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Grupo Rute  - Escola como Empresa
 

Grupo Rute - Escola como Empresa

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    Grupo Rute  - Escola como Empresa Grupo Rute - Escola como Empresa Presentation Transcript

    • Departamento de Ciências da Educação
      1º Ciclo em ciências da Educação
      Unidade Curricular de Educação Comparada
      2º Ano – 2º Semestre
      Ano lectivo: 2009/2010
      Imagens Organizacionais da Escola
      Trabalho realizado por: Ana Faria. Carla Sofia Matias, Rute Silva e Tânia Bento
    • Escola como Empresa
      • A Escola como Empresa teve origem na época da Revolução Industrial. (Costa, 2003. p.25)
      As características desta são:
      • Estrutura organizacional hierárquica, centralizada e devidamente formalizada;
      • Divisão do trabalho e especialização através da definição precisa de cargos e funções;
      • Ênfase na eficiência e na produtividade organizacional (Máximo rendimento pelo menor custo);
      • Planificação e Identificação rigorosa e pormenorizada dos objectivos a alcançar;
      • Identificação da melhor maneira de executar cada tarefa (one best way) e consequente padronização;
      • Uniformização dos processos, métodos, tecnologias, espaços e tempos;
      • Individualização do trabalho.
    • A Escola – Empresa Educativa:(p.25)
      • Apoiou-se nos conceitos: economicista/mecanicista do homem;
      • Visão redutora da educação;
      • O aluno era visto como matéria-prima a ser moldada, à imagem empresarial da escola;
      • Fundamentação conceptual nos modelos clássicos de organização e administração industrial de Frederick Taylor e Henri Fayol.
      • Principal objectivo da proposta de Taylor: -Maior eficiência/maior rentabilidade
      • Proposta de Taylor para a análise e organização do trabalho segundo Hampton (p.26)
      - Análise das tarefas- Identificação da melhor maneira de realizar as tarefas (the one beast way)- Selecção dos trabalhadores - Treino dos trabalhadores- Incentivos salariais
    • Funções da empresa segundo Fayol
      Função administrativa da empresa:
      – Previsão
      – Organização
      – Comando
      – Coordenação
      – Controlo
      Princípios da administração
      Divisão do trabalho
      Autoridade e responsabilidade
      Disciplina
      Unidade de direcção
      Subordinação do interesse particular ao interesse geral
      Remuneração do pessoal
      Centralização
      Hierarquia
      Ordem
      Equidade
      Estabilidade do pessoal
      União pessoal
    • Escola-Empresa Educativa
      • Os princípios da administração clássica de Taylor e Fayol reflectiram-se na a organização escolar.
      “ A visão produtiva da escola acentua a importância da eficácia (adequação dos resultados aos objectivos previstos) e da eficiência (uso adequado dos recursos): planificação precisa e ajustada, direcção por objectivos, controlo minucioso da qualidade, selecção e promoção do pessoal directivo e docente”. (Costa, 2003, p. 31)
    • Escola-Empresa Educativa
      • Argumentos contra:
      “O ensino tornou-se cada vez mais formal e administrativo e é muitas vezes concebido à maneira da industria transformadora ou dos serviços, cujo objectivo é fornecer um produto. Daí resulta uma crise na sua organização” (Costa, 2003, p.31)
      • Argumentos a favor:
      “Vimos neste capítulo que o centro educativo pode ser entendido como uma empresa, sem necessidade de forçar excessivamente o conceito. […] É evidente que as técnicas de gestão utilizadas no centro educativo são muitas mais, porém não é objectivo destas páginas fazer-lhe uma revisão exaustiva […] A nossa intenção consistiu, preferencialmente, em apresentar um pequeno panorama da situação para nos centrarmos nos próximos capítulos em três grandes ferramentas: - finanças - marketing – controlo de gestão” (Gómez e Jiménez,1992; cit. por Costa, 2003, p.31)
    • Escola-Empresa Educativa
      • Segundo Licínio Lima existem 3 dimensões:
      • - aqueles que fazendo um discurso normativo, defendem e desenvolvem a associação dos dois conceitos.
      • - aqueles que utilizam a imagem empresarial numa perspectiva descritiva e explicativa;
      • - aqueles que recusam a utilização desta imagem criticando a comparação entre a escola e a empresa do ponto de vista explicativo, descritivo ou comparativo;
      • Costa acrescenta um quarto:
      • - aqueles que não defendendo uma completa associação das noções de escola e de empresa, entendem que existirem vantagens na sua utilização.
    • Escola-Empresa Educativa
      Modo de organização e funcionamento dos estabelecimentos de ensino:
      Modelo (neo)taylorista de organização:
      • Hierarquia clara;
      • A linha de produção deve ser implementada em termos de padrões educacionais;
      • Deve haver atenção sobre os elementos de execução financeira da gestão educacional
    • Características Gerais, na organização de uma escola de tipo taylorista segundo Martín-Moreno: (p.33/34)
      • Uniformidade curricular;
      • Metodologias dirigidas para o ensino colectivo;
      • Agrupamentos rígidos de alunos;
      • Posicionamento insular dos professores;
      • Escassez de recursos materiais;
      • Uniformidade na organização dos espaços educativos;
      • Uniformidade de horários;
      • Avaliação descontínua;
      • Disciplina formal;
      • Direcção unipessoal;
      • Insuficientes relações com a comunidade.
      • Nos anos 40 surgiram as primeiras influências da organização taylorista no ensino em Portugal
      • Devido às exigências sociais modernas, foi defendida uma organização taylorista do ensino, porque nesta altura pretendia-se uma organização científica e racional da escola, com base nos processos desenvolvidos pelo mundo empresarial e em particular através das propostas de Taylor.
      • Tudo isto conduziu a uma organização científica das actividades pedagógicas.
      Perspectivas tayloristas no contexto educativo português: (p.36)
    • Escola Como Empresa Educativa
    • Bibliografia
      COSTA, Jorge(2003). Imagens Organizacionais da Escola. Lisboa: Asa Editores