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ARVORE GENEOLOGICA DA FAMILIA SAMPAIO
 

ARVORE GENEOLOGICA DA FAMILIA SAMPAIO

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TUDO COMEÇOU HÀ TANTO TEMPO,MAS AS RAIZES SÃO MAIS PROFUNDA, VEM DESDE OS PRIMÓRDIOS DA HUMANIDADE.AFINAL, SOMOS SOMOS UM ÚNICO RAMO...

TUDO COMEÇOU HÀ TANTO TEMPO,MAS AS RAIZES SÃO MAIS PROFUNDA, VEM DESDE OS PRIMÓRDIOS DA HUMANIDADE.AFINAL, SOMOS SOMOS UM ÚNICO RAMO...

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    ARVORE GENEOLOGICA DA FAMILIA SAMPAIO ARVORE GENEOLOGICA DA FAMILIA SAMPAIO Document Transcript

    • ÀRVORE GENEALÓGICA FAMÍLIA SEBASTIÃO FLORIANO DE CAMARGO SAMPAIO E MARIA MIQUELINA RIBEIRO DE SAMPAIO
    • Adolpho José Manzutti e Ilze Maria Pinheiro Sampaio Manzutti S-13
    • Casa de Adão Camargo Sampaio – Família Antonio Souza Sampaio Antonio – José Wilson – Ilze Maria – Maria Lucia – Maria do Carmo FIGUEIRA - Sylvia, Paulo, Mariza, Amélia, Lourdes, Soninha e Afonso TOCO – Amiga – Sylvia – Mariza – Nilva - Nadir 3
    • Procissão na Capela da Fazenda Pinheiro Antonio Sampaio, Wilson, Ilze, Maria Lucia, Maria Helena, Bené Dia de Festa de São Joaquim e Santa Ana Amélia, Luiz, Irani, Ernestina, Ivone, Maria Aparecida, Maria Luiza ORAÇÃO DE UM PAI Peço a Deus, a Jesus e a Virgem Santíssima que protejam a mim, minha esposa, filhos, noras, genros, netos, meus pais, 4
    • irmãos, sogros e cunhados, meus tios e os de minha esposa, nossos afilhados, conhecidos, necessitados, a todos os familiares e descendentes para que sejam bastante felizes e protegidos de todos os males e maus fluidos, para que eles galguem o que tenham em mente, alcançando tudo aquilo que lhes trará felicidade e realização. Peço que sejam protegidos na saúde, no trabalho, nos estudos, nas viagens e no trânsito e que nunca percam a memória e a inteligência. Que assim seja, Graças a Deus. 5
    • AGRADEÇO A DEUS A VIDA QUE ME DEU Quando aqui chegamos, nossos pensamentos vagavam pelo infinito, não imaginávamos como seriam preenchidos os anos que viriam e o que estaria acontecendo hoje, e como seriam as nossas vidas. Hoje compreendemos que é preciso lutar, temos tarefas a cumprir e que se soubermos vencê-las de acordo com as leis da natureza e divinas, seremos felizes eternamente. Nada do que acontece de bom ou ruim, em nossas vidas é por acaso. Em qualquer situação devemos estar sempre atentos, permanecendo firmes, sem nos vangloriar ou esmorecer, pois esses são os parâmetros que nos guiam para o caminho do bem. Quando nascemos, iniciamos a luta pela sobrevivência, é um período muito importante e perigoso, não podemos perturbar e nem explorar nosso irmão, procurar sempre ajudar quem necessita e viver em comunhão com todos. Desta maneira amenizaremos nossos sofrimentos e poderemos ter uma passagem feliz pela Terra e consequentemente uma recompensa no Céu. Não devemos deixar nosso barco à deriva e navegar sempre com muita fé em Deus, em Jesus e na Virgem Santíssima para que nos abençoem e nos ajudem a seguir o caminho do bem e 6
    • cumprir o que nos foi designado para nossa permanência na Terra. PREFÁCIO A Nossa Árvore Genealógica Meu pensamento sempre foi conhecer sobre a família, não se limitando à minha, mas de todo grau de parentesco. Sempre pensei resgatar conhecimentos sobre nossos antepassados, saber suas origens e de como foram constituídas nossas famílias. Em 2001, já aposentado definitivamente, resolvi fazer as árvores genealógicas de nossas famílias, parei para pensar como ia iniciar e deparei-me com um alto grau de dificuldades. Infelizmente era um pouco tarde, pois os esteios das famílias 7
    • que podiam me fornecer com naturalidade esses dados desde a origem, já eram falecidos. Para obter os dados (das árvores) resolvi convocar o parentesco das quatro famílias: Manzutti e Santos, de minha parte, e Sampaio e Pinheiro, da parte de minha esposa Ilze. Distribui os questionários para serem preenchidos e recebi os dados. Infelizmente poucos forneceram alguma historia sobre a família e os antepassados, limitando-se a fornecer dados de sua árvore, mas agradeço de coração a todos, por colaborarem. Das famílias Manzutti e Santos, consegui além dos dados para a árvore algumas histórias vividas por alguns familiares. Das famílias, Sampaio e Pinheiro, além dos dados da Árvore Genealógica, acrescentei as histórias de Tibiriçá, Bartira e João Ramalho, e também transcrevi dados do livro “Diogo Antonio Feijó” de Ricardo Gumbleton Daunt – 1943. 8
    • Os dados das Árvores Genealógicas foram fornecidos pelos parentes no período entre 2001 e 2011 e tive também a colaboração de meus filhos: Adolfo Júnior sua esposa Madelon, Alexandre José, Ana Aparecida e Ana Carmen; de meus netos Adolpho Neto e Rodrigo; também colaboraram meus primos Alcyr Azzoni e Emery do Carmo Granja; Paulo Roberto Moura Castro e Maria Sylvia Braga Castro; Valéria Guimarães; meu cunhado Carlos José Pinheiro Sampaio; meu afilhado Julio Sampaio Guimarães; e também a tia Benedita de Souza Sampaio Parente (Sinhá). Trata-se de um presente aos parentes. Anexo, uma mídia onde esta registrado o conteúdo impresso, para que seja fornecido aos familiares que tenham interesse. Estarei à disposição, nos endereços abaixo. 9
    • Adolpho José Manzutti & Ilze Maria Pinheiro Sampaio Manzutti São Paulo/Brotas – SP - Dezembro de 2012 Email – adolphojmanzutti@terra.com.br Fones: 014/3653-8561 e 011/3031-2335 Brotas – SP – Rua Guido Coró, 12 – Jardim Parizi – CEP. 17380-000 São Paulo – SP – Rua Brás Mendes, 63 – Vila Madalena – CEP. 05443-070 10
    • CACIQUE TIIRIÇÁ Cacique Tibiriçá foi o primeiro índio a ser catequisado pelo padre José de Anchieta. Foi convertido e batizado pelos jesuítas José de Anchieta e Leonardo Nunes. Seu nome de batismo cristão foi Martim Affonso, em homenagem ao fundador de São Vicente. Sua data de nascimento é calculada em 1440. Seus restos mortais 11
    • encontram-se na cripta da Catedral da Sé, na cidade de São Paulo. "Maioral" ou "Vigilância da Terra", na língua Tupi, Cacique guaianás ou tupi, (sendo) divergem nesse ponto as opiniões dos historiadores. Chefe de uma parte da nação indígena estabelecida nos campos de Piratininga, com sede na aldeia de Inhampuambuçu foi irmão de Piquerobi e de Caiubi, índios que se salientaram durante a colonização do Brasil, o primeiro como inimigo e o segundo como grande colaborador dos jesuítas. Teve muitos filhos. Com a índia Potira , teve Ítalo, Ará, Pirijá, Aratá, Toruí e Bartira. A índia Bartira, viria a ser mulher de João Ramalho, de quem era grande amigo e a pedido do qual defendeu os portugueses quando chegaram a São Vicente. Em 1554, Tibiriça acompanhou Manuel da Nóbrega e Anchieta na obra da fundação de São Paulo, e estabeleceu-se no local onde hoje se encontra o mosteiro de São Bento, espalhando seus índios pelas 12
    • imediações. A atual rua de São Bento era por esse motivo chamada primitivamente Martim Affonso (seu nome de batismo). Graças à sua influência, os jesuítas puderam agrupar as primeiras cabanas de neófitos nas proximidades do colégio. Tibiriça deu aos jesuítas a maior prova de fidelidade, a 9 de Julho de 1562 ( e não 10 como habitualmente se escreve), quando, levantando a bandeira e uma espada de pau pintada e enfeitada de diversas cores, repeliu com bravura o ataque à vila de São Paulo, efetuado pelos índios tupi, guaianás e carijós, chefiados por seu sobrinho (filho de Piquerobi) Jagoanharo. TIBIRIÇÁ Esse cacique indígena, chefe da nação Guaianaz, um dos chefes das tribos aliadas de São Paulo, prestou inúmeros e relevantes serviços à colonização paulista. À sua boa índole, energia e ao seu esforçado concurso, deveu Martim Afonso de Sousa uma boa parte do progresso da capitania de 13
    • S. Vicente. Era irmão de Arari, chefe dos Tupis e Carijós, que, naquele memorável dia 9 de junho de 1562, atacaram a vila de São Paulo, sendo derrotados, graças aos esforços dos jesuítas e do Cacique Tibiriçá. Amigo dedicado de Martim Afonso tomou o cacique o seu nome ao ser batizado, quando convertido pelas prédicas de Anchieta e Leonardo Nunes. Faleceu a 25 de dezembro de 1562, com avançada idade, vítima de prolongada enfermidade. Aquele dia de natal foi de tristeza para os índios. O cacique, desde cedinho, estava passando muito mal. O padre Anchieta, a seu lado, empenhava-se em suavizar-lhe os últimos momentos. Havia muito tempo vinha ele sofrendo de câmaras de sangue. E com a avançada idade que atravessava aquilo mais lhe torturava os derradeiros estertores... A indiada, cá fora, não se conformava, e chorava. Chorava aos gritos angustiados. E pela aldeia rolava um lamento surdo e inquietante. Os tambores lá longe, ecoavam. Logo mais, a nova melancólica 14
    • caiu como um raio: Tibiriçá morrera! O Martim Afonso deixara de existir. Piratininga inteira vibrou: os índios e os padres. À tardinha, realizou-se o sepultamento com toda a pompa. Compareceu todo o mundo. João Ramalho e sua mulher Bartira, batizada com o nome de Isabel, seus numerosos filhos, seus netos, todos os seus descendentes, os jesuítas, os indígenas chorando... Seu corpo foi levado para o colégio de São Paulo e ali sepultado. Hoje jaz na cripta da Catedral de São Paulo, ali no largo da Sé. 15
    • BARTIRA Princesa Mbicy ou Bartira ou Isabel Dias ou Butira-Flor Os arautos reais trombeteavam pelas ruas e vielas de Lisboa, as alegrias Del-Rei, o Venturoso, e liam a carta histórica de Pero Vaz Caminha, contando as belezas e a fecundidade da terra recém-descoberta por Cabral (Que não era Cabral, e sim Pedro Álvares Gouveia). Os que ouviam iam logo levar a notícia de casa em casa, e em pouco toda a Lusitânia sabia e comentava o auspicioso acontecimento. Os camponeses ficavam com inveja da terra ubérrima, na qual "em se plantando nela dará tudo". Sabiam que eram terras sem fim que eles saberiam aproveitar. E meditavam tristes, olhando as pequenas faixas de terra milenar e cansada, que tinham diante de si, terra por eles trabalhada com tanto sacrifício e amor! Pelas suas cabeças cheias de sonhos e de 16
    • cobiça passava a ideia: Ah! Se pudéssemos lá ir... Os rapazes ficavam encantados com as noticias das moças morenas, de corpos de cor de cobre, talhados em curvas sedutoras, as quais andavam nuas e belas, "tão bem feitas e tão redondas” diz Caminha de uma delas "que a muitas mulheres de nossa terra vendo-lhes tais feições fizera vergonha". Os poetas e os artistas ficavam enamorados ao pensar nas paisagens constituídas de montanhas e selvas entremeadas pelas curvas prateadas dos rios e ribeirões, nas florestas cerradas onde tinham animais estranhos e aves de linda plumagem; onde o pôr do sol tingia o céu e as águas com revérberos de ouro, rubis e ametistas... Os banqueiros pensavam em numa certa madeira cor de brasa, e em outras especiarias de que era farta a terra; nas minas de ouro que certamente existiam; na fonte inesgotável de riquezas de que era 17
    • prolífera a terra morena e graciosa, que Caminha tanto gabava. E perguntamos nós, seria por um desses motivos que de lá abalou João Ramalho, de maneira quase desconhecida, afrontando a imensidão dos mares, as tempestades os perigos, para se homiziar num cantinho desse paraíso por tanto sonhado e desejado? Teria anseios de plantar, colher, enriquecer?...Vontade de conhecer as belas moças cor de bronze? Desejaria deliciar os olhos e a alma com a paisagem deslumbrante e encantadora desse mundo longínquo, ou teria ânsias de aventura de qualquer espécie, em buscas das quais se atira de olhos fechados? Ou uma desilusão terrível, uma dor, uma mágoa profunda, fizeram-no procurar esses riscos como se fosse um suicídio? Ninguém sabe. Quando teria ele deixado Portugal, a terra amada? Tanto historiadores como pesquisadores estão em desacordo. Uns afirmam que saiu de Portugal em 1510; 18
    • outros afirmam que saíra de Portugal em 1512; outros mencionam o ano de 1515, e ainda outros atestam ter ele chegado aqui em 1498. Não importa quando tenha saído de Portugal, e porque o fez. Quem sabe mesmo se não teria sido impelido a essa aventura empurrado pelo medo de um castigo cometido por crime? Não importa também. O fato certo e sabido é que os primeiros exploradores vieram encontrá-lo já unidos a mais linda índia da tribo, a filha do Cacique Tibiriçá, falando e entendendo a linguagem dos índios brasileiros da costa paulista. Lá estava ele, feliz, descivilisando à medida que procurava civilizar os bugres; desdobrando-se os filhos, os primeiros mamelucos que a linda esposa Bartira, ofertava à terra vermelha de São Paulo. Bartira ou Butira (Machado de Oliveira, dálhe o nome de Butira), nome bonito que significa "flor". Ela mesma representa na sua figura gentil de índia guianaz, a 19
    • primeira flor humana transformada na primeira mãe cristã, de paulistas cristãos. Filha do Cacique Tibiriçá, a escolhida por João Ramalho, esse histórico português que foi Capitão entre os seus compatriotas e, segundo Pedro Taques, o linhagista, teve o foro de Cavaleiro e foi mais tarde o fundador da vila de Santo André da Borba do Campo, foi Guarda-Mor e Alcaide-Mor da expedição contra os índios Tupiniquins que, confederados com outras tribos, assaltaram a nascente povoação de São Paulo de Piratininga. Esse João Ramalho que se esqueceu de deixar gravada a sua história, e, como se viu um dia, naqueles primeiros anos do século XVI, aportado às terras do Brasil. A linda Bartira casou-se com ele pelo cerimonial do íncola; o casamento foi abençoado por Deus, que lhes floriu a vida dando-lhes muitos filhos (Tiveram oito filhos, diz Alfredo Ellis Jr. em "Primeiros Troncos Paulistas"). 20
    • Quando Padre Manoel da Nóbrega os conheceu, ambos avançados em anos e felizes, não se conformou com a ilegitimidade dessa união fora da igreja. Precisavam da bênção católica, e fazendo João Ramalho confessar, soube que o mesmo era casado em Portugal, perante o altar do Senhor, e que ao partir para rumo desconhecido, deixara a esposa, a quem jamais dera notícias suas. O grande missionário jesuíta, para tranquilizar sua consciência e cumprir sua missão, regularizando aquele casamento perante a Igreja, escreve uma longa carta datada de 31 de Agosto de 1553 aos jesuítas em Portugal pedindo à Companhia que investigue se é viva ou morta a esposa de Ramalho, "QUE QUER SABER PARA PODER CASAR COM BARTIRA, E QUE HÁ MAIS DE 40 ANOS VIVE NO BRASIL E TEM DELA MUITOS FILHOS E FILHAS". Nóbrega batizou-a de Isabel Dias; batizou lhes os filhos e filhas, os primeiros 21
    • cristãos de São Paulo, nascidos dessa mãe semibárbara e linda. Boa mãe, boa esposa, essa quase desconhecida Bartira, foi aos poucos adquirindo hábitos civilizados; viu a chegada de Martin Afonso de Souza em 1532, viu mais tarde a chegada de Ana Pimentel, fidalga, rica, trazendo da Metrópole uma civilização palaciana; viu a fundação da Vila de Santo André da Borba do Campo, como já havia visto em 22 de Janeiro de 1532 a fundação de São Vicente no dia do santo homônimo; viu Braz Cubas construindo a Casa do Porto de Santos; viu a ereção do Hospital de Misericórdia fundado por Ana Pimentel; viu Anchieta atraindo a si os curumins e cunhatains, para ensinar-lhes noções de coisas e a rezar, adorar Deus e ela também vai aprendendo muitas coisas. Quando João Ramalho, aos 73 anos de idade, foi convidado para ser Prefeito de São Vicente, ela lembra-lhe a idade, e ele serenamente, numa carta ao Governador, recusa o alto cargo por "sentir-se velho e 22
    • cansado" e achar que o governo da cidade necessitava de uma pessoa moça, cheia de vida, de entusiasmo e de disposição para o trabalho. Essa é a mulher que deve descerrar as cortinas do pórtico da História da Mulher Paulista, pois que seu sangue vem passando de geração em geração pelas veias da gente de nossa terra, formando os bandeirantes que alargaram as fronteiras da Pátria, sangue que ainda hoje circula nas veias dos estadistas, dos agricultores, dos industriais, dos poetas, dos operários, e da juventude gloriosa de São Paulo! Bartira - Flor, seu nome ficará nas paginas da História, como já está gravado no sangue heroico dos bandeirantes de todas as eras. Tirado do livro "A Mulher Paulista na História" Adalzira Bittencourt - 1954 23
    • JOÃO RAMALHO 24
    • Quando Martim Afonso de Sousa aportou em São Vicente, pelas alturas de 1532, foi recebido, com surpresa sua, por dois patrícios que aqui já se encontravam havia longo tempo: Antonio Rodrigues e João Ramalho. Do primeiro muito pouco se conhece. Apenas que se casara com uma filha de Piquerobi, o cacique de São Miguel de Ururai, com quem teve muitos filhos. Quanto ao segundo, a fama era das piores. "Judeu degredado para uns; simples náufrago casual para outros; precursor de Colombo na América, segundo frei Gaspar da Madre de Deus; filho da casa real, dí-lo Pedro Taques; uma e única pessoa, pelo menos, iniciado nos rudimentos da Cabala, para Horácio de Carvalho", João Ramalho foi uma autêntica figura de novela. Deixara crescer a barba descuidada. Vivendo no mato, no meio da indiada, pouco ligava à indumentária. Era truculento, despótico, dominado pelos modos desabridos. Em consequência, não havia quem não o temesse. Um dia, andejando sempre, 25
    • galgou a Paranapiacaba, e veio bater nas margens de Guapituba, onde conheceu o cacique Tibiriçá, com quem fez boa amizade. O aventureiro apreciou o lugar. Resolveu ficar. Aquilo por ali estava cheio de "índias passivas e ofertantes, que andavam nuas e não sabiam se negar a ninguém". Uma, porém, no meio de tantas, mexeu-lhe com o coração. Chamava-se Bartira. Além de bonita, Bartira sendo filha do cacique Tibiriçá, era um bom partido. João Ramalho não vacilou. Abandonou as demais e ficou com ela. Tornou-a á predileta. O chefe da tribo gostou. Ter um branco como genro era uma incomensurável honraria para a família... O núcleo de Santo André, assim chamado em memória do padroeiro da vila, foi atraindo outros forasteiros. A seleção não poderia ser das maiores. Apareceu gente de toda a espécie: bons e maus, estes em maior número do que aqueles. Quem era Ramalho 26
    • Quando Martin Afonso de Sousa aportou a São Vicente, pelas alturas de 1532, foi recebido, para sua surpresa, por dois patrícios que aqui já se encontravam, havia longo tempo: Antônio Rodrigues e João Ramalho. De Antônio Rodrigues, muito pouco se conhece. Apenas que se casara com uma filha de Piquerobi, o cacique de São Miguel de Ururaí, e teve muitos filhos. E sobre João Ramalho? "Judeu degredado, para uns; simples náufrago casual, para outros; precursor de Colombo na América, segundo frei Gaspar da Madre de Deus; filho da casa Real, di-lo Pedro Taques; uma e única pessoa com o bacharel de Cananéia, na opinião de Cândido Mendes; boçal e rude analfabeto; personagem pelo menos iniciado nos rudimentos da Cabala, para Horácio de Carvalho." Na verdade, João Ramalho foi uma autêntica figura de novela. Deixara crescer a barba descuidada. Vivendo no mato, no meio da indiada, pouco ligava à indumentária. Era truculento, despótico, 27
    • dominando pelos modos desabridos. Em consequência, não havia quem não o temesse. Além, muito além daquelas serras. Um dia, andejando sempre, galgou a serra de Paranapiacaba [subida de Santos ao planalto paulista] e veio bater nas margens de Guapituba, onde conheceu o cacique Tibiriçá, com quem fez boa amizade. O aventureiro apreciou o lugar. Resolveu ficar. Aquilo ali estava cheio de "índias mansas, daquelas índias passivas e ofertantes, que andavam nuas e não sabiam se negar a ninguém". Uma delas, no meio de tantas, lhe mexeu com o coração. Chamava-se Bartira. Além de bonita, Bartira vinha a ser a filha do cacique Tibiriçá. Era um bom partido. João Ramalho não vacilou. Abandonou as demais e ficou com ela. Tornou-a predileta. O chefe da tribo gostou. Ter um branco como genro era uma grande honraria... O núcleo de Santo André 28
    • O núcleo de Santo André, assim chamado em memória ao padroeiro da vila, foi atraindo outros forasteiros. A seleção não podia ser das maiores. Apareceu gente de toda espécie: bons e maus, estes últimos em maior número do que aqueles. Tendo brotado na beira do sertão, ficou conhecido como Santo André da Borda do Campo. Como seria, naqueles tempos primitivos, Santo André da Borda do Campo? Naturalmente, tinha um aspecto selvagem. A terra era selvagem, os casebres de taipa-de-mão, cobertos de sapé, selvagens; as mulheres mestiças, mal enrodilhadas em panos de algodão, de fisionomias endurecidas pelos trabalhos incessantes, seriam, também, selvagens. "E os homens, na sua rudeza incomparável, barbudos e desataviados, possivelmente vestidos de pele, por toda parte alçando o perfil de lince, seriam, entre todos os seres, entre as próprias feras, os mais temerosos e os mais selvagens." 29
    • Mas não tardou que o pequenino arraial viesse a receber o título honroso de vila, passando o seu fundador a ser apontado com o título mais honroso ainda "Alcaide Mor e Guarda Mor do Campo"... Um Alemão Assustado Foi nesse tempo que, por ali, apareceu o viajante alemão Ulrico Schmidel, que andava correndo mundo. Tinha um tipo esquisito. Sofria de delírio ambulatório. De Assunção, viera a ter em São Vicente. De São Vicente foi andando. E andando, andando sempre, quando viu, estava no meio de gente branca. Era ali Santo André. Cedamos-lhe a palavra: Afinal, chegamos a uma aldeia habitada por cristãos, cujo chefe se chamava João Reinvelle (sic). Felizmente, para nós, andava ausente, pois o arraial tinha-me cara de ser um covil de bandidos. Partira Reinvelle (Ramalho) para ir com outros cristãos que habitavam uma 30
    • povoação chamada Vicenda (São Vicente), a fim de, com eles, concluir um tratado. "Apenas lhe vimos o filho, que nos recebeu bem, embora nos inspirasse muito mais desconfiança do que os próprios índios. Deixando este lugar, rendemos graças ao céu por dele havermos podido sair sãos e salvos." "Apesar de tudo, João Ramalho era o homem mais poderoso da região, mais do que o próprio soberano: havia guerreado e pacificado a província, reunindo cinco mil índios enquanto o rei de Portugal só reuniria dois mil". Ramalho excomungado No ano de 1553, Santo André da Borda do Campo viveu o ponto mais alto de sua vida florescente. Então, surgiram os primeiros jesuítas: Manuel da Nóbrega e Leonardo Nunes. O segundo ficou horrorizado com o que presenciava: a mancebia dos portugueses com as índias e o cativeiro dos índios. 31
    • Aquilo lhe pareceu pior que Sodoma e Gomorra. E não teve dúvidas em excomungar João Ramalho. João Ramalho achou ruim... E começou a luta, uma luta de vida e morte. A mulher de Ramalho decidiu a questão Uma manhã, a coisa tomou aspecto muito sério. O padre, tendo ido dizer missa na igrejinha do povoado, viu entre os presentes João Ramalho e mandou expulsálo do templo. Foi à conta. Saiu um sarilho de todos os diabos. Os filhos de João Ramalho [que não eram poucos] resolveram tomar um desforço. Lá apareceram armados de trabuco, dispostos a matar o jesuíta corajoso. E foram entrando... Na frente, André, o mais velho. Depois, os outros: Vitório, Antonio, Marcos, João... Em casa, ficaram apenas as meninas: Joana, Margarida, e Antônia... Quando Bartira soube de que planejavam os filhos, foi atrás, e meteu-se 32
    • no meio, desarmou-os, fê-los retroceder... Foi água na fervura. Desistiram do seu intento. E só assim escapou com vida o padre Leonardo Nunes. Um dia depois do outro A coisa era desse feitio, naqueles áureos tempos, na primitiva Santo André da Borda do Campo. Tudo se resolvia a trabuco. No princípio, João Ramalho deu aos padres muita dor de cabeça, e por um triz “não quebrou a pau” a dita cuja de Leonardo Nunes, o padre intrujão. Com os anos, tudo foi mudando. O belicoso João Ramalho já não era o mesmo das primitivas eras. Foi perdendo aquela arrogância, aquele jeitão distorcido... Os filhos, sim, os mamelucos da sua numerosa descendência, aqueles primeiros e desenvoltos paulistas, tornaram-se o terror das cercanias. E deram trabalho medonho... Foi um tempo quente. O fim da vila na borda do campo 33
    • Já nessa época, São Paulo de Piratininga progredia, absorvendo completamente a vila que ficara atrás. Mem de Sá determinara que Santo André se extinguisse e todos se mudassem para São Paulo. O próprio João Ramalho acabou por concordar. E, para contentá-lo, nomearamno capitão-mor de São Paulo. Era uma maneira jeitosa de atraí-lo. Mas ele, a tempo, descobriu o golpe. Desiludido, não desejou ficar por aqui. Resolveu abandonar o Planalto e ir morar longe. E foi habitar uma cabana rústica no vale do Paraíba. Hospedou-se em casa de Luís Martins. Estava velho e cansado. Apesar de tudo, embora com setenta anos, não tinha uma cã [cabelos brancos] na cabeça nem no rosto, e costumava andar nove léguas a pé antes de jantar... Ramalho vereador 34
    • Um dia, naqueles 15 de fevereiro de 1564, um grupo pacífico de homens foi procurá-lo na sua casinhola. João Ramalho recebeu-os com certo embaraço. Que queriam dele? Mandou-os entrar. Não havia banco para tanta gente... Ficaram de pé, e de pé falaram. Era uma comissão do Conselho Paulista. Vieram comunicar-lhe que a gente de Piratininga o havia elegido para vereador de sua Câmara. Á hora do troco Ramalho ouviu tudo com a maior atenção. Seu olhar parecia andar por muito longe, distante mesmo... Lembrava-se, talvez, das ingratidões de que fora vítima. Recordava-se das humilhações sofridas. E no mesmo instante, mal sopitando a revolta tardia, alçou o rosto, e achou que chegara o momento azado para a desafronta. Solene, pausado, com um tom superior, retorquiu, altivo: "Não aceito. Vivo bem no meu exílio. Pra que voltar? Além disso, estou velho: sou 35
    • um homem que já passou dos setenta anos... Digam ao Conselho que João Ramalho declina da honraria, e prefere ficar onde se encontra: prefere acabarem seus dias entre os contrários do Paraíba, na terra dos índios..." E deu-lhes as costas. Um a um, foram saindo. O velho dominador tinha razão: "não nasceu para vereador de um mísero burgo, aquele que sempre foi um rei da floresta”. Morre Martim Afonso Tibiriçá (o cacique) Naquele dia 25 de dezembro de 1562, sofreram os índios um rude golpe. A notícia espalhara-se rapidamente. O cacique Tibiriçá estava passando muito mal. O padre Anchieta, ao seu lado, empenhava-se em suavizar-lhe os últimos momentos. Havia muito, vinha ele sofrendo as “câmaras de sangue”. E com a avançada idade que atravessava aquilo mais lhe torturava os derradeiros estertores. A indiada, cá fora, não se conformava e chorava. Chorava aos gritos angustiados. E 36
    • pela aldeia rolava aquele lamento surdo e inquietante. Os tambores, lá longe, ecoavam. Logo mais, a nova melancólica caiu como um raio. Tibiriçá morrera! O Martin Afonso [nome cristão que ele adotara] deixara de existir. Piratininga inteira vibrou. Os índios e os padres. Desaparecia um dos seus melhores amigos. À tardinha, realizou-se o sepultamento. Um sepultamento com toda a pompa. Compareceu todo o mundo. João Ramalho e sua mulher, Bartira, batizada com o nome de Isabel, seus numerosos filhos, seus netos, todos os seus descendentes, os jesuítas, os indígenas, chorando... Seu corpo foi levado para o colégio São Paulo e ali sepultado. Era uma deferência das maiores. O repórter Padre Anchieta O padre Anchieta, em carta escrita a 16 de abril de 1563, contava, então, o que acontecera: "Foi enterrado na nossa igreja, com muita honra, acompanhando-o todos 37
    • os cristãos portugueses com a cera de sua confraria”. "Ficou toda a capitania com grande sentimento de sua morte pela falta que sentem, porque este era o que sustentava todos os outros, conhecendo-se-lhes muitos obrigados pelo trabalho que tomou em defender a terra, mais que todos, acho que nos devemos nós os da companhia e por isso determinou dar-lhe em conta não só de benfeitor, mas ainda de fundador e conservador da Casa de Piratininga e de nossas vidas”. "Fez testamento e faleceu com grandes sinais de piedade e fé, recomendando à sua mulher e filhos que não deixassem de honrar sempre a verdadeira religião que abraçaram." Quem mais sentira a morte de Tibiriçá fora seu genro, aquele barbaçudo e intrépido João Ramalho. Regressara, depois do enterro, ao seu retiro às margens rumorejantes do Paraíba. Parecia que a vida perdera para ele a razão de ser, seu 38
    • encanto maior. Talvez a idade avançada, talvez os dissabores enormes... E meditou muito longamente sobre a morte. O vale da sombra da morte O velho João Ramalho tratou de preparar-se para enfrentar o momento fatal que haveria de vir, mais dias, menos dias. Mandou chamar à sua presença o tabelião Lourenço Vaz, naqueles três de maio de 1580. Conversaram os dois longamente. Soube-se apenas que, no mesmo dia, o funcionário regressava à casa do ex-rei do Planalto, armado de enorme livro e com a sua pena de pato. Acompanhavam-no o juiz ordinário Pedro Dias e quatro testemunhas. Vinham solenes e carrancudos. E João Ramalho ditou seu testamento. O documento famoso ficou transcrito nas notas do tabelião da Vila de São Paulo. Narrava toda a sua vida, uma vida novelesca e cheia de altos e baixos. Frei Gaspar da Madre de Deus revelou mais tarde que possuía uma cópia do documento 39
    • original, mas o certo é que pouquíssimas pessoas manusearam o testamento tão discutido. Capistrano de Abreu [historiador, contemporâneo de Rocha Pombo], escrevendo a respeito, deu sua opinião valiosa: "fora de dúvida está que João Ramalho foi um dos colonos mais antigos; preferiu o planalto à beira-mar, fez-se respeitado pelos indígenas, entre os quais granjeou numerosa prole”. "Os hábitos, adquiridos em decênios de vida solta, incompatibilizaram-no com os jesuítas, de cujas crônicas saiu mal notado. Muito deu que falar o seu testamento, do qual sonsamente deduziu frei Gaspar da Madre de Deus que fora ele o verdadeiro descobridor da América; o documento não foi visto só por frei Gaspar, mas até agora não reapareceu." Paulistas de quatrocentos anos 40
    • João Ramalho morreu tempos depois. Deixou uma descendência colossal, gerando os primeiros paulistas: 1) Beatriz Dias, que foi casada com Lopo Dias, natural de Portugal; 2) Francisco Ramalho Tamarutaca, que foi casado três vezes, sendo a primeira e terceira com Francisca e Justina, índias; 3) Antônio de Macedo, casado; 4) Vitorino Ramalho, casado, que foi assassinado pelos índios Tupiniquins, nas imediações da Vila de São Paulo; 5) JOANA RAMALHO, casada com Jorge Ferreira, que foi, em 1556, loco tenente do donatário da Capitania de Santo Amaro, pertencente a Martim Afonso, filho de Pedro Lopes de Souza. E outros mais... Um lugar perdido no tempo Santo André - já asseverou Teodoro Sampaio [historiador, contemporâneo de Rocha Pombo] - como um ninho de escravismo e toca de turbulência, 41
    • desapareceu sem deixar vestígios, como se, de vez, a arrasara um braço exterminador. Nas margens do Guapituba, que flui para Piratininga, cerca de uma légua na atual vila de São Bernardo, o viajante debalde procura um trecho de velho muro que lhe recorde este baluarte do alcaidemor da Borda do Campo. Como se fora edificada na areia movediça, onde um sopro de desolação tudo subvertera e apagara, nem mesmo a tradição mameluca se salvou na memória dos raros habitadores destas paragens. É que as cidades também se apagam na vida, como se apagam na iniquidade dos homens. (Fernando Correia da Silva - Sertanejo, pioneiro, 1493(?) – (1580)). Quando Tudo Aconteceu.. 1493 (?): Nascimento de João Ramalho, em Vouzela, distrito de Viseu. 1512 (?): Sua viagem para o Brasil. - 1514 (?): É aceite pela tribo tupiniquim chefiada pelo cacique Tibiriçá, o qual lhe dá como 42
    • esposa a sua filha Bartira. - 1532: Ajuda Martim Afonso de Sousa a fundar a vila de São Vicente (no litoral do atual Estado de São Paulo). - 1553: Funda e é nomeado Alcaide-mor da vila de Santo André da Borda do Campo, no planalto de Piratininga. - 1554: Ajuda o jesuíta Padre Manuel da Nóbrega a levantar a povoação de São Paulo de Piratininga. - 1560: Mem de Sá, Governador - geral do Brasil, extingue a vila de Santo André e promove São Paulo a vila. - 1562: João Ramalho, com a ajuda de Tibiriçá, comanda a defesa de São Paulo contra o ataque da chamada "confederação dos tamoios". - 1564: Recusa o cargo de vereador da vila de São Paulo e retira-se para o vale do Paraíba. - 1580: Morre João Ramalho em São Paulo. Confissão Vossa Reverendíssima insiste ouvir-me em confissão? Compreendo e agradeço o cuidado. Já fiz 87 anos, amanhã vou apagar-me e quereis que eu vá sem mácula 43
    • à presença do Criador. Porém, nesta passagem, mais temo por vós do que por mim. Explico-me e perdoai-me o doesto: sois muito verde, noviço recém-chegado. Sem prévia vivência das terras do Brasil, não conseguireis entender os volteios da minha vida. Ireis ficar escandalizado como escandalizado ficou em tempos o Padre Manuel da Nóbrega, o fundador desta vila de S. Paulo. Chegou mesmo a pregar que petra scandali era toda a minha vida. Mais tarde corrigiu a opinião, mas que o disse lá isso disse, e quase me excomungou. “Não, Padre, Ramalho é a minha alcunha por causa da minha barba que foi sempre ramalhuda. Maldonado é que é o apelido do meu pai. Nome de cristão novo achais que sim? Antes de vós, já outros disseram o mesmo e até disseram que a rubrica ou gatafunho com que assino os documentos é um kaf, letra hebraica. Portanto, para eles, marrano fugido ou degredado para o Brasil serei eu. Outros opinam que eu sou apenas um náufrago que 44
    • deu à costa. Nada disso eu desminto ou confirmo. Padre: mais vale cair no mar fundo do que rolar nas bocas do mundo... Contra correntes adversas, não vale a pena resistir-lhes. Não se perca o fôlego, é deixar que nos arrastem. Só quando começam a enlanguescer é que, num repelão, delas podemos nos safar. E eu safei-me, como estais vendo, pois venho aqui a morrer de velho. Padre foi por entre duas águas que atravessei a vida”. A Ilha do Paraíso Em Vouzela, onde nasci, despeço-me de Catarina, a minha esposa, e parto para Lisboa. O motivo? Padre: essa é matéria que não vem ao caso. Pecados, se os cometi, foram aqui e não em Portugal, e pecados é o que eu devo confessar. Abalo de Vouzela, coração apertadinho... Suponho, e bem, que nunca mais tornarei a ver a Catarina, pois o meu destino é o Brasil tão distante. Mas, ao chegar a Lisboa, logo me animo. Não só por causa das novas da expedição de Fernando Noronha que, esse 45
    • sim! Veramente cristão-novo e mercador, o que não obstou que El-Rei D. Manuel, o Venturoso, lhe tivesse arrendado as terras de Vera Cruz desde 1502 a 1505 para o abate e recolha de pau-brasil, então muito procurado para a tingidura de panos. E foram 20 mil quintais que renderam cinco por um. Pensei que o nome do pau-brasil lhe viesse da cor de brasa, mas um marinheiro bretão, com quem fiz amizade, conta-me que na sua terra, e na sua língua, corre a antiga lenda que O'brazil é o nome verdadeiro da Ilha do Paraíso, e que tinham sido os afortunados portugueses a descobrila, e por isso está ele em Lisboa na esperança de poder ser engajado numa viagem ao Paraíso. Arribo a esta costa do Brasil em 1511, talvez em 12, ou 13, não sei ao certo, com tantos anos em cima do lombo a memória já me vai falhando. Bem acolhido sou por António Rodrigues, o degredado português a quem todos chamam, ou chamavam, o "bacharel de Cananéia", e que há muito 46
    • tempo vive entre os índios tupiniquins da beira da praia. Apadrinha-me e logo me parece que demandei veramente o Paraíso, pois, ao acolherem-me, os índios começam por me dar mulher nova, escorreita e muito limpa, e eu estou na casa dos 20 anos, deslumbramento... NUDEZ E MALÍCIA É o que eu temia: Vossa Reverendíssima já começa a benzer-se e a apostrofar-me por ter caído eu em pecado mortal, que é o da fornicação e luxúria. Segui o ditado em Roma sê romano e confesso que, entre os índios, índio fui. Para 47
    • eles, pecado é recusar o que a natureza prazerosa manda colher. Vossa Reverendíssima escandaliza-se com a nudez das mulheres nativas e desvia os olhos para não mirar aquilo a que chama suas vergonhas. Mas se malícia existe não será nelas, pois com inocência revelam os corpos que Deus lhes deu, tal como vós mostrais a nudez das vossas mãos. E mais vos digo que assim desnudas são elas mais discretas e modestas do que as ataviadas damas do Paço e nem sequer estou a compará-las com as marafonas que, vestidas da cabeça aos pés, andam em requebros pelas ruas de Lisboa. Quanto ao relacionamento que estas índias têm com os homens, procedem elas com a mesma naturalidade e prazer com que se refrescam e matam a sede com a água de coco. Uma coisa de comum têm as nativas com as reinóis: a vaidade. Mas enquanto as de lá gastam os dias a escolher tecidos, brocados e roupas com que pensam adornarem-se, estas daqui passam o tempo 48
    • a fazer cocares com penas de aves e a fantasiar desenhos e motivos com que irão pintar os corpos umas das outras. São elas também que pintam, com mão firme, a geometria que se espalha sobre os corpos de rapazes e guerreiros. Tintas preparadas com barro, resinas e sumos de frutas. Portanto pinturas que duram apenas até ao próximo banho. Porque estes índios são muito asseados, chegam a tomar um, dois, ou mesmo três banhos por dia. São muito diferentes dos portugueses, que fedem como os porcos que trouxeram do Reino. Potira e Tibiriçá Vinda do planalto de Piratininga, um dia baixou à praia, Potira, cujo nome quer dizer flor. Não sei por que os portugueses insistem em chamá-la de Bartira, já que o seu nome verdadeiro é Potira... Índia jovem, quase uma menina, esbelta, verdadeira flor de manacá. Boto os olhos nela e quedo logo embeiçado. Afaga-me as barbas, ri-se do meu enleamento e vai-se 49
    • embora. Resolvo segui-la. Por veredas que descubro ou invento por entre o mato grosso da encosta íngreme, trepo pela serra de Paranapiacaba acima. Aquela a que ides chamando Serra do Mar. Potira é filha de Tibiriçá, cacique de Inhapuambuçu, a principal taba ou aldeamento dos campos de Piratininga. Também o cacique parece gostar de mim. Espanta-se com a minha barba ramalhuda e diverte-se com a minha forma de falar a sua língua. Adopta-me e dá-me Potira em casamento. Antes de construir a minha oca, ficamos provisoriamente a viver na maloca, ou palhoça colectiva, do meu sogro. Promiscuidade? Saiba Vossa Reverendíssima que homem nascido numa maloca não pode casar ou ter conjunção carnal com mulher nascida na mesma maloca e todos aceitam voluntariamente esta lei. Portanto, promiscuidade não é, mas outra forma de vida muito diferente daquela a que os portugueses estão acostumados. Na maloca de Tibiriçá vivem, entre 50
    • homens, mulheres e crianças, umas duzentas pessoas. Está dividido em várias secções, em vários lares, e em cada lar um homem com as suas mulheres e os seus filhos. Entre os moradores da maloca não há segredos e o que pertence a um pertence a todos. E o mesmo altruísmo estende-se aos moradores das seis malocas vizinhas, e aos dos outros aldeamentos mais à frente porque, por casamentos cruzados das mulheres de um grupo, ou maloca, ou taba, com homens de outro grupo, de outra maloca, de outra taba, todos eles são parentes, e assim todas as tribos de uma mesma nação que ocupa um território por vezes maior do que o de Portugal vive em amizade e harmonia. Sim, Padre, confesso que mulheres tive e tenho muitas, pois todos os caciques queriam e querem ser meus parentes. Mas a esposa principal é Potira. Respeitada pelas demais, na minha maloca a sua rede fica sempre armada junto à minha. De Potira e das outras tenho muitos filhos e filhas. Os 51
    • meus meninos mestiços... Ou caribocas, como dizem os índios; ou mamelucos, como dizem os portugueses; mas esta é palavra árabe que perdeu o rumo, porque significa pajem, escravo ou criado e os meus filhos nunca foram nem meus pajens, nem meus escravos, nem meus criados, embora outros caribocas, que não os meus, tenham sido tudo isso para outrem que não eu. Os meus caribocas andam por aí desde as praias de S. Vicente, Bertioga e Itanhaen até aos campos de Piratininga, a dar-me força e prestígio, pois casaram e tiveram filhos e netos que, por sua vez, também se casaram, e por isso me tornaram parente de quase todos os tupiniquins. De mim alguém disse (e não mentiu) que, se necessário, num só dia eu poderia reunir à minha volta 50 mil homens. E reuni, não foram precisos tantos, mas uma vez eu reuni largos milhares e por isso o Padre Manuel da Nóbrega me ficou muito agradecido. O caso aconteceu lá pelos idos de 1562, depois eu conto. 52
    • Se tudo isto é pecado, então, Padre, eu pecador me confesso. Mas bater no peito eu cá não bato, nem faço acto de contrição. Não podeis, por isso, absolver-me, nem darme a extrema unção? Sossegai, pois, na Sua omnisciência, saberá Deus Nosso Senhor entender e perdoar os volteios da minha vida... Padre, o que fiz nesta vida, nesta vida eu não renego. E na outra, a ver vamos... Fundação de São Vicente João Ramalho ajuda Martim Afonso de Sousa a fundar a vila de São Vicente. E, entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a Tábua Cronológica Padre: em 1532, tenho eu uns 40 anos, ouço a nova que várias canoas grandes (assim os índios chamam às naus) com homens brancos a bordo, tinham fundeado junto à praia. E que António Rodrigues, o "bacharel de Cananéia", em vão tentava interpor-se entre índios e brancos, guerra à vista. Com os meus 53
    • homens desço a serra, chego à praia. Comanda a expedição Martim Afonso de Sousa, a quem El-Rei D. João III concedera donataria com cem milhas de costa e todas as terras que houvesse dentro, limitadas a norte e a sul por duas paralelas ao Equador. Se, por um lado, eu sou respeitado chefe tupiniquim, por outro, português continuo ainda a ser. A nadar assim por entre duas águas, só a paz poderá sossegar o meu tormento e trato de promovê-la. Em tupi, discurso para os índios e, em português, para os lusos. Digo-lhes que os brancos ocupem o litoral, mas que deixem os índios continuar nas suas fainas de pesca. Que uns não molestem os outros. Que iniciem o escambo do que uns têm a mais e outros a menos, e todos alcançarão seus proveitos. E assim se faz. Martim Afonso de Sousa e os seus dão seis anzóis e dois cunhas por 80 patos, e duas cunhas grandes mais 20 punções e quatro tesouras por dois antas, e cinco cunhas mais cinco anzóis por cinco cargas de milho, e 100 54
    • facas por 200 rolas, e 15 cunhas mais 15 anzóis médios por 15 veados, e 40 cunhas mais 12 tesouras e 52 anzóis por 52 cabaças de mel em favo, e dois tesouras mais 25 punções e 24 anzóis por 26 cargas de ostras. Portugueses e tupiniquins ficam todos muito contentes com o escambo, pois os brancos estão muito carenciados de mantimentos e, para os índios, ferramentas de ferro é algo de milagroso. Mais se firma a paz e a boa amizade quando eu facilito mulheres para os portugueses solteiros e as cunhantãs até quedam muito felizes com o arranjo, pois num repente melhoram de vida. Padre: podeis excomungar-me, mas atentai que alcoviteiro não fui eu, porém apaziguador de vendavais. Com António Rodrigues e os meus filhos caribocas e muitos outros tupiniquins, ajudo os portugueses de Martim Afonso de Sousa a construir casario de pedra e cal, também a igreja matriz e assim rompe a vila de São Vicente. 55
    • Então, nos campos em redor de São Vicente, os portugueses começam a plantar cana de açúcar e a levantar engenhos e pedem-me que lhes forneça escravos para os trabalhos da lavoura. Os tupiniquins não sabem o que isso seja, mas sei eu. Nas guerras que mantínhamos com os tamoios e outros tapuias, fazíamos muitos prisioneiros. E então me ponho a pensar que mais vantajoso será vendê-los aos portugueses do que comê-los, costume que veramente me dá a volta ao estômago e à alma. Tento conciliar o inconciliável e assim ajudo a abrir as portas do inferno em que hoje vivem todos os índios, os tapuias, mas também os meus tupis, porque os portugueses, a partir do momento em que passam e ter índios como escravos, e não querendo distinguir tupis de tapuias, acham que todos os índios devem ser escravos seus... Padre, por ora não estou a falar de vós nem dos outros missionários jesuítas, mas daqueles portugueses que vêm do Reino ao Brasil com a ambição de fazer 56
    • fortuna rápida e logo tornar à pátria. Deles também se queixa o Padre Manuel da Nóbrega. Um dia ouço que se lamenta, embora aos solavancos, pois tartamudo é ele: -De quantos vieram lá do Reino, nenhum tem amor a esta terra. Todos querem fazer em seu proveito, ainda que seja à custa da terra, porque esperam de se ir. Não querem bem a terra, pois têm a sua afeição em Portugal; nem trabalham tanto para favorecê-la, como para se aproveitarem de qualquer maneira que puderem. ... Mas doutra ouço que assopra aos missionários:- Se El-Rei quer ver os índios todos convertidos, pois deve mandar sujeitá-los. Deve haver um protector dos índios para fazê-los castigar, para não deixá-los comer carne humana, nem guerrear sem licença do Governador, fazerlhes ter uma só mulher, vestirem-se, pois tem muito algodão, fazê-lo viver quietos sem se mudarem para outra parte. E eu já não sei Padre, já não sei qual é 57
    • a pior sujeição: se a física ou a mental. ESCRAVIDÃO Comedores de Carne Humana Sim, Padre, confesso que, embora a contra gosto, também eu fui um comedor de carne humana, em Roma sê romano. Não fique Vossa Reverendíssima horrorizado que eu sei de horrores maiores cometidos lá no Reino. Quando, numa guerra, os tupiniquins aprisionam um tapuia, não tratam mal o 58
    • prisioneiro, até antes pelo contrário. Dãolhe de comer e beber, tudo quanto queira. Chegam mesmo a dar-lhe mulher que em tudo o serve. E quando amanhece o dia marcado para o sacrifício, empunhando o tacape, que é um pilão de guerra, o carrasco aproxima-se da vítima e diz-lhe: - Sim, vou matar-te, pois a tua gente também matou e comeu muitos dos meus. Se o tapuia não tremer, não desfalecer de medo, se for homem de coragem, responderá: - Depois que eu for morto, os meus irão vingar-me, tu vais ver. Então o carrasco, com o tacape, acerta-lhe uma pancada na nuca e assim é morto o prisioneiro. Só depois começam a assar-lhe o corpo. E se ele foi homem de coragem, mais disputada é a sua carne, porque todos pensam partilhar assim de tal coragem. Padre, não me comove a vossa repugnância, pois eu sei que no Reino agora a voga é, em nome de Deus, prender judeus 59
    • e cristãos-novos, é torturá-los até lhes partirem os ossinhos todos, é levá-los ainda em vida à fogueira, o que é grande maldade que não se usa por aqui. Assam-nos em vida e depois nem sequer os comem; desperdício. Santo André da Borda do Campo João Ramalho é nomeado Alcaide-mor da vila de Santo André da Borda do Campo. E, entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a Tábua Cronológica Padre: em 1553, aproximadamente 20 anos depois de Martim Afonso de Sousa se ter ido embora, e estava eu com mais ou menos 60 anos, o seu primo Tomé de Sousa fundeia as suas naus ao largo de São Vicente. Mas vem como Governador-geral do Brasil, porque El-Rei tinha acabado com as donatarias, pois das 15 só dois tinham resultado: a de São Vicente, por esforço meu, e a da Bahia por esforço de um Diogo Álvares Correia, a quem os tupinambás, 60
    • com os quais vivia, chamavam Caramuru. Junto com Tomé de Sousa vinha o jesuíta Padre Manuel da Nóbrega, com a missão de evangelizar os tupiniquins. Antipatiza logo comigo e quase me excomunga, já vos disse. Mas, em abono da verdade, devo acrescentar que, anos depois, para me safar de pecado mortal, tentará casar-me com Potira. Aviso-o que tenho mulher legítima no Reino. Escreve para Vouzela, a saber, novas de Catarina, se ainda é viva ou já finada. Não vem resposta. Na dúvida, manda que eu acabe com a mancebia. Recuso repudiar Potira eu cá não repudio. Para escândalo do Padre decido continuar a viver em pecado mortal... Este Tomé de Sousa é homem decidido. Para evitar incursões dos corsários franceses que infestam as costas do Brasil, manda construir um forte na barra de Bertioga. E para congregar os colonos que andavam esparsos pelo litoral ao sul de São Vicente, manda edificar a vila de Conceição 61
    • de Itanhaen. Depois, para sustar o comércio dos moradores de São Vicente com os castelhanos de Assunção do Paraguai, na serra de Paranapiacaba cega as veredas de acesso ao planalto e decide construir, lá no alto, uma vila cuja guarnição impeça a passagem dos mercadores num e noutro sentido. A medida revolta a população de São Vicente que tem os seus interesses em tal comércio, mas foi pensado assim e assim se faz. E, contra a opinião do Padre Manuel da Nóbrega, sou eu o indicado para, lá na boca do sertão de Piratininga, fundar a vila de Santo André da Borda do Campo. Também sou o seu primeiro e único Alcaidemor, pois a vila será extinta em 1560 pelo novo Governador-geral Mem de Sá. São Paulo de Piratininga João Ramalho ajuda o Padre Manuel da Nóbrega a fundar São Paulo. E, entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a Tábua Cronológica. 62
    • Saiba Vossa Reverendíssima que, apesar da má vontade do Padre Manuel da Nóbrega, em 1554 ajudo-o a fundar São Paulo de Piratininga, povoação que Tomé de Sousa mandara levantar. Sempre esta minha mania de nadar por entre duas águas, conciliação... Santo André e São Paulo, duas povoações tão próximas uma da outra, mas por quê? Um capitão, que é muito meu amigo, pois muito lhe facilitei a vida junto dos tupiniquins, comete inconfidência e mostra-me o Regimento de D. João III para Tomé de Sousa. As instruções são claras: "Será grande inconveniente os gentios, que se tornaram cristãos, morarem na povoação dos outros e andarem misturados com eles; e será muito serviço de Deus e meu apartarem-nos da sua conversação. Encomendo-vos e mando que, os que forem cristãos, morem junto, perto das povoações das ditas capitanias, para que conversem com os cristãos e não com os gentios, e possam ser doutrinados e ensinados nas coisas da Santa Fé; e aos 63
    • meninos, porque neles imprimiram melhor a doutrina, trabalhareis por dar ordem como se façam cristãos e que sejam ensinados e tirados da conversação dos gentios". Tomé de Sousa não pensava povoar o planalto. São Paulo, com o seu Colégio, e com o seu Padre Anchieta que tão bem aprendeu a falar tupi que até nessa língua faz hinos e poemas, era apenas um aldeamento para a evangelização dos índios. Já Mem de Sá, terceiro Governadorgeral do Brasil, é um pau de dois bicos. Começa por proibir escravizar os índios. Mas, ao mesmo tempo, manda desimpedir as veredas de Paranapiacaba e em 1560 extingue a Santo André dos meus guerreiros tupiniquins (e de escassos peões portugueses) e promove São Paulo a vila. É um nebuloso convite aos aventureiros, porém convite: subam ao planalto a caçar índios! E eles começam a subir, ó se começam... E são perigosos, devastadores, pois os portugueses facilmente se adaptam 64
    • a tudo: se não há farinha de trigo, pois coma-se a de mandioca, se não há uvas, pois comam-se jabuticabas, se não há bagaço de vinho, pois beba-se aguardente de milho, se não há colchões, pois durma-se em rede, se não há putas brancas, pois fodam-se índias! Desleixados, sem planos prévios levam tudo a eito, dispostos apenas ao trabalho de pôr os outros a trabalhar para eles, sequiosos que estão de honrarias e riquezas... Atormentado, rolado entre duas águas, com os meus tupiniquins abandono a extinta vila de Santo André e retiro-me para o sertão. A Conferência dos Tamoios 65
    • Tantas atrocidades são cometidas que bastam apenas dois anos para unir todas as tribos dos tamoios, desde Bertioga ao Cabo Frio, e até mesmo ao vale do Paraíba... E eis uma nação de índios congregada para arrasar São Paulo, com todos os seus moradores, homens de armas, padres, artesãos, mercadores e senhores de engenho, o povo todo... Em desespero de causa o Padre Manuel da Nóbrega mandame pedido de socorro. Atendo, é a pecha do costume, as duas águas... Com Tibiriçá, o 66
    • meu sogro, em dois dias reúno milhares de homens. Em 1562 há lutas, escaramuças, guerras e morticínios, mas os tamoios não conseguem entrar em São Paulo. Sou eu quem comanda toda a defesa. Assim o querem os portugueses, assim o faço. Depois os Padres Manuel da Nóbrega e Anchieta entram a parlamentar com os tamoios. Dão razão às suas queixas e prometem-lhes que os brancos não mais irão prear índios porque eles, Padres, são contra a escravização. Os tamoios acreditam que assim vai ser. Em 1563, em Iperoig, os Padres e os tapuias fazem a paz. Coitados de tapuias e tupis... MEDITAÇÃO Em 1564 oferecem-me o cargo de vereador de São Paulo. Recuso e, com os meus homens, retiro-me para o vale do Paraíba. Por lá fiquei até hoje, já lá vão 16 anos. Tive muito tempo para meditar sobre as duas águas em que andei e ando sempre a rolar. 67
    • Padre: o índio segue a natureza, o português luta contra ela. Quando, por causa das queimadas, se esgotam as suas terras, o índio abandona-as, procura e desbrava outras e tantas há que parecem não ter fim... Constrói uma nova taba ou aldeamento, reconhece o novo território de caça. Para apanhar pacas, capivaras, tamanduás, coatis e outros bichos, coloca as armadilhas nos trilhos novos. Nos rios que descobriu observa a que pegões vão os lambaris e outros peixes em cada época do ano. O índio está sempre a mudar de lugar, para ele não tem sentido a casa de pedra e cal. Também não tem sentido a acumulação de víveres, pois o calor apodrece-os. Conhecendo a natureza como conhece, em cada momento dela vai retirando o que precisa. Já a ambição do português, habituado à penúria dos seus Invernos, é acumular, de tudo, o mais que possa, em tempo curto, cereais e frutos secos, conservas em azeite, ou fumeiros, ou salgadeiras de carnes e peixes. Nem os 68
    • índios conseguem entender os portugueses (aos quais chamam de loucos), nem os portugueses conseguem entender os índios (aos quais chamam de selvagens). Padre: olvidei estas diferenças, quis conciliar o inconciliável e o resultado é o que se vê. Reparai agora que todas as tribos de fala tupi, que ocupam a faixa litorânea desde o norte do Brasil até ao rio da Prata, por causa dos casamentos cruzados e alargados, são todas elas aparentadas. Só mais para o interior é que vivem e reinam as outras tribos ou nações tapuias, que são dezenas, se acaso centenas não forem elas. Até parece que Deus Nosso Senhor, ao espalhar os tupis pela costa do Brasil, quis preparar a entrada dos portugueses, pois a estes lhes bastou aprender apenas mais uma língua, para se fazerem entender de norte a sul em tamanho território. Vossa Reverendíssima não torça o nariz porque, embora os portugueses sejam os novos donos do Brasil, aqui a língua portuguesa é como o latim, lá no Reino, só 69
    • poucos a falam. Aqui, a língua-geral é o tupi, embora corrompido pela língua portuguesa, porém tupi ainda. E até a língua portuguesa que algumas criancinhas aprendem no Colégio (não nas ocas ou malocas) vai sendo corrompida pelo tupi. Vossa Reverendíssima, em Coimbra, falava um português impecável. Aqui já vai dizendo urubu em vez de abutre, mirim em vez de pequeno, saúva em vez de formiga, capim em vez de forragem, jabuti em vez de cágado, arapuca em vez de armadilha, catapora em vez de bexigas, jararaca em vez de cobra, e tantas mais... E eu pergunto-me se as facilidades que os povos de língua tupi deram aos portugueses estão a ser devidamente retribuídas pela forma como estes tratam aqueles. Não, Padre, não estou a falar apenas da sujeição física, mas também daquela outra que promoveis com a evangelização dos índios, esse vosso trabalho de sapa das suas antigas crenças e tradições, afinal suas referências para a vida 70
    • ter sentido e apetecer. Estou a falar dos muitos milhares de índios que, em consequência, vão perdendo a vontade de viver e de resistir à opressão dos brancos. Bem sei que anjos, não homens, é o que vós, jesuítas, pretendíeis fabricar nos vossos aldeamentos. Mas vejo que não haveis conseguido nem uma coisa nem outra, apenas mortos-vivos. Padre: estou velho e prestes a apagarme. Português nasci e só ambiciono, na hora da morte, ouvir falar a minha língua natal. Só por isso tornei a esta vila de São Paulo, é ainda esta minha pecha das duas águas... Padre: se tudo o que digo vos parecer blasfêmia, pois relevai as patetices de um velho senil que a vós chega amparado pelos seus caribocas, e tratai de encomendar-me a alma a Nosso Senhor, deus dos brancos, que um pajé, antes do meu retorno, já a encomendou a Tupã, deus dos índios. 71
    • 72
    • Histórias das Famílias Relatos de Antonio Souza Sampaio SEBASTIÃO FLORIANO E MARIA MIQUILINA Meu avô Sebastião Floriano de Camargo Sampaio, filho de Francisco de Paula Souza Camargo e Maria Fausta do Amaral Camargo, casou-se em Campinas em 25/01/1872, na Matriz de Santa Cruz. Era advogado na cidade de Campinas, exerceu suas funções em Amparo (onde nasceu meu pai, Adão de Camargo Sampaio) também em Atibaia, Bragança Paulista, Mogi - Mirim e Capivari. Minha avó, Maria Miquilina Ribeiro de Camargo e Castro, era filha do maior fazendeiro de Campinas, Comendador e Tenente Coronel Querubim Uriel Ribeiro de Camargo e Castro. A fazenda do Tenente Coronel Querubim era no arraial dos Sousas, hoje Distrito de Sousas é ligada á Campinas, 73
    • ocupava uma imensa área nos dois lados do rio Atibaia. O Tenente Coronel também tinha uma chácara maravilhosa na cidade de Campinas, fornecia muitos produtos ao povo da cidade, como leite, frutas, verduras e legumes. Político influente e de grande prestígio social, foi vereador e presidente da Câmara, cabendo-lhe saudar o Imperador Dom Pedro II, em 1846, quando este visitou Campinas pela primeira vez e ficou hospedado em sua casa. Sua majestade o agraciou com a “Ordem das Rosas” - Tenente Coronel Chefe do Estado Maior da Guarda Nacional dos municípios de Campinas, Bragança, Atibaia, Nazaré, Jundiaí e Constituição, depois Piracicaba da Província de São Paulo. O Comendador das Rosas cultivava suas fazendas com escravos, e seu genro, meu avô, Sebastião Floriano de Camargo Sampaio, tinha muita pena da escravidão e trabalhava com afinco para a libertação, era 74
    • abolicionista, o que acabou criando uma grande inimizade com o sogro. O Coronel ficou muito sentido e bravo com meu avô. ANTONIO DE SOUZA LARA Meus avôs Antônio de Souza Lara e Eudoxia Lazara Ribeiro de Souza Lara, ele paulista de Piracicaba, ela carioca do Rio de Janeiro, quando se casaram foram morar em São Carlos. Meu avô era um famoso mestre de obras, viviam muito felizes. Trabalhou com afinco e conseguiu ser proprietário de várias casas na cidade, onde nasceu minha mãe. O coronel Querubim Vieira, político forte da cidade de Brotas, possuidor de várias fazendas, contratou meu avô para construir o prédio do Grêmio Literário Brotense. Meu avô mudou-se com a família para Brotas e começou a obra com muitos empregados. A construção já estava bastante adiantada, quando durante uma 75
    • grande chuva, meu avô foi surpreendido por uma enxurrada canalizada em direção aos alicerces, o que comprometeu o serviço já feito, abalando as paredes, as quais já estavam respaldadas. Toda culpa recaiu sobre meu avô. Homem sério, honesto e cumpridor de seus deveres, meu avô Antonio demoliu tudo o que tinha feito e reconstruiu por sua conta. Para isso teve que vender seu patrimônio, ficando quase a zero. Posteriormente foi comprovado que a canalização da enxurrada, nos alicerces do prédio do Grêmio, foi criminosa, feita as escondidas, por homens a mando de políticos do partido contrário ao do coronel. O Coronel era um homem honesto e muito bom, após os esclarecimentos do acontecido quis recompensar meu avô por perdas e danos. Vendeu-lhe a fazenda Bela Vista por um preço bem baixo, facilitou-lhe o pagamento, o que o deixou muito feliz e contente. Após o término dos serviços da construção do Grêmio Literário Brotense, 76
    • que até hoje é um belo prédio, mudou-se com a família para a sua fazenda, onde viveram felizes muitos anos. ADÃO DE CAMARGO SAMPAIO E ERNESTINA DE SOUZA LARA SAMPAIO Adão de Camargo Sampaio nasceu na cidade de Amparo – SP, em 28/09/1883, 77
    • onde seus pais Sebastião Floriano de Camargo Sampaio e Maria Miquilina Ribeiro Sampaio residiam, sendo Sebastião advogado nessa cidade. O interessante é que na Igreja Matriz de Amparo existe a imagem da Padroeira, com os braços curvados em forma de um amparo, e em 1883, o nenezinho Adão foi colocado e Batizado nos braços de Nossa Senhora do Amparo. Adão, quando criança, juntamente com seu irmão gêmeo Wenceslau, ficaram internos e estudaram no Liceu Coração de Jesus, em São Paulo. Adão era um menino aplicado e muito querido pelos professores, possuía uma excelente voz e fazia parte integrante do coral, da Igreja, tendo participado de várias apresentações do Coral em lugares importantes na cidade de São Paulo. Eles não se acostumaram naquela vida rígida imposta aos internos do Liceu, principalmente com a comida, e repetidas vezes fugiram e voltaram para casa. 78
    • Sebastião Floriano, saturado com essas idas e vindas dos filhos, sempre fugindo do Liceu, desgostoso, levou-os para o Colégio de sua cidade. Com o passar do tempo, Adão estava casado com Ernestina de Souza Lara Sampaio e morava no município de Brotas – SP – Fazenda Bom Jardim, lecionava e trabalhava na lavoura. Fazenda Bom Jardim Quando nasci, meu pai era o professor da Escola da Fazenda Bom Jardim, uma fazenda muito bonita, e lecionava para uns trinta alunos. Essa fazenda era cortada pelo rio Jacaré Pepira e os proprietários eram meus tios Job, Ana e Francisco Uladislau Figueiredo e tia Mariquinha. Também me lembro de meu padrinho Albino. Lá morei até os meus sete anos, época em que mudamos para a Fazenda Bela Vista. Valentia Dobrada Meu pai lecionava, nas horas de folga fazia algumas plantações e também era 79
    • barbeiro. Sempre havia pessoas para cortar o cabelo ou fazer a barba, e ele vivia sempre ocupado. Certo dia, meu pai pediu para o empregado José ir lavar sua espingarda no rio. Além da espingarda, José levou também os aviamentos. Após lavá-la, começou a dar tiros, mirava e atirava nas bananeiras inclusive colocando a vareta como munição. Contaram a meu pai o que o camarada estava aprontando e ele saiu ás pressas rumando até o local. Chegou muito nervoso, tomou a espingarda da mão do José e o despediu. Esse empregado era encrenqueiro e gostava de uma briga, tratava-se de um negro, magro, alto e muito valente, que andava com uma faca bem afiada, de ponta aguda, na cintura. No acerto de contas, o empregado ficou devendo e, como pagamento da dívida, meu pai ficou com enxada dele, que estava na roça. José não gostou do acerto, e na hora que foi despedido prometeu que 80
    • no dia seguinte iria á roça buscar a sua enxada. Na manhã seguinte, meu pai estava rumando para a roça, foi aconselhado por seus primos a esquecer da enxada, porque o José prometeu que a levaria de qualquer maneira. Mesmo assim, como meu pai não tinha medo, foi para a roça pegou a enxada e começou carpir. Chegou José, reclamou pela sua enxada, meu pai repetiu que era pagamento de sua divida e não iria devolvê-la. José tirou a faca da cinta e avançou, meu pai ergueu a enxada e foi ao seu encontro, o camarada ficou com medo e saiu correndo. Meu pai voltou para a sede da fazenda e foi ovacionado com vivas, o que o deixou muito envaidecido. Conta-se que até hoje ninguém sabe o paradeiro do José. Fazenda Bela Vista A fazenda Bela Vista era propriedade dos meus avôs Antônio Souza Lara e Eudoxia Lazara Ribeiro de Souza Lara, 81
    • sendo ele paulista de Piracicaba, e ela carioca do Rio de Janeiro. Quando se casaram, foram morar em São Carlos, meu avô era um famoso mestre de obras, viviam muito felizes, trabalhou com afinco e conseguiu ser proprietário de várias casas na cidade, onde nasceu minha mãe, Ernestina de Souza Lara Sampaio. Posteriormente, trabalhando em Brotas, conseguiu comprar a Fazenda Bela Vista e a cultivou por muito tempo. Depois de muitos anos, a Fazenda Bela Vista foi dividida entre aos filhos e meu pai mudou-se para lá e assumiu a parte que lhe coube. Mas, como nas famílias sempre há discordantes, meu pai e o tio Antonio, irmão de minha mãe, sempre estavam se estranhando. Tio Antonio sempre irritando meu pai, muitas vezes chegou às vias de fatos e foram apaziguados pela turma do “deixa disso”. 82
    • Adão não estava gostando nada daquilo, vivia sempre com o cunhado atravessado na goela. Daquela maneira não podia continuar, precisava resolver a situação, trocou ideias com minha mãe e resolveram pedir conselho a avó Miquilina. Montou em seu cavalo e foi conversar com sua mãe na Fazenda Pinheiro. Contou o que estava acontecendo, ela ficou muito triste e procurando uma saída para o caso contou tudo ao Maneco (Manoel Antonio de Oliveira Pinheiro), administrador da fazenda, e primo de meu pai. Maneco, para dar uma solução e por um fim nas desavenças, combinou com meu pai para que vendesse sua parte na fazenda Bela Vista, que ele, Maneco, venderia a sua parte que tinha na Fazenda Pinheiro para meu pai. Chegando de volta á Bela Vista, meu pai procurou o tio Antônio e ofereceu suas terras, era o que ele sempre queria, devido ás terras estarem anexas ás dele. Mais que 83
    • depressa combinaram o preço e fecharam o negócio. Logo que meu pai vendeu sua parte na Fazenda Bela Vista, foi procurar Sr. Maneco na Fazenda Pinheiro e comprou suas terras, como haviam combinado. Deixamos a Bela Vista e mudamos para a Fazenda Pinheiro. Foi maravilhoso porque mudamos em nossas terras e livres das encrencas com meu tio Antonio. Fazenda Pinheiro Meu pai, além de cuidar de suas terras, foi contratado pelo inesquecível José de Oliveira Pinheiro, para lecionar na escola da fazenda. Quem diria posteriormente Juca Pinheiro, como era conhecido, seria meu sogro e a Carmem, minha esposa, ela nasceu alguns meses após o falecimento de seu pai. Meu Pai e o Juca Pinheiro Recordo que meu querido pai, quando lecionava, certo dia aparece na sala de aula, 84
    • Juca Pinheiro, e encontrou meu pai dormindo e os alunos fazendo a maior algazarra. Quando os alunos viram o Sr. Juca, ficaram todos quietinhos, ele tossiu e meu pai acordou. Quando viu o Juca na sua frente, levou um grande susto. Meu pai alegou que tinha dormido muito mal, devido um filho que chorou a noite toda, pediu desculpas e também que o perdoasse. O Sr. Juca deu por isso mesmo, conversaram sobre alguns assuntos e retirou-se, e meu pai continuou dando aulas. Nossa Casa em Brotas Recordo-me por volta do ano de 1948 o dia que fui á Brotas procurar uma casa para meus pais morarem. Eles estavam envelhecendo e precisavam descansar dos anos de labuta que tiveram em fazendas. Visitei muitas casas para comprar, não tinha gostado de nenhuma, até que encontrei uma casa perfeita para eles, bem em frente á Matriz de Brotas. Levei-os para conhecer e 85
    • dar opinião sobre a compra, meu pai estava doente, mas, levantou da cama e fomos. A casa tinha catorze cômodos num terreno enorme que ia de uma rua á outra, tinha um grande pomar, horta, e quando eles abriram a janela da frente ficaram maravilhados com a vista panorâmica, viram a Igreja Matriz do outro lado da praça, meu pai até sarou, pois eram muito religiosos, e quiseram que eu fechasse o negócio com urgência. A compra foi realizada, sendo passada á escritura e registrada em cartório. Eles mudaram-se da fazenda para a cidade e ficaram muito felizes na nova morada. Posteriormente, vendemos a fazenda e passamos a residir com meus Pais na cidade de Brotas. Trabalhava na praça com o meu Fordinho, o meu filho Mauro a trabalhar na Granja de Brotas, e o meu filho Wilson foi trabalhar em São Paulo. Em 1960, meu pai ficou muito aborrecido devido à esposa ter sofrido um derrame cerebral, ela ficou com a memória 86
    • atrapalhada. Dois anos mais tarde, ela caiu de cama e passou a necessitar de todos os cuidados possíveis, falecendo em 17/06/1963. Meu pai envelheceu e foi levando a vida até 05/06/1969, nesse dia, assistiu a procissão de Corpus Christi passar em frente à sua casa, depois começou a passar mal. Naquela tarde, inicio da noite, o vigário da Paróquia foi chamado, e ele faleceu durante a extrema unção. O padre nos disse: “Ele morreu como um passarinho”. 87
    • Ernestina e Adão – Início dos Anos de 1960 Minha mãe, Ernestina, nasceu em São Carlos, em 15/02/1887, filha de Antonio de Souza Lara e Eudoxia Lazara Ribeiro de Souza Lara. Meu avô era mestre de obras. Posteriormente, foi trabalhar na cidade de Brotas, e comprou a Fazenda Bela Vista, para onde mudaram com a família. Em Brotas, Ernestina conheceu meu pai, Adão de Camargo Sampaio, com quem 88
    • se casou, constituíram familia e tiveram onze filhos. Morando na Fazenda Bela Vista, Ernestina sofreu muito devido ao seu irmão Antonio estar sempre discutindo e em desacordo com o seu marido Adão. Sua vida melhorou muito, quando mudou para a Fazenda Pinheiro, onde viveu muitos anos feliz ao lado de meu pai e parentes. Lá casaram todos seus filhos. Em 1948, já com a idade de 61 anos, mudou-se para a cidade de Brotas onde foram muito felizes. Por volta de 1960, minha mãe adoentou-se, começou ficar esquecida e foi perdendo á memória aos poucos, depois sofreu um derrame cerebral que a levou para a cama. Minha filha Ilze cuidava dela, sendo ajudada pela irmã Maria Lúcia, que também foi para Brotas, as duas cuidavam, davam banhos, trocavam de roupas, penteavam-na, davam comida na boca e assim foi até a sua morte no dia 17/06/1963, dia em que a Ilze ficou noiva. 89
    • 90
    • O Falecimento da Vovó Ernestina Naquela época, a Vovó Ernestina estava passando mal, Eu e a Maria Lucia que cuidávamos dela. No dia que fui para Bariri, ficar noiva e receber a aliança, a situação da vovó era crítica, minha mãe “Carminha” veio da fazenda para ficar no meu lugar. Antes de sair, pedi para a vovó não morrer, que me esperasse voltar de Bariri com a aliança, que eu ia mostrar para ela. Á noitinha, quando cheguei de Bariri, ela estava passando muito mal, mostrei a aliança, ela sorriu, mas, notei que suas horas estavam contadas. O Adolpho, que tinha ido comigo á Brotas, queria ficar, mas, pedi que regressasse porque ela podia resistir ainda muitos dias. Logo que o Adolpho saiu, talvez ainda estivesse em viagem, ela faleceu. No outro dia após o enterro, telefonei ao Adolpho dando a notícia. 91
    • Tenho muitas saudades da avó Ernestina, eu morei um bom tempo com ela. Quando criança ela fazia vestidinhos maravilhosos e me presenteava, e eu curtia muito. Sua Neta – Ilze Maria Avó Ernestina Lara, lutadora de grande caráter, batalhou na educação de todos seus filhos. Sempre trabalhando na costura para ter seus filhos com boa aparência, e também sempre dando ensinamentos da sua grande fé e nos ensinando a espiritualidade, nos abençoando em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Sua Neta – Diva Celeste 92
    • ANTONIO SOUZA SAMPAIO (Antoninho) – Histórias de minha biografia Recordações desde minha Infância Antonio Souza Sampaio e Maria do Carmo Pinheiro Sampaio Fazenda Bom Jardim Nasci na Fazenda Bom Jardim, município de Brotas – SP, cortada pelo rio Jacaré Pepira, onde as folhagens e parasitas se espalhavam por toda margem, tudo era florido e maravilhoso. Fazenda propriedade de meus tios Job, Ana, a querida tia Aninha e Francisco Uladislau Figueiredo, e a 93
    • inesquecível tia Mariquinha. Lá também morava o meu padrinho Albino, muito querido; quando o encontrava, sempre me agradava e dava dinheiro, me fazendo muito feliz. Recordo com alegria da moradia de meus tios Lau e Mariquinha. Tinha uma grande mata ás margens do rio Jacaré Pepira, e no meio dela existia um jabuticabal. As jabuticabas eram pintadas, grandes e deliciosas, daquelas que estouravam na boca. Nas épocas das frutas reuniam-se os primos e amigos, e partíamos para a mata rumo às jabuticabeiras, chupávamos até nos empanturrar, era uma delicia. Bons tempos aqueles. Na fazenda funcionava uma escola, o professor era meu pai, que lecionava para uns trinta alunos. Morei nessa fazenda até os meus sete anos, e guardo muitas recordações em meu coração, dos tempos felizes que lá passei. Um Grande Susto 94
    • Sinto calafrios ao lembrar-me de uma aventura no rio Jacaré Pepira, que passava no fundo de nosso quintal. Margarida, minha irmã, e minha prima Alexia, filha do tio Job, lavavam roupas ás margens do rio, usando uma grande bacia. Resolveram brincar e colocaram a bacia vazia nas águas, entraram dentro e começaram a navegar pela beirada. Eu estava por ali e vendo-as alegres e contentes pedi para participar da brincadeira e elas me colocaram junto á elas. Estava uma delícia até que as águas foram ficando rebeldes, levando a bacia para a correnteza e começando a descer o rio. Segurávamos nos capins e ramagens das margens que alcançávamos, mas, arrebentavam e nós continuávamos descendo, cada vez com maior velocidade. Num certo momento, conseguimos agarrar num galho resistente e paramos ás margens. Foi um grande susto, pois pensávamos que no caso da bacia virar seria trágico e 95
    • era uma vez. Mas, com as graças de Deus, nos salvamos dessa assustadora aventura. Valentia Dobrada Meu pai lecionava, nas horas de folga fazia algumas plantações, e também era barbeiro. Sempre havia pessoas para cortar o cabelo ou fazer a barba. Ele vivia sempre ocupado. Certo dia, meu pai pediu para o empregado José ir até o rio, lavar sua espingarda. Além da espingarda, José levou também os aviamentos e, após lavá-la, começou dar tiros. Mirava e atirava nas bananeiras, inclusive colocando a vareta como munição. Contaram a meu pai o que o camarada estava aprontando, e ele saiu ás pressas, rumando até o local e chegou nervoso, tomou a espingarda da mão do José e o despediu. No acerto de contas, o empregado ficou devendo, como pagamento da dívida, 96
    • meu pai ficou com enxada do José, que estava na roça. Esse empregado era encrenqueiro e gostava de uma briga. Tratava-se de um negro, magro, alto e muito valente, que andava com uma faca bem afiada, de ponta aguda, na cintura. Na hora em que foi despedido, prometeu que no dia seguinte iria á roça buscar a sua enxada. Na manhã seguinte, meu pai estava rumando para a roça, quando foi aconselhado por seus primos a esquecer da enxada, porque o José prometeu que a levaria de qualquer maneira. Mesmo assim, como meu pai não tinha medo, foi á roça pegou a enxada e começou carpir. Chegou o José e reclamou pela sua enxada, meu pai repetiu que era pagamento de sua dívida e não ia devolvê-la. José tirou a faca da cinta e avançou, meu pai ergueu a enxada e foi ao seu encontro, o camarada ficou com medo e saiu correndo. Meu pai voltou para a sede da fazenda e foi ovacionado com vivas que o deixaram 97
    • muito envaidecido. Conta-se que até hoje ninguém sabe o paradeiro do José. A Procissão Eu tinha cinco anos, trago gravado em minha memória, quando houve uma procissão na Igreja, eu e o Nenê, filho do tio Job, acompanhamos vestidos de vermelho e branco, e cada um de nós carregava uma bandeirinha na mão. Foi um dia muito feliz. A Cobra Eu estava sentado no terreiro em frente à minha casa, nervoso, porque tinha encrencado com alguém e estava chorando. Do porão da casa, vi sair uma grande cobra que passou pelo terreiro e enrolou-se no mourão do paiol. Chamei por socorro, e veio o nosso vizinho, o Leopoldo, que trouxe uma espingarda, mirou na cobra que estava toda enroladinha, puxou o gatilho e ela despencou do mourão. Depois com um pedaço de pau o Leopoldo levantou-a, todos 98
    • admiraram o tamanho, jogou-a no pasto dos porcos, que disputaram para comê-la. Os Carros de Bois Lembro-me com saudades dos carros de bois do tio José da Silva Braga, proprietário da Fazenda Roseira, uma das maiores do município de Brotas. Passavam pela estrada, perto de onde morávamos carregados com canas de açúcar, eu e meus amiguinhos corríamos atrás, pedindo uma cana, os carreiros sempre jogavam um punhado, ficávamos felizes da vida, descascávamos com os dentes e fartávamos de chupa-las. Minha Doença Ainda com a idade de cinco anos fiquei muito doente, meus pais me levaram á diversos farmacêuticos e depois á bons médicos, mas cada vez mais minha saúde piorava. Meus pais ficaram desesperados, eu era o primeiro filho homem, contaram-me 99
    • que emagreci muito e meu pescoço ficou tão fino que minha cabeça balançava. Disseram-me que fui salvo por uma vaca chamada “Cabrinha”. Ela havia criado um lindo bezerrinho e como o curral ficava ao lado da janela de meu quarto eu ficava olhando o bezerrinho mamar. Fiquei com vontade de tomar daquele leite, pedi á meu pai, o qual foi ao curral e tirou um copo e deu para eu beber, tomei e pedi mais, até ficar satisfeito. Daquele dia em diante, continuei tomando daquele leite, fui melhorando até sarar completamente, graças á querida “Cabrinha” e ao poderoso Deus Pai. O Medo Certa vez eu, minha saudosa mãe e minhas irmãs Margarida e Zezé, fomos dominados pelo medo. Atravessamos o rio e o marginamos no outro lado, passando por uma plantação de arroz, lugar muito perigoso. 100
    • Seguíamos minha mãe, por uma trilha e, em dado momento, ela parou e pediu para que ficássemos bem quietinhos. Vimos atravessar á nossa frente uma cobra muito grande. Ficamos atentos, e demorou um bom tempo para ela sumir de nossas vistas, indo rumo ao rio e pudemos ouvir um enorme barulho ao ela entrar nas águas. Nessa hora agradecemos á Deus pela proteção, de nada ter nos acontecido. Essas e muitas recordações trago de todos os anos que morei na adorada e inesquecível Fazenda Bom Jardim, meu querido berço natal, da qual me despeço e agradeço á Deus, pela melhor parte de minha infância. Fazenda Bela Vista Mudamos para a Fazenda Bela Vista, propriedade dos meus avós Antônio Souza Lara e a querida Eudóxia Lázara Ribeiro de Souza Lara, ele paulista de Piracicaba, ela carioca do Rio de Janeiro. A avó Eudóxia era uma pessoa muito gentil e amável, com 101
    • todos os que a visitavam. Ela servia quitutes e doces muito gostosos, mas, nada se comparava á delícia de seu famoso pudim de queijo. Quando se casaram, foram morar em São Carlos. Meu avô era um famoso mestre de obras, viviam muito felizes. Trabalhou com afinco e conseguiu ser proprietário de várias casas na cidade, onde nasceu minha mãe. O coronel Querubim Vieira, político forte da cidade de Brotas, possuidor de várias fazendas, contratou meu avô, para construir o prédio do Grêmio Literário Brotense. Meu avô mudou-se com a família para Brotas, e começou a obra com muitos empregados. A construção já estava bastante adiantada, quando durante uma grande chuva, meu avô foi surpreendido por uma enxurrada, canalizada em direção aos alicerces, o que comprometeu o serviço já feito, abalando as paredes, as quais já 102
    • estavam respaldadas. Toda culpa recaiu sobre meu avô. Homem sério, honesto e cumpridor de seus deveres, meu avô Antonio demoliu tudo o que tinha feito e reconstruiu por sua conta. Para isso teve que vender parte de seu patrimônio, ficando quase a zero. Posteriormente, foi comprovado que a canalização da enxurrada, nos alicerces do prédio do Grêmio, foi criminoso, feito às escondidas, por homens a mando de políticos do partido contrário ao do coronel. O Coronel era um homem honesto e muito bom, e após os esclarecimentos do acontecido quis recompensar meu avô, por perdas e danos. Vendeu-lhe a fazenda Bela Vista, por um preço bem baixo, facilitou-lhe o pagamento, o que o deixou muito feliz e contente. Após o término dos serviços da construção do Grêmio Literário Brotense, que até hoje é um belo prédio, mudou-se com a família para a sua fazenda, onde viveram felizes muitos anos. 103
    • Dias Amargos Na fazenda Bela Vista, morávamos nas terras que recebemos de meus avós Antônio e Eudóxia, a fazenda foi dividida e cada filho recebeu sua parte. Tio Antonio, irmão de minha mãe, era nosso vizinho, apenas separado por um terreiro, e ele vivia encrencando com meu pai. Daquela maneira não podia continuar, precisava resolver aquela situação, trocou ideias com minha mãe e resolveram pedir conselhos á avó Miquelina. Montou em seu cavalo, e foi conversar com sua mãe na Fazenda Pinheiro. Contou para a avó Miquilina o que estava acontecendo, ela ficou muito triste e procurando uma saída para o caso, contou tudo ao seu Maneco administrador da fazenda (Manoel Antonio de Oliveira Pinheiro) filho do padre Antonio. Maneco para dar uma solução e por um fim nas desavenças combinou com meu pai para que vendesse sua parte na fazenda Bela Vista, que ele Maneco venderia a sua parte, 104
    • que tinha na Fazenda Pinheiro, para meu pai. Chegando de volta á Bela Vista, meu pai procurou o tio Antônio e ofereceu suas terras, era o que ele sempre queria, devido ás terras estarem anexas ás dele, mais que depressa combinaram o preço e fecharam o negócio. Logo que meu pai vendeu sua parte na fazenda Bela Vista, foi procurar Sr. Maneco na Fazenda Pinheiro e comprou suas terras como haviam combinado. Em seguida, mudou para lá. Passado muito tempo, em 1941, quando faleceu minha avó Miquilina, foi feito o inventário, meu pai recebeu a parte que lhe coube e também comprou a parte do seu primo Sebastião, que era solteiro e residia em Brotas. Nessa época, os cafezais estavam com uma grande carga de frutos, nossas terras aumentaram bastante, foi um ótimo negocio, meu pai ficou muito contente. 105
    • Fazenda Pinheiro Agora morando na fazenda Pinheiro, estávamos maravilhados em nossas terras, e também meu pai voltou a lecionar. A Fazenda Pinheiro tinha sido formada pelo “padre Antonio”, inicialmente chamouse Fazenda Santana, homenagem a sua esposa Ana, que era da família Camargo, Ana Izabel Ribeiro de Camargo e Castro, depois Fazenda Santana do Laranjal e, finalmente, Fazenda Pinheiro. Padre Antônio Antonio José de Oliveira Pinheiro, devido a ter estudado para padre era conhecido como “padre Antônio”, uma pessoa muito caridosa e boníssima, que nos domingos montava no lombo de seu burrico e se locomovia de sua fazenda á Brotas, para ajudar o vigário rezar a missa. Tinha costume de levar dinheiro numa bolsa, para distribuir aos pobres. Quando chegava á Brotas, logo na entrada, já encontrava com pessoas pobres esperando 106
    • por ele, ali já começava distribuir esmolas e continuava até aos arredores da Matriz. Deixava o burrico no quintal da casa de um amigo e se dirigia à Igreja, colocava a batina, e ajudava o vigário rezar a Santa Missa. Terminada a missa, costumava reunirse com amigos e fazendeiros, os quais sempre o convidavam para bater um papo e tomar um café. Depois, montava no burrico e voltava para a fazenda onde todos os filhos, netos e colonos estavam esperando-o felizes com seu regresso. Chegava, almoçava e depois descansava. Ás seis horas da tarde se reunia com os familiares e colonos na frente de sua casa diante da Santa Cruz e todos o acompanhavam na reza do terço. Isso se repetia todos os domingos e dias Santos. Nossa Nova Morada Meu pai além de cuidar de suas terras, foi contratado pelo inesquecível José de Oliveira Pinheiro, para lecionar na escola da 107
    • fazenda. Quem diria posteriormente Juca Pinheiro, como era conhecido, seria meu sogro e a Carmem, minha esposa, ela nasceu alguns meses após o falecimento do pai. José de Oliveira Pinheiro, um dos filhos do proprietário da Fazenda Pinheiro, pessoa boníssima, havia estudado medicina e utilizava seus conhecimentos na sua fazenda. Tinha sua farmácia, onde aviava receitas caseiras e homeopáticas, fabricava um bom purgante e também fazia lavagens de intestinos; era ajudado pela sua esposa Amélia, que também havia aprendido com ele, e era a sua enfermeira. Atendia seus colonos e também os das fazendas vizinhas, e nunca cobrava nada. Seus colonos recebiam leite e produtos oriundos da fazenda, tudo de graça. O Sr. Clementino Florim, genro do “padre Antonio”, era o administrador da Fazenda Pinheiro, casado com a Maria do Rosário conhecida pelo nome de Marica. O 108
    • “padre Antonio” e Aninha eram meus padrinhos e tios avós. Depois de seu falecimento, a administração da fazenda passou para seu filho mais novo, Manoel Antonio de Oliveira Pinheiro conhecido, por Sr. Maneco. A Fazenda Pinheiro era maravilhosa, nos fins de semana havia um movimento muito grande de pessoas, aparecia gente que vinha de todas as fazendas vizinhas. Reuniam-se e divertiam-se nos diversos jogos, principalmente no futebol, e á noite não faltava o melhor de tudo, o baile. O baile era organizado pelas professoras das fazendas, que pediam o salão e o enfeitavam. Acabavam conseguindo tudo o que queriam, também, uma mais bonita que a outra, e com tanta beleza o que elas não conseguiam. Os bailes eram muito animados, o pessoal amanhecia dançando. Meu Pai e o Juca Pinheiro Recordo de meu querido pai quando lecionava. Certo dia aparece na sala de 109
    • aulas meu querido Juca Pinheiro e o encontrou dormindo, enquanto os alunos faziam a maior algazarra. Quando os alunos viram o Sr. Juca, ficaram todos quietinhos, ele tossiu, meu pai acordou e, quando viu o Juca na sua frente, levou um grande susto. Meu pai alegou que tinha dormido muito mal devido a um filho ter chorado a noite toda, pediu desculpas, e também que o perdoasse. Sr. Juca deu por isso mesmo, conversaram sobre alguns assuntos, e retirou-se, meu pai continuou dando aulas. Um Dia Muito Triste Era o mutirão na Fazenda Bom Jardim, os trabalhadores de todas as fazendas vizinhas tinham ido dar a sua colaboração. Já era noite e estavam todos reunidos por lá para o grande baile e catira. Pouco antes de iniciarem a festa, chegou uma triste notícia, um portador anunciou a morte do inesquecível José de Oliveira Pinheiro (Juca Pinheiro), primo e 110
    • patrão de meu pai e muito estimado por todos. Na hora, a festa foi cancelada. A morte de Juca Pinheiro deixou uma lacuna muito grande no seio da família e de todos os amigos e conhecidos. Tenho certeza que hoje ele tem um lugar muito bom no descanso eterno, porque mereceu. Sebastião Floriano e Maria Miquelina A tia Aninha esposa do “padre Antônio” era da família “Camargo” irmã de minha avó Maria Miquilina Ribeiro de Camargo e Castro, filhas do maior fazendeiro de Campinas, Comendador e Tenente Coronel Querubim Uriel Ribeiro de Camargo e Castro. Maria Miquelina era casada com meu avô Sebastião Floriano de Camargo Sampaio, pais de meu pai Adão de Camargo Sampaio. Sebastião Floriano era advogado na cidade de Campinas, exerceu suas funções em Amparo onde nasceu meu pai, também em Atibaia, Bragança Paulista, Mogi - Mirim e Capivari. 111
    • A fazenda do Tenente Coronel Querubim era no arraial dos Sousas, hoje Distrito de Souzas, bairro ligado á Campinas, que ocupa uma imensa área nos dois lados do rio Atibaia. O Tenente Coronel também tinha uma chácara maravilhosa na cidade de Campinas, fornecia muitos produtos ao povo da cidade como leite, frutas, verduras e legumes. Político influente e de grande prestígio social, foi vereador e presidente da Câmara cabendo-lhe saudar o Imperador Dom Pedro II, em 1846, quando este visitou Campinas pela primeira vez e ficou hospedado em sua casa. Sua majestade o agraciou com a “Ordem das Rosas” - Tenente Coronel chefe do Estado Maior da Guarda Nacional dos municípios de Campinas, Bragança, Atibaia, Nazaré, Jundiaí e Constituição (Piracicaba) da Província de São Paulo. O Comendador das Rosas cultivava suas fazendas com escravos, e seu genro, meu avô, Sebastião Floriano, tinha muita pena da escravidão e trabalhava com afinco 112
    • para a libertação. Isso acabou criando uma grande inimizade com o sogro, que ficou muito sentido e bravo com meu avô. Nossa Vida na Fazenda Pinheiro Minhas irmãs, Margarida, Iaiá (Eudóxia), Zezé e Cacilda casaram com primos, e posteriormente eu também, outras três irmãs também se casaram com primos. Leonor, minha irmã “raspa do tacho”, era casada com nosso primo Cássio, de Campinas. Ela faleceu em 1957, com vinte e oito anos, e na época foi um grande choque. Lembro-me do sofrimento de meus pais e dos familiares e também de muita gente chorando por todos os cantos. Nossas Vacas Leiteiras Lembro-me das criações que nós tínhamos, das nossas vacas leiteiras de estimação, que davam bastante leite, e de suas crias. Minha irmã Zezé é que cuidava da ordenha (“tirava o leite”). Eu sempre ficava 113
    • esperando, com os copos com açúcar, então ela na hora enchia meu copo, que vinha derramando espuma, e ai voltava para encher o copo dela. Meu Irmão Ricardo Ricardo era estimado por todos, principalmente por minha mãe. Ele costumava presenteá-la trazendo do pomar as frutas maiores e bonitas, também trazia flores do campo. Ele tinha bondade em tudo, só que não aguentava desaforos e dificilmente se rebaixava. Meu irmão gostava muito de desafios, e certa vez, numa roda de amigos, convidou-os para uma disputa de cabeçadas, tratava-se de bater a cabeça um contra o outro para ver quem vencia. Iniciou-se a disputa, era uma coisa de loucos, pareciam carneiros montanheses, Ricardo tinha a cabeça grande e treinava muito isso, ele batia com força e ninguém conseguiu vencê-lo. 114
    • Lembro-me de quando meu pai fazia compras de vestuários para nós, eu sempre gostava das coisas que comprava para o Ricardo, eu pedia á ele para trocar comigo, era chapéu, sapatos, cinta, camisa, calças, ele trocava com a maior naturalidade. Essas lembranças e muitas outras agradáveis de meu saudoso irmão Ricardo ficaram em minha memória. Quando tinha 15 anos, Ricardo ficou doente, foi desenganado, o médico que começou tratar dele não estava acertando. Quando o médico de nossa confiança voltou de São Paulo para onde tinha viajado á negócios, meu pai o chamou, e ele constatou que o tratamento estava errado, a doença era outra, mas, a cura já era impossível. Ricardo faleceu em 05/06/1934 no dia de Corpus Christi. Minha mãe jamais conseguiu esquecê-lo, entre os familiares ele deixou uma enorme lacuna e muitas tristezas. 115
    • Ricardo foi enterrado no cemitério da cidade de Brotas, numa vala simples. Passado algum tempo meu cunhado Celso Guimarães, marido da Nair, fez uma promessa que iria mandar construir um túmulo para o Ricardo, assim que pudesse removê-lo, mas, não deixou nada combinado na Prefeitura. Passado alguns anos o coveiro foi fazer a exumação do corpo de Ricardo e levar os ossos para o ossuário. Quando começou cavoucar, apareceu na sua frente um moço de terno branco, e lhe disse: Antes de começar a remover essa terra, o senhor precisa falar com o coletor federal, Sr. Celso Guimarães. O coveiro virou para o outro lado e desvirando não viu mais o moço, procurou pelos arredores e nada encontrou. Caindo em si, ficou assustado, tudo aquilo tinha acontecido em fração de segundos. O coveiro foi até a casa do Celso Guimarães e explicou o que tinha acontecido. Celso lembrou-se da promessa e mandou que o coveiro aguardasse, foi até o 116
    • cemitério comprou um terreno e mandou fazer um túmulo para o Ricardo. Minhas Peraltices Na Fazenda Pinheiro, passei uma infância muito feliz, recordo sempre com muitas saudades. Tinha mais ou menos sete anos, sempre costumava passar uns dias na casa de minha irmã Margarida. Numa dessas vezes, lembro-me que o paiol tinha espigas de milho estocadas e num cantinho havia uma ninhada de gatinhos. Comecei a brincar com eles, peguei um que era muito bonitinho e comecei a dar ordens e queria que me obedecesse, mas, como não atendeu o meu pedido dei-lhe uma espigada na cabeça matando o pobre gatinho. Sai do paiol, desesperado e fui chamar a Margarida para salvarmos o gatinho, ela veio depressa, mas, como já estava morto o jogamos junto a um pé de bananeira. Minha irmã me deu pega, disse que era o gato de estimação de meu cunhado Joãozinho e que 117
    • ele iria ficar muito bravo quando soubesse do seu sumiço, isso me deixou muito triste. Quando meu cunhado chegou logo notou a falta do gatinho e gritou perguntando por ele, estava uma fera de bravo, eu percebendo sai de mansinho e escondi no quintal. Minha irmã contou-lhe o que tinha acontecido e ele saiu a minha procura soltando fogo pelas ventas, encontrando-me quis saber, porque eu tinha feito aquilo, contei a ele como tinha acontecido, mas, enfurecido ficou muito bravo. Quando estávamos voltando para casa vimos o gatinho que vinha cambaleando e miando, meu cunhado ficou admirado e correndo pegou-o e tudo voltou ao normal, o gatinho ficou completamente recuperado, foi só alegria. Nossos Carrinhos Naquela época também tínhamos carrinhos de soltar nas descidas, não era de rolimãs, mas sim, com rodas de madeiras. 118
    • Fazíamos estradas perigosas com mourões fincados pelo caminho para tirarmos a famosa fina. Todos eram craques, mas, sempre um ou outro caia ou “enchiam o caneco nos mourões”, e quando isso acontecia era um belo de um tombo e só risada que se ouvia. Os que caiam eram vaiados, sempre se esfolavam, coçavam as pernas, braços ou apertavam as costelas, ficavam muito bravos o que causava muitos risos entre os que assistiam, e assim passávamos muitas horas de entretenimentos nos divertindo, o dia parecia curto demais. Meu Amigo Mário Hoje, quando me lembro, penso que não morri porque não tinha chegado á minha hora, Deus não me chamou. Essa aventura foi com meu amigo Mário, menino muito bonzinho, filho de colonos da fazenda. Estávamos perto da represa, á água era usada para impulsionar a máquina de 119
    • beneficiar café, também ali havia um desvio para o moinho de fubá. Naquele dia, nadamos bastante na represa e depois fomos brincar na bica, sem saber o perigo que nos rondava. Certo momento a correnteza ficou mais forte levando-me para a parte mais estreita onde as águas caiam de uma considerável altura, tentei segurar nas beiradas, mas, era cheio de limbo e muito lisa, continuei escorregando devagar em direção à queda. Como nós todo tem anjo da guarda, apareceu o Mário para ajudar-me. Ele tinha saído ás pressas da bica e correu pelo lado de fora, alcançou-me e segurou-me pelo braço e não largou até eu conseguir ficar em pé fora da bica, salvando-me da morte certa. Mário era um grande amigo, mas, Deus precisou dele, tudo que gostamos nem sempre dura, depois de um ano dessa aventura Mário ficou doente e nada pode ser feito para salvá-lo, sofri muito a sua morte. 120
    • Peço á Deus para que ele esteja num bom lugar. Os Coelhos do Sr. Maneco Nossa turma, todos com armas de fogo, nos domingos saíam para caçar coelhos e pássaros. Eram armas perigosas e dos mais variados tipos e modelos, cartucheiras, winchester, revolveres, espingardas de carregar pela boca, etc. Havia bons e maus atiradores. Os coelhos abatidos eram levados ao Sr. Maneco, ele gostava muito de carne de coelho, e comprava de nós. Todos colaboravam, combinávamos que aqueles que não tinham boas pontarias faziam o cerco e espantavam os coelhos para o nosso lado, assim a caça vinha de encontro com o cano de nossa arma, passávamos o dia divertindo e ganhávamos algum dinheirinho. Certo domingo, um de meus colegas, com uma espingarda de carregar pela boca e espoleta externa de papel a municiou com muita pólvora, mirou a caça e disparou o 121
    • tiro. O baque foi enorme a espingarda saltou de sua mão e foi parar longe, a fumaça tomou conta do pedaço, nós gritamos que estava incendiando a sua cabeça, ele começou a se debater de todos os lados para apagar o fogo. Depois do susto começamos a vaiar e rir dele, ficou valente desafiando todos nós, depois se acalmou e vimos que o incêndio era apenas a fumaça embaralhada nos cabelos. O Varal Lembro-me de nossas cavalgadas, eu no meu cavalo e meu primo no dele. Certa vez ele chegou e pedi para que recolhesse no curral o meu cavalo que estava no pasto, para sairmos passear. O meu cavalo estava rebelde, corria por todos os lados e estava difícil de entrar no curral. Meu primo a todo galope não viu o varal de roupas estirado perto de minha casa, enroscou o pescoço e despencou do cavalo estatelando no chão. 122
    • Nós que estávamos acompanhando o episódio ficamos apreensivos e fomos socorrê-lo, mas, graças ao bom Deus tudo não passou de um susto, só que eu perdi a vontade de cavalgar naquele dia, apenas demos uma volta pelos arredores na fazenda, por insistência de meu primo. A Disputa Um dia combinamos e apostamos disputar uma corrida numa reta da estrada, aparelhamos os cavalos e começamos a galopar, quando estávamos a toda velocidade, cabeça a cabeça, o meu cavalo virou repentinamente num carreador e na virada brusca eu escorreguei pelo lombo do animal e cai sobre a raiz de uma taiuveira, a qual estava quebrada com as farpas do cerne pontiagudas para acima. Levei um corte profundo e bati o estomago no barranco ficando sem fala, o cavalo continuou galopando carreador á fora. Meu primo voltou e em vez de me 123
    • socorrer foi atrás do cavalo e demorou bastante para voltar. Com medo de minha mãe chegamos de mansinho, meu primo com o mínimo barulho soltou meu cavalo no pasto e foi-se embora. Meio me arrastando fui encostando á parede de minha casa, dei uma espiada pelo canto e fui visto por minha mãe que veio encontrar-me. Assustou-se ao ver-me todo ensanguentado e levou-me para a cama. Com uma bacia de água morna e um pano limpou o ferimento, fez um remédio caseiro com rubim, macerando-o e tirando o sumo formando uma pasta e colocou em cima dos ferimentos, a dor era quase insuportável. Como prêmio eu fiquei uns seis dias na cama, até ficar curado. Brincadeiras de Jovens Nos domingos, reuníamos os amigos e íamos nadar, depois rumávamos para o pomar chupar frutas e brincar de subir em árvores, procurando as mais altas, para ver 124
    • quem tinha coragem de subir e chegar ao galho mais alto. Tinha uma ameixeira alta e frondosa que ficava carregada de ameixas pretas, quando maduras eram muito gostosas. Lembro-me que ficamos com a boca e os lábios roxos de tanto chupar ameixas. Depois começavam os desafios, que eram de passar de uma árvore para outra pelos galhos, coisa difícil, naquela altura era de arrepiar o corpo e os cabelos e assim as horas passavam como que por encanto. Outro desafio, era saltar dos barrancos que eram bem altos, fazíamos aposta para quem saltasse do lugar mais alto, a gozação era grande alguns tinham medo, mas, o mais interessante e nos que divertíamos muito e também fazíamos bastantes exercícios. Brincávamos nos sábados e domingos, porque trabalhávamos nos dias da semana, meu pai era uma “fera”, minha mãe não gostava que ele exigisse muito de mim. 125
    • Concordo como o meu pai, porque precisamos trabalhar para saber quando custa o dinheiro, assim aprendemos a dar valor, não desperdiçar, mas, sim economizar, porque um dia esses trabalhadores da lavoura poderiam ser os proprietários. E assim passei minha adolescência trabalhando e ganhando dinheiro. O Inesquecível Futebol Quando eu tinha doze anos, foram formados times de futebol na Fazenda Pinheiro, e minha adoração era ficar atrás do gol, para pegar a bola. Era engraçado, porque ninguém entendia nada de futebol e havia muita discussão. Os velhos quiseram entrar nos times, mas a experiência deles não foi nada boa, acabaram deixando de jogar. Meu pai foi um deles, num jogo tomou uma canelada e não quis mais saber de bola. Outro levou uma bolada na boca do estomago e ficou sem a fala, quando recuperou a voz, começou 126
    • xingar e saiu do campo. Outro era muito violento, até que acertaram a canela dele, saiu do campo pulando com um pé só e pendurou as alpargatas. Houve dois que ficaram mais tempo, eram grandes e gordos pareciam dois touros em campo, mas, como os mais novos eram mais rápidos e tiravam a bola deles, com o tempo eles foram desanimando e também penduraram as chuteiras. Quando quiseram organizar e disciplinar o futebol na fazenda, arrumaram um treinador que tinha sido jogador e juiz de futebol em Brotas. Foi formado um time de adultos e dois de jovens, e em pouco tempo já tínhamos um quadro famoso. O quadro principal, de adultos, começou a disputar com quadros bons, como, Brotas, Dourado, Ribeirão Bonito, Torrinha, Barra Bonita, São Pedro e também com as usinas de açúcar, eram times muito bons. Colhemos muitas vitórias. Eu tinha verdadeira loucura pelo futebol, ficava doente porque meus pais me 127
    • proibiam de acompanhar o time quando ia jogar fora. Tinha meus truques para enganar meus pais, me aprontava e almoçava cedo, saia dizendo que ia brincar com meus primos. Meus pais ficavam sossegados e eu ia esperar o caminhão com os craques na estrada, era difícil eu não assistir um jogo fora. Quando eu chegava de volta, tudo ficava por isso mesmo. O futebol, na Fazenda Pinheiros, foi sempre o esporte predileto, aos domingos e dias santos de guarda. Às três horas entravam em campo os segundos times, eram muito violentos, caneladas de arrepiar os cabelos durante a partida. Depois entrava o time principal, as torcidas se movimentavam, uns xingavam, outros gritavam, mas, era um jogão de bola, com muita vontade de vencer, davam o sangue para ganhar. Eu já casado era jogador do time principal, fazíamos derby entre solteiros e casados, e também “água de cá contra água 128
    • de lá”, pois havia o rio que cortava a propriedade. Num domingo estavam jogando solteiros contra os casados, o jogo estava equilibrado, mas, foi interrompido por um acontecimento triste. Um dos jogadores ao chutar a bola caiu no campo, fomos socorrêlo, e para nossa surpresa parecia estar morto. O levamos num carro para a cidade e o médico constatou que nosso amigo havia morrido. Naquela noite velamos o Dega na Igreja e no outro dia o enterramos. Ramiro Pinto, negro, mais conhecido por Dega, carroceiro de Dona Amélia, trabalhador honesto, amigo de todos, de uma bondade estrema, morava sozinho na fazenda. Andava bem vestido, o seu salário era empregado em roupas, sapatos, calçados, gostava de andar na moda, jogava bem futebol e era apaixonado pela música. Tinha um violão dinâmico, fazia serenatas para as moças, tocava e cantava muito bem em bailes e reuniões, era uma pessoa muito alegre e cativante, parecia gostar muito da 129
    • vida. Tinha um bom cavalo, um belo arreio e complementos que quando cavalgava chamavam a atenção de todos. Meu adeus ao Dega, e que o Todo Poderoso o tenha num bom lugar. A lacuna que deixou entre nós foi imensa. Minha Mocidade Meus pensamentos estavam voltados para coisas da idade, uma coisa hoje, outra amanhã, cada dia um novo pensamento. Existem erros na mocidade que não se recuperam nunca mais, por isso, aconselho os jovens a pensarem muito, antes de tomarem certas decisões, porque nessa idade as ilusões são muitas: Almejar enriquecer, divertimentos amorosos, etc. As mocinhas aparecem como por encanto, muitas são exigentes e pensam em jovens que tenham um bom emprego, por isso é necessário medir os passos e primeiro equilibrar sua vida, arrumando um bom emprego, para depois pensar em escalar os degraus da felicidade. 130
    • Muitas vezes, reuníamos uma turminha, montávamos nos nossos cavalos e rumávamos para Brotas, encontrávamos com as garotas na rua e ficávamos dando voltas no quarteirão, elas ficavam alegres e nos disputávamos para ver quem tinha mais cartaz. Sempre tive bons cavalos, eram bem arriados, lembro-me do tordilho que era dos bons, não podia acender um cigarro que ele já estava pererecando. Também tive um cavalo muito bom, chamado Bem –Te -Vi, era um baio marinho muito bonito. Lembrome de uma égua manga larga, que era difícil outro animal acompanhá-la na estrada, todos esses animais deixaram muitas saudades. Minha Labuta Aprendi a fazer cercas de arame farpado, trabalhava com a carroça carregando e transportando os mourões, eram pesados e muitos empregados 131
    • recusavam de me ajudar e ficavam olhando, mas, depois foram aprendendo. Certa vez estava arando terras com uma parelha de mulas, eram obedientes, só faltando falar, muito fortes, faziam forças parelhas e trabalhavam o dia todo que davam gosto, quando me lembro, fico saudoso. Numa aração de terras, eu estava trabalhando sozinho longe de minha casa, queria terminar logo a aração que estava fazendo, para começar outro setor, então comecei a bater com as rédeas nas costas das mulas e elas começaram a correr, o terreno estava limpo, mas, o bico do arado bateu num cerne de árvore que estava enterrado, coisa inimaginável. Com o impacto, meu corpo encheu o cabo do arado, cai de costas, sem fala e com um corte profundo no peito até o osso. Esperei um pouco, me refiz, levantei-me todo ensanguentado, as mulas levaram também um grande golpe e pararam, com o arado fincado no toco. 132
    • Com muita luta, consegui tirar o bico do arado do toco e continuei arando, sempre receoso de não encontrar outro toco no caminho. Quando escureceu voltei para casa, ensanguentado e cansado, minha mãe levou um susto quando me viu e levou-me para a cama. Fez uns curativos caseiros, fui melhorando e sarei, mas, até hoje trago no peito a cicatriz causada pelo cabo do arado. Passeio em Agudos Certa vez fui á Agudos visitar meus parentes, e com muita alegria fui recebido pela minha irmã Clarinda e meu cunhado José Granja, todos estavam saudosos. Logo que cheguei troquei umas palavras com meu cunhado, depois ele saiu para terminar um serviço e pediu para que eu fosse pondo o papo em dia com minha irmã, foi o que fiz. Depois tomei um bom banho, descansei e fiquei esperando o meu cunhado para o jantar. Da cozinha exalava um cheiro muito gostoso, logo meu cunhado chegou trazendo 133
    • algumas misturas, a mesa depois de posta parecia um banquete. Foi um jantar alegre, a comida estava uma delicia e não faltou o ótimo vinho espanhol, meu cunhado muito gentil alegrava o ambiente e eu acabei ficando meio no fogo. À noite fomos dar uma volta pela cidade, encontramos um amigo de meu cunhado que nos convidou para ver o empório que ia abrir. As instalações já estavam prontas algumas mercadorias já se encontravam nas prateleiras. Conheci o centro da cidade e os lugares pitorescos, gostei muito de tudo que vi, depois fomos para casa. Desse passeio eu nunca esqueci. Minha Irmã Nair Recordo-me de quando fui morar em Brotas a convite de meu cunhado Celso, para estudar e com promessa de arrumarme um emprego na Coletoria Federal, onde era coletor. O professor era muito bom e 134
    • meu estudo caminhava às mil maravilhas. Meu primo Manequinho, sempre passando por lá com seu automóvel, convidava-me para dar uma volta pela cidade, mais que depressa pulava a janela e o acompanhava. Isso passou a se repetir quase que diariamente, até que meu cunhado Celso não pode mais me segurar. Meus Dezoito Anos Eu e o Manequinho não desgrudávamos, éramos primos e amigos inseparáveis, convidei-o á viajamos de carro para Agudos, passear na casa de minha irmã Clarinda e do cunhado José Granja. Foi um passeio muito divertido, conheci as cidades circunvizinhas, inclusive Bauru. O Manequinho tinha carro, dinheiro e gastava com mulheres. Com tantas novidades e divertimentos, o dinheiro acabou rápido, e para voltar precisamos emprestar dinheiro de meu cunhado José. Eu gostava muito de música e tinha muita facilidade de memorizar as valsas e 135
    • as canções, tocava flauta e violão de ouvido e com isso enganava bem as garotas. Fazia serenatas pela fazenda, tocando em frente de uma janela e de outra, a serenata que começava a meia noite sempre amanhecia. Também eu tocava em bailes que eram realizados nas fazendas. Os domingos eram uma maravilha, dormia das sete horas ás dez da manhã, tomava banho almoçava e saia para os jogos de cartas, víspora, boxe, biguá e malha. Reuníamos os amigos e muitas moças, o que eu mais gostava era conversar com elas, sobre o que tinham achado da serenata e com isso eu me distraia e sempre perdia no jogo, mas, valia á pena, tudo era alegria. Depois, estudei música, com um saxofone toquei em bailes nas fazendas, na Banda de música, e também num conjunto musical da cidade de Brotas. Á tarde ás três horas, todos se reuniam em volta do campo de futebol, os cavaleiros amarravam seus animais na cerca de arame 136
    • que tinha atrás de um dos gols, começava o jogo e a animação era total. Nessa época, meu pensamento era divertir-me bastante para depois fincar o pé na fazenda e casar-me, foi o que aconteceu. Galhardo – Toninho Casa de Brotas Meu Casamento Quando fui para Brotas eu tinha uma namorada, quando voltei pretendia casarme, mas, devido a ciúmes, terminamos. 137
    • Com vinte e três anos comecei a namorar uma moça de dezesseis, que nunca havia namorado e tudo deu certo, casamos e hoje ela é a minha querida esposa Carmem, e nós temos dez filhos. Eu trabalhava bastante e gostava de negociar, amava a fazenda que era um lugar alegre, moravam muitos parentes por lá e nunca faltavam visitas. Eram parentes de São Paulo, Campinas e de outras cidades, os quais passavam fins de semana e férias por lá. Tudo passou e foi se acabando, os parentes, aos poucos, foram vendendo ás propriedades, devido ao cansaço das terras, e nós também vendemos, mas, quando me lembro da tranquilidade e da harmonia que existia lá, fico saudoso de meu torrão natal. Nossa Casa em Brotas Recordo-me do ano de 1949, o dia que fui á Brotas procurar uma casa para meus pais morarem. Eles estavam envelhecendo e precisavam descansar dos anos de labuta 138
    • que tiveram em fazendas. Visitei muitas casas para comprar, não tinha gostado de nenhuma, até que encontrei uma casa perfeita para meus pais, bem em frente á Igreja Matriz de Brotas. Levei-os para conhecer e dar opinião sobre a compra, meu pai estava doente, mas, levantou da cama e fomos. A casa com quatorze cômodos num terreno enorme, ia de uma rua á outra, tinha um grande pomar, horta, e quando eles abriram a janela da frente ficaram maravilhados com a vista panorâmica, viram a Igreja Matriz do outro lado da praça; meu pai até sarou, eram muito religiosos, queriam que eu fechasse o negocio com urgência. URBANO E SEU CONJUNTO 139
    • Ernesto Galhardo – João Silveira – Waldomiro Galhardo – Antonio S. Sampaio – Gildo Salviato – Sebastião Urbano A compra foi feita por Cr$48.000,00, á escritura foi cuidada pelo Dr. Perrichelli e registrada em cartório. O valor foi pago com a venda de uma parte da fazenda por CR$35.000,00 e o restante eu paguei e fiquei sócio de meu pai. Eles mudaram-se da fazenda para a cidade em Junho de 1949 e ficaram muito felizes na nova morada. A Ilze e o Wilson moraram com meus pais. Depois de alguns anos meu pai 140
    • comprou a minha parte na casa e eu comprei uma parte da fazenda em sociedade com o meu cunhado Dede. Passado algum tempo comprei a parte do Dede na fazenda e formei uma invernada. Do terreno de Brotas meu pai vendeu três partes e ficou com a casa e um bom pedaço de terras. A Doença de Minha Mãe Por volta de 1960 minha mãe adoentou-se, começou a ficar esquecida e foi perdendo á memória aos poucos, depois sofreu um derrame cerebral que a levou para a cama. A Ilze cuidava dela e foi ajudada pela Maria Lúcia que também foi para Brotas. As duas tomavam conta de minha mãe, davam banhos, vestiam, penteavam-na, davam comida na boca e assim foi até a sua morte no dia 17/06/1963, dia em que a Ilze ficou noiva do Adolpho. O Fordinho 141
    • Eu havia comprado um fordinho e trabalhava de motorista na praça, tinha uma boa freguesia. O tempo foi passando, fazia corridas nas fazendas e nas cidades vizinhas, Dourado, Ribeirão Bonito, Jaú, Dois Córregos, Itirapina, São Carlos e outros lugares. Em Dourado, eu levava os moços para namorarem, o Neu Pessa e o Darcy Rocha acabaram casando-se com moças de lá. Tempos Difíceis As coisas haviam mudado, éramos doze pessoas para comer, vestir, médicos, farmácias e nada andava bem, as contas para serem pagas aumentavam cada vez mais. Meu pai vendeu sua propriedade na fazenda e eu vendi a minha, meu pai recebeu três promissórias de Cr$800.000,00 e eu três de Cr$1.000.000,00, os vencimentos eram semestrais. No início tudo deu certo, porque comprávamos a prazo no Lourenção, no 142
    • Zuque e na farmácia, mas, com o tempo, ninguém trabalhava e nossa renda se esgotou. Eu descontava as promissórias e como a desvalorização do dinheiro era muito grande, não dava para nada, acabou logo o dinheiro. Trabalhando com o fordinho, dava para “quebrar o galho”, mas como a situação foi piorando, eu me vi em “palpos de aranha”. Nessa época, o Mauro começou trabalhar na Granja de Brotas e o Wilson foi para São Paulo, arrumou emprego e ficou trabalhando lá. Soube que minhas irmãs me acusaram de ter acabado com tudo o que era de meu pai, mas, não levo nada em conta o que disseram, não roubei nada, tenho a minha consciência limpa, eu aceitei a ajuda dele porque era de sua vontade. O que posso dizer e que meu pai teve tudo o que precisou, eu cuidei dele até á sua morte, tinha comida, roupa lavada, dava banhos, cortava o seu cabelo e unhas. 143
    • Entrego tudo nas mãos de Deus e vou levando a minha vida. Tempos Modernos Enquanto tinha o fordinho “temperava” a vida, mas, a modernidade chegou e os clientes começaram exigir carros fechados, muitos motoristas de praça estavam trocando seus carros, e eu achava que também precisava trocar. Ofereceram-me um automóvel Chevrolet ano de 1940, saia e blusa cor bordô e preta, fiquei apaixonado, pois na minha imaginação, era o carro ideal para eu trabalhar na praça. Fazia pouco tempo que tinha reformado o fordinho, estava novo em folha, mas, estava louquinho para comprar o Chevrolet até que cai na armadilha. O proprietário vivia me tentando, sempre passando com o Chevrolet por onde eu estava, até que fechei o negocio, dando o Fordinho e mais CR$400.000,00 em dinheiro. 144
    • Com a compra do Chevrolet, começou meu calvário, precisei reformar, troquei estofamentos e pneus. Toda vez que viajava quebrava uma peça, meu carro era uma bomba ambulante, tinha medo de pegar viagens e perdi completamente a confiança no carro, até que recolhi numa oficina mecânica para retificar o motor. Fiquei parado um bom tempo, só gastava e fiquei mal dos bolsos, o carro ficou pronto, mas, o mecânico não me entregava se não fizesse o pagamento e colocou-o para fora do barracão da oficina. Procurei muitos meios para emprestar o dinheiro para retirar o carro da oficina, sem sucesso, até que um dia, meu genro Adolpho e minha filha Ilze vieram passear na minha casa e disseram que arrumariam o dinheiro, e a quantia podia ser amortecida um tanto por mês, e assim foi feito. Tirei o carro da oficina e comecei trabalhar novamente, mas, as coisas não estavam boas, numa viagem que fiz á fazenda São Bento, na volta, quando descia a serra o 145
    • carro derrapou e caiu num buraco e para sair do encalho pisei forte no acelerador, o eixo dianteiro bateu numa pedra e quebrou. Devagar, com muitas dificuldades consegui chegar á Estação de trens de Espraiado onde deixei o carro estacionado, logo passou um colega que nos levou para Brotas. Depois de três dias fui com um mecânico buscar o carro, ele soldou o eixo em desnível, no dirigir eu percebia o defeito, fiquei muito chateado. Brincadeiras no Bar Certo dia estava numa roda de amigos no bar do Sr. João Guimarães, bebíamos e disputávamos o jogo de dedos. Estava reunido, eu, o Wilson meu filho, o Neu Pessa, Darcy Rocha, Antonio Martinelli, o Foguinho e mais um rapaz. A disputa estava acirrada entre o Antonio Martinelli e o Neu Pessa, ninguém queria perder. Num certo momento o Martinelli “acochou” o dedo do Neu, que quase arrancou. O Neu sentiu muita dor, fiquei bravo com o Martinelli, ele 146
    • me enfrentou querendo brigar, eu estava nervoso passei a mão numa cadeira e fui para cima dele, mas, os colegas nos seguraram e nós acalmamos. Saímos ás pressas de carro para a farmácia do Sr. Joaquim que examinou e disse que havia trincado o osso do dedo enfaixou-o e o Neu levou um mês para ficar bom. Quando estávamos na farmácia o rapaz, aquele nosso amigo que estava junto no Bar, não estava passando bem. O Sr. Joaquim mediu a pressão e disse que ele precisava de um tratamento, pois, o caso dele exigia muito cuidado. Lembro-me que ele foi ao médico e depois de uns tempos apareceram umas feridas no rosto e no corpo e em pouco tempo veio a falecer. Eu também pedi para medir a minha pressão e o farmacêutico disse-me para procurar um médico, na hora eu fiquei meio bobo dele falar isso, mas, depois de dois dias fui consultar um médico que receitou remédio para pressão e me recomendou a não fazer caminhadas longas, não erguer 147
    • pesos nem de dois quilos e que não mais dirigisse o carro. Eu já estava chateado com o carro, o vendi, paguei minhas dívidas e não saí mais de casa. Fiquei tomando meus remédios, cuidando de meu pai que já era viúvo e com dificuldades de se virar sozinho, depois de uns anos, em 1969, ele faleceu. Rumo á São Paulo Estávamos em 1972, o Adolpho e a Ilze tinha mudado para São Paulo, o Wilson estava em São Paulo e tinha casado, mandou buscar minha mulher, a Márcia e o Carlos José para morarem com ele. Eu “queimei” o pé e disse que iríamos todos ou não ia ninguém. O Adolpho e a Ilze resolveram que iríamos todos, contratamos a Kombi do meu primo Lauro colocou as tralhas e seguimos para São Paulo. Fomos morar na Vila Guilhermina, na casa do Wilson, era longe do centro, mas era uma casa bem grande e um lugar muito bom. 148
    • Em Brotas, a Maria Lucia ficou encarregada de vender os móveis e liquidar as dívidas. Fiquei contente, porque minha irmã Margarida alugou a casa onde morávamos e aumentou o aluguel da outra metade. Em pouco tempo, fiquei triste porque minhas irmãs estavam vendendo a casa e fui obrigado concordar, porque embora inocente, era mal visto por elas, mas como havia dito, ponho tudo na mão de Deus, não posso julgá-las e perdoo os que me julgaram mal. Morando na Capital Já em São Paulo, consultei um médico clínico geral que me indicou um cardiologista. O cardiologista que fez um eletrocardiograma e a resposta foi que eu era forte como um touro e não tinha nada. Voltei ao clínico geral, ele viu o eletro e me disse que não tinha adiantado nada eu ter ido ao cardiologista, pediu para ir num outro cardiologista. 149
    • Minha irmã Cacilda conseguiu que eu fizesse uma consulta no Instituto do Coração, lá me matricularam e comecei o tratamento. Eram médicos muito bons e fizeram tudo por mim, mas como faltava vaga para o tratamento, encaminharam-me para o Hospital do Servidor Público, onde até hoje tenho direito de tratamento. No Instituto Dante Pavanezi implantaram um marca-passo no meu coração, hoje me sinto bem melhor e agradecido aos bondosos médicos, assistentes sociais, psicólogas e todas as pessoas, do baixo cargo até o mais alto, agradeço de coração pelos anos que fiz tratamento lá. Peço desculpas e perdão pelas grosserias que ás vezes cometi. Meu Novo Passatempo Quando do meu tratamento no Instituto Dante Pavanezi recomendaram-me para arrumar um passa tempo. Disseramme que eles mantinham oficinas que ensinavam alguns trabalhos manuais, 150
    • muitos costuravam bolas de futebol e se sentiam muito bem e era uma terapia. Procurei e comecei a costurar bolas de futebol. Levava o material para casa, costurava, fazia a entrega e depois levava mais serviço para casa. Tinha o instrutor Ney muito paciente comigo e também dois anjos da guarda a Vânia e a Cristina que eram assistentes sociais muito amáveis. Tenho muitas saudades daquele tempo. Depois, entrei no curso de Corte Mágico, aprendi fazer calças masculinas, foi um tempo que passou rápido e foi muito gostoso. Fazíamos festas que eram muito animadas, numa delas o diretor estava presente, fez discurso e almoçou conosco. Triste foi na festa de despedida, pensei que todos eram dispensados quando terminavam o curso, mas depois soube que podia continuar trabalhando lá, sai e fiquei muito chateado porque o que eu fazia era uma terapia, um remédio, eu me sentia muito bem, e também estava aprendendo. 151
    • Os dois cursos que fiz foram inesquecíveis. Fim... Antonio Souza Sampaio As anotações acima foram feitas por Antonio Souza Sampaio, e entregues ao seu genro, Adolpho José Manzutti e sua filha Ilze Maria Pinheiro Sampaio Manzutti São Paulo, Anos de 1.980. Falecimento do senhor Antonio Souza Sampaio Eu tinha muita amizade com meu sogro, durante o tempo que convivemos juntos, sempre nos entendemos bem. Nem tudo é como queremos. No ano de 1989, ele não andava se sentindo bem, certa noite eram nove horas, eu e Ilze fomos visitá-lo em seu apartamento no 152
    • Jardim das Mercês, e ele estava passando muito mal. Juntamente com o Luiz e outros familiares, providenciamos uma ambulância e o levamos para o Hospital do Servidor. Ele foi atendido e parecia que tudo estava bem, mas ficou internado. No outro dia cedo, recebemos a notícia que ele havia morrido. A médica que estava no plantão e o atendeu alegou que não sabia que ele usava o marca-passo, o aparelho podia ter contribuído para a sua morte, devido ao choque elétrico que foi aplicado para reanimá-lo. Antonio Souza Sampaio, casado com dona Maria do Carmo Pinheiro Sampaio, tiveram dez filhos. Ele nasceu em 28/10/1915, na cidade de Brotas, SP, e faleceu no dia 13/04/1989, em São Paulo, no Hospital do Servidor, onde foi velado. Foi enterrado no cemitério do Morumbi. Sr. Antonio deixou muitas saudades e uma enorme lacuna no seio da família. Em 2002, o seu genro Julio Celso Ribeiro Guimarães, marido de sua filha Irani, transladou os seus 153
    • restos mortais para o cemitério de Brotas, SP. Dona Maria do Carmo, após um tempo do falecimento do esposo, mudou-se para a cidade de Franca – SP, onde reside o seu filho Luiz, e posteriormente mudou-se para a cidade de Brotas, sua terra Natal, com o filho Carlos José. Adolpho José Manzutti Ilze Maria Pinheiro Sampaio Manzutti RICARDO DE SOUZA SAMPAIO Relato de Antonio Souza Sampaio 154
    • TIO RICARDO Meu irmão Ricardo Ricardo de Souza Sampaio era estimado por todos, principalmente por minha mãe. Nas épocas de safra ele costumava presenteá-la, trazendo do pomar as frutas maiores e bonitas, também flores do campo. Ele tinha bondade em tudo, só que não aguentava desaforos e dificilmente se rebaixava. 155
    • Meu irmão gostava muito de desafios. Certa vez numa roda de colegas da escola, convidou-os para uma disputa de cabeçadas, tratava-se de bater a cabeça um contra o outro para ver quem vencia. Iniciou-se a disputa, era uma coisa de loucos, pareciam carneiros montanheses, Ricardo tinha a cabeça grande e treinava muito isso, ele batia com força e ninguém conseguiu vencê-lo. Lembro-me de quando meu pai fazia compras de vestuários para nós, eu sempre gostava das coisas que comprava para o Ricardo, eu pedia á ele para trocar comigo, era chapéu, sapatos, cinta, camisa, calça, ele trocava com a maior naturalidade. Estas lembranças e muitas outras agradáveis de meu saudoso irmão Ricardo ficaram em minha memória. Conta á tia Cacilda que seu irmão Ricardo dava aluas de Catecismo e era uma pessoa muito caridosa com os pobres. Certa vez, ele estava saindo para encontrar com os amigos e estava descalço. Sua mãe lhe 156
    • perguntou: Filho, você vai sair descalço? Ele respondeu: Olha mãe os meus amigos não tem sapato, por isso vou encontrá-los desta maneira. Quando tinha 15 anos, Ricardo ficou doente, ficou desenganado, o médico que começou tratar dele não estava acertando. Quando o médico de nossa confiança voltou de São Paulo, onde estava á negócios, meu pai o chamou e ele constatou que o tratamento estava errado, a doença era outra, mas, a cura já era impossível. Ricardo faleceu em 05/06/1934, dia de Corpus Christi. Minha mãe jamais conseguiu esquecê-lo, entre os familiares ele deixou uma enorme lacuna e muitas tristezas. Ricardo foi enterrado no cemitério da cidade de Brotas, numa vala simples. Passado algum tempo meu cunhado Celso Guimarães, marido da Nair, fez uma promessa que iria mandar construir um túmulo para o Ricardo assim que pudesse removê-lo, mas, não deixou nada combinado com a prefeitura. 157
    • Passado muitos anos, o coveiro foi fazer a exumação do corpo e levar os ossos para o ossuário, quando começou cavoucar apareceu na sua frente um moço de terno branco, e disse: Antes de começar a remover essa terra o senhor precisa falar com o coletor federal, Sr. Celso Guimarães, o coveiro virou para o outro lado e desvirando não viu mais o moço, procurou pelos arredores e nada encontrou. Caindo em si, ficou assustado, tudo aquilo tinha acontecido em fração de segundos. O coveiro foi até a casa do Celso Guimarães e explicou o que tinha acontecido. Celso se lembrou da promessa e mandou que o coveiro aguardasse. Foi até o cemitério comprou um terreno e mandou fazer um túmulo e o corpo de Ricardo foi depositado lá. Adolpho José Manzutti Ilze Maria Pinheiro Sampaio Manzutti 158
    • 159
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO ÁRVORE GENEALÓGICA - TITULO CAMARGO / SAMPAIO – PIN CÓDIGO FAMÍLIA TC- NASC. CACIQUE TIBIRIÇÁ Chefe da Aldeia de INHAPUAMBUÇÚ, da tribo dos GUAIANAZES, pai de BARTIRA ou BUTIRA – FLOR (Princesa M´bycy) depois batizada pelo Padre MANOEL DA NÓBREGA c/ o nome de Izabel Dias IZABEL DIAS (Princesa M´Bycy) casada com, JOÃO RAMALHO Capitão Mor - Alcaide Mor Natural de Viseu – 160 CIDA
    • CÓDIGO TC-1 TC-2 TC-3 FAMÍLIA NASC. Portugal. Em 1517 já vivia em São Paulo. Fundador de Santo André da Borda do Campo, pelos anos de 1550. Tiveram oito filhos. . JOANA RAMALHO Filha de João Ramalho e Bartira, casada com JORGE FERREIRA, capitão-mor de Santo Amaro e São Vicente, desta em 1556. N. FERREIRA filha de Joana Ramalho e do capitãomor Jorge Ferreira, casada com GONÇALO CAMACHO ANA CAMACHO filha de N. Ferreira e Gonçalo Camacho, 161 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO TC-4 FAMÍLIA NASC. faleceu em São Paulo, em 1.613, casada com DOMINGOS LUIZ, "O Carvoeiro", natural de Santa Maria de Carvoeira; da ordem de Cristo, falecido em 1615. LEONOR DOMINGUES filha de Ana Camacho e Domingos Luiz, faleceu em 1630, esposa de JUSEPE DE CAMARGO ou JOSÉ ORTIZ DE CAMARGO seus maiorais, que "constituíam a família “paulista de mais qualidade e poder na vila”, tinham os nomes ligados à 162 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO TC-5 FAMÍLIA NASC. fundação da vila de São Paulo, pois Jusepe de Camargo, castelhano por nascimento, casado c/ Leonor Domingues Carvoeiro, que era descendente do capitão-mor Jorge Ferreira, de João Ramalho e do Cacique Tibiriçá, já morava, em 1587 em São Paulo, sendo, a 17/03/1607, investido nas funções de Juiz de Órfãos de São Paulo, por provisão do Governador Geral Diogo Botelho. “O TIGRE” FERNANDO DE CAMARGO "O TIGRE" 163 CIDADE UF ÓBITO Serra
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. filho de Jusepe de Camargo e Leonor Domingues, casado com MARIANA DO PRADO filha de João de Santa Maria, que foi, em 1609, secretário do Governador das Capitanias do Sul, D. Francisco de Souza), continuando as ideias políticas de seu pai Jusepe de Camargo capitaneou com seu irmão José Ortiz de Camargo, o partido Camargo, o partido dos Camargo na memorável luta contra os Pires, cujo partido era, então, chefiado por João Pires e seu genro 164 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO TC-6 FAMÍLIA NASC. Francisco Nunes de Siqueira. Capitão FERNANDO DE CAMARGO ORTIZ ou FERNANDO CAMARGO filho de Fernando de Camargo, casado com JOANA LOPES o moço, primogênito de o “Tigre”, denomado Bandeirante e chefe de numerosa coorte de índio tomou parte, como capitão adjunto, na expedição de Domingos Barbosa Calheiros, composta de 500 homens, em 1658, penetrando 165 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO TC-7 FAMÍLIA NASC. nos sertões Baianos. Em 1664 empenhado em servir El-Rei, tornou-se “caçador de esmeraldas”, buscando descobrir, em todos os rincões, as jazidas daquelas preciosas gemas. Capitão FERNANDO LOPES DE CAMARGO, 9º filho de Fernando de Camargo Ortiz casado com, MARIA LIMA DE SIQUEIRA, faleceu com 86 anos de idade, descendia dos sertanistas João do Prado, pai e filho homônimos. Era o Capitão Fernando Lopes de Camargo 166 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO TC-7-1 TC-7-2 TC-7-3 FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO pessoa de alto prestígio social em São Paulo, onde exerceu os cargos de vereador em 1711 e Juiz ordinário em 1715/9 FILHOS: Padre Mestre Frei Antônio das Neves, religioso professo do patriarca São Francisco faleceu em Itu – SP. José Ortís de Camargo, __/__/1741 nasceu em 1741, em São Paulo casou com Tereza de Jesus Cardoso Maria de Lima Camargo, em primeiras núpcias casou com Manuel José da Cunha, em 167
    • CÓDIGO TC-7-4 TC-7-5 TC-7-6 TC-7-7 FAMÍLIA NASC. 2ªs. com Doutor Luiz de Campos, progenitora de Ana Eufrosina da Cunha, mãe do Brig. Manuel Rodrigues Jordão e Ana Vicência. Ângela M. de Camargo, Casada com capitão Tomé João, natural de Portugal. Catarina da Silva Camargo, casada com Luiz Manoel Cardoso. Frei Francisco de Jesus Camargo, franciscano, pregador, faleceu em São Paulo, com 50 anos de vida religiosa. Padre Salvador de 168 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Camargo Lima faleceu em São Paulo. Inácia M. de Camargo TC-7-8 Lima __/__/1728 casou com Gonçalo de Souza Rodrigues. Agostinho Barroso de TC-7-9 Camargo casou com Maria Escada. Mônica M. de TC-7-10 Camargo __/__/1759 casou com Sargentomór Francisco Aranha Barreto (da família Aranha, de Campinas). MARTA MARIA DE TC-8 CAMARGO, __/__/1724 quando faleceu o Capitão Fernando Lopes de Camargo, sua filha Marta, que 169
    • CÓDIGO TC-8-1 FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO foi avó do, PADRE DIOGO ANTONIO FEIJÓ, 09/08/1784 Dona MARIA JUSTINA DE CAMARGO, e JOAQUIM JOSÉ DOS SANTOS, contava apenas com 13 anos. Casou-se cinco anos depois, aos 31/07/1742, na Matriz de Cotia - SP, com o, Capitão INÁCIO SOARES DE BARROS, que falecera no sítio em Craguatá, freguesia de Cotia, e fora sepultado como irmão terceiro de São Francisco na cidade de São Paulo. FILHOS: Ana Maria Soares de 170
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Camargo casou com Sarg-mór Antônio Ferraz Pacheco. Maria Gertrudes TC-8-2 Soares de Camargo __/__/1745 casada com Miguel João Feijó. Filhos: Padre Inácio TC-8-2-1 Assunção Feijó Gertrudes Teresa TC-8-2-2 Leocádia casou-se com, Manuel Ferraz de Campos, filho de Antônio Ferraz de Arruda e de Maria P. de Camargo. Manuela Francisca de TC-8-2-3 Jesus Feijó casou-se em 14/07/1791, em Cotia com o Capitão __/__/1770 São P 171
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Manuel Fernandes Palhares Andrade filho de Pedro José de Andrade e de Paula Maria de Oliveira, natural de Poiares, Portugal Filhos: TC-8-2- Antônio Benedito 3-1 Palhares de Camargo, casou com Placidina Flora de Alambary. TC-8-2- Manuel Fernandes 3-2 Palhares de Andrade residente em Amparo, casou Constância Valeriana Soares. TC-8-2Tomaz P. de Andrade 3-3 23/11/1801 São P falecido em Mogi – Mirim, casou em 1825 com Atanázia Ortiz, nascida no 172
    • CÓDIGO TC-8-23-4 TC-8-23-5 TC-8-23-6 TC-8-23-7 FAMÍLIA NASC. Uruguai. Maria Francisca Palhares - solteira 70 anos Gertrudes M. Palhares Mendes (Nhazinha) casou com Capitão José Rodrigues P. Mendes Margarida Flora Palhares, solteira Maria Gertrudes de Camargo Palhares (Mariazinha) solteira, faleceu com 37 anos TC-8-2José P. de Andrade 3-8 casou com Joaquina TC-8-2-4 Joaquim Manuel, falecido TC-8-2-5 menor Custódio Soares de TC-8-3 Camargo 173 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. casou com Ana Maria Joaquina Leite TC-8-4 Francisco, menor Brígida Soares de TC-8-5 Camargo casou com Vicente Ferreira do Amaral Padre Fernando TC-8-6 Lopes de Camargo TC-8-7 Paula, menor Maria Joaquina Soares de Camargo, TC-8-8 solteira mãe do Padre Diogo TC-8-8-1 Antônio Feijó, e Maria Justina de TC-8-8-2 Camargo SENHORINHA FRANCISCA DE TC-9 CAMARGO Irmã de Maria Joaquina Soares Camargo foi batizada, paróquia de 174 CIDADE UF ÓBITO __/__/1756 09/08/1784 21/07/1795 __/__/1751
    • CÓDIGO TC-10 FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Cotia, em 04/04/1751 casou-se em 8/11/1774, em Cotia com o Capitão BENTO DOS SANTOS PEREIRA __/__/1737 Curiti natural de CuritibaPR, participante da Cia. Cavalaria Regimento de Dragões Auxiliares da Capitania de São Paulo. JOAQUIM JOSÉ DOS SANTOS __/__/_1779 batizado em 22 de Julho de 1779 – Fundador ramo SANTOS CAMARGO Campinas, primo do padre Diogo Antonio Feijó que foi regente do Império do Brasil, 175
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. passou sua infância em Cotia onde seu pai possuía casa situada no pátio da Igreja e sítio no bairro Lava-pés, nas circunvizinhanças da vila. Casou-se em 1810 na cidade de São Paulo, com, FRANCISCA ASSIS NUNES CAMARGO FILHOS: Senhorinha Francisca TC-10-2 de Jesus casada com o Capitão Bento José dos Santos, irmão de Joaquim José dos Santos TC-10-3 Gertrudes Miquelina casou com Alf. João Batista Rodrigues TC-10-4 Francisca de Assis 176 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA TC-10-5 TC-10-6 TC-10-7 TC-10-8 NASC. casou-se três vezes, 1ª vez com Venerando Joaquim de Almeida, 2ª Com, Salvador R. de Morais Pinto e a 3ª com José de Campos Souza Pimentel Pedro José dos Santos, solteiro Ana Francelina casou com Dr. Ricardo Gumbleton Daunt Maria dos Anjos casou com Manuel Gonçalves Vieira João A. Nepomuceno dos Santos casou com Catarina A. de Castro Prado, filha do Alferes 177 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Raimundo Álvares Santos Prado TC-10-9 Manuela Francisca casou com Francisco B. Barbosa Aranha MARIA GERTRUDES (Zinha) DOS TC-10-1 SANTOS ..../..../1811 Batizada na Matriz de São Carlos (Campinas) 07/09/1811 casou-se com o Comendador, QUERUBIM URIEL TC-11 RIBEIRO DE ..../..../1805 CAMARGO E CASTRO foi Batizado em 21/11/1805 na Sé São Paulo filho do sargento- mor Miguel Ribeiro de Camargo nasceu em Curitiba, faleceu em Campinas 178
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. em 25/04/1851, com 80 anos, e de D. Querubina Rosa de Castro, batizada na Sé, S. Paulo em 03/01/1770 faleceu 25/08/1853, filha de Januário de Santana Castro e Maximiliana Escolástica de Azevedo. O Comendador QUERUBIM pessoa de grande prestígio social e político em São Carlos (hoje Campinas,) cuja Câmara, serviu no cargo de vereador, fevereiro de 1828, sendo em 01/10/1828 os conselhos foram 179 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. substituídos por Câmaras municipais e no de Presidente (1845 a 1848) cabendo-lhe a honra de saudar o Imperador Dom Pedro II, quando em 1846 visitou Campinas pela 1ª vez. Sua Majestade agraciou-o em 14/03/1846, aniversário de S. M. a Imperatriz, com o oficialato da Imperial ORDEM DA ROSA, como Presidente da Câmara que o hospedara. Tenente Coronel chefe do Estado Maior da Guarda Nacional dos municípios de 180 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Campinas, Bragança, Atibaia, Nazaré, Jundiaí e Constituição (Piracicaba) da Província de S. Paulo, por carta patente de D. Pedro II, de 27/11/1857. Lavrador da Fazenda Pedra Alta, município de Campinas, com grande escravatura, residia á Rua Imperador (antiga do Picador e atual Marechal Deodoro, 1.143, esquina da Rua Sacramento) casa em que também morou seu sogro Joaquim José dos Santos. Era irmão do Padre Dr. Miguel Arcanjo de 181 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Castro Camargo, Dr. em cânones, ambos amigos de mais íntimo trato do padre Diogo Antonio Feijó, de quem guardava com carinho alguns objetos (um colete de veludo com botões de ouro, uma bengala com castão de prata, gravado o nome Feijó, uma Bíblia e paramentos para missa). Finou-se em 27/09/1876 e seu corpo foi "encomendado solenemente" pelo vigário Francisco de Abreu Sampaio e sepultado no Cemitério da Irmandade do SS. 182 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Sacramento (Arq. ª cit.º de Campinas, L.º de óbitos 1º, fls.82-1870/82). FILHOS: QUERUBIM URIEL TC-11-1 RIBEIRO DE CASTRO casou com Maria Izabel de Arruda Leite Penteado FILHOS: TC-11-1- José de Arruda 1 Camargo, casou com Maria Garcia da Silva Queim Filhos: TC-11-1Aurora, casada com 1-1 04/11/1896 São P Francisco de Paula Xavier de Toledo, contador 06/12/1895 Camp filho de Firmino Tamandaré de Soroc 183
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Toledo, comer. e Antônia Monteiro Carvalho Silva Filhos: TC-11-1Eunice, solteira 1-1-1 TC-11-1Edith, solteira 1-1-2 Edgard Camargo de TC-11-1- Toledo, 1-1-3 solteiro Egberto Camargo de TC-11-1- Toledo, 1-1-4 solteiro José Roberto TC-11-1- Camargo de Toledo, 1-1-5 solteiro TC-11-1Clotilde 1-2 Casou-se com Paulo Belegarde filho de Antônio Cândido Belegarde e Natalia 184 CIDADE UF ÓBITO Camp 31/08/1919 São P 15/03/1921 São P 16/05/1923 Santo 05/10/1924 Santo 21/11/1926 São P 24/01/1897 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Filhos: TC-11-11-2-1 TC-11-11-2-2 TC-11-11-2-3 TC-11-11-3 Vera, solteira Nelly 23/12/1926 Santo 10/04/1929 Santo Paulo Belegarde Júnior 10/07/1931 Santo Ruy Camargo, solteiro 23/11/1900 São P (foi morto na revolução de 1932) TC-11-1Maria Izabel 1-4 São P casou com Décio Maia Filhos: TC-11-1- Sergio de Camargo 1-4-1 Maia, solteiro 17/12/1926 Santo TC-11-1Santuzza 1-5 09/08/1906 São P casada com Otávio Mello, filho de 09/04/1902 Piraci João Batista de Mello, Tietê e Antonia Alves Piraci 185
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO TC-11-1Lúcia 1-6 São P casou com Edmur Ferreira de Camargo, Camp filho de Américo Ferreira Camargo Filhos: TC-11-1Carmem Lúcia 1-6-1 TC-11-1José Américo 1-6-2 José Arruda de TC-11-1- Camargo Junior, 1-7 dentista, sol. 21/05/1912 São P TC-11-1Edna, Solteira 1-8 São P Francisco Xavier TC-11-1- Ribeiro Camargo 2 Castro casou com Antônia, filha de João Lopes de Andrade e Ana Bueno Filhos: 186
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. TC-11-1- João Batista Ribeiro 2-1 de Castro, casou com Maria, filha de Domingos e Amélia Rossini Filhos: TC-11-1Luiz Carlos 2-1-1 TC-11-1Benvinda 2-1-2 TC-11-1- Querubim Uriel 2-2 Ribeiro de Castro casou com Elisa, filha de Francisco da Costa Pires e Zulmira de Barros Filhos: TC-11-1Querubim Uriel 2-2-1 TC-11-1Maria Elisa 2-2-2 TC-11-1Ivo 2-2-3 187 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. TC-11-1Luiz Felipe (falecido) 2-3 TC-11-1Maria Izabel 2-4 casou com Sérgio Silveira Pinheiro, filho de João de Oliveira Pinheiro e Alzira Silveira Almeida TC-11-1- Antônio Francisco de 2-5 Castro casou com Alice de Moura, filha de José Bonifácio de Moura e Marcília de Moura Filhos: TC-11-1Luiz Antonio 2-5-1 TC-11-1José Marcílio 2-5-2 TC-11-1- Paulo Roberto 188 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 2-5-3 TC-11-1- José Bonifácio Ribeiro 2-6 de Castro casou c/Clara filha de Júlio e Maria Blander Filhos: TC-11-1Maria Clara 2-6-1 TC-11-1José Luiz 2-6-2 TC-11-1Ana Dulce 2-7 casou c/ Adalberto Mendes dos Santos, filho de Antônio e Miquelina Mendes dos Santos TC-11-1- Joaquim Otávio 3 Ribeiro de Castro 17/10/1866 Camp casou com Maria das Dores Lima Camp filha de Barberino de Lima Barbosa e Camp 189
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Beatriz Alves de Alvarenga Filhos: TC-11-1- Otávio de Lima e 3-1 Castro 19/06/1892 Camp solteiro, Jornalista trabalhou no "Est. de São Paulo “foi redator do "Diário Nacional", editado em São Paulo, procurador da Usina Ester, na cidade de Cosmópolis mun. de Campinas. TC-11-1Guiomar 3-2 16/02/1894 Ampa casou c/Antônio Inácio Guimarães, cirurgiãodentista do Corpo de Saúde da Força 190
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Pública de São Paulo, filho de José Martins Guimarães Jundi e Lídia Lacerda Franco Arara Filhos: TC-11-1- Maria Estela de 3-2-1 Castro Guimarães 15/12/1917 São P solteira, estudante da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade São Paulo. Otávio de Castro TC-11-1- Guimarães, solteiro, 3-2-2 estuda 17/05/1919 São P na Escola de Comércio Álvares Penteado TC-11-1José Carlos 3-2-3 17/03/1921 Camp TC-11-1- Afonso, solteiro, 29/07/1924 Camp 191
    • CÓDIGO FAMÍLIA 3-2-4 TC-11-13-2-5 TC-11-13-2-6 TC-11-13-3 NASC. CIDADE UF ÓBITO estudante Tereza 20/11/1926 Camp Guiomar 01/12/1928 São P Paulo de Lima e Castro 23/04/1896 Camp jornalista trabalhou no "Estado de São Paulo", diretor da Assistência ao Cooperativismo da Secretaria da Agricultura casou em primeiras ras núpcias com Constança Pilar Mendes dos Santos, natural de Portugal, e em segundas núpcias com Eleonora Navajas, filha de 192
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Emilio Navajas, natural de Porto Rico e Maria Neves Belda, natural da Espanha. Filhos: do primeiro casamento TC-11-1Ângela Lima e Castro 3-3-1 do segundo casamento TC-11-1Eleonora Maria Paulo 3-3-2 TC-11-1Maria Izabel 3-4 casou com Paulo Pinto Bittencourt, filho de João Viana Bittencourt e Ludgeria Pinto Filhos: TC-11-1- Paulo Castro 3-4-1 Bittencourt 193 21/10/1929 São P 13/07/1938 São P 29/11/1898 Camp 18/01/1928 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. TC-11-1- Gentil de Lima e 3-5 Castro jornalista casou c/ Aparecida, filha de João Ramos e Benedita Maia, natural de Itatiba Filhos: TC-11-1- Joaquim Otávio de 3-5-1 Lima e Castro TC-11-1João Maria 3-5-2 TC-11-1Francisco César 3-5-3 TC-11-1Iolanda 3-5-4 TC-11-1- Beatriz, professora 3-6 normalista, solteira TC-11-1- Iolanda, professora 3-7 normalista, solteira Rui de Lima e Castro, TC-11-1- solt. jornalista, bel. 3-8 em Direito pela 194 CIDADE UF ÓBITO 22/11/1900 Rio C Itatib 24/04/1932 São P 18/03/1934 São P 05/08/1936 São P 13/06/1938 São P 18/12/1902 Rio C 27/10/1904 Arara 20/07/1907 Arara
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Faculdade de São Paulo em 1933 TC-11-1- Lúcia, professora 3-9 normalista, solteira 24/11/1909 Arara Climene, professora TC-11-1- normalista diplomada 3-10 em 07/12/1911 Arara em piano pelo Conservatório de São Paulo, casou c/Artur Kauffmann, filho de Elias e Clara Kauffmann, naturais da Rússia Filhos: TC-11-1Laís 3-10-1 14/03/1938 São P MARIA CÂNDIDA TC-11-2 RIBEIRO PACHECO casou c/Antônio Pacheco Fonseca Mello FILHOS: TC-11-2- Antônio de Souza 195
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Ruel casou com Ana Amaro Dias Vieira, filha de José Amaro Vieira e Maria Francisca Vieira Filhos: TC-11-2- Maria Cândida, viúva 1-1 de José Gasiorowsk Filhos: TC-11-2Thereza de Jesus 1-1-1 TC-11-2Maria de Lourdes 1-1-2 TC-11-2Antônio 1-1-3 TC-11-2Estanislau 1-1-4 TC-11-2Faustino 1-2 casou com Ana, filha de Joaquim Luiz Filhos: TC-11-2- José CIDADE UF ÓBITO 1 196 Sto. A Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA 1-2-1 TC-11-21-2-2 TC-11-21-2-3 TC-11-21-2-4 TC-11-21-2-5 TC-11-21-2-6 TC-11-21-2-7 TC-112-2 NASC. CIDADE UF ÓBITO Benedicta Felício, solteiro Manoel, solteiro Anna, solteira Antonia, solteira Raymundo, solteiro Anna Cherubina casou-se com Manoel Antonio de Oliveira Pinheiro TC-11-2Calixto José de Mello 3 casou com Elisa Filhos: TC-11-2Antonio, casado 3-1 TC-11-2- Thiago 197 Parag
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 3-2 TC-11-2Paulo de Mello 4 casou com Vitalina Cordeiro Piraju FRANCISCA ASSIS TC-11-3 RIBEIRO FONSECA __/__/1835 Camp foi batizada na cidade de Campinas, onde também casou-se em 15/05/1856, com José Mateus da Fonseca Melo Itu filho de José Rodrigues do Amaral e Ana Eufrosina da Cunha Fonseca FILHOS: TC-11-3Maria Hipólita 1 casou-se a 19/05/1877, em Campinas, com 198
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO João Paulo de Albuquerque Bloem, natural da Bahia filho de Antero Augusto Albuquerque Bloem e de Luiza cândida da Silva Filhos: Antero Augusto de TC-11-3- Albuquerque Bloem 1-1 Dr. Foi 07/02/1878 Camp Jornalista, integrado à redação do “Estado de São Paulo” e de outros jornais Paulista. Como poeta destacamos, entre outras poesias esparsas, o "Cristo de Marfim”, datado de 1896, que lhe assegurou, no parecer de seus 199
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. contemporâneos, o nome de um dos mais delicados poetas Paulistas. Fez o curso de Direito na Faculdade de São Paulo diplomou-se na turma de 1904. Foi taquígrafo do Congresso de S. Paulo e chefe, a partir de 1918 do respectivo Serviço. Foi chefe do gabinete do Ministério Agricultura, na gestão de Pádua Sales, em 19181919. Nomeado diretor dos Patronatos Agrícolas, nesse cargo faleceu pouco depois, no Rio de Janeiro, em 200 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 23/10/1919, com 41 anos. Sua produção literária, que não foi grande, em virtude da vida de intenso trabalho que sempre teve, não acha recolhida em volume. Por desejo de Antero Bloem, essa publicação não se fará, pois era sua intenção publicá-la apenas depois de uma revisão, que não chegou a fazer. Casou-se com Jandira Azevedo, filha de Antônio Vitor Azevedo e Prudenciana Almeida Pedroso. Filhos: TC-11-3- Rui Bloem Dr. 201 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 1-1-1 diplomado pela Faculdade de Direito de São Paulo, secretário da Faculdade Filosofia da Univers. de São Paulo casou-se com Dulce Rodrigues, filha de Gil Souza Rodrigues Lucília Bellegarde, irmã do doutor Carlos Bellegarde. Filhos: TC 11-3Elly 1-1-1-1 07/07/1929 TC 11-3Dora 1-1-1-2 16/10/1931 TC 11-3Vera Helena 1-1-1-3 17/07/1934 Ruth, casada com TC-11-3- Teodureto Arruda 1-1-2 Souto, Professor, engenheiro 202
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO da Escola Politécnica de São Paulo Filhos: TC-11-3Evelina 1-1-2-1 08/10/1926 TC-11-3Carmem Ruth 1-1-2-2 16/07/1931 Darcí, oficial-maior, TC-11-3- diretor administrativo 1-1-3 da Secretaria da Agricultura,casou com Maria Conceição, filha de Manuel Viana de Queiroz e Guilhermina Arantes. Ari, estudante, TC-11-3- casado c/Luci Costa 1-1-4 Leite, filha do Dr. Orlando da Costa Leite, diplomado pela Faculdade de S, Paulo em 1912, natural de 203
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Botucatu, delegado de policia no Estado Filhos: TC-11-3- Lílian Regina 1-1-4-1 Elisabeth 17/07/1939 São P TC-11-3Joice Elisabeth 1-1-4-2 15/06/1941 São P Antero Augusto TC-11-3- Albuquerque Bloem 1-1-4-3 Neto 11/01/1943 São P João Paulo de TC-11-3- Albuquerque Bloem 1-2 Filho casou primeiro c/Silvia Miranda, sem geração do segundo casamento com Alice Miranda Filhos: Aparecida casou c/ TC-11-3- Doutor Mauro da 1-2-1 Silveira, engenheiro. Com 204
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. geração TC-11-3- Maria Luiza Bloem 1-3 Nogueira, primeira mulher de Jorge Nogueira Ferraz, lente do Ginásio do Estado em Campinas, fundador e diretor do Colégio Ateneu Paulista da mesma cidade, filho de João Nogueira Ferraz e Antonia Eufrosina Almeida Sales. Filhos: Jorge Bloem TC-11-3- Nogueira, Dr. médico 1-3-1 veterinário, jornalista, contador, funcionário do Serviço de Imigração e Colonização da Secretaria da 205 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Agricultura. Casou com Nelzir de Miranda, filha Francisco Antônio de Miranda e Emília Etelvina de Arruda TC-11-3José, falecido 1-3-2 TC-11-3- Ivo Bloem Nogueira, 1-3-3 dentista, solteiro Matilde casou em TC-11-3- primeiras núpcias 1-4 com, Carlos Pinheiro Júnior e segunda vez com, Eugênio Lefevre, engenheiro. Filhos: do primeiro casamento: TC-11-3Enoé, solteira 1-4-1 TC-11-3- Maria de Loreto, 1-4-2 casada TC-11-3- Carlos Gui, casado, 206 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 1-4-3 CIDADE UF ÓBITO sem geração Rubens, casado TC-11-3- c/Guaraciaba 1-4-4 Nogueira de Sá Filhos: TC-11-3Roberto 1-4-4-1 TC-11-3- Luiza Cândida casou 1-5 com Mario Rodrigues Dias, engenheiro agrônomo, neto do Dr. Cândido Rodrigues, vicepresidente do Estado de São Paulo. Filhos: TC-11-3Maria Helena, 1-5-1 13/09/1931 TC-11-3Maria José casou com 1-6 Artur Gonçalves dos Santos, filho do Coronel João Gonçalves dos Santos 207
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Filhos: TC-11-3Artur 1-6-1 TC-11-3Renato 1-6-2 TC-11-3Maria de Lourdes 1-6-3 Ester casou com TC-11-3- Antônio Hércules da 1-7 Silveira Filhos: TC-11-3Luiz Antonio 1-7-1 27/12/1928 TC-11-3- Ana Eufrosina casou 2 com Paulino Moniz, filho de 19/03/1858 Rio Ja Agostinho Andrade Moniz e Cândida Moniz Filhos: Paulino Moniz Filho, TC-11-3- prof. público, casado 2-1 com 208
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Maria de Queiroz Pinto, filha de Antônio Queiroz Pinto e Alexandrina Morais da Silva Filhos: Cebídeo Pinto da TC-11-3- Fonseca Moniz, 2-1-1 bacharel da 14/11/1911 Faculdade de Direito de São Paulo, em 1938 Delegado de Polícia no Estado, casou-se com Vilva da Fonseca Moniz Filhos: TC-11-3Regina Elizabete 2-1-1-1 10/01/1942 TC-11-3Washington Luiz 2-1-1-2 08/11/1943 TC-11-3- Ariovaldo, acadêmico 2-1-2 de Direito 29/11/1914 TC-11-3- Zaira 11/03/1916 209
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 2-1-3 TC-11-3Maria Estela 2-1-4 TC-11-3Laís 2-1-5 TC-11-3Jaime Moniz 2-2 casado com Matilde Sbraggia Moniz, filha de João Sbraggia foi comerciante e fazendeiro em Campinas, e de Dona Cesira Pieri Sbraggia ambos falecidos em Campinas-SP. Filhos: João Sbraggia Moniz, TC-11-3- Dr. médico 2-2-1 veterinário, casou-se em Campinas em 210 CIDADE UF ÓBITO 03/10/1920 07/10/1923 19/11/1883 16/04/1850 Luca 06/01/1849 Luca
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 10/02/1933, com Jaci Oppermann, filha de Jaime Oppermann natural de Campinas, e Angelina Trole, Natural da Itália. Filhos: TC-11-32-2-1-1 TC-11-32-2-1-2 TC-11-32-2-2 TC-11-32-2-3 TC-11-32-2-4 TC-11-32-2-5 Roberta 06/03/1938 João Rui 02/07/1939 Camp Gilberto Sbraggia Moniz, solteiro Luciano Sbraggia Moniz, solteiro Hélio Sbraggia Moniz, solteiro Jaime Sbraggia Moniz, solteiro Adalgisa casou-se TC-11-3- com Lauro Álvaro de 2-3 Souza Camargo, falec. filho do major Elisiário 211 20/05/1916 Camp 20/05/1916 Camp 24/10/1918 Camp 25/01/1919 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Álvaro de Souza Camargo e Ana D. Souza Camargo Filhos: Laura Álvaro de TC-11-3- Souza Camargo, 2-3-1 solteira ANA IZABEL RIBEIRO DE TC-11-4 CAMARGO E CASTRO - casou-se com Antônio José de Oliveira Pinheiro, Secretário da 1ª seção da 1ª Câmara de Brotas em 1859, filho de Manuel Antônio Pinheiro, um dos fundadores da cidade de Brotas, doou em 1868 o 212 CIDADE UF ÓBITO Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. terreno onde se ergue hoje a bela Matriz de Brotas, que tem por padroeira Nossa Senhora das Dores de Brotas. Foi proprietário das fazendas Monte Alegre, Monte Alto, Paineirinha e parte da fazenda São Luiz, no município de Brotas, SP. FILHOS: TC-11-4- Antônio de Oliveira 1 Pinheiro casou em primeiras núpcias com Brasilina Carneiro e segundas núpcias com Maria Gertrudes dos Santos Camargo Filhos: do primeiro 213 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. casamento Brasilina: TC-11-4- Francisca Pinheiro 1-1 Carneiro, casou com Antônio de Souza Lara Filhos: TC-11-4- Alfredo de Souza 1-1-1 Lara, casou com Genoveva Malaguti Filhos: TC-11-4Inocêncio 1-1-1-1 TC-11-4Benedita 1-1-1-2 TC-11-4Nair Estelina 1-1-1-3 TC-11-4Maria Antônia 1-1-1-4 Cecília casou com TC-11-4- José Ribeiro dos 1-1-2 Santos TC-11-4- Antonieta casou com 214 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 1-1-3 João da Silva TC-11-4- Lazara, casou com, 1-1-4 José D'Orta Filho Filhos: TC-11-4Antônio 1-1-4-1 TC-11-4Júlia 1-1-4-2 TC-11-4Santa, solteira 1-1-5 TC-11-4- Izabel, casada com 1-1-6 Lázaro D’Orta Filhos: TC-11-4Maria Aparecida 1-1-6-1 TC-11-4Luiz 1-1-6-2 Maria casou c/ João TC-11-4- Batista de Camargo, 1-2 filho de Paula Ribeiro Leite, neta do Cel. Querubim Filhos: 215 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Maria Aparecida TC-11-4- casou com Abraão 1-2-1 Jibara Filhos: TC-11-4Maria Izabel 1-2-1-1 TC-11-4Maria Sílvia 1-2-1-2 TC-11-4- Paulo casou com 1-2-2 Aurora de Oliveira Filhos: TC-11-4Paulo 1-2-2-1 TC-11-4Palimércio 1-2-2-2 TC-11-4Plínio 1-2-2-3 TC-11-4Minervina casou com 1-3 Antônio de Figueiredo Pinheiro TC-11-4- Margarida casou 1-4 c/José Silva Pinheiro filho de José Oliveira 216 CIDADE UF ÓBITO Garça
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Pinheiro e Amélia da Silva Braga, TC-11-4- Idalina casou com 1-5 Jacó Bressen Filhos: TC-11-4Edna Rita 1-5-1 Filhos: do 2º casamento c/ Maria Gertrudes: TC-11-4Clarice, solteira 1-6 Ester Rita casou com TC-11-4- João de Deus 1-7 Pinheiro TC-11-4José 1-8 TC-11-4Benedito 1-9 Alice casou com TC-11-4- Antônio da Silva 1-10 Braga TC-11- Manoel Antônio de 217 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 4-2 Oliveira Pinheiro, um dos benfeitores da Matriz de Brotas, casou com Ana Querubina (Sinhara) da Fonseca, filha de Maria Cândida Ribeiro Pacheco e Antonio Pacheco da Fonseca da Fonseca Mello. Proprietária das fazendas Santana do Laranjal, Alto da Serra das Palmeiras e São Sebastião do Paraíso, bairro Pinheiros, município de Brotas – SP. Filhos: Ana Cândida casou c/ TC-11-4- Clodoaldo de 2-1 Camargo Sampaio, filho de 218 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Sebastião Floriano de Camargo Sampaio e Maria Miquilina Ribeiro de Sampaio, proprietários das fazendas Santana do Laranjal, Alto da Serra das Palmeiras e São Sebastião do paraíso, bairro Pinheiro, município de Brotas - SP. TC-11-4- Maria Aparecida, 2-2 falecida TC-11-4Maria Isabel, falecida 2-3 TC-11-4- Sebastião de Oliveira 3 Pinheiro, solteiro, falecido TC-11- José Oliveira 4-4 Pinheiro casou com Amélia da Silva Braga, 219 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. filha de João Braga, natural de Portugal Filhos: João da Silva TC-11-4- Pinheiro, 4-1 casou com Margarida, filha de Adão Camargo Sampaio Filhos: TC-11-4Maria Isabel, solteira 4-1-1 TC-11-4Luiz Clarete, solteiro 4-1-2 TC-11-4Diva 4-1-3 TC-11-4Domingos Sávio 4-1-4 TC-11-4Darci 4-1-5 TC-11-4Maria Amélia 4-1-6 TC-11-4- José da Silva Pinheiro 4-2 casou com Margarida 220 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Filhos: TC-11-44-2-1 TC-11-44-2-2 TC-11-44-2-3 TC-11-44-2-4 TC-11-44-2-5 TC-11-44-2-6 TC-11-44-2-7 TC-11-44-2-8 Maria Aparecida Raquel Ruth Antônio Daniel João Bosco Rita Adail Tadei, falecido Maria das Dores TC-11-4- casou com Sebastião 4-3 Pinheiro Florin, filho de Maria do Rosário Pinheiro TC-11-4- Antônio da Silva 4-4 Pinheiro casou c/ 221 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Albina, filha de Antônio Costa Florin, natural de Brotas Filhos: TC-11-44-4-1 TC-11-44-4-2 TC-11-44-4-3 TC-11-44-4-4 TC-11-44-4-5 TC-11-44-4-6 Terezinha de Jesus José Maria Inês Dorotéia Maria Otília Antônio Jerson Manoel da Silva TC-11-4- Pinheiro casou c/ 4-5 Santa, filha de Manoel da Silva Braga, natural de Brotas Filhos: 222 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA TC-11-44-5-1 TC-11-44-5-2 TC-11-44-5-3 TC-11-44-5-4 NASC. Terezinha de Jesus José Maria da Penha Moacir Francisco Silva TC-11-4- Pinheiro, casado com 4-6 Matilde, filha de Antônia Costa Florin natural de Brotas Filhos: TC-11-4Dirce 4-6-1 TC-11-4Dorací de Lourdes 4-6-2 TC-11-4Rita Dorotéa 4-6-3 TC-11-4José Haroldo 4-6-4 TC-11-4- Luiz Gonzaga Silva 223 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO 4-7 FAMÍLIA Pinheiro com Geralda, Joaquim Pinheiro Filhos: NASC. casou-se filha de Oliveira TC-11-4Geraldo Décio 4-7-1 TC-11-4- Ana de Jesus 4-8 casou com José da Silva Braga Júnior, natural de Brotas Filhos: TC-11-4Norival 4-8-1 TC-11-4Nadir 4-8-2 TC-11-4Nilva 4-8-3 TC-11-4- Lídia casou com João 4-9 da Silva Braga Filhos: TC-11-4Maria Marisa 4-9-1 224 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. TC-11-4Maria Amélia 4-9-2 TC-11-4Pedro, solteiro 4-10 Maria do Carmo TC-11-4- casou c/ Antonio S. 4-11 Sampaio Filhos: TC-11-4José Wilson 4-11-1 TC-11-4Ilze Maria 4-11-2 Joaquim de TC-11-4- Oliveira Pinheiro, 5 vereador da Câmara de Brotas em 1930 casou com Luiza, filha de Antônio Souza Lara, de Porto Feliz, e Eudóxia Lazara de Souza, de S. Carlos Pinhal Filhos: 225 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. TC-11-4- Maria Auxiliadora, 5-1 casou com Hortêncio da Silva Braga, natural de Brotas Filhos: TC-11-4- Maria Romilda, 5-1-1 falecida TC-11-4- Matilde casou com 5-1-2 Júlio de Castro Florin Filhos: TC-11-4Júlio 5-1-2-1 TC-11-4Sebastiana 5-1-3 TC-11-4- Ranulfo Pinheiro 5-1-4 Braga TC-11-4- Laércio Pinheiro 5-1-5 Braga TC-11-4José Pinheiro Braga 5-1-6 TC-11-4- Laura casou com 5-2 Otone Piva Filhos: 226 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA TC-11-45-2-1 TC-11-45-2-2 TC-11-45-2-3 TC-11-45-2-4 TC-11-45-2-5 TC-11-45-2-6 NASC. José Maria Marta Eunice Lígia Célia Deise Antônio de Souza TC-11-4- Pinheiro, 5-3 casou com Maria José, filha de Adão Camargo Sampaio Filhos: TC-11-4José 5-3-1 TC-11-4Antônio 5-3-2 TC-11-4- Maria de Lourdes 227 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 5-3-3 TC-11-4Maria Helena 5-3-4 João de Deus TC-11-4- Pinheiro, casou 5-4 com Ester Rita filha de Antônio de Oliveira Pinheiro Leontina casou com TC-11-4- Antônio da Silva 5-5 Braga Raul de Souza TC-11-4- Pinheiro, 5-6 solteiro Geralda, casou c/ TC-11-4- Luiz Gonzaga Silva 5-7 Pinheiro, filho de José de Oliveira Pinheiro e Amélia da Silva Braga João de Oliveira TC-11-4- Pinheiro, casou c/ 6 Alzira, filha 228 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. de Frutuoso da Silveira Almeida e Gertrudes Silveira Almeida, residente em Pirassununga Filhos: Sérgio Silveira TC-11-4- Pinheiro, 6-1 casou com Maria Isabel, filha de Francisco Xavier Ribeiro de Camargo Castro Filhos: TC-11-4Juraci 6-1-1 TC-11-4João Francisco 6-1-2 TC-11-4Vera 6-1-3 TC-11-4Armando 6-1-4 TC-11-4- Afonso 229 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA 6-1-5 TC-11-46-2 TC-11-46-3 TC-11-46-4 TC-11-46-4-1 TC-11-46-5 TC-11-46-6 TC-11-46-7 TC-11-46-8 TC-11-46-9 TC-11-46-10 TC-11-47 NASC. Clotilde Clodomira Sofia, casada com Ângelo Pereira Nunes Filhos: Vilma José Gaspar Antônio José Silveira Pinheiro Aquiles João Sálvio Eloá Teresinha Maria do Pinheiro, Rosário 230 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. casou com Clementino da Costa Florin, filho de José da Costa Florin e de Felicidade Fernandes Florin Filhos: Luiz Gonzaga, casou TC-11-4- com Tereza Florin, 7-1 filha de Antônio Costa Florin, natural de Brotas Filhos: TC-11-4Clementino 7-1-1 TC-11-4Felicidade 7-1-2 TC-11-4- Sebastião Pinheiro 7-2 Florin casou com Maria das Dores Filhos: 231 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Iná, casada com TC-11-4- Manoel Silva Braga 7-2-1 Júnior TC-11-4Geraldo 7-2-2 TC-11-4Maria 7-2-3 TC-11-4Lídia Clementina 7-2-4 Maria Guiomar TC-11-4- casou c/Leônidas 7-3 Silva Braga Clementino casou TC-11-4- com Maria Silveira 7-4 Florence, filha de Antônio S. Florence Filhos: TC-11-4Maria 7-4-1 TC-11-4- Ana das Dores 8 Pinheiro, casou com Francisco Uladislau de Figueiredo 232 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Filhos: TC-11-4- Antônio casado com 8-1 Minervina Filhos: TC-11-4José 8-1-1 TC-11-4Maria Aparecida 8-1-2 TC-11-4Plínio 8-1-3 TC-11-4Uladislau 8-2 TC-11-4Francisco 8-3 TC-11-4Sebastiana 8-4 TC-11-4Emilia 8-5 Maria Augusta de TC-11-4- Pinheiro, casou com 9 Pedro Silveira Almeida, filho de Frutuoso Silveira Almeida e Gertrudes 233 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. da Silveira Almeida. Filhos: TC-11-4Renato 9-1 TC-11-4- Regina, viúva de 9-2 Nicola Borelli Filhos: TC-11-4Maria Aparecida 9-2-1 TC-11-4José Élcio 9-2-2 TC-11-4Nicolete 9-2-3 TC-11-4- Maria Isabel, 9-3 casada com Antônio Silva Braga Sobrinho Filhos: TC-11-4Maria da Penha 9-3-1 TC-11-4Nilson 9-3-2 TC-11-4Nelson 9-3-3 234 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. TC-11-4Neusa 9-3-4 Estela, casada com TC-11-4- Guilherme Booler 9-4 Zoéga Filhos: TC-11-4Guilherme Júnior 9-4-1 TC-11-4Maria Stela 9-4-2 TC-11-4Maria Sílvia 9-4-3 TC-11-4Maria Helena 9-4-4 TC-11-4Guilherme 9-5 TC-11-4Célia 9-6 TC-11-4Hélio 9-7 TC-11-4Gilberto 9-8 RAFAELA CAROLINA TC-11-5 CAMARGO BARROS 235 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. afilhada de batismo de d. Maria Justina de Camargo, única irmã do Padre Diogo Antônio Feijó casouse c/ José Ribeiro de Camargo Barros. Em sua residência em Brotas, aos 13/05/1897 realizouse uma reunião de 32 pessoas gradas da cidade para a fundação do Grêmio Literário Recreativo Brotense, iniciativa do capitão Joaquim Ribeiro Santos e de Vicente José Neto. Faleceu em Jaú, com 55 anos de idade, sendo sepultada em Brotas. FILHOS: 236 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO TC-11-5- Joaquim de Camargo 1 Barros 12/12/1866 casou com Izabel de Morais Navarro, filha de Antônio Manuel de Morais Navarro e Maria Justina de Barros Filhos: TC-11-5- Cícero de Camargo 1-1 Barros, 24/01/1895 funcionário bancário casou com Diana Mendes filha de José Mendes e Sebastiana da Silveira TC-11-5- Antonino de Camargo 1-2 Barros, 08/06/1899 casou com Maria de Lourdes Maria das Dores TC-11-5- Camargo Barros, 2 solteira, 237
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Falecida em Brotas, com 70 anos de idade. TC-11-5- Ana Gabriela, casou 3 com Antônio Dias de Almeida em 14/04/1887, filho de José Dias de Almeida, de Piracicaba Filhos: TC-11-5- Antônio de Camargo 3-1 Almeida, 02/05/1891 casou com Ana Marques, filha de Joaquim Marques de Souza e Maria Luiza Porto Filhos: Maria de Lourdes, TC-11-5- solteira, diplomada 3-1-1 pela 07/01/1914 Escola Normal Padre Anchieta 238
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. TC-11-53-1-2 TC-11-53-2 CIDADE UF ÓBITO José Carlos, estudante 05/03/1921 Edgar Camargo Almeida, 23/12/1894 solteiro, cirurgião dentista TC-11-5- José de Anchieta 4 Camargo Barros casou em prim. núpcias c/ Amélia de Matos, e seg. vez c/ Ismênia Galvão, filha de José Saturnino Dias Galvão e Júlia Galvão. Filhos: do primeiro casamento Maria de Lourdes, TC-11-5- casou em primeiras 4-1 núpcias com José Bueno Fonseca e segunda vez com Antenor Ribeiro dos 239
    • CÓDIGO FAMÍLIA Santos Filhos: do casamento TC-11-54-1-1 TC-11-54-1-2 TC-11-54-1-3 TC-11-54-1-4 NASC. primeiro José Plínio Laura Iraides Filhos: do casamento segundo TC-11-5Otília 4-1-5 Filhos: do seg. casamento c/Ismênia Galvão Francisco de TC-11-5- Camargo Barros, 4-2 solteiro Regina casou com TC-11-5- João de Moura, filho 4-3 de 240 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Américo Vicente e Maria Piedade de Moura TC-11-5Francisca casou com 5 Joaquim Ribeiro, filho de Antônio Francisco e Maria Emília Ribeiro, naturais de São Carlos Filhos: TC-11-5- Maria da Conceição 5-1 casou com José Garcia Simões TC-11-5Olga casada com 5-2 João Goulart, engenheiro mecânico Filhos: TC-11-5Jurandir 5-2-1 TC-11-5Leontina, solteira 5-3 241 05/08/1877 Brota 22/07/1897 Brota 13/08/1925 01/03/1901
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Rafaela, casou TC-11-5- com Mário Batista, 5-4 filho de 03/07/1902 Alfredo Batista e Alexandrina Costa Filhos: TC-11-5Mário Wanderley, 5-4-1 03/07/1934 Geraldina, casou com TC-11-5- Alberto Marçal, 5-5 gerente 24/09/1904 da Cia. Texas, em Santos, filho de Eugênio Marçal e Rosa Neves Olavo, casou com TC-11-5- Isabel, filha de João 5-6 Batista 08/09/1906 Laureano e Pedrina B. Laureano TC-11-5João, solteiro 5-7 08/12/1908 TC-11-5Guaraciaba 5-8 19/02/1909 242
    • CÓDIGO FAMÍLIA TC-11-55-9 TC-11-55-10 TC-11-56 TC-11-57 NASC. Adelmo CIDADE UF ÓBITO 17/02/1912 José Anchieta Ribeiro, estudante 21/11/1918 Maria Madalena, solteira Sebastiana, casou com José Luiz Simões, filho de Amador Flávio Simões natural de Minas Gerais Filhos: Jandira, casou com TC-11-5- Silvio Silveira Melo, 7-1 filho 20/11/1898 do Dr. João Batista Silveira Melo, médico de Piracicaba Filhos: TC-11-5João Batista 7-1-1 16/09/1925 Brota 243
    • CÓDIGO FAMÍLIA TC-11-57-1-2 TC-11-57-1-3 TC-11-57-1-4 TC-11-57-1-5 TC-11-57-1-6 TC-11-57-2 TC-11-57-2-1 TC-11-57-2-2 TC-11-57-3 TC-11-57-4 NASC. Maria Amélia CIDADE UF ÓBITO 26/11/1926 Brota Sílvio 13/07/1928 Brota Josete 22/08/1933 Brota Jandira 12/02/1932 Brota Maria da Glória 15/08/1938 Piraci Amador de Camargo Simões, casou com Marina filha de Antônio e Carmen Estério Filhos: Luiz Wilson 01/07/1938 Vera Regina 30/10/1942 Rio Ja Cinira __/__/1900 Lucila casou com Elias Seidenberg __/__/1902 Nat. R 244
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Filhos: TC-11-5Luiz 7-4-1 Maria José, TC-11-5- professora 7-5 normalista, solteira TC-11-5José, solteiro 7-6 TC-11-5- Romeu, funcionário 7-7 da D N C TC-11-5- Zilda, professora 7-8 normalista, casou com Roberto Damas Salgado Filhos: TC-11-5Maria Lúcia 7-8-1 TC-11-5- Rafael, solteiro, 7-9 estudante TC-11-5- Sebastião, solteiro, 7-10 estudante TC-11-5- Jaime, solteiro, 7-11 estudante TC-11-6 JOAQUINA AUGUSTA 245 24/02/1938 __/__/1905 __/__/1910 __/__/1912 __/__/1915 06/11/1942 São P __/__/1917 __/__/1919 __/__/1923
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO RIBEIRO casada com Manoel José Vaz Pacheco filho de Francisco de Almeida Pacheco e Maria da Assunção Vaz Pacheco FILHOS: TC-11-6- Maria Augusta 1 Pacheco 12/06/1869 Capiv casada c/ Cândido José da Silveira, advogado provisionado, filho de Leopoldino Augusto da Silveira Vasconcelos e Maria Vitorina Silveira, neto paterno de Cândido José Silveira, que foi tabelião em Bragança Paulista, e Guilhermina de Vasconcelos. Cândido 246
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO José da Silveira (neto) foi um dos pioneiros das ligações telefônicas interurbanas no Brasil, construindo como concessionário, uma linha telefônica ligando as cidades de Amparo, Itapira, Mogi Mirim, Espírito Santo do Pinhal e São João da Boa Vista posteriormente vendida á Cia. Telefônica Brasileira, faleceu na cidade de São Paulo dia 25/04/1925, aos 60 anos de idade. Filhos: TC-11-6- Plínio Pacheco 1-1 Silveira, 24/08/1889 Ampa Professor normalista. 247
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Foi alto funcionário da Cia. Telefônica Brasileira em São Paulo, exercendo por anos o cargo de gerente da mesma Cia. 28/12/1909 com Julieta de Magalhães, professora normalista, filha de João Damasceno Magalhães, cirurgiãodentista, e Ana Barreto Magalhães, irmã de Dom Francisco de Campos Barreto, Bispo de Campinas. Filhos: TC-11-6- Lourdes de 1-1-1 Magalhães Silveira 20/09/1910 Ampa casou com Renato Vieira Armando, funcionário do Banco 248
    • CÓDIGO FAMÍLIA TC-11-61-1-1-1 TC-11-61-1-1-2 TC-11-61-1-2 TC-11-61-1-3 TC-11-61-1-4 NASC. do Estado de São Paulo, perito contador, filho de Renato Delduque Armando e Maria Julieta Vieira Armando Filhos: Marco Antônio da Silveira Armando Marco Paulo da Silveira Armando Mary Magalhães Silveira, professora normalista, solteira Ruth, professora normalista, solteira Cândido José Silveira Neto perito contador, funcionário do Instituto de café do Estado de São Paulo. 249 CIDADE UF ÓBITO 18/05/1937 São P 28/07/1938 São P 30/10/1912 Ampa 31/01/1914 Ampa 25/08/1916 Ampa
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. TC-11-6- Vanda de Magalhães 1-1-5 Silveira Profª normalista funcionária da Secretaria da Educação, casou-se em 09/10/1937 com, Armando Filinto da Silva funcionário do Banco do Brasil, filho de José Filinto da Silva e Maria Adelaide Marques Filinto da Silva TC-11-6- Mário de Magalhães 1-1-6 Silveira, estudante TC-11-6- Elza de Magalhães 1-1-7 Silveira, bacharel em Ciências e Letras TC-11-6- Décio Pacheco 1-2 Silveira Fez seus primeiros 250 CIDADE UF ÓBITO 07/10/1917 Santo 04/02/1919 Santo 14/06/1921 Santo 12/11/1891 Ampa
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. estudos em Campinas. Diplomouse Escola de Comércio Álvares Penteado em 1912. Em 1934 recebeu o grau de Bacharel em Ciências Econômicas pela Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo. Fez curso de Filosofia do Prof. Henrique Geenem. Foi gerente do Departamento do Paraná e Santa Catarina da Cia de Seguros de Vida Sul América, cargo que deixou em 1921 para gerir Departamento do Estado de São Paulo da Congênere "A S. Paulo", em que 251 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. permaneceu até 1925. Gerente do Banco Hipotecário Lar Brasileiro. Contador do Banco do Estado de São Paulo, sendo logo promovido a SubGerente e posteriormente a Gerente. Deixou o Banco do Estado em 1933, tendo, nesse mesmo ano, com outros elementos de destaque da sociedade e das finanças de São Paulo, fundado a Rádio Difusora de São Paulo. Não apenas um financista triunfador, que fez sua carreira de mensageiro da Cia. 252 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Telefônica Bragantina em 1910 a gerente do nosso maior estabelecimento bancário, vencendo mercê dos seus próprios esforços. E, também, musicista e crítico literário. Suas composições musicais, entre as quais destacaremos "Nossa Senhora do Amparo" "Saudades de minha terra", "Noite de Reis", “Folha Caída”, e "Mãe Preta" alcançaram sucesso. Criador do programa da Saudade. Lavrador e Industrial. Casou-se em Amparo com Aida Viana, professora 253 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO normalista, nascida em Monte Alegre (Município de Amparo) em 28/10/1893 filha de Felix Bento Viana Junior e Maria Marques Viana neta paterna de Felix Bento Viana, antigo Guarda-mor da Alfândega de Santos, que foi presidente da Câmara daquela cidade e de Maria Luiza Aubin Viana e neta materna de Antônio Pereira Marques, abastado lavador em Amparo e Benedita de Almeida Marques. Filhos: TC-11-6- Décio Geraldo Silveira 25/12/1923 São P 254
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 1-2-1 aluno do quarto ano ginasial em 1939. Aos doze anos, já tinha três composições musicais "Minha Primeira Inspiração” e “Saudades de Campo Limpo", valsas e a polka-maxixe ”É na Batata", para Banda de música. Renato Ubiratan TC-11-6- Tamandaré da 1-2-2 Silveira 05/03/1933 São P TC-11-6- Clovis Pacheco 1-3 Silveira 16/03/1897 Ampa perito contador pela Escola de Comércio Álvares Penteado, residente em São José do Rio Pardo, onde se casou em 255
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 1923 com Guiomar de Lima Silveira, filha de Antônio Caetano de Lima e Paulina Melo de Lima. Filhos: TC-11-6- Maria do Céu de Lima 1-3-1 Silveira 14/06/1924 TC-11-6Maria Lucia 1-3-2 02/02/1926 TC-11-6Rosa Maria 1-3-3 16/06/1929 TC-11-6Celina 1-3-4 24/06/1930 TC-11-6Antônio Cândido 1-3-5 28/07/1932 TC-11-6Paulina 1-3-6 27/11/1933 TC-11-6Adriano 1-3-7 31/07/1935 TC-11-6Clovis 1-3-8 02/07/1938 TC-11-6- Ciro Pacheco Silveira 1-4 Dr. 09/08/1899 256 SJR SJR SJR SJR SJR SJR São P SJR SJR
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Diplomou-se pela Escola Normal de São Paulo em 1920. Médico veterinário pela Escola de Medicina Veterinária de São Paulo em 1922. Foi músico de fina sensibilidade. TC-11-6- Cândida Pacheco 1-5 Silveira 29/08/1902 Ampa professora normalista casou-se em São Paulo com Messias de Melo Godói funcionário do 27/12/1898 Ampa Banco do Estado e bacharelando em direito, filho de Adão Avelino de Godói e Ana Elisa de Melo Godói, neto materno de Elias Juvenal de 257
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Melo e Josina de Melo Filhos: TC-11-61-5-1 TC-11-61-5-2 TC-11-61-5-3 TC-11-61-5-4 TC-11-62 Ciro Rubens 22/11/1926 São P Lincoln 09/02/1930 São P Nelson 29/11/1934 São P Luiz Roberto 07/01/1938 São P Francisco Pacheco casou-se primeira vez em Serra Negra com Maria Tereza Leite, filha de Felix Leite e Maria Sampaio Leite, falecida em Jaboticabal em 1902. Residiram muitos anos em S. Sebastião da Grama, onde foi lavrador. Casou-se pela segunda vez 258 15/05/1871 Capiv
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO com Corina Ribeiro, filhos: do primeiro Matrimônio: Augusto Pretestato Ribeiro e Stela Ribeiro. TC-11-6Silvia Pacheco 2-1 professora normalista casou-se em São Paulo com o jornalista Estanislau Rubens Amaral, viúvo de Matilde Alves de Arruda, filho de José Elias do Amaral e Ana Joaquina Pacheco do Amaral. Filhos: TC-11-6Luciano 2-1-1 TC-11-6Eurico 2-1-2 TC-11-6- Maria Tereza 259 10/04/1893 Serra 14/03/1890 São P 18/04/1924 São P 09/08/1925 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 2-1-3 TC-11-6Maria Silvia 2-1-4 06/05/1927 São P TC-11-6Alfeu Pacheco 2-2 06/09/1895 Serra engenheiro agrícola pela Escola Agrícola de Piracicaba casouse São Paulo c/ Horaide Etott Filhos: TC-11-6Maria Tereza 2-2-1 TC-11-6Celso 2-2-2 TC-11-6Vera 2-2-3 TC-11-6Célia Pacheco 2-3 16/05/1897 Ampa Professora normalista, casada com o Doutor Jacinto do Angerami, advogado em Rio 260
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Preto Filhos: TC-11-6Dagmar 2-3-1 TC-11-6Eduardo 2-3-2 TC-11-6Maria da Graça 2-3-3 Filhos: do segundo matrimônio TC-11-6- Djanira Ribeiro 2-4 Pacheco viúva do farmacêutico Moacir Torres Filhos: TC-11-6Moacir 2-4-1 TC-11-6- Cícero Ribeiro 2-5 Pacheco casado com Iolanda Spinardi TC-11-6- Cássio Ribeiro 2-6 Pacheco 261 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. casado com Ondina Ribeiro, filha do Doutor Valdemar Ribeiro e de Jovita Ribeiro, neta paterna de Augusto Pretestates Mendes Ribeiro e de Stela Ribeiro Filhos: TC-11-6... 2-6-1 TC-11-6- Fausto Ribeiro 2-7 Pacheco funcionário do Banco do Estado, solteiro TC-11-6José Ribeiro Pacheco 2-8 TC-11-6- Lourdes Ribeiro 2-9 Pacheco, solteira TC-11-6- Augusto Ribeiro 2-10 Pacheco, solteiro TC-11-6- Stela Ribeiro 2-11 Pacheco, solteira 262 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO TC-11-6Isaura Pacheco 3 15/05/1871 Capiv casou-se em Amparo em 26/05/1895 com seu parente Otaviano de Campos Melo falecido em São José do Rio Pardo Filhos: TC-11-6- Durval, falecido em 3-1 criança TC-11-6- Fausto Pacheco de 3-2 Melo SJR Funcionário do Sindicato dos Bancários, casado com Odila Schmidt, irmã do escritor Afonso Schmidt Filhos: TC-11-6Gustavo 3-2-1 04/12/1933 São P 263
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO TC-11-6- Otaviano Osvaldo, 3-3 falecido em criança TC-11-6Manuel Pacheco Filho 4 11/08/1879 Camp casado em São José do Rio Pardo 07/09/1901 com Maria Rodrigues, falecida em São Carlos do Pinhal. Foi coletor Estadual nesta cidade e em São José do Rio Pardo. Filhos: TC-11-6- Ofélia Pacheco, 4-1 solteira 02/02/1903 S J R TC-11-6Mercedes Pacheco 4-2 15/06/1905 S J R casada em São Paulo com Alberto Furlani, funcionário da Cia. Telefônica Brasileira Filhos: 264
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. TC-11-6Vera 4-2-1 TC-11-6Nilsa Pacheco 4-3 professora normalista, casou-se em São Paulo com Roberto da Rocha Mendes TC-11-6Hercí Pacheco 4-4 casada em São Paulo com Carlos dos Santos, industrial, filho de Adelino Cecílio dos Santos e Maria Vicentina dos Santos Filhos: TC-11-6Manuel Carlos 4-4-1 TC-11-6Airton, solteiro 4-5 TC-11-6- Gladys, solteira 265 CIDADE UF ÓBITO São P 28/06/1905 S J R 12/10/1912 S J R 29/07/1932 São P 11/01/1905 S J R 18/04/1918 S J R
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 4-6 TC-11-6Alzira Pacheco 5 22/06/1884 Serra casou com Norberto Ferraz de Matos faleceu no Rio de Janeiro Filhos: TC-11-6- Nair Pacheco de 5-1 Matos S. S. casada com Onofre Purita, farmacêutico Filhos: TC-11-6Regina 5-1-1 TC-11-6Marina 5-1-2 TC-11-6- Dirceu Pacheco de 5-2 Matos casou com Blandina Junqueira, filha de José Américo Junqueira Filhos: 266
    • CÓDIGO FAMÍLIA TC-11-65-2-1 TC-11-65-2-2 TC-11-65-2-3 TC-11-65-3 NASC. Paulo José Américo Marília Durval Pacheco Matos Doutor, promotor público em Apiaí, em 1939 TC-11-65-4 TC-11-65-5 TC-11-65-6 TC-11-65-7 João Pacheco Matos Valter Matos Pacheco de Iná Pacheco de Matos Elza Pacheco de Matos casada com Mário Castanheira, funcionário do Banco do Brasil no Rio de Janeiro, em 1939 267 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO TC-11-6Gustavo Pacheco 6 Falecido, solteiro, em São José do Rio Pardo TC-11-6Arthur Pacheco 7 10/08/1903 S J R jornalista, secretário da Folha da Noite, de São Paulo, casado com Maria Aparecida da Mota, filha de Júlio Mota dos Santos e Deolinda Mota, nascida em Campinas a 25/12/1913 Filhos: TC-11-6Arlete 7-1 10/03/1936 São P PAULA EMÍLIA TC-11-7 RIBEIRO casou-se com José Teixeira de Toledo TC-11-8 CLOTILDE EUGENIA 268
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO casou-se em 25 de janeiro de 1872 (Matriz Santa Cruz) com o Comendador Torlogo O’Connor Paes de Camargo Dauntre, s/ primo. MARIA MIQUELINA TC-11-9 RIBEIRO SAMPAIO .../.../1845 Residente da Fazenda Pinheiros, Espraiado, veio a falecer com 96 anos de idade, viúva de Sebastião Floriano de Camargo Sampaio com quem se casara em Campinas a 25/01/1872 (Matriz Santa Cruz), filho de Francisco de Paula Souza Camargo e sua primeira mulher 269
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Maria Fausta do Amaral Camargo FILHOS: TC-11-9- Adão de Camargo 1 Sampaio casou com Ernestina de Sousa Lara Filhos: TC-11-9Margarida 1-1 casou com João da Silva Pinheiro, filho de José de Oliveira Pinheiro TC-11-9Eudoxia 1-2 casou com Silvio Lopes de Camargo, filho de Wenceslau de Camargo Sampaio TC-11-9Maria José 1-3 casou com Antônio Souza Pinheiro, filho 270 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. de Joaquim Oliveira Pinheiro de TC-11-9Maria Helena 1-4 Luíza Clarinda casou TC-11-9- c/ José Santiago 1-5 Granja Filhos: TC-11-9José Ariovaldo 1-5-1 TC-11-9Emeri do Carmo 1-5-2 TC-11-9Norberto 1-5-3 TC-11-9- Nair casou com Celso 1-6 Guimarães Filhos: TC-11-9Edna Terezinha 1-6-1 TC-11-9Benedito Edio 1-6-2 TC-11-9- Antônio de Sousa 1-7 Sampaio casou com Maria do Carmo 271 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Pinheiro Sampaio Filhos: TC-11-91-7-1 TC-11-91-7-2 TC-11-91-8 TC-11-91-9 TC-11-91-10 TC-11-92 José Wilson Ilze Maria Benedita Sampaio Cacilda Sampaio Leonor Sampaio de Sousa Sousa Sousa Ismália casou com Antenor Ribeiro dos Santos, filho de Alfredo Justiniano Ribeiro TC-11-9- Wenceslau de 3 Camargo Sampaio casou com Antônia Lopes Ribeiro Filhos: TC-11-9- Benedita 272 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 3-1 casada Clementino Sobrinho Filhos: TC-11-93-1-1 TC-11-93-1-2 TC-11-93-1-3 TC-11-93-1-4 TC-11-93-1-5 TC-11-93-2 com Florin Terezinha Olga Diná José Maria Auxiliadora, falecida Silvio Lopes de Camargo casou com Eudoxia, filha de Adão Camargo Sampaio Filhos: TC-11-9Elisabeth 3-2-1 TC-11-9- Rita de Cássia 273 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 3-2-2 TC-11-9- Isaura casou com 3-3 Luiz Rodrigues Filhos: TC-11-9Antônio 3-3-1 TC-11-9Maria de Lourdes 3-4 casou com Pedro Rodrigues Filhos: TC-11-9Maria Catarina 3-4-1 TC-11-9Geraldo 3-5 TC-11-9Romeu 3-6 TC-11-9- Clodoaldo de 4 Camargo Sampaio casou com Ana Cândida, filha de Manuel Antônio de Oliveira Pinheiro Filhos: 274 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO TC-11-9- Manoel Pinheiro de 4-1 Camargo Sampaio casou c/ Sebastiana Florin Simões, filha de Aníbal Simões e neta do Cel. Amador Flavio Simões, um dos benfeitores da cidade de Brotas, SP, onde foi chefe político até seu passamento em 11/06/1896 Filhos: TC-11-9Maria da Penha 4-1-1 21/08/1939 Brota TC-11-9- Maria Auxiliadora de 4-2 Cássia TC-11-9Clotilde 4-3 TC-11-9Benedito 4-4 TC-11-9Antonio 4-5 TC-11-9- Sebastião 275
    • CÓDIGO FAMÍLIA 4-6 TC-11-94-7 TC-11-94-8 TC-11-94-9 TC-11-94-10 TC-1110 TC-1110-1 NASC. CIDADE UF ÓBITO Terezinha José Joaquim Maria Natividade QUERUBINA ROSA DE CAMARGO casou com Francisco de Paula Machado FILHOS: Olga, casou em 17/04/1900 com 22/07/1883 Camp José Estanislau Barbosa era filho do 28/04/1879 Camp Capitão José Rodrigues Barbosa, lavrador e 07/05/1838 Camp comerciante, e Antônia Xavier da Silva, e foi, durante 276
    • CÓDIGO TC-1110-1-1 TC-1110-1-2 TC-11- FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO longos anos, funcionário da Secretaria da Agricultura, tendo exercido os cargos de Chefe da 2ª secção contábil e de contador Chefe do Departamento de Botânica da mesma secretaria Filhos: Olantina, solteira, professora normalista, 12/01/1901 funcionária da Secretaria da Fazenda Murila 23/03/1902 casou com Agostinho de Morais Mendonça Filhos: Fernando 18/07/1933 277
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 10-1-2-1 TC-11Eurídice 10-1-3 casada com Martin Francisco Tamandaré de Toledo, filho do major Firmino Tamandaré de Toledo e Antônia Monteiro Carvalho e Silva Filhos: TC-11José Paulo 10-1-3-1 TC-11José Luiz 10-1-3-2 TC-11Gui 10-1-3-3 Zélia, solteira, TC-11- funcionária - Instituto 10-1-4 Biológico TC-11- Padre Paulo Machado 10-1-5 Barbosa sacerdote da Companhia de Jesus, 278 CIDADE UF ÓBITO 18/07/1903 01/05/1933 05/03/1935 15/01/1937 17/02/1905 20/07/1907
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO ordenado a 30/11/1939, celebrando sua primeira missa dia 10 de dezembro de 1939, na Capela do Colégio São Luiz, em São Paulo. TC-1110-1-6 Francisco de Assis 13/02/1910 solteiro, classificador de algodão da Bolsa de Mercadoria de São Paulo TC-1110-1-7 Rafael Leonardo 26/11/1912 Estudante, atualmente (1939) em Turim-Itália TC-1110-1-8 José Inácio 13/07/1913 funcionário do Instituto Biológico, casou-se com Maria 279
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO de Lourdes, filha de Jovita Lopes e Alice Pina Filhos: TC-11José Antônio 10-1-8-1 TC-11Maria de Lourdes 10-1-9 solteira, diplomada em piano pelo Instituto Musical de São Paulo TC-11Iaél Antônia 10-1-10 solteira, diplomada em piano pelo Instituto Musical de São Paulo TC-11- Miguel Geraldo, 10-1-11 solteiro, comerciário TC-11Maria Tereza 10-1-12 solteira, estudante na Escola de Comércio e 280 28/05/1938 1907/1915 09/07/1917 18/01/1919 03/06/1921
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Diplomada em piano no Instituto Musical de São Paulo TC-1110-2 TC-1111 TC-1111-1 Áurea 11/02/1887 Camp casou com João Rodrigues Barbosa, filho do Capitão José Rodrigues Barbosa ALFREDO JUSTINIANO RIBEIRO casou com Anna Rosa, filha de Eleutério dos Santos Camargo, natural de Cotia, filho de Manoel dos Santos Camargo FILHOS: Antenor Ribeiro dos Santos casou em 1as. núpcias com Esmália, filha de Sebastião Floriano de Camargo 281
    • CÓDIGO FAMÍLIA TC-1111-1-1 TC-1111-1-1-1 TC-1111-1-1-2 TC-1111-1-1-3 TC-11- NASC. Sampaio e Maria Miquelina Ribeiro, segundas núpcias com Maria de Lourdes, filha de José Anchieta de Camargo Barros. Filhos: do primeiro casamento José Ribeiro dos Santos casou com Cecília, filha de Antônio de Souza Lara e Francisca Pinheiro Carneiro Filhos: Sebastião Catarina Maria do Carmo Alfredo Ribeiro 282 dos CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO 11-1-2 TC-1111-1-3 TC-1111-1-4 TC-1111-1-5 TC-1111-1-6 TC-1111-1-7 TC-1111-1-8 TC-1111-1-9 TC-1111-2 FAMÍLIA NASC. Santos casou com Marta, filha de Francisco Braga, Jorge Ribeiro dos Santos Maria do Carmo Alberto Geralda Miguel Terezinha Otília Maria Gertrudes casou com Antônio de Oliveira Pinheiro, filho de Antônio José de Oliveira Pinheiro e 283 CIDADE UF ÓBITO Brota
    • CÓDIGO TC-1111-3 TC-1111-3-1 TC-1111-4 TC-1111-4-1 TC-1112 TC-1113 FAMÍLIA NASC. Ana Izabel Ribeiro Camargo Ana casou com Júlio Ferraz, residente na cidade de Amparo Filhos: Santo Altemira casou com João da Silva Braga, natural da cidade de Brotas Filhos: Maria José DIOGO ANTONIO RIBEIRO DE CASTRO solteiro, afilhado do Padre Diogo Antônio Feijó MIGUEL RIBEIRO DE CAMARGO GAMA casou com Malvina 284 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO TC-1113-1 TC-1113-1-1 FAMÍLIA NASC. Luzia de Andrade, filha de Raphael Carvalho Andrade e Francisca Emília dos Santos Camargo FILHOS Maria Ribeiro Camargo viúva de Antônio Flaquer, que foi comerciante em Campinas Filhos: Antônio Flaquer, casado com Alzira de Oliveira, natural de Pindamonhangaba Filhos: TC-11Raquel Beatriz 13-1-1-1 TC-11Mariana Eloísa 13-1-1-2 TC-11- Ronaldo Luciano 285 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 13-1-1-3 TC-11José Benedito Flaquer 13-1-2 farmacêutico químico do Instituto Agronômico do Estado, em Campinas TC-11- Haroldo Flaquer, 13-1-3 solteiro TC-11- Edgard Flaquer, 13-1-4 solteiro Término dos dados compilados do Livro DIOGO ANTONIO FEIJÓ – de Ricardo Gumbleton Daunt "1943" 286 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. RESUMO ORIGEM DA FAMÍLIA CAMARGO – SAMPAIO TC CACIQUE TIBIRIÇÁ BARTIRA - João Ramalho TC – 1 JOANA RAMALHO Jorge Ferreira N. FERREIRA Gonçalo Camacho ANA CAMARGO Domingos Luiz "O Carvoeiro" LEONOR DOMINGUES José Ortiz de TC – 2 TC – 3 TC – 4 287 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO TC – 5 TC – 6 TC- 7 TC – 8 TC – 9 TC - 10 FAMÍLIA NASC. Camargo FERNANDO DE CAMARGO Mariana do Prado FERNANDO DE CAMARGO ORTIZ Joana Lopes FERNANDO LOPES DE CARMARGO Maria Lima de Siqueira MARTA MARIA DE CAMARGO Inácio Soares de Barros – Capitão SENHORINA FRANCISCA DE CAMARGO Bento dos Santos Pereira – Capitão JOAQUIM JOSÉ DOS SANTOS Francisca Assis Nunes Camargo 288 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO TC – 11 FAMÍLIA NASC. MARIA GERTRUDES (Zinha) DOS SANTOS Querubim Uriel Ribeiro Camargo e Castro Nona filha, TC - 11- MARIA MIQUILINA 9 RIBEIRO SAMPAIO Sebastião Floriano de Camargo Sampaio 289 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. FAMÍLIA SAMPAIO S S - – Sampaio SEBASTIÃO FLORIANO DE CAMARGO SAMPAIO Filho de Francisco de Paula Souza Camargo e sua primeira mulher Maria Fausta 290 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO do Amaral Camargo (Gen. Paulistana, Silva Leme) advogado exercia suas funções em Campinas, também trabalhou nas cidades de Amparo, Atibaia, Bragança Paulista, Mogi Mirim e Capivari. Trabalhou com afinco pela libertação dos escravos. casou-se em Campinas, em 25/01/1872, com MARIA MIQUELINA TC-11-9 RIBEIRO SAMPAIO .../.../1845 Residente na fazenda Pinheiros, no Bairro Espraiado, município de Brotas, SP, onde faleceu com noventa 291
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1 TC-11-91 S-2 TC-11-93 S-3 TC-11-92 S-4 TC-11-9- NASC. e seis anos de idade. Filha de Querubim Uriel Ribeiro de Camargo e Castro e Maria Gertrudes (Zinha) dos Santos. FILHOS: Adão de Camargo Sampaio casou-se com, Ernestina de Souza Lara Wenceslau de Camargo Sampaio casouse com, Antônia Lopes Ribeiro Esmália de Camargo Sampaio casou-se com, Antenor Ribeiro dos Santos Clodoaldo de Camargo Sampaio nasceu em Campinas 292 CIDADE UF ÓBITO 28/09/1883 Ampa 15/02/1887 São C 28/09/1883 Ampa .../.../... Camp 05/06/1884 Camp
    • CÓDIGO 4 FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO e faleceu em Jundiaí, casou-se com Ana Cândida Pinheiro Sampaio, 14/08/1891 Brota nasceu em Brotas e faleceu em São Paulo FAMILIA SOUZA LARA SAMPAIO – ADÃO DE CAMARGO S-1 SAMPAIO 28/09/1883 Ampa Segundo Grau – Professor TC-11-9- Fazendeiro – 1 Agricultor – Barbeiro casou-se em Brotas, em ......./..../........, com ERNESTINA DE SOUZA LARA SAMPAIO 15/02/1887 São C 293
    • CÓDIGO S-1-1 FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Primário - Fazendeira - Do Lar filha de ANTONIO DE SOUZA LARA, nasceu em Piracicaba, mestre de obras, residia em São Carlos, São Paulo, quando foi convidado, por políticos influentes de Brotas, para construir o prédio do "Grêmio Literário Brotense". Terminado a obra comprou a Fazenda Bela Vista, mudandose p/ Brotas, e EUDOXIA L. RIBEIRO DE SOUZA LARA .../.../... Rio Ja FILHOS: Maria Margarida Sampaio 14/08/1904 Brota 294
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO S-1-11 Eudoxia Souza Sampaio Maria José de Souza Sampaio Luiza Clarinda de Souza Sampaio Nair de Souza Sampaio Antonio Souza Sampaio Ricardo de Souza Sampaio José de Souza Sampaio Benedita de Souza Sampaio Cacilda de Souza Sampaio Leonor de Souza Sampaio S-1-1 SAMPAIO – PINHEIRO Maria Margarida 14/08/1904 Brota S-1-2 S-1-3 S-1-4 S-1-5 S-1-6 S-1-7 S-1-8 S-1-9 S-1-10 295 28/07/1906 Brota 08/10/1911 Brota 25/08/1912 Brota 10/02/1914 Brota 28/10/1915 Brota 26/09/1918 Brota .../.../1921 Brota 07/12/1922 Brota 04/09/1925 Brota .../.../... Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA TC-11-91-1 P-1-1 S-1-1-1 S-1-1-2 S-1-1-3 S-1-1-4 S-1-1-5 S-1-1-6 NASC. Sampaio Pinheiro Primeiro Grau - Do Lar casou-se em Brotas, em 15/05/1921, com João da Silva Pinheiro Primeiro Grau – Agricultor – filho de José de Oliveira Pinheiro e Amélia da Silva Braga FILHOS: Maria Izabel Pinheiro sepultada em Brotas Luiz Clarete Pinheiro Diva Celeste Pinheiro Domingos Sávio Pinheiro Paulo Darci Pinheiro Amélia de Cássia Pinheiro 296 CIDADE UF ÓBITO 11/09/1900 Brota .../.../... ... 08/01/1883 Brota 20/07/1922 Brota 11/03/1924 Brota 28/05/1928 Brota 29/11/1930 Brota 29/11/1933 Brota 10/03/1936 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Ernestina Dinair S-1-1-7 Pinheiro Antonio Devair S-1-1-8 Pinheiro PINHEIRO – SCHMIDT Maria Izabel Pinheiro S-1-1-1 Schmidt Primeiro Grau - Do Lar – Sepultada em Brotas Costureira Feirante de confecção de roupas casou-se em Brotas, em 17/01/1946, com Styepan Schmidt faleceu em Brotas, SP. Primeiro Grau mecânico de maq. Agrícolas Auxiliar de AlmoxarifadoImpressor tipógrafo. Styepan emigrou 297 CIDADE UF ÓBITO 06/06/1940 Brota 18/03/1944 Brota 20/07/1922 Brota 11/07/1920 Viena
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. para o Brasil, chegou com seus pais no porto de Santos em 10/10/1927. Faleceu em Jaú e foi enterrado em Brotas. filho de Martim Schmidt, falecido em Duartina SP, filho de Adrija Schmidt e Eva Salai. e Anna Sarchvic Schmidt, falecidoCampinas, filha de Roque Sarchvic e Paulija Feic FILHOS: S-1-1-1- Ana Margarida 1 Schmidt S-1-1-1- Antonio Mauro 2 Schmidt – Solteiro Segundo Grau cursou dois anos de 298 CIDADE UF ÓBITO 08/09/1881 Daly 01/09/1889 Novy 30/10/1947 Brota 27/11/1950 Tupã
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Química Industrial Colégio São Judas Tadeu em São Paulo, fez cursos de especialização em vendas no SENAC em São José dos Campos. Foi arquivista, auxiliar de faturam. Kardexista, auxiliar de manipulação (correio), escritório próprio AMS representações em São Paulo na área de compra e vendas (1971/1992), vendedor produtos alimentícios desde 1993. S-1-1-1João Martin Schmidt 3 S-1-1-1- Ari Milton Schmidt 299 08/11/1952 Brota 26/08/1959 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 4 PINHEIRO – SANCHES S-1-1-1- Ana Margarida 1 Schmidt Sanches 30/10/1947 Brota Segundo Grau Técnico em Contabilidade Profissões exercidas: Vendedora Interna, Compradora, Assistente de Vendas, Assistente de Diretor Comercial e escritório próprio MS Representações (1971/1991) Relações Públicas (vendas) (1992/1996) e trabalho voluntario na alfabetização de adultos. União Estável desde 300
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 19/06/1984, com Milton de Souza Sanches 10/02/1945 São P Curso Superior Engenheiro formado pela ITA, em São Jose dos Campos – Tte. Coronel desquitado em São Paulo em 01/10/1976. Cursos:1962/63Mecânico de voo de Aeronaves na Escola de Especialistas da Aeronáutica em Guaratinguetá - SP, 1970/71. Oficial Especialista de Aeronaves na Escola de Oficiais Especialistas e da Infantaria de Guarda de Curitiba, PR., 301
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 1974/78. Engenheiro de Infraestrutura Aeronáutica, no Instituto Tecnológico da Aeronáutica em São José dos Campos, SP, 1984. Extensão em Engenharia de Armamento Aéreo no Instituto tecnológico da aeronáutica São José dos Campos. Cargos Exercidos:1959/60 - Office Boy da São Paulo Light, em São Paulo SP. 1964/70. Mecânico de voo da Força Aérea Brasileira, em Salvador BA, 1972/73. Engenheiro de Manutenção de Base em Salvador – 302 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. BA. 1985/90. Pesquisador do Centro técnico Espacial de São José dos Campos, SP, 1990. Pesquisador independente em São José dos Campos do (Projeto e desenvolvimento do primeiro Turbo - Jato brasileiro, ver: www.turbina.com.br). Graduações e Postos Militares: 21/12/1963 Terceiro Sargento 20/05/1967 Segundo Sargento 17/12/1971 Aspirante a Oficial 20/07/1972 Segundo Tenente 30/04/1975 303 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Primeiro Tenente 08/05/1980 – Capitão 02/05/1985 – Major 08/05/1987 Tenente Coronel 12/06/1990 Passagem para a Reserva. Filho de, Leslie de Souza Sanches - falec. em São Paulo e Zenilda Lopes Souza Sanches – falec.S.Paulo Filhos: S-1-1-1- Fernando Schmidt de 1-1 Souza Sanches Estudante - Cursando o Segundo Grau Enteados: S-1-1-1- Ricardo Sobrinho de 1-2 Souza Sanches 304 CIDADE UF ÓBITO 20/06/1911 São C 31/01/1922 Rio Ja 05/11/1986 São P 17/07/1967 Salva
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. S-1-1-11-3 S-1-1-11-4 CIDADE UF ÓBITO Milton Leslie Sobrinho de Souza Sanches 30/10/1969 Salva Artur Sobrinho de Souza Sanches 22/07/1972 São P Alexandre da S-1-1-1- Conceição Souza 1-5 Sanches 24/04/1983 Salva GUELLA – SCHMIDT S-1-1-1João Martim Schmidt 3 08/11/1952 Brota Técnico - Desenhista Projetista Encarregado de Ferramentaria casou-se em Brotas, em 25/07/1981, e divorciou-se em 05/03/1991, de Maria Jose Guella Schmidt 07/11/1958 Brota Segundo Grau Proprietária de Casa Lotérica filha de Octávio 25/08/1919 Analâ 305
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Guella, falec. aciden.automob. em Bonfim Paulista foi sepultado em Brotas e Lydia Conceição Rossi Guella – falec. insuf. 04/03/1925 Itaqu card. Sta. Casa S.Carlos, sepultada em Brotas Filhos: S-1-1-1Saulo Guella Schmidt 3-1 30/04/1983 Brota Terceiro Grau - Cursa Ciências em Computação Aeroviário Trabalha na TAM S-1-1-1- Suzana Guella 3-2 Schmidt 28/04/1986 Brota Colegial - cursa o terceiro ano em Jaú FIGUEIREDO – 306
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO SCHMIDT S-1-1-1João Martim Schmidt 3 em segundas núpcias casou-se na cidade de Brotas em 15/05/2000, com Rosemaura Figueiredo Schmidt (casou-se em 27/05/1980 e divorciou-se em 22/08/1999, de Jairo Gabus Figueiredo Mello) Curso Superior Incompleto - Ciências Exatas Professora e Supervisora de Vendas, filha de Amaury Figueiredo – falec.fal. múltipla dos or307 08/11/1952 Brota 02/07/1956 São P 21/08/1950 São P 20/09/1919 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. gãos -foi sepultado Cem. Saudades Campinas e Rosária Iatulli Figueiredo – falec.insuf. card., Hosp. S.Luiz -sepul. Cem.SaudadesCampinas Enteados: S-1-1-1- Flávia Lúcia de 3-3 Figueiredo Mello Segundo Grau– ContabilidadeAssist.Diretoria e Analista de Marketing - Horizon – Brotas S-1-1-1- Durval de Figueiredo 3-4 Mello Segundo Grau Oper. TelemarketingS.Paulo S-1-1-1- Giuliana de 3-5 Figueiredo Mello 308 CIDADE UF ÓBITO 27/04/1920 São P 02/05/1979 São P 09/01/1981 São P 15/05/1990 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Cursa a 7ª Série do Colegial, em Brotas CUANO – SCHMIDT S-1-1-1Ari Milton Schmidt 4 26/08/1959 São P Terceiro Grau Administração de Empresas Empresário e Bancário, casou-se em São Paulo, em 30/05/1992, com Aparecida Nagako Cuano Schmidt 28/10/1961 São P Terceiro Grau Administração de Empresas Balconista, Auxiliar de Sorveteria, Auxiliar de Escritório, Vendedora, Professora Particular, Empresária e Bancária. 309
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO filha de Massaque Cuano 22/02/1932 Birigu filho de Ioshiaqui Cuano e Hinaco Cuano ele filho de Cumequiti Cuano e Quino Cuano, ela filha de Isubaque e Tora Isubaque, e dona Helena Florência Cuano, faleceu em 29/09/1941 Olind Cascavel - PR, filha de Severino Florêncio da Silva, e de Severina Bezerra da Silva PINHEIRO – PINHEIRO C-1-1-2 Luiz Clarete Pinheiro 11/03/1924 Brota Protético - Cirurgião Dentista Formou-se na UFRJ – 310
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Universidade Federal do Rio de Janeiro, casou-se em Brotas, em 11/02/1956, com Maria da Penha Pinheiro 28/11/1936 Brota Primeiro Grau - Do Lar filha de Manoel da Silva Pinheiro 15/09/1915 Brota e Maria Braga Pinheiro 10/10/1920 Brota FILHOS: S-1-1-21 S-1-1-22 S-1-1-23 Vitor Cláudio Pinheiro Vera Lucia Pinheiro 07/06/1957 São P 28/10/1959 São P Valeria Regina Pinheiro 26/03/1968 São P RABASSI – PINHEIRO S-1-1-2Vitor Cláudio Pinheiro 1 07/06/1957 São P Curso Ginasial Bancário – Banespa 311
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. casou-se em São Paulo, em 16/01/1988, com Nanci Rabassi Pinheiro – Normalista Professora Estadual – Aposentada filha de José Rabassi e Maria Gonçalves Fernandes Filhos: S-1-1-2- Camila Rabassi 1-1 Pinheiro – Estudante PINHEIRO – BERENGUER S-1-1-2- Vera Lucia Pinheiro 2 Berenguer Magistério – Professora casou-se em São Paulo, em 28/10/1984, com Paulo Francisco Berenguer 312 CIDADE UF ÓBITO 24/11/1950 Echap 10/09/1930 São P 04/07/1935 São P 11/10/1988 São P 28/10/1959 São P 12/01/1958 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-1-22-1 S-1-1-22-2 S-1-1-22-3 S-1-1-23 NASC. Curso Ginasial Comerciante filho de Paulo Berenguer e Aparecida Berenguer Filhos: Andréia Pinheiro Berenguer – Estudante Renata Pinheiro Berenguer Estudante Marisa Pinheiro Berenguer Estudante PINHEIRO – RISSARDI Valeria Regina Pinheiro Rissardi Curso Magistério – Professora casou-se em Brotas, em 16/05/1998, com 313 CIDADE UF ÓBITO 04/10/1930 São P 10/11/1940 São P 10/06/1986 São P 17/10/1987 São P 05/05/1989 São P 26/03/1968 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Carlos Roberto Rissardi Curso Primário – Comerciante filho de Roberto Rissardi e Regina Rissardi Filhos: S-1-1-2- Carolina Pinheiro 3-1 Rissardi PINHEIRO – PINHEIRO S-1-1-3 Diva Celeste Pinheiro Curso Ginasial – Gerente da Caixa Econômica Federal Aposentada casou-se em Mineiros Tietê, 27/09/1947 com Sebastião Alves Pinheiro Filho Curso Primário – Comerciante 314 CIDADE UF ÓBITO 18/01/1965 Brota 30/04/1940 Brota 10/03/1945 Brota 05/07/1999 Brota 28/05/1928 Brota 20/03/1917 Jaú
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. filho de Sebastião Alves Pinheiro e Vitalina Rosa de Oliveira FILHOS: S-1-1-3- Rosa Wanderli 1 Pinheiro PINHEIRO – PINTAUDI Diva Celeste Pinheiro S-1-1-3 Pintaudi Em segundas núpcias, casou-se em São Paulo, em 31/12/1963, com Ricardo Pintaudi Curso Ginasial -Oficial da Justiça de São Paulo filho de Francisco Pintaudi e América Vicença Minervino FILHOS: 315 CIDADE UF ÓBITO 10/03/1885 ... 15/02/1893 ... 16/08/1948 Brota 28/05/1928 Brota 16/04/1926 São P 26/05/1884 Messi 20/07/1900 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. S-1-1-3- Vânia Cristina 2 Pintaudi PINHEIRO – SILVEIRA S-1-1-3- Rosa Wanderli 1 Pinheiro Curso Superior Psicóloga Economista casou-se em São Paulo, em 20/04/1974, com Procópio Batista Silveira Filho Curso SuperiorAdvogadoCiências Econôm. filho de Procópio Batista Silveira e Marieta Batista da Silveira Filhos: S-2-1-3- Marcelo Batista 1-1 Silveira 316 CIDADE UF ÓBITO 12/11/1964 São P 16/08/1948 Brota 07/05/1947 Cap. 02/06/1904 Cap. 04/07/1906 Cap. 23/08/1975 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. S-2-1-3- Procópio B. da 1-2 Silveira Neto Curso Superior Analista de Computação S-1-1-3- Procópio Batista da 1-2 Silveira Neto Curso Superior Faculdade de Direito PINTAUDI – AMORIM S-1-1-3- Vânia Cristina 2 Pintaudi Amorim Curso Mestrado – Odontologia Cirurgiã Dentista Professora de Odontologia casou-se em São Paulo, em 25/05/1991, com Edson de Jesus Paes Amorim Pós Graduação Administração 317 CIDADE UF ÓBITO 29/07/1978 Cap. 29/07/1978 São P 12/11/1964 São P 20/01/1963 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Elétrica Engenheiro Elétrico filho de Zairo Pereira Amorim e Antonia Paes Amorim Filhos: S-1-1-3- Karina Pintaudi 2-1 Amorim S-1-1-3- João Ricardo Pintaudi 2-2 Amorim MARQUES – PINHEIRO Domingos Sávio S-1-1-4 Pinheiro Curso Ginasial Técnico em Laticínio casou-se em São Paulo, em 29/06/1964, com Abigail Marques Pinheiro Curso Primário - Do Lar 318 CIDADE UF ÓBITO 03/12/1930 Saúde 27/09/1932 Piraju 08/12/1995 São P 25/06/1997 São P 29/11/1930 Brota 14/11/1927 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. filha de Manoel Marques, nasceu em Portugal e Nair Marques, nasceu em Portugal FILHOS: S-1-1-4- Edna Marques 1 Pinheiro Primeiro Grau - Do Lar BRITO – PINHEIRO Domingos Sávio S-1-1-4 Pinheiro Em segundas núpcias, casou-se em São Paulo, em 01/09/2001, com Ana Maria Brito Pinheiro Curso Primário - Do Lar filha de Isaias Pereira de Brito e Maria Pereira de 319 CIDADE UF ÓBITO 11/12/1910 ... 16/04/1920 ... 22/02/1966 São P 29/11/1930 Brota 07/11/1979 Mirad 20/04/1948 Mirad 05/11/1943 Mirad
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Brito PRUST – PINHEIRO S-1-1-5 Paulo Darci Pinheiro Bacharel em Ciências Econômicas, pela Faculdade de São Paulo. Aposentado pela Caixa Econômica Federal - 1960/1986. casou-se em São Paulo, em 19/12/1963, na Igreja Nossa Senhora da Paz, com Irma Prust Pinheiro Curso Superior – Aposentada filha de Heinch Prust nasceu na Alemanha e Teresa Krvese Prust nasceu na Alemanha FILHOS: 320 CIDADE UF ÓBITO 29/11/1933 Brota 26/03/1933 Ibiram 16/10/1901 ... 18/05/1902 ...
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-1-51 S-1-1-52 S-1-1-53 NASC. CIDADE UF ÓBITO Paulo Darcy Pinheiro Junior 02/06/1963 São P Heidi Sueli Pinheiro 20/12/1964 São P Jane Priscila Pinheiro Estudante Universitária 03/08/1968 São P – S-1-1-5Tânia Rosely Pinheiro 4 Engenheira Química, formada pela Faculdade Federal de Santa Catarina PINHEIRO S-1-1-5Heidi Sueli Pinheiro 2 Curso Ginasial Funcionária Pública Filhos: S-1-1-5- Kelly Cristina Pinheiro 2-1 Estudante PINHEIRO – ALMEIDA S-1-1-6 Amélia de Cássia 321 14/06/1970 São P 20/12/1964 São P 03/08/1987 Blum 10/03/1937 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-1-61 S-1-1-62 S-1-1-63 S-1-1-64 S-1-1-6- NASC. Pinheiro Almeida Curso Primário - Do Lar casou-se em Brotas, em 10/06/1957, com Sálvio de Almeida Bancário Aposentado do Banespa filho de Arlindo de Almeida Maria Alécia Figueiredo Almeida FILHOS: Rogério Arlindo de Almeida Sílvia Terezinha Almeida Sálvio de Almeida Junior Paulo Sérgio de Almeida KOEPSEL – ALMEIDA Rogério Arlindo de 322 CIDADE UF ÓBITO 30/05/1929 Brota .../.../... ... .../.../... ... 09/03/1957 São P 03/07/1958 São P 05/10/1960 Jales 25/01/1963 Jales 09/03/1957 São P
    • CÓDIGO 1 FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Almeida - Solteiro Terceiro Grau – Economia - Bancário Filhos: S-1-1-6Taís Regina Koepsel 1-1 02/06/1990 Ibiram filha de Marlene Koepsel - 2º GrauCostureira ALMEIDA – PRADO S-1-1-6- Sílvia Terezinha 2 Almeida Prado 03/07/1958 São P Terceiro Grau Advogada - Juíza do Trabalho casou-se em..., em .../.../..., com Juarez Camargo Almeida Prado .../.../... ... filho de Sebastião Barroso Almeida Prado .../.../... ... e Jovita Camargo Almeida Prado .../.../... Jaú 323
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Filhos: S-1-1-6- Juarez Camargo 2-1 Almeida Prado Terceiro Grau – Advogado S-1-1-6- Julio Almeida Prado 2-2 Oliveira – Estudante RABELO – ALMEIDA S-1-1-6- Sálvio de Almeida 3 Junior Grau Superior Incompleto – Bancário casou-se em São Paulo em 29/09/1988, com Patrícia Gomes Rabelo de Almeida Segundo Grau – Empresária filha de Plínio Gustavo Rabelo e Cleuza Gomes Rabelo 324 CIDADE UF ÓBITO 19/06/1979 Rib. P 14/05/1990 ... 05/10/1960 São P 30/04/1970 São P 16/10/... Curiti 13/06/... Bar. B
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-1-63-1 S-1-1-63-2 S-1-1-63-3 S-1-1-63-4 S-1-1-64 NASC. Filhos: Alexandre Gomes Rabelo Almeida Juliana Gomes Rabelo de Almeida César Gomes Rabelo de Almeida Fábio Gomes Rabelo de Almeida MÁTIS – ALMEIDA Paulo Sérgio de Almeida Terceiro Grau Incompleto – Comerciante casou-se em São Paulo, em 06/05/1989, com Erica Matis Terceiro Grau Incompleto – Bancária filha de Irosh Mátis e Itomi... 325 CIDADE UF ÓBITO 11/03/1989 São P 19/05/1991 São P 06/12/1993 São P 27/11/1996 Santo 25/01/1963 Jales 01/11/____ ... 01/09/1938 São P 01/09/1942 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Filhos: Fernando Mátis S-1-1-6- Almeida 4-1 Estudante PINHEIRO – CARRILIO Ernestina Dinair S-1-1-7 Pinheiro Carrilio Curso Primário - Do Lar casou-se em São Paulo, em 14/11/1963, com Dionísio Carrilio, e separou-se. Curso Primário – Lavrador filho de José Carrilio e Maria José Carrilio FILHOS: S-1-1-7Rosana Maria Carrilio 1 S-1-1-7- Marcos Rodrigo 2 Pinheiro Carrilio 326 CIDADE UF ÓBITO 03/08/1993 São P 06/06/1940 Brota 15/11/1941 Brota 05/04/1930 Brota 10/06/1936 Brota 15/09/1964 Brota 08/06/1969 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-1-71 S-1-1-71-1 S-1-1-71-2 S-1-1-71-3 NASC. CARRILIO – SMANIOTO Rosana Maria Carrilio Smanioto Normalista – Professora casou-se Brotas, em 22/10/1985, com Aranulto José Smanioto Primeiro Grau – Lavrador filho de José Honório Smanioto e Luzia Smanioto Filhos: Aranulto José Smanioto Junior Estudante José Honório Smanioto Neto Estudante Giovana Alessandra Smanioto 327 CIDADE UF ÓBITO 15/09/1964 Brota 30/10/1960 Itirap 30/04/1940 Brota 20/06/1944 Brota 13/09/1986 Brota 17/03/1990 Brota 17/11/1992 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-1-72 S-1-1-72-1 S-1-1-72-2 S-1-1-72-3 S-1-1-7- NASC. Estudante ROSA – CARRILIO Marcos Rodrigo Pinheiro Carrilio Curso Primário Comerciário casado com Fátima de Souza Rosa Carrilio Curso Primário - Do Lar filha de José Souza Rosa e Ana Souza Rosa Filhos: Ana Paula Carrilio Estudante Thaila Thamires Carrilio Estudante Thales Rodrigo Carrilio Estudante Marcos Rodrigo 328 CIDADE UF ÓBITO 08/06/1969 Brota 27/12/1973 Itapo 15/06/1930 Brota 20/04/1938 Brota 27/07/1993 Brota 22/08/1994 Brota 08/05/1996 Brota 22/10/2000 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Pinheiro Carrilio Junior PINHEIRO – AGOSTINHO Ernestina Dinair S-1-1-7 Pinheiro União Estável, com Eros Agostinho Curso Primário – Comerciante filho de Eros José Agostinho e Vera Maria Agostinho FILHOS: Claudia Aparecida S-1-1-7- Agostinho – 3 Estudante RAGASSI – PINHEIRO Antonio Devair S-1-1-8 Pinheiro Grau Universitário – Economista casou-se em Brotas, CIDADE UF ÓBITO 2-4 329 06/06/1940 Brota 09/01/1940 São P 22/09/1927 São P 14/08/1929 São P 15/04/1977 Embu 18/03/1944 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. em 20/05/1974, com Maria Helena Ragassi Primeiro Grau - Do Lar filha de Pedro Ragassi e Rita Ragassi FILHOS: S-1-1-8- Douglas Renato 1 Pinheiro – Solteiro Grau Universitário – Economista S-1-1-8Débora Rita Pinheiro 2 S-1-1-8- David Rafael Pinheiro 3 – Solteiro Grau Superior – Publicitário PINHEIRO – CALANDRINI S-1-1-8- Débora Rita Pinheiro 2 Calandrini Segundo Grau – Técnico em 330 CIDADE UF ÓBITO 01/04/1945 Brota 15/10/1925 Arara 16/11/1932 Brota 24/01/1975 Brota 13/05/1976 Brota 26/11/1980 Brota 13/05/1976 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Contabilidade casou-se em Brotas, em 26/01/2001, com Silvio Calandrini Junior Grau Superior – Advogado filho de Silvio Calandrini e Cleide Rui Calandrini Filhos: Victoria Calandrini CIDADE UF ÓBITO 12/06/1971 Jaú 05/02/1940 Jaú 10/04/1943 Torrin 20/06/2002 Limei SAMPAIO – CAMARGO Eudoxia Souza S-1-2 Sampaio Camargo 28/06/1906 Brota TC-11-9- Estudo Primário - Do 1-2 Lar casou-se em Brotas, em .../.../..., com Silvio Lopes Camargo 16/07/1909 Brota 331
    • CÓDIGO S-1-2-1 S-1-2-2 S-1-2-3 S-1-2-1 FAMÍLIA NASC. Estudos Primário – Agricultor filho de Wenceslau Camargo SampaioC-2 e Antonia Lopes Ribeiro FILHOS: Elizabeth Sampaio Rita de Cássia Sampaio José Lopes Camargo SAMPAIO - DI SEVO Elizabeth Sampaio Di Sevo Estudo Primário Funcionário Público Estadual casou-se em Brotas, em 08/04/1961, com Giovani Di Sevo Grau Primário Ferroviário 332 CIDADE UF ÓBITO 28/09/1883 Brota .../.../... ... 29/07/1936 Brota 09/11/1938 Brota 29/08/1943 Brota 29/07/1936 Brota 25/07/1938 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO aposentado filho de Domenico Di Sevo .../.../1908 ... e Rosa Ambruzo Di Sevo .../.../1911 ... FILHOS: S-1-2-1Silvio Ângelo Di Sevo 1 S-1-2-1Rosa Emilia Di Sevo 2 ZAVANELLA DI SEVO S-1-2-1Silvio Ângelo Di Sevo 1 Grau Colegial – Comerciário casou-se em São Paulo, em 19/03/....., com Maria Ângela Zavanella Di Sevo Grau/Estudos – Colegial filha de Antonio 333 12/01/1963 Camp 23/01/1966 Camp 12/01/1963 Camp 12/08/1965 São P .../.../... São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-2-11-1 S-1-2-11-2 S-1-2-12 S-1-2-1- NASC. CIDADE UF ÓBITO Zavanella e Edna Zavanella .../.../... São P Filhos: Bruna Zavanella Di Sevo 24/08/... São P Bianca Zavanella Di Sevo 19/08/... São P DI SEVO – NESSO Rosa Emilia Di Sevo Nesso 23/01/1966 Camp Professora Educação Física casou-se em Campinas, em 17/07/1987, com Ariovaldo Casimiro Nesso 23/01/1957 Camp Grau Universitário – Sanitarista filho de Ângelo Nesso .../.../... ... e Beatriz Casimiro Nesso .../.../... ... Filhos: Ângela Di Sevo Nesso 29/07/1989 Camp 334
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 2-1 S-1-2-2 S-1-2-21 S-1-2-22 S-1-2-23 SAMPAIO – TEIXEIRA Rita de Cássia Sampaio Teixeira Segundo Grau - Do Lar casou-se em Campinas, em 19/05/1973, com Odracir Teixeira Segundo Grau Ferroviário aposentado filho de Geroncio Teixeira Filho e Paula Cardoso Teixeira FILHOS: Ricardo Sampaio Teixeira Ana Paula Sampaio Teixeira Lucia Helena Sampaio Teixeira 335 09/11/1938 Brota 29/07/1937 Arara .../.../... Camp .../.../... Camp 25/10/1974 Camp 22/02/1976 Camp 08/09/1978 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. S-1-2-2- Rosangela Sampaio 4 Teixeira SILVA – TEIXEIRA S-1-2-2- Ricardo Sampaio 1 Teixeira Segundo Grau – Comerciário casou-se em Campinas, em 07/07/1995, com Luciana Cristina da Silva Teixeira Segundo Grau - Do Lar filha de Carlos Alberto da Silva e Lurdes da Silva Filhos: S-1-2-2- Joice da Silva 1-1 Teixeira S-1-2-2Lucas Silva Teixeira 1-2 TEIXEIRA - OLIVEIRA S-1-2-2- Ana Paulo Sampaio 336 CIDADE UF ÓBITO 30/09/1981 Camp 25/10/1974 Camp 13/03/1975 Camp .../.../... .../.../... ... ... 14/02/1999 Camp 11/04/2001 Camp 22/02/1976 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 2 CIDADE UF ÓBITO Teixeira Oliveira Segundo Grau - Do Lar casou-se em Campinas, em .../.../... com Arnaldo Ortiz de Oliveira Junior 29/04/1973 Camp Seg. Grau Supervisor - Editor de Imagem filho de Arnaldo Ortiz de Oliveira .../.../... Camp e Marilene Mores Ortiz .../.../... Ampa Filhos: S-1-2-2- Gabriel Ortiz de 2-1 Oliveira 11/01/2001 Camp MELLO – CAMARGO S-1-2-3 José Lopes Camargo 29/08/1943 Brota Grau Primário – Sapateiro casou-se em Campinas em.../.../... 337
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. com Mirian de Castro Mello Camargo Grau Primário - Do Lar filha de ... e Maria de Castro Mello ENTEADOS: S-1-2-3- Milton de Castro 1 Mello S-1-2-3Elena de Castro Mello 2 S-1-2-3- Cláudio de Castro 3 Mello S-1-2-3- Carolina de Castro 4 Mello CIDADE UF ÓBITO 06/03/... Camp .../.../... São P .../.../... Camp .../.../... Camp .../.../... Camp .../.../... Camp .../.../... Camp SAMPAIO - SOUZA PINHEIRO Maria José S-1-3 Sampaio Pinheiro 08/10/1911 Brota TC-11-9- casou-se em Brotas, 1-3 em ...../05/1929, 338
    • CÓDIGO FAMÍLIA TC-11-45-3 S-1-3-1 S-1-3-2 S-1-3-3 S-1-3-4 S-1-3-5 S-1-3-6 S-1-3-7 NASC. com Antonio Souza Pinheiro filho de Joaquim de Oliveira Pinheiro e Luiza de Souza Lara Pinheiro FILHOS: José Sampaio Pinheiro Antonio Sampaio Pinheiro Solteiro Maria de Lourdes Sampaio Pinheiro Maria Helena Sampaio Pinheiro Neide Sampaio Pinheiro Solteira Benedita Lazara Sampaio Pinheiro Sebastiana Apar. de Fátima Sampaio 339 CIDADE UF ÓBITO 01/03/1907 Brota .../.../... ... .../.../... ... 10/06/1930 Brota 21/05/1932 Brota 21/05/1934 Brota 03/12/1937 Brota 08/07/1942 Brota 24/10/1946 Brota 19/04/1955 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Pinheiro SAMPAIO PINHEIRO – PINHEIRO Maria de Lourdes S-1-3-3 Sampaio Pinheiro 21/05/1934 Brota casou-se em Brotas, em 11/10/1951, com Antonio José Pinheiro 07/12/1929 Brota filho de José da Silva Pinheiro .../.../... ... e Margarida Moraes Pinheiro .../.../... ... FILHOS: S-1-3-3José Dimas Pinheiro 1 16/06/1952 Brota S-1-3-3- Benedito Aparecido 2 Pinheiro 02/01/1954 Brota S-1-3-3- Jerônimo Camilo 3 Pinheiro 02/12/1956 Brota S-1-3-3- Edwiges Filomena 4 Pinheiro 04/12/1961 Brota BERGAZZONI – PINHEIRO S-1-3-3- Benedito Aparecido 02/01/1954 Brota 340
    • CÓDIGO FAMÍLIA 2 S-1-3-32-1 S-1-3-32-2 S-1-3-33 S-1-3-33-1 S-1-3-33-2 NASC. Pinheiro casou-se em Campinas, em 04/06/1988, com Julia Bergazzoni Pinheiro Filhos: Miriam Bergazzoni Pinheiro Marina Bergazzoni Pinheiro NEGRI – PINHEIRO Jerônimo Camilo Pinheiro casou-se em Campinas, em 11/06/1974, com Suely Aparecida Negri Pinheiro Filhos: Fabiano Negri Pinheiro Camila Negri Pinheiro 341 CIDADE UF ÓBITO 21/11/1966 Camp 27/10/1991 Camp 23/03/1999 Camp 02/12/1956 Brota 26/12/1956 Camp 27/11/1975 Camp 27/12/1979 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO PINHEIRO – MACIEL S-1-3-3- Edwiges Filomena 4 Pinheiro Maciel 04/12/1961 Brota casou-se em Campinas, em 05/11/1983, com Benedito Maciel 06/04/1955 Socor Filhos: S-1-3-3- Thiago Pinheiro 4-1 Maciel 09/11/1984 Salva S-1-3-3Rafael Pinheiro Maciel 4-2 11/06/1986 Salva S-1-3-3- Mariana Pinheiro 4-3 Maciel 02/10/1990 Salva PINHEIRO – STABILE Maria Helena Sampaio Pinheiro S-1-3-4 Stabile 03/12/1937 Brota casou-se em Brotas, em 18/12/1965, com Alberto Pietro Alberico Stabile 20/04/1932 San R FILHOS: 342
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. S-1-3-4Alexandre Stabile 1 S-1-3-4Roberta Stabile 2 SCHIAVON – STABILE S-1-3-4Alexandre Stabile 1 casou-se em Campinas, em 20/07/1991, com Raquel Schiavon Stabile STABILE – CHAHIN S-1-3-4Roberta Stabile 2 casou-se em Campinas, em 12/05/2000, com Ali Chahin Filhos: S-1-3-4- Vitória Ali Stabile 2-1 Chahin PINHEIRO – CORSI S-1-3-6 Benedita Lazara 343 CIDADE UF ÓBITO 06/10/1966 Camp 29/02/1968 Camp 06/10/1966 Camp 27/09/1966 Camp 29/02/1968 Camp 17/05/1955 São P 23/05/2002 Camp 24/10/1946 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Pinheiro Corsi Grau Superior Professora Pedagoga casou-se em Brotas, em 06/09/1970, com José Paulo Corsi Grau Primário Mecânico filho de Antonio Corsi Filho e Maria Antoniasci Corsi FILHOS: S-1-3-6- Antonio Paulo Corsi – 1 Solteiro Grau Superior – Historia S-1-3-6- Márcia Fernanda 2 Corsi S-1-3-6- Adriana Maria Corsi – 3 Solteira Grau Superior 344 CIDADE UF ÓBITO 05/09/1946 São C .../.../... ... .../.../... ... 31/05/1971 São C 28/11/1972 São C 16/09/1974 São C
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Mestra em Educação CORSI – ANTONIO S-1-3-6- Márcia Fernanda 2 Corsi Antonio 28/11/1972 São C Grau Superior Professora Geografia casou-se em São Carlos, em 28/10/1995 com Ronaldo Carlos Antonio 16/07/1972 São C Estudo Médio Técnico em Mecânica - Polidor filho de Alcides Antonio .../.../... ... e Rute Faria Antonio .../.../... ... Filhos: S-1-3-6Luana Corsi Antonio 2-1 03/04/1996 São C Diplomou-se no PréPrimário 345
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-4 TC-11-91-5 S-1-4-1 S-1-4-2 S-1-4-3 S-1-4-4 S-1-4-5 S-1-4-6 S-1-4-7 NASC. SAMPAIO – GRANJA Luiza Clarinda Camargo Granja casou-se em Brotas, em .../.../..., com José Santiago Granja Sapateiro filho de Francisco Granja e Maria Gimenez Granja FILHOS: José Ariovaldo Granja Emery do Carmo Granja Norberto Granja Plínio Antonio Granja Suely Maria Granja Rosália Ernestina Granja Wilkye Roberto Granja 346 CIDADE UF ÓBITO 25/08/1912 Brota 14/04/1908 Agud .../.../... ... .../.../... ... 31/03/1935 Agud 19/06/1937 28/06/1940 14/02/1944 21/05/1948 Brota Agud Brota Brota 18/11/1951 Brota 02/07/1954 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. PISSOLATO – GRANJA S-1-4-1 José Ariovaldo Granja Bacharel em Direito Diretor Aposentado Área Farmacêutica casou-se no Distrito de Souzas, ligado a Campinas, em 03/06/1961, com Ide Aparecida Pissolato Granja Segundo Grau - Do Lar filha de Sérgio Pissolato e Amélia Marchini Pissolato FILHOS: S-1-4-1- Ariovaldo Denis 1 Granja S-1-4-1Simone Granja 2 347 CIDADE UF ÓBITO 31/03/1935 Agud 15/08/1940 Souza 11/02/1917 Souza 08/12/1917 Souza 09/01/1963 Camp 11/05/1964 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. BARCELLOS – GRANJA S-1-4-1- Ariovaldo Denis 1 Granja Engenheiro Civil PósGraduado Doutor Professor Universitário na Unicamp casou-se em Campinas, em 27/05/1992, com Tereza Emília Caldeira Barcellos Professora - Grau Universitário – filha de, Altino Augusto Barcellos e Arlete Caldeira Barcellos Filhos: S-1-4-1- Fábio Barcellos 1-1 Granja 348 CIDADE UF ÓBITO 09/01/1963 Camp 08/12/1963 São P 19/09/1920 São P 21/11/1932 Peçan 01/03/2002 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO GRANJA – SERPA S-1-4-1Simone Granja Serpa 2 Odontologia Cirurgiã Dentista casou-se em Campinas, em 19-121987, com Luiz Henrique Serpa Engenheiro Mecânico, filho de Luiz Roberto Serpa Leda Cunha Serpa Filhos: S-1-4-1Aline Granja Serpa 2-1 Médica S-1-4-1Danielle Granja Serpa 2-2 Universitária – Direito GRANJA – AZZONI Emery do Carmo S-1-4-2 Granja Azzoni Licenciaturas em 349 11/05/1964 Camp 02/11/1958 Sto. A 03/03/1935 Santo 03/09/1936 São P 13/07/1989 Camp 24/02/1993 Camp 19/06/1937 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO História, Estudos Sociais, Educação Moral e Cívica. Profa. Aposentada casou-se em Campinas, em 24/05/1965, com Alcyr Azzoni 25/10/1937 Camp Licenciado e bacharel em Geografia – Profes. Universitário Aposentado (UNESP e UNIARA) filho de Amadeu Azzoni 28/06/1907 Camp e Maria de Oliveira Azzoni 11/05/1909 Jacut FILHOS: S-1-4-21 S-1-4-22 S-1-4-23 José Antonio Azzoni Adriana Azzoni Alexandre Azzoni 06/06/1966 Arara 06/06/1966 Arara José 08/09/1968 Arara 350
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. S-1-4-2Luciana Maria Azzoni 4 S-1-4-2- Marcelo Henrique 5 Azzoni PIRES – AZZONI S-1-4-2- Alexandre José 3 Azzoni Engenharia Elétrica Eletrônica Computadores Empresário Callflex casou-se em São Paulo, em 25/03/2000, com Elaine Pires Azzoni Grau Superior Arquitetura – Arquiteta filha de Moacir Pires e Marlene Aparecida Pires Filhos: S-1-4-2Ana Luiza Azzoni 3-1 351 CIDADE UF ÓBITO 09/07/1971 Arara 13/02/1973 Arara 08/09/1968 Arara 23/02/1972 São P 06/01/1944 São P 23/08/1946 São P 21/10/2007 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO AZZONI – LORD S-1-4-2Luciana Maria Azzoni 4 Licenciatura e Bacharelado em Biologia Bacharelado em Direito casou-se em Las Vegas, EUA, 20/01/2005, e em Araraquara, em 05/11/2005, com Marvin Wayne Lord Empresário – Prestador de Serviços filho de Lewis Lord e Dona Darlene (falecidos) Filhos: S-1-4-2- Amanda Gabrielle 4-1 Lord S-1-4-2Olivia Grace Lord 4-2 CABRINI – AZZONI 352 09/07/1971 Arara 17/08/1966 Scott Indian 12/11/2007 Spart 09/02/2010 Spart Carol
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. S-1-4-2- Marcelo Henrique 5 Azzoni Bacharel – Gestão em Gestão de Tecnologia em Informática Empresário Nutty Brasil casou-se em Araraquara em 03/09/2005, com Daniela Cabrini Azzoni Grau Superior – Pedagogia Profissão: Bancária filha de Arnaldo Cabrini e Elze Paciaseppe Cabrini Filhos: S-1-4-2- Maria Clara Cabrini 5-1 Azzoni S-1-4-2- Marcelo Henrique 5-2 Azzoni Jr. 353 CIDADE UF ÓBITO 13/02/1973 Arara 11/07/1976 Arara 27/11/1931 Arara 10/03/1939 Arara 13/03/2007 Arara 01/09/2009 Arara
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. PRÍNCIPE – GRANJA S-1-4-3 Norberto Granja Segundo Grau Empresário de Calçados casou-se em Valinhos, em 10/05/1973, com Carmem Príncipe Granja Segundo Grau - Do Lar filha de José Príncipe e Jacy Alcântara Príncipe FILHOS: S-1-4-3- Paulo Henrique 1 Granja Economia Programador de Internet S-1-4-3Rodrigo Granja 2 S-1-4-3- Leandro José Granja 354 CIDADE UF ÓBITO 28/06/1940 Brota 15/08/1948 Valinh 23/10/1923 Valinh 09/03/1927 Valinh 11/07/1974 Camp 24/08/1976 Camp 25/08/1978 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO 3 Segundo Grau – Industriário e Músico RUIZ – GRANJA S-1-4-3Rodrigo Granja 2 Análise de Sistemas – Empresário Exxemplo casou-se Campinas, em 08/11/2003, com Priscila Carla Ruiz Granja filha de Reinaldo Ruiz e Regina Bernadete Sanches Ruiz casados em 24/09/1976 Filhos: S-1-4-3Melissa Ruiz Granja 2-1 S-1-4-3Mirela Ruiz Granja 2-2 MONTEIRO – GRANJA 355 24/08/1976 Camp 24/10/1978 Camp 24/12/1950 ..... 20/05/1955 ..... 21/04/2012 Camp 06/06/2013 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. S-1-4-4 Plínio Antônio Granja Primeiro Grau – Aposentado, Ramo Calçados casou-se em Campinas, em 27/04/1991, com Rose Maris Monteiro Granja Primeiro Grau Aposentada, Ramo Calçados filha de Joaquim Monteiro e Luiza Serapião Monteiro FILHOS: S-1-4-4- Fernanda Luiza 1 Monteiro Granja Universitária Rel. Públicas GRANJA – BARBI S-1-4-5 Suely Maria Granja Primeiro Grau - Do 356 CIDADE UF ÓBITO 14/02/1944 Brota 11/01/1953 Camp 02/11/1923 Camp 09/02/1925 Jagua 11/09/1991 Camp 21/05/1948 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Lar casou-se em Campinas, em 24/01/1975, com José Roberto Barbi 21/05/1948 São P e divorciou-se em 09/04/1999 Ciências Contábeis Gerente de Vendas filho de Luiz Barbi 13/01/1923 Valinh e Páscoa Gabetta Barbi 11/04/1981 Valinh FILHOS: S-1-4-5Eduardo Barbi 1 Arquitetura – Gerente Administrativo S-1-4-5Gustavo Barbi 2 Engenharia S-1-4-5Guilherme Barbi 3 S-1-4-5Mariana Barbi 4 357 16/05/1976 Camp 15/06/1978 Camp 15/06/1978 Camp 01/02/1980 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO GONÇALVES – BARBI S-1-4-5Guilherme Barbi 3 Segundo Grau – Gerente Administrativo casado em 07/09/2012, com Maria Fernanda de Araujo Teixeira Gonçalves Fisioterapeuta filha de Osmar Gonçalves, e Maria Heloisa Azevedo de Araujo Teixeira, casados em 27/04/1976 Filhos: João Mateus de S-1-4-5- Araujo Teixeira 3-1 Gonçalves BARBI – MIGLIACCIO 358 15/06/1978 Camp 08/05/1980 .... 11/11/1949 .... 23/06/1951 .... 05/06/2001 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. S-1-4-5Mariana Barbi 4 Universitária – Supervisora da Vendas casada com Leonardo Migliaccio Universitário – Psicologia – Repres. Comal. filho de Luciano Migliaccio e Ana Laura Esper Migliaccio casados em 25/10/1967 Filhos: S-1-4-5Lourenço Migliaccio 4-1 GRANJA MENDONÇA DE BARROS Rosália Ernestina S-1-4-6 Granja 359 CIDADE UF ÓBITO 01/02/1980 Camp 06/11/1979 .... 13/09/1940 .... 22/08/1947 .... 18/04/2010 São P 18/11/1951 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-4-61 S-1-4-62 S-1-4-63 S-1-4-6- NASC. Segundo Grau - Do Lar casou-se em Campinas, em 05/01/1974, com Fernando Mendonça de Barros Bacharel em Direito – Advogado filho de Antonio Mendonça de Barros e Maria Antonina Mendonça de Barros FILHOS: Fernanda Mendonça de Barros Ricardo Mendonça de Barros Antonio Mendonça de Barros Neto AFFONSO – MENDONÇA DE BARROS Ricardo Mendonça de 360 CIDADE UF ÓBITO 16/06/1945 São P 15/05/1909 Pso. A 07/03/1916 Ampa 06/10/1974 Camp 10/08/1976 Camp 26/11/1979 Camp 10/08/1976 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Barros Ciências Farmacêuticas – Vendas casou-se em 06/09/2008, com Fabiana Affonso filha de Francisco José Leal Affonso e Elisabete Andreoni Affonso, casados em 15/05/1976 Filhos: S-1-4-6- Bruna Affonso 2-1 Mendonça de Barros GOULART – MENDONÇA DE BARROS S-1-4-6- Antonio Mendonça de 3 Barros Neto Odontologia Cirurgião Dentista casado em CIDADE UF ÓBITO 2 361 17/04/1979 Camp 26/07/1956 .... 08/08/1957 .... 11/05/2011 Camp 26/11/1979 Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 06/09/2008, com Paula Carbone Goulart filha de José Carlos Goulart, e Cristina Paula Carbone Goulart (divorciados) PRIOR – GRANJA Wilkye Roberto S-1-4-7 Granja Administrador de Empresas e Ciências Contábeis – Administrador casou-se em Campinas, em 18/02/1977, com Regilene de Fátima Prior Granja Segundo Grau Empresária Comercial filha de João dos Santos Prior 362 CIDADE UF ÓBITO 24/02/1981 .... 11/07/1955 .... 07/02/1957 .... 02/07/1954 Brota 14/10/1956 Rib. B 11/02/1929 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO e Iraíldes Chiavoloni Prior 14/08/1922 Rib. B FILHOS: S-1-4-7Fabiana Granja 1 S-1-4-7Carolina Granja 2 GRANJA – LIMA S-1-4-7Fabiana Granja 1 Biologia Pós Graduação Doutora – Professora Universitária – Univ. Fed. Roraima Consorc. Com Mário M. de Lima Filho Médico urologista, filho de Mário Maciel de Lima e Maria Naizete Pontes Maciel de Lima 363 03/03/1979 Camp 16/01/1982 Camp 03/03/1979 Camp 13/06/1974 Itumb 22/10/1941 Garan 27/03/1943 Forta
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Filhos: S-1-4-7- Mário Maciel de Lima 1-1 Neto 07/12/2005 GRANJA – LELIS S-1-4-7Carolina Granja 2 16/01/1982 Segundo Grau Comércio Administração casou-se em Campinas, em 16/04/2004, com Eduardo Bruno Lelis 07/11/1982 Empresário Comercial filho de Gilson Fabiano Lelis .../.../... e Sueli Bruno Lelis .../.../... Filhos: S-1-4-7Bruno Granja Lelis 2-1 08/11/2004 S-1-4-7Felipe Granja Lelis 2-2 18/10/2010 364 Camp Camp ... ... ... Camp Camp
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO SAMPAIO GUIMARÃES Nair Sampaio Guimarães 10/02/1914 Brota S-1-5 TC-11-9Curso - Primário 1-6 Auxiliar de Coletoria Federal - Do Lar casou-se em Brotas, em 08/01/1936, com Celso Guimarães, viúvo de Paulina H. Ribeiro Guimarães Segundo Grau Coletor Federal filho de Cel. Julio Guimarães, e Maria Delbuque Guimarães. FILHOS: Edna Terezinha S-1-5-1 Sampaio Guimarães S-1-5-2 Benedito Édio 365 22/05/1897 Brota 06/06/1902 Sant. Brota .../.../... ... .../.../... ... 03/03/1938 Brota 14/01/1940 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Sampaio Guimarães Élcio José Sampaio S-1-5-3 Guimarães ENTEADO: Júlio Celso Ribeiro S-1-5-4 Guimarães GUIMARÃES – BORELLI Edna Therezinha S-1-5-1 Guimarães Borelli Segundo grau completo – Magistério Professora ensino fundamental, Aposentada casou-se em Brotas, em 18/12/1955, com Orlando Borelli Segundo grau completo – Aposentado Industriário: Técnico em Química 366 CIDADE UF ÓBITO 20/06/1942 Brota 17/06/1932 Brota 03/03/1938 Brota 26/07/1935 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA filho de Borelli e Graziela Borelli FILHOS: S-1-5-11 S-1-5-12 S-1-5-13 NASC. CIDADE UF ÓBITO Américo .../.../... ... .../.../... ... Almeida Orlando Borelli Junior 12/09/1956 Brota Sonia Guimarães Borelli 26/06/1959 Brota Sandra Guimarães Borelli 02/09/1966 Brota ARTHUR – BORELLI S-1-5-1Orlando Borelli Junior 1 12/09/1956 Brota Segundo grau completo Industriário casou-se em São Carlos, 20/12/1980, com Sonia Aparecida Arthur Borelli 07/09/1960 São C Segundo grau Auxiliar de 367
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. enfermagem filha de Miguel Arthur e Aurora Julião Arthur Filhos: S-1-5-1Rodrigo Borelli 1-1 S-1-5-1Nathália Borelli 1-2 Superior Completo – Fisioterapia Profissão: Fisioterapeuta BORELI S-1-5-1Rodrigo Borelli 1-1 Segundo Grau completo Filhos: S-1-5-1- Pedro Henrique 1-1-1 Bellini BORELLI – EUGENI S-1-5-1- Sonia Guimarães 2 Borelli Eugeni 368 CIDADE UF ÓBITO .../.../... .../.../... São C São C 16/12/1981 São C 23/10/1983 São C 16/12/1981 São C 18/09/2000 São C 26/06/1959 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Segundo grau completo - Do Lar casou-se em São Carlos, 31/03/1979, com Sérgio Carlos Eugeni 22/01/1958 São C Segundo grau completo - Técnico em Eletrônica Industrial no ramo de fornos para prótese dentária, em São Carlos – SP filho de Adolfo Eugeni e 05/02/1930 Nov. Amélia Hernandez Eugeni 11/04/1941 São C Filhos: S-1-5-1Daniel Eugeni 2-1 21/09/1979 São C S-1-5-1Lílian Borelli Eugeni 2-2 12/06/1983 São C Superior Completo Comércio Exterior 369
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Industrial no ramo de prótese dentária S-1-5-1Bruna Borelli Eugeni 2-3 Superior Completo Odontologia Dentista EUGENI – LIMA S-1-5-1Daniel Eugeni 2-1 Técnico em Prótese Dentária Industrial no ramo de prótese dentária casou-se em São Carlos, com Paula de Lima Eugeni Segundo grau completo Comerciante filha de Rodney Salles de Lima e Nair de Fátima Saldanha 370 22/02/1985 São C 21/09/1979 São C 28/08/1981 Alto G 09/05/... ... 08/05/1958 ...
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Filhos: S-1-5-1- Rebeca de Lima 2-1-1 Eugeni BORELLI – TRIMER S-1-5-1Sandra Borelli Trimer 3 Superior Completo – Biblioteconomia casou-se em São Carlos em 16/10/1992, com Ronaldo Trimer Junior Superior Completo – Eng. Prod. Mecânica Engenheiro de produção filho de Ronaldo Trimer e Maria do Carmo Dalla Déa Trimer Filhos: S-1-5-1Vitor Borelli Trimer 3-1 371 CIDADE UF ÓBITO 01/09/2002 São C 02/09/1966 Brota 03/10/1965 São C 15/08/1937 São C 16/07/1939 Brota 10/06/1995 São C
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. ANTUNES – GUIMARÃES Benedito Edio S-1-5-2 Sampaio Guimarães Curso Ginasial Científico – Bancário casou-se em São Paulo, em 30/01/1971, com Emília Telles Antunes Guimarães Segundo Grau – Enfermagem filha de Antonio Telles Antunes, este filho de Firmino Telles de Mattos e Maria Emília Antunes Maciel. e de Maria do Carmo Colombo Antunes, esta filha de Oliveira 372 CIDADE UF ÓBITO 14/01/1940 Brota 03/10/1948 Sanan 15/06/1923 Sanan 30/10/1928 Sanan
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Colombo e Josefine Domingues Mousar Colombo. FILHOS: S-1-5-2- Alex Telles 1 Guimarães S-1-5-2- Régis Telles 2 Guimarães Segundo Grau Completo Comerciário ALVES – GUIMARÃES S-1-5-2- Alex Telles 1 Guimarães Segundo Grau Completo Policial Militar casou-se em São Paulo, em 21/03/1992, com Maria Alice Alves Guimarães e divorcio-se em 29/12/1997 373 CIDADE UF ÓBITO 14/05/1971 São P 14/11/1974 São P 14/05/1971 São P 20/10/1970 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Universitária - Policial Militar filha de Manoel Alves Lourenço e Joaquina Maria dos Santos Alves Filhos: Caroline Alves S-1-5-2- Guimarães 1-1 Estudante Felipe Alves S-1-5-2- Guimarães 1-2 Estudante MILLIATTI – GUIMARÃES S-1-5-2- Alex Telles 1 Guimarães Viveu um período em União Estável desde 21/09/2000, com Carmen Lucia Costa Milliatti Segundo Grau Técnica em 374 CIDADE UF ÓBITO 05/07/1933 Trás- 30/07/1939 Camp 21/09/1992 São P 25/11/1995 São P 14/05/1971 São P 30/06/1967 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Contabilidade Policial Militar filha de Deodoro Milliatti e Emérita Costa Milliatti Filhos: S-1-5-2- Giovana Milliatti 1-3 Guimarães MARTORELLI – GUIMARÃES Élcio José Sampaio S-1-5-3 Guimarães Segundo Grau Comerciante Aposentado casou-se em São Paulo, em 11/07/1964, com Maria Thereza Martorelli Guimarães Segundo Grau Bancária - Do lar filha de Antonio Martorelli e 375 CIDADE UF ÓBITO 10/02/1929 São P 02/08/1923 Rio Ja 20/10/2001 São P 20/06/1942 Brota 05/03/1940 São P .../.../... São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Hercília Gianzontti Martorelli .../.../... FILHOS: S-1-5-3- Kátia de Fátima 1 Guimarães 27/03/1965 S-1-5-3Marcelo Guimarães 2 01/01/1969 S-1-5-3Valéria Guimarães 3 13/03/1974 GUIMARÃES S-1-5-3- Kátia de Fátima 1 Guimarães 27/03/1965 Segundo Grau Compl. - Telefonista - Do Lar Filhos: S-1-5-3Amanda Guimarães 1-1 05/07/1994 VAZ – GUIMARÃES S-1-5-3Marcelo Guimarães 2 01/01/1969 Superior Completo Mestre em Ecologia Biólogo da Embrapa, área de 376 São P São P São P São P São P São P São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Sensoriamento Remoto - Prestou grandes serviços à cidade de Campinas na área de "Mapeamento das Áreas de Risco" casou-se em..................., em .../.../..., com Ana Paula Artimonte Vaz 31/07/1972 Matão Bióloga – Doutora em Botânica Pesquisadora da Embrapa filha de Luiz Ferreira Vaz e .../.../... ... Maria José Artimonte .../.../... ... Filhos: S-1-5-3- Antonio Artimonte 2 Vaz Guimarães 29/06/2005 São P GUIMARÃES – RODRIGUES 377
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO S-1-5-3Valéria Guimarães 3 13/03/1974 São P Superior Completo em Geologia Doutora em Geologia pela USP casou-se em São Carlos, em .../.../...com Elmar Wolnei Silvestre Rodrigues .../.../... ... Superior Completo em Física Micro- Empresário na área de computação filho de Doracir Rodrigues e .../.../... ... Maria José Silvestre SAMPAIO – GUIMARÃES Julio Celso Ribeiro Guimarães – (Ver SS-1-5-4 1-6-5 17/06/1932 Brota ...Irani Pinheiro 378
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Sampaio Guimarães) PINHEIRO – SAMPAIO Antonio Souza S-1-6 Sampaio TC-11-9- Primeiro Grau 1-7 Completo Fazendeiro - Músico Motorista Profissional casou-se em Brotas, em 25/05/1940, com Maria do Carmo S-1-11 Pinheiro Sampaio filha de José de Oliveira Pinheiro, e Amélia da Silva Braga Pinheiro Primeiro Grau Fazendeira - Do Lar FILHOS: S-1-6-1 José Wilson Pinheiro 379 28/10/1915 Brota 16/12/1923 Brota .../.../... ... 08/01/1883 Brota 04/03/1941 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-6-2 S-1-6-3 S-1-6-4 S-1-6-5 S-1-6-6 S-1-6-7 S-1-6-8 S-1-6-9 S-1-6-10 S-1-6-1 NASC. Sampaio Ilze Maria Pinheiro Sampaio Maria Lucia Pinheiro Sampaio Antonio Mauro Pinheiro Sampaio Irani Pinheiro Sampaio Amélia Pinheiro Sampaio Ernestina Pinheiro Sampaio Luiz Pinheiro Sampaio Márcia Terezinha Pinheiro Sampaio Carlos José Pinheiro Sampaio CAMPOS – SAMPAIO José Wilson Pinheiro Sampaio Segundo Grau – Metalúrgico 380 CIDADE UF ÓBITO 27/10/1942 Brota 09/09/1944 Brota 19/01/1947 Brota 23/10/1948 Brota 04/01/1952 Brota 17/05/1953 Brota 03/05/1957 Brota 24/08/1961 Brota 17/05/1968 Brota 04/03/1941 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-6-11 S-1-6-12 S-1-6-13 S-1-6-14 NASC. casou-se em São Paulo, em 17/12/1975, com Maria Luiza Campos Sampaio Primeiro Grau Micro - Empresária Do Lar filha de José Alves Campos e Aparecida Martins Campos FILHOS: José Wilson Pinheiro Sampaio Junior Marcio Roberto Pinheiro Sampaio Marcelo Pinheiro Sampaio Rogério Pinheiro Sampaio Segundo Grau – Escriturário ASSIS – SAMPAIO 381 CIDADE UF ÓBITO 21/10/1953 S J R .../.../1928 Araça 19/03/1935 S J R 13/05/1972 São P 14/01/1974 São P 18/02/1975 São P 03/06/1978 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. S-1-6-1- José Wilson Pinheiro 1 Sampaio Junior Segundo Grau – Microempresário Cursos de Dedetização, Ratização e Descupinização, casou-se em São Paulo, em 19/02/1992, com Sonia Aparecida de Assis Sampaio - Do Lar e divorciou-se em 04/05/1999 DRIGO - SAMPAIO S-1-6-1- José Wilson Pinheiro 1 Sampaio Junior União Estável, desde 28/08/1995, com Ana Lucia Drigo Segundo Grau 382 CIDADE UF ÓBITO 13/05/1972 São P 23/06/1968 S. Ca 13/05/1972 São P 23/02/1963 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Técnica em Contabilidade -Fez Cursos de Secretária, Administração, Computação, Datilografia, Descupinização, Dedetização e Ratização, Divorciada 14/12/1989 Eduardo Silva Peres filha de Antonio Drigo, e 10/05/1935 Capiv Beruta Anusauskas casados em 23/05/1959 02/01/1941 São P ENTEADOS: S-1-6-1- Bárbara Raquel Drigo 1-1 Peres 14/09/1981 São P Segundo Grau – Cursos de Secretariado, Administração e 383
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Computação. S-1-6-1Rodrigo Drigo Costa 1-2 Primeiro Grau Completo - Cursos Técnico de Dedetização, Ratização e Descupinização. Ana Carolina S-1-6-1- Aparecida Drigo 1-3 Silvério NASCIMENTO – SAMPAIO S-1-6-1- Marcio Roberto 2 Pinheiro Sampaio Primeiro Grau – Vendedor casou-se em São Paulo, em 14/01/2000, com Ligia Ortega do Nascimento Sampaio Segundo Grau 384 25/06/1986 São P 17/06/1988 São P 14/01/1974 São P 09/05/1980 S. B C
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Técnico - Do Lar filha de Gilberto Pereira do Nascimento e Maria Emília Ortega do Nascimento Filhos: S-1-6-1- Lucas do Nascimento 2-1 Sampaio S-1-6-1- Leandro do 2-2 Nascimento Sampaio OLIVEIRA – SAMPAIO S-1-6-1- Marcelo Pinheiro 3 Sampaio Segundo Grau Contramestre de Tecelagem casou-se em São Paulo, em 30/09/1995, com Silvia de Oliveira Sampaio Segundo Grau Auxiliar 385 CIDADE UF ÓBITO 10/11/1954 S. B C 04/12/1956 S. B C 18/08/2000 São P 25/06/2002 São P 18/02/1975 São P 26/10/1976 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-6-13-1 S-1-6-13 S-1-6-13-2 S-1-6-14 NASC. Administrativo filha de Isaac Pereira de Oliveira e Astrogilda Gomes de Oliveira Filhos: Tais de Oliveira Sampaio DIAS – SAMPAIO Marcelo Pinheiro Sampaio Filhos: Thiago Dias Pinheiro Sampaio, filho de Débora Alves Dias SAMPAIO – RAMOS Rogério Pinheiro Sampaio Segundo Grau – Empresário casou-se em São Paulo, em 12/08/2006, com 386 CIDADE UF ÓBITO 14/02/1945 Natal 04/07/1950 Andra 13/11/1997 São P 18/02/1975 São P 27/12/2000 São P 15/01/1973 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Danielle Godoy Ramos Sampaio filha de Wanderley Hernandes G. Ramos, e Marina Ap. Godoy Ramos SAMPAIO – MANZUTTI Ilze Maria Sampaio S-1-6-2 Manzutti, 27/10/1942 Brota Curso Ginasial Bordadeira - Do Lar Estudou em Brotas no Grupo Escolar "Dona Francisca Ribeiro dos Reis", em Ipauçu no Ginásio Estadual e continuou em Campinas. casou-se em Brotas, em 10/05/1964, com Adolpho José Manzutti, 26/08/1936 Bariri 387
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Formou-se Guarda Livros em 1957 e Técnico em Contabilidade na Escola Técnica de Comercio "Dr. Francisco Munhoz" de Bariri SP. em 1960. Trabalhou na Serraria Manzutti, Marcenaria Zerbinatti, Casa Leone e Escritório Almeida. Foi Bancário durante vinte anos, trabalhou nos Bancos, Arthur Scatena S/A e Comercio Indústria de São Paulo S/A, nas cidades de Bariri, Brotas, Barra Bonita, Matão - SP., Poços de Caldas - MG, e Matriz em São Paulo. Foi 388 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Contador, durante oito anos, da "Codebra" Companhia Desenvolvimento do Brasil Central, e Agro Pastoril Campo Verde Ltda., “Projetos SUDAM” em Luciara– MT. Também foi Contador, durante dez anos, da Industrial Santa Laura S/A e Agro Pecuária Santa Laura Ltda. na cidade de em Ibaití - PR. Em 1990 fundou em São Paulo o Escritório Contábil "Lex Labor" foi proprietário durante dez anos ate aposentar-se, definitivamente, no 389 CIDADE UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-6-21 S-1-6-22 S-1-6-23 S-1-6-24 NASC. ano de 2001. filho de Adolpho Manzutti - falecido em Bariri Primeiro Grau – Administrador de Fazendas, Chacareiro, Carpinteiro e Comerciante. e Anna Apparecida Santos Manzutti - f. Bariri Primeiro Grau – Fazendeira – Do Lar FILHOS: Miguel Arcanjo Manzutti (Natimorto) Adolfo José Manzutti Junior Alexandre José Manzutti Ana Aparecida Sampaio Manzutti 390 CIDADE UF ÓBITO 04/08/1906 Bariri 13/11/1911 Iacan 10/03/1965 Bariri 03/03/1966 Bariri 05/09/1968 Bariri 12/08/1970 Poços
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO S-1-6-2Ana Carmen Manzutti 5 31/12/1972 São P SALDANHA – MANZUTTI S-1-6-2- Adolfo José Manzutti 2 Junior 03/03/1966 Bariri Universitário formado em Ciências da Computação, na "UNIP" Técnico Eletrônico, formado pela ETEL Ipauçu Proprietário da Yokon Consultoria Ltda. Diretor de Serviços da "Comodity Sistems" casou-se em Ibaiti, em 18/01/1986, com Madelon Saldanha Manzutti 16/06/1967 Ibaiti Terceiro Grau391
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Advogada Licenciatura -Letras foi Bancária, é Secretária Assessora Executiva Trabalha na CEAGESP Cia. de Entreposto e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo, é Advogada e na Cia. ocupa o cargo de Secretaria responsável por coordenar todos os projetos da Empresa. filha de Luiz Tadeu Marins Saldanha, casado 18/10/1943 Castr em 10/04/1966, com Maria Helena dos Santos 15/11/1945 Pinha (faleceu no Hospital Nove de Julho em São Paulo e foi 392
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. sepultada em Ibaiti – PR). filha de Honorato Basílio dos Santos e Dolores Ribeiro dos Santos Filhos: S-1-6-2- Adolpho José 2-1 Manzutti Neto Formado em História na "UNESP"- Assis SP. S-1-6-2- Luiza dos Santos 2-2 Manzutti Cursa Pedagogia na "USP" em São Paulo ALVES – MANZUTTI S-1-6-2- Alexandre José 3 Manzutti Técnico Eletrônico cursou na ETEL Ipaucú, formou-se na Universidade São 393 CIDADE UF ÓBITO 29/10/1915 Mont. 22/06/1928 Pinha 15/12/1986 Brasíl 08/11/1991 Brasíl 05/09/1968 Bariri
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Judas em São Paulo. Trabalha na IBMCoordenador Projetos Filhos: S-1-6-2- Rodrigo Alves 3-1 Manzutti Ensino médio – Formou-se na Escola Di Cavalcanti - Alto de Pinheiros filho de, Eva Alves Primeiro Grau - Do Lar filha de Antônio Alves e Tereza Alves SANTOS – MANZUTTI S-1-6-2- Alexandre José 3 Manzutti União estável desde 2004, com Tatiane de Jesus dos Santos Do Lar- Ensino médio – Formou-se no 394 CIDADE UF ÓBITO 28/10/1989 São P 02/01/1967 Jacar 05/05/1968 Bariri 18/02/1967 Estân
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Colégio Santa Cruz, no Alto de Pinheiros - mãe de S-1-6-2- Emerson Santos da 3-2 Silva 23/04/1996 Estân Cursa o primeiro ano do Ensino Médio da E. E. Prof. Manuel Ciridião Buarque, Alto da Lapa. Tatiane, é filha de Paulo Soares e Maria Izabel de Jesus dos Santos Filhos: S-1-6-2- Sabrina dos Santos 3-3 Manzutti 20/12/2005 São P Estudante Pré Escolar SANTOS – SANTOS S-1-6-2Emerson Santos Silva 3-2 23/04/1996 Estân 395
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Atendente de Lanchonete União Estável desde 2012, com Jessica Hevelyn Santos de Paula 31/03/1995 Osasc filha de Silvio Miguel de Paula e Mirian de Jesus Santos Filhos: S-1-6-2- Ana Beatriz dos 3-2-1 Santos 15/04/2013 São P MANZUTTI – SORAGGI S-1-6-2- Ana Aparecida 4 Sampaio Manzutti 12/08/1970 Poç. C Administradora de Empresas - Advogada Auditor-Fiscal Tributário Municipal Conselho Municipal de Tributos -Prefeitura de São 396
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Paulo casou-se em São Paulo, em 06/04/2002, e divorciou-se em 15/07/2010, de Caio de Mello Soraggi Engenheiro de Produção - formado pela “USP" filho de Adonis Josaphat Soraggi e Edinah de Mello Soraggi Filhos: S-1-6-2- Rafael Manzutti 4-1 Soraggi Estudante - Cursa o quarto ano do ensino Fundamental Colégio Santa Clara Pinheiros MANZUTTI – MOREIRA 397 CIDADE UF ÓBITO 31/01/1969 São P 12/07/1941 Capiv 14/12/1940 Barre 15/11/2003 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. S-1-6-2- Ana Carmen Manzutti 5 Moreira Segundo Grau Secretária - Do Lar casou-se em São Paulo, em 28/06/1993, com Marcos da Mota Moreira Segundo Grau Microempresário Marceneiro filho de Abílio da Mota Moreira Português e Elenice de Castro Moreira Filhos: S-1-6-2- Ariane Manzutti 5-1 Moreira Terminou o Curso “Ensino médio” na Escola Estadual Andronico 398 CIDADE UF ÓBITO 31/12/1972 São P 21/12/1968 São P 22/08/1938 29/08/1940 São P 01/12/1993 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Mello É estagiaria no tribunal de Justiça de S. Paulo S-1-6-2- Natalia Manzutti 5-2 Moreira Cursa a 6ª série Fundamental na Escola Estadual Dr. Kyllos SAMPAIO – FORMIGONI Maria Lucia Pinheiro S-1-6-3 Sampaio Formigoni Segundo Grau - Do Lar casou-se em Brotas, em 10/09/1967, com Alfredo Carlos Formigoni, Segundo Grau – Panificador filho de Edmundo Formigoni 399 CIDADE UF ÓBITO 08/05/2000 São P 09/09/1944 Brota 09/09/1938 Brota 26/03/1908 Venez
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. e Ernestina Ivaldi Formigoni FILHOS: S-1-6-3- Patrícia Sampaio 1 Formigoni SAMPAIO – SERAFIM Maria Lucia Sampaio S-1-6-3 Serafim em segundas núpcias, casou-se Brotas, em 24/02/1974, com Leodato Serafim Primeiro Grau Comerciante Aposentado filho de Aquiles Serafim e Barbarina Candiotti Serafim viúvo de, Olívia Malaguti Serafim Primeiro Grau Comerciante 400 CIDADE UF ÓBITO 24/02/1911 Venez 03/04/1973 Brota 09/09/1944 Brota 14/06/1925 Brota 25/04/1881 ... .../.../1888 ... 12/06/1924 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. filha de Malagutti e Luzia Malagutti FILHOS: CIDADE UF ÓBITO Alfredo .../.../... Brota .../.../... Brota Ferrari S-1-6-3Andréa Serafim 2 Solteira - 2º Grau – Técnica em Contabilidade Conselheira Tutelar em Brotas ENTEADOS: S-1-6-3- Maria Aparecida 3 Serafim S-1-6-3Bárbara Serafim 4 FORMIGONI – LOURENÇO S-1-6-3- Patrícia Sampaio 1 Formigoni Lourenço Segundo Grau – Professora casou-se em Brotas, 401 04/12/1974 Brota 04/02/1950 Brota 12/04/1957 Brota 03/04/1973 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. em 23/05/1998, com Valberto Lourenço Segundo Grau – Pecuarista e Comerciante filho de Jorge Lourenço - Primeiro Grau Pecuarista e Comerciante, e Áurea Correa Lourenço – Prim. Grau - Do Lar Filhos: S-1-6-3- Nayra Formigoni 1-1 Lourenço SERAFIM – CORO S-1-6-3- Maria Aparecida 3 Serafim Coró Segundo Grau – Professora casou-se em Brotas, em 14/12/1969, com 402 CIDADE UF ÓBITO 24/04/1969 Brota 29/09/1943 Brota 13/12/1946 Brota 09/10/1998 Brota 04/02/1950 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-6-33-1 S-1-6-33-2 S-1-6-33-3 S-1-6-33-1 NASC. José André Coró Segundo Grau - Tec. Contabilidade Bancário filho de Guido Coró e Angelina Costa Coró Filhos: Luiz Cezar Serafim Coró José André Serafim Coró Solteiro - 2º Grau Técnico em Contabilidade João Carlos Serafim Coró – Técnico Eletrônico PADOVAN – CORÓ Luiz Cezar Serafim Coró Segundo Grau – Técnico em Contabilidade 403 CIDADE UF ÓBITO 23/08/1943 Brota 01/05/1899 Nápo 26/09/1901 Nápo 24/11/1971 Brota 09/05/1977 Brota 06/11/1986 Brota 24/11/1971 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO casou-se em Brotas, em 22/10/1994, com Marta Padovan Coró – 2º Grau Professora 07/11/1963 Brota filha de Irineu Padovan Comerciante 26/02/1933 Brota e Julia Lourenção Padovan - Do Lar 04/07/1935 Brota Filhos: S-1-6-3Fausto Padovan Coró 3-1-1 25/04/1995 Brota S-1-6-3Felipe Padovam Coró 3-1-2 24/04/1995 Brota SERAFIM – SOARES S-1-6-3- Bárbara Serafim 4 Soares 12/04/1957 Brota Segundo Grau – Bibliotecária casou-se em São Paulo, em 04/10/1986, com 404
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Francisco Emanuel de Oliveira Soares Segundo Grau Corretor de Imóveis Filho de Renê Gomes Soares e Maria Rosa de Oliveira Soares Filhos: S-1-6-3- Raoni Serafim Soares 4-1 – Estudante S-1-6-3- Kauã Serafim Soares 4-2 - Estudante ARAÚJO – SAMPAIO Antônio Mauro S-1-6-4 Pinheiro Sampaio Curso Primário – Escriturário casou-se em São Paulo, em 12/10/1974, com Neuza Araújo Sampaio Segundo Grau 405 CIDADE UF ÓBITO .../06/... ... .../.../... ... .../.../... ... 12/09/1986 São P 03/08/1987 São P 19/01/1947 Brota 15/01/1956 Cabrá
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Completo Ascensorista Divorciaram-se em 07/02/1984 em São Paulo filha de Francisco Jose de Araújo e Francisca Araújo de Souza FILHOS: S-1-6-4- Sheila Araújo 1 Sampaio SAMPAIO – ISHIARA S-1-6-4- Sheila Araújo 1 Sampaio Ishihara Segundo Grau – Vendedora casou-se em São Paulo, em 15/03/1997, com Edson Santana Ishihara Segundo Grau Técnico Eletrônico 406 CIDADE UF ÓBITO 04/01/1922 Piatã 04/12/1917 Piatã 10/06/1975 São P 10/06/1975 São P 15/01/1973 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. filho de Álvaro Ioshio Ishihara e Deneci Ishiara Filhos: S-1-6-4- Rafael Kenzo Araújo 1-1 Ishihara SAMPAIO – GUIMARÃES Irani Sampaio S-1-6-5 Guimarães Segundo Grau - Do Lar casou-se em São Paulo, em 26/04/1975, com Julio Celso Ribeiro Guimarães Segundo Grau Aposentado do Primeiro Tribunal de Alçada Civil de São Paulo. filho de Celso Guimarães, este filho 407 CIDADE UF ÓBITO 24/12/1949 Magd 01/09/1943 Chic- 12/08/2000 Ibara 23/10/1948 Brota 17/06/1932 Brota 22/05/1897 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO de, Julio Guimarães e Maria Delbuque Guimarães e Paulina Henriqueta Ribeiro Guimarães, 06/06/1902 Sant. esta filha de, Antonio José Ribeiro e Ana Henriqueta Ribeiro. Julio C. R. é viúvo de Thereza C. Guimarães 08/12/1933 Pirass Primeiro Grau - Do Lar filha de Armando Caron .../.../... ... e Rosa Danielli Caron, de Treviso Itália. .../.../... ... FILHOS: S-1-6-5- Julio Sampaio 1 Guimarães – solteiro 08/03/1976 São P Segundo Grau 408
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-6-52 S-1-6-53 S-1-6-54 S-1-6-52 NASC. Técnico Eletrônico Antonio Sampaio Guimarães ENTEADOS: filhos de Julio, com Thereza Celso Caron Guimarães César Caron Guimarães ISE – GUIMARÃES Antonio Sampaio Guimarães Formado na Universidade São Marcos, em Sistema de Informações – Trabalha na CPM BRAXIF – Administrador de Banco de Dados casou-se em São Paulo, em 16/05/1998, com Priscila Siedschlag Ise 409 CIDADE UF ÓBITO 16/05/1978 São P 19/10/1958 São P 17/04/1963 São P 16/05/1978 São P 22/09/1980 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Guimarães Formada na “UNINOVE” é Farmacêutica Trabalha no Hospital do Câncer em São Paulo filha de Armando Yoti Ise e Tânia Regina Siedschlag Filhos: Larissa Ise S-1-6-5- Guimarães – 2-1 Estudante WICHMANN – GUIMARÃES S-1-6-5- Celso Caron 3 Guimarães Segundo Grau Técnico Eletrônico União Estável, desde .../.../...,com, Raquel Wichmann 410 CIDADE UF ÓBITO 01/07/1954 São P 17/03/1956 Joinv 28/11/1998 São P 19/07/1958 São P 03/02/1971 Rio C
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Grau SuperiorAgronomia - Escrivã de Polícia filha de Oswaldo Wichmann e Conceição Aparecida Carneiro Wichmann Filhos: S-1-6-5- Pedro Wichmann 3-1 Guimarães S-1-6-5- Augusto Wichmann 3-2 Guimarães ALBUQUERQUE – GUIMARÃES S-1-6-5- César Caron 4 Guimarães Segundo Grau Motorista Almoxarife casou-se em São Paulo, em 13/12/1983, com Francisca Eudilene 411 CIDADE UF ÓBITO 10/05/1926 Rio C 09/07/1943 Rio C 30/01/2006 Arara 02/04/2008 Arara 17/04/1963 São P 17/01/1964 Acopi
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Albuquerque Guimarães Segundo Grau Costureira - Do Lar filha de Lourival Barboza de Albuquerque e Izelda Nogueira Diniz Filhos: Thiago Albuquerque S-1-6-5- Guimarães 4-1 Estudante Gabriel Albuquerque S-1-6-5- Guimarães 4-2 Estudante SAMPAIO – SAMPAIO Amélia Pinheiro S-1-6-6 Sampaio Primeiro Grau - Do Lar casou-se em São Paulo, em 18/12/1982, com 412 CIDADE UF ÓBITO 18/12/1916 Acopi 19/03/1934 Acopi 04/09/1988 São P 13/12/1993 São P 31/12/1951 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Joaquim Pinheiro Sampaio, Curso Ginasial Inspetor de Alunos filho de Clodoaldo Camargo Sampaio e Ana Cândida Pinheiro Sampaio, viúvo de Angelita Maria de Lima Sampaio casado em 13/01/1973 - São Paulo, filha de Manoel Pereira Lima falec. em Fortaleza CE e Margarida Costa Lima FILHOS: S-1-6-6- Fabiana Maria 1 Pinheiro Sampaio Solteira, estudante. S-1-6-6- Lucas Pinheiro 413 CIDADE UF ÓBITO 16/03/1932 Brota 05/06/1884 Camp 14/08/1891 Brota 22/04/1943 Arapa 02/08/1914 Arapa 27/11/1921 Parien 03/10/1983 São P 16/04/1996 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 2 S-1-6-63 S-1-6-64 Sampaio Miguel Arcanjo Pinheiro Sampaio Gabriel Pinheiro Sampaio ENTEADOS: S-1-6-6- Adriano de Lima 5 Sampaio Solteiro - Terceiro Grau – Advogado Gerente de Agenciamento de Imóveis S-1-6-6- Tais de Lima Sampaio 6 – Solteira Terceiro Grau – Jornalista Secretária de Agenciamento de imóveis SAMPAIO – SAKAMOTO Ernestina Sampaio S-1-6-7 Sakamoto 414 CIDADE UF ÓBITO 24/09/1990 São P 24/09/1990 São P 18/10/1976 São P 03/06/1978 São P 17/05/1953 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Curso Superior Ciências Contábeis Contadora Secretária casou-se em São Paulo, em 28/11/1981, com Tutomo Sakamoto, 05/09/1931 Quatá Segundo Grau Paraquedista do Exército Brasileiro filho de Kinzo Sakamoto .../.../... Kuma e Sidue Sakamoto, .../.../... Kuma viúvo de Bella Ramos Sakamoto 02/02/1941 Brasíl Primeiro Grau - Do Lar filha de Haroldo Ramos dos Santos .../.../... ... e Maria José Ramos .../.../... ... FILHOS: S-1-6-7- Cíntia Sampaio 1 Sakamoto 13/08/1982 São P 415
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-6-72 S-1-6-73 S-1-6-74 S-1-6-72 NASC. Estudante - Cursando Biologia Ambiental ENTEADOS: Washington Ramos Sakamoto Mirian Ramos Sakamoto Fisioterapeuta, Acupunturista Simone Ramos Sakamoto QING – SAKAMOTO Washington Ramos Sakamoto Biologia Analista Sistemas Policial Militar casou-se em................., em .../.../..., com Zhang Xiao Qing Filhos: S-1-6-7Michele Sakamoto 2-1 416 CIDADE UF ÓBITO 29/08/1960 Rio Ja 07/11/1961 Rio Ja 08/07/1966 Rio Ja 29/08/1960 Rio Ja 27/05/1966 ... 04/12/1998 ...
    • CÓDIGO FAMÍLIA S-1-6-74 S-1-6-74-1 S-1-6-74-2 S-1-6-7- NASC. SAKAMOTO – FERNANDES Simone Ramos Sakamoto Curso Superior – Arquiteta União Estável - desde 25/12/1993, com Alberto Britto Sanches Fernandes Curso Superior Arquiteto Professor filho de Carlos Alberto Boudet Fernandes e Lourdes Britto Sanches Fernandes Filhos: Raquel Sakamoto Fernandes Daniel Sakamoto Fernandes Pedro Sakamoto 417 CIDADE UF ÓBITO 08/07/1966 Rio Ja 06/06/1956 Rio Ja 02/04/1927 Rio Ja 10/01/1935 Rio Ja 07/02/1995 Rio Ja 09/01/1997 Rio Ja 03/09/1998 Rio Ja
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 4-3 S-1-6-74-4 S-1-6-74-5 S-1-6-74-6 Fernandes João Sakamoto Fernandes André Sakamoto Fernandes Karen Sakamoto Fernandes MONTANHEIRO – SAMPAIO Luiz Pinheiro S-1-6-8 Sampaio Curso Superior - Juiz de Direito Aposentado Exerceu suas funções em Araçatuba, Promissão, Penápolis, Lins, aposentando- se na cidade de Franca – Estado de São Paulo. casou-se em São Paulo, em 03/09/1983, com Vânia Aparecida 418 CIDADE UF ÓBITO 14/10/2002 Rio Ja 09/07/2004 Rio Ja 07/10/2008 Rio Ja 03/05/1957 Brota 21/05/1962 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Montanheiro Sampaio Curso Superior – Psicóloga filha de Antônio Montanheiro Neto Noêmia do Nascimento Rocha (Luiz divorciou-se em 23/09/1994) FILHOS: CIDADE UF ÓBITO .../.../... ... .../.../... ... S-1-6-8Camila Sampaio 1 12/02/1984 São P S-1-6-8Felipe Sampaio 2 02/03/1986 São P Formado em Educação Física SAMPAIO – MALASPINI S-1-6-8Camila Sampaio 1 Superior Completo Advogada casou-se em 02/10/2010, em 419
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Franca, com Lucas Malaspini da Silva Engenheiro Civil filho de Ronan Luiz da Silva e Maria de Lourdes Malaspini Silva Filhos: S-1-6-8- Lucas Sampaio 1-1 Malaspini Silva CARRION – SAMPAIO Luiz Pinheiro S-1-6-8 Sampaio Em segundas núpcias casou-se em Franca, SP, no dia 12/04/2002, com Lívia Gimenes Carrion Sampaio Curso Superior – Psicóloga filha de Wanderlei Carrion Parra 420 CIDADE UF ÓBITO 20/06/1981 Franc 08/09/1954 Delfin 04/07/1960 S.T. A 04/03/2010 Franc 03/05/1957 Brota 17/03/1978 Franc 27/04/1950 Franc
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. e Maria de Fátima Gimenes Carrion FILHOS: S-1-6-8- Isabele Carrion 3 Sampaio S-1-6-8- Manuela Carrion 4 Sampaio SAMPAIO – RIO Marcia Therezinha Pinheiro Sampaio do S-1-6-9 Rio Terceiro Grau Psicologia – Estagiária casou-se em São Paulo, em 18/02/1984, e divorciou-se em 19/07/1996, de Pedro Diniz Chaves do Rio Terceiro Grau – Mestrado Administrador de 421 CIDADE UF ÓBITO 18/05/1957 Franc 16/08/2002 Franc 03/04/2009 Franc 24/08/1961 Brota 24/04/1965 ...
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Empresas Empresário filho de Manoel Augusto Chaves do Rio .../.../... ... e Maria Helena Chaves .../.../... ... FILHOS: S-1-6-9- Pedro Henrique 1 Sampaio do Rio 26/08/1986 São P Graduado no Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria no Centro Universitário SENACÁguas de São Pedro Vivian Sampaio do S-1-6-9- Rio 2 Estudante 29/11/1988 São P SAMPAIO – FERREIRA Márcia Therezinha Pinheiro Sampaio S-1-6-9 Ferreira 24/08/1961 Brota casada desde 422
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 27/02/2002, com Antonio Ferreira Filho, separado de Nadja Sobral Garção desde 15/01/1994, Segundo Grau – Cabeleireiro ENTEADOS: CIDADE UF ÓBITO .../.../... ... .../.../... ... S-1-6-9Deniz Sobral Garção 3 05/02/1982 ... S-1-6-9- Rafael Antonio 4 Garção Ferreira 22/05/1987 ... SAMPAIO – PARENTE Benedita Souza S-1-9 Sampaio Parente 12/11/1922 Brota Segundo Grau TC-11-9- Func. Publica 1-8 Aposentada casou-se em Brotas, em 28/12/1947, com 423
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Celso Parente Segundo Grau - Func. Publico Aposentado filho de Lázaro Parente e de Aurora Moreira Parente FILHOS: Ivone Sampaio S-1-9-1 Parente Luiz Carlos Sampaio S-1-9-2 Parente PARENTE – BITTAR Ivone Sampaio S-1-9-1 Parente Bittar Universitária – Editora casou-se em São Paulo, em 08/02/1979, com José Jaci Luz Bittar Universitário – Jornalista 424 CIDADE UF ÓBITO 19/09/1923 Brota 03/01/1901 Miras 19/03/1905 Brota 03/12/1948 Brota 10/10/1952 Brota 03/12/1948 Brota 09/09/1952 São P
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. filho de Jose Bittar e Neiva Luz Bittar FILHOS: S-1-9-1Bruna Parente Bitar 1 FIGUEIREDO – PARENTE Luiz Carlos Sampaio S-1-9-2 Parente Universitário Engenheiro Civil, Administrador de Empresas Microempresário casou-se em São Paulo, em 08/03/1980, com Celina Irene Figueiredo Parente Universitária Cirurgiã Dentista filha de Cássio de Castro Figueiredo e Célia Sebastiana 425 CIDADE UF ÓBITO 09/08/1928 M. Az 04/06/1922 Soled 20/09/1983 São P 10/10/1952 Brota 10/12/1956 São P 17/09/1920 Moco 20/01/1923 Batat
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Nunes Figueiredo FILHOS: S-1-9-2- Victor Figueiredo 1 Parente 25/12/1982 Atiba Solteiro - Estudante de Engenharia - FEI S-1-9-2- Rodrigo Figueiredo 2 Parente 03/06/1986 Atiba Cursando o Terceiro Grau – Tenista SAMPAIO – SAMPAIO Ana Cacilda de S-1-10 Souza Sampaio 14/09/1925 Brota Segundo Grau – TC-11-9- Agente - Organização 1-9 Escolar Funcionária Pública – Aposentada casou-se em Brotas, em 18/09/1947, com TC-11-9- Benedito Pinheiro 4-4 Sampaio 18/08/1922 Brota 426
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Primeiro Grau Inspetor de Alunos Funcionário Público – Aposentado filho de Clodoaldo Camargo Sampaio e Ana Cândida Pinheiro Sampaio FILHOS: Ricardo de Souza S-1-10-1 Sampaio Ana Lucia de Souza S-1-10-2 Sampaio CURIMBABA – SAMPAIO Ricardo de Souza S-1-10-1 Sampaio Segundo Grau funcionário Aposentado da Caixa Econômica Estadual de São Paulo casou-se em São Paulo, em 427 CIDADE UF ÓBITO 05/06/1885 Camp 14/08/1881 Brota 14/07/1949 Brota 30/09/1955 Brota 14/04/1949 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. 05/09/1981, com Sandra Benedita Curimbaba Sampaio Terceiro Grau – Fisioterapeuta filha de João Moreira Curimbaba e América Benedita Paiva Curimbaba FILHOS: S-1-10- Thiago Curimbaba 1-1 Sampaio Universitário - Estudo de Computação S-1-10- Diogo Curimbaba 1-2 Sampaio Estudante - Educação Física SAMPAIO – ALENCAR Ana Lúcia Sampaio S-1-10-2 Alencar Segundo Grau Funcionária Pública casou-se em São 428 CIDADE UF ÓBITO 21/10/1952 São P 08/04/1918 Ouro 21/05/1927 Sta. C 22/03/1983 São P 01/03/1984 São P 30/09/1955 Brota
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE UF ÓBITO Paulo, em 09/01/2010, com Luciano Delmo de Alencar 25/12/1932 Itabir Universitário Enfermeiro Aposentado viúvo de Odete Alencar ENTEADOS: Ana Cristina Alencar Marcelo Luiz Alencar Luciano Alencar Filho SAMPAIO – CAMARGO Leonor de Souza S-1-11 Sampaio Galvão TC-11-9- Segundo Grau - Do 1-10 Lar casou-se em Brotas, em.. .../....../......, com Cássio Galvão de 429 .../.../... ... .../.../... ...
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. Camargo Terceiro Grau Coletor Federal filho de Sebastião Camargo e Benedita Galvão de Camargo FILHOS: Fátima Helena S-1-11-1 Camargo Galvão 430 CIDADE UF ÓBITO .../.../... ... .../.../... ... .../.../... ...
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE ORAÇÃO DA MANHÃ E DA NOITE Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, Se a ti me confiou a piedade divina, Hoje e sempre me rege, guarde, governe e ilumine. AMEM. Com Deus me deito, Com Deus me levanto, Com as graças de Deus, Divino Espírito Santo. Nesta cama eu não me deito, Deito no colo de Jesus, Com esta coberta não me cubro, Cubro com a cruz de Jesus. Fazer o sinal da cruz, igual ao pelo sinal, e dizer: A cruz - de Jesus Cristo, (testa) Deitai - sobre nós, (boca) Nela morreu Cristo – (tórax) 431 UF ÓBITO
    • CÓDIGO FAMÍLIA NASC. CIDADE Tende piedade de nós. Em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo, AMEM. Rezar, um Pai Nosso... e uma Ave Maria... Oração ensinada pela vovó Ignez Globaschnick Manzutti (trouxe da Áustria) Adolpho & Ilze 432 UF ÓBITO