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Modelos de Maturidade Modelos de Maturidade Presentation Transcript

  • Modelos de Maturidade de Gestão do Conhecimento: Estudo em Organizações Portuguesas e Brasileiras Investigação de Ricardo Vidigal da Silva em colaboração com Rodrigo Baroni de Carvalho
  • Agenda
    • Objectivo / Justificações
    • Revisão de literatura
    • Metodologia de investigação
    • Análise dos dados
    • Análise do modelo de investigação
    • Conclusões
  • Objectivo
    • Analisar as relações entre a adopção de tecnologias de informação, intranets e portais corporativos e as práticas de gestão da informação e de conhecimento em médias e grandes organizações portuguesas, comparando-as à realidade brasileira
  • Justificações
    • Crescimento do mercado internacional de intranets e portais: US$ 2,5 biliões em 2005
    • Papel estratégico do conhecimento na inovação e competitividade
    • Implantação crescente de projectos de gestão do conhecimento
    • Portal como o ambiente virtual para o trabalhador do conhecimento
  • Modelo Conceitual de Organiza ção do Conhecimento Fonte: Choo, Chun Wei. A organiza ção do conhecimento. SP: Senac, 2003 SENSEMAKING Beliefs Enactments Interpretations KNOWLEDGE CREATING Cultural knowledge Tacit knowledge Explicit knowledge DECISION MAKING Premises Routines Rules
  • Modelo de Maturidade Siemens KMMM                                                                                                                                              
  • Metodologia de Investigação
    • Survey baseada na Web :
      • Investigação quantitativa
      • Pr é-teste e revisão do inquérito
      • Vers ão portuguesa e brasileira do inquérito
      • Apoio da APGC e SBGC
      • Listas de discussão : SBGC, intranet-portal e contactos profissionais dos autores
      • Respostas válidas :70 portuguesas e 98 brasileiras
  •  
  •  
  • Modelo Original z3 1 z4 1 z5 1 z2 1 z1 1 C. Técnicas Integração C. Organizacionais Qualidade C. Sentido Uso Cria. Conhecimento T. decisão Matur. GC G.Comp.
  • Análise dos Dados
    • Uso dos pacotes estatísticos SPSS e AMOS
    • Análise do perfil da amostra
    • Análise descritiva
    • Análise dos dados ausentes e outliers
    • Análise da normalidade
    • Análise da linearidade
    • Análise factorial
    • Análise da confiabilidade
    • Análise de consistência interna
    • Validade convergente
    • Validade discriminante
  • Sector de Actividade
  • Dimensão das Organizações   Dimensão / Sector Indústria Comércio / Serviços Totais Pequena Empresa 0 25 organizações (15%) 25 organizações (15%) Média Empresa 16 organizações (10%) 0 16 organizações (10%) Grande Empresa 20 organizações (11%) 107 organizações ( 64% ) 127 organizações (75%) Total 36 organizações (21%) 132 organizações (79%) 168 organizações (100%)
  • Função dos Inquiridos com Resposta
    • 44 % TI, 18% RH, 11% funções de GC
    • 55% Gestores
  • Sectores Responsáveis pela GC
  • Sectores Responsáveis pela GC
    • Liderança partilhada entre TI e RH
    • Criação de um sector específico para GC não aparece como tendência
    • Percentagem tímida (21% no Brasil, 9% em Portugal) das bibliotecas / sector de documentação nos projectos de GC
    • Ausência de sector responsável por GC (17% Brasil, 23% Portugal)
  • Resultados da Dimensão Organizacional
    • Construção de sentido mais desenvolvida do que a criação do conhecimento e a tomada de decisão
      • Competitividade tem pressionado as organizações a desenvolverem instrumentos de inteligência competitiva e de construção de alianças estratégicas
    • Criação de conhecimento é mais apoiada por práticas informais do que formais
  • Resultados da Dimensão Organizacional
    • Boas not ícias:
      • Alinhamento das práticas de GC com os processos de RH
      • Papel mais estratégico para o sector de RH, que pode beneficiar GC a longo prazo
    • Longo caminho a ser percorrido para o amadurecimento das iniciativas de GC
      • Liderança de GC, Estratégia de GC e Mensuração de Resultados
      • Estágios iniciais da maturidade de GC
  • An álise Comparativa Brasil-Portugal
    • Maioria das variáveis não apresentou diferença significativa  Modelo único
    • Intranets portuguesas com ligeiras vantagens tecnológicas
    • Construção de sentido um pouco mais desenvolvida no Brasil
    • Brasil com maior número de projectos-piloto de GC , apesar de não ter estratégia definida  “ Aprender fazendo ”
  • Vari áveis com Vantagem Brasileira 0.51 6.14 6.65 Incentivo p/ formação e treino dos funcionários gcomp3 0.57 6.45 7.02 Comunicação da missão e dos valores sentido4 0.57 5.39 5.96 Rotinas e regras p/ apoiar decisões decide2 0.62 4.23 4.85 Grupo responsável por GC matur3 0.66 5.77 6.42 Desenvolvimento de alianças estratégicas sentido2 0.86 3.97 4.83 Projectos-piloto de GC bem sucedidos matur4 1.37 4.91 6.28 Oportunidades p/ debater ambiente externo sentido3 Diferença Médias Média Portugal Média Brasil Descrição Resumida Variável
  • Vari áveis com Vantagem Portuguesa -0.53 6.27 5.74 Gestão do desempenho da intranet admin1 -0.58 5.02 4.44 Consolidação consistente de informações qualid4 -0.67 5.27 4.60 Indexação de conteúdo categ1 -0.68 5.51 4.83 Intranet como ponto de entrada único p/ sistemas apres1 -0.69 4.69 4.01 Estratégia escrita de GC matur2 -0.71 5.70 4.98 Login unificado segura1 -0.77 5.95 5.19 Orçamento específico para intranet org3 -0.79 6.21 5.41 Acesso às bses de dados de geestão integr2 -0.80 6.23 5.43 Controle de segurança segura2 -0.89 4.82 3.93 Mapa de conhecimentos mapa1 -0.90 5.07 4.17 Gestão de conteúdos conteudo1 -0.94 5.06 4.12 Classificação de conteúdo pelo utilizador categ2 -1.05 5.10 4.05 Workflow workflow1 -1.39 5.75 4.36 Mecanismo de pesquisa c/ recursos avançados busca1 -1.45 5.17 3.72 Notificação do utilizador sobre novos conteúdos notif1 -1.73 6.18 4.45 Customização dos conteúdos p/ utilizador apres2 Diferença Médias Média Portugal Média Brasil Descrição Resumida Variável
  • Análise dos Caminhos
    • Fraca relação Características Técnicas  Qualidade da Intranet
    • Forte relação Integração e Características Organizacionais  Qualidade da Intranet
    • Forte relação Qualidade da Intranet  Uso
    • Relações significativas entre as 3 dimensões do modelo da Organização do Conhecimento (Choo, 1998)
    • Influência mais forte: Criação de Conhecimento  Tomada de Decisão
  • Constatações
    • Maturidade em GC : influência significativa nas 3 dimensões da Organização do Conhecimento  Argumento favorável aos modelos de maturidade em GC
    • Gestão de competências favorece a criação de conhecimento e a construção de sentido
  • Constatações
    • Qualidade da intranet influencia a construção de sentido e a criação de conhecimento
    • Uso da intranet e portais influencia a tomada de decisão
    • Uso de intranets e portais contribui significativamente para a gestão de conhecimento
  • Principais Contribuições do Trabalho
    • Revisão de literatura abrangente: texto de apoio para disciplinas de gestão da informação e do conhecimento
    • Inquérito proposto pode ser aplicado como um instrumento de check-up periódico de intranets e de práticas de GC
    • Diagnóstico do uso de intranets e da adopção de práticas de GC em 168 organizações brasileiras e portuguesas
    • Recomendações técnicas e organizacionais , que podem ser úteis para os gestores das intranets e líderes de GC
  • Principais Contribuições do Trabalho
    • Validação estatística do modelo da Organização do Conhecimento (Choo, 1998), comprovando a adequação do mesmo ao estudo das práticas de gestão da informação e do conhecimento nas organizações;
    • Proposição de modelo de investigação com um bom nível de ajuste para investigar os efeitos do uso de intranets e portais empresariais nas práticas de gestão de informação e conhecimento nas organizações .
  • Conclusões Tecnológicas
    • Longo caminho até o portal de conhecimento
    • Intranet ainda não é tratada como prioridade na organização
    • Deficiências em gestão de conteúdo  falta da expertise de profissionais de informação nas equipas das intranets
    • Falta de integração com a gestão da formação e plataformas de e-learning
  • Conclusões Organizacionais
    • Sem uma liderança institucional e uma visão estratégica , as iniciativas de GC passam a depender do esforço heróico de alguns entusiastas
    • Os modelos de maturidade de GC sugerem uma padronização mínima da GC
    • Futuro: empresas e profissionais certificados em GC ?
  • Conclusões
    • Gestão de Conhecimento: moda de gestão ou oportunidade para entender como as organizações geram e usam o conhecimento
    • Actuação dos profissionais e investigadores é que definirá o futuro da Gestão de Conhecimento
    • Desafios:
      • Incentivar a distribuição e partilha e não a posse do conhecimento
      • Harmonizar momentos e locais de Competição e Colaboração
  • Obrigado
    • Ricardo Vidigal da Silva
    • [email_address]
    • APGC – Associação Portuguesa para a Gestão do Conhecimento