Delegação da Comissão Européia no Brasil                        Ciência e TecnologiaPARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NOS PROGRAMAS-...
ÍNDICEINTRODUÇÃO ............................................................................................................
1-INTRODUÇÃO      O 7º Programa Quadro de P&D e Tecnologia da União Européia para 2007-2013dá uma grande ênfase na coopera...
2-OS PROGRAMAS-QUADRO DE P&D DA UNIÃO         EUROPÉIA, CONCEITOS        Marco Político da UE:        Estratégia de Lisboa...
7° PQ (2007-2013):                Estrutura        Cooperação –Pesquisa Colaborativa              Idéias – Pesquisa de bas...
Política Econômica. “Micro–Políticas” para o crescimento•   Reforçar o Capital Humano e seu potêncial       Qualidade de e...
Por quê a Pesquisa em nível da                    UE?  •   Para unir e reforçar os recursos       – Recursos coordenados p...
Desenvolvimento coerente de objetivos            e políticas   Melhora do marco de                 Aumento do        condi...
Temas chave para a UE no marco da               Cooperação Internacional•   Desenvolver a excelência em Pesquisa: os cient...
2 – A SITUAÇÃO NO BRASIL: CITAÇÕES CIENTÍFICAS          E PATENTES: ANÁLISES DE DADOS       O Brasil, país com maior volum...
2.1 - CO-PUBLICAÇÕES BRASILEIRAS COM PAÍSES DAEU:Tabela 2: Co-publicações entre Brasil e países da União Européia.Note: po...
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Figura 1: A colaboração internacional do Brasil (N = 27.832 documentos comcolaboração internacional). A distância entre po...
2.5- Patentes        Resultados obtidos na base de dados EPO: A produção de patentes em paíseslatino-americanos durante o ...
Figura 3: Países participantes como co-assinantes nas patentes brasileiras (US PTOdatabase)Figura 4: Países particpantes c...
Figura 6: Países participantes como inventores nas patentes brasileiras (EPOdatabase).Tabela 4: Principais categorias nas ...
com 16% cada um. O Reino Unido representa o maior número de patentes no banco dedados USPTO.                          USPT...
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4. Participação brasileira no primeiro edital do FP7( Redação: Cristiane Belize Bonezzi)       A partir dos dados encaminh...
para nanociências, nanotecnologias, materiais e novas tecnologias de produção e umprojeto voltado para a temática de trans...
projetos na área de saúde e se sobressai à USP por possuir ainda uma proposta na listade reserva na área de agricultura, b...
11.086.571           11.430.405                                                                                           ...
com a União Européia, proporcionalmente seu índice de aprovação nos editais foiinferior. Como demonstra a figura 11, enqua...
4.1 Projetos com participação brasileira nos primeiros editaisdo 7º PQResumo Projeto FP7                                  ...
Resumo Projeto FP7                                                                 (2)Nome do Projeto: Uma Rede Européia e...
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Resumo Projeto FP7                                                           (18)Nome do Projeto: Impacto na equidade de a...
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Resumo Projeto FP7                                                                (20)Nome do Projeto: Estudo genético de ...
Resumo Projeto FP7                                                                (21)Nome do Projeto: Infra-estrutura de ...
4.2 Evento de premiação na Fiocruz, Rio de Janeiro (Fonte:Comunicação/Instituto Oswaldo Cruz)       Foi realizada no dia 1...
está ainda mais clara do que nas anteriores, pois todas as áreas do edital podem receberaplicações de projetos com membros...
e os desafios científicos nessas áreas e propor estratégias e políticas de pesquisa edesenvolvimento adequadas a cada regi...
5- A participação Brasileira no segundo edital do FP7 noperíodo de 2007 a 2008        Os dados sobre a participação do Bra...
Figura 16: Propostas com participantes brasileiros aceitas no tema de cooperação noFP7 até 2009.      No decorrer desses d...
Tendo por referência não mais o número de projetos, mas sim o montante emEuros obtidos, quando se compara o Brasil com os ...
Figura 19: Financiamento da Comissão Européia para os projetos aprovados até 2009.       Tendo ainda como referência o mon...
edital do FP7, o Brasil melhorou significativamente seu desempenho de aprovação deprojetos, que foi de 10,25%. No que diz ...
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5.1 Projetos aprovadosResumo Projeto FP7                                                             (1)Nome do Projeto: D...
Contato:Nome da Instituição: CRIA Centro de Referência em Informação Ambiental - BrasilResponsável: Vanderlei Perez Canhos...
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  1. 1. Delegação da Comissão Européia no Brasil Ciência e TecnologiaPARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NOS PROGRAMAS-QUADRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DA UNIÃO EUROPÉIA Capa: Anderson Moraes Supervisão: Paulo Egler e Angel Landabaso Redação e edição: Thaylise S. Bezerra e Ana Carolina B. Maranhão Revisão: Leonor Collor e Patrícia Osandón Suporte à produção: Simone Messias 2009 2
  2. 2. ÍNDICEINTRODUÇÃO ................................................................................................................ 51-OS PROGRAMAS-QUADRO DE P&D DA UNIÃO EUROPÉIA, CONCEITOS .... 62 – A SITUAÇÃO NO BRASIL: CITAÇÕES CIENTÍFICAS E PATENTES:ANÁLISES DE DADOS ................................................................................................ 122.1 - Co-Publicações Brasileiras com países da UE: ...................................................... 122.2-Perfil da colaboração por área temática no Brasil .................................................... 132.3-Participação em redes internacionais, o tamanho das redes e da colaboração compaíses terceiros ................................................................................................................ 132.4- Análises das citações na América Latina ................................................................ 142.5- Patentes ................................................................................................................... 153- PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NO FP6 ................................................................ 194. PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NO PRIMEIRO EDITAL DO FP7 ...................... 204.1 Projetos com participação brasileira nos primeiros editais do 7º PQ ....................... 254.2 Evento de premiação na Fiocruz, Rio de Janeiro ..................................................... 465- A PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NO SEGUNDO EDITAL DO FP7 NOPERÍODO DE 2007 A 2008........................................................................................... 495.1 Projetos aprovados .................................................................................................... 575.2 Evento de premiação na USP, São Paulo ............................................................... 1016- PROJETO BB.BICE ................................................................................................ 1057- EDITAL CONJUNTO UNIÃO EUROPÉIA- BRASIL DE SEGUNDA GERAÇÃODE BIOCOMBUSTÍVEIS ........................................................................................... 1078-ANEXOS ................................................................................................................... 1258.1-Anexo 1: Ranking Mundial das 100 Maiores Universidades no Brasil (2009) ..... 1258.2-Anexo 2 : Mapa da República Federativa do Brasil .............................................. 1308.3-Anexo 3 : Acordo de cooperação científica e tecnológica entre o governo daRepública Federativa do Brasil e a Comunidade Européia .......................................... 131 3
  3. 3. 1-INTRODUÇÃO O 7º Programa Quadro de P&D e Tecnologia da União Européia para 2007-2013dá uma grande ênfase na cooperação internacional no que se refere à pesquisa edesenvolvimento tecnológico. O desenvolvimento científico e tecnológico têm tido desde sempre umadimensão internacional. Crescentes desafios globais, como a intensificação daglobalização econômica (crises financeiras), a ascensão de novos atores mundiais(BRICs) e a provisão de bens públicos em escala mundial reforçam a necessidade deuma abordagem da cooperação internacional em matéria de ciência e tecnologia epesquisa, aberta, cooperativa e competitiva (excelência). Tanto na UE como no Brasil, para fazer face a estes desafios, estamosdesenvolvendo mecanismos inovadores para promover a colaboração na pesquisainternacional. Procuram-se três objetivos interdependentes:- Apoiar o desenvolvimento mútuo científico e econômico;- Facilitar contatos com parceiros para colaborar com o acesso à pesquisa realizada emoutras partes do mundo;- Dar resposta a problemas específicos comuns (mudanças climáticas, energias limpas,novos materiais, etc). Pesquisadores e estudantes, cientistas e empresários, tanto na Europa como noBrasil e no resto do mundo, olham para além das oportunidades de formação oferecidasem seus próprios países, quando procuram centros de formação e de pesquisa em nívelmundial. Os intercâmbios e a mobilidadede de pesquisadores são, em conjunto com acooperação em projetos, elementos-chave na cooperação internacional para responderaos desafíos globais. A cooperação em C&T e pesquisa com o Brasil tem já uma longatradição – temos um Acordo de Ciência e Tecnologia entre a UE e o Brasil, e suaimportância é reconhecida nos acordos políticos da Parceria Estatégica entre a UE e oBrasil. O Brasil cada vez mais ocupa um lugar proeminente na cooperação da EU. Noâmbito da América do Sul, o Brasil é o primeiro parceiro e o 5º em nível mundial. Hoje temos uma mostra dos projetos que foram aprovados. É uma fração dosprojetos que participaram na complexa e seletiva avaliação. Uma avaliação queconsidera não só os aspectos técnicos mas também os aspectos de divulgação, de gestãoe de composição das equipes. Temos temas como transporte, bioeconomia (agro),nanotecnología, biocombustíveis, aeronáutica, desenvolvimento sustentável,telecomunicações, que compõem um total de 33 projetos aprovados neste edital. Épreciso destacar a variedade dos temas, o que mostra as capacidades de trabalhoconjunto entre a UE e o Brasil em todas as áreas do conhecimento. Convém tambémdestacar as parcerias com países além da UE como a India e a China. Há boas oportunidades para seguir progredindo conjuntamente. Angel Landabaso Conselheiro CeT Delegaçao CE , Brasil 4
  4. 4. 2-OS PROGRAMAS-QUADRO DE P&D DA UNIÃO EUROPÉIA, CONCEITOS Marco Político da UE: Estratégia de Lisboa Pesquisa Crescimento e Emprego Educação Innovação Objetivo Estratégico para 2010: “…converter a União Européia na economia mundial mais dinâmica e competitiva baseada no conhecimento, com um crescimento sustentável com mais e melhores empregos e cohesão social …” O NOVO “PARADIGMA” DO CRESCIMENTO A economia baseada no Conhecimento Entorno Favorável CRESCIMENTO ECONÔMICO Trabalho Capital Produtividade Capital Humano Uso das TIC Inovação e Ciência Impulso Empreendedor • Nível de formação • Base de Ciência • Investimento • Criação • Formação em C & T • Difusão • Uso • Capital de Risco • Formação em Gestão • Relação Ciência-Indústria • Facilidade de Fechamento • Cultura “innovação” • Emp. forte crescimento • Empresa Internacional 5
  5. 5. 7° PQ (2007-2013): Estrutura Cooperação –Pesquisa Colaborativa Idéias – Pesquisa de base Gente – Acões Marie Curie Capacidades – Capacidade de Pesquisa + JRC pesquisa nuclear Euratom ações diretas – JRC pesquisa nuclear Euratom ações indiretas – fusão nuclear e fissão7° PQ: Orçamento (€ milhões) 6
  6. 6. Política Econômica. “Micro–Políticas” para o crescimento• Reforçar o Capital Humano e seu potêncial Qualidade de ensino, formação contínua, estudos cientificos técnicos e de gestão,….• Extender os benefícios das TIC Competência em telecom, TIC na educação, eAdmón., redes de empresas, conteúdos de internet,…• Impulsionar a Inovação e difundir a Ciência e a Tecnologia Qualidade de Pesquisa pública, relação Industria-Ciência, fomentar demanda novos produtos processos e serviços,…• Potencializar o espírito e impulsionar o Empreendedorismo Capital de Risco, educação espirito inovador, agilizar processo de criação e fechamento de empresas,… Modelos de desenvolvimento da P&D ESPONTANEA P+D iniciada pelos Cientístas P+D dependente dos recursos O Futuro? UE-Brasil?DISTRIBUIDO CENTRALIZADO Cooperação dinâmica Mega-ciência ORGANIZADO 7
  7. 7. Por quê a Pesquisa em nível da UE? • Para unir e reforçar os recursos – Recursos coordenados para alcançar massa crítica – Efeito de sustentação para os investimentos privados – Inter-operabilidade e complementaridade científica • Para reforçar os recursos humanos e a excelência en P+D – Estimular a formação, a mobilidade e o desenvolvimento das carreiras dos cientistas – Estimular a competitividade na pesquisa – Para uma melhor integração da P+D Européia – Criar uma base cientifica para os objetivos das políticas da UE – Favorecer a coordenação das políticas nacionais – Comparar a pesquisa à nivel da UE – Disseminação eficaz dos resultados Espaço Europeu de Pesquisa: (ERA) Novas Perspectivas• El EEI se baseia no lado da pesquisa do “triângulo do conhecimento", composto por três elementos “inovação”, "educação" e “pesquisa";• Existe uma fragmentação da base pública de pesquisa, programas e políticas que continuam sem coordenação e tem uma escassa atração do AIE para o setor privado em P&D, os inverstimentos ainda são pequenos;• Especialmente a “abertura ao mundo" reconhece a contribuição cada vez maior da C&T aos objetivos políticos mais amplos em nivel internacional. 8
  8. 8. Desenvolvimento coerente de objetivos e políticas Melhora do marco de Aumento do condições investimento privado Investir mais Articulação com outras e melhor em políticas pesquisa Melhorar o Optimizar e combinar o uso investimento publico dos inverstimentos em P+D e seu impacto Novo enfoque da Cooperação Internacional no 7PQ:• A diferença entre programas anteriores da atividade de cooperação internacional não está só em uma atividade mas em que todos os setores devem ter seu componente internacional (O EEI é global)• Se está preparando uma estratégia para redefinir os instrumentos, as prioridades e o enfoque geral (diálogos)• Criar mecanismos por parte dos países e regiões (AL) que facilitem o anterior pode ser uma opção que melhore a cooperação na quantidade e qualidade. 9
  9. 9. Temas chave para a UE no marco da Cooperação Internacional• Desenvolver a excelência em Pesquisa: os cientistas precisam interagir com seus pares independentemente de sua localização. Uso eficiente dos recursos- muitas áreas científicas requeren o compromisso de unir recursos se varias regiões ou ‘países estão preparados para contribuir conjuntamente. Não é sempre uma situação Win-Win• Cooperação com outras políticas- mesmo que a C&T seja uma política em seu conjunto tambem pode servir como instrumento para outras políticas e pode ajudar à cooperación internacional• Responder a objetivos globais- só poden atacar-se em colaboração internacional• Desenvolver economias baseadas no conhecimento - através do apoio ao intercâmbio e o acesso à ciência, pesquisa e inovação.• Desenvolver a competitividade facilitando o acesso a novos conhecimentos e novos mercados, atraindo investimentos em pesquisa e apoiando a circulação do conhecimento.• Apoiar a contribuição da UE para uma melhor gestão dos recursos naturais e dos Objetivos do Milênio da ONU.• Muitos Estados Membros da UE têm atividades importantes na cooperação internacional com paises terceiros mas muitas vezes têm pouca informação das atividades dos outros . Poucos publicaram suas estratégias de cooperação em C&T. 10
  10. 10. 2 – A SITUAÇÃO NO BRASIL: CITAÇÕES CIENTÍFICAS E PATENTES: ANÁLISES DE DADOS O Brasil, país com maior volume de produção da região, concentra suaspublicações em Clínica Médica. Investigação Biomédica e Agricultura, Biologia eCiências do Ambiente são as áreas seguintes em volume de produção. Tabela 1: Especialização no Brasil 11
  11. 11. 2.1 - CO-PUBLICAÇÕES BRASILEIRAS COM PAÍSES DAEU:Tabela 2: Co-publicações entre Brasil e países da União Européia.Note: porcentagens na última coluna baseadas no total Brazil- UE + colaboração da Noruega Observa-se que no Brasil a área com o maior número dedocumentos, com a colaboração internacional, é a Física, seguida de InvestigaçãoBiomédica e Clínica Médica. Tambem em Física está concentrado o maior volume dedocumentos, em colaboração com a EU, embora considerando-se o percentual sobre ototal da colaboração internacional, Química mostra os valores mais altos. 12
  12. 12. 2.2-PERFIL DA COLABORAÇÃO POR ÁREA TEMÁTICANO BRASILTabela 3: Perfil de colaboração por área temática no Brasil2.3-Participação em redes internacionais, o tamanho das redese da colaboração com países terceirosA fim de visualizar a colaboração internacional de cada país, abaixo é apresentada adistância entre os diferentes nós, baseada no número de documentos com colaboraçãointernacional com o Brasil. 13
  13. 13. Figura 1: A colaboração internacional do Brasil (N = 27.832 documentos comcolaboração internacional). A distância entre pontos é proporcional ao número dedocumentos em colaboração.2.4- Análises das citações na América Latina 14
  14. 14. 2.5- Patentes Resultados obtidos na base de dados EPO: A produção de patentes em paíseslatino-americanos durante o período 2002-2006, na base de dados EPO, foi de 2014patentes. Os países com maior número de patentes são Brasil, México, Argentina eChile, que representam 90% das patentes abrangidas na América Latina.Figura 2 O Brasil é o país com maior número de patentes nos países da América Latina,representando 37% do total de patentes na América Latina (bases de dados USPTO eEPO). No caso de patentes EPO, a sua importância é ainda maior, pois o Brasilrepresenta um total de 50% de patentes latino-americanas no banco de dados EPO. 15
  15. 15. Figura 3: Países participantes como co-assinantes nas patentes brasileiras (US PTOdatabase)Figura 4: Países particpantes como co-assinantes nas patentes brasileiras (EPOdatabase).Figura 5: Países participantes como inventores nas patentes brasileiras (USPTOdatabase) 16
  16. 16. Figura 6: Países participantes como inventores nas patentes brasileiras (EPOdatabase).Tabela 4: Principais categorias nas patentes brasileiras (USPTO database).Tabela 5: Principais categorias nas patentes brasileiras (EPO database). A Alemanha é o país europeu com maior número de patentes em colaboraçãocom o Brasil (25%), embora a sua colaboração seja só no banco de dados EPO, não noUSPTO. Os países seguintes em termos de colaborações são a França e o Reino Unido, 17
  17. 17. com 16% cada um. O Reino Unido representa o maior número de patentes no banco dedados USPTO. USPTO EPOPaís Patente Ass. Inv. PCI Patentes Ass. Inv. PCI Code codeBélgica 1 0 1 2 2 2 H04LFrança 3 0 3 A61K 7 3 7Itália 1 0 1 7 3 7Espanha 1 0 1 A61BPaíses 4 4 3 B01J(2) 5 5 2BaixosReino 8 1 7 C08F 2 1 1UnidoSuécia 0 0 0 - 3 1 3Dinamarca 0 0 0 - 2 0 2Alemanha 0 0 0 - 15 11 13 H04LTotal 18 5 16 43 26 37Tabela 6: Análise de patentes européias com inventores do Brasil (USPTO and EPOdatabases). 18
  18. 18. 3- Participação brasileira no FP6 FP6 : Participation & Contribution by Country Resultados de la cooperación Internacional en I+D EC financial Country (6PM)Participations from country contribution to partners UE- Latinoamérica from country No. % Euros % CU - Cuba 1 0,00% 42.000 0,00% DO - Dominican Republic 1 0,00% 156.612 0,00% JM - Jamaica 1 0,00% 143.516 0,00% SR - Suriname 4 0,01% 305.000 0,00% TT - Trinidad and Tobago 2 0,00% 165.792 0,00% AR - Argentina 95 0,13% 7.837.123 0,05% BO - Bolivia 15 0,02% 959.809 0,01% BR - Brazil 155 0,21% 14.397.318 0,09% CL - Chile 69 0,09% 6.708.837 0,04% CO - Colombia 17 0,02% 1.560.599 0,01% CR - Costa Rica 13 0,02% 1.129.280 0,01% EC - Ecuador 14 0,02% 1.895.358 0,01% GT - Guatemala 4 0,01% 184.780 0,00% HN - Honduras 2 0,00% 46.200 0,00% MX - Mexico 59 0,08% 5.865.667 0,04% NI - Nicaragua 6 0,01% 465.835 0,00% PA - Panama 1 0,00% 0 0,00% PE - Peru 28 0,04% 2.876.722 0,02%Tabela 7: Participação no FP6 70 60 50 40 30 20 10 0 DE UK FR IT NL ES BE SE CH EL PL AT DK NO FI CZ PT HU IE ILFigura 7: Colaboração entre países da UE e o Brasil (participações) 19
  19. 19. 4. Participação brasileira no primeiro edital do FP7( Redação: Cristiane Belize Bonezzi) A partir dos dados encaminhados pela Comissão Européia (CE) relativos àparticipação dos países latino-americanos na primeira edição de chamadas do 7ºPrograma-Quadro de Pesquisa e Desenvolvimento da Comunidade Européia (FP7),lançados em novembro de 2006, foram elaboradas algumas análises, apresentadas emgráficos, para avaliar o desempenho brasileiro no âmbito da cooperação internacionalcom a União Européia (UE). Como não há estatísticas consolidadas a respeito da participação brasileira emedições anteriores do programa de apoio à pesquisa da UE (por exemplo, sobre o 6ºPrograma-Quadro, FP6), a comparação no que diz respeito à ampliação da cooperaçãoentre instituições brasileiras e européias fica prejudicada. Ainda assim, tendo em vistaos dados estimados de que há cerca de 50 projetos brasileiros aprovados ao longo doFP6, cuja duração foi de 2002 a 2006, considera-se que a participação brasileira sofreuum incremento representativo já no primeiro ano de atividades do FP7. Conforme demonstrado na figura 8, o Brasil teve 21 projetos aprovados naprimeira edição das chamadas do FP7, entre as 192 propostas apresentadas comparticipação de instituições de P&D brasileiras. Os projetos aprovados estão distribuídos da seguinte forma: dois projetos na áreade cooperação internacional; dois projetos para infra-estrutura de pesquisa; um projetoem ciência e sociedade; dois projetos para a área de energia; dois para meio ambiente;um projeto em alimentos, agricultura, biotecnologia e pesca; cinco projetos na área desaúde; quatro projetos em tecnologias de informação e comunicação (TIC); um projeto 20
  20. 20. para nanociências, nanotecnologias, materiais e novas tecnologias de produção e umprojeto voltado para a temática de transporte. As áreas de segurança, ciências socioeconômicas e humanidades e ações doMarie Curie – mobilidade de pesquisadores - não tiveram propostas aprovadas. 60 50 3 40 30 45 1 20 1 1 1 1 3 10 20 1 16 1 14 1 11 2 1 1 10 1 8 1 4 5 1 5 2 1 1 1 3 1 1 1 2 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Em ab FM z A o a EE BR C C pe ca FG R I J PE n SP vo a M ro T S f c p D ra ru FR fs bi fra et ap m C AE G AC IE FP TA et C Sa Vi on In eb en U U G M FR oc C S1 U ca FR br ni m U U C H C R Fi C ni U In G U U U Rejeitados Mainlist ReservaFigura 9: Número de Projetos aprovados por instituição – Brasil A figura 9 ilustra o número de propostas brasileiras rejeitadas, aprovadas e emlista de reserva na primeira edição de editais do FP7, distribuídas por instituições. De aproximadamente 190 instituições candidatas, 27 tiveram sucesso naspropostas apresentadas. Dessas 27 instituições, 24 já estão com seus projetos aprovadose seis estão em lista de reserva aguardando nova avaliação (três projetos da lista dereserva são de instituições que tiveram outras propostas aprovadas). Algumas instituições participam dos mesmos projetos, sendo assim, a soma donúmero de projetos aprovados por instituição não corresponde ao número total deprojetos aprovados. A Universidade de São Paulo (USP) foi a instituição mais ativa em participaçãonos editais, com apresentação de 48 propostas de projeto. Contudo, quanto ao númerode projetos aprovados, a USP obteve desempenho igual à Fundação Oswaldo Cruz(Fiocruz), que teve também três projetos aprovados, tendo apresentado 15 projetos nototal. As propostas bem-sucedidas da USP foram: na área de meio ambiente,apresentada pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas; emnanotecnologias, pelo Instituto de Física de São Carlos; e na área de infra-estrutura, pelaEscola Politécnica da USP. A Fiocruz conseguiu a aprovação de três propostas de 21
  21. 21. projetos na área de saúde e se sobressai à USP por possuir ainda uma proposta na listade reserva na área de agricultura, biotecnologia e alimentos. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), segunda instituição commelhor desempenho, obteve duas propostas aprovadas na área de meio ambiente, entresete aplicações em editais. Duas outras instituições de destaque foram o Centro deExcelência em Tecnologias Avançadas do Senai (CETA) e a Universidade Federal doRio de Janeiro (UFRJ), que obtiveram uma aprovação e uma proposta incluída em listade reserva cada uma, a partir de 6 e 22 candidaturas, respectivamente, nas áreas de TIC,no caso do CETA, e infra-estrutura e nanotecnologias, no caso da UFRJ. Também entre as instituições bem-sucedidas incluem-se: i) a AssociaçãoBrasileira de Engenharia Automotiva (AEA), na área de transportes; ii) o Comitê paraDemocratização da Informática (CDI), o GS1 Brasil, o Instituto Evandro Chagas (IEC),a Santa Casa Hospital Complex (SACA), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul(UFRGS), a Universidade de Franca (Unifran) e a Vivo AS, na área de TIC; e iii) oCentro Nacional de Referência em Biomassa (Cenbio) e o Instituto Nacional deMetrologia (Inmetro), em energia. Na linha de cooperação internacional, destacaram-se o Centro de Gestão eEstudos Estratégicos (CGEE) e o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); em meioambiente houve desempenho relevante da Companhia Nacional de Abastecimento(Conab), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), dasUniversidades Federal do Paraná (UFPR) e Federal de Santa Catarina (UFSC) e daEstadual de Campinas (Unicamp). Em saúde, destacaram-se ainda a Fundação deMedicina Tropical do Amazonas (FMTAM), o Hospital A.C. Camargo (HACC) e aUniversidade Federal de Goiás (UFG). No tema Ciência e Sociedade, o destaque foipara o Instituto Rede Brasileira Agroflorestal (Rebraf), e na área de agricultura,biotecnologia, alimentos e pesca foi para a Universidade Federal Rural de Pernambuco(UFRPE). 22
  22. 22. 11.086.571 11.430.405 46.597.973 21.595.367 Brasil Argentina Chile MéxicoFigura 10: Montante requerido por país na 1ª edição de chamadas FP7 A figura 10 apresenta o montante de recursos requerido por cada um dos paísescom escritórios de fomento à cooperação internacional com a UE na América Latina.Enquanto o Brasil solicitou 46.597.973 milhões de Euros nas 192 propostas de projetosapresentadas, a Argentina solicitou 21.595.367 milhões de Euros em 119 propostasinscritas, o Chile solicitou, em 75 propostas, o total de 11.430.405 milhões de Euros e oMéxico, com 80 propostas apresentadas, demandou 11.086.571 milhões de Euros. 25,00 % 20,00 % 15,00 % 23,31 % 10,00 % 17,71 % 14,13 % 5,00 % 10,25 % 0,00 % Brasil Argentina Chile MéxicoFigura 11: Percentual de sucesso na aprovação de projetos (baseado na Mainlist) Embora o número de propostas apresentadas e o montante de recursosdemandado por parte de instituições brasileiras tenham sido significativamentesuperiores ao dos outros países latino-americanos com acordos de cooperação em C&T 23
  23. 23. com a União Européia, proporcionalmente seu índice de aprovação nos editais foiinferior. Como demonstra a figura 11, enquanto Argentina teve percentual de aprovaçãode 23,31%, Chile, 14,13% e México, 17,71%, o Brasil apresentou aprovação em apenas10,25% do total de projetos submetidos à apreciação da Comissão Européia (CE). Esse desempenho aquém do esperado pode ser atribuído a dois fatoresprincipais. O primeiro é que, tendo em consideração a dimensão da comunidadecientífica, tecnológica e empresarial brasileira, comparativamente com a da Argentina edo Chile, o número de projetos apresentados pelo Brasil foi pequeno. Um motivo queexplica esse comportamento foi a falta de maior apoio e respaldo às atividades dedisseminação de informações e de capacitação das instituições brasileiras para aelaboração de propostas de projetos nos moldes do Programa-Quadro. Embora no Brasilfuncione desde setembro de 2005 um sistema de divulgação das oportunidades decooperação e de apoio à participação das instituições brasileiras interessadas nasatividades do FP7, esse sistema não conseguiu uma maior divulgação de suasatividades. Essa realidade pode ser comprovada pela inexistência, seja nos websites deinstituições governamentais de apoio à C&T, seja nos websites de associaçõesrepresentativas de instituições de P&D e empresas inovadoras, de um link que direcioneessas organizações para esse sistema de divulgação. Na Argentina, Chile e México,onde esse sistema de divulgação de oportunidades de cooperação também existe, houvedurante os anos de 2006 e 2007 um forte apoio das instituições governamentais definanciamento à P&D às suas ações (Secyt na Argentina, Conicyt no Chile e Conacyt noMéxico). O segundo fator a ser considerado para explicar a performance brasileira dizrespeito a uma ainda pouca experiência da comunidade científica, tecnológica eempresarial brasileira em participar de programas de cooperação internacional,principalmente do modelo dos Programas-Quadro da CE que atuam por mecanismo deedital e com projetos estruturados em consórcios. Nesse sentido, será importante que,antecedendo aos próximos editais do 7º Programa-Quadro (com duração até o ano de2013), que usualmente são lançados nos meses de novembro ou dezembro, haja apossibilidade de esclarecer melhor a comunidade sobre a formulação de projetos. Alémdisso e, principalmente, deve-se esclarecer quais os mecanismos a serem exploradospara a identificação de parceiros europeus e não europeus para a conformação adequadados consórcios. Essa é uma tarefa para a qual o novo Projeto BB.Bice, a continuação doB.Bice, dará total prioridade. 24
  24. 24. 4.1 Projetos com participação brasileira nos primeiros editaisdo 7º PQResumo Projeto FP7 (1)Nome do Projeto: Novo Escritório Brasileiro para Ampliação da CooperaçãoInternacional com a União EuropéiaAcrônimo: BB.BiceParceiros:Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico – CDT/UnBContato:Nome da instituição: Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico – CDT/UnBResponsável: Paulo César Gonçalves Egler - pegler@unb.brWebsite: http://www.bbice.unb.brTelefone: (55 61) 3368.6486Fax: (55 61) 3368.3969Área temática: FP7-INCO-2007-2 – Cooperação InternacionalResumo: A proposta de continuação do B.Bice traz algumas novidades, além dasatividades já conhecidas de disseminação de informações sobre o Programa-Quadro napágina web e por uma newsletter. Entre as novas ações previstas, destacam-se odesenvolvimento de estudos, avaliações e pesquisas estruturadas sobre ciência etecnologia no Brasil; incentivo à participação de empresas de base tecnológica no 7ºPQ; ampliação do diálogo político e técnico entre pontos focais do Brasil, de outrospaíses parceiros de cooperação internacional (ICPC) e da União Européia; e realizaçãode workshops temáticos entre especialistas latino-americanos e europeus. 25
  25. 25. Resumo Projeto FP7 (2)Nome do Projeto: Uma Rede Européia e Sul-Americana para Mudança Climática eEstudos de Impacto na Bacia do PrataAcrônimo: Claris - LPBParceiros: 1. IRD – Institut de Recherche pour le développement - França – coordenação 2. CNRS – Centre National de la Recherche Scientifique - França 3. UEA – University of East Anglia - Inglaterra 4. Zalf – Leibniz-Zentrums für Agrarlandschaftsforschung - Alemanha 5. MPG – Max-Planck Gesellschat Institur - Alemanha 6. CMCC – Euro Mediterranean Center on Climate Change - Itália 7. Unibo – Università di Bologna - Itália 8. Cesiricerca – Cesi Ricerca SpA - Itália 9. UCLM – Universidad de Castilla-La Mancha - Espanha 10. SMHI – Swedish Meteorological and Hydrological Institute - Suécia 11. Conicet – Consejo Nacional de Investigaciones Cientificas e Técnicas - Argentina 12. UBA – Universidad de Buenos Aires - Argentina 13. INTA – Instituto Nacional de Tecnología Agropecuária - Argentina 14. INA – Instituto Nacional del Agua - Argentina 15. UR – Universidad de la Republica - Uruguai 16. Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Brasil 17. USP – Universidade de São Paulo - Brasil 18. UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina - Brasil 19. UFPR – Universidade Federal do Paraná - BrasilContato:Nome da instituição: UFPRResponsável: Miriam Rita Moro MineE-mail: mrmine.dhs@ufpr.brTelefone: (55 41) 3361.3145Área temática: FP7-ENV-2007-1 WP-ENV.2007.1.1.5.3 – Meio AmbienteResumo: Claris LPB busca prever mudanças climáticas na Bacia do Prata e desenvolverestratégias de adaptação para atividades de uso da terra, agricultura, desenvolvimentorural, produção de hidroenergia, transportes fluviais, recursos hídricos e ecossistemasecológicos em terras inundáveis. Para tal, leva em conta a melhoria na descrição ecompreensão da variabilidade do hidroclima no tempo; o desenho de cenários demudanças climáticas regionais para quantificar a amplitude e as incertezas no climafuturo da Bacia nos horizontes de curto e longo prazo; uma abordagem multi-disciplinare integrada para formular estratégias de adaptação aos impactos dos cenárioselaborados. 26
  26. 26. Resumo Projeto FP7 (3)Nome do Projeto: Redes de Pesquisa e Inovação União Européia – América Latina -Acrônimo: EularinetParceiros: 1. MEC - Ministerio de Educación y Ciencia - Espanha 2. Secyt - Secretaría de Ciencia y Tecnología - Argentina 3. MCT - Ministério da Ciência e Tecnología - Brasil 4. IRD - Institut de Recherche pour le Développement - França 5. Conicyt - Comisión Nacional de Investigación Científica y Tecnológica - Chile 6. Conacyt - Consejo Nacional de Ciencia y Tecnología - México 7. AKA - Academy of Finland - Finlândia 8. Cubist/MEC - Ministerio de Educación y Cultura –- Uruguay 9. UPM - Universidad Politécnica de Madrid - Espanha 10. CSIC - Consejo Superior de Investigaciones Científicas - Espanha 11. ZSI - Centre for Social Innovation - Áustria 12. RCN - The Research Council of Norway - Norway 13. Conicyt - Consejo Nicaragüense de Ciencia y Tecnología - Nicarágua 14. BMBF - Federal Ministry of Education and Research - Alemanha 15. CIRAD - Centre de coopération internationale en recherche agronomique pour le développement - França 16. ADI - Agência de Inovação - Portugal 17. Colciencias - Instituto Colombiano para el Desarrollo de la Ciencia y la Tecnología - Colômbia 18. FCT - Fundação para Ciência e Tecnologia - Portugal 19. DLR - International Bureau of the Federal Ministry of Education and Research - AlemanhaContato:Nome da instituição: Ministério da Ciência e Tecnologia – MCTResponsável: José Monserrat FilhoE-mail: monserrat@mct.gov.brTelefone: (55 61) 3317.7620Fax: (55 61) 3317.7571Área temática: FP7-INCO-2007-1 – Cooperação InternacionalResumo: A proposta do Eularinet é fortalecer o diálogo bi-regional em ciência etecnologia entre os países europeus e latino-americanos; promover a identificaçãoconjunta, implementar e monitorar prioridades de mútuo interesse em futuros programasde trabalho de áreas temáticas do 7º PQ. Busca, ainda, definir conjuntamente políticasde C&T; apoiar e incentivar a participação de países latino-americanos no 7º PQ eestabelecer atividades para enfrentar os desafios da globalização da pesquisa e atingir osObjetivos do Milênio. 27
  27. 27. Resumo Projeto FP7 (4)Nome do Projeto: Construindo infra-estruturas eletrônicas européias para expandirfronteiras – Fase IIAcrônimo: Belief -IIParceiros: 1. Metaware S.p.A. - Itália - Coordenador 2. ISTI/CNR - Istituto di Scienza e Tecnologie dell’Informazione - Itália 3. National and Kapodistrian University of Athens - Grécia 4. Education & Research Network - Índia 5. Poli/USP - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - Brasil 6. Brunel University – Reino Unido 7. Meraka Institute – África do SulContato:Nome da instituição: Escola Politécnica da Universidade de São PauloDepartamento de Engenharia de Computação e Sistemas DigitaisResponsável: Edison SpinaE-mail: edison.spina@poli.usp.brWebsite: www. beliefproject.orgTelefone: (55 11) 3091.5567Área temática: FP7-INFRASTRUCTURES-2007-2 - Infra-estrutura de pesquisaResumo: O Projeto Bringing Europe’s eLectronic Infrastructures to Expanding rontiers- Phase II - Belief-II apóia projetos de e-infra-estrutura para aplicação nas comunidadescientífica e industrial. Além disso, promove a disseminação de resultados, a formaçãode redes e a troca de experiências entre os projetos e seus usuários. Entre as atividadesprevistas pelo projeto estão workshops, simpósios internacionais e outras oportunidadesde encontros entre profissionais da área, tomadores de decisão, pesquisadores eempresários. 28
  28. 28. Resumo Projeto FP7 (5)Nome do Projeto: Levantamento das Oportunidades Técnicas e Necessidades dePesquisa em Biocombustíveis na América LatinaAcrônimo: BiotopParceiros: 1. WIP Renewable Energies – Alemanha 2. Universidade Técnica - Dinamarca 3. Universidade de Graz – Áustria 4. BTG Biomass Technology Group – Holanda 5. CIEMAT – Centro de Pesquisas Energéticas, Ambientais e Tecnológicas - Espanha 6. ABC - Câmara Argentina de Energias Renováveis - Argentina 7. Cenbio - Centro Nacional de Referência em Biomassa do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da Universidade de São Paulo (USP) – Brasil 8. UCV – Universidad Católica de Valparaíso - Chile 9. UNAM - Universidade Nacional Autônoma do México 10. Fundação Bariloche - ArgentinaContato:Nome da instituição: Eletrotécnica e Energia (IEE) – Universidade de São Paulo(USP) – BrasilResponsável: Patricia Maria Guardabassi e Suani Teixeira CoelhoTelefone: (55 11) 3091.2654Área temática: FP7-ENERGY-2007-1-RTD - EnergiaResumo: BioTop busca fornecer um amplo panorama do mercado existente debiocombustíveis na América Latina, com foco especial em países com acordos bilateraisde C&T com a União Européia (Argentina, Brasil Chile e México). O objetivo doprojeto é a identificação e o levantamento de tecnologias de conversão debiocombustíveis de primeira e segunda gerações. Atenção especial será dada aosaspectos de sustentabilidade, normatização e comércio da produção futura debiocombustíveis em larga escala. Cenários serão desenvolvidos para Pesquisa eDesenvolvimento Tecnológico (P&DT), diretrizes e recomendações parabiocombustíveis. O resultado do projeto BioTop aumentará o conhecimento sobreoportunidades de colaboração entre União Européia e América Latina na área debiocombustíveis. 29
  29. 29. Resumo Projeto FP7 (6)Nome do Projeto: Mitigação de impactos ecológicos adversos à fauna marinhaAcrônimo: MadeParceiros: 1. Institut de Recherche pour le Développement – IRD – França 2. Seychelles Fishing Authority – SFA – Ilhas Seychelles 3. Université Libre de Bruxelles – ULB – Bélgica 4. Fundacion AZTI – Espanha 5. Aquastudio – AQUA – Itália 6. Hellenic Centre for Marine Research (HCMR) – Grécia 7. Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) – Brasil 8. Université de La Réunion (RUN) – França 9. Institut français de recherche pour l’exploitation de la mer (Ifremer) – França 10. Université de Montpellier 2 (UM2) – França 11. Fondazione Acquario di Genova Onlus (FADG) – Itália 12. Centre of the University of the Azores (IMAR) – Portugal 13. University of Patras (Upat) – GréciaContato:Nome da instituição: No Brasil: Laboratório de Ecologia Marinha, Depto. de Pesca eAqüicultura, UFRPEResponsável: Paulo TravassosE-mail: p.travassos@depaq.ufrpe.brTelefone: (55 81) 3320.6511Área temática: FP7-KBBE-2007- 1 – Alimentos, Agricultura, Biotecnologia e PescaResumo: Made estuda medidas de mitigação da pesca predatória, que afeta aspopulações de tartarugas, tubarões, atuns e outros animais marinhos. O projeto estudarátambém os impactos sobre a biologia de espécies que vivem em alto-mar. Duascategorias de medidas de mitigação serão estudadas: questões de gerenciamentoespecial, como o fechamento de determinadas áreas, e soluções técnicas de redução doarrasto acidental dessas espécies na pesca industrial. Made segue uma abordagemmultidisciplinar e comparativa, combinando estudos biológicos e tecnológicos comanálises econômicas em diferentes regiões, como os oceanos Índico e Atlântico e o MarMediterrâneo. 30
  30. 30. Resumo Projeto FP7 (7)Nome do Projeto: Infecção por Plasmodium Vivax na GravidezAcrônimo: PregvaxParceiros: FMTAM - Fundação de Medicina Tropical do Amazonas – BrasilContato:Nome da instituição: Fundação de Medicina Tropical do Amazonas - FMTAMResponsável: Flor Ernestina Martinez-EspinosaE-mail: florespinosa@gmail.com; flormartinez@fmt.am.gov.brÁrea temática: FP7-HEALTH-2007-A – SaúdeResumo: A malária na gravidez tem sido priorizada pelo 7º PQ. Pregvax propõe-se adesenvolver um estudo amostral em mulheres grávidas de cinco países com endemia deplasmodium vivax, representando parte significativa das infecções no mundo. Os locaisde endemia na Índia e na Papua Nova Guiné foram incluídos devido ao relevantenúmero de infecções de malária. PNG tem uma alta incidência nas infecções deplasmodium vivax com aparência da infecção P. falciparum na África sub-saariana, eÍndia. Além disso, contribui para aproximadamente 80% dos casos de malária dosudeste da Ásia. Na América Latina, três países foram selecionados: Guatemala,Colômbia e Brasil. Na Guatemala, plasmodium vivax é responsável por praticamentetodos os casos de malária. Na Colômbia e Brasil, ele co-existe em proporções diferentescom o P. falciparum. Mulheres grávidas serão assistidas em cada uma das áreasselecionadas, durante as visitas de pré-natal (ANC) e acompanhadas pela estrutura desaúde até o fim da gravidez. 31
  31. 31. Resumo Projeto FP7 (8)Nome do Projeto: GeonetCast para e por países em desenvolvimentoAcrônimo: DevCoCastParceiros: 1. Conab - Companhia Nacional de Abastecimento - Brasil 2. Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária 3. Unicamp - Universidade Estadual de CampinasContato:Nome da instituição: Companhia Nacional de Abastecimento - ConabResponsável: Divino FigueiredoE-mail: divino.figueiredo@conab.gov.brÁrea temática: FP7-ENV-2007-1 – Meio AmbienteResumo: DevCoCast busca envolver países em desenvolvimento na iniciativaGeonetCast, oferecendo acesso rápido e confiável a informação ambiental. Os seusobjetivos são disseminar dados de valor agregado na área ambiental de fonteslocalizadas na Àfrica, América do Sul e Central e Europa, em tempo real a custo zerovia GeonetCast, para um amplo espectro de pessoas nos países em desenvolvimento,além de promover e apoiar o uso desses produtos. 32
  32. 32. Resumo Projeto FP7 (9)Nome do Projeto: Nanopartículas induzem doenças degenerativas? Entendendo aorigem de espécies oxidativas reativas e o fenômeno de agregação e desdobramento deproteínas e na presença de nanopartículas.Acrônimo: NeuroNanoParceiros: Instituto de Física Universidade de São Paulo – USP/IFSCContato: Adalberto FazzioNome da instituição: Instituto de Física da Universidade de São Paulo – USP/IFSCE-mail: fazzio@if.usp.brÁrea temática: FP7-NMP-2007-SMALL-1Resumo Com a disseminação do uso de nanopartículas e o aumento da incidência dedoenças degenerativas, é urgente a necessidade de identificar que risco representam asnanopartículas para o desenvolvimento de doenças degenerativas. Acredita-se que asnanopartículas podem alojar-se no cérebro, podendo induzir a atividade oxidante e ocomportamento de agregação anômala de proteína (fibrilação). NeuroNano estudará arelação entre a ação de nanopartículas e o desenvolvimento de doenças degenerativascomo o Mal de Alzheimer e o Mal de Parkinson. 33
  33. 33. Resumo Projeto FP7 (10)Nome do Projeto: Forum Global de Interoperabilidade RFID para PadronizaçãoAcrônimo: GrifsParceiros: GS1BrasilNome da instituição: GS1BrasilResponsável: Roberto MatsuE-mail: rmatsu@gs1brasil.org.brÁrea temática: FP7-ICT-2007-1 – Tecnologias da Informação e ComunicaçãoResumo: Organizações da Europa, China, Japão, Coréia, EUA, Brasil e outros paísescom boa cobertura global se uniram em torno de uma ação de suporte a atividades depadronização global na área de RFID. GS1/EPC propõem um projeto de dois anos paraaperfeiçoar a colaboração e maximizar a consistência global de parâmetros de RFID. Oprojeto Grifs pretende implemenar acordos de cooperação e iniciar um fórum quecontinuará a funcionar após o período do projeto. 34
  34. 34. Resumo Projeto FP7 (11)Nome do Projeto: Rede Latino-americana de Atenção àAcrônimo: Saúde - MedNetParceiros: Centro de Excelência em Tecnologias Avançadas do Senai - CetaContato:Nome da instituição: Centro de Excelência em Tecnologias Avançadas do Senai - CetaResponsável: Alécio Pedro Delazari BinottoE-mail: abinotto@inf.ufrgs.brÁrea temática: FP7-ICT-2007-1 – Tecnologias da Informação e ComunicaçãoResumo: O MedNet prevê o desenvolvimento de uma rede médica para oferecerserviços de atenção à saúde à distância. A rede médica será apoiada por especialistasalocados em áreas urbanas da América Latina. As aplicações médicas variarão deginecologia, pediatria, cardiologia a doenças infecciosas típicas da região, como maláriae tuberculose. Os exames incluem ultrasons, testes de ECG, exame de sangue, etc.Todas as informações do paciente, extraídas dos exames serão salvas em uma base dedados de atenção à saúde, juntamente com a informação demográfica e a prescriçãomédica. 35
  35. 35. Resumo Projeto FP7 (12)Nome do Projeto: Redes de fibra ótica para arquiteturas de radio heterogêneasdistribuídas e extensíveisAcrônimo: FutonParceiros: Vivo AS - BrasilContato:Nome da instituição: Vivo SAResponsável: José Augusto de Oliveira NetoE-mail: jose.neto@vivo.com.brÁrea temática: FP7-ICT-2007-1 – Tecnologias da Informação e ComunicaçãoResumo: Dois grandes desafios da comunicação wireless são o desenvolvimento denovos componentes de banda larga e a integração de redes de wireless heterogêneaspara alcançar a chamada rede 4G. Futon aborda os dois temas, propondo odesenvolvimento de uma infra-estrutura híbrida de fibra-rádio conectando de formatransparente unidades de antenas remotas a uma unidade central, onde se podepromover um processamento conjunto. Isso permite o desenvolvimento de conceitosvirtuais MIMO para alcançar transmissão wireless de banda larga, e tambémcancelamento da interferência intercélulas. O foco do projeto inclui dois componentes:aspectos técnicos e modelos de negócios relacionados às técnicas do estudo. 36
  36. 36. Resumo Projeto FP7 (13)Nome do Projeto: Digitalworld Forum on Accessible and Inclusive ICTAcrônimo: DigitalworldParceiros: CDI - Comitê para Democratização da InformáticaNome da instituição: Comitê para Democratização da Informática – CDIResponsável: Rodrigo BaggioE-mail: rodrigo@cdi.org.brÁrea temática: FP7-ICT-2007-1 – Tecnologias da Informação e ComunicaçãoResumo: O Forum DigitalWorld busca unir os maiores especialistas na área de TICinclusiva e acessível em países em desenvolvimento. No contexto de desenvolvimentosustentável, o projeto criará fórum onde iniciativas e atores diferentes sejam capazes deinteragir e trocar melhores práticas e histórias de sucesso. Assim, será possível mapeara cooperação e pesquisa na área de TIC, ao identificar e conectar iniciativas na esferaglobal, regional e local, levantando fatores comuns e ameaças. 37
  37. 37. Resumo Projeto FP7 (14)Nome do Projeto: Engajamento de executivos com economia ecológicaAcrônimo: CEECECParceiros: Rebraf - Instituto Rede Brasileira AgroflorestalNome da instituição: Instituto Rede Brasileira Agroflorestal - REBRAFResponsável: Peter Herman MayE-mail: peter@rebraf.org.brÁrea temática: FP7-SCIENCE-IN-SOCIETY-2007-1 – Ciência e SociedadeResumo: Economia Ecológica (EE) dá importantes contribuições para a análise depolíticas de sustentabilidade ao redor do mundo. A EE desenvolve indicadores físicos eíndices, oferece avaliação econômica de serviços ambientais e de externalidadesnegativas. Além disso, aplica ferramentas de avaliação de multi-critérios para uso derecursos e promove instrumentos de política ambiental, como as eco-taxas e permissõesde poluir. A fim de munir os tomadores de decisão com pesquisas relevantes e de altaqualidade, é necessária uma maior colaboração entre economistas ecológicos eexecutivos. Muitos executivos já possuem uma larga bagagem de conhecimentoambiental, mas necessitam melhorar a capacidade em EE e assim dar um fundamentoanalítico para o ativismo e a elaboração de políticas. 38
  38. 38. Resumo Projeto FP7 (15)Nome do Projeto: Fortalecimento da cooperação em pesquisa em transporte rodoviárioentre Europa e mercados internacionais emergentes IIAcrônimo: Simba IIParceiros: 1. ERTICO - Europes intelligent transportation system organization – Europa 2. AEA - Associação Brasileira de Engenharia Automotiva – Brasil 3. BTRC – China 4. CERTH – The Centre for Research and Technology Hellas - Grécia 5. CERTU – Centre détudes sur les réseaux, les transports lurbanisme et les constructions publiques – França 6. DLR – Deutsches Zentrum für Luft und Raumfahrt – Alemanha 7. Infotrip – Grécia 8. KEY – Dinamarca 9. Metasystem – Itália 10. Mizar – Itália 11. PTV – Traffic Mobility Logistics – Alemanha 12. RIOH – China 13. ITSJU – França 14. T-Systems – China 15. NA – China 16. Thetis e Altea – Itália 17. Marelli – Brasil 18. ANCO – Grécia 19. TSSS, SCCTPC e BPT - ChinaContato:Nome da instituição: Associação Brasileira de Engenharia Automotiva – AEAResponsável: Daniel Alves ZacariasE-mail: dzacarias.simba@aea.org.brÁrea temática: FP7-SST-2007-RTD-1 – TransporteResumo: Simba II procura aumentar a cooperação em pesquisa entre a União Européia,Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul. O projeto apoiará ações entre esses paísespara aumentar a segurança rodoviária, mobilidade e eficiência no transporte, aumentar ogerenciamento da rede rodoviária e de transportes. Além disso, se propõe a promoverpesquisas sobre a definição de pavimento apropriado e ao mesmo tempo melhorar arelação entre os níveis de poluição e os transportes. Temas como mobilidade,gerenciamento rodoviário, tráfego urbano e transporte público são consideradosestratégicos para melhor acessar e avaliar o desenvolvimento de novas infra-estruturas esoluções de ITS direcionadas a políticas de planejamento de transporte urbanosustentável. 39
  39. 39. Resumo Projeto FP7 (16)Nome do Projeto: Materiais de referência para especificações de biocombustíveisAcrônimo: BioremaParceiros: Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e QualidadeIndustrialContato:Nome da instituição: Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e QualidadeIndustrial - InmetroResponsável: Vanderléa SouzaE-mail: vsouza@inmetro.gov.brÁrea temática: FP7-ENERGY-2007-2-TREN - EnergiaResumo: Com a adição crescente de produtos biológicos à gasolina e ao diesel, como oetanol e Fame, a qualidade desses produtos torna-se mais importante. Contudo, não háaté agora consenso internacional sobre as especificações dos biocombustíveis, nem estáclaro quais padrões de medida, técnicas de medição ou materiais de referêncianecessários. Biorema lida com o tema de padrões de medição e materiais de referência,investigando quais materiais já estão disponíveis e como os valores de referência paraesses materiais foram estabelecidos. A partir dessa pesquisa, haverá clareza sobre quaisos parâmetros e os tipos de materiais de referência para o bio-etanol e Fame estãofaltando. 40
  40. 40. Resumo Projeto FP7 (17)Nome do Projeto: Epidemiologia comparative de linhagens genéticas do TrypanosomacruziAcrônimo: ChagasEpiNetParceiros: UFG - Universidade Federal de Goiás - BrasilNome da instituição: Universidade Federal de Goiás - UFGResponsável: Alejandio LuquettiE-mail: aluquetti@gmail.comÁrea temática: FP7-HEALTH-2007-B - SaúdeResumo: O foco do ChagasEpiNet é esclarecer a epidemiologia das linhagens genéticasdo Trypanosoma cruzi, para maior compreensão e prevenção da Doença de Chagas. Oprojeto unificará perícias em genotipia, genômica, genética e patogenia na Europa comperícias consideravelmente compatíveis na América do Sul, assim como com pesquisaschave em áreas endêmicas que tenham características distintas. O projeto terá grandeimpacto no progresso das pesquisas e na promoção de redes colaborativas. 41
  41. 41. Resumo Projeto FP7 (18)Nome do Projeto: Impacto na equidade de acesso e eficiência da Rede de Atenção àSaúde na Colômbia e no BrasilAcrônimo: Equity-LAParceiros: CPqAM/Fiocruz - Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães - BrasilNome da instituição: Fundação Oswaldo Cruz - FiocruzResponsável: Maria Rejane Ferreira da SilvaE-mail: rejane@cpqam.fiocruz.brÁrea temática: FP7-HEALTH-2007-B - SaúdeResumo: O Equity-LA enfoca diferentes tipos de redes integradas de atenção à saúde(IHN), amplamente promovidas na América Latina. O projeto avaliará o impacto sobrea equidade e a eficiência das redes e sua implicação sobre o acesso universal eeqüitativo ao cuidado maternal e infantil, em particular na Colômbia e no Brasil. 42
  42. 42. Resumo Projeto FP7 (19)Nome do Projeto: Rede de cooperação entre países europeus e terceiros na área deAIDS & TuberculoseAcrônimo: EucoNETParceiros: Fiocruz - Fundação Oswaldo Cruz - BrasilNome da instituição: Fiocruz - Fundação Oswaldo Cruz - BrasilResponsável: Mariza MorgadoE-mail: mmorgado@ioc.fiocruz.brÁrea temática: FP7-HEALTH-2007-B - SaúdeResumo: Tuberculose e Aids representam um problema de saúde pública global comconsiderável mútua interação: a tuberculose está liderando as causas de mortalidade depessoas portadoras do vírus da Aids e a Aids é a principal desencadeadora da epidemiade tuberculose em países com altos índices da doença. Especialmente em áreas rurais daÁfrica, América Latina, Índia e Rússia, ambas as doenças formam uma combinaçãomortal que afeta grandes populações. Iniciativas coordenadas de pesquisa, maiorcomprometimento e maior financiamento para pesquisas e esforços de tratamento sãofundamentais para fortalecer a luta contra esse desafio. 43
  43. 43. Resumo Projeto FP7 (20)Nome do Projeto: Estudo genético de cânceres hereditários de intestino na Espanha enas AméricasAcrônimo: CHIBCHAParceiros: HACC - Hospital A C Camargo - BrasilNome da instituição: Hospital A. C. Camargo - HACCResponsável: Benedito RossiE-mail: rossibm@gmail.comÁrea temática: FP7-HEALTH-2007-B - SaúdeResumo: O câncer de cólon e reto (CRC) é comum em ambos os sexos, temrelativamente baixas conseqüências e não tem maiores fatores de risco a serem evitados.Alguns estudos de associação de genoma (GWASs), baseados em populações dedescendentes de europeus, estão tentando identificar os genes de CRCs comunsremanescentes. Evidências sugerem que esses estudos não serão suficientes paradetectar todos os CRCs SNPs, tais como: os riscos relativos associados com a maioriados SNPs são modestos; algumas doenças raras, pelo menos na Europa; e como muitasdas variantes podem se situar fora das fronteiras convencionais dos genes ou blocos dehaplotype. A população significativamente diversificada da América Latina poderápossibilitar uma oportunidade ímpar para identificar novos genes de CRC. 44
  44. 44. Resumo Projeto FP7 (21)Nome do Projeto: Infra-estrutura de e-Science Grid para a Europa e a América LatinaAcrônimo: EELA-2Parceiros: São 54 parceiros. Para conhecê-los, visite a página do projeto:http://www.eu-eela.euNome da instituição: Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJResponsável: Prof. Bernard MarechalE-mail: marechal@if.ufrj.brÁrea temática: 7º PQ-INFRASTRUCTURES-2007-2 – Infra-estrutura de pesquisaResumo: O objetivo do EELA-2 é construir, na atual EELA e-infra-estrutura, uma altacapacidade, qualidade de produção, infra-estrutura de Grid mensurável, provendopermanente acesso mundial a computadores distribuídos e recursos de rede e dearmazenamento para um amplo espectro de aplicações, destinada às comunidadescientíficas européia e latino-americana.O projeto foca em dois objetivos: prover uma infra-estrutura de Grid com serviçosversáteis atendendo a necessidades de aplicação; e assegurar a sustentabilidade a longoprazo da e-infraestrutura, além do prazo do projeto.Tornar acessível conhecimentos gerados pelo EELA-2 para outros potenciais usuários,desenvolvedores e tomadores de decisão mediante amplos programas de treinamento edisseminação e criar repositórios federados de conhecimento com os EGEE são metasdo projeto. 45
  45. 45. 4.2 Evento de premiação na Fiocruz, Rio de Janeiro (Fonte:Comunicação/Instituto Oswaldo Cruz) Foi realizada no dia 11 de julho de 2008, a cerimônia de entrega de certificadosdos projetos brasileiros contemplados com financiamentos à pesquisa no primeiro editaldo 7º Programa Quadro de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da ComissãoEuropéia para 2007-2013 (FP-7). A Fiocruz, com três propostas selecionadas, teve amelhor performance entre as instituições de pesquisa brasileiras. Duas delas sãoparcerias internacionais envolvendo laboratórios do Instituto Oswaldo Cruz (IOC),tendo como temas epidemiologia da Doença de Chagas e co-infecção de HIV etuberculose. Figura 12: Felipe Santarosa, chefe da Divisão de Ciência e Tecnologia doMinistério das Relações Exteriores (à esquerda); Angel Landabaso, conselheiro dadelegação da Comissão Européia no Brasil; Paulo Gadelha, vice-presidente de DIGTda Fiocruz; Henri Jouval, assessor de Cooperação Internacional da Fiocruz; e JulioLagun Filho, vice-secretário de Ciência e Tecnologia do estado do Rio de Janeiro(Foto de Rodrigo Méxas)O Programa Quadro de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da ComissãoEuropéia é uma iniciativa da União Européia (UE) que visa desenvolver a pesquisacolaborativa entre os integrantes do bloco e outros países, em especial aqueles com osquais possui acordos de cooperação bilateral, como Brasil, Rússia e Índia. “Através dacooperação internacional, a União Européia pretende se transformar numa economiamundial, dinâmica e competitiva, baseada no conhecimento e na inovação”, explicouAngel Landabaso, conselheiro da delegação da Comissão Européia no Brasil. “Na atualedição do programa, a vontade de atuar em conjunto com parceiros de fora da Europa 46
  46. 46. está ainda mais clara do que nas anteriores, pois todas as áreas do edital podem receberaplicações de projetos com membros externos à UE.”O Brasil submeteu 192 propostas, 21 delas aprovadas. A Fiocruz teve o melhordesempenho do país, ao lado da Universidade de São Paulo (USP), com três projetosselecionados, dois do IOC e um do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães(Fiocruz/PE). A cerimônia de entrega dos certificados do financiamento contou com apresença do chefe da Divisão de Ciência e Tecnologia do Ministério das RelaçõesExteriores, Felipe Santarosa; do vice-secretário de Ciência e Tecnologia do estado doRio de Janeiro, Julio Lagun Filho; e do assessor de Cooperação Internacional daFiocruz, Henri Jouval; além de representantes das outras instituições brasileiras quetiveram projetos selecionados no PF-7.O projeto Epidemiologia comparativa de linhagens genéticas do Trypanosoma cruzi(ChagasEpiNet), desenvolvido pela pesquisadora Ana Maria Jansen, do Laboratório deBiologia de Tripanossomatídeos do IOC, foi um dos contemplados. O objetivo éconhecer as sub-populações do parasito, para facilitar medidas de prevenção e controleda doença de Chagas. “Recentes surtos no sul do Brasil e no Pará, depois de anos semnovos registros, mostram a importância desse trabalho”, explicou a pesquisadoraCristiane Varella, também do Laboratório de Biologia de Tripanossomatídeos do IOC,que representou Jansen na cerimônia. “Desde 1994, analisamos todos os biomasbrasileiros, com apoio dos laboratórios que estudam a transmissão da doença de Chagasno Brasil.”Figura 13: As pesquisadoras do IOC Mariza Morgado (à esquerda) e CristianeVarella, apresentaram, junto com a pesquisadora Maria Rejane da Silva, daFiocruz/PE, os projetos da Fundação aprovados no FP7 (foto de Rodrigo Méxas) O projeto Rede de cooperação entre países europeus e terceiros na área deAIDS & Tuberculose (EucoNET) também foi contemplado no edital. Desenvolvida noLaboratório de Aids e Imunologia Molecular do Instituto, o projeto tem o objetivo detraçar um panorama da situação de prevenção e controle das duas. “Com a ajuda deparceiros no Brasil, na Europa e em países como Índia e Rússia, nosso projeto, ainda emfase embrionária, pretende avaliar o nível de diagnóstico e tratamento da Aids e datuberculose pelo mundo”, explicou durante o evento a pesquisadora Mariza Morgado,chefe do laboratório e responsável pelo projeto. “Poderemos determinar as necessidades 47
  47. 47. e os desafios científicos nessas áreas e propor estratégias e políticas de pesquisa edesenvolvimento adequadas a cada região. Os resultados poderão ser apresentados,inclusive, como propostas de financiamento à União Européia, em futuros editais.” Antes da premiação, Landabaso, e o Diretor do Bureau Brasileiro paraIncremento da Cooperação Européia (BBICE), Paulo Egler, debateram os resultados doprimeiro edital do FP-7 e o desempenho do Brasil no programa. O país foi o quinto emnúmero de propostas, mas apenas 10% delas foram aprovadas – índice bem menor que oobtido por propostas apresentadas pelo Chile (14%), México (17%) e Argentina (23%),por exemplo. “Há vários fatores que explicam esse resultado, não apenas o simplescritério técnico”, argumentou o Conselheiro da UE. “Os editais dos Programas Quadrosão complexos, as instituições brasileiras sofrem com a falta de informação e depreparação para o programa e têm, ainda, pouca consciência da importância dascooperações internacionais.” Figura 14: Henri Jouval (à esquerda) e Paulo Egler fizeram um balanço daparticipação brasileira no programa da União Européia (Fotos Rodrigo Méxas).Para Egler, um dos maiores incentivadores dos Programas Quadros no Brasil, essasituação pode mudar nos próximos anos. “Desde a última edição do programa, existeuma política de incentivo e divulgação do FP-7, que deu origem ao nosso bureau, masque foi melhor executada em nossos vizinhos da América Latina”, explica.“Pretendemos aumentar a divulgação do programa dentro do país, com a ajuda dasinstituições de fomento científico e do governo, e preparar publicações sobre aspesquisas desenvolvidas no Brasil, para serem distribuídas aos países europeus, o quefacilitará a obtenção de parcerias.” Para ele, o país também deve investir em um tipoespecial de acordo de cooperação previsto no FP-7, os Specific InternationalCooperation Action (Sica). “Diferentemente dos projetos normais do FP-7, os Sicapermitem que negociemos as prioridades das pesquisas e podem ser direcionados ainstituições de um único país, dentro de uma área temática, como aconteceu com aRússia dessa vez.”O evento, realizado na Escola Politécnica da Fiocruz, contou ainda com a apresentaçãode projetos desenvolvidos no âmbito da última edição do Programa Quadros (FP-6). Opróximo edital do FP-7 deverá ser lançado em novembro. 48
  48. 48. 5- A participação Brasileira no segundo edital do FP7 noperíodo de 2007 a 2008 Os dados sobre a participação do Brasil e dos países latino-americanos noSétimo Programa Quadro de Pesquisa e Desenvolvimento (FP7) foram cedidos pelaComissão Européia (CE) com o objetivo de avaliar o desempenho desses países nacooperação internacional em pesquisa e desenvolvimento com a Europa. O presente relatório se utilizou de informação sobre projetos apresentados àComissão Européia no período de dezembro de 2006 a dezembro de 2008. Tendo emconta esse período, as informações disponíveis nesse ano de 2009 apontam para aexistência de 59 projetos aprovados (figura 15), sendo que nesses projetos participam 86instituições brasileiras.Figura 15: Projetos aprovados no FP7 com participação de instituições brasileiras, portipo de subprograma. No subprograma de Cooperação, onde a participação brasileira é maisexpressiva, existe a prevalência de projetos na área de Transportes (19%), Agricultura,Alimentos, Biotecnologia e Pesca (18%) Tecnologia da Informação e Comunicação(14%) e Saúde (12%), o que pode ser visualizado na figura 16. Esses percentuais departicipação brasileira nos projetos de FP7 no período em discussão configuram umquadro diferenciado dos resultados apresentados no primeiro edital, onde houve umagrande concentração nas áreas temáticas de Saúde (23%) e Tecnologias deComunicação e Informação (19%). Houve, portanto, uma melhor distribuição entre asdiferentes áreas temáticas do FP7. 49
  49. 49. Figura 16: Propostas com participantes brasileiros aceitas no tema de cooperação noFP7 até 2009. No decorrer desses dois anos do Sétimo Programa Quadro, 188 instituiçõesbrasileiras aplicaram na tentativa de obter um financiamento, sendo que algumaspostularam mais de uma vez. Na figura 17 temos as instituições brasileiras queaplicaram em pelo menos 5 consórcios (aprovados ou não).Figura 17: Instituições brasileiras que postularam pelo menos 5 projetos na ComissãoEuropéia. Projetos inelegíveis são aqueles projetos que não possuem os critériosmínimos para poder participar; projetos rejeitados são aqueles que foram analisados,mas não foram aceitos; projetos reserva são os projetos que podem ser aprovados seexistir mais recursos da Comissão Européia. 50
  50. 50. Tendo por referência não mais o número de projetos, mas sim o montante emEuros obtidos, quando se compara o Brasil com os outros países da América Latina quetambém possuem acordos de cooperação em ciência e tecnologia com a ComissãoEuropeia - México, Argentina e Chile – o que se percebe é uma diferenciação emrelação à participação nos diferentes subprogramas do FP7. Enquanto o Brasil é maisatuante no subprograma de Cooperação (figura 18), isso não se reflete na área depessoas, onde existe a prevalência de projetos do Chile, Argentina e México. Emrelação à atuação brasileira no subprograma pessoas, não nos foram fornecidos dadosrelacionados ao montante de euros obtidos, sabemos apenas que 8 projetos foramaceitos.Figura 18: Soma dos custos totais propostos em milhões de euros nas diferentes áreasdo FP7 pelo México, Chile, Argentina e Brasil de 2007 até 2008. I: inelegível, M:mainlist (aprovados), Rj: rejeitados e R: reserva. O dado que mais impressiona é a ausência de instituições latino-americanas nosubprograma Idéias (figura 19). 51
  51. 51. Figura 19: Financiamento da Comissão Européia para os projetos aprovados até 2009. Tendo ainda como referência o montante em Euros obtidos e uma comparaçãocom os outros três países latino-americanos considerados no presente trabalho, outroponto importante de mencionar relaciona-se aos projetos aprovados no subprograma deCooperação (figura 20). Pode-se notar que o Brasil apresenta uma participação maisequilibrada nas diferentes áreas temáticas do FP7, destacando-se nos temas do meioambiente, transportes, agricultura, saúde, energia, tecnologia da informação ecomunicação, nanotecnologia, ciências sociais e humanas e espaço.Figura 20: Projetos do Brasil, Chile, Argentina e México aprovados no subprograma deCooperação do FP7. ENV (meio ambiente), KBBE (alimentação, agricultura ebiotecnologia), TIC (tecnologia da informação e comunicação), NMP (nanociências,nanotecnologias, materiais e novas tecnologias de produção), SSH (ciências sócio-econômicas e ciências humanas) e TPT (transporte). Outro indicador importante para uma comparação entre os quatro países refere-se aos percentuais de aprovação de projetos (tabela 8). Apesar de o Brasil ternumericamente mais projetos aprovados em termos absolutos, o seu percentual deaprovação (16,09%) é inferior ao da Argentina (20,98%). Embora essa diferença sejaexpressiva é importante notar que, em comparação com a situação ocorrida no primeiro 52
  52. 52. edital do FP7, o Brasil melhorou significativamente seu desempenho de aprovação deprojetos, que foi de 10,25%. No que diz respeito ao Chile, seu percentual dedesempenho também cresceu, indo de 14,3% para 15,98% e o do México decresceu,indo de 17,71% para 15,79%. Taxa de sucesso em % Brasil Chile Argentina MéxicoCapacidades 22,00 % 35,00 % 33,33 % 42,10 %Cooperação 14,28 % 12,40 % 20,21 % 13,80 %Ideias 0% 0% 0% 0%Pessoas 27,58 37,50 % 19,23 % 22,7Média 16,09 % 15,98 % 20,98 % 15,79 %Tabela 8: Taxa de sucesso baseada nas análises dos projetos aprovados do Brasil,Chile, México e Argentina. Tendo em consideração os dados numéricos sobre a participação brasileira noFP7 no período de 2007 a 2008, algumas conclusões podem ser feitas e algumassugestões apresentadas. Um aspecto que se evidencia em relação aos projetos brasileirosaprovados no FP7 é a presença equilibrada nas diferentes áreas temáticas do Programa,sobretudo quando comparada à situação ocorrida nos resultados do primeiro edital. Issodemonstra que houve aplicação de projetos de uma forma mais diversificada entre asáreas temáticas, o que representa um indicador positivo de participação. Outro fatorpositivo demonstrado pelos atuais números da participação brasileira foi a melhora nodesempenho de aprovação dos projetos submetidos, que cresceu de forma significativa,como observado anteriormente. Um dado importante de apontar e que repetiu situação ocorrida quando dasaplicações brasileiras ao primeiro edital do FP7, diz respeito à participação daUniversidade de São Paulo. Como pode ser observado na Figura 3, dos 43 projetosapresentados pela USP 31 foram rejeitados e 3 foram considerados inelegíveis, o querepresenta um percentual de insucesso de 79%. Embora essa configuração departicipação da USP no FP7 possa aparentar um problema, é importante ter emconsideração que o percentual de sucesso da USP foi de 21%, portanto maior do que amédia do desempenho brasileiro no FP7 no período considerado no estudo. Nessesentido, ao invés de se pensar a USP como enfrentando dificuldades é de se apontar queessa instituição tem tido uma atitude bastante pró-ativa de participação no FP7. Entretanto dois aspectos são importantes de se analisar nos números sobre aparticipação brasileira no FP7 nos editais de 2007 e 2008. O primeiro aspecto dizrespeito à diferença que existe entre a atuação da USP no programa e aquela de outrasuniversidades de porte semelhante como a Universidade do Estado de São Paulo(UNESP) ou a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Um dado importante de 53
  53. 53. se ter em consideração é que os percentuais de sucesso dessas duas universidades nãosão inexpressivos, sendo de 40% para a UNESP e 41% para a UFRJ, portanto maioresdo que aquele da própria USP. Entretanto, a diferença numérica de aplicações ésignificativa. O segundo aspecto a se considerar é o insucesso de instituições, como oInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e as Universidades Federais doCeará e da Bahia (UFC e UFRJ). Das propostas em que essas três instituiçõesparticiparam, nenhuma obteve aprovação. Para o Projeto BB.Bice, a razão ou razões que explicam esse quadro assumempapel importante, visto que podem vir a identificar uma lacuna a ser preenchida poratividades de divulgação e treinamento a serem exercidas pelo Projeto, ou por ações quevisem auxiliar essas instituições a construírem propostas com melhores condições desucesso no FP7, a exemplo da busca de parceiros europeus mais qualificados e commaiores taxas de sucesso nos Programas-Quadro. Projetos aprovados Instituições Brasileiras Cooperação 43 61 Capacidades 8 8 Pessoas 8 17 Total 59 86Tabela 9: Projetos brasileiros aprovados e o número de instituições brasileirasparticipantes nesses projetos no período considerado no estudo Quantidade de propostas Porcentagem (%)Energia 5 11,63Meio ambiente 4 9,30KBBE 8 18,60Saúde 5 11,63TIC 6 13,95NMP 3 6,98Segurança 0 0,00SSH 3 6,98Espaço 1 2,33Transporte 8 18,60Total 43 100,00Tabela 10: Propostas brasileiras aprovadas na área de cooperação do FP7.Instituições Sigla Aprovados Reserva Rejeitados IneligívelCentro de Excelência em CETA 1 1 3Tecnologias AvançadasSENAIEmpresa Brasileira de Embraer 2 1 12Aeronautica S.A. -EmbraerEmpresa Brasileira de Embrapa 2 3 6 1Pesquisa Agropecuaria -EmbrapaFundação de Apoio FUSP 2 6 54
  54. 54. Universidade de SãoPauloFundação Oswaldo Cruz Fiocruz 3 2 2 10Instituto Nacional de INPE 3 4Pesquisas EspaciaisInstituto Nacional de INPA 4 1Pesquisas da AmazôniaUniversidade de Brasília UnB 2 1 4Universidade de São USP 5 4 31 3PauloUniversidade Estadual Unicamp 6 2 9de CampinasUniversidade Estadual UNESP 2 3PaulistaUniversidade Federal da UFBA 5BahiaUniversidade Federal de UFMG 1 14 1Minas GeraisUniversidade Federal de UFPE 1 5PernambucoUniversidade Federal de UFSC 1 8Santa CatarinaUniversidade Federal do UFC 4 1CearaUniversidade Federal do UFPA 1 2 4ParáUniversidade Federal do UFPR 2 5ParanáUniversidade Federal do UFRJ 7 2 13Rio de JaneiroUniversidade Federal do UFRGS 1 2 15 1Rio Grande do SulUniversidade Federal UFF 1 9FluminenseTabela 11: Instituições brasileiras que apresentaram 5 ou mais projetos no FP7 até abrilde 2009. Brasil Chile Argentina MéxicoCapacidades I 2399654 726670 227000 497495 M 15261111 28167130 9317190 14488724 Rj 25224386 30842798 22451217 12292037 R 750140 499356 2251328Cooperação I 30648120 35767302 36350771 8207279 M 130093615 70395337 129815172 69329433 Rj 765428276 262855410 397734291 407514578 R 138469473 90687035 84599211 103624081Ideias I M Rj 1994529 2500000 2507800 RPessoas I 36577771 8704774 M Dado não disponível 139132362 83818157 55
  55. 55. Rj 282000 420185508 422314415 R 85098567 105875409Tabela 12: Situação do Brasil, Chile, Argentina e México no FP7. Brasil Chile Argentina MéxicoEnergia 13719518 7150567 6150595 5782359ENV 18864989 36931543 16234116 19697706Espaço 3104033KBBE 27956198 10276319 37377104 10415343NMP 6315871 16528007 3566424Saúde 14081745 11633256 43863516 8926276SegurançaSSH 7725655 2124286 5998946TIC 17501011 16528007 3566424TPT 20824595 2043453 333074Total 130093615 70395337 129815172 69329433Tabela 13: Valores dos projetos aprovados na area da cooperação para o Brasil, Chile,Argentina e México (em Euros) 56
  56. 56. 5.1 Projetos aprovadosResumo Projeto FP7 (1)Nome do Projeto: Distributed Dynamic Diversity Databases for LifeAcrônimo: 4D4LifeParceiros: 1- UREAD – THE UNIVERSITY OF READING – Reino Unido – Coordenador 2- CU – Cardiff University – Reino Unido 3- CAS – Chinese Academy of Sciences, Biodiversity Committee – China 4- CSIRO – Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation – Australia 5- IMUK – Leibniz-Institut Fuer Meereswissenschaften An Der Universitaet Kiel – Alemanha 6- NUIG – National University Of Ireland, Galway – Irlanda 7- University of Oxford – The Chancellor, Masters and Scholars of the University of Oxford – Reino Unido 8- UNIPD – Universitá Degli Studi Di Padova – Itália 9- UNI WIEN - Universitaet Wien- Austria 10- UU – Universiteit Utrecht - Holanda 11- UVA – Universiteit Van Amsterdam – Holanda 12- WU – Wageningen Universiteit – Holanda 13- BGCI – Botanic Gardens Conservation International – Reino Unido 14- LandCare Research – Landcare Research - Manaaki Whenua – Nova Zelândia 15- SP2000 – Species 2000 – Reino Unido 16- ETI BioInformatics – Stichting Expertisecentrum voor Taxonomische Identificatie – Holanda 17- TSJ BVBA – TSJ BVBA – Belgica 18- MNHN – Museum National d´Histoire Naturelle – França 19- NMGW – National Museum Wales - Reino Unido 20- NHM – Natural History Museum – Reino Unido 21- OOE – Oberoesterreichisches Landesmuseum – Austria 22- SMNS – Staatliches Museum für Naturkunde Stuttgart – Alemanha 23- BSM – Botanische Staatssammlung München – Alemanha 24- CABI – Cab International - Reino Unido 25- CSIC – Consejo Superior de Investigaciones Cientificas – Espanha 26- FZK – Deutsches Krebsforschhungszentrum – Alemanha 27- IRDF – Institut de Recheche pour le Developpement – França 28- RBINS – Institut Royal des Sciences Naturelles de Belgique – Belgica 29- ITIS - Integrated Taxonomic Information System - Estados Unidos 30- MIZPAN – Muzeum i Instytut Zoologii PAN – Polonia 31- NMP – Narodni muzeum – República Tcheca 32- RBGE – Royal Botanic Garden Edinburgh – Reino Unido 33- RBGK – Royal Botanic Garden Kew – Reino Unido 34- SNSB, Munich – Staatliche Naturwissenschaftliche Sammlungen Bayerns – Alemanha 35- NMNH – Stichting Nationaal Natuurhistorisch Museum Naturalis – Holanda 36- VLIZ – Vlaams Instituut Voor De ZeeE VZW - Belgica 57
  57. 57. Contato:Nome da Instituição: CRIA Centro de Referência em Informação Ambiental - BrasilResponsável: Vanderlei Perez CanhosE-mail: vcanhos@cria.org.brTel: (55 19)3288.0466Área temática ou edital do FP7: Capacidade INFRAResumo:A classificação coerente e a lista mundial de espécies de plantas,animais, fungos emicrorganismos é fundamental para viabilizar o acesso e a integração de dados einformações sobre biodiversidade. O Catálogo da Vida é um índice global de nomescientíficos válidos, sinônimos e nomes comuns integrados através de uma hierarquiataxonômica única, associada a um serviço com atualizações dinâmicas.O Catálogo da Vida foi iniciado no escopo do FP5 como uma Infra-estrutura CientíficaEuropéia com arquitetura distribuída focada na integração do conhecimentotaxonômico. O conteúdo deste e-Compêndio global e federado está crescendorapidamente (no momento cobre mais de um milhão de espécies) e tem uma diversa eampla gama de usuários, que inclui os principais portais internacionais e centrosnacionais de informação sobre biodiversidade e usuários em geral distribuídos pelomundo.As atividades de pesquisa colaborativa no Projeto 4D4Life visam estabelecer oCatálogo da Vida como uma e-infraestrutura científica de fronteira, por meio daconsolidação da arquitetura distribuída focada na provisão de serviços avançados. Estaarquitetura permitirá a integração dinâmica do e-compêndio em redes de distribuídas,incluindo as redes focadas na análise e síntese de informação para a conservação dabiodiversidade, mitigação do impacto das mudanças climáticas, monitoramento deespécies invasoras, e a avaliação da biodiversidade molecular e do marco regulatório.Serão feitas melhorias na apresentação dos dados aos usuários, visando facilitar o usodo Catálogo da Vida.As ações voltadas à consolidação da rede do projeto 4D4Life têm como foco ofortalecimento do serviço "core" do Catálogo da Vida, com a ampliação do escopo e acontínua atualização das Bases de Dados Globais (Global Species Databases). O alcancegeográfico deste esforço será extendido além da Europa, através do estabelecimento darede multi-nodal com pontos focais integrando dados da China, Nova Zelândia,Australia, America do Norte e Brasil.As atividades de serviços, principal componente do projeto 4D4Life, permitirão acriação de novos serviços eletrônicos focados em taxonomia, incluindo um servidor desinonimias, alertas de mudanças de nomes de espécies e mecanismos para facilitar o"down-load" de dados e informações além de novos serviços para atender à demandaseducacionais e do público em geral.Resumo Projeto FP7 (2)Nome do Projeto: ADVance Integrated composite TailCone 58

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