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Grupo Maria - Introdução e Escola como Empresa

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  • Público-alvo : aqueles que dedicam especial atenção às questões da organização e administração das escolas. Porquê estas imagens e não outras? Porque estas conseguem de uma forma geral abranger todo o aspecto teórico.
  • Para a o desenvolvimento da escola como a temos hoje, como instituição estatal esta passou por várias alterações, iniciando-se através da instituição familiar, passando pela militar e posteriormente pela religiosa.
  • 7 Investigadores : Ellstrom (2000), Bolman e Deal, Husén e Postlethwaite, Sergiovanni, Bush, Borrel e England O que chamamos de imagens organizacionais da escola.
  • A escola tem vindo a tornar-se objecto de estudo culminante, por parte dos investigadores, na área das ciências da educação.
  • Decreto de lei sobre a autonomia – primeira vez que surgiu
  • Paginas importantes: 32 e 33 Há vários pontos de vista!
  • Os mesmos conteúdos programáticos são iguais para todos os alunos métodos de ensino uniformizados Procura-se a constituição de agrupamentos homogéneos de alunos com base quer na idade cronológica, quer no nível de instrução, de modo a conseguir turmas iguais. Como na produção industrial em cadeia, cada professor molda durante um período de tempo uma faceta do produto “aluno” Pouca diversificação e utilização de matérias didácticos A mesma localização das salas de aulas ( espaço didáctico) Divididos ao minuto, os dias mantêm-se inalteráveis (planificação anual) Realização periódica provas e exames O professor é um agente de manutenção da disciplina organização hierarquia e centralizada da escola ( director) Escola fechada ao meio

Grupo Maria - Introdução e Escola como Empresa Grupo Maria - Introdução e Escola como Empresa Presentation Transcript

  • Centro de Competências de Ciências Sociais Curso de 1.º Ciclo em Ciências da Educação Unidade Curricular: Gestão de Projectos Ano lectivo -2009/2010 –2ºAno –2.º Semestre Docente Nuno Fraga  
    • Elementos do grupo:
    • Ana Freitas
    • Bárbara Silva
    • Carolina Fernandes
    • Catherine Barreto
    • Maria Pestana
    • Introdução
    • A escola, uma organização com várias imagens
    • A escola como organização: macrotendência na investigação educacional
    • Capitulo 1 – A Escola como Empresa
    • Antecedentes teóricos
    • A escola - empresa educativa
    • O livro encontra-se estruturado em seis capítulos correspondentes ás diferentes visões da escola no que concerne á organização, nomeadamente:
        • escola como empresa;
        • escola como burocracia;
        • escola como democracia;
        • escola como arena política;
        • escola como anarquia;
        • escola como cultura.
    Fig.1 Escola estilo empresarial
    • Ao longo do livro está latente a ideia da inexistência de um único modelo organizacional, porém o conhecimento dos vários modelos existentes permitirá uma visão mais abrangente da escola.  A obra está em aberto, isto é, “ sem conclusão ” para que “possamos entender a proposta como um roteiro provisório, em construção e, portanto, potenciador de itinerários alternativos ”.
    (Costa, 2003, p. 8) (Costa, 2003, p. 8)
  • Dimensão social : “A educação é a acção exercida, pelas gerações adultas, sobre as gerações que não se encontram ainda preparadas para a vida social (…)” (Durkheim citado por Costa, 2003, p.9)
    • Individual
    • Social
    • Organizacional
    Educação
    • Dimensão organizacional : “ (…) consiste na concretização e materialização da educação organizada num espaço próprio (…) (escola).”
    • (López citado por Costa, 2003, p.9)
      • A escola encontra-se então na sociedade ocidental a instituição responsável pela transmissão de linguagem; divisão do trabalho e pela formação das classes dominantes.
      • A escola como organização, tendo por base as diversas definições de organização dos seguintes autores: Etzioni, Worsley, Muñoz e Roman, trata-se de uma tarefa simples e ao mesmo tempo complexa.
    • “ As organizações são unidades sociais intencionalmente construídas e reconstruídas, a fim de atingir objectivos específicos.”
    • ( Etzioni citado por Costa, 2003, p.11 )
    • “ (…) geralmente, salientam que as organizações são corpos, que persistem no tempo, e que são estruturados especialmente para atingir fins específicos.”
    • (Worsley citado por Costa, 2003, p.11)
    • Os cinco elementos fundamentais do conceito de organização, segundo Muñoz e Roman:
      • “ Composição: indivíduos e grupos inter-relacionados;
      • Orientação para objectivos e fins;
      • Diferenciação de funções;
      • Coordenação racional intencional;
      • Continuidade através do tempo” ( C itado por Costa, 2003, p.11)
    • - As definições anteriormente apresentadas interligam-se na medida em que pretendem atingir objectivos e fins específicos, porém distanciam-se pelo facto assumirem conotações diferenciadas em função do contexto em que são aplicadas.
    • “ (…) difícil encontrar um definição de organização que não seja aplicável a escola”.
    • (Licínio Lima citado por Costa, 2003, p.12)
    • - O que o autor pretende dizer é que apesar de existirem diferentes métodos organizacionais que podem ser aplicados à escola, não existindo um único método capaz de ser eficiente na sua totalidade terá de haver um conhecimento holístico das teorias organizacionais.
    • Após a realização de uma reunião de sete investigadores ( Ellstrom (1984), Bolman e Deal (1991), Husén e Postlethwaite (1985), Sergiovanni (1986), Bush (1986), Borrel (1989) e England (1989)) do campo educacional estes sistematizaram seis diferentes formas de ver a organização escolar:
    • A escola como empresa.
    • A escola como burocracia.
    • A escola como democracia.
    • A escola como arena política.
    • A escola como anarquia.
    • A escola como cultura.
    Fig.2 Aulas
    • Outras imagens organizacionais:
    • Escola como fotocópia.
    • Escola como prisão.
    • Escola como reconstrutora.
    • - Deste modo há uma necessidade de investir na procura de um modelo organizacional eficaz e versátil, através de contributos pluridisciplinares com intuito de alcançar uma escola eficiente transformando a escola como organização numa Macrotendência.
  • II. Escola como organização: Macrotendência na investigação educacional Anos 50 Anos 50/60 Anos 60/70 Anos 70/80 Anos 80/90 Ênfase no individuo aluno Preocupa-se com as interacções do processo educativo Acentua o processo educativo Enfoque na turma- sala de aula Escola - Organização (António Nóvoa citado por Costa, 2003, p.19)
  • Curiosidade: Foi nesta altura que surgiram os estudos de Paulo Freire e Michael Apple.
  • Escola – Organização -80/90 “ A valorização da escola-organização implica a elaboração de uma nova teoria curricular e o investimento dos estabelecimentos de ensino como lugares dotados de margens de autonomia ”. (António Nóvoa citado por Costa, 2003, p.19) - O autor tem por objectivo: “ (…) com a publicação deste livro, contribuir para uma maior visibilidade da realidade escola-organização e para uma melhor clarificação dos processos organizacionais presentes nos contextos educativos”. (Costa, 2003, p.23) L.B.S.E : Decreto de lei de 1989
    • Conjunto de características que concebem a escola como empresa:
    • Estrutura organizacional hierárquica.
    • Divisão de trabalho e especialização.
    • Ênfase na eficiência e na produtividade.
    • Planificação e identificação dos objectivos.
    • One best way .
    • Uniformização.
    • Individualização do trabalho.
    • - Ao concebermos a escola como empresa transpomos os princípios de Frederick Taylor para a escola, assim sendo o aluno passa a ser tratado como a matéria prima que tem de ser processada e moldada, para responder às necessidades da sociedade.
    Fig. 3 Frederick Taylor
    • - O sucesso das ideias e princípios direccionados para a organização do trabalho de Frederick Taylor valeram-lhe o galardão de uma figura marcante na história da administração cientifica e a sua metodologia designada por taylorismo foi pioneira na construção organizacional das primeiras escolas.
    • As cinco etapas da organização do trabalho propostas por Taylor:
    • Tempo-padrão;
    • Uniformização;
    • Divisão e selecção de trabalho;
    • Especialização das funções;
    • Controlo e incentivos salariais.
    Fig. 4 relógio
    • Outro autor importante nos antecedentes históricos foi Henri Fayol que em relação a Taylor “procurou outra coisa completamente diversa; pretendia identificar e partilhar as chaves para uma administração eficaz da organização no seu todo”.
    • (Hampton citado por Costa, 2003, p.28)
    • Fayol descreveu leis e princípios de administração:
    • Divisão do trabalho;
    • Autoridade e responsabilidade;
    • Disciplina;
    • Unidade de comando;
    • Unidade de direcção
    • (…)
    Fig.5 Sala de aula
  • “ A visão produtiva da escola acentua a importância da eficácia e da eficiência: planificação precisa e ajustada, direcção por objectivos, controlo minucioso da qualidade, selecção e promoção do pessoal directivo e docente.” (Muñoz e Roman citado por Costa, 2003, p.31) - A Escola-Empresa é uma escola que põe em prática os princípios da administração cientifica sendo também uma metodologia que divide a comunidade educativa, gerando conflito, deste modo, a imagem de escola é constantemente abordada sob vários pontos de vista.
  • Analogia – Escola/Empresa
    • Licínio Lima enquadra esta analogia em quatro dimensões:
    • 1. “A administração da escola não é diferente da administração
    • de outras organizações”.
    • 2. Comparação entre o funcionamento empresarial e escolar.
    • 3.“(…) recusam a utilização desta imagem criticando a
    • comparação entre a escola e a empresa”.
    • 4. Analogia Escola–Empresa não defende na sua
    • 5. totalidade os princípios subjacentes.
    Fig. 6 charlin chapilm Fig. Escola / empresa
    • Martín- Moreno expõe os princípios que estão no cerne de uma escola de tipo taylorista: (pp.33-34)
    • “ Uniformidade curricular.
    • Metodologias dirigidas para o ensino colectivo.
    • Agrupamentos rígidos e alunos.
    • Posicionamento insular dos professores.
    • Escassez de recursos materiais.
    • Uniformidade dos espaços educativos.
    • Uniformidade de horários.
    • Avaliação descontínua.
    • Disciplina formal.
    • Direcção unipessoal.
    • Insuficientes relações com a comunidade.”
    • - Em suma, a imagem da escola como empresa foi primordial no percurso da construção organizacional, não deixando esquecendo o imprescindível contributo da teoria da administração cientifica desenvolvida por Frederick Taylor.
  • Anexos:
    • http://www.youtube.com/watch?v=M_bvT-DGcWw&feature=fvst
    • http://www.youtube.com/watch?v=XFXg7nEa7vQ&feature=related
    • COSTA; Jorge Adelino; “ Imagens Organizacionais da Escola ”; Edições ASA; 3.ª edição; Porto; 2003;pp.7-23;25-38.
    • Site de imagens:
      • SETIMANISTAS JAIME http://setimanistasjaimemoniz7778.blogspot.com/2007_10_01_archive.html
      • http:// sol.sapo.pt / blogs /lita1975/ archive /2008/07/28/ Segunda-Feira.aspx
      • http://jornal.publico.clix.pt/imagens.aspx/10417?tp=EI&db=IMAGES
      • www.blogdovestibapucpr.com.br/?p=1088
      • http://ofca.com.br/artigos/2010/03/31/310310-trabalho-e-vida-em-tempos-modernos/
  • (R. Buyse citado por Costa, 2003, p. 36)
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