao público teen, a experiência do Telecine não foi mesmo para frente: estreou em 2005 e já no ano seguinte saiu do ar.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem 8. Essa linguagem pode modificar a língua que falamos? É possível Já que essa linguagem venha, no futuro, a modificar a língua que falamos. começamos a incorporar , no português do Brasil, os termos da informática “deletar”, “caps lock”, “control+c”, e da internet, como “control+v”, “control+z” . Há muita gente rindo em voz alta como na web: Há “eheheh”. “A língua é uma coisa viva, porque falada. Só a língua morta, como é o caso do latim, permanece estática. palavras do português que sumiram, enquanto outras foram incorporadas. A língua é dinâmica transforma sempre”, diz Maria Teresa. , se
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem 9. A internet faz o adolescente ler menos? Pelo contrário. internet está A pesquisa da professora da UFJF mostra que a levando o adolescente a ler e a escrever mais. O texto escrito foi redescoberto como forma de comunicação, e a leitura ganhou novos formatos. Há uma espécie de letramento digital. “A leitura é hipertextual: baseada no hipertexto, na utilização de links. Cada um faz a sua leitura, não precisa ser linear, enquanto o livro é geralmente linear” no meio digital o , pondera ela. Em resumo, leitor tem mais autoria na leitura - ele faz o seu próprio percurso, a sua seleção. E lê de maneira prazerosa, lúdica. “Isso é capaz de aproximar o adolescente da literatura. Há sites em que eles escrevem poesia, até de modo coletivo, e outros onde podem baixar e-books.”
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem 9. A internet faz o adolescente ler menos? Pelo contrário. internet está A pesquisa da professora da UFJF mostra que a levando o adolescente a ler e a escrever mais. O texto escrito foi redescoberto como forma de comunicação, e a leitura ganhou novos formatos. Há uma espécie de letramento digital. “A leitura é hipertextual: baseada no hipertexto, na utilização de links. Cada um faz a sua leitura, não precisa ser linear, enquanto o livro é geralmente linear” no meio digital o , pondera ela. Em resumo, leitor tem mais autoria na leitura - ele faz o seu próprio percurso, a sua seleção. E lê de maneira prazerosa, lúdica. “Isso é capaz de aproximar o adolescente da literatura. Há sites em que eles escrevem poesia, até de modo coletivo, e outros onde podem baixar e-books.”
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem CORES Facebook, Twitter, Delicious, Orkut, Foursquare etc utilizam principalmente o AZUL em suas páginas. Simboliza a lealdade, a fidelidade, a personalidade e subtileza. Representa segurança, limpeza e clareza. Também é cor preferida no OCIENTE.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem CORES G1, CNN e Last.fm utilizam o VERMELHO em suas páginas. Além de chamar a atenção do usuário, remete a liderança, elegância e requinte.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem CORES Blogs de moda e sites com publico alvo feminino utilizam o rosa. Está ligado à delicadeza, ao sen- sual, romantismo e também de limpeza.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem CORES O Papo de Homem utiliza o VERDE e o AMARELO em sua página. O VERDE representa virilidade e o masculino. O AMARELO transmite otimismo e prosperidade.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem CORES O Portal Terra utiliza o LARANJA. Que mescla os simbolismos do VERMELHO e do AMARELO.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França linguagem PERSONALIZAÇÃO Os sites (principalmente as redes sociais) permitem uma vasta possibilidade de personalização para os usuários. Isso faz com que o usuário “coloque sua marca, seu jeito, seus pensamentos e idéias” através delas. Ex.: Cover photo do Facebook (também presente nos grupos), Cover photo e background do Twitter, os próprios avatares de perfis etc. “Por isso tanta gente quer saber mudar a cor do facebook/orkut...”
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise autoblog Cores: Geralmente o fundo é branco ou cores bem claras, pelo fato de querer chamar a atenção para os veícu- los em destaque e até mesmo as propagandas que são bem coloridas.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise autoblog Backgrounds: Sempre utilizam texturas que reme- tem a veículos, por exemplo, a vibra de carbono, bandeiras quadriculadas e até mesmo veículos. No caso do usuário do blog o seu perfil é bem pouco personalizável, sendo que o perfil utilizado é apenas para comentá- rios sobre os posts.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise noticias automotivas Layout: Sempre há na parte superior o destaque das novas matérias, variando do lado es- querdo ou direito as propagandas às vezes ficando na parte superior da paginas. Sem- pre ao lado direito no meio da pagina há divisões por marcas ou posts recentes para facilitar a procura do usuário, juntamente existe um espaço para pesquisa avançada. Já na parte inferior existe um indicador de em qual pagina o usuário está navegando podendo pular pagina ou continuar sequen- cialmente.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise world car fans Tipografia: É bem sóbria sem muitos detalhes, em tí- tulos de post é sempre em caixa alta em negrito para chamar mais atenção na cor preta, já no texto a tipografia é sem negri- to do tamanho médio grande variando o blog, as propagandas as vezes variam as cores e a tipografia.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise jalopinik Boxes e scrolls A entrada sempre se dá na foto em des- taque do texto, logo abaixo se inicia o tex- to as vezes com mais fotos do veiculo do mencionado, com o seu fim na numeração das paginas. No geral são paginas estreita que tentam concentrar a atenção no tex- to e fotos sem dar muita marquem para o usuário se perder.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise motos blog Elementosverbaisespecíficosdasmídiasdigitais: O login não está presente no canto superior como nos outros sites, e sim apenas quan- do o usuário for comentar algo na reporta- gem irá aparecer a tela de entrada.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise twitter - Timeline -@ -# - DM - Trending Topics - Seguir e Seguidores - Botões - Compor Tweet - Por quê 140 caracteres? - Favoritar Tweet
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise twitter - Uso de Hashtags - Promoção de eventos - Os termos mais comentados são sobre televisão (os usuários ainda usam a televisão). - Reclamação de produtos, mar- cas, atendimento etc. - Acompanhamento de notícias (@plantão190, @estadao)
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França ANÁLISE SINTÁTICA, ANÁLISE SEMÂNTICA e ANÁLISE PRAGMATICA análise facebook objetividade, informações curtas, caixa de login, botões e informações no rodapé.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook três colunas, “barra de ferramentas” na primeira página já temos o feed de notícias, informações personalizadas (favoritos), páginas e grupos que o usuário pertence. no lado direito temos informações sobre eventos, aniversários, aplicativos, anúncios etc.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook ícones de notificações, amigos e mensa- gens no topo da barra de ferramentas. exi- bição de notificações não vistas aparecem com cor distinta das já vistas. aparece também o número de notificações quando não foram vistas.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook barra de ferramentas: a busca é em tempo real (começa a buscar já quando está digitando) e ao clicar em “Ver mais” podemos personaliza-la. seta do lado da foto do perfil indica confi- gurações, páginas e logout do serviço.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook duas colunas, atualização em tempo real. em configurações da conta podemos al- muitas vezes as pessoas entram nesta página procurando as configurações de terar algumas informações como Nome, privacidade. há um link de atalho para a usuário, e-mail, senha, idioma, como re- página de configurações de privacidade cebemos as notificações, configurações de no canto esquerdo inferior. aplicativos, configuração de celular etc.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook em configurações de privacidade podemos decidir como as outras pessoas irão visua- lizar e interagir com nosso perfil. também criamos regras de marcações (tags), blo- queamos postagens e também configura- mos aplicativos e conexões.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook quando está em um grupo, o facebook fica dividido basicamente em duas colunas (uma outra fica somente para algumas informações e publicidade). os grupos podem ser persona- lizados e tem funções de postagens, comentá- rios, upload de fotos e arquivos
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook o facebook recentemente implementou o novo sistema de conversa. baseado nos e-mails, ele separa por contatos em uma colu- na e a conversa em outra. a busca de termos das mensagens também é fundamental. ele salva o histórico de todas conversas, mas é possivel apagar (somente apaga em seu perfil).
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook sidebar: ela aparece em todas as páginas do facebook (exceto em alguns aplicativos). há uma separação, entre feeds (atualizados em tempo real) e o “chat” do face- book. você pode redimencionar da forma que preferir. ícones online-offline/celular. houve bastante resistência do público à implementa- ção da sidebar. QUAL É O CRITÉRIO DE ESCOLHA DAS PESSOAS QUE APARECEM NA SIDEBAR? INTERAÇÃO
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook listas elas servem para você organizar como receber as atualizações de um determi- dado grupo de pessoas. já é automatico as listas de trabalho, faculdade e locali- zação. já foi tentado a implementação de listas através de grupo, mas foram retiradas pois causou confusão.
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  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook timeline por que o nome? em 2010-2011 o facebook substituiu os “murais”. nela você tem acesso a todas as informações publicadas em seu perfil. você pode alterar as infromações, alterar a foto do perfil, a co- verphoto, aceitar ou recusar marcações (caso esteja configura- do) e também há os botões de postagens de conteúdo. é dividida em duas colunas IGUAIS, embora a segunda agrupe inicialmente registros de aplicativos. já está sendo testada a nova timeline do facebook, que deixa a segunda coluna exclusivamente para registros de aplicativos e com tamanho reduzido.
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  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook O “Like” do facebook: - O botão “like” é uma forma de analisar o quanto você está sendo bem avaliado pelos usuários da rede social. Como os seguidores utilizam o like dentro do facebook e em outros sites? Quais as expectativas deles ao darem like em uma página? Quais práticas realizadas pelos profissionais de mídias sociais agradam e desagradam o público?
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook O “Like” do facebook: 42% dos usuários ativos concordam que os profissio- nais das empresas podem levar em consideração um like como certeza de que o usuário é mesmo fã da marca. 93% deles utilizam o recurso ao menos uma vez por mês. 74% curtem postagens de amigos. 52% clicam em like em outros sites, como blogs ou por- tais de notícias;
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook O “Like” do facebook: 44% curtem algo que alguma empresa postou; 45% curtem uma empresa ou marca no Facebook;
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook O “Like” do facebook: Outros dados revelam o que as pessoas esperam quan- do curtem uma página: observa-se que essas motivações variam muito: 58% espera ter acesso a algum conteúdo exclusivo, eventos ou vendas; 58% afirmam esperar por promoções e descontos; 47% curtem uma página para receber informações sobre a empresa;
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook O “Like” do facebook: 37% querem que, ao curtir uma página, o nome da em- presa ou marca apareça logo em seu perfil. 37% não esperam nada em especial. 36% esperam receber das empresas informações mais relevantes baseadas em seus conteúdos publicados aber- tamente em seus perfis.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook O “Like” do facebook: Se os motivos pelos quais os usuários utilizam o botão “curtir” são importantes na hora de planejar o posiciona- mento da marca na internet, saber o que leva o público a não curtir, também é fundamental.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook O “Like” do facebook: 54% disseram não querer ser bombardeado por informa- ções ou publicidade; 45% não querem que empresas tenham acesso a infor- mações de seus perfis; 29% não querem manter contato com empresas no Fa- cebook;
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook O “Like” do facebook: 23% não vêem benefício algum em curtir uma página; 4% disseram não entender o que ganhariam se curtis- sem uma fanpage. O estudo é uma forma interessante das marcas analisa- rem o comportamento dos usuários na internet. Além disso, reforça a tese de que a quantidade de fãs nem sempre é o que deve ser levado em conta para medir os resultados, mas sim qual o estilo desse público e o grau de engajamento.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook: POKE O QUE SIGNIFICA?
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook: POKE cutucada esconde o teor sexual da rede social??
  • análise facebook: POKE
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook: POKE E então começa a dúvida na cabeça do cutucado. O que fazer agora? Uma cutucada de volta significaria que você também quer, ignorá-la significaria que você preferia ser empalado vivo por um cavalo a ir pra cama com aquela pessoa. Mas e se você ainda não tiver a resposta clara em sua mente? Não dá para se jogar, e nem fechar as portas sem que essa decisão esteja definida para você mesmo. É preciso muito pensar antes de responder ou ignorar uma cutucada. Sua vida sexual é o que está em discussão no momento.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise facebook: POKE E então começa a dúvida na cabeça do cutucado. O que fazer agora? Uma cutucada de volta significaria que você também quer, ignorá-la significaria que você preferia ser empalado vivo por um cavalo a ir pra cama com aquela pessoa. Mas e se você ainda não tiver a resposta clara em sua mente? Não dá para se jogar, e nem fechar as portas sem que essa decisão esteja definida para você mesmo. É preciso muito pensar antes de responder ou ignorar uma cutucada. Sua vida sexual é o que está em discussão no momento.
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França análise PRIVACIDADE http://www.youtube.com/watch?v=F7pYHN9iC9I
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França questões Privacidade Compartilhamento Web 2.0
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França
  • Mídias Digitais na Semiótica Alunos: Joner de Quadros Pereira Nesley Kent Dicati Oliveira Orientação: Maureen França Referências: http://www.compos.org.br/seer/index.php/e-compos/article/viewFi- le/205/206 http://www.natanaeloliveira.com.br/a-historia-das-redes-sociais/ http://www.i9socialmedia.com/o-significado-do-%E2%80%9Cli- ke%E2%80%9D-no-facebook/?utm_source=feedburner&utm_medium=fee- d&utm_campaign=Feed%3A+I9SocialMedia+%28i9+Social+Media%29 http://corramary.com/a-cutucada/ PDFs em anexo