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Slide 1: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o NE G ÓCIO E LE CTR ÓNICO ES TRATÉGIA E NEGÓCIO Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira ELECTRÓNICO Cláudia Antunes da Cunha I Rita Fernandes Ferreira Projecto apoiado pelo Programa Operacional Plurifundos da Região Autónoma da Madeira (POPRAM III), co-financiado pelo Estado Português e pela União Europeia, através do Fundo Social Europeu. União Europeia Sociedade Portuguesa de Inovação Fundo Social Europeu
Slide 2: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Slide 1 Estratégia e Negócio Electrónico| O Contexto actual da Sociedade do Conhecimento .: 1. O contexto actual da Sociedade do Conhecimento .: 1.1. Conceitos básicos .: 1.2. Tipos de conhecimento .: 1.3. Gestão de conhecimento .: 1.4. Sociedade de conhecimento: uma nova dinâmica organizacional .: 1.4.1 Ciclo interno e externo de geração de conhecimento .: 1.5. A tecnologia como ferramenta de suporte à gestão de conhecimento .
Slide 3: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Slide 2 O contexto actual da sociedade do conhecimento I Conceitos básicos Conhecimento Informação Dados Informação = dados + estrutura Conhecimento = Informação + raciocÃnio Figura 1.1. Abrangência do Conhecimento, Informação e Dados -
Slide 4: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira O contexto actual da sociedade do conhecimento I Tipos de Conhecimento Slide 3 ExplÃcito ImplÃcito Comunicação de 1 Comunicação 1 Individual para N para 1 Inclusive escrita Experiência / interacção pessoal Colectivo Comunicação de Comunicação N para N muitos para muitos Contexto neutral Contexto é importante Fig. 1.2. Iniciativas de aprendizagem segundo tipos de conhecimento e formas mais efectivas de comunicação
Slide 5: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira O contexto actual da sociedade do conhecimento I Gestão de Conhecimento Slide 4 Uma organização necessita determinar: 1 – O que necessita saber para executar a sua estratégia 2 – O que sabe 3 – O que os concorrentes sabem Ao responder a cada uma destas três perguntas, uma organização p ode classificar o conhecimento em essencial, avançado ou inovador Figura 1.3. Três perguntas de conhecimento estratégico - Fonte: Michael H. Zack,, 2000 Competing on Knowledge
Slide 6: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira O contexto actual da sociedade do conhecimento I Gestão de Conhecimento Slide 5 2. Identificar que 3. Partilhar o conhecimento 1. Identificar internamente informação e disponÃvel pelos departamentos quem necessita conhecimento, conhecimento que o necessitam para aumentar a que tipo de conhecimento e estão disponÃveis eficiência, reduzir custos e quando o necessita na empresa promover a criatividade Criar uma cultura de partilha de conhecimento • Programas para capturar e partilhar as lições aprendidas • Divulgar informação de vendas, métodos de gestão de projectos, técnicas de sucesso • Desenvolver programas de incentivo de partilha de conhecimento • Incutir nos empregados a importância do trabalho colaborativo Figura 1.4. Mapeamento do conhecimento Interno –
Slide 7: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira O contexto actual da sociedade do conhecimento I Sociedade de conhecimento: uma Slide 6 nova dinâmica organizacional I Ciclo interno e externo de geração de conhecimento Relevância Melhoria nas Actividades Solução de Melhoria Problemas nas Operações Ciclo Problemas Externo Ciclo Aprendizagem Interno Melhoria no Serviço Inovação Base de conhecimentos Importância Geração de ideias Figura 1.5. Ciclos Interno e Externo de Geração de Conhecimento - Fonte: Muñoz Seca, 20000
Slide 8: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira O contexto actual da sociedade do conhecimento I Sociedade de conhecimento: uma Slide 7 nova dinâmica organizacional I Ciclo interno e externo de geração de conhecimento Exemplo do ciclo interno de geração de conhecimento aplicado ao produto MbNet Problema Inovação Como tornar a SIBS na MBPay ou MBNet vanguarda da Ciclo Interno de Geração de Conhecimento Nova Economia do MBNet Geração de Ideias Solução de Criatividade Problemas da gerada por Constituição BS/ Unicre entidade tripla McKinsey/SI independente Base de Conhecimentos Aprendizagem Rede de Relação POS e ATMs; SIBS/ Unicre e como se Rede de Comerciantes complementam
Slide 9: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira O contexto actual da sociedade do conhecimento I A tecnologia como ferramenta de Slide 8 suporte à gestão de conhecimento Perspectiva Externa Perspectiva Interna • Tendências tecnológicas • Estratégia, planos e objectivos • Acções competitivas • Performance passada da empresa • Lições aprendidas • Opiniões de especialistas Decisões estratégicas es õ de negócio isiç Inte u req Perspectiva Futura ligê Temas chave a de • Cenários ncia • Optimista ivad Internos Externos Futuros der • Realista der ivad • Pessimista cia ad Inteligência n ligê ee ven Inte Dados, Informação, t os tendências Figura 1.6. Modelo de Business Inteligence - Fonte: Ashok B. Boghani, Knowledge Management: An Engine for Innovation , 2000
Slide 10: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira O contexto actual da sociedade do conhecimento I A tecnologia como ferramenta de Slide 9 suporte à gestão de conhecimento Destinatários Necessidade Aplica es de çõ Tipo de BI Conhecimento Directores e Formula ção da Balance Estrat égico Administradores estrat égia e Scorecard, monitorização da Planeamento performance da estrat égico, empresa Simulações de negócio Gestores Execuçã o da Or çamenta ção, Operacional Operacionais estrat gia de é ABC (Activity acordo com os Based Costing), objectivos Previsão de vendas, Data mining e Data warehousing Analistas, Análises Ad -Hoc Análises AnalÃtico Trabalhadores financeiras, especializados Aná lises de recursos humanos Figura 1.7.– Tipo de conhecimento de acordo com as necessidades de cada dest inatário
Slide 11: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira O contexto actual da sociedade do conhecimento I A tecnologia como ferramenta de Slide 10 suporte à gestão de conhecimento No momento de decisão de publicação de qualquer conteúdo há a possibilidade de o , publicar em qualquer destes três nÃveis ou em vários deles. o Públic Internet Extranet Privado Intranet Interno Externo Figura 1.8.– Grau de acesso à informação (Information Richness)
Slide 12: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Slide 11 Estratégia e Negócio Electrónico I Ãndice 2. Os factores de criação de valor .: 2.1. Criação de valor .: 2.2. Cadeia de valor interna .: 2.3. A cadeia de valor do negócio electrónico
Slide 13: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Os Factores de Criação de Valor I Criação de Valor Slide 12 A criação de valor depende do benefÃcio percebido e dos custos Para um preço de venda de €160: 200 O consumidor tem apenas de pagar €160, apesar de estar disposto a pagar €200. Os benefÃcios para o O consumidor apropria o valor de €40 consumidor 150 consistem em: • Produto e serviço A empresa recebe €160 em receitas • Rapidez na entrega e incorre em custos de €80. € 100 • Marca O valor apropriado pelo produtor é de €80 • Reputação • Rapidez no atendimento • Simpatia 50 • etc. 0 Criação Custos Valor BenefÃcio de Valor distribuido para o consumidor Os custos consistem em: O valor criado é a diferença entre o benefÃcio para o consumidor I&D (ou valor máximo que o consumidor está disposto a pagar pelo Matérias primas produto) e os custos de disponibilizar o produto Produção Marketing •Vendas •etc. Figura 2.1. Valor criado e distribuÃdo entre produtores e consumidores - Fonte: Jelassi & Enders, 2005
Slide 14: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Os Factores de Criação de Valor I Criação de Valor Slide 13 4. Novidade • Novas estruturas transaccionais • Novo conteúdo transaccional • Novos participantes, etc. 3. Lock-in 1. Eficiência • Rede deexternalidades positiva • Custos associados à busca • Directas • Maior variedade Valor • Indirectas • Simetria • Custos de mudança • Simplicidade Programas de fidelização • Rapidez Design dominante • Economias de escala Confiança • etc. Customização etc. 2. Complementariedade • Entre produtos e serviços para o consumidor (vertical versus horizontal) • Entre activos on -line eoff-line • Entre tecnologias • Entre actividades Figura 2.2.Fontes de criação de valor no negócio electrónico - Fonte: Adaptado de R. Amit & C. Zott (2001)
Slide 15: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Os Factores de Criação de Valor I Cadeia de Valor Interna Slide 14 Cada empresa tem um conjunto de actividades internas fundamentais para o seu funcionamento, que podem ser subdivididas em primárias e de suporte. Esse conjunto de actividades que criam, cada qual, o seu valor, forma a cadeia de valor interna de cada organização. Infraestruturas da Empresa Gestão de Recursos Humanos Actividades de Suporte Desenvolvimento tecnológico Compras Finanças Marketing & Serviço LogÃstica Produção Vendas pós venda - Actividades Primárias Distribuição Figura 2.3. A cadeia de valor interna de uma empresa consiste em distintas actividades de valor acrescentado – Fonte: Jelassi & Enders (2005)
Slide 16: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Os Factores de Criação de Valor I Cadeia de Valor do Negócio Electrónico Slide 15 Uma vez que uma empresa não opera sozinha no mercado, torna-se necessário analisar a cadeia de valor de todos os que operam na Internet e como cada interveniente vai buscar valor. •Fornecedor e serviçosde internet d (ISP: Internet Service Provider) • Fornecedor e serviçosonline d • Telecomunicações • Serviçode telefone • Microsoft Office Suite (POTS: • Quicken Personal • Fornecedor e conteúdo d • Fornecedor e serviçosaplicacionais d Plain Old Telephone Service) Financial Management • e-commerce (ASP: Application Service Provider) • Redecelular • Infomediadores • Telecomunicações • Cabo • Constructores e mercado d • Vendedores hardware e software de • Windows • TV Digital • Linux • Satélite • Macintosh • Rádio Aplicação Conteúdo Agregadores Hosting Infraestrutura Acesso Loop Hardware Sistema Web de Online e de ASP de rede à Internet local do utilizador operativo Browser Utilizador software e-commerce conteúdo 3 4 5 6 7 8 9 Final 10 1 2 • Computador essoal p • Internet Explorer Transportadores (backbone) • Telemóvel • Netscape Navigator Portais • Telecomunicações • Assistentepessoal digital (PDA) • Browsersprivados • Equipamento de rede • Televisão • Servidores Internet e Software de • Consolas jogo de Orientação para o produto serviço: Orientação para o utilizador final preocupação em proporcionar a melhor oferta no mercado para conquistá como cliente -lo – Figura 2.4. Cadeia de Valor Online
Slide 17: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Estratégia e Negócio Electrónico I Ãndice Slide 16 3. Estratégia e negócio electrónico .: 3.1. Estratégias genéricas para obter vantagem competitiva .: 3.1.2. Diferenciação .: 3.2. Co-opetição –uma nova abordagem para obter vantagem competitiva
Slide 18: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Slide 17 Estratégia e Negócio Electrónico| Estratégias genéricas para obter vantagem competitiva Formas de conseguir uma vantagem competitiva • Eficiência Operativa - Fazer as mesmas coisas que os concorrentes, – mas fazê las melhor - Ex: melhor tecnologia, inputs superiores, pessoal mais bem treinado e qualificado, estrutura de gestão mais efectiva – • Posicionamento Estratégico - Fazer as coisas de forma diferente – dos concorrentes e, como resultado, proporcionar um tipo de valor único aos consumidores. Ex: caracterÃsticas de produto ou serviço diferentes ou mais completas ou diversificadas, esquema logÃstico distinto Fonte: Porter, Strategy and the Internet (March, 2001)
Slide 19: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Slide 18 Estratégia e Negócio Electrónico | Estratégias genéricas para obter vantagem competitiva | Diferenciação Firmeza Definir ROI Definir Cadeia de Fazer Fit entre as na direcção superior e de proposiçao de valor interna trade - offs actividades a seguir longo prazo valor única distintiva internas Figura 3.2. - Seis princÃpios de posicionamento estratégico
Slide 20: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Estratégia e Negócio Electrónico | Co-opetição – uma nova abordagem para obter Slide 19 vantagem competitiva Fornecedores Concorrentes Empresa Complementadores Compradores Figura 3. – Interacção dos participantes do -modelo de co- opetição para criarem valor . Fonte: Jelassi & Enders (2005)
Slide 21: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Manual 3 – Estratégia e Negócio Electrónico Slide 20 4.Modelos de negócio electrónico .: 4.1. Definição de modelo de negócio para a nova economia .: 4.2. Principais modelos de negócio .: 4.2.1. O modelo comerciante .: 4.2.2. O modelo “brokerage†.: 4.2.3. O modelo publicitário .: 4.2.4. O modelo infomediário .: 4.2.5. O modelo de subscrição .: 4.2.6. O modelo fabricante em directo .: 4.2.7. O modelo de afiliação .: 4.2.8. O modelo de comunidades .: 4.2.9. O modelo “paga-usaâ€
Slide 22: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Modelos de Negócio Electrónico | Definição de Modelo de Negócio para a Nova Slide 21 Economia Um modelo de negócio medeia os domÃnios técnico e económico Incerteza / Incerteza Evolução Mudanças Técnica no mercado Construção de um modelo de negócio Input Output tecnológico 1 . Definir a 2 . Definir o(s) 3. Definir o 4. Definir o modelo Económico proposição de valor produto(s), sistema financeiro e.g.: e.g.: (ou um conjunto) serviço(s) de recursos e feasibility, valor, e informação competências performance preço, a oferecer internas lucros Definição da forma como a empresa Definição: • do target pretende: • dos benefÃcios a oferecer • gerar receitas • do racional pelo qual a empresa será • aumentar valor melhor que a concorrência • crescer Definir: • a gama de oferta • o processo de decisão do consumidor • como encaixar a gama de oferta a cada estádio do processo de decisão de compra do consumidor Fonte: adaptado de Rayport & Jaworski (2001) e Chesbrough & Rosenbloom (2002)
Slide 23: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Modelos de Negócio Electrónico | Principais modelos de negócio Slide 22 4.2.  Principais modelos de negócio 4.2.1. O modelo comerciante Comerciante estritamente virtual ex: www.flores.pt Comerciante Catálogo ex:www.laredoute.pt Bricks & Mortar ex: wwwelcorteingles.pt Comerciante de bits ex: www.apple.com/itunes/music 4.2.2. O modelo “brokerage†Leilões virtuais convencionais ex: www.ebay.com Leilões virtuais reversos ex: www.tap.pt Motores de busca e sites de comparação de preços ex: www.compare.net Intermediário nos pagamentos ex: www.mbnet.pt Buy/Sell fullfilment ex: www.carsdirect.com Market exchange ex: www.chemconnect.com Comunidade de transacções e de comércio electrónico ex: www.verticalnet.com Distribuidor ex: www.elecdir.com Centro Comercial Virtual ex: www.choicemall.com Classificados ex: www.pai.pt
Slide 24: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Modelos de Negócio Electrónico | Principais modelos de negócio Slide 23 4.2.  Principais modelos de negócio 4.2.3. O modelo publicitário Portais ex: www.google.com Portal personalizado ex: MyYahoo dentro de www.yahoo.com Portal especializado ex: www.babycenter.com Incentivos de marketing ex: www.mypoints.com Modelo de Oferta de Item ex: www.netzero.net (opção Free Internet Access) 4.2.4. O modelo infomediário Publicitários especializados ex: www.doubleclick.com Serviços de medição de audiências ex. www.acnielsen.pt Portais ex: www.clix.pt Comunidades Virtuais ex: www.hospitalityclub.org 4.2.5. O modelo de subscrição Fornecedores de conteúdo ex: www.expresso.pt Serviços de networking pessoa-a-pessoa ex: www.reunion.com Selos de confiança ex: www.portugalacep.org Fornecedores de Serviços de Internet ex: serviço de ADSL do clix
Slide 25: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Modelos de Negócio Electrónico | Principais modelos de negócio Slide 24 4.2.   Principais modelos de negócio 4.2.6. – O modelo fabricante em directo ex: www.compaq.com 4.2.7. – O modelo de afiliação Comercialização de ‘banners’ ex:www.amazon.com Pay-per-click’ ex: www.thehungersite.com Partilha de receitas 4.2.8. – Modelo de Comunidades Redes de Conhecimento ex: www.nzkm.net Modelo de sociabilização ex: http://personals.aol.com ; www.meetup.com Modelo de comunidades business-to-business ex: www.medscape.com Modelo de fonte aberta ex: www.redhat.com Conteúdo público ex: www.wikipedia.org 4.2.9. O Modelo ‘paga-usa’ Modelo de pagamento em função do tempo de utilização ex:Kit zzzt! em ww.tvcabo.pt Modelo de pagamento em função do conteúdo visionado ex: www.hickerphoto.com
Slide 26: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Slide 25 Estratégia e Negócio Electrónico 5. As leis económicas do negócio electrónico 5.1. O factor dimensão na Internet 5.2. O factor eficiência na Internet 5.3. Feedback positivo, externalidades , redes e compatibilidade 5.4. Economias de escala, economias de gama e “trade-off†5.5. Custos de mudança, first mover advantage e parcerias
Slide 27: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira As leis económicas de negócio electrónico Slide 26 A principal caracterÃstica da nova economia é o facto de tudo estar interligado e funcionar em rede. Rede – Uma rede é composta por nódulos inter conectados. As redes são normalmente agrupadas, têm estruturas hierárquicas e podem trocar dados. As redes podem ser classificadas por caracterÃsticas, tais como, o tipo de tecnologia que transmite os dados, o sinal que transportam (que pode ser dados ou voz), os utilizadores (privados ou públicos), a distância espacial, ou outras caracterÃsticas. Jelassi&Enders (2005). Lei de Metcalf: o valor de utilizar uma rede é igual ao quadrado do número dos outros utilizadores que a utilizam. A Nova economia é o actual estado da ordem económica global, inovadora e influenciada pela Internet, onde tudo está inter conectado por rede. A velha economia era estática, e as mudanças ocorriam com relativa lentidão (Microsoft & Intel, 2001).
Slide 28: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira As leis económicas do negócio electrónico Slide 27 Comércio electrónico – Trocas entre diferentes partes (indivÃduos, organizações, ou ambos) mediadas pela tecnologia e respectivas actividades intra ou inter- organizacionais assentes em tecnologia que facilitam essas trocas (Rayport, 2001). Lei de Moore: em cada 18 meses, a capacidade dos “chips†de computadores duplica, enquanto o seu preço diminui para metade.
Slide 29: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Slide 28 As leis económicas do negócio electrónico| O factor dimensão na Internet Vantagens pequenas empresas Desvantagens grandes empresas .:Uniformidade .: Maior envolvimento em todas as actividades .:Respeito pelomeio-envolvente .:Abuso de poder .: A riqueza deixa de se concentrar nas grandes empresas .: Recursos humanos anónimos .:Fluxo de ideias .:Trabalhadores satisfeitos .: Diversidade de produtos e serviços .:Flexibilidade – Figura 5.1. Vantagens pequenas empresas e desvantagens grandes empresas
Slide 30: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Slide 29 As leis económicas do negócio electrónico| O factor eficiência na Internet Enquanto que no mercado real, a presença fÃsica das lojas é em si mesma um factor de divulgação e de marketing da loja, na Internet os motores de busca e a publicidade são os principais factores para que um consumidor encontre uma loja virtual. A eficiência no mercado electrónico está muito ligada à eficiência dos motores de busca Eficiência: é a medida dos recursos consumidos para produzir um determinado resultado. Motor de pesquisa (ou busca): consiste num web software que procura outras páginas baseado no match de uma palavra-chave.Schneider &Perry (2001). A eficiência dos motores de busca depende dos sites de Internet disponibilizarem, ou não, descrições consistentes da sua essência.
Slide 31: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira As leis económicas do negócio electrónico | Feedback positivo, externalidades, Slide 30 redes e compatibilidade Fig. 5.1. Ciclo virtuoso de uma rede Membros Valor Valor Membros Fonte: K. Kelly, New Rules for the New Economy , 1998
Slide 32: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira As leis económicas do negócio electrónico | Economias de escala, economias de Slide 31 gama e “Trade-off†Dimensão da audiência (reach) Detalhe / riqueza da informação (richness) mercado real mercado virtual
Slide 33: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Slide 32 As leis económicas do negócio electrónico | Custos de mudança, first mover advantage e parcerias .: Custos de mudança (switching costs) – todos os custos incorridos por um comprador na mudança para um novo fornecedor. Inclui custos tais como, estabelecer um novo contrato, reescrever dados e informação, aprendizagem de como utilizar o novo produto ou serviço. (Porter, 2001) .: First-mover advantage: A Internet cria vantagens competitivas para as primeiras organizações a entrarem no mercado (first-mover advantage) Se os primeiros a entrar no mercado não conseguirem criar barreiras à entrada, a capacidade do first-mover de realizar qualquer vantagem pode rapidamente desaparecer. .: Parcerias aumentam o valor do sector de actividade
Slide 34: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Slide 33 Estratégia e Negócio Electrónico 6. A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico .: 6.1. Descrição do processo de planeamento estratégico .: 6.1.1. Análise interna e externa da empresa .: 6.1.2 Formulação da estratégia baseada no negócio electrónico .: 6.1.3. Implementação da estratégia .: 6.1.4 Avaliação da estratégia e métricas .: 6.2. Metodologias de suporte ao desenvolvimento de uma estratégia de negócio electrónico .: 6.2.1. Metodologia de factores crÃticos de sucesso de Ghosh 1998) .: 6.2.2. Metodologia dos 10 passos para o sucesso do negócio electrónico, de Mougayar (1998) .: 6.2.3. O modelo das 7 fases de Ware et al (1998) .: 6.2.4. O modelo de Porter na Internet (2001)
Slide 35: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Descrição do Slide 34 processo de planeamento estratégico Figura 6.1. Processo de Planeamento Estratégico Análise 1. Interna e do sector 2. Formulação da estratégia Avaliação da 4. estratégia Implementação da 3. estratégia Estratégia: visão globalizante e genérica da forma como uma empresa pretende competir no mercado. Que objectivos pretende atingir e que planos e polÃticas serão necessários para levar a cabo esses objectivos.
Slide 36: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Descrição do Slide 35 processo de planeamento estratégico I Análise interna e externa da empresa Auto-avaliação, identificando quais os pontos fortes e fracos, e analisar o meio envolvente (concorrência, regulamentação, bens substitutos e complementares) identificando ameaças e oportunidades. Desta fase inicial, deverá resultar uma proposta de valor sustentável e, finalmente, um modelo de negócio electrónico viável economicamente para a empresa. Proposta de valor: especificação do benefÃcio que os produtos de uma organização proporcionam aos consumidores e que necessidades estão a ser satisfeitas. (Turban et al, 2006) Uma empresa que pretenda operar electronicamente deverá, nesta primeira fase, ser capaz de responder à s seguintes questões: Ser o primeiro a entrar ou adoptar uma estratégia de seguidor? .: Nascer na Internet ou dar mais tarde o salto para a Internet? .: Como determinar a gama e o âmbito de actuação? .: Criar uma empresa on-line separada do negócio off-line? .: Desenvolver uma marca on-line diferente e separada da marca real?
Slide 37: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Descrição do processo Slide 36 de planeamento estratégico I Formulação da estratégia baseada no negócio electrónico A formulação de uma estratégia baseada no negócio electrónico deverá identificar e trabalhar seis temas, que estão directamente inter-relacionados e que nunca deverão ser considerados isoladamente. 2. Objectivos 3. Criação 4. Mercado 5. Estrutura 6. Modelo 1. Visão quantificáveis de alvo organizacional de valor negócio Fonte: Jelassi & Enders, 2005 Figura 6.2. Desenvolvimento de uma estratégia baseada no negócio electrónico
Slide 38: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Descrição do processo Slide 37 de planeamento estratégico I Formulação da estratégia baseada no negócio electrónico 1. Visão Intenção estratégica da empresa e definir o que esta pretende para o futuro. 2. Objectivos quantificáveis Os objectivos deverão ser simultaneamente realistas, quantificáveis e mensuráveis 3. Criação de valor É necessário determinar a motivação dos consumidores ao comprarem os produtos de uma empresa (baixos preços, elevada qualidade ou ambos) de forma a analisar que tipo de valor é criado para o consumidor através do negócio electrónico. 4. Mercado alvo Para escolher o mercado alvo é necessário definir critérios (idade, rendimento, sexo, profissão, etc) para segmentar o mercado potencial em grupos. Por outro lado, há que definir os grupos a atingir dentro do segmento escolhido e os produtos da empresa que irão influenciar esses consumidores alvo.
Slide 39: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Descrição do processo Slide 38 de planeamento estratégico I Formulação da estratégia baseada no negócio electrónico 5. Estrutura organizacional 1ª Questão: Determinar a dimensão que o negócio electrónico deverá ter 2ª Questão: Definir o ritmo com que uma empresa pretende entrar no mercado e a velocidade a que quer crescer. 3ª Questão: Seleccionar a gama de produtos e serviços que uma empresa pretende oferecer. 4ª Questão: Determinar o nÃvel de integração (outsourcing) das actividades de negócio electrónico. Exemplo de sucesso: www.dell.com 5ª Questão: Determinar a melhor forma de alinhar o canal de distribuição electrónico (“onlineâ€) com o canal fÃsico do mundo real (“offlineâ€) ao nÃvel da marca, preços, tecnologias de informação, quando uma empresa já tem uma forte presença fÃsica no mundo real. 6ª Questão: Analisar a possibilidade de implementar soluções multi-canal.
Slide 40: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Descrição do processo Slide 39 de planeamento estratégico I Formulação da estratégia baseada no negócio electrónico Grau de mudança no modelo de negócio existente Fonte: PriceWaterHouseCoopers Estratégias evolutivas baseadas: Estratégias evolutivas e Convergência • na extrapolação de modelos de negócio actuais para o mundo digital disruptivas • na optimização de processos Transformação existentes do sector de • na junção de processos e entidades actuais actividade Integração da Cadeia de Estratégias “disruptivasâ€Â baseadas: • em modelos de negócio novos e/ou Valor reestruturados Melhoria do • na substituição (gradual) de modelos de negócio actuais Canal • na dinâmica intra-sectorial Facilitador Transformador Função do negócio electrónico Tipicamente seguida Tipicamente seguida por incumbentes por novas empresas 6. Modelo de Negócio O Modelo das 4 caixas da PricewaterhouseCoopers (“The PwC 4 Box modelâ€) determina que uma empresa ao entrar no negócio electrónico poderá optar por uma estratégia evolutiva ou por uma estratégia disruptiva
Slide 41: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Descrição do Slide 40 processo de planeamento estratégico I Implementação da estratégia .: As actividades especÃficas e os resultados decorrentes desta fase incluem: 1. Planear as actividades do projecto Criar uma equipa que leve a cabo o negócio electrónico Definir um Project Champion, ou seja, um lÃder do projecto 2. Iniciar um projecto-piloto 3. Alocar recursos
Slide 42: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Descrição do processo Slide 41 de planeamento estratégico I Formulação da estratégia baseada no negócio electrónico Figura 6.4. Alocar conhecimentos funcionais a sub -projectos de negócio electrónico Design do Web Montagem de Reengenharia Segurança e site um sistema de dos processos de controlo infraestruturas negócio Marketing Finanças Contabilidade Tecnologias de Informação Gestão de Recursos Humanos Fonte: Turban& Lee & King & Chung , Electronic Commerce , 2000
Slide 43: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Descrição do processo Slide 42 de planeamento estratégico I Avaliação da estratégia e métricas Figura 6.5. Questões para avaliar um projecto de negócio electrónico - Quais eram os objectivos? Foram atingidos? - Quais eram as expectativas? Eram realistas? - Que produtos e serviços a empresa pretendia oferecer? O sistema pode oferecê -los? - - Ocorreram problemas não antecipados? Caso tenham ocorrido, como é que a organização lidou com eles? Que custos se pretendiam reduzir? A empresa teve sucesso em red uzi-los? - - Ocorreram outros custos inesperadamente? Se sim, porquê? - Quais eram os objectivos de vendas? Eram realistas? - Teria a empresa como objectivo reduzir custos de distribuição edespesas de viagem do staff corporativo? Teve sucesso nesses ob jectivos? - Terá a Internet reduzido os custos das comunicações tradicionai nomeadamente as de longa distância e fax? s, - A empresa melhorou as relações com os clientes? Caso não o tenh a feito, o que correu mal? - Como é que esses erros podem ser corrigidos? - Foram os projectos de negócio electrónico terminados a tempo e dentro do orçamentado? Se não, podem os contratos ser renegociad os? - Era o orçamento realista e/ou deverá este ser revisto? - Foram contratadas mais pessoas, tal como planeado? - O que pretendem os clientes que a empresa não esteja a oferecer ? Quanto custarão os serviços adicionais? Que impacto terá a satisfação das necessidades dos clientes em infra- estruturas, nomeadamente na largura de banda e em software ? - - Que mudanças especÃficas ocorreram nos concorrentes que possam afectar o que a empresa está a tentar atingir? - Terão os fornecedores levado a cabo um serviço adequado? - Que novas necessidades internas surgiram, e que necessitam de s er consideradas? - O que é que a empresa aprendeu ao longo do processo que possa servir de lição e criar valor para o futuro? pp. 277 - 78. Fonte: Compilado de Schulman & Smith (1997),
Slide 44: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Descrição do processo Slide 43 de planeamento estratégico I Avaliação da estratégia e métricas Figura 6.6 Performance dashboard Fases da estratégia Marketing Análise das Interface Modelo e oportunidades Avaliação com os de Negócio Implementação do mercado consumidores 3. Métricas de 1. Métricas das 4. Métricas de 2. Métricas do 5. Métricas Interface com os oportunidades marketing e modelo de financeiras consumidores e de negócio implementação negócio do produto final Performance dashboard Fonte: Rayport & Jewarski, 2001
Slide 45: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Descrição do processo Slide 44 de planeamento estratégico I Avaliação da estratégia e métricas 1.Métricas de Oportunidades de negócio Os indicadores genéricos avaliam a capacidade da empresa se direccionar para os segmentos de mercado mais atractivos, de compreender e mapear a evolução da estratégia dos seus concorrentes e de analisar a evolução das necessidades do segmento-alvo 2. Métricas de modelos de negócio As métricas de modelos de negócio englobam as: .: métricas da proposta de valor .: métricas do processo de decisão do consumidor .: métricas da oferta .: métricas do sistema de recursos 3. métricas de interface com o consumidor e métricas de produto final 4. Métricas de Comunicação, de Marketing, de Distribuição e de Inovação 5. Métricas financeiras
Slide 46: Es traté g ia e Ne g ó c io Ele c tró nic o Cláudia A. Cunha | Rita F. Ferreira Slide 45 A definição de uma estratégia baseada no negócio electrónico | Metodologias de suporte ao desenvolvimento de uma estratégia de negócio electrónico I Metodologia de factores crÃticos de sucesso de Ghosh Identificar os factores crÃticos de sucesso e relacioná-los com os projectos de negócio electrónico é um passo crÃtico do planeamento estratégico. Conjunto de questões sobre factores crÃticos de sucesso que uma companhia deverá colocar para determinar como é que pode beneficiar os seus consumidores, reduzir custos e melhorar o seu serviço: 1 – Como é que uma organização poderá utilizar a informação individualizada que dispõe sobre clientes para lhes ser mais fácil fazerem negócio com a organização? 2 – Quanto custa à organização fornecer serviços que os clientes poderiam adquirir por si próprios através da Internet? 3 – Que ajuda a organização poderá dar aos seus clientes ao utilizar a experiência de outros consumidores ou os conhecimentos dos seus colaboradores? 4 â


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