Redes Internacionais de Pesquisadores

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Apresentação de Professor Carlos Medicis Morel no âmbito do debate “Redes Internacionais de Pesquisadores e Redes Sociais na Internet”, que ocorreu no dia 17 de novembro de 2011.

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Redes Internacionais de Pesquisadores

  1. 1. Redes Internacionais de Pesquisadores Carlos Medicis Morel Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS) Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
  2. 2. Tópicos desta apresentação• A nova “ciência das redes”• Redes de Inovação em Saúde – “Innovative Developing Countries” (IDCs) – Parcerias para o Desenvolvimento de Produtos (PDPs)• Redes de co-autorias científicas – Gestão para o planejamento estratégico de atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação
  3. 3. A nova ciência das redesINTRODUÇÃO
  4. 4. A nova ‘ciência das redes’• The new ‘science of networks’ – Fase inicial, a partir dos anos 30: redes sociais – Final dos anos 90: descobertas fundamentais por matemáticos estudando sistemas complexos • Watts DJ, Strogatz SH: Collective dynamics of `small- world networks. Nature 1998, 393:440-442 • Barabasi A-L, Albert R: Emergence of Scaling in Random Networks. Science 1999, 286:509-512.
  5. 5. Leituras iniciais sugeridas para nós, ‘não matemáticos’
  6. 6. Livros sobre o desenvolvimento histórico e análise de redes sociais
  7. 7. Análise de redes sociais e seu impacto econômico e social
  8. 8. Para os que quiserem se aventurar mais fundo nesta nova ciência
  9. 9. Países em Desenvolvimento Inovadores (IDCs, Innovative Developing Countries)Parcerias para o Desenvolvimento de Produtos (PDPs)REDES DE INOVAÇÃO EM SAÚDE
  10. 10. Redes de inovação em saúde(Morel et al, Science 309:401-404, 2005) 10
  11. 11. “Here we highlight a complementary and increasingly important means to improve health equity: the growingability of some developing countries to undertake health innovation.”
  12. 12. Redes de inovação em saúde• 1994: Rede Genoma de Parasitos• 2000: Rede dos Produtores de Vacinas de Países em Desenvolvimento – Brasil, Cuba, China, Índia, Indonésia, México• 2001: Iniciativa Sul-Sul para Pesquisa em Doenças Tropicais – TDR: Grupos de pesquisa na América Latina, Ásia e África• 2003: Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (IBAS)• 2004: Rede de Tecnologia em HIV/AIDS – Brasil, China, Cuba, Nigéria, Rússia, Tailândia, Ucrânia• 2004: Rede de Agencias Reguladores de Vacinas dos Países em Desenvolvimento / OMS – Brasil, China, Cuba, Índia, Indonésia, Rússia, África do Sul, Coréia e Tailândia
  13. 13. Parasite Genome Network Planning MeetingFIOCRUZ, Rio de Janeiro, 14-15 April 199440 scientists and 5 representatives WHO & PAHO
  14. 14. Parasite Genome Network Planning Meeting FIOCRUZ, Rio de Janeiro, 14-15 April 1994 40 scientists and 5 representatives WHO & PAHO 34 38 39 36 41 40 25 30 29 31 32 33 35 37 20 22 24 26 2819 21 23 27 13 15 17 10 12 16 11 18 14 9 7 1 8 2 3 4 5 6
  15. 15. Parasite Genome Network Planning Meeting Tritryp genomes FIOCRUZ, Rio de Janeiro, 14-15 April 1994 2005 40 scientists and 5 representatives WHO & PAHO1 Wim Degrave 9 Javid Hashmi 17 Barbara Papadopoulou 25 Jennifer Blackwell 33 Val Sheffield2 Hooman Momen 10 Antonio Gonzalez 18 Patrick Bastien 26 Farrokh Modabber 34 Phelix Majiwa3 Gabriel Grimaldi 11 Mariano Levin 19 Carlos Frasch 27 Eloi Garcia 35 Andrew Tait4 José Luis Ramirez 12 Denis LePaslier 20 Edson Rondinelli 28 Andrés Ruiz 36 Stephen Beverly5 Elisa Cupolillo 13 Steve Hajduk 21 Deborah Smith 29 Bianca Zingales 37 Theo Baltz6 Carlos Morel 14 Christine Clayton 22 John Swindle 30 Álvaro Moncayo 38 Yara Traub Cseko7 Jorge Arias 15 Nina Agabian 23 Marc Ouellette 31 Kenneth Stuart 39 Diane McMahon-Pratt8 Sara Melville 16 Felix Kuzoe 24 Sergio Pena 32 Daniel Masiga 40 John Donelson 41 Jim Ajioka
  16. 16. Parasite Genome Network Planning Meeting Tritryp genomes FIOCRUZ, Rio de Janeiro, 14-15 April 1994 2005 40 scientists and 5 representatives WHO & PAHO Participants of the Parasite Genome Network Meeting, Fiocruz, Rio de Janeiro, 14-15 April 19941 Wim Degrave 9 Javid Hashmi 17 Barbara Papadopoulou 25 Jennifer Blackwell 33 Val Sheffield2 Hooman Momen 10 Antonio Gonzalez 18 Patrick Bastien 26 Farrokh Modabber 34 Phelix Majiwa3 Gabriel Grimaldi 11 Mariano Levin 19 Carlos Frasch 27 Eloi Garcia 35 Andrew Tait4 José Luis Ramirez 12 Denis LePaslier 20 Edson Rondinelli 28 Andrés Ruiz 36 Stephen Beverly5 Elisa Cupolillo 13 Steve Hajduk 21 Deborah Smith 29 Bianca Zingales 37 Theo Baltz6 Carlos Morel 14 Christine Clayton 22 John Swindle 30 Álvaro Moncayo 38 Yara Traub Cseko7 Jorge Arias 15 Nina Agabian 23 Marc Ouellette 31 Kenneth Stuart 39 Diane McMahon-Pratt8 Sara Melville 16 Felix Kuzoe 24 Sergio Pena 32 Daniel Masiga 40 John Donelson 41 Jim Ajioka Parasite genome paper of participant T. cruzi T. brucei L. major
  17. 17. Parcerias para o Desenvovimento de Produtos (PDPs) e doenças negligenciadas• 1999: Medicines for Malaria Venture, MMV• 2000: Global Alliance for TB Drug Development, “TB Alliance”• 2003: Drugs for Neglected Diseases initiative, DNDi• 2003: Foundation for Innovative New Diagnostics, FIND 17
  18. 18. Quem financia as iniciativas globais ?• TDR – Governos, desde 1975• PDPs – No início • Recursos públicos (ex: DFID, Inglaterra) • Recursos filantrópicos (ex: Fundação Rockefeller) • Outros (ex: Prêmio Nobel da Paz MSF -> DNDi) – Hoje • Maior doador: Bill & Melinda Gates Foundation • Poder público: presença minoritária 18
  19. 19. PDPs hoje• Maiores detentoras de conhecimento em pesquisa e desenvolvimento de novas drogas, medicamentos e vacinas• Após uma década de investimento estão envolvidas com ensaios clínicos fases II e III – Necessidade de mais recursos financeiros – Maior dependência da Fundação B&M Gates 19
  20. 20. MMV: Carteira de projetos de P&D 20
  21. 21. DNDi: Carteira de projetos de P&D 21
  22. 22. TB Alliance e novos regimesterapêuticos contra a tuberculose 22
  23. 23. Parcerias para o Desenvolvimento de Produtos (PDPs) • As PDPs aproximam a academia, a indústria, o setor público e as agências internacionais, formando parcerias de longo prazo, construindo relações de confiança, aproveitando a capacidade de cada ator com vistas a um objetivo comum • Cada PDP se dedica a um objetivo tecnológico, como por exemplo o desenvolvimento de uma vacina contra malária para uso em países em desenvolvimento http://www.dfid.gov.uk/Documents/publications1/hdrc/lssns-pdps-estb-dev-new-hlth-tech-negl-diseases.pdf17/11/2011 23
  24. 24. 25/08/11 C M Morel FESBE 2011 24
  25. 25. REDES DE CO-AUTORIASCIENTÍFICAS
  26. 26. Evolução da exploração científica (Barabási AL (2005) Science 308:639-641) 26
  27. 27. Redes de co-autorias científicas• Trabalhos clássicos – Newman MEJ: The structure of scientific collaboration networks. PNAS 2001, 98:404-409 – Newman MEJ: Coauthorship networks and patterns of scientific collaboration. PNAS 2004, 101:5200-5205• Uma primeira incursão nossa em redes brasileiras em doenças negligenciadas – Morel CM, Carvalheiro JR, Romero CNP, Costa EA, Buss PM: The road to recovery. Nature 2007, 449:180-182.
  28. 28. Morel CM, Carvalheiro JR, Romero CNP, Costa EA, Buss PM: The road to recovery. Nature 2007, 449:180-182.
  29. 29. Total, 2003-2009: R$ 82,445 milhões17/11/2011 29
  30. 30. Doenças negligenciadas: artigos na imprensaTânia Araújo-Jorge: Carlos Morel:Correio Braziliense 17.01.2011 Valor Econômico 01.02.201117/11/2011 30
  31. 31. Doenças promotoras ou perpetuadoras da pobreza • Na área da saúde, uma das ações visa combater o que o governo chama de doenças da extrema pobreza: esquistossomose, hanseníase, helmintíase, malária, tracoma e tuberculose – “Além das questões gerais que atingem a população brasileira como um todo, existem doenças que tanto são consequência da pobreza, particularmente da pobreza extrema, como são perpetuadoras da miséria, na medida em que pioram a exclusão social e diminuem a inserção de pessoas no mercado de trabalho”17/11/2011 31
  32. 32. Abordagem metodológica• Download das referências bibliográficas via Portal CAPES e bases do I.S.I. (únicas bases de dados com endereços de todos coautores)• Harmonização, verificação e ‘thesaurização’ dos autores e endereços institucionais via software Vantage Point [1]• Exportação de matrizes de co-autoria para o software UCINET e visualização e análise das redes pelo software NetDraw [2] 1. http://www.TheVantagePoint.com 2. http://faculty.ucr.edu/~hanneman/nettext/
  33. 33. PLoS Negl Trop Dis 3(8): e501. doi:10.1371/journal.pntd.0000501
  34. 34. Publicações de autores brasileiros nas sete doenças do Programa180160140120100 80 60 Doença de Chagas 40 Leishmanioses Esquistossomose 20 Tuberculose 0 Malaria 2001 Hanseníase 2002 2003 Dengue 2004 2005 2006 2007
  35. 35. Análise de componentes da rede
  36. 36. Análise de “cut-points” da rede
  37. 37. Identificação de instituições “cut-points” no Norte, Nordeste e Centro-Oeste
  38. 38. Código de cores: Norte, Nordeste, Centro-Oeste Instituições estrangeiras Análise da produtividade, 2006-07 10 Instituições que mais publicaram (nº de publicações) Doença de Chagas Dengue Leishmanioses Hanseníase Malaria Esquistossomose Tuberculose 1 Fiocruz/IOC (38) Fiocruz/IOC (20) Fiocruz/IOC(29) Fiocruz/IOC (17) USP/São Paulo (41) Fiocruz/CPqRR (45) UFRJ (13) 2 USP/São Paulo (33) USP/São Paulo (7) USP/São Paulo (24) UFRJ (9) Fiocruz/IOC (12) UFMG (29) UFRGS (10) 3 UFRJ (27) Inst E Chagas, Belem (6) UFMG (22) London Sch Hyg & TropMed (6) Fiocruz/CPqRR (10) Santa Casa Mis. B. Hor. (20) PUC/RS (9) 4 UFMG (24) USP/Rib Preto (6) UFRJ (21) UFPR (6) UFMG (10) UNIFESP (12) USP/São Paulo (8) 5 UNIFESP (20) UFRJ (5) Fiocruz/CPqRR (16) Univ Tubingen (5) FMTAM (10) Univ Glasgow (6) USP/Rib Preto (7) 6 Fiocruz/CPqRR (13) UFPE (5) UFBA (15) USP/São Paulo (5) UFRJ (9) Purdue Univ (3) UNESP/SJ Rio Preto (5) 7 Fiocruz/IBMP (10) Fiocruz/Bio-Manguinhos (5) UFOP (10) Inst Lauro Souza Lima, Bauru (4) UEA (7) Univ Vale Rio Doce (3) Fiocruz/IOC (5) 8 USP/Rib Preto (9) Fiocruz/CPqAM (5) USP/Rib Preto (9) UERJ (4) UNIFESP (6) USP/São Paulo (4) UFES (4) 9 UFF (7) UFBA (4) UNIFESP (9) UFBA (4) UFPA (6) EMBRAPA (2) UNESP/Rio Claro (4)10 Fiocruz/RJ (5) UFF (4) Fiocruz/CPqGM (9) UFES (4) Ctr Univ Nilton Lins, Manaus (5) George Wash Univ (2) Fiocruz/FarManguinhos (4) • A produtividade científica nacional em doenças negligenciadas é pequena quando comparada a grandes áreas (bioquímica; saúde pública; etc.) • Está concentrada em poucas instituições e grupos • Há portanto necessidade de instrumental analítico adicional e de planejamento estratégico de longo prazo para a correta implementação e acompanhamento do Programa d P&D em Doenças Negligenciadas
  39. 39. Código de cores: Norte, Nordeste, Centro-Oeste Instituições estrangeiras Parâmetros complementares 10 Instituições que mais publicaram (nº de publicações) Doença de Chagas Dengue Leishmanioses Hanseníase Malaria Esquistossomose Tuberculose 1 Fiocruz/IOC (38) Fiocruz/IOC (20) Fiocruz/IOC(29) Fiocruz/IOC (17) USP/São Paulo (41) Fiocruz/CPqRR (45) UFRJ (13) 2 USP/São Paulo (33) USP/São Paulo (7) USP/São Paulo (24) UFRJ (9) Fiocruz/IOC (12) UFMG (29) UFRGS (10) 3 UFRJ (27) Inst E Chagas, Belem (6) UFMG (22) London Sch Hyg & TropMed (6) Fiocruz/CPqRR (10) Santa Casa Mis. B. Hor. (20) PUC/RS (9) 4 UFMG (24) USP/Rib Preto (6) UFRJ (21) UFPR (6) UFMG (10) UNIFESP (12) USP/São Paulo (8) 5 UNIFESP (20) UFRJ (5) Fiocruz/CPqRR (16) Univ Tubingen (5) FMTAM (10) Univ Glasgow (6) USP/Rib Preto (7) 6 Fiocruz/CPqRR (13) UFPE (5) UFBA (15) USP/São Paulo (5) UFRJ (9) Purdue Univ (3) UNESP/SJ Rio Preto (5) 7 Fiocruz/IBMP (10) Fiocruz/Bio-Manguinhos (5) UFOP (10) Inst Lauro Souza Lima, Bauru (4) UEA (7) Univ Vale Rio Doce (3) Fiocruz/IOC (5) 8 USP/Rib Preto (9) Fiocruz/CPqAM (5) USP/Rib Preto (9) UERJ (4) UNIFESP (6) USP/São Paulo (4) UFES (4) 9 UFF (7) UFBA (4) UNIFESP (9) UFBA (4) UFPA (6) EMBRAPA (2) UNESP/Rio Claro (4)10 Fiocruz/RJ (5) UFF (4) Fiocruz/CPqGM (9) UFES (4) Ctr Univ Nilton Lins, Manaus (5) George Wash Univ (2) Fiocruz/FarManguinhos (4) Instituições que estão nos "cutpoints " das respectivas Redes de Co-autoria (ordem alfabética) Doença de Chagas Dengue Leishmanioses Hanseníase Malaria Esquistossomose Tuberculose 1 Fiocruz/IBMP Ctr Pq Med Trop, P Velho Fiocruz/ENSP Fiocruz/IOC Ctr Pesq Med Trop, P Velho Case Western Res Univ Fiocruz/IOC 2 Fiocruz/IOC Fiocruz/CPqAM Fiocruz/IOC Fiocruz/RJ Fiocruz/CPqRR CCBi, Maceió Inst TropMed P.Leopold 3 Hosp Anis Rassi Fiocruz/IBMP Fiocruz/IPEC London Sch Hyg&TropMed FMTAM Fiocruz/CPqAM UFES 4 UERJ Fiocruz/IOC Inst. Adolfo Lutz Royal Trop Inst UFBA Fiocruz/CPqRR UFMG 5 UFMG Inst Evandro Chagas UEM Secr Est Saude SP UFJF Inst. Butantan UFRJ 6 UFPE UFMG UERJ UFBA UFMG UFBA UNICAMP 7 UFRJ UFPE UFGO UFCE UFPA UFMG USP/Rib Preto 8 UFSC UFPR UFMG UFPR UFRJ UFRJ USP/São Paulo 9 UFTM UFRJ UFPR UNESP/Botucatu UnB UFTM10 UnB UNIFESP UFRJ USP/São Paulo UNIFESP UNIFESP11 UNICAMP Univ Texas UFRN USP/São Paulo USP/Rib. Preto12 UNIFESP USP/São Paulo UNESP/Araçatuba USP/São Paulo13 USP/Rib Preto UNESP/Jaboticabal14 USP/São Paulo UNICAMP15 USP/Rib. Preto16 USP/São Paulo Instituições brasileiras que aparecem no nível mais alto de k-core (ordem alfabética) Doença de Chagas Dengue Leishmanioses Hanseníase Malaria Schisto Tuberculose 1 Fiocruz/IOC Fiocruz/IOC UFMG Fiocruz/IOC Fiocruz/CPqAM EMBRAPA Fiocruz/IOC 2 Fiocruz/IPEC Secr. Saúde Ceará URFN UERJ Fiocruz/IOC Fiocruz/CPqRR UFRGS 3 Secr. Saúde DF UFRJ Secr. Est. Saude RO Santa Casa Mis B Horizonte 4 URFF UFPE UNIFESP 5 UFRR
  40. 40. Um exemplo usando redes de co-autorias em doença de ChagasANÁLISE ESTRATÉGICA DEEVOLUÇÃO DE REDES
  41. 41. Schmunis (2007) Memórias do Inst. Oswaldo Cruz, Vol. 102(Suppl. I): 75-85 Schmunis & Yadon (2010) Acta Tropica, 115:14-21
  42. 42. Artigos sobre Doença de Chagas e/ou Trypanosoma cruzi, 1945-2008 Fonte: ISI Web of Knowledge Artigos com “Chagas” ou “cruzi” no título
  43. 43. Artigos sobre Doença de Chagas e/ou Trypanosoma cruzi, 1945-2008 Fonte: ISI Web of Knowledge Artigos com “Chagas” ou “cruzi” no título
  44. 44. Evolução de redes brasileiras de co- autorias em doença de Chagas Fonte: ISI Web of Knowledge Artigos com “Chagas” ou “cruzi” no título Amostra II: Amostra I: 177 artigos 174 artigos
  45. 45. Brasil: Rede de co-autorias em doença de Chagas, 1972-1980 (174 artigos) Nota: As instituições em vermelham atuam como “cut-points” da rede
  46. 46. Brasil: Rede de co-autorias em doença de Chagas, 2007 (177 artigos) Nota: As instituições em vermelham atuam como “cut-points” da rede
  47. 47. Análise comparativa destas redes de co-autorias em doença de Chagas Rede I: Década 1970 Rede II: 2007• Rede fragmentada, vários • Rede coesa, um único componentes componente principal• Rede integrada por poucas • Multiplicidade de instituições instituições• Instituições estrangeiras • Instituições nacionais nos atuando como cut-points pontos críticos da rede
  48. 48. Redes e planejamento estratégicoRedes e monitoria de implementação e evoluçãoRedes e papel pró-ativo do DECIT/SCTIE e CNPqCONCLUSÕES E PROPOSTAS
  49. 49. Redes e planejamento estratégico do Programa DECIT/CNPq em DN• O estudo e a análise de redes de co-autorias científicas pode complementar os processos e critérios usuais utilizados para a avaliação, seleção e acompanhamento de projetos em várias etapas e estágios de programas de pesquisa e desenvolvimento – Sua aplicação pode ser particularmente interessante e necessária no campo das doenças negligenciadas
  50. 50. Redes e planejamento estratégico do Programa DECIT/CNPq em DN• Caracterização/visualização dos nós das redes – Instituições: países; universidade/empresa; etc. – Componentes: isolados/integrados; temática• Identificação de instituições e autores em pontos críticos das redes• Identificação de instituições e autores altamente conectados com grupos nacionais e/ou internacionais
  51. 51. Exemplo de visualização de paísesparticipantes (rede dengue 2006-07)
  52. 52. Análise de componentesIdentificação dos Ações, propostas e componentes mecanismos  Análise das linhas de trabalho dos diversos componentes das redes  Estimular a cooperação voluntária entre grupos afins, quebrando o isolamento  Congressos anuais; oficinas e seminários temáticos  Projetos integradores
  53. 53. Rede dengue, autores, 2001-6/7/2008 high dosages dengue hemorrhagic fever social representations control activities dengue vectors (174 autores com 2 ou mais artigos) gamma globulin immunoglobulin serious thrombocytopenia plant vases relationships residents Treatment Sao Paulo State blood donors BRAZIL dengue virus nucleic acid test dengue virus RNA detection development classical dengue fever high-throughput blood screening dengue shock syndrome Honduras liver transplant recipient prototype transcription-mediated liver transplantation amplification assay antiviral activity algal-derived DL-galactan hybrid carrageenans chemical structure Aedes aegypti Meristiella gelidium sulfated polysaccharides apoptosis dengue Control dengue virus fusion peptide Program virus serotype vitro dengue virus infection dengue virus infection dengue transmission energy chargeenvironmental variables HepG2 cell health agents work lipid membrane population adherence membrane fusion spatial analysis metabolism spatial correlation mitochondrial dysfunction oligomerization partition
  54. 54. Análise de pontos críticosIdentificação dos pontos Ações, propostas e críticos mecanismos  Análise dos pontos críticos e sua distribuição nas diversas redes  Fortalecer os mais carentes e estratégicos, evitando a fragmentação das redes e interrupção de parcerias  Fortalecimento institucional e treinamento de pessoal
  55. 55. Análise dos ‘k-core’s Ações, propostas eIdentificação dos ‘k-core’s mecanismos  Análise dos ‘k-core’s de maior nível em todas as redes  Identificar as instituições e grupos mais estruturados e com maior número de colaborações ativas  Apoiar cursos e oficinas de treinamento nessas instituições para demais componentes da rede
  56. 56. Conclusão e propostas• A análise de redes pode gerar subsídios valiosos e inovadores para a gestão do Programa de P&D em Doenças Negligenciadas – Propõe-se sua utilização como ferramenta adicional nas etapas de planejamento estratégico do Programa como um todo, sua implementação, monitoria da evolução e fortalecimento – As informações geradas devem fortalecer as redes e seus componentes estimulando novas parcerias e colaborações voluntárias e não impostas – Deverá complementar, e não substituir, os critérios e mecanismos tradicionais atualmente em uso
  57. 57. Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS) Muito obrigado morel@cdts.fiocruz.br
  58. 58. Um caso interessante: Rede tuberculose, 2006-07 ?
  59. 59. Artigo com 42 instituições (2 no Brasil) com 66 autores (4 brasileiros) UFRGS M Lucia Rossett, Patricia Cafrune Fiocruz, Instituto Oswaldo Cruz Harrison M. Gomes; Philip N Suffys
  60. 60. Endereços das 42 instituições dos 66 autores do artigo por Brudey et al, 2006• 1Unité de la Tuberculose et des Mycobactéries, Institut Pasteur de Guadeloupe, Guadeloupe• 2Wadsworth Center, New York State Dept. of Health, Albany, NY, USA• 3Mycobacteriology Unit, Prince Leopold Institute of Tropical Medicine, Antwerp, Belgium• 4Dept. Hygiene Microbiology and Social Medicine, Innsbruck Medical University, Innsbruck, Austria• 5Dept of Infectious Diseases, Institut of Infectious Diseases, Milano, Italy• 6Department of Comparative Medicine, King Faisal specialist Hospital and Research Center, Riyadh, Saudi Arabia• 7Laboratoire de la Tuberculose, Institut Pasteur de Bruxelles, Belgique• 8Universidad Centrooccidental Lisandro Alvarado, Barquisimeto, Venezuela and Universidad de Zaragoza, Spain• 9All India Institute of Medical Sciences, New Delhi, India• 10Biomedical Research and Study Center, Riga, Latvia• 11Institut for Hygiene, Microbiologie and Tropical Medicine, Austria• 12Universidade Federal do Rio Grande de Soul, Brazil• 13Institutode Biotecnologia INTA, Castelar, Argentina• 14Dept of Medical Microbiology and Pathology, faculty of Medicine, University of Malaya, Kuala Lumpur, Malaysia, School of Public Health• 15University of Düsseldorf, Heinrich-Heine-University, Düsseldorf• 16Dept of Internal Medicine II, University of Regensbourg, Germany• 17Public Health Laboratory, Hearltlands Hospital, Birmingham, UK• 18Dept of Clinical Microbiology and Infectious Diseases, Hospital Gregorio Marañon, Madrid, Spain• 19Dept. of Experimental Pathology, Medical Biotechnology, Infection and Epidemiology, Pisa University, Pisa, Italy• 20Laboratory of Molecular Biology applied to Mycobacteria, Dept. Mycobacteriosis, Oswaldo Cruz Institute, Rio de Janeiro, Brazil• 21Centre National de Référence des Mycobactéries, Institut Pasteur, Paris, France• 22MRC Centre for Molecular and Cellular Biology, Dept of medical Biochemistry, University of Stellenbosch, Tygerberg, South Africa• 23Laboratory Nuclear Medicine Section, Isotope group, Bhabha Atomic Research Centre c/T.M.H. Annexe, Parel, Mumbai-400012, India• 24Public Health Research Institute, Newark, NJ, USA• 25Mycobacteria reference unit, Diagnostic Laboratory for Infectious Diseases and Perinatal Screening, National Institute of Public Health and the Environment, Bilthoven, The Netherlands• 26Municipal Institute of Hygiene, Prague, Czech Republic• 27Statens Serum Institute, Int. Ref. lab. for Mycobacteriology, Copenhagen Denmark• 28Institute of Hygiene and Epidemiology, Hanoi, Vietnam• 29Universidad de Zaragoza, Zaragoza, Spain• 30Laboratoire de Bactério-virologie-hygiène, CHU Dupuytren, Limoges, France• 31Institut Pasteur de Saint-Petersbourg, Saint Petersbourg, Russia• 32Bavarian Health and Food Safety Authority, Oberschleissheim, Germany• 33Forschungszentrum, National Reference Center for Mycobacteria, Borstel, Germany• 34Dept of Clinical Pathology, Padjadjaran University, Dr. Hasan Sadikin Hospital, Bandung, Indonesia• 35Tuberculosis Laboratory, International Centre for Diarrhoeal Research, Dhaka, Bangladesh• 36Institut Pasteur de Madagascar, Tananarive, Madagascar• 37Dept of Genetics of Microorganisms, University of Lódz, Lodz, Poland• 38Servicio Microbiología, Hospital Universitario Miguel Servet, Zaragoza, Spain• 39State Research Center for Applied Microbiology, Obolensk, Russian Federation• 40Dept. of Respiratory Medicine School of Medicine Semmelweis University, Budapest, Hungary• 41Veterinary Sciences Division, Department of agriculture for Northern Ireland, Belfast, UK• 42Centro regionale di Riferimento per i Micobatteri, Laboratorio de Microbiologia e Virologia, Ospedale Careggi, Firenze, Italy
  61. 61. Rede colaborativa de 42 instituições, definida por uma única publicação

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