Seminario webradio podcast radio digital
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O webradio

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  • 1. INTRODUÇÃO
  • 2. Webrádio
  • 3. A webradio tem uma homepage na internet por meio da qual podem ser acessadas as outras páginas da emissora. Na homepage aparecem o nome da emissora, geralmente um slogan que resume o tipo de programação e vários hiperlinks para os outros sites que abrigam as diversas atividades desenvolvidas pela rádio. Várias novidades são oferecidas pelas webradios, como chats, podcasts, biografias de artistas, receitas culinárias, fóruns de discussão, letras cifradas de músicas, etc. Há também fotografias na homepage e nas outras páginas, tanto imagens publicitárias, quanto fotos de artistas e de funcionários da emissora. Há também vídeos e infografia. Um detalhe, porém, difere o site da webradio de tantas outras páginas da internet: um botão para a escuta sonora da rádio. Ao clicar nesse ícone, o usuário poderá ouvir a transmissão radiofônica. Mas, para entender a mensagem transmitida, não é preciso o auxílio visual da página, que pode ser minimizada. A mensagem tem sentido apenas pelo áudio. Webradio: novos gêneros, novas formas de interação Nair Prata
  • 4. WEBRÁDIOS - Exemplos Links: http://www.cidadewebrock.com.br/v3/index. http://www.territorioeldorado.limao.com.br/ http://jovempan.uol.com.br/
  • 5. Rádio + imagem =
  • 6. Rádio + Imagem – pontos de vista CBN “Estratégia visa atender os internautas que consomem rádio em seus computadores. Afinal, se esse é um meio que permite a fruição da imagem, por que privaríamos o usuário disso?”
  • 7. Rádio + Imagem – pontos de vista Band News FM “Um instrumento que pode elevar a audiência da emissora, pois divulga o conteúdo e representa uma ótima maneira de conferir prestígio à marca, associando-a a idéia de vanguarda em comunicação.”
  • 8. Rádio + Imagem – pontos de vista Itatiaia “Não haveria muitos atrativos em apenas colocar uma câmera para registrar tudo o que faz um radialista. Entendemos que isso não grega nada ao ouvinte.”
  • 9. Rádio + Imagem – pontos de vista Jovem pan Online “O projeto envolve conteúdos desenvolvidos em uma linguagem própria de vídeo na internet para a Jovem Pan.”
  • 10.    Um dispositivo reunirá todas as mídias numa única plataforma (rádio, TV, internet?); Novidade = Experimentações = construção de novas linguagens; Ampliar a experiência do público com o conteúdo.
  • 11. Podcasting
  • 12.   Brecht, nas suas “teorias de la radio” de 1932, buscava transformar o rádio em um instrumento que fizesse com que cada ouvinte se tornasse também um produtor de informação. (LEMOS) Surge em 2004.
  • 13.     Neologismo:“iPod” e “broadcasting” - não parece adequado. (LEMOS E MEDEIROS) Podcast (registro sonoro) Podcaster (produtor) Podcasting: uma forma de produção descentralizada de conteúdo sonoro que disponibiliza os arquivos na Internet para serem baixados quando o usuário quiser. (LEMOS). É uma radiodifusão sob demanda de caráter assincrônico (KISCHINHEVSKY).
  • 14. Quatro modelos:     “metáfora”, “editado”, “registro” , “educacional”. (MEDEIROS )
  • 15.    Rádio x Podcasting (MEDEIROS) Falta de fluxo de transmissão ( ocorre por demanda). Não está necessariamente ligado a uma instituição Há “liberação do pólo de emissão” (LEMOS). Modelo TODOS-TODOS
  • 16.  Podemos chamar de “rádio” arquivos MP3, com formato de emissão radiofônica, gravados por qualquer pessoa e disponibilizados na internet por meio de blogs e sistemas RSS para transmiti-lo a um grupo de assinantes? (LEMOS)
  • 17. A linguagem radiofônica (locução, vinhetas, blocos, musicais, notícias, entrevistas) é encontrada nos Podcasts, mas, não são regras. No geral,as características de um podcasting são opostas às de um modelo radiofônico tradicional. (MEDEIROS)
  • 18.  Uma modalidade de rádio, e não um novo meio, que estaria “remediando” a radiodifusão. É preciso considerar “rádio aquilo ao qual o ouvinte atribui essa caracterização, aquilo que ele necessita, identifica e utiliza como tal”. (KISCHINHEVSKY)
  • 19. Primeiro, não é o fim do rádio como meio de comunicação. O podcast só vem a somar aos diversos formatos broadcasting. Segundo, tampouco é o fim do rádio como nós conhecemos hoje, em seus formatos AM e FM. O que estamos vendo é uma reconfiguração midiática (lógica da reconfiguração) em que ambos os formatos permanecem. (LEMOS)
  • 20.    HERSCHMANN, M. KISCHINHEVSKY, M. A "geração podcasting" e os novos usos do rádio na sociedade do espetáculo e do entretenimento. In: Revista FAMECOS: mídia, cultura e tecnologia. Porto Alegre: 2008 KISCHINHEVSKY, M. Cultura da Portabilidade e Novas Sociabilidades em Mídia Sonora – Reflexões sobre os Usos Contemporâneos do Rádio. Disponível em: http://www.obs.obercom.pt/index.php/obs/article/viewPDFInterstitial/271/241. Acesso em: abr 2009. LEMOS, André (2005). Podcast. Emissão sonora, futuro do rádio e cibercultura. 404nOtfOund. v.1, n. 46. Salvador.   MEDEIROS, Marcello Santos de. Podcasting: um Antípoda Radiofônico. Brasília: XXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - Intercom – Sociedade de Estudos Interdisciplinares de Comunicação. Brasília, 2006. Disponível em: http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2006/resumos/R0776-1.pdf. Acesso em: abr. 2009.
  • 21. Rádio Digital no Brasil – Desafios e Possibilidades
  • 22. Convergência e participação: o futuro do rádio.
  • 23. Novas formas de pensar, produzir e consumir produtos midiáticos. Segundo um estudo do NPD Group, em 2008, 52% dos jovens pesquisados, entre 13 e 17 anos, preferiram ouvir músicas em radios online, em sites de streaming gratuito, como Imeem, Pandora e MySpace (sites em que você não precisa baixar mp3, escuta tudo online).
  • 24. E o futuro que se esperava, passa a ganhar ainda mais possibilidades. No ano anterior, apenas 34% dos jovens utilizavam esses sites. Enquanto isso, no mesmo período, o ato de baixar músicas na internet caiu 6% e o tempo gasto em sites de downloads de músicas desceu 13%.
  • 25. Não pense que a indústria e os artistas estão falindo, eles só não entendem sobre as novas possibilidades midiáticas. - O Ecad – Escritório Central de Arrecadação e Distribuição teve no valor distribuído aos titulares de direitos autorais e conexos (autores, intérpretes, músicos, editores, produtores fonográficos, entre outros) um crescimento 8,38% em relação ao ano de 2007, totalizando cerca de R$ 271 milhões. Foram 73, 7 mil titulares beneficiados. - Entre 2000 e 2008, a distribuição dos direitos autorais deu um salto de 222%.” (da Assessoria de Imprensa do órgão).
  • 26. “Ao invés de falar de produtores e consumidores midiáticos em papéis separados, agora podemos vê-los como participantes que interagem uns com os outros de acordo com novas regras, que nenhum de nós entende por completo” (JENKINS)
  • 27. Projeto RADAR CULTURA dá espaço ao jornalismo participativo (ou “cidadão”) através da Rádio Cultura AM. Usuários podem se cadastrar no site e enviar sugestões de músicas e arquivos em áudio que são votados pela própria rede para entrar ou não na programação da rádio. Interação social, produção de conteúdo e participação em meio de comunicação de massa.
  • 28. Tudo que você ouve na Rádio BBC de Londres, através dos streamings é armazenado e gera gráficos indicativos e comparativos. Outras pessoas podem vê-los e indicar músicas para você. Aplicativos podem ser inseridos em blogs para que outras pessoas conheçam o serviço. Interação social, organização de conteúdo e informação, pesquisa de mercado da BBC através de um aplicativo para os usuários.
  • 29. Um site-aparelho-de-rádio: Tun3r. Centenas de webrádios agregadas num só lugar.
  • 30. Milton Jung, apresentador do programa CBN São Paulo, utiliza o Twitter durante as transmissões para interagir com os ouvintes. “O que quero mesmo do Twitter é aumentar a rede de relacionamento e “ouvir” o que as pessoas estão pensando sobre os diferentes assuntos da cidade. Quero encontrar novidades. Boas idéias. E pedir ajuda para elas, para que me ensinem a fazer um blog que interesse ao cidadão. E não apenas para satisfazer meu ego." “O Twitter têm me oferecido a oportunidade de exercitar a escrita. Adoro escrever, mas no rádio se tem pouco espaço para isto. Fala-se muito” (em entrevista ao jornalista Tiago Dória).
  • 31. Uma mudança cultural, na qual consumidores são encorajados a procurar novas informações e fazer conexões entre conteúdos midiáticos dispersos” (JENKINS).