Grupo Nelita - Escola como Cultura
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

Grupo Nelita - Escola como Cultura

on

  • 2,753 views

 

Statistics

Views

Total Views
2,753
Views on SlideShare
2,726
Embed Views
27

Actions

Likes
0
Downloads
42
Comments
0

2 Embeds 27

http://nunosilvafraga.net 16
http://www.slideshare.net 11

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment
  • Obra: “ Uma Discussão sobre Cultura Organizacional de Maria Tereza Leme Fleury e Jáder dos Reis Sampaio” . Ler: Segundo Taylor (e indo de encontro à fonte acima referida) cultura é um “(...) complexo total de conhecimentos, crenças, artes (...), leis, costumes e quaisquer outras aptidões e hábitos adquiridos pelo homem como membro da sociedade” pag 284
  • Uma cultura de tipo Z possui valores bem vincados, entre estes encontram se o emprego de longa duração a confiança e a intimidade nas relações humanas. Pag 11 ouchi
  • O autor confirma que o conceito é complexo e satisfatório para ser aplicado na compreensão de fenómenos de grupos pequenos, como uma equipa de trabalho ou mesmo sociedade.
  • Exemplo: “(...) a medida que certos valores compartilhados pelo grupo conduzem a determinados comportamentos e esses comportamentos se mostram adequados para solucionar problemas o valor é gradualmente transformado em um pressuposto inconsciente de como as coisas realmente são(...)” pag 288 “Uma Discussão sobre cultura Organizacional de Maria Fleury e Jáder Sampaio. Conclusão: Este modelo apresentado não e a forma mais adequada de se abordar a cultura organizacional, do ponto de vista de alguns estudiosos, mas para o autor, não podemos nos delimitar somente aos Artefatos, os níveis têm de interagir, por outras palavras, os níveis inferiores têm de se ligar aos demais, só assim o sucesso será visível.
  • vgdfgdfhdh

Grupo Nelita - Escola como Cultura Grupo Nelita - Escola como Cultura Presentation Transcript

  • Discente: Ângela Marques; Luísa Teixeira ; Nelita Caetano
    • A Escola como Cultura
    • “ (...) A palavra “cultura” 1 não surgiu originalmente no seio da teoria administrativa; pelo contrário é um termo muito mais antigo(...)” (Fleury & Sampaio, 2002, p. 238).
    1. Do Latim Cultura; Cultivar o solo; cuidar.
    “ (...) A tradição e o clima fazem a cultura de uma empresa (...).” “ (…) as tarefas primordiais dum gestor não se devem situar ao nível da estrutura (…) deverá ser canalizada para os aspectos simbólicos (…).” (Costa, 2003, p. 109).
  • 1. Cultura Organizacional : Investigações Iniciais
  • Figura 1. Representação Gráfica das Três Teorias; Teoria X; Teoria Y e Teoria Z
    • O empregado deveria desempenhar instintivamente o papel que lhe tinha sido atribuído de forma eficiente.
    • O processo de tomada de decisão é centralizado.
    • O trabalho é executado sem dignidade e sem incentivos, partindo do principio que o trabalhador só produz sobre ameaça.
    • A teoria Y, aposta no autocontrole e na autonomia dos seus empregados.
    • As decisões são descentralizadas.
    • Promove soluções criativas, e as pessoas são vistas como parceiros da organização.
    2.Teorias analisadas por Chiavenato, 1999
    • William Ouchi 3 é o autor da Teoria Z , teoria esta que nasce do confronto entre a gestão das empresas Norte Americanas e Japonesas.
    • Procura-se descobrir quais os traços que poderiam sobreviver num ambiente cultural diferente.
    • Esta teoria baseia-se no pressuposto de “trabalhadores felizes”, com emprego de longa duração, confiança e a intimidade nas relações humanas.
    3. William Ouchi, Americano nasceu em 1943.Professor e Autor de inúmeras Obras.
  • 2. Caracterização Global: Noção, Manifestações e Tipologias
    • Edgar Schein 4 elaborou um conceito de cultura, planeado para ser enérgico quando adquirido e transfigurado.
    • É constituído por Três etapas interligadas entre si e com base em valores culturais, que se pretende serem assimilados e visionados dentro da cultura empresarial.
    4. Americano, nasceu em 1928. Professor e Investigador em Cultura Organizacional.
  • Visível mas geralmente não decifrável Maior grau de consciência Tomado como adquirido Invisível Pré-consciente Figura 2.Níveis de cultura e sua interacção, segundo Edgar Schein
    • Artefactos
    • Valores
    • É a causa que mais predomina na cultura.
    • São factores acessíveis de serem percebidos, mas difíceis de serem decifrados.
    • Exemplo: Rituais; Mitos e Crenças.
    • Valores Compartilhados.
    • Surge a problemática apontada por Schein, como os “valores aparentes” e os “valores em uso”, o ponto em comum é que ambos são difíceis de serem notados directamente.
    • Exemplo: Através de alguns questionários/entrevistas explicam-se os motivos de alguns procedimentos.
    • Pressupostos
    • São apontados por Schein como inconscientes.
    • Evidenciam os pensamentos e feitos de um grupo.
  • Filme. Edgar Schein.
    • Cultura ou Culturas
    • Possibilidade ou não de gestão da cultura
    • “ Dois dos mais importantes desacordos (...) em primeiro lugar, a questão (...) da existência de uma cultura ou culturas nas organizações (...) dicotomia em redor da possibilidade ou não de gestão da cultura .” (Costa, 2003, p. 120).
    • “ Cultura da organização”
    • Deal e Kennedy assim como Peters e Waterman são alguns dos defensores de cultura no singular, a existência de uma cultura forte e única que domine toda a estrutura organizacional de forma coesa, centrada num único pólo em que os seus membros pensam da mesma forma , deparam-se com os mesmos problemas e escolhem soluções idênticas.
    • Por outro lado, aparecem os autores que defendem a existência de culturas, subcultura e contraculturas, como é o caso do autor Van Maanen e Barley . Neste caso a estrutura da organização integra grupos diferenciados o que leva a existência de conflitos o que é bom porque pode originar interesses distintos assim como formas de interpretação e reacção diferentes para a mesma situação.
  • (Costa, 2003, p. 120).
  • Figura 3. Questões sobre Gestão da Cultura
    • Em relação à questão da cultura e de acordo com análise feita por Adelino Gomes 5 , que aqueles que acham que a cultura é gerivel, são os que defendem a cultura como sendo algo que é possível manipular. Do lado contrário encontram-se aqueles que afirmam que a cultura não se pode mudar ou manipular.
    • Segundo Gomes podemos reconhecer que nem toda a cultura é gerivel.
    • A tentativa de canalizar não é fácil, porque para uns, cultura significa um modelo de análise interpretativa da realidade organizacional, para outros, consiste num instrumento ao serviço da gestão das organizações.
    5. Jornalista Português. Nasceu em Leiria a 1944.
    • Deal e Kennedy argumentam que os grandes lideres são aqueles que se afastam dos padrões tradicionais de gestão e que conseguem perceber e gerir a cultura, construi-la, molda-la e altera-la.
    • Segundo Shein, liderança é a capacidade de fazer sair a cultura criada pelo líder, e que cria processos de mudança mais adaptativos à realidade, assumindo assim um papel fundamental na difusão e modificação da cultura.
    • Na perspectiva de Strategor , o líder é visto como o principal responsável, que possui um visão futurista devendo indicar o caminho a seguir,
  • 3. Cultura Organizacional e a Organização Escolar
    • Nas organizações empresariais a liderança é geralmente vista como o processo de levar um grupo a agir de acordo com os objectivos do líder, enquanto que no meio escolar os propósitos do líder são partilhados.
    • Segundo John Gardner , o bom líder é aquele que arrasta seguidores que julgam que este consegue ir de encontro com todas as suas necessidades.
    • Dentro da escola, os líderes não só têm propósitos partilhados, mas também obrigações morais.
    • A escola sendo uma organização cultural pode beneficiar dos estudos realizados sobre a organização cultural das empresas, embora os objectivos que levam a acção sejam diferentes.
    • Investigações e estudos em organização e administração escolar vieram contribuir para a introdução de novas formas de abordar a realidade social existente na escola.
    • Segundo Greenfield, as organizações, não têm uma realidade ontológica, mas sim ideias, crenças e artefactos culturais.
    • As escolas que desenvolvem uma cultura organizacional própria são aquelas que são consideradas as "melhores", porque deste modo conseguem construir a sua própria identidade e autonomia.
    • Costa, Jorge A. (2003). Imagens Organizacionais da Escola . Edições ASA, (3ª Edição).
    • Bento, António V. (2008/2009). Administração e gestão escolar . Universidade da Madeira.
    • Fleury, Tereza L. e Sampaio, Jáder R. (2002). Uma Discussão Sobre Cultura Organizacional. Consultado a 16 de Abril 2010. Disponível em: http://www.google.com/books?hl=ptPT&lr=&id=Q8s5GGjL88C&oi=fnd&pg=PA283&dq=edgar+schein+artefatos&ots=mHuW2Hr6kn&sig=kxh1xjRF2zr09VW3fb0jxJlcg#v=onepage&q=edgar%20schein%20artefatos&f=true
    • Consultado a 17 de Abril 2010. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=1FrP4KkEJ8I
    • Carvalho, Renato G. Cultura global e contextos locais: a escola como instituição possuidora de cultura própria. Revista Iberoamericana de Educación (ISSN: 1681-5653)
    • Consultado a 17 de Abril 2010. Disponível em: http://www.rieoei.org/deloslectores/1434GilGomes.pdf