PUB3AN - Aula02

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Aula de Comunicação Audiovisual em Publicidade do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade da Cidade

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PUB3AN - Aula02

  1. 1. Comunicação Audiovisual e Publicidade Neca Boullosa
  2. 2. Fluxograma de um VT Briefing Roteiro Decupagem Pré-produção Produção Finalização
  3. 3. Briefing <ul><li>Antes de mais, importa relembrar que briefing deriva da palavra brief, que significa breve, curto, sucinto, conciso. </li></ul>
  4. 4. Briefing <ul><li>Por outro lado, e porque também o é, este documento deve resultar de uma originalidade de pensamento , de algum raciocínio imaginativo, criativo. </li></ul>
  5. 5. Briefing <ul><li>Ou seja: deve ser mais que a mera compilação da informação, o seu principal papel é informar, claro está, mas acima de tudo, inspirar a equipa criativa. </li></ul>
  6. 6. Mau Briefing <ul><li>é um documento sem conteúdo estratégico </li></ul><ul><li>que não contém nada de novo, relevante, diferente ou interessante </li></ul><ul><li>confuso, complicado, “sem fio condutor” </li></ul><ul><li>vago longo e pouco preciso </li></ul><ul><li>pouco estimulante para os criativos </li></ul>
  7. 7. Bom Briefing <ul><li>é um documento que define de forma precisa o que a Publicidade vai fazer pela marca </li></ul><ul><li>contém uma ideia estratégica forte e diferenciadora </li></ul><ul><li>é claro e lógico e focalizado </li></ul><ul><li>é uma fonte de inspiração para os criativos </li></ul>
  8. 8. Porque anunciar? <ul><li>Numa frase: porque é que a Publicidade é para aqui chamada? </li></ul><ul><li>É um produto novo? </li></ul><ul><li>É uma oportunidade de mercado ou de timming? </li></ul><ul><li>É o porquê? </li></ul>
  9. 9. O que se espera da publicidade? <ul><li>Concretamente: que reação queremos obter? </li></ul><ul><li>Ou seja, o que queremos que as pessoas pensem/sintam como consequência da comunicação? </li></ul>
  10. 10. Para quem vamos falar? <ul><li>Com quem estamos falando? </li></ul><ul><li>É quem vai utilizar? Não é? </li></ul><ul><li>Como é que são essas pessoas? </li></ul><ul><li>O que as preocupa? </li></ul><ul><li>O que as motiva? </li></ul>
  11. 11. Qual a principal mensagem? <ul><li>Qual é a “coisa” que queremos que as pessoas retenham, se não se lembrarem de mais nada? </li></ul><ul><li>Não é o que tem de ser dito. É o que tem de passar. </li></ul>
  12. 12. Erros comuns no Briefing <ul><li>Briefing muito extenso. </li></ul><ul><li>Ele é caracterizado pela extensão, por ser excessivamente elaborado, abarrotado de todos os fatos que possivelmente podem ser do uso de alguém. Desperdiça-se tempo (e conseqüentemente dinheiro) na sua preparação e leitura. Ele tende a confundir e não a esclarecer. Ele não é errado somente porque é longo, mas porque não é seletivo. </li></ul>
  13. 13. Erros comuns no Briefing <ul><li>  Briefing demasiadamente sistematizado. </li></ul><ul><li>Aqui o perigo é que o sistema se torna mais importante que a informação que deveria ser resumida e transmitida. Conseqüentemente, ele tende a atrapalhar e não a ajudar, a confundir e não a esclarecer. Um exemplo típico é um questionário excessivamente elaborado que tenta dar a todos os aspectos uma importância igual, quer sejam relevantes ou não. </li></ul>
  14. 14. Erros comuns no Briefing <ul><li>Briefing curto demais. </li></ul><ul><li>Isso significa um briefing com deficiências de informação, deixando muito espaço para o pensamento ilimitado do pessoal criativo. Como resultado, suas idéias podem não ser direcionadas para o foco correto. </li></ul>
  15. 15. Erros comuns no Briefing <ul><li>Briefing muito dogmático. </li></ul><ul><li>Isso pode ocorrer, por exemplo, quando alguém na organização do cliente tem idéias fortes, pré-concebidas sobre qual deve ser o approach da propaganda. Pode também ocorrer quando as conclusões da pesquisa são interpretadas muito literalmente. </li></ul>
  16. 16. Erros comuns no Briefing <ul><li>Briefing na hora e da maneira erradas. </li></ul><ul><li>A falta de coordenação leva a idéias confusas e até conflitantes. Muitas reuniões, poucas reuniões. Muito tempo gasto com coisas secundárias. Pouquíssimo tempo para o desenvolvimento criativo – ou talvez até muito, tornando o interesse e o entusiasmo menores. </li></ul>

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