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  • 1. No seu início, a aviação comercial dava sua importância às cargas. Eram encaminhadas correspondências, pequenos malotes e até materiais como bombas, mísseis e foguetes nos aviões. Muito se deve ao transporte de correios e malotes. Foram eles que num primeiro momento, criaram as condições para que muitas empresas aéreas se estabelecessem e depois pudessem transportar passageiros.
  • 2. Nos anos 50, com o advento dos jatos, muitos aviões tornaram-se obsoletos para transporte de passageiros. Com seus preços rebaixados, surgiu uma oportunidade única para que os operadores fizessem a transformação deles em cargueiros. São desta época os primeiros vôos totalmente de cargas intercontinentais.
  • 3. COMPANHIAS AÉREAS - EMPRESAS LUFTHANSA CARGO: • É a maior Companhia aérea da Alemanha e uma das maiores do mundo. • O transporte de cargas sempre foi uma importante atividade para a empresa. • Em 1994 a empresa foi reorganizada como Lufthansa Carga. • É hoje a segunda maior companhia cargueira do mundo.
  • 4. A Lufthansa Cargo foi eleita a melhor empresa de carga aérea européia na Ásia e o mercado de carga aérea mais importante do mundo. A empresa recebeu a condecoração em Xangai, onde teve lugar na 24ª edição da premiação Asian Freight & Supply Chain Awards (AFSCAs) da revista especializada Cargonews Asia. Com este prêmio, a Lufthansa Cargo ficou à frente da Air France- KLM Cargo e Cargolux, garantindo seu primeiro lugar pela quarta vez consecutiva. Assim, o prêmio de melhor da Europa foi concedido à empresa em dois continentes no prazo de poucas semanas – recebendo o prêmio de melhor empresa de carga aérea européia da Cargo Airline of the Year Awards, em Londres.
  • 5. Federal Expresss – FEDEX: - Fundada em 1º de agosto de 1971 por Frederick W. Smith. - Empresa estadunidense de transporte expresso de correspondências, documentos e objetos, oferecendo ainda vários serviços de logística. FedEx é um acrônimo do nome original da empresa, Federal Express. - É a 2ª maior empresa de transporte aéreo mundial - atrás somente da Delta Airlines.
  • 6. A FedEx foi uma das primeiras empresas a utilizar o código de barra em escala industrial.Tal função foi importante porque o uso de listras impressas na embalagem dos produtos possibilitaria a companhia saber em tempo real qual a situação de seu estoque, quantas unidades vendidas e qual deverá ser o volume de produção no dia seguinte. Uma mercadoria transportada pela FedEx, tem seu código de barras lido entre doze e quinze vezes. Qualquer um pode entrar na Internet e saber em que parte do trajeto está a sua encomenda, e tratando-se de um livro ou CD é apenas um conforto a mais para o consumidor. Foi eleita pelo Great Place to Work Institute (GPTW) como a 11ª melhor empresa para se trabalhar no Brasil.
  • 7. DHL Express: - Seus serviços iniciaram como transporte aéreo de documentos da cidade de São Francisco a Honolulu. - Hoje a empresa torna-se líder do mercado de transporte e soluções logísticas, sendo a maior empresa de entregas expressas do mundo. - Oferece envio expresso, aéreo e marítimo, transporte por terra, contratação de soluções de logística, bem como serviços de correspondência internacional, combinado com cobertura mundial e conhecimento profundo dos mercados locais. - Conecta mais de 220 países e territórios no mundo, operando com quatro divisões especializadas: UPS e TNT.
  • 8. Empresas no Brasil BETA CARGO: - Iniciou suas operações em 1987, compondo-se de 5 empresas independentes que oferecem soluções logísticas. A empresa ainda é pequena se comparada às outras, mas vem crescendo no mercado. ITAPEMIRIM CARGO: - Iniciou suas operações em 1995. Além do transporte de cargas, a empresa também com o segmento de handling/manuseio a terceiros.
  • 9. VARIG LOG: - Na década de 60 a Varig incorporou os primeiros jatos puramente cargueiros a sua frota. - A empresa foi vendida ao grupo de investidores brasileiros chamado Volo que vem investindo na frota. - Atualmente não há mais nenhuma relação acionária entre o grupo Varig e a Varig Log.
  • 10. - Fundada em 1996. É uma divisão do Grupo TAM, sendo a unidade de cargas da Companhia. Antigo nome TAM Express. - Está presente em 45 aeroportos e seu serviço terrestre atinge mais de 3900 cidades no Brasil e exterior. - A TAM Cargo utiliza os porões da frota da TAM Linhas Aéreas, composta por aproximadamente 123 aeronaves em operação. Somente no mercado internacional, a capacidade atual de cargas de exportação e importação da unidades de cargas chega a 440 toneladas por dia - sendo 228 toneladas para a Europa, 160 toneladas para os Estados Unidos e 52 toneladas para o Mercosul.
  • 11. CARGA AÉREA
  • 12. Tipos de Cargas Segundo Magalhães(1998), carga aérea é o termo geral utilizado para denotar o conjunto de bens transportados por via aérea que geram receita excluindo-se destes os passageiros e bagagens. E para Curiel (2001), carga aérea é considerada todos material transportado por meio de aeronaves, cujos valores agregados são normalmente suficientemente elevados para justificar a utilização deste modal.
  • 13. Classificações MALAS POSTAIS: correspondências que são transportadas e distribuídas vias estações portais e entregadores. ENCOMENDAS EXPRESSAS: remessas que exigem entregas rápidas, ou seja, serviços expressos que atendem materiais como documentos, amostras e pequenas encomendas.
  • 14.  CARGA PROPRIAMENTE DITA: materiais na maioria de grandes volumes e dimensões que necessitam ser transportadas nesse modal.
  • 15. Classificação: Segundo Magalhães(2005) Carga Geral: Cargas normais/comuns, que podem ser armazenadas em sistemas porta- paletes.  Não necessitando de cuidados especiais ou procedimentos específicos para armazenagem e manuseio.
  • 16. Carga Fracionada: São utilizadas por empresas que desejam atender diferentes clientes com pequenos volumes, sendo feita a distribuição fracionada.
  • 17.  Carga Expressa: cargas de grande urgência, como as ligadas à saúde (soro, vacinas, e órgãos), ou até mesmo as ligadas em questões diplomáticas.
  • 18. Carga Específica: Possuem características típicas, demandando um procedimento diferenciado.  Perecíveis: cargas com valor comercial e estruturas limitadas pelo tempo, podendo estragar ou não ter utilidade quando não entregues em prazo correto.Ex: flores, mudas, vacinas, alimentos, algumas substâncias químicas. Perigosas: cargas que possuem artigos ou substâncias capazes de impor risco à segurança, saúde ou local. Ex: explosivos, gases, corrosivos, líquido e sólidos inflamáveis, substâncias tóxicas, material radioativo, entre outros.
  • 19. Restritas: são aquelas sujeitas à restrições rigorosas impostas pelas autoridades alfandegárias e governamentais. Ex: armas, explosivos e outros relacionados. Refrigeradas: cargas que precisam ser mantidas a uma temperatura diferente da ambiente para não sofrer modificações que prejudiquem a mercadoria. Alto Valor: materiais de alto valor comercial agregado, exigindo dos operadores do terminal um tratamento especial. Cargas Vivas: compostas por animais vivos, onde são necessários equipamentos e procedimentos específicos, além de instalações especiais, preferivelmente fora da área de armazenagem das outras mercadorias.
  • 20. Vantagens e Desvantagens Vantagens: Dentre as vantagens do transporte aéreo destacam-se a velocidade, a confiabilidade e a eficiência. A questão do manuseio largamente mecanizado e o fácil acesso a regiões inatingíveis para outros modais também são lembradas. Outras boas vantagens desse transporte seriam a facilidade para transportar mercadorias em urgência na entrega e o conhecimento de transporte que é obtido com grande rapidez, por conta de sua emissão antecipada e o fato de se poder contar com o produto mais rápido, ainda se for perecível ou com validade curta.
  • 21. Desvantagens: O modal aéreo é caro, com altos custos fixos e variáveis (aeronaves, combustíveis e manutenção),que perde muito pelas questões de freqüência, consistência, capacidade. Possui também uma capacidade reduzida de transporte, quando há pesos e volumes elevados, pois a aeronave não consegue competir em determinadas situações com navios, por exemplo. Há grandes restrições a cargas perigosas, havendo um rigoroso controle quanto ao transporte desses produtos por via aérea e a armazenagem nos terminais dos aeroporto. Está fora de cogitação o transporte de minérios, grãos, petróleo e químicos a granel por via aérea. Pode ser necessária a conjugação com outros modais, pois alguns países não tem infra-estrutura para o transporte aéreo, pois o mesmo necessita de espaços operacionais.
  • 22. • Conforme Alves (2007), a opção do transporte aéreo no Brasil aparece com grande relevância, sendo que em determinadas regiões chega a ser a única opção de acesso do país. • Isso se deve ao fato do país possuir grandes dimensões territoriais, com uma população espalhada irregularmente e com uma malha rodoviária mal conservada, ferrovias escassas e rede fluvial pouco utilizada.
  • 23. Matriz de transporte no Brasil Fonte: Coppead – UFRJ, 2007
  • 24. Mesmo sendo o modal menos utilizado, o transporte aéreo de carga vem ganhando significativo espaço no Brasil. Segundo a Tecnologística (2007), esse modal é incentivado pelas novas exigências das exportações que vem crescendo bastante e por sua relação custo-benefício. Já em meados de 1945, de acordo com o CTA – Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial o professor Richard H. Smith chefe do Depto. de Aeronáutica do Massachussets Institute of Technology convidado para uma conferência no Brasil já mencionara que uma boa rede de transporte aéreo com boa distribuição abrangendo o território nacional traria grandes vantagens a economia, agricultura e industrialização do país no futuro, sendo o transporte de cargas um negócio bom e lucrativo.
  • 25. Após conferência houve a fundação da Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica, fabricando seus famosos aviões, sendo uma das maiores exportadoras e o ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica, como uma grande escola para os profissionais da área no Brasil. Conforme Tecnologística (2005), 2% de toda carga mundial é transportada pelo aéreo, representando cerca de 40% em valor agregado. Desta forma, os gargalos portuários e a urgência da entrega de mercadorias ajudam no crescimento desse modal no país.
  • 26. Grandes empresas de serviço courier (entrega de documentos e encomendas: FEDEX, UPS, DHL) e de carga aérea (grandes volumes comerciais) vêm investindo e crescendo junto com este setor. Certos volumes de grandes dimensões e peso também vêm sendo transportados nesse modal, graças a um processo logístico adequado. O transporte aéreo segundo Ballou (1993), tem mostado crescimento bem elevado, principalmente a partir de 1960, Já entre 1960 e 1982, o crescimento estimado foi de aproximadamente 517%. É um modal que promete um crescimento dramático no futuro, mas ainda no Brasil representa pouco em termo globais. Mas se considerarmos o valor transportado, o Transporte Aéreo salta de último para segunda posição.
  • 27. Boa parte do tráfego aéreo é feito em vôos de passageiros com disponibilidade de espaço nos compartimentos de cargas. A participação da aviação exclusivamente cargueira no tráfego brasileiro é pouco significativa, destacando-se em vôos mistos e os outros 30% em aeronaves cargueiras (ABSA, 2007). O modal aéreo para cargas tem grande capacidade para expandir e se fortalecer ainda mais no país. A política econômica vem favorecendo muito, visto à alta demanda de exportações. Com a globalização que elimina barreiras, o Brasil vem exportando para países de todos os continentes, com destaque para países como Chile e França.
  • 28. Alguns progressos no setor de Carga Aérea são: o estabelecimento de acordos de cooperação e aliança estratégica com empresas do ramo, reavaliação das horas disponíveis de vôo de forma que sejam melhor utilizadas e agilização de Lei que geram atrasos na liberação. (ABSA, 2007) Desenho representando tipo de avião destinado somente para o transporte de cargas. Aviões desse tipo conseguem carregar no mínino 40 ton.
  • 29. ÓRGÃOS INTERNACIONAIS Existem órgãos que são responsáveis pelo controle desse modal em todo o mundo, são eles: ICAO (International Civil Organization) - que funciona como um fórum global de todos os países. IATA (International Air Transport Association) - responsável pela organização de todos os agentes de carga ao redor do globo.
  • 30. International Civil Organization - ICAO • Símbolo da Organização, com a adaptação dos nomes em 5 línguas, para simbolizar a atuação em todos os continentes. Uma organização especial da ONU. Trata de diversos assuntos da Aviação, como: - regulamentação, segurança, eficiência e desenvolvimento. Fundada em 1944. Hoje com 189 países participantes. Sua sede fica em Montreal, no Canadá.
  • 31. International Air Transport Association - IATA Associação de Tráfego Aéreo Internacional foi fundada com o surgimento do transporte aéreo, em 1919 na França. Só foi reconhecida em nível mundial por volta de 1945. Uma associação que tem participação de empresas do setor em todo o mundo e cerca de 10.000 agentes de carga vinculados.
  • 32. Visa servir o setor da Aviação como um todo; serviços seguros, de rentabilidade para as empresas, padronizações e procedimentos. Atuando em áreas de operações, carga, desenvolvimento, finanças, regulamentos, turismo, entre outras. “A IATA não tem caráter político, mas comercial, trabalhando pelo interesse dos seus associados, bem como dos usuários do transporte aéreo.” (MENDONÇA E KEEDI, 1997)”.
  • 33. ÓRGÃOS NACIONAIS Brasil tem o Transporte Aéreo gerenciado pelo Ministério da Defesa, tendo uma base militar, diferente da maioria dos países do mundo, onde não há qualquer vínculo militar. Dentre os principais organismos existentes no Brasil, destacamos: - Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) - Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero)
  • 34. ANAC A ANAC é uma autarquia especial ligada ao Ministério da Defesa, porém possui independência em sua gestão. Funções: - controle da aviação geral nos âmbitos nacionais e internacionais; - representar o Brasil no seguimento das normas do transporte aéreo internacional, infra-estrutura aeroportuária, serviços.
  • 35. INFRAERO • Responsável pelo controle das exportações e importações nos armazéns do país, pela administração e construção dos aeroportos e pelos terminais de passageiros, regulamentados pelo Governo Federal. • É uma empresa pública com mais de 30 anos de existência, com sede em Brasília, onde em seus terminais concentram aproximadamente 97% do movimento do transporte aéreo regular do país.
  • 36. • Os terminais de Logística a cada ano batem recorde em movimentação e arrecadação. • Responsável pelos planos de obra e reestruturação dos aeroportos, que são realizados através da receita obtida pela armazenagem e capatazia de carga aérea, tarifas de embarque, entre outras (INFRAERO, 2007).
  • 37. EXPORTAÇÃO:
  • 38. IMPORTAÇÃO:
  • 39. Logística no transporte aéreo de cargas Logística: é o processo de planejar, implementar e controlar de maneira eficiente o transporte e armazenagem de produtos, com o menor custo, com qualidade e agregando valor. No Transporte Aéreo: armazenagem de produtos nos aeroportos, entregas materiais e o modelo just in time. Aumento da importância do transporte aéreo na logística - prazo de entrega.
  • 40. A flexibilidade na mudança de configuração da aeronave também é um fator logístico importante. Aeronaves específicas para cargas: Antonov 225 - 250 ton.  No seu compartimento de carga cabem mais de 1500 pessoas
  • 41. Fatores decisivos na escolha do modal (Ballou, 1993): - Custo do serviço - Tempo médio de entrega - Tempo de trânsito - Perdas e danos Se for tomado por base um transporte de carga fechada a longa distância, em média os custos/preços mais altos são os do modal aéreo, seguido pelo rodoviário, ferroviário, dutoviário e aquaviário.
  • 42. Comércio Eletrônico: maiores ramos de aplicação de logística no transporte aéreo. Modernização de conceitos logísticos - qualidade + menor tempo de trânsito Hub-and-spoke: No sistema hub-and-spoke, (…) as companhias aéreas geralmente usam um ou dois grandes aeroportos (…). Vôos são planejados em bancos nos quais permitem aos passageiros continuar a sua viagem através de conexões para mais destinos. (Button, 1998) Para cumprir as novas exigências do mercado se faz necessária a utilização de um modal rápido e barato. Quanto às questões da rapidez, o transporte aéreo é o modal mais rápido. (Montilha, 2007)
  • 43. Aeroportos de cargas no Brasil 32 Aeroportos que possuem terminais de carga, onde há a estrutura para o procedimento de importação e exportação.  Segundo a Infraero (2007), um total de 569 mil toneladas de carga foram transportadas pelos Terminais dos 32 aeroportos da rede Infraero em 2005. Entre 2005 e 2007 a Infraero investiu mais de R$35 milhões na compra de equipamentos e na viabilização dos sistemas os terminais de carga.
  • 44. AEROPORTOS DE CARGA DE DESTAQUE DO BRASIL: - Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos – SP - Aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas – SP) - Aeroporto Internacional de Manaus – AM - Aeroporto Internacional de Galeão (Rio de Janeiro – RJ)
  • 45. Aeroporto Guarulhos e Aeroporto Viracopos – responsáveis por 70% do volume total movimentado; Aeroporto de Manaus - complexo logístico de sete prédios;  Aeroporto Galeão - maior e mais bem aparelhado armazém de cargas vivas do Brasil, além do maior armazém frigorificado do país.
  • 46. O Panorama Atual do Transporte Aéreo Brasileiro O transporte aéreo brasileiro vem passando por um período de grande crise. O estopim para essa situação ocorreu no dia 29/09/2006. Neste dia, um avião da companhia aérea Gol se chocou com outro que havia sido comprado da Embraer, com pilotos americanos. O avião da Embraer, foi pouco atingido, sem chegar a cair, já a aeronave da Gol caiu em meio a mata, matando mais de 150 pessoas. Após este incidente, iniciou-se o período chamado de ‘’Apagão Aéreo’’, caracterizado por um caos e todo o setor de transporte aéreo brasileiro.
  • 47. Em março de 2007 a situação ficou ainda pior. No dia 30 os controladores de vôo entraram em greve, paralisando os principais aeroportos do país. As autoridades militares perderam o controle da situação e o impasse foi resolvido com a intervenção do Presidente da República que solicitou ao ministro do planejamento, Paula Bernardo e uma assessora da casa civil que negociassem o fim da greve com os controladores. Em julho de 2007, chega-se a maior crise até então. Um avião da TAM que vinha de Porto Alegre, em tentativa de pouso no Aeroporto de Congonhas, acabou ultrapassando o final da pista colidindo com um prédio da empresa TAM Express e um posto de gasolina, matando todos a bordo.
  • 48. As hipóteses para o acidente são as más condições da pista, falha humana ou da aeronave. Com esse acidente evidencia-se a saturação do Aeroporto de Congonhas, a tempo operando acima de sua capacidade. A tabela a seguir demonstra o ranking dos desastres da aviação comercial desde 1945, em números de vítimas e quantidade de acidentes fatais.
  • 49. Expansão acelerada do tráfego aéreo De 2003 para 2006 houve um crescimento de 52,13% no número total de passageiros do aeroporto de Congonhas, 36,07% no aeroporto de Guarulhos e 43,49% no total de aeroportos brasileiros.
  • 50. Infra-estrutura Enquanto o movimento de passageiros havia crescido em ritmo acelerado - 19% só em 2005 - , o investimento oficial em infra-estrutura de controle aéreo, equipamentos e formação de equipes seguiu o caminho inverso - foi reduzido quase à metade. Em 2005 a ANAC realizou um estudo de infra-estrutura e verificou que entre os 28 principais aeroportos do país, 4 se encontravam saturados (Congonhas, Brasília, Vitória e Porto Seguro).
  • 51. Congonhas recebeu 17.147.628 passageiros, para uma capacidade de 12.000.000, Brasília recebeu 9.426.569 passageiros, para uma capacidade de 7.400.000, Vitória recebeu 1.517.578, para uma capacidade de 560.000 e Porto Seguro recebeu 705.635 passageiros, para uma capacidade de 450.000. Ocorreram autorizações de linhas aéreas sem prévia análise, sem levar em consideração a disponibilidade da infra- estrutura aeronáutica e aeroportuária.
  • 52. Rotas Internacionais que cruzam o espaço aéreo brasileiro Fonte: Relatório CPI, 2007
  • 53. Deficiências técnicas Os recursos da área são mal administrados; os aeroportos não têm estrutura para atender a atual demanda; faltam controladores de tráfego aéreo e melhores condições de trabalho; os radares têm zonas cegas; as comunicações por rádio falham. Gráfico dos fatores contribuintes aos acidentes aéreos de 1997- 2006. Fonte: Comando da Aeronáutica, 2007
  • 54. O problema com os controladores de tráfego aéreo  Em 2007, haviam 2.700 operadores de tráfego aéreo no Brasil, na maioria militares. Seriam necessários mais 800 para que o monitoramento dos aviões fosse feito de forma segura.
  • 55. A Aviação Civil brasileira vem passando por uma longa crise desde o encerramento da Transbrasil e Vasp, seguidas pelas dificuldades da Varig. Antes mesmo do Acidente da Gol, já havia lentidão nas operações, demonstrando que qualquer fato anormal poderia geras o caos. (CARGO NEWS, 2007)
  • 56. Com o “Apagão Aéreo” em 2006 e 2007, foi possível comprovar os investimentos insuficientes concedidos a infra- estrutura de transporte aéreo no país. Se houve falta de respeito com passageiros não se tinha devida atenção para cargas fracionadas. O setor de cargas fracionadas, tem suas necessidades supridas apenas pela TAM, Gol e outras companhias de menor porte. E a falta de investimento como também de uma logística adequada ao sistema de transporte aéreo de cargas no Brasil, implica em inúmeras perdas, a exemplo disso as exportações dos produtos perecíveis do agronegócio, atingidas pela demora no embarque de produtos como frutas e flores. FEDERASUL (2006)
  • 57. A participação do modal aéreo na matriz de transporte de cargas do Brasil ainda é insignificante, porém quando se fala em produtos mais caros e urgentes, a dependência do avião é de 30% do total de cargas, lembrando fato de que 75% da malha rodoviária está em condições ruins, péssimas ou irregulares, aumentando ainda mais a necessidade de utilização do Transporte Aéreo. Este mercado foi afetado drasticamente. A maioria dos vôos faz diversas escalas e atrasos sucessivos. Empresas de courier estão entre as mais afetadas, pois além dos atrasos dos vôos, dependem do descarregamento das aeronaves, disponibilização da carga pela companhia aérea e da logística terrestre para então realizar sua entrega no final.
  • 58. Dentre as possíveis ações para solucionar tais problemas destacam: a liberação do mercado para empresas estrangeiras; a profissionalização dos gestores; criação de um plano estratégico para avaliação de projeções de crescimento do tráfego; desburocratização de leis, transferência da administração dos aeroportos para a iniciativa privada, entre outras.
  • 59. CPI do Apagão Aéreo: apuração de denúncias sobre irregularidades no sistema aéreo brasileiro. E mais uma vez terminou em pizza. A Infraero não foi privatizada e não reestruturou os aeroportos, e os Controladores de vôos voltaram ao trabalho com o rabinho entre as pernas. E a imagem dos serviços aéreos brasileiro ficou queimado no exterior.
  • 60. Referências bibliográficas MONTILHA, Paula Caldo. Análise do transporte aéreo de cargas no Brasil. Conceitos, processos, infra-estruturas do país, Logística aplicada ao modal e panorama atual. Estudo de caso: DHL Express. Centro Paula Souza. São Paulo, 2007. FRANÇA, Ronaldo. Um mundo onde o tempo voa. A globalização encurtou distâncias e com isso turbinou o comércio mundial. As empresas de entrega rápida são as grandes vencedoras. Veja. Memphis, 2006
  • 61. Agência Nacional de Aviação Civil. Disponível em http://www.anac.gov.br. Acessado em 28/10/2010 Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica S. A. Disponível em www.embraer.com. Acessado em 01/11/2010 Infraero – Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária. Disponível em www.infraero.gov.br. Acessado em 01/11/2010

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