Cenário Social e o  investimento social no Brasil Andre Degenszajn
ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></u...
<ul><li>Missão   Aperfeiçoar e difundir conceitos e práticas do uso de recursos privados para o desenvolvimento do bem com...
<ul><li>2 bilhões de reais </li></ul>CENSO GIFE 2009-2010 Estimativa do Investimento total da Rede GIFE em 2010
ASSOCIADOS Fundação Alphaville  Fundação Aperam Acesita  Fundação ArcelorMittal Brasil  Fundação Banco do Brasil  Fundação...
<ul><li>141 Soho Square </li></ul><ul><li>AES Brasil </li></ul><ul><li>Bahia Mineração  </li></ul><ul><li>Banco Bradesco <...
<ul><li>Fundação Israel Pinheiro </li></ul><ul><li>Fundação Lemann  </li></ul><ul><li>Fundação Maria Cecília Souto Vidigal...
EVOLUÇÃO QUADRO DE ASSOCIADOS
CONSELHO DE GOVERNANÇA Presidente do Conselho Denise Aguiar (Fundação Bradesco) Conselheiros Angela Dannemann (Fundação Vi...
ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></u...
A SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA
ESTADO, EMPRESA E SOCIEDADE NOVO CENÁRIO, NOVOS PAPÉIS Reflexos no Brasil
O  “NASCIMENTO” DO 3º SETOR ESTADO OSCs EMPRESAS
NOVO CENÁRIO <ul><ul><li>1° Setor   </li></ul></ul><ul><ul><li>Redefinição do papel do Estado </li></ul></ul><ul><ul><li>2...
SOCIEDADE CIVIL E PARTICIPAÇÃO <ul><li>Movimentos sociais </li></ul><ul><li>Militância político-ideológica </li></ul><ul><...
ONGS E O TERCEIRO SETOR <ul><li>Anos 70/80 </li></ul><ul><li>Resistência ao regime militar </li></ul><ul><li>Luta pela dem...
ONGS, OSCS E O TERCEIRO SETOR ONG OSC Soc. civil Terceiro setor OSCIP Fundação Associação ? Instituto
MODELOS DE SOCIEDADE CIVIL <ul><li>Anglo-Saxão </li></ul><ul><li>Contraposição ao governo </li></ul><ul><li>Pluralismo </l...
MODELOS DE SOCIEDADE CIVIL <ul><li>Latino: </li></ul><ul><li>Forte atuação do Estado </li></ul><ul><li>Divisão entre Estad...
 
 
ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></u...
AS FUNDAÇÕES E ASSOCIAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS NO BRASIL 1996-2002-2005 IBGE IPEA ABONG GIFE FASFIL
O  “BOOM” DAS FASFIL +157% (1) (1) Equivale à variação entre 1996 e 2002  (2) Equivale à variação entre 1996 e 2005 (3) Eq...
CLASSIFICAÇÃO DAS FASFIL <ul><li>Habitação  (456) </li></ul><ul><li>Saúde  (4.464) </li></ul><ul><li>Cultura e Recreação  ...
DISTRIBUIÇÃO DAS FASFIL (2005)
<ul><li>As entidades de defesa de direitos e interesses dos cidadãos foram as que mais cresceram no período: em 2005 o núm...
FASFIL POR REGIÃO (2005)
<ul><li>As FASFIL são organizações novas </li></ul><ul><li>A idade média é de 12,3 anos </li></ul><ul><li>As 338 mil FASFI...
EMPREGADOS NAS FASFIL (2005)
ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></u...
Classificação – Rede GIFE (em %) Dados do GIFE, 2011
Definições FIC Institutos e Fundações Familiares São organizações sem fins lucrativos criadas e mantidas por uma família e...
Foundation Center, Key Facts on Corporate Foundations – May 2009 Comparando... EUA FUNDAÇÕES ISP TOTAL
Área de atuação 2005-2009  (%) Base respondente 2005 (91), 2007 (80), 2009 (102)
Comparando... EUA Foundation Center, Key Facts on Corporate Foundations – May 2009 FUNDAÇÕES CORPORATIVAS
Valor investido Rede GIFE (2009, em R$) Base respondente (102) Total investido (2009): R$1.909.635.803 Média: R$18.721.920...
Investimento por forma de atuação Base respondente (99)
Investimento incentivado (em número de associados) Base respondente (102) Total: R$ 356 mi (19%)
Incentivos fiscais utilizados (em %) Base respondente (102)
Variação no investimento da Rede  (em bilhões R$) Base respondente (102)
Perfil do investidor social
ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></u...
Doações individuais
Doações individuais
Doações individuais
Doações individuais
The World Giving Index (CAF, 2010) <ul><li>Objetivo: analisar a contribuição de indivíduos para a sociedade </li></ul><ul>...
The World Giving Index (CAF, 2010)
The World Giving Index (CAF, 2010)
ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></u...
FINANCIAMENTO DO 3º SETOR
FINANCIAMENTO DO 3º SETOR
ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></u...
TIPOLOGIA DO ISP 1 Assistência, Caridade 2 Multi- Projetos 3 Busca de Foco 4 Estratégica, Profissional 5 Políticas Pública...
<ul><li>RESPONSABILIDADE SOCIAL </li></ul><ul><li>E </li></ul><ul><li>INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO </li></ul><ul><li>o que ...
INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO   (ISP)  RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL   (RSE) RSE E ISP
RSE E ISP
DISCUSSÃO > Esse modelo ainda é valido hoje? Quais as suas limitações?
RSE ISP PRIVADO Empresas mais sociais ONGs mais profissionais EMPRESAS PÚBLICO ESTADO ONGs RSE + ISP = SUSTENTABILIDADE 19...
Fundação/instituto:  unidade de inteligência social da empresa O que é isso e pra que serve? ISP como indutor da RSE
Unidade de inteligência social da empresa - Conhecimento acumulado sobre o campo social - Instrumento de relacionamento da...
Fundação Telefônica :  Ação na Linha Caso
Case: Fundação Telefônica
ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></u...
CONTEXTO ATUAL
Contexto interno <ul><li>Marco regulatório frágil / baixos incentivos </li></ul><ul><li>Cultura de doação incipiente </li>...
Contexto externo <ul><li>Menos recursos internacionais para o Brasil </li></ul><ul><li>Brasil emergindo como doador intern...
VIS ÃO ISP 2020
ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></u...
ALIANÇA CAPOAVA.  RSE: Por que o guarda chuva ficou pequeno?  São Paulo: GIFE, 2010. AS FUNDAÇÕES privadas e associações s...
FERNADES, Rubem César.  Privado porém público:  o terceiro setor na América Latina. 2.ed. Rio de Janeiro: Relume- Dumará, ...
GIFE - IOSCHPE, Evelyn.  Terceiro setor : desenvolvimento social sustentado. 3.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2005. GOHN, Mar...
LANDIN, Leilah; BERES, Neide.  Organizações sem fins lucrativos no Brasil:  ocupações, despesas e recursos –   estudo inte...
PELIANO, Anna Maria T. Medeiros, coord.  A Iniciativa Privada e o Espírito Público : a evolução da ação social das empresa...
<ul><li>www.abong.org.br </li></ul><ul><li>www.akatu.org.br </li></ul><ul><li>www.ethos.org.br </li></ul><ul><li>www.gife....
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Corporate Social Responsibility in Brazil

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This presentation was used by Andre Degenszajn from GIFE during the October 2011 DABGO Stambord where the subject was CSR in Brazil.

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  • Séculos 19 e 20 – entidades religiosas, confessionais, caritárias, existentes até hoje. Anos 50 – conceito de proteção do trabalhador – organizações sem fins lucrativos são os partidos, os sindicatos, os clubes, as fundações corporativas, as fundações de previdência TUDO FECHADO PARA GRUPOS, CLASSES – Anos 70 – abertura lenta e gradual – ongs não tinham apoio nem político nem financeiro nacional. Se valem do capital internacional e de seu apoio político para sua proteção e sustentabilidade Anos 80 – início da democratização – redes, associações, “nacionalização” das ongs, maior visibilidade anos 90 – surgimento de um maior número de organizações, dados redegife, conceito da causa pública, da responsabilidade coletiva
  • Associação e Fundação : Únicas formas de constituição jurídica para org. sem fins lucrativos ONGs : denominação genérica, com foco na oposição em relação ao governo; inclui organizações muito distintas Instituto : nome fantasia, frequentemente associado ao investimento social de empresas ou a centros de produção de conhecimento Terceiro setor : década de 1990, mais próximo das empresas; distanciamento dos movimentos sociais e organizações de base; maior foco na gestão e profissionalização Sociedade civil/OSC : conceito mais político que assume diversas definições; foco no controle social, advocacy; define-se mais pela dinâmica de atuação do que pela natureza jurídica das organizações que a compõem OSCIP : Certificado concedido a associações e fundações, visando conferir maior profissionalização na gestão e facilitando o estabelecimento de convênios públicos; possibilita a dedução de doações das despesas operacionais da empresa [criada pela Lei n.9.790/99, regulamentada pelo Decreto n. 3.100/99 e pela Portaria MJ n. 361/99]
  • Fundações corporativas: dados de 2007 Fundações total: dados de 2011 As duas por grant dollar
  • Sistema de doação ($25) Negócios sociais Potencial econômico do terceiro setor $200 milhões em empréstimos Taxa de adimplência: 98.65%
  • Doar é “cool” “ If you don’t give back no one will like you” &gt; Princípio retributivo
  • Doações direcionadas a projetos Você é um “captador para aquela causa”, buscando doações a partir de sua rede de relacionamento Valoriza na figura do doador (Citizen Philanthropist)
  • Since 2002,  179.715 donors  like you have given $42.171.679  to  3.836 projects .
  • Depósitos de crianças e velhos Programas visam a ocupar, a conter, a segurar o cidadão Liderança das primeiras damas
  • ISP não é apenas o “instrumento de relacionamento com a comunidade”, mas volta-se também para a própria empresa. Maior integração entre o ISP e RSE, no contexto do desenvolvimento sustentável, torna mais complexa a relação entre essas duas dimensões, no contexto de atuação das empresas.
  • Corporate Social Responsibility in Brazil

    1. 1. Cenário Social e o investimento social no Brasil Andre Degenszajn
    2. 2. ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></ul><ul><li>O estado do ISP: Censo GIFE </li></ul><ul><li>Investimento de indivíduos </li></ul><ul><li>Financiamento das ONGs </li></ul><ul><li>ISP e RSE </li></ul><ul><li>Tendências do Investimento Social Privado </li></ul>
    3. 3. <ul><li>Missão Aperfeiçoar e difundir conceitos e práticas do uso de recursos privados para o desenvolvimento do bem comum. Objetivo Contribuir para a promoção do desenvolvimento sustentável do Brasil, por meio do fortalecimento político-institucional e do apoio à atuação estratégica de institutos e fundações de origem empresarial e de outras entidades privadas que realizam investimento social voluntário e sistemático, voltado para o interesse público. </li></ul>GRUPO DE INSTITUTOS, FUNDAÇÕES E EMPRESAS
    4. 4. <ul><li>2 bilhões de reais </li></ul>CENSO GIFE 2009-2010 Estimativa do Investimento total da Rede GIFE em 2010
    5. 5. ASSOCIADOS Fundação Alphaville Fundação Aperam Acesita Fundação ArcelorMittal Brasil Fundação Banco do Brasil Fundação Bradesco Fundação Bunge Fundação Cargill Fundação CSN Fundação Cultural Oboé Fundação Demócrito Rocha Fundação Educar DPaschoal Fundação Grupo Boticário Fundação Iochpe Fundação Itaú Social Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho Fundação Nestlé Brasil Fundação Odebrecht Fundação Orsa Fundação Otacílio Coser Fundação Ponto Frio Fundação Romi Fundação Santillana Fundação Telefônica Fundações, Institutos e Associações Empresariais (71) Fundação Vale Fundação Volkswagen Fundo Vale Instituto 3M Instituto Alair Martins Instituto Algar Instituto Arcor Brasil Instituto Avon Instituto BM&FBovespa Instituto C & A Instituto Camargo Corrêa Instituto Ceagro Instituto Claro Instituto Coca Cola Brasil Instituto Consulado da Mulher Instituto Ecofuturo Instituto Elisabetha Randon Instituto Embraer Instituto Estre Instituto Eurofarma Instituto Hedging-Griffo Instituto Holcim Instituto HSBC Solidariedade Instituto Itaú Cultural Instituto Lina Galvani Instituto Medial Saúde Instituto Natura Instituto Nextel Instituto O Boticário Instituto Pão de Açúcar Instituto Razão Social Instituto Ressoar Instituto Robert Bosch Instituto Ronald McDonald Instituto Sabin Instituto Sadia Instituto Sangari Instituto Social Sotreq Instituto Société Generale Instituto Invepar Instituto Souza Cruz Instituto Synthesis Instituto Unibanco Instituto Vivo Instituto Vonpar Instituto Votorantim Instituto Wal-Mart Oi Futuro
    6. 6. <ul><li>141 Soho Square </li></ul><ul><li>AES Brasil </li></ul><ul><li>Bahia Mineração </li></ul><ul><li>Banco Bradesco </li></ul><ul><li>Basf </li></ul><ul><li>Carrefour </li></ul><ul><li>CCR </li></ul><ul><li>Citigroup </li></ul><ul><li>Comgás </li></ul><ul><li>Fersol </li></ul><ul><li>Gerdau </li></ul><ul><li>Grupo ABC de comunicação </li></ul><ul><li>Grupo Brasilcred </li></ul><ul><li>Grupo Santander </li></ul><ul><li>Goodyear </li></ul><ul><li>IBM Brasil </li></ul><ul><li>Intel </li></ul><ul><li>NET </li></ul><ul><li>Lojas Renner </li></ul><ul><li>Microsoft </li></ul><ul><li>Petrobras </li></ul><ul><li>Pinheiro Neto Advogados </li></ul><ul><li>Promon </li></ul><ul><li>Serasa </li></ul><ul><li>TIM Brasil </li></ul><ul><li>TNT </li></ul><ul><li>TV Globo </li></ul>Empresas (27) ASSOCIADOS
    7. 7. <ul><li>Fundação Israel Pinheiro </li></ul><ul><li>Fundação Lemann </li></ul><ul><li>Fundação Maria Cecília Souto Vidigal </li></ul><ul><li>Fundação Roberto Marinho </li></ul><ul><li>Fundação Tide Setúbal   </li></ul><ul><li>Fundação Victor Civita </li></ul><ul><li>IMPAES </li></ul><ul><li>Instituto Alana </li></ul><ul><li>Fundação José Silveira </li></ul><ul><li>Fundação Projeto Pescar </li></ul><ul><li>Fundação W.K. Kellogg </li></ul><ul><li>Fundação Avina </li></ul><ul><li>Fundo Cristão para Crianças </li></ul><ul><li>Parceiros da Educação </li></ul><ul><li>United Way Brasil </li></ul><ul><li>Aldeias Infantis SOS </li></ul><ul><li>Brazil Foundation </li></ul><ul><li>Instituto Criança é Vida </li></ul><ul><li>Fundação Abrinq </li></ul><ul><li>Fundação Amazonas Sustentável </li></ul><ul><li>Fundação Ford </li></ul><ul><li>Fundação José Carvalho </li></ul><ul><li>Fundação Semear </li></ul><ul><li>Instituto de Cidadania Empresarial </li></ul>ASSOCIADOS Fundações, Institutos e Associações Familiares (15) Instituto Ayrton Senna Instituto Azzi Instituto Desiderata Instituto Marquês de Salamanca Instituto Paulo Montenegro Instituto Rogério Steinberg Ismart Fundações, Institutos e Associações Independentes (14) Fundações, Institutos e Associações Comunitárias (2)
    8. 8. EVOLUÇÃO QUADRO DE ASSOCIADOS
    9. 9. CONSELHO DE GOVERNANÇA Presidente do Conselho Denise Aguiar (Fundação Bradesco) Conselheiros Angela Dannemann (Fundação Victor Civita) Beatriz Azeredo (Instituto Desiderata) Beatriz Johannpeter (Gerdau) Bernadette Coser (Fundação Otacílio Coser) Luis Paulo Saade Montenegro (Instituto Paulo Montenegro) Maria Alice Setúbal (Fundação Tide Setúbal) Olavo Monteiro de Carvalho (Instituto Marquês de Salamanca) Renata de Camargo Nascimento (Instituto de Cidadania Empresarial) Rogério Arns (United Way Brasil) Sergio Amoroso (Fundação Orsa)
    10. 10. ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></ul><ul><li>O estado do ISP: Censo GIFE </li></ul><ul><li>Investimento de indivíduos </li></ul><ul><li>Financiamento das ONGs </li></ul><ul><li>ISP e RSE </li></ul><ul><li>Tendências do Investimento Social Privado </li></ul><ul><li>Bibliografia e Sites </li></ul>
    11. 11. A SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA
    12. 12. ESTADO, EMPRESA E SOCIEDADE NOVO CENÁRIO, NOVOS PAPÉIS Reflexos no Brasil
    13. 13. O “NASCIMENTO” DO 3º SETOR ESTADO OSCs EMPRESAS
    14. 14. NOVO CENÁRIO <ul><ul><li>1° Setor </li></ul></ul><ul><ul><li>Redefinição do papel do Estado </li></ul></ul><ul><ul><li>2° Setor </li></ul></ul><ul><ul><li>Revolução nos processos produtivos da Iniciativa Privada </li></ul></ul><ul><ul><li>3° Setor </li></ul></ul><ul><ul><li>Expansão e diversificação das organizações da sociedade civil </li></ul></ul>
    15. 15. SOCIEDADE CIVIL E PARTICIPAÇÃO <ul><li>Movimentos sociais </li></ul><ul><li>Militância político-ideológica </li></ul><ul><li>Ações reivindicativas </li></ul><ul><li>Grupos excluídos </li></ul><ul><li>Mobilizações, manifestações </li></ul><ul><li>Comunidade/povo </li></ul><ul><li>Participação cidadã </li></ul><ul><li>Propositiva, estratégica </li></ul><ul><li>Periódica e planejada </li></ul><ul><li>Articulação com políticas públicas </li></ul><ul><li>Sociedade </li></ul><ul><li>Universalização dos direitos sociais </li></ul>Anos 90
    16. 16. ONGS E O TERCEIRO SETOR <ul><li>Anos 70/80 </li></ul><ul><li>Resistência ao regime militar </li></ul><ul><li>Luta pela democracia </li></ul><ul><li>Apoio aos movimentos sociais </li></ul><ul><li>Ênfase nos direitos civis e políticos </li></ul><ul><li>Anos 90 </li></ul><ul><li>Expansão das OSC </li></ul><ul><li>Surgimento do “terceiro setor”(mais próximo a empresas e fundações) </li></ul><ul><li>Ampliação das agendas </li></ul><ul><li>Incorporação dos DESCs </li></ul><ul><li>Ações mais planejadas/foco nos resultados </li></ul>… E as ONGs?
    17. 17. ONGS, OSCS E O TERCEIRO SETOR ONG OSC Soc. civil Terceiro setor OSCIP Fundação Associação ? Instituto
    18. 18. MODELOS DE SOCIEDADE CIVIL <ul><li>Anglo-Saxão </li></ul><ul><li>Contraposição ao governo </li></ul><ul><li>Pluralismo </li></ul><ul><li>Forte cultura associativista e de voluntariado </li></ul><ul><li>Fundações financiam áreas não apoiadas pelo governo </li></ul><ul><li>Ambiente regulatório favorável </li></ul>Fonte: Norine MacDonald e Luc Tayart de Borms. Filantropia na Europa . Lisboa, Centro Português de Fundações, 2009, pp. 14-15.
    19. 19. MODELOS DE SOCIEDADE CIVIL <ul><li>Latino: </li></ul><ul><li>Forte atuação do Estado </li></ul><ul><li>Divisão entre Estado (serviços sociais) e igreja (caridade) </li></ul><ul><li>Desafio de autonomia das OSC </li></ul><ul><li>Controle político sobre a sociedade civil </li></ul><ul><li>Ambiente regulatório pouco favorável a doações individuais </li></ul><ul><li>Dificuldade de atuação das fundações na diversificação do investimento </li></ul>Fonte: Norine MacDonald e Luc Tayart de Borms. Filantropia na Europa . Lisboa, Centro Português de Fundações, 2009, pp. 14-15.
    20. 22. ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></ul><ul><li>O estado do ISP: Censo GIFE </li></ul><ul><li>Investimento de indivíduos </li></ul><ul><li>Financiamento das ONGs </li></ul><ul><li>ISP e RSE </li></ul><ul><li>Tendências do Investimento Social Privado </li></ul><ul><li>Bibliografia e Sites </li></ul>
    21. 23. AS FUNDAÇÕES E ASSOCIAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS NO BRASIL 1996-2002-2005 IBGE IPEA ABONG GIFE FASFIL
    22. 24. O “BOOM” DAS FASFIL +157% (1) (1) Equivale à variação entre 1996 e 2002 (2) Equivale à variação entre 1996 e 2005 (3) Equivale à variação entre 2002 e 2005 +23% (3) +215% (2)
    23. 25. CLASSIFICAÇÃO DAS FASFIL <ul><li>Habitação (456) </li></ul><ul><li>Saúde (4.464) </li></ul><ul><li>Cultura e Recreação (46.999) </li></ul><ul><li>Educação e Pesquisa (19.940) </li></ul><ul><li>Assistência Social (39.395) </li></ul><ul><li>Religião (83.775) </li></ul><ul><li>Meio Ambiente e Proteção Animal (2.562) </li></ul><ul><li>Desenvolvimento e Defesa de Direitos (60.259) </li></ul><ul><li>Associações Patronais e Profissionais (58.796) </li></ul><ul><li>Outras (21.516) </li></ul>
    24. 26. DISTRIBUIÇÃO DAS FASFIL (2005)
    25. 27. <ul><li>As entidades de defesa de direitos e interesses dos cidadãos foram as que mais cresceram no período: em 2005 o número das FASFIL que atuam na área é cinco vezes maior do que em 1996 </li></ul><ul><li>Entre 2002 e 2005, o crescimento das FASFIL foi mais acelerado nas regiões Norte (38%) e Nordeste (31%) </li></ul>FASFIL (2005)
    26. 28. FASFIL POR REGIÃO (2005)
    27. 29. <ul><li>As FASFIL são organizações novas </li></ul><ul><li>A idade média é de 12,3 anos </li></ul><ul><li>As 338 mil FASFIL empregam 1,7 milhão de assalariados, o que corresponde a 5,6% dos empregados de todas as organizações formalmente registradas no país </li></ul><ul><li>Somente São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro reúnem 55% dos assalariados das FASFIL </li></ul>FASFIL (2005)
    28. 30. EMPREGADOS NAS FASFIL (2005)
    29. 31. ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></ul><ul><li>O estado do ISP: Censo GIFE </li></ul><ul><li>Investimento de indivíduos </li></ul><ul><li>Financiamento das ONGs </li></ul><ul><li>ISP e RSE </li></ul><ul><li>Tendências do Investimento Social Privado </li></ul><ul><li>Bibliografia e Sites </li></ul>
    30. 32. Classificação – Rede GIFE (em %) Dados do GIFE, 2011
    31. 33. Definições FIC Institutos e Fundações Familiares São organizações sem fins lucrativos criadas e mantidas por uma família e são geridas por seus membros. Não apresentam vínculos de governança ou gestão com a empresa, mesmo que esta seja uma empresa familiar. Institutos e Fundações Independentes São organizações sem fins lucrativos mantidas geralmente por mais de uma organização ou indivíduo. Sua gestão é independente de seus mantenedores. Institutos e Fundações Comunitários São organizações sem fins lucrativos que reúnem recursos de uma ou mais organizações ou indivíduos, gerando um fundo usado para investimentos em determinada comunidade. Atuam em uma área geográfica ou em uma causa específica e são geridas por pessoas que se identificam como pertencentes àquela comunidade
    32. 34. Foundation Center, Key Facts on Corporate Foundations – May 2009 Comparando... EUA FUNDAÇÕES ISP TOTAL
    33. 35. Área de atuação 2005-2009 (%) Base respondente 2005 (91), 2007 (80), 2009 (102)
    34. 36. Comparando... EUA Foundation Center, Key Facts on Corporate Foundations – May 2009 FUNDAÇÕES CORPORATIVAS
    35. 37. Valor investido Rede GIFE (2009, em R$) Base respondente (102) Total investido (2009): R$1.909.635.803 Média: R$18.721.920 Mediana: R$ 3.165.000
    36. 38. Investimento por forma de atuação Base respondente (99)
    37. 39. Investimento incentivado (em número de associados) Base respondente (102) Total: R$ 356 mi (19%)
    38. 40. Incentivos fiscais utilizados (em %) Base respondente (102)
    39. 41. Variação no investimento da Rede (em bilhões R$) Base respondente (102)
    40. 42. Perfil do investidor social
    41. 43. ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></ul><ul><li>O estado do ISP: Censo GIFE </li></ul><ul><li>Investimento de indivíduos </li></ul><ul><li>Financiamento das ONGs </li></ul><ul><li>ISP e RSE </li></ul><ul><li>Tendências do Investimento Social Privado </li></ul><ul><li>Bibliografia e Sites </li></ul>
    42. 44. Doações individuais
    43. 45. Doações individuais
    44. 46. Doações individuais
    45. 47. Doações individuais
    46. 48. The World Giving Index (CAF, 2010) <ul><li>Objetivo: analisar a contribuição de indivíduos para a sociedade </li></ul><ul><li>Amostra: 153 países, 1000 entrevistas por país </li></ul><ul><li>Perguntas: No último mês, </li></ul><ul><ul><li>Você doou dinheiro para uma organização? </li></ul></ul><ul><ul><li>Você trabalhou como voluntário em alguma organização? </li></ul></ul><ul><ul><li>Você ajudou algum desconhecido que precisava de ajuda? </li></ul></ul>
    47. 49. The World Giving Index (CAF, 2010)
    48. 50. The World Giving Index (CAF, 2010)
    49. 51. ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></ul><ul><li>O estado do ISP: Censo GIFE </li></ul><ul><li>Investimento de indivíduos </li></ul><ul><li>Financiamento das ONGs </li></ul><ul><li>ISP e RSE </li></ul><ul><li>Tendências do Investimento Social Privado </li></ul><ul><li>Bibliografia e Sites </li></ul>
    50. 52. FINANCIAMENTO DO 3º SETOR
    51. 53. FINANCIAMENTO DO 3º SETOR
    52. 54. ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></ul><ul><li>O estado do ISP: Censo GIFE </li></ul><ul><li>Investimento de indivíduos </li></ul><ul><li>Financiamento das ONGs </li></ul><ul><li>ISP e RSE </li></ul><ul><li>Tendências do Investimento Social Privado </li></ul><ul><li>Bibliografia e Sites </li></ul>
    53. 55. TIPOLOGIA DO ISP 1 Assistência, Caridade 2 Multi- Projetos 3 Busca de Foco 4 Estratégica, Profissional 5 Políticas Públicas, Tecnologias Sociais
    54. 56. <ul><li>RESPONSABILIDADE SOCIAL </li></ul><ul><li>E </li></ul><ul><li>INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO </li></ul><ul><li>o que é diferente e o que é comum? </li></ul>RSE E ISP
    55. 57. INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO (ISP) RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL (RSE) RSE E ISP
    56. 58. RSE E ISP
    57. 59. DISCUSSÃO > Esse modelo ainda é valido hoje? Quais as suas limitações?
    58. 60. RSE ISP PRIVADO Empresas mais sociais ONGs mais profissionais EMPRESAS PÚBLICO ESTADO ONGs RSE + ISP = SUSTENTABILIDADE 1990s RSE ISP 2000s
    59. 61. Fundação/instituto: unidade de inteligência social da empresa O que é isso e pra que serve? ISP como indutor da RSE
    60. 62. Unidade de inteligência social da empresa - Conhecimento acumulado sobre o campo social - Instrumento de relacionamento da empresa com a comunidade - Sensibilidade com relação aos problemas sociais - Olhar crítico em relação ao impacto socioambiental da empresa - Contribui, por meio do investimento social, para a imagem da empresa (diferente da ação de mkt) - Catalisa a incorporação de princípios da RSE na empresa - (...) ISP como indutor da RSE
    61. 63. Fundação Telefônica : Ação na Linha Caso
    62. 64. Case: Fundação Telefônica
    63. 65. ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></ul><ul><li>O estado do ISP: Censo GIFE </li></ul><ul><li>Investimento de indivíduos </li></ul><ul><li>Financiamento das ONGs </li></ul><ul><li>ISP e RSE </li></ul><ul><li>Tendências do Investimento Social Privado </li></ul><ul><li>Bibliografia e Sites </li></ul>
    64. 66. CONTEXTO ATUAL
    65. 67. Contexto interno <ul><li>Marco regulatório frágil / baixos incentivos </li></ul><ul><li>Cultura de doação incipiente </li></ul><ul><li>Alta concentração de investidores corporativos (86% dos associados GIFE) </li></ul><ul><li>Concentração do investimento em alguns temas e áreas geográficas </li></ul><ul><ul><li>Aumento do investimento em função do crescimento econômico e “ novos bilionários ” </li></ul></ul>
    66. 68. Contexto externo <ul><li>Menos recursos internacionais para o Brasil </li></ul><ul><li>Brasil emergindo como doador internacional </li></ul><ul><li>Empresas brasileiras começam a operar investimentos sociais fora do país </li></ul><ul><li>WINGS com sede permanente em São Paulo </li></ul><ul><ul><li>Novo papel para o Brasil no contexto da filantropia global </li></ul></ul>
    67. 69. VIS ÃO ISP 2020
    68. 70. ROTEIRO <ul><li>O GIFE </li></ul><ul><li>Estado, Empresas e Sociedade Civil </li></ul><ul><li>As Fasfil no Brasil </li></ul><ul><li>O estado do ISP: Censo GIFE </li></ul><ul><li>Investimento de indivíduos </li></ul><ul><li>Financiamento das ONGs </li></ul><ul><li>ISP e RSE </li></ul><ul><li>Tendências do Investimento Social Privado </li></ul><ul><li>Bibliografia e Sites </li></ul>
    69. 71. ALIANÇA CAPOAVA. RSE: Por que o guarda chuva ficou pequeno? São Paulo: GIFE, 2010. AS FUNDAÇÕES privadas e associações sem fins lucrativos no Brasil - 2005 (FASFIL). 1.ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2008. * COELHO, Simone de Castro. Terceiro setor: um estudo comparado entre Brasil e Estados Unidos. São Paulo: Editora SENAC, 2000. FALCONER, Andres Pablo; VILELA, Roberto. Recursos privados para fins públicos : as grantmakers brasileiras. São Paulo: Editora Fundação Peirópolis, 2001. REFERÊNCIAS
    70. 72. FERNADES, Rubem César. Privado porém público: o terceiro setor na América Latina. 2.ed. Rio de Janeiro: Relume- Dumará, 1994; GIFE. Censo GIFE 2009-2010 . São Paulo, 2010.** GIFE e IBGC. Guia das Melhores Práticas de Governança para Fundações e Institutos Empresariais. São Paulo, 2009. (Parceiro técnico Eduardo Szazi)** GIFE. Perspectivas para o Marco Legal do Terceiro Setor . São Paulo, 2009.** REFERÊNCIAS
    71. 73. GIFE - IOSCHPE, Evelyn. Terceiro setor : desenvolvimento social sustentado. 3.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2005. GOHN, Maria da Glória. Sociedade Civil no Brasil: movimentos sociais e ONGs. Nómadas , 2004. IBGE. As fundações privadas e associações sem fins lucrativos no Brasil - 2005 (FASFIL). 1.ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2008. * IOSCHPE, Evelyn. Terceiro setor: desenvolvimento social sustentado. 3.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2005. REFERÊNCIAS
    72. 74. LANDIN, Leilah; BERES, Neide. Organizações sem fins lucrativos no Brasil: ocupações, despesas e recursos – estudo internacional comparado. Rio de Janeiro: Nau, 1999. MACDONALD, Norine e DE BORMS, Luc Tayart (orgs.). Filantropia global. Lisboa: Centro Português de Fundações, 2010. MACDONALD Norine; BORMS, Luc Tayart de. Filantropia na Europa: um passado rico, um futuro promissor. Lisboa: Centro Português de Fundações, 2009. PAES, José Eduardo Sabo. Fundações e Entidades de Interesse Social, 7 ª Ed. Brasília: Brasília Jurídica, 2007. REFERÊNCIAS
    73. 75. PELIANO, Anna Maria T. Medeiros, coord. A Iniciativa Privada e o Espírito Público : a evolução da ação social das empresas privadas no Brasil. Brasília: IPEA, 2006. RESENDE, Tomáz de Aquino. Novo Manual de Fundações. 1 ª Ed., Belo Horizonte: Inédita, 1997. REZENDE, Tomáz de Aquino. Roteiro do Terceiro Setor, 1 a . Ed., Belo Horizonte: Publicare, 1999. ROSSETTI, Fenando. “Da filantropia ao investimento social privado” in MACDONALD, Norine e DE BORMS, Luc Tayart (orgs.). Filantropia global . Lisboa: Centro Português de Fundações, 2010. * Pesquisa resultado da parceria entre Abong, GIFE, IBGE e Ipea ** Publicações do GIFE disponíveis para download no site www.gife.org.br REFERÊNCIAS
    74. 76. <ul><li>www.abong.org.br </li></ul><ul><li>www.akatu.org.br </li></ul><ul><li>www.ethos.org.br </li></ul><ul><li>www.gife.org.br </li></ul><ul><li>www.ibase.org.br </li></ul><ul><li>www.ibge.gov.br </li></ul><ul><li>www.ipea.gov.br </li></ul><ul><li>www.setor3.org.b r </li></ul>www.accountability.com.uk www.bsr.org www.foundationcenter.org www.gri.org www.independentsector.or www.sustainability.com www.weforum.org SITES
    75. 77. www.gife.org.br Informações: diretoria @gife.org.br

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