Sequência didática _direito_à_diferença_b rincar_e_aprender (final)

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Sequência didática _direito_à_diferença_b rincar_e_aprender (final)

  1. 1. 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE EDUCAÇÃO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM ALFABETIZAÇÃO, LEITURA E ESCRITA DO ESPÍRITO SANTO PACTO NACIONAL ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA TERCEIRO ENCONTRO COM ORIENTADORES DE ESTUDOS – 1º ANO /2014 SEQUÊNCIA DIDÁTICA “DIREITO DE SER DIFERENTE, BRINCAR E APRENDER” OBJETIVOS E CONTEÚDOS MATEMÁTICA: OBJETIVOS CONHECIMENTOS  Caracterizar um "problema matemático" como uma situação de imaginação e descoberta;  Resolver situações-problema, utilizando e comunicando estratégias pessoais;  Calcular adição e subtração sem agrupamento;  Conhecer os algoritmos a partir da compreensão dos significados das operações de adição e subtração;  Representar figuras geométricas planas, reconhecendo e descrevendo informalmente o número de lados;  Utilizar a régua para traçar e representar figuras geométricas e desenhos;  Contagem, comparação, junção, separação de quantidades;  Problemas orais, com textos escritos e com imagens;  Estratégias individuais e coletivas de resolução de problemas;  Ideia aditiva (adição e subtração);  Algoritmos da adição e da subtração;  Figuras geométricas planas;  Retângulo, Identificação de lados. LÍNGUA PORTUGUESA: OBJETIVOS CONHECIMENTOS Leitura:  Antecipar sentidos e ativar conhecimentos prévios relativos aos textos a serem lidos pelo professor ou pelas crianças;  Apreender assuntos/temas tratados em textos de diferentes gêneros, lidos pelo professor ou outro leitor experiente;  Estabelecer relação de intertextualidade entre textos. Produção de textos orais e escritos:  Planejar a escrita considerando o contexto de produção;  Produzir texto atendendo a finalidade;  Produzir texto de acordo com as convenções do sistema de escrita (espaços em branco, direção e alinhamento, correspondência sons e letras etc);  Participar de interações orais em sala de aula, questionando, sugerindo, argumentando e respeitando os turnos de fala; Sistema de escrita:  Compreender que palavras diferentes compartilham certas letras;  Identificar semelhanças sonoras em sílabas;  Reconhecer que as sílabas variam quanto às suas composições;  Reconhecer unidade da palavra sílaba;  Perceber que as vogais estão presentes em todas as sílabas;  Conhecer e fazer uso das grafias de palavras com correspondências regulares contextuais entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro;  Dominar as correspondências entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a ler palavras e textos;  Dominar as correspondências entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a escrever palavras e textos. Leitura:  Estratégias de leitura: antecipação, verificação e inferência. Produção de textos orais e escritos:  Desenvolvimento da oralidade;  Estratégias de produção textual  Finalidade de escrita cartaz; Sistema de escrita:  Categorização funcional;  Direção e alinhamento da escrita;  Unidade da palavra: sílaba;  Sons representados por letras diferentes (C e Ç).
  2. 2. 2 DESENVOLVIMENTO 1. Introdução da temática da Sequência Didática com leitura mediada pela professora do anúncio publicado no seguinte cartaz (se possível usar cópia grande e colorida, ou em slide): O texto foi produzido pela Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais (AVAPE). Que tipo de ajuda você acha que essa entidade dá às pessoas com deficiência? Que tipo de ajuda deu a menina do texto acima? Agora vamos ler as informações escritas na parte de baixo do texto. a) No texto há uma menina. O que ela tem de diferente de outras crianças dessa idade? b) Observe que a menina está sorrindo. O que esse sorriso expressa? c) Ao lado da menina, há um adesivo com uma palavra incompleta: esperan __ __. - Observe que há duas opções para completar essa palavra. - Que palavra será formada, caso o leitor escolha a sílaba do? - E se escolher a sílaba ça? d) Qual seria a mais coerente para a situação retratada na imagem? e) Por que, em sua opinião, ela se sente assim? f) O que a cadeira de rodas pode proporcionar à menina?
  3. 3. 3 2. Trabalhando com o Livro Didático de Alfabetização: A escola é nossa: 2.1 Os direitos das crianças são garantidos em lei: leitura mediada pela professora do texto sobre os direitos das crianças, p. 162. (Incentivar a participação na leitura, assim, ora a professora lê ora alguma criança) (Após a leitura retomar cada direito para ampliar a compreensão dos mesmos) AMPLIANDO CONHECIMENTOS: As características do gênero textual ANÚNCIO a) Você já leu algum texto parecido com esse? O texto que acabamos de ler é um anúncio publicitário. Os anúncios incentivam o leitor a fazer algo, por isso precisam ter poucas informações e serem atrativos, procurando despertar o interesse do leitor. Utilizam imagens e como o texto possui um caráter persuasivo, elas devem ser atraentes e inusitadas. b) Vocês acham que esse anúncio chama a atenção do leitor? Por quê? c) O assunto tratado no anúncio é importante? O que ele incentiva o leitor a fazer?
  4. 4. 4 2.2 Ampliando o diálogo com os textos:  Qual dos direitos contidos nesse texto está mais direcionado para a menina do anúncio?  Quais outros cuidados especiais uma criança com deficiência física necessita?  Você conhece outras crianças que precisam desses cuidados? 2.3 Ter deficiência física não significa que você esteja impossibilitado de brincar, de se locomover. Têm muitas pessoas com limitações físicas que fazem normalmente atividades do dia a dia. Tem também atletas com deficiência física. Você conhece alguns? (Pode ser feita pesquisa com as crianças e produção de painel com fotos e nomes de atletas/pessoas conhecidas). a) As pessoas não podem perder a: b) Na palavra acima completamos com a sílaba ÇA. O que ela tem de diferente da letra C? Você sabe como chamamos a letra Ç? (A letra Ç tem o nome cê-cedilha. É a letra C com uma curvinha voltada para a esquerda e colocada em baixo da letra) c) Mas será que só tem isso de diferença?  Vamos voltar no texto, página 162, no segundo direito. Nesse direito, circule uma palavra com que termine com ÇA e outra que termine com CA.  Quais palavras foram circuladas? (pedir que leiam em voz alta, que ditam as letras para você registrar no quadro, mediar caso ditem outras palavras, destacando as que terminam com as sílabas solicitadas) MÉDICA CRIANÇA (A ESCOLA É NOSSA: LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO, 2011)
  5. 5. 5  Ao ler as palavras acima observamos que há diferença no som de CA e de ÇA?  Como iríamos ler essas palavras se fossem escritas assim: MÉDIÇA CRIANCA  O que aconteceu? As palavras foram lidas da mesma forma? Essas palavras escritas assim existem?  Podemos concluir então, que a letra Ç é diferente na escrita e no som da letra C. 2.4 Encontre no texto uma palavra que termine com a mesma sílaba de CRIANÇA. (A palavra é RAÇA) 2.5 Vamos voltar no texto e circular todas as palavras que foram escritas com Ç. (solicitar que ditem as palavras encontradas para a professora registrar no quadro. Ler com as crianças novamente todas as palavras) 2.6 Realizar a atividade da página 163. (A ESCOLA É NOSSA: LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO, 2011)
  6. 6. 6 a) Por que você não pintou essas palavras? Elas contêm Ç? (Destacar que tem Ç, mas com outras vogais, portanto, sons diferentes). b) Circule as sílabas que são diferentes. (Acompanhar se todos os alunos estão compreendendo o que é sílaba). 3. Vamos pesquisar em jornais e revistas palavras escritas com Ç e C. (Organizar a turma em pequenos grupos. Cada criança deverá encontrar uma palavra - solicitar que recortem palavras com letras maiores, pois serão coladas em um cartaz. Na apresentação as crianças irão à frente para ler a palavra encontrada). 4. Selecionar as palavras encontradas onde Ç e C que tenham o mesmo som para colar no cartaz com objetivo de explorar o valor fonético de “cê”. (Fazer duas colunas, uma para palavras escritas com Ç e outra para palavras escritas com C. Destacar a diferença que o emprego da letra Ç e da letra C produz ao ler as palavras). Exemplo: Palavras com som “cê” escritas com C Palavras com som “cê” escritas com Ç CEBOLA ROÇA  Solicitar que as crianças façam a mesma tabela no caderno. (É legal entregar chamex colorido para organizar a tabela);  Solicitar que circulem como a professora fará no cartaz as sílabas com Ç ou C;  Solicitar que pintem as letras que estão acompanhando essas letras. (Chegar à conclusão com as crianças que antes de A, O, U usamos Ç e antes de E, I usamos C, sistematizando as conclusões no cartaz);  Ao terminar o cartaz deixar exposto na sala. (Interessante ter um espaço na sala para afixar os cartazes das letras estudadas. Muito interessante é digitar e colar no final do caderno para que as crianças consultem quando tiverem dúvidas). Avaliação e acompanhamento das aprendizagens: Observar se a criança está lendo e como está lendo, se compreendeu o som que a letra Ç representa nas palavras. Registrar observações por alunos acerca do aspecto leitura e da apropriação do conhecimento trabalhado.
  7. 7. 7 5. Realizar as atividades do livro página 164: Avaliação e acompanhamento das aprendizagens: A realização das atividades 3 e 4 permite ao professor acompanhar as apropriações do que foi trabalhado. Lembrar de que estamos tratando de conhecimentos que não são apropriados de forma linear. A retomada ao cartaz será sempre necessária, além disso, as crianças têm ritmos diferenciados de aprendizagem. Assim, é fundamental registrar como está acontecendo a apropriação desse conhecimento para o acompanhamento do percurso de aprendizagem de cada criança. O registro poder ser realizado em fichas de acompanhamento ou por meio de anotações pessoais do/a professor/a. Essas aprendizagens podem ser acompanhadas ainda nos momentos de produção textual, observando como a criança utiliza os conhecimentos sobre essas relações sons e letras na elaboração dos seus enunciados. (A ESCOLA É NOSSA: LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO, 2011) Fazer avaliação dos conhecimentos prévios das crianças sobre formas geométricas.
  8. 8. 8 6. Produção de textos sobre direitos e deveres (página 165): Nós temos muitos direitos, mas para todo direito há um dever, ou seja, algo que precisamos fazer para que possamos usufruir de determinado direito.  Ler o exemplo do livro: “Direito a receber elogios por ter feito as tarefas escolares. Dever de fazer com capricho as atividades escolares”. Vamos compartilhar com nossos colegas o que temos estudado sobre direitos e deveres das crianças. Temos direito a utilizar os espaços da escola e os serviços que ela oferece, pois estamos em um ambiente público, onde os direitos são para todos, mas temos também alguns deveres a cumprir. Vamos produzir placas com mensagens para afixar em vários locais da escola. (Sugestão: fazer parceria com Arte para produção do suporte textual).  Para quais espaços da escola podemos produzir textos? (refeitório, sala de aula, banheiros, biblioteca, etc.) (A ESCOLA É NOSSA: LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO, 2011)
  9. 9. 9 7. Conhecendo a história do Lucas e seus colegas de classe: Literatura do PNAIC – QUEM GANHOU O JOGO? 7.1 A capa do livro De olho na mediação: organizando grupos para a produção dos textos PROPOSTA 1: O (a) professor (a) poderá fazer grupos com crianças que estão em distintos processos de apropriação da leitura e da escrita. 1º - Crianças que precisam de mais mediação podem fazer duplas para completarem os textos da página 165. Assim, cada dupla ficaria com um direito. 2º - Crianças que já leem e escrevem de forma mais autônoma pode também, em duplas, elaborar direitos e deveres que temos na utilização dos banheiros, refeitório, biblioteca, sala de vídeo, etc. Enquanto as crianças realizam a produção de forma mais autônoma, o (a) professor (a) poderá mediar a produção do 1º grupo, contribuindo com reflexões sobre o sistema de escrita, que inclui as reflexões sobre as relações sons e letras e letras e sons. PROPOSTA 2: Organizar grupos de crianças que requerem mediação com outras que realizam atividade de escritura dos textos de forma mais autônoma. Vamos observar a capa do livro (sugestão: entregar uma cópia da capa para cada criança colar em seu caderno): a) Qual o título do livro? (Pintar ou destacar o que não é letra no título e questionar sobre o nome desse sinal e porque foi utilizado) b) Quem é o autor? (Destacar onde está escrito) c) De qual jogo o título pode estar se referindo? (Explorar o desenho da capa sobre basquete.) d) Na capa vemos alguns personagens da história. Como eles são? (Meninos? Meninas? Tem alguma deficiência?) e) Um deles chama-se Lucas e é o personagem principal da história. Quem você acha que é o Lucas? (Registrar as hipóteses no quadro.) d) O menino da cadeira de rodas fará parte de um time de basquete. Você acha que é possível uma pessoa com deficiência jogar basquete? Por quê? Como?
  10. 10. 10 7.2 Leitura mediada da história com questionamentos que ajudem na produção de sentidos (Esses questionamentos podem ser propostos ao longo da história ou após uma primeira leitura do texto, de modo a desenvolver capacidades de leitura, de acordo com legenda abaixo): a) Qual é a deficiência que o personagem Lucas tem? Como ele se sente? (IE) b) Qual é o sonho de Lucas? (IE) c) Assim como a menina retratada no anúncio que lemos; Lucas também possui uma cadeira de rodas que ajuda em sua locomoção. Mas mesmo assim, ele encontra muitos desafios. Quais são os desafios que Lucas enfrenta para se locomover nas calçadas das ruas e na escola? (IE) d) Em sua opinião, as ruas e as escolas da cidade onde você mora estão preparadas para receber as pessoas que utilizam cadeiras de rodas? Por quê? (PC) e) Como Lucas se sentia na hora do recreio? Por quê? (IE/SC) f) O que ele fazia para espantar sua tristeza? (IE) g) Qual a aula era mais difícil para Lucas? Por quê? (IE/SC) i) Qual foi a grande novidade? E então, Lucas será capaz de jogar basquete a partir do modo como o professor propôs? (IE/AS) j) O professor explicou que no basquete é muito importante o trabalho em equipe. Você concorda com ele? Por quê? (PC) k) Além disso, ele disse que é importante saber Matemática. Por quê? (IE) Avaliação e acompanhamento das aprendizagens: Durante a leitura mediada é fundamental observar a participação das crianças e as capacidades de leitura que elas estão desenvolvendo/apropriando, conforme questionamentos propostos que indicam como elas interagem com o texto, como por exemplo:  Identificando informações explícitas (IE);  Compreendendo sentidos contextuais (SC);  Antecipando sentidos (AS);  Expressando ideias, opiniões, julgamentos - posicionando criticamente (PC). É importante observar quando as crianças não participam ou participam pouco das interlocuções orais com o texto para planejar mediações que favoreçam o envolvimento de todas. As gravações em áudio ou audiovisuais são recursos interessantes para acompanhar e avaliar as aprendizagens relacionadas à leitura, concebendo-a como um processo de produção de sentidos que ocorre na interação autor-texto-leitor. SUGESTÃO: pode-se elaborar com as crianças um levantamento das condições de acessibilidade, na escola e nos arredores, para pessoas com necessidades especiais de locomoção, propondo um exercício de observação no espaço escolar e no caminho para a escola: Há alunos cadeirantes na escola? Como se dá o acesso deles às classes? E à calçada da frente? Quais são os maiores obstáculos nesse percurso? .
  11. 11. 11 Sugestão: para acompanhar e avaliar as aprendizagens relacionadas à leitura, o (a) professor (a) pode elaborar um cartaz contendo perguntas e respostas para que as crianças de forma coletiva coloquem seus nomes em cartões que serão colados nas opções que pensam ser as corretas. Exemplo: O que Lucas fazia para espantar sua tristeza? (IE) 1.Se tornava invisível 2.Virava piloto de Fórmula Um 3. Chorava OBS: O (a) professor (a) poderá guardar os cartazes, ou registrar informações por aluno acerca das estratégias de leitura que precisam ser mais trabalhadas/mediadas no processo de alfabetização e quais eles estão mais desenvolvidos. Importante, destacar que várias atividades são necessárias para acompanhar aprendizagens relacionadas às estratégias de leitura.
  12. 12. 12 7.3 Vamos retomar algumas partes da história para entender melhor como a Matemática ajudou as crianças no jogo de basquete (A professora pode voltar a algumas partes da história, como os exemplos que se seguem, para explorar conhecimentos matemáticos em destaque no texto. Essas atividades podem ser registradas no Caderno de Matemática.): APRENDENDO MATEMÁTICA COM LUCAS E SEUS AMIGOS 1. AS COLEÇÕES:  Lucas adora juntar coisas. E você, também gosta de juntar coisas? O quê, por exemplo?  Lucas tem dois potes de bolinhas. É possível saber quantas bolinhas tem em cada pote só observando as quantidades? Qual você acha que tem mais?  Os meninos contaram as bolinhas e descobriram que um pote tem 20 e outro, 16. Qual tem mais? Quantas a mais?  E quantas bolinhas têm ao todo? Como você fará para descobrir?  Vamos ler a história para saber como os personagens resolveram esse problema? (p. 10)  Você também conta nos dedos para somar quantidades? Por quê?  De que outro modo eles também poderiam fazer essa conta? (sistematizar no quadro algoritmo da adição) Avaliação e acompanhamento das aprendizagens: A partir dos questionamentos abaixo é possível observar se e como as crianças utilizam capacidade do senso numérico. Além do uso dos dedos para contagem e solução de problemas. SUGESTÃO: Pedir que as crianças levem para a classe coisas que gostam de juntar ou coleções. Explorar classificação, agrupamentos, contagem, mais/menos. Criar problemas a partir das coleções das crianças. Por exemplo: vamos dar 5 figurinhas para este aluno e 5 para aquele. Quantas figurinhas vamos precisar? Na disputa pelas bolinhas de gude, um aluno terminou com 13 bolinhas e outro com 7. Quantas bolinhas o primeiro aluno tem a mais do que o segundo? .
  13. 13. 13  E agora, como você resolveria esse desafio?  Pense e responda em seu caderno (Solicitar que as crianças copiem o problema): LUCAS TINHA 28 FIGURINHAS. ELE PERDEU 10 PARA O PAULO. COMO SABER COM QUANTAS FIGURINHAS LUCAS FICOU?  Vamos voltar ao livro e verificar como Lucas resolveu o desafio!  E então, como ele fez? O modo como ele resolveu se parece com o seu?  Você chegou ao mesmo resultado que ele? Avaliação dos conhecimentos prévios das crianças sobre adição e subtração. Qual estratégia/ideia utilizou para resolver o problema?
  14. 14. 14 2. O JOGO DE MINIBASQUETE RESPONDA EM SEU CADERNO:  QUAL CESTA VALE MAIS PONTOS? __________________________________________________________  QUAL CESTA VALE MENOS PONTOS?_________________________________________________________  QUANTOS JOGADORES TERÁ CADA TIME? ____________________________________________________  O PROFESSOR ORGANIZOU DOIS TIMES. ENTÃO, QUANTAS CRIANÇAS PARTICIPARAM DO CAMPEONATO DE MINI-BASQUETE? Avaliação dos conhecimentos prévios das crianças sobre o campo aditivo. Qual estratégia/ideia utilizou para resolver o problema?
  15. 15. 15  Se eles fizeram duas cestas de três pontos, quantos pontos fizeram?  Lucas apresentou seus registros de observador para o time. Vamos copiar esses registros no caderno: 2. REGISTROS DE LUCAS NO JOGO DE MINIBASQUETE: RESPONDA: QUANTOS PONTOS ELES TINHAM AO TODO? ___________________________________________ QUANTOS PONTOS ELES PERDERAM? _________________________________________________ COM QUANTOS PONTOS ELES FICARAM? ______________________________________________ ELES PERDERAM OU GANHARAM MAIS PONTOS? _______________________________________ Avaliação e acompanhando dos conhecimentos prévios das crianças sobre adição e subtração. Qual estratégia/ideia utilizou para resolver o problema?
  16. 16. 16 VAMOS VER EXEMPLOS, EM NOSSO LIVRO DE MATEMÁTICA, DE COMO PODEMOS JUNTAR QUANTIDADES: PROJETO BURITI, 1º ANO, 2012.
  17. 17. 17 VAMOS VER EXEMPLOS, EM NOSSO LIVRO DE MATEMÁTICA, DE COMO PODEMOS TIRAR QUANTIDADES: 4. Explorar o jogo: minibasquete / basquete: 4. PROJETO BURITI, 1º ANO, 2012.
  18. 18. 18 8. Ampliando conhecimentos sobre o campo aditivo a partir do livro de Matemática  Considerando os conceitos trabalhados na formação, de que modo essa atividade pode ser (re) significada?  Como acompanhar e avaliar as aprendizagens das crianças? PROJETO BURITI, 1º ANO, 2012.
  19. 19. 19 PROJETO BURITI, 1º ANO, 2012.  Considerando os conceitos trabalhados na formação, de que modo essas atividades podem ser (re) significadas?  Como acompanhar e avaliar as aprendizagens das crianças?
  20. 20. 20 9. Na história que lemos Lucas aprendeu a jogar Basquete. Para isso, precisou aprender algumas regras. Leia as informações sobre as regras do Basquete na atividade do livro de Matemática e veja se conferem com as regras do jogo da história: a) De acordo com o livro de Matemática, quantos pontos vale um lance livre? b) Marque com X o local onde ocorre o lance livre. c) Marque com X a linha de 3 pontos. d) Quanto vale um arremesso de dentro da linha de 3 pontos? e) E um arremesso de fora da linha de 3 pontos? f) A quadra de basquete tem uma forma geométrica. Como se chama essa forma? Por quê? g) Vamos desenhar outra quadra de basquete na figura que a professora vai entregar. Desta vez vamos partir de outro ponto de vista (As crianças devem ser orientadas a dividir a quadra ao meio, observar as demais linhas que são utilizadas para marcação de pontos). PROJETO BURITI, 1º ANO, 2012, p. 156. Avaliação e acompanhamento das aprendizagens: pedir às crianças que desenhem jogadores arremessando a bola na linha de 3 pontos. Em que local estariam? E se fosse à linha de 2 pontos? E lance livre?
  21. 21. 21 h) Imagine que dois times disputaram uma partida de basquete nessa quadra e veja os resultados na tabela (retomar atividade do LD): i) Vamos descobrir quem ganhou o jogo? Avaliação e acompanhamento das aprendizagens: propor às crianças que criem um problema a partir dos resultados do jogo para que um colega resolva. Elas irão trocar os problemas e depois avaliar como os colegas resolveram. Compartilhar os resultados na roda de conversa. A professora deve registrar quais ideias e estratégias foram requeridas na resolução dos problemas.
  22. 22. 22 10. PARA AMPLIAR O TEMA (Pode-se propor para as crianças uma pesquisa sobre o Basquetebol e, em especial, sobre a Seleção Brasileira de Basquetebol Paraolímpico, fazendo leitura de textos sobre o tema, construção de murais com fotos e produções das crianças): Você já ouviu falar sobre as Olimpíadas? Um pouquinho de história... Olimpíada é o nome dado ao período de quatro anos compreendido entre duas edições dos Jogos Olímpicos. O termo "Olimpíada" também costuma ser utilizado para designar uma edição dos Jogos Olímpicos, conhecidos coletivamente como "Olimpíadas". As Olimpíadas acontecem de quatro em quatro anos, onde atletas de centenas de países se reúnem num país sede para disputarem um conjunto de modalidades esportivas. http://pt.wikipedia.org/wiki/Olimp%C3%ADada Você conhece esse símbolo? É a bandeira das Olimpíadas. Conheça a sua história. A própria bandeira olímpica representa essa união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados, representando os cinco continentes e suas cores. A paz, a amizade e o bom relacionamento entre os povos são os princípios dos jogos olímpicos. Os jogos olímpicos foram originalizados na Grécia Antiga. Você sabia que foi no estádio Panathenaic em Atenas que ocorreu a primeira Olimpíada? Os Jogos Olímpicos tiveram inicio na cidade de Olímpia na Grécia, os participantes realizavam para homenagear o Deus Zeus. Somente os homens participavam dos jogos. O vencedor recebia uma coroa de louro ou de folhas de oliveira. Modalidades praticadas: arremesso de dardo, salto em altura, lançamento de disco, corridas, lutas e muitas outras. A primeira olimpíada aconteceu em 1896, na época da era moderna em Atenas, com a participação de 14 países. http://pt.wikipedia.org/wiki/Olimp%C3%ADada PROJETO BURITI, 1º ANO, 2012.
  23. 23. 23 Agora que você já conhece o conceito da palavra Olimpíada, você sabia que para as pessoas com deficiência também têm a sua Olimpíada? Ela acontece logo após os jogos olímpicos e chama-se Paraolimpíada. Vamos conhecer a história? Os Jogos Paraolímpicos ou Paralímpicos são o maior evento esportivo mundial envolvendo pessoas com deficiência. Incluem atletas com deficiências físicas (de mobilidade, amputações, cegueira ou paralisia cerebral), além de deficientes mentais. Realizados pela primeira vez em 1960 em Roma, Itália. (...) O Brasil tem conseguido destaque nas últimas edições dos Jogos Paralímpicos. http://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_Paraol%C3%ADmpicos Assim como aconteceu com Lucas e seus amigos a Paralimpíada tem jogo de basquete para cadeirantes e o Brasil tem representação. Vamos conhecer? O que é a Confederação Brasileira de Basquetebol em cadeiras de rodas? Apesar do Basquetebol em Cadeira de Rodas ser a mais antiga modalidade de esportes praticada por portadores de deficiência em nosso país, a Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas – CBBC, somente foi fundada em dezembro de 1997, quase quarenta anos depois do basquetebol ser introduzido no Brasil, por Sergio Del Grande e Robson Sampaio. Até então a organização do Basquetebol brasileiro era da competência da ABRADECAR – Associação Brasileira de Desporto em Cadeira de Rodas, que em razão de compromissos com uma dezena de outras modalidades de esportes não dava ao basquetebol brasileiro a atenção merecida.
  24. 24. 24 http://www.cbbc.org.br/cbbc/apresentacao Nós do Estado do Espírito Santo temos o nosso time de basquete sobre cadeiras de rodas, você sabia? Agora, vamos assistir a um lance de partida de basquete sobre cadeiras de rodas, esperamos que vocês curtem. Passar o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ObGXsFHIxgs (3:55) REFERÊNCIAS CAVÉRQUIA, Marcia Paganini. A escola é nossa: letramento e alfabetização, 1º ano. São Paulo: Scipione, 2011. CEREJA, Wiliam; MAGALHÃES, Teresa Cochar. Português: Linguagens: 4º ano. 2 ed. São Paulo: Atual, 2008. GAY, Mara Regina Garcia. Org. Projeto Buriti: Matemática, 1º ano. São Paulo: Moderna, 2011. http://www.cbbc.org.br/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_Paraol%C3%ADmpicos A independência do basquetebol com a criação da CBBC trouxe ao esporte desenvolvimento técnico, tático e tecnológico, através do aprimoramento constante das cadeiras de rodas para sua prática. O Brasil passou a ser respeitado em todo o mundo. Realizou aqui competições internacionais do porte do Mundial Junior, em 2002, e finalmente depois de 16 anos, classificou-se novamente para a disputa dos Jogos Paraolímpicos. O crescimento do basquetebol no Brasil pode ser medido pelo número de clubes praticando a modalidade – mais de 50, espalhados por praticamente todos os estados da federação. Avaliação e acompanhamento das aprendizagens: Propor aos alunos que façam seus comentários sobre o que viram se gostaram o que mais chamaram a atenção deles. Propor que produzam textos sobre o que aprenderam para expor em mural na sala de aula.

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