Usos e desusos da rádio informativa nas redes sociais – o caso da cobertura da visita de Bento XVI<br />Luís Bonixe<br />I...
A rádio como meio social<br />Comunidades radiofónicas<br />Discussão de temas<br />Partilha de gostos <br />
A rádio na Internet<br />Um novo ouvinte<br />Uma nova rádio<br />Novas condições <br />para participação<br />Multiplataf...
A rádio portuguesa nas redes sociais<br />Institucional<br />TSF<br />Renascença<br />Antena 1<br />Formal<br />Presença d...
A visita de Bento XVI<br />Acontecimentos mediáticos segundo DanielDayan e ElihuKatz (1994)<br />“A emissão regular é susp...
a cobertura na rádio e nos sites<br />Alteração da grelha: especiais, acompanhamento do evento em directo, emissão especia...
Metodologia<br />Análise de todas as mensagens colocadas entre os dias 11 e 14 de Maio de 2010 nas contas do Facebook da T...
Existência de comentários
 Sentido das mensagens
 Expressividade presente nas mensagens.</li></li></ul><li>A cobertura nas redes sociais<br />TSF, Renascença e Antena 1 ut...
Cobertura da visita de Bento XVI no Facebook<br />
Cobertura da visita de Bento XVI no Twitter<br />
O sentido das mensagens<br />Emissão radiofónica<br />Site da rádio<br />Redes Sociais<br />
O renascimento da Interactividade?<br />Até 2009, o comentário aos itens noticiosos, as votações ou os fóruns que são ferr...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Usos e desusos da rádio informativa nas redes sociais - o caso da visita de Bento XVI. (Luís Bonixe)

745

Published on

Comunicação apresentada no II Congresso Internacional de Ciberjornalismo, no Porto, dia 9 de Dezembro de 2010.

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
745
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Usos e desusos da rádio informativa nas redes sociais - o caso da visita de Bento XVI. (Luís Bonixe)

  1. 1. Usos e desusos da rádio informativa nas redes sociais – o caso da cobertura da visita de Bento XVI<br />Luís Bonixe<br />II Congresso Internacional de Ciberjornalismo<br />Universidade do Porto – 9 e 10 de Dezembro de 2010.<br />
  2. 2. A rádio como meio social<br />Comunidades radiofónicas<br />Discussão de temas<br />Partilha de gostos <br />
  3. 3. A rádio na Internet<br />Um novo ouvinte<br />Uma nova rádio<br />Novas condições <br />para participação<br />Multiplataforma<br />Mais activo<br />Nova expressividade<br />
  4. 4. A rádio portuguesa nas redes sociais<br />Institucional<br />TSF<br />Renascença<br />Antena 1<br />Formal<br />Presença de jornalistas da rádio que promovem a rádio e os programas em que participam<br />
  5. 5. A visita de Bento XVI<br />Acontecimentos mediáticos segundo DanielDayan e ElihuKatz (1994)<br />“A emissão regular é suspensa e antecipa-nos os acontecimentos através de uma série de anúncios e prelúdios que transformam a vida do dia-a-dia em algo especial, quando o acontecimento termina, a emissão conduz-nos de novo à normalidade” (Dayan e Katz, 1994:20).<br />Sites<br />Rádio<br />
  6. 6. a cobertura na rádio e nos sites<br />Alteração da grelha: especiais, acompanhamento do evento em directo, emissão especial, debates.<br />
  7. 7. Metodologia<br />Análise de todas as mensagens colocadas entre os dias 11 e 14 de Maio de 2010 nas contas do Facebook da TSF e da Antena 1 e no Twitter da TSF e da Renascença relacionadas com a visita de Bento XVI a Portugal.<br /><ul><li>Quantificação dessas mensagens.
  8. 8. Existência de comentários
  9. 9. Sentido das mensagens
  10. 10. Expressividade presente nas mensagens.</li></li></ul><li>A cobertura nas redes sociais<br />TSF, Renascença e Antena 1 utilizaram as redes sociais da Internet para a cobertura da visita de Bento XVI a Portugal, em Maio de 2010. Twitter e Facebook fizeram parte da operação de cobertura daquele acontecimento.<br />As redes sociais fazem parte de uma nova rádio – multiplataforma.<br />1) Cobertura incidiu sobretudo ao nível da promoção/apelo para o site. Escassez de mensagens próprias nas redes sociais.<br />2) Ao nível da expressividade, o recurso mais utilizado foi a palavra escrita. Não encontrámos qualquer ligação para áudios, nem vídeos. No Facebook encontrámos algumas galerias de fotos.<br />
  11. 11. Cobertura da visita de Bento XVI no Facebook<br />
  12. 12. Cobertura da visita de Bento XVI no Twitter<br />
  13. 13. O sentido das mensagens<br />Emissão radiofónica<br />Site da rádio<br />Redes Sociais<br />
  14. 14. O renascimento da Interactividade?<br />Até 2009, o comentário aos itens noticiosos, as votações ou os fóruns que são ferramentas frequentes nos sites, não estavam disponíveis no caso das rádios de informação.<br />RR e TSF permitem entretanto a colocação de comentários às notícias. Antena 1 não.<br />Nesta matéria, as redes sociais representam um novo cenário.<br />As mensagens nas redes sociais, em particular no Facebook, são objecto de mais comentários do que a notícia que lhe deu origem no site. <br />A maior parte das mensagens colocadas nas páginas do Facebook da TSF e da Antena 1 foram comentadas. <br />
  15. 15. Conclusões<br />A rádio de informação portuguesa agarrou a oportunidade das redes sociais. TSF, Antena 1 e Renascença perceberam a importância que o Facebook e o Twitter podem representar para a sua afirmação no contexto da comunicação em rede.<br />1) As redes sociais Facebook e Twitter são parte integrante de uma estratégia de cobertura jornalística. As rádios TSF, Antena 1 e Renascença colocaram no terreno as várias plataformas de que dispõem para acompanhar a visita de Bento XVI: rádio tradicional, site e redes sociais. Facebook e Twitter fazem, por isso, parte de um conjunto desta “nova” rádio. <br />2) As redes sociais representam para as rádios de informação portuguesas plataformas de promoção e sugestão da emissão tradicional e do site. Facebook e Twitter são sobretudo utilizados para a colocação de hiperligações das notícias disponíveis no site das emissoras e que já tinham sido emitidos na rádio. Subaproveitamento da função de breaking news. A rádio tradicional continua a ser a principal plataforma.<br />3) As redes sociais representam a reabertura da rádio aos ouvintes/utilizadores. A rádio nas redes sociais ganhou outro dinamismo no que diz respeito à participação dos públicos. O carácter espontâneo do comentário aliado à facilidade de acesso ao dispositivo são, certamente factores que promovem a participação nas redes sociais e a rádio em particular só tem a ganhar com isso. <br />
  16. 16. Obrigado<br />luis.bonixe@gmail.com<br />

×