Docente:  Dr. Nuno Fraga   Discentes: Anabela Gomes Cátia Teixeira Hilda Brito   João Neves Piedade Freitas Centro de Comp...
CAPÍTULO IV – A ESCOLA COMO ARENA POLÍTICA Imagem nº 1
<ul><li>Arena – “(...) lugar de contenda; campo de discussão; (...) anfiteatro.”  (Moreno, 1971, p. 137). </li></ul><ul><l...
<ul><li>“ Quando olhamos para os processos complexos e dinâmicos que ocorrem hoje em dia no campus, não vemos, nem os aspe...
<ul><li>“ O desenvolvimento da imagem da escola como  arena política  (...)” (Costa, 2003, p. 73) demonstra a existência d...
<ul><li>A perspectiva micropolítica da escola, é de pendor marcadamente sociológico. </li></ul><ul><li>As teorias de confl...
<ul><li>Segundo  Hoyle (1988) , “Os elementos principais da micropolítica: poder, coligações, estratégias e interesses têm...
<ul><li>A análise micropolítica surge como o melhor estudo para entender a  arena política , sendo as escolas os espaços p...
ESCOLA Miniatura dos sistemas políticos globais actores interesses individuais ou grupais estratégias poderes influências ...
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<ul><li>A   conflitualidade de interesses :  devido à heterogeneidade de indivíduos, cada um com interesses próprios; </li...
<ul><li>INTERESSES </li></ul><ul><li>A micropolítica dá mais ênfase aos indivíduos e menos à colectividade. </li></ul><ul>...
<ul><li>CONFLITO </li></ul><ul><li>A diversidade de interesses, leva a situações de conflito, sendo estas naturais e inevi...
<ul><li>“ Considero as escolas (...) campos de luta, divididas por conflitos em curso ou potenciais entre os membros, frac...
<ul><li>PODER </li></ul><ul><li>Nesta Imagem Organizacional da  Arena Política , o poder assume um lugar primordial, pois ...
<ul><li>Entre os diversos actores escolares (gestores e professores), são os directores que merecem destaque, por terem à ...
<ul><li>NEGOCIAÇÃO </li></ul><ul><li>As decisões na  Arena Política , resultam de complexos processos de negociação e comp...
<ul><li>O director “(...) aponta a distribuição dos recursos materiais, a promoção dos professores, o aumento da auto-esti...
Do ponto de vista de  Blase (1991) , “A micropolítica refere-se à utilização do poder formal e informal pelos indivíduos e...
<ul><li>No campo das reformas educativas, a obra deste autor constitui um marco fundamental em Portugal, baseando-se na in...
<ul><li>Este autor centrou o estudo nas disfunções organizacionais das escolas secundárias públicas, onde “(...) a escola ...
Diante do trabalho apresentado, corroboramos que todos os factos sociais que ocorrem no exterior de uma instituição escola...
Não obstante, a visão que reina é a de uma escola fraca, doente, parcelada e hierarquizada, onde o  INTERESSE , o  CONFLIT...
Imagem nº 6
<ul><li>Costa, J. A. (2003),  Imagens Organizacionais da Escola , ASA Editores, S.A., Porto, 3ª edição. </li></ul><ul><li>...
Imagem nº 3 Consultado a 12-04-2010 às 23:02 Blog  wordpress.com (s/d),  luta antimanicomial, disponível em http://capsiuf...
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  • Aqui, vamos relacionar tanto a arena como a política com a escola.
  • Todos os factos sociais que ocorrem no exterior da instituição escolar, influenciam consideravelmente o funcionamento da escola. No entanto, essa crise social importada faz com que, por sua vez, dentro da escola se vivam tumultos e não tenhamos a visão da escola UMA COMO UM TODO mas sim uma visão parcelada e hierarquizada, onde o INTERESSE, o CONFLITO, o PODER e NEGOCIAÇÃO são uma constante.
  • As palavras que estão de outra cor, são palavras-chave, para entendermos melhor esta imagem organizacional da escola e que falaremos melhor a seguir.
  • Há diferentes grupos sociais com respectivos processos de dominação e de divisão social.
  • Ciências Sociais: Socio-psicologia, Teoria – política e sociologia. Hoyle destaca 3 grupos de investigadores liderados por March, Crozier e Bacharach.
  • Pois as escolas é onde decorrem processos de confrontação e negociação tendo por base os interesses e as estratégias de poder, adoptadas pelos diversos grupos.
  • APESAR DA ESCOLA SER VISTA COMO UMA MINIATURA DOS SISTEMAS POLÍTICOS GLOBAIS É UMA REALIDADE SOCIAL COMPLEXA, ONDE OS ACTORES ESTÃO NO CENTRO DAS CONTENDAS, TÊM AS SUAS PRÓPRIAS ESTRATÉGIAS, PODERES E INFLUÊNCIAS, DESENCADEANDO SITUAÇÕES DE CONFLITO, COLIGAÇÃO E NEGOCIAÇÃO COM VISTA A ATINGIR OS SEUS OBJECTIVOS.
  • Recursos, são as instalações, o equipamento, o pessoal, o dinheiro, o capital cultural e o know-how.
  • Interesses: formam-se grupo com proximidade de interesses
  • Se houver situações de conflito, os professores podem fazer uso dos seus poderes: o poder físico, o poder remunerativo, o poder pessoal, o poder cognoscitivo (aquele que conhece), o poder normativo e o poder autoritário.
  • Estas quatro ideias-chave, levam-nos a concluir que em princípio surgem os interesses individuais ou de um grupo, levando-os a um conflito pela sua divergência. Estas situações conflituais, são ganhas por quem tem mais fatia de poder , levando-os a terem mais vantagens na mesa das negociações .
  • Este autor pretende mostrar a ligação do funcionamento interno das escolas como estão relacionadas com o contexto social e político mais vasto.
  • As perspectivas dos diferentes actores apresentados assemelham-se no seu conteúdo e objectivos. – proporcionar uma APZ rica, apropriada em conteúdos e significativa para que os alunos prevejam a importância do ensino no seu futuro, para que percebam qual é o seu lugar na escola e na sociedade da qual fazem parte.
  • Todos os factos sociais que ocorrem no exterior da instituição escolar, influenciam consideravelmente o seu funcionamento. Se houver situações de conflito, os professores podem fazer uso dos seus poderes: o poder físico, o poder remunerativo, o poder pessoal, o poder cognoscitivo (aquele que conhece), o poder normativo e o poder autoritário. No entanto, essa crise social importada faz com que, por sua vez, dentro da escola se vivam tumultos e não tenhamos a visão da escola COMO UM TODO mas sim uma visão parcelada e hierarquizada, onde o INTERESSE, o CONFLITO, o PODER e a NEGOCIAÇÃO são uma constante. As perspectivas dos diferentes autores apresentam semelhanças no seu conteúdo e objectivos. – proporcionar uma APZ rica, apropriada e significativa em conteúdos para que os alunos prevejam a importância do ensino no seu futuro, para que percebam qual é o seu lugar na escola e na sociedade da qual fazem parte.
  • Grupo Anabela - Escola como Arena Política

    1. 1. Docente: Dr. Nuno Fraga   Discentes: Anabela Gomes Cátia Teixeira Hilda Brito João Neves Piedade Freitas Centro de Competências de Ciências Sociais Departamento de Ciências da Educação Ciências da Educação – 1º Ciclo Ano Lectivo de 2009/2010 2º Ano/2º Semestre Unidade Curricular: Gestão de Projectos em Educação
    2. 2. CAPÍTULO IV – A ESCOLA COMO ARENA POLÍTICA Imagem nº 1
    3. 3. <ul><li>Arena – “(...) lugar de contenda; campo de discussão; (...) anfiteatro.” (Moreno, 1971, p. 137). </li></ul><ul><li>Política – “Arte de governar um povo ou nação; arte de dirigir as relações entre os Estados (...)”. (Moreno, 1971, p. 1103). </li></ul>
    4. 4. <ul><li>“ Quando olhamos para os processos complexos e dinâmicos que ocorrem hoje em dia no campus, não vemos, nem os aspectos formais e rígidos da burocracia, nem os elementos calmos e consensuais de um colégio académico. (…) se os tumultos dos alunos danificam o campus, se os professores formam sindicatos e entram em greve, se os administradores defendem as suas posições tradicionais e se os grupos de interesses externos e governantes irados invadem os átrios académicos, então estes actos devem ser vistos como políticos.” (Costa, 2003, p. 73 citando Baldridge, 1989) </li></ul>
    5. 5. <ul><li>“ O desenvolvimento da imagem da escola como arena política (...)” (Costa, 2003, p. 73) demonstra a existência de uma importante mudança a nível organizacional da escola. </li></ul><ul><li>Nesta organização há que salientar a escola como sendo um sistema político em miniatura, onde existe: </li></ul><ul><ul><li>pluralidade e heterogeneidade de indivíduos; </li></ul></ul><ul><ul><li>objectivos e interesses próprios; </li></ul></ul><ul><ul><li>conflito e luta pelo poder ; </li></ul></ul><ul><ul><li>negociação . </li></ul></ul>
    6. 6. <ul><li>A perspectiva micropolítica da escola, é de pendor marcadamente sociológico. </li></ul><ul><li>As teorias de conflito, tentam mostrar os problemas dos diferentes grupos sociais e respectivos processos de dominação e de divisão social. </li></ul><ul><li>No campo de ciência política, estuda a distribuição do poder e sua influência nas comunidades. </li></ul><ul><li>No âmbito da teoria organizacional (teoria comportamental), investiga o comportamento dos grupos, dentro das organizações. </li></ul>
    7. 7. <ul><li>Segundo Hoyle (1988) , “Os elementos principais da micropolítica: poder, coligações, estratégias e interesses têm sido o alvo central dos estudos de um variado número de disciplinas das ciências sociais.” (Costa, 2003, p. 76). </li></ul><ul><li>March (1974) , Crozier (1977) e Bacharach (1988) “(…) recusaram a concepção homogénea, racional e consensual da organização e avançaram para uma visão da realidade organizacional onde a homogeneidade cedeu o lugar à heterogeneidade e a harmonia foi usurpada pelo caos.” (Costa, 2003, p. 77). </li></ul><ul><li>Para Pfeffer (1981), a incerteza e a divergência , são características das organizações devido à existência de diversos actores com diferentes ideologias. </li></ul>
    8. 8. <ul><li>A análise micropolítica surge como o melhor estudo para entender a arena política , sendo as escolas os espaços privilegiados para a aplicação desta Imagem Organizacional . </li></ul>Escola é o local onde decorrem processos de confrontação e negociação tendo por base os interesses e as estratégias de poder, adoptadas pelos diversos grupos.
    9. 9. ESCOLA Miniatura dos sistemas políticos globais actores interesses individuais ou grupais estratégias poderes influências conflitos coligações negociações atingir objectivos
    10. 10. <ul><li>Peter Gronn (1986) defende quatro grandes factores que justificam a escola como Arena Política : </li></ul><ul><li>A escassez de recursos : os diferentes grupos dificilmente estão de acordo sobre a necessidade, quantidade, a utilização e a eficiência desses recursos; </li></ul><ul><li>A diversidade ideológica : cada actor tem diferentes crenças, atitudes e concepções acerca da realidade e objectivos escolares; </li></ul>
    11. 11. <ul><li>A conflitualidade de interesses : devido à heterogeneidade de indivíduos, cada um com interesses próprios; </li></ul><ul><li> As diferenças de personalidade : cada ser humano vai formando a sua personalidade ao relacionar-se com o meio social que o identifica como pessoa única. </li></ul>Imagem nº 2
    12. 12. <ul><li>INTERESSES </li></ul><ul><li>A micropolítica dá mais ênfase aos indivíduos e menos à colectividade. </li></ul><ul><li>As pessoas são os elementos activos e procuram realizar os seus interesses através das organizações. </li></ul><ul><li>Em grupo, conseguem atingir melhor os seus objectivos, sempre sujeitos a mutações. </li></ul><ul><li>“ Os interesses dos grupos passam, assim, a dominar a tomada de decisões nas organizações escolares.” (Costa, 2003, p. 82). </li></ul>
    13. 13. <ul><li>CONFLITO </li></ul><ul><li>A diversidade de interesses, leva a situações de conflito, sendo estas naturais e inevitáveis e até benéficas para uma saudável mudança organizacional. </li></ul><ul><li>Há que ter em atenção que a conflitualidade não só existe dentro da escola como também advém do meio ambiente circundante. </li></ul>
    14. 14. <ul><li>“ Considero as escolas (...) campos de luta, divididas por conflitos em curso ou potenciais entre os membros, fracamente coordenadas e ideologicamente diversas (...) [sendo necessário] (...) conseguir uma compreensão de tais conflitos.” (Costa, 2003, p. 83 citando Ball, 1989). </li></ul>Imagem nº 3
    15. 15. <ul><li>PODER </li></ul><ul><li>Nesta Imagem Organizacional da Arena Política , o poder assume um lugar primordial, pois “(...) os interesses individuais e grupais desenvolvem-se e afirmam-se em função do poder dos respectivos representantes.” (Costa, 2003, p. 83). </li></ul><ul><li>Há dois tipos de poder: o poder de autoridade que corresponde ao poder formal, pertencente à estrutura hierárquica da organização e o poder de influência , que consiste no poder informal que pode ser visto “(...)como o carisma, o conhecimento, a experiência pessoal ou o controlo dos recursos.” (Costa, 2003, p. 83). </li></ul>
    16. 16. <ul><li>Entre os diversos actores escolares (gestores e professores), são os directores que merecem destaque, por terem à disposição cinco formas de poder : “o poder de posição oficial , o poder de especialista , o poder pessoal , o poder de controlo das recompensas e o poder coercivo .” (Costa, 2003, p.84) </li></ul>Imagem nº 4
    17. 17. <ul><li>NEGOCIAÇÃO </li></ul><ul><li>As decisões na Arena Política , resultam de complexos processos de negociação e compromisso, satisfazendo aqueles que detêm maior poder. </li></ul><ul><li>No entanto mesmo os grupos mais fracos (professores) têm algum poder, podendo este ser negociado com o director como forma de intercâmbio ou troca. </li></ul>
    18. 18. <ul><li>O director “(...) aponta a distribuição dos recursos materiais, a promoção dos professores, o aumento da auto-estima destes, a autonomia e a aplicação flexível das regras.” (Costa, 2003, p. 85). </li></ul><ul><li>Os professores podem oferecer como bens de troca: “a estima ao director, o apoio dos seus objectivos, a opinião sobre a liderança, a conformidade com as regras e a reputação da escola.” (Costa, 2003, p. 85). </li></ul>
    19. 19. Do ponto de vista de Blase (1991) , “A micropolítica refere-se à utilização do poder formal e informal pelos indivíduos e grupos para alcançarem os seus objectivos nas organizações. Em grande medida, as acções políticas resultam das diferenças percebidas entre indivíduos e grupos, articuladas com a motivação para exercer o poder, para influenciar e/ou proteger.” (Costa, 2003, p. 86 citando Blase, 1991).
    20. 20. <ul><li>No campo das reformas educativas, a obra deste autor constitui um marco fundamental em Portugal, baseando-se na investigação empírica dos modelos políticos de “(...) interacção-conflito entre autoridades político - administrativas - directores - professores - pais - alunos (...)”. (Costa, 2003, p. 87). </li></ul>
    21. 21. <ul><li>Este autor centrou o estudo nas disfunções organizacionais das escolas secundárias públicas, onde “(...) a escola foi entendida como um sistema político onde diferentes clientelas com interesses e estratégias díspares interagem e influenciam os decisores de modo a obterem decisões e acções favoráveis.” (Costa, 2003, p. 87). </li></ul>
    22. 22. Diante do trabalho apresentado, corroboramos que todos os factos sociais que ocorrem no exterior de uma instituição escolar influenciam, significativamente, o funcionamento da escola. A crise social importada (Formosinho, 1992) faz com que dentro da escola se vivam tumultos, propiciando que não tenhamos uma visão da escola COMO UM TODO , ESCOLA COMO UNA (quanto muito uma utopia) onde todos os membros juntam esforços por um objectivo comum, o objectivo fulcral capaz de alterar a realidade de uma sociedade, a consistência de uma nação. Considerações finais
    23. 23. Não obstante, a visão que reina é a de uma escola fraca, doente, parcelada e hierarquizada, onde o INTERESSE , o CONFLITO , o PODER e a NEGOCIAÇÃO prevalecem, regra geral, acima de qualquer outro ideal. Imagem nº 5
    24. 24. Imagem nº 6
    25. 25. <ul><li>Costa, J. A. (2003), Imagens Organizacionais da Escola , ASA Editores, S.A., Porto, 3ª edição. </li></ul><ul><li>Formosinho, J. (1992), Administração e Organização Escolar (documento não divulgado) </li></ul><ul><li>Moreno, A. (1971), Dicionário Complementar da Língua Portuguesa , Editora Educação Nacional, Porto, 8ª edição. </li></ul><ul><li>Imagem nº 1 Consultada a 09/04/2010 às 21:30 Grupo Editorial Summus (s/d) Erro e fracasso da escola nova, disponível em http://www.gruposummus.com.br/ </li></ul><ul><li>Imagem nº 2 Consultada a 12-04-2010 às 22:o1 Blog wordpress.com (s/d), Faces, disponível em http://daniellavirmes.files.wordpress.com/2009/07/faces-2-port.jpg </li></ul>
    26. 26. Imagem nº 3 Consultado a 12-04-2010 às 23:02 Blog wordpress.com (s/d), luta antimanicomial, disponível em http://capsiufam.files.wordpress.com/2009/05/luta-antimanicomial.jpg Imagem nº 4 Consultado a 12-04-2010 às 22:32 4.bp.blogspot (s/d), SehqoRcofeI, disponível em http://4.bp.blogspot.com/_RUY-O9_AYz0/SehqoRcofeI/AAAAAAAAAEA/0xTkitLhJmc/s400/as. http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://4.bp.blogspot.com Consultado a 12-04-2010 às 22:19- imagem nº 5. Imagem nº 6 Consultado a 09/04/2010 às 21:55-imagem nº6, Distrital de Braga, Parlamento , disponível em http://ppdistritalbraga.blogs.sapo.pt/arquivo/parlamento.jpg
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