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Discente:   Ângela Marques; Luísa Teixeira ; Nelita Caetano
<ul><li>A Escola como Cultura </li></ul>
<ul><li>“ (...) A palavra “cultura” 1   não surgiu originalmente no seio da teoria administrativa; pelo contrário é um ter...
<ul><li>  </li></ul>“ (...) A tradição e o clima fazem a cultura de uma empresa (...).” “ (…) as tarefas primordiais dum g...
1. Cultura Organizacional : Investigações Iniciais
Figura 1. Representação Gráfica das Três Teorias; Teoria X; Teoria Y e Teoria Z
<ul><li>O empregado deveria desempenhar instintivamente o papel que lhe tinha sido atribuído de forma eficiente. </li></ul...
<ul><li>William Ouchi 3  é o autor da  Teoria Z , teoria esta que nasce do confronto entre a gestão das empresas Norte Ame...
2. Caracterização Global: Noção, Manifestações e Tipologias
<ul><li>Edgar Schein 4   elaborou um conceito de cultura, planeado para ser enérgico quando adquirido e  transfigurado. </...
Visível mas geralmente não decifrável Maior grau de consciência Tomado como adquirido  Invisível Pré-consciente Figura 2.N...
<ul><li>Artefactos </li></ul><ul><li>Valores   </li></ul><ul><li>É a causa que mais predomina na cultura. </li></ul><ul><l...
<ul><li>Pressupostos </li></ul><ul><li>São apontados por Schein como inconscientes. </li></ul><ul><li>Evidenciam os  pensa...
Filme. Edgar Schein.
<ul><li>Cultura ou Culturas </li></ul><ul><li>Possibilidade ou não de  gestão da cultura </li></ul><ul><li>“  Dois dos mai...
<ul><li>“ Cultura da organização” </li></ul><ul><li>Deal e Kennedy  assim como  Peters e Waterman   são alguns dos defenso...
(Costa, 2003, p. 120).
Figura 3. Questões sobre Gestão da Cultura
<ul><li>Em relação à questão da cultura e de acordo com análise feita por  Adelino Gomes 5 , que aqueles que acham que a c...
<ul><li>Deal e Kennedy  argumentam que os grandes lideres são aqueles que se afastam dos padrões tradicionais de gestão e ...
3. Cultura Organizacional e a Organização Escolar
<ul><li>Nas organizações empresariais a liderança é geralmente vista como o processo de levar um grupo a agir de acordo co...
<ul><li>A escola sendo uma organização cultural pode beneficiar dos estudos realizados sobre a organização cultural das em...
<ul><li>Costa, Jorge A. (2003).  Imagens Organizacionais da Escola . Edições ASA, (3ª Edição).  </li></ul><ul><li>Bento, A...
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Grupo Nelita - Escola como Cultura

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  • Obra: “ Uma Discussão sobre Cultura Organizacional de Maria Tereza Leme Fleury e Jáder dos Reis Sampaio” . Ler: Segundo Taylor (e indo de encontro à fonte acima referida) cultura é um “(...) complexo total de conhecimentos, crenças, artes (...), leis, costumes e quaisquer outras aptidões e hábitos adquiridos pelo homem como membro da sociedade” pag 284
  • Uma cultura de tipo Z possui valores bem vincados, entre estes encontram se o emprego de longa duração a confiança e a intimidade nas relações humanas. Pag 11 ouchi
  • O autor confirma que o conceito é complexo e satisfatório para ser aplicado na compreensão de fenómenos de grupos pequenos, como uma equipa de trabalho ou mesmo sociedade.
  • Exemplo: “(...) a medida que certos valores compartilhados pelo grupo conduzem a determinados comportamentos e esses comportamentos se mostram adequados para solucionar problemas o valor é gradualmente transformado em um pressuposto inconsciente de como as coisas realmente são(...)” pag 288 “Uma Discussão sobre cultura Organizacional de Maria Fleury e Jáder Sampaio. Conclusão: Este modelo apresentado não e a forma mais adequada de se abordar a cultura organizacional, do ponto de vista de alguns estudiosos, mas para o autor, não podemos nos delimitar somente aos Artefatos, os níveis têm de interagir, por outras palavras, os níveis inferiores têm de se ligar aos demais, só assim o sucesso será visível.
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    1. 1. Discente: Ângela Marques; Luísa Teixeira ; Nelita Caetano
    2. 2. <ul><li>A Escola como Cultura </li></ul>
    3. 3. <ul><li>“ (...) A palavra “cultura” 1 não surgiu originalmente no seio da teoria administrativa; pelo contrário é um termo muito mais antigo(...)” (Fleury & Sampaio, 2002, p. 238). </li></ul>1. Do Latim Cultura; Cultivar o solo; cuidar.
    4. 4. <ul><li> </li></ul>“ (...) A tradição e o clima fazem a cultura de uma empresa (...).” “ (…) as tarefas primordiais dum gestor não se devem situar ao nível da estrutura (…) deverá ser canalizada para os aspectos simbólicos (…).” (Costa, 2003, p. 109).
    5. 5. 1. Cultura Organizacional : Investigações Iniciais
    6. 6. Figura 1. Representação Gráfica das Três Teorias; Teoria X; Teoria Y e Teoria Z
    7. 7. <ul><li>O empregado deveria desempenhar instintivamente o papel que lhe tinha sido atribuído de forma eficiente. </li></ul><ul><li>O processo de tomada de decisão é centralizado. </li></ul><ul><li>O trabalho é executado sem dignidade e sem incentivos, partindo do principio que o trabalhador só produz sobre ameaça. </li></ul><ul><li>A teoria Y, aposta no autocontrole e na autonomia dos seus empregados. </li></ul><ul><li>As decisões são descentralizadas. </li></ul><ul><li>Promove soluções criativas, e as pessoas são vistas como parceiros da organização. </li></ul>2.Teorias analisadas por Chiavenato, 1999
    8. 8. <ul><li>William Ouchi 3 é o autor da Teoria Z , teoria esta que nasce do confronto entre a gestão das empresas Norte Americanas e Japonesas. </li></ul><ul><li>Procura-se descobrir quais os traços que poderiam sobreviver num ambiente cultural diferente. </li></ul><ul><li>Esta teoria baseia-se no pressuposto de “trabalhadores felizes”, com emprego de longa duração, confiança e a intimidade nas relações humanas. </li></ul>3. William Ouchi, Americano nasceu em 1943.Professor e Autor de inúmeras Obras.
    9. 9. 2. Caracterização Global: Noção, Manifestações e Tipologias
    10. 10. <ul><li>Edgar Schein 4 elaborou um conceito de cultura, planeado para ser enérgico quando adquirido e transfigurado. </li></ul><ul><li>É constituído por Três etapas interligadas entre si e com base em valores culturais, que se pretende serem assimilados e visionados dentro da cultura empresarial. </li></ul>4. Americano, nasceu em 1928. Professor e Investigador em Cultura Organizacional.
    11. 11. Visível mas geralmente não decifrável Maior grau de consciência Tomado como adquirido Invisível Pré-consciente Figura 2.Níveis de cultura e sua interacção, segundo Edgar Schein
    12. 12. <ul><li>Artefactos </li></ul><ul><li>Valores </li></ul><ul><li>É a causa que mais predomina na cultura. </li></ul><ul><li>São factores acessíveis de serem percebidos, mas difíceis de serem decifrados. </li></ul><ul><li>Exemplo: Rituais; Mitos e Crenças. </li></ul><ul><li>Valores Compartilhados. </li></ul><ul><li>Surge a problemática apontada por Schein, como os “valores aparentes” e os “valores em uso”, o ponto em comum é que ambos são difíceis de serem notados directamente. </li></ul><ul><li>Exemplo: Através de alguns questionários/entrevistas explicam-se os motivos de alguns procedimentos. </li></ul>
    13. 13. <ul><li>Pressupostos </li></ul><ul><li>São apontados por Schein como inconscientes. </li></ul><ul><li>Evidenciam os pensamentos e feitos de um grupo. </li></ul>
    14. 14. Filme. Edgar Schein.
    15. 15. <ul><li>Cultura ou Culturas </li></ul><ul><li>Possibilidade ou não de gestão da cultura </li></ul><ul><li>“ Dois dos mais importantes desacordos (...) em primeiro lugar, a questão (...) da existência de uma cultura ou culturas nas organizações (...) dicotomia em redor da possibilidade ou não de gestão da cultura .” (Costa, 2003, p. 120). </li></ul>
    16. 16. <ul><li>“ Cultura da organização” </li></ul><ul><li>Deal e Kennedy assim como Peters e Waterman são alguns dos defensores de cultura no singular, a existência de uma cultura forte e única que domine toda a estrutura organizacional de forma coesa, centrada num único pólo em que os seus membros pensam da mesma forma , deparam-se com os mesmos problemas e escolhem soluções idênticas. </li></ul><ul><li>Por outro lado, aparecem os autores que defendem a existência de culturas, subcultura e contraculturas, como é o caso do autor Van Maanen e Barley . Neste caso a estrutura da organização integra grupos diferenciados o que leva a existência de conflitos o que é bom porque pode originar interesses distintos assim como formas de interpretação e reacção diferentes para a mesma situação. </li></ul>
    17. 17. (Costa, 2003, p. 120).
    18. 18. Figura 3. Questões sobre Gestão da Cultura
    19. 19. <ul><li>Em relação à questão da cultura e de acordo com análise feita por Adelino Gomes 5 , que aqueles que acham que a cultura é gerivel, são os que defendem a cultura como sendo algo que é possível manipular. Do lado contrário encontram-se aqueles que afirmam que a cultura não se pode mudar ou manipular. </li></ul><ul><li>Segundo Gomes podemos reconhecer que nem toda a cultura é gerivel. </li></ul><ul><li>A tentativa de canalizar não é fácil, porque para uns, cultura significa um modelo de análise interpretativa da realidade organizacional, para outros, consiste num instrumento ao serviço da gestão das organizações. </li></ul>5. Jornalista Português. Nasceu em Leiria a 1944.
    20. 20. <ul><li>Deal e Kennedy argumentam que os grandes lideres são aqueles que se afastam dos padrões tradicionais de gestão e que conseguem perceber e gerir a cultura, construi-la, molda-la e altera-la. </li></ul><ul><li>Segundo Shein, liderança é a capacidade de fazer sair a cultura criada pelo líder, e que cria processos de mudança mais adaptativos à realidade, assumindo assim um papel fundamental na difusão e modificação da cultura. </li></ul><ul><li>Na perspectiva de Strategor , o líder é visto como o principal responsável, que possui um visão futurista devendo indicar o caminho a seguir, </li></ul>
    21. 21. 3. Cultura Organizacional e a Organização Escolar
    22. 22. <ul><li>Nas organizações empresariais a liderança é geralmente vista como o processo de levar um grupo a agir de acordo com os objectivos do líder, enquanto que no meio escolar os propósitos do líder são partilhados. </li></ul><ul><li>Segundo John Gardner , o bom líder é aquele que arrasta seguidores que julgam que este consegue ir de encontro com todas as suas necessidades. </li></ul><ul><li>Dentro da escola, os líderes não só têm propósitos partilhados, mas também obrigações morais. </li></ul>
    23. 23. <ul><li>A escola sendo uma organização cultural pode beneficiar dos estudos realizados sobre a organização cultural das empresas, embora os objectivos que levam a acção sejam diferentes. </li></ul><ul><li>Investigações e estudos em organização e administração escolar vieram contribuir para a introdução de novas formas de abordar a realidade social existente na escola. </li></ul><ul><li>Segundo Greenfield, as organizações, não têm uma realidade ontológica, mas sim ideias, crenças e artefactos culturais. </li></ul><ul><li>As escolas que desenvolvem uma cultura organizacional própria são aquelas que são consideradas as &quot;melhores&quot;, porque deste modo conseguem construir a sua própria identidade e autonomia. </li></ul>
    24. 24. <ul><li>Costa, Jorge A. (2003). Imagens Organizacionais da Escola . Edições ASA, (3ª Edição). </li></ul><ul><li>Bento, António V. (2008/2009). Administração e gestão escolar . Universidade da Madeira. </li></ul><ul><li>Fleury, Tereza L. e Sampaio, Jáder R. (2002). Uma Discussão Sobre Cultura Organizacional. Consultado a 16 de Abril 2010. Disponível em: http://www.google.com/books?hl=ptPT&lr=&id=Q8s5GGjL88C&oi=fnd&pg=PA283&dq=edgar+schein+artefatos&ots=mHuW2Hr6kn&sig=kxh1xjRF2zr09VW3fb0jxJlcg#v=onepage&q=edgar%20schein%20artefatos&f=true </li></ul><ul><li>Consultado a 17 de Abril 2010. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=1FrP4KkEJ8I </li></ul><ul><li>Carvalho, Renato G. Cultura global e contextos locais: a escola como instituição possuidora de cultura própria. Revista Iberoamericana de Educación (ISSN: 1681-5653) </li></ul><ul><li>Consultado a 17 de Abril 2010. Disponível em: http://www.rieoei.org/deloslectores/1434GilGomes.pdf </li></ul>
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