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  • Veja como é fácil: Foto: www.westmariana.com

    Exemplo: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=443750032368091&set=a.107202536022844.10891.100001992941236&type=1&relevant_count=1&ref=nf
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  • O que é GASTROSTOMIA?

    http://www.westmariana.com/index.htm
    e
    http://www.westmariana.com/gastrostomia.htm

    O Objetivo desta página é narrar a nossa experiência ao tratarmos da nossa filha Mariana, portadora de Síndrome de West. Esperamos contribuir com os pais que estão iniciando a experiência no tratamento deste difícil caso de epilepsia e, também, trocar informações com aqueles que passam pelos mesmos momentos como nós.
    Estamos a disposição para qualquer informação a qualquer dia e hora.
    Silvio e Simone
    http://www.livrodevisitas.com.br/ler.cfm?id=114620
    21 2627-8501
    21 8508-8261
    Niterói
    Rio de Janeiro
    Brasil
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  • 1. NUTRIÇÃO ENTERAL E PARENTERAL
  • 2. Os nutrientes fornecidos pela ingestãoadequada de alimentos são os materiais deconstrução do qual é feito o corpo. Eles sãoessenciais ao crescimento, regeneraçãotissular e funcionamento normal das célulasdo organismo.
  • 3. Se a dieta do individuo esta carente emalguns dos nutrientes essenciais, o organismopode ser incapaz de crescer, manter-se ouregenerar-se. Quando a nutrição total doorganismo está totalmente inadequada, aprópria vida está em risco.
  • 4.  Ingestão  Ingestão é o processo de trazer o alimento e fluidos para dentro do trato digestivo.
  • 5. A digestão é o processo de desdobramentoque transforma pedaços grandes de comidaem estruturas muito menores, que podementão ser absorvidas através do intestino atéo sangue ou linfa.
  • 6. A absorção é a mudança do alimento digeridodo trato gastrintestinal para o sangue ou linfapara transporte às células do organismo. Aabsorção ocorre primariamente nos 5,20m deintestino delgado.
  • 7.  Um Acidente Vascular Cerebral (AVC) Paralisias Anorexia Nervosa Lesões, ferimentos e cânceres de face e esôfago Própria doença e processo de hospitalização
  • 8. Os seguintes dados estão associados com um individuo apropriadamente nutrido. Cabelos brilhantes que não se desprende facilmente do couro cabeludo, quando penteado ou escovado. Cor da pele consistente sobre o rosto, sem nenhuma evidencia de edema facial. Olhos claros, brilhantes com esclera branca, interior das pálpebras róseas e úmidas, e pele intacta ao redor dos olhos.
  • 9.  Lábios lisos e rosados, sem nenhuma evidencia de edema. Língua rosada com textura mossa, devido às papilas gustativas elevadas, sem nenhum edema. Dentes adequados para morder e mastigar, poucas cáries dentarias, tecido gengival intacto, cor do esmalte dentário consistente.
  • 10.  Pele lisa, intacta com distribuição de cor comum ao grupo racial e idade do individuo sobre todo corpo. As unhas dos pés e das mãos são retas e lisas, capacidade de ter unhas longas crescidas. Os ruídos intestinais ouvidos sobre o abdome; ausculta dos ruídos intestinais com um estetoscópio resulta em ruídos sobre várias áreas do abdome. Bom tônus muscular com reflexos normais.
  • 11.  Cabelo quebradiço, seco, sem brilho que se desprende durante o pentear ou escovar; perda da coloração normal em áreas do cabelo. Áreas de pele mais claras na face ou outras partes do corpo; pele seca, escamosa no rosto ou corpo; edema facial, abdominal, ou generalizado. Pontos coloridos não habituais nas escleras dos olhos; perda do brilho da cor normal dos olhos; amolecimento da córnea; rachadura da pele ao redor dos olhos.
  • 12.  Lábios rachados e edemaciados. Língua excessivamente avermelhada ou pálida; aparência lisa da língua por atrofia das papilas gustativas. Dentes inadequados para mastigação; dentes cariados; gengivas que sangram facilmente; sensibilidade. Áreas abertas na pele; áreas secas, aspereza excessiva. Unhas finas, quebradiças; unhas em forma de colher.
  • 13.  Abdome edematoso, grande com extremidades finas, especialmente em crianças. Ruídos intestinais ausentes ou diminuídos, especialmente com distensão abdominal. Vômitos persistentes. Contusões ou petéquias na pele. Taquicardia, coração aumentado (cardiomegalia), arritmia.
  • 14.  Irritável, confuso, letárgico. Crescimento retardado para a idade. Fezes muito endurecidas eliminadas com muita dificuldade, diarréia, alteração nos hábitos intestinais. Dentaduras mal-ajustadas. Baixa renda.
  • 15.  Fígado aumentado (hepatomegalia) Amolecimento dos ossos do crânio nas crianças ou insuficiência no fechamento da fontanela anterior em torno dos dois anos de idade. Pernas arqueadas para fora nos joelhos em crianças. Valores laboratoriais anormais.
  • 16. Considerações Gerais Entende-se por terapia nutricional um conjunto de procedimentos terapêuticos empregados para manutenção ou recuperação do estado nutricional, por meio da nutrição enteral ou parenteral. A via de escolha de acesso depende das condições do paciente e da possibilidade ou não do uso do trato gastrintestinal.
  • 17. A nutrição enteral (NE) é considerada apreferida da terapia nutricional, poisapresenta várias vantagens fisiológicas,metabólicas, de segurança e decusto/beneficio em relação à nutriçãoparenteral.
  • 18.  Garantir nutrição adequada. Suprir demanda metabólica decorrente de diversas patologias e situações de estresse. Corrigir desnutrição aguda ou crônica e hipoproteinemia. Promover apoio nutricional mais seguro, fisiológico e econômico.
  • 19. Deve-se primeiramente, estimar o tempo de terapia nutricional para a escolha da melhor via de acesso.Sonda Nasogástrica  Indicada nos primeiros dias de terapia nutricional, apenas para adaptação da dieta, não devendo exceder o prazo de 7 dias desde que seja de pequeno calibre ou utilizada apenas para drenagem gástrica (neste caso de maior calibre). Pode causar ulcerações de mucosa, refluxo gastro- esofágico, aumento do risco de aspiração e complicações.
  • 20.  Sonda Nasoenteral Em posição pré ou pós pilórica (gástrica, duodenal ou jejunal), em geral, para terapia nutricional de curto prazo. Embora não seja consensual, seis semanas parece ser um período estimado para diferenciar nutrição enteral de curto e longo prazos.
  • 21.  A sonda nasoenteral por períodos prolongados pode também levar a complicações tardias como migração da sonda (especialmente para o esôfago), aspiração pulmonar das soluções infundidas, lesão de mucosa do trato gastrintestinal pela ponta da sonda, infecção de vias aéreas e trato respiratório superior, estenose esofágica e paralisia das cordas vocais.
  • 22. Gastrostomias ou jejunostomias, estãoindicadas na terapia nutricional de longoprazo, realizadas cirúrgica ouendoscopicamente. Reduzem risco deinfecções.
  • 23. Objetivo  Facilitar o acesso a cavidade gástrica, permitindo tratamentos como administração de alimentos, medicamentos, etc., em pacientes incapacitados, comatosos, debilitados. Drenagem de conteúdo gástrico – sangue, secreção gástrica, gases (alterações metabólicas), medicamentos, etc. Em caso de obstrução intestinal ou pós cirúrgica (íleo paralitico), prevenindo ou aliviando náuseas, vômitos ou distensão. Finalidade diagnóstica, pela analise do conteúdo gástrico nas intoxicações exógenas, tuberculose, etc.
  • 24.  Atresia e estenose de esôfago Varizes esofagianas sem sangramento (a sonda pode ferir as varizes ou deslocar coágulos tamponantes) Pós-operatório de cirurgia realizada via transnasal. Disjunção craniofacial (Lefort) pela possibilidade de invasão cerebral com a sonda.
  • 25.  Sonda nasogástrica (mulher 14 a 16, homem 16 a 18) Vaselina ou anestésico gel a 2% (Xilocaína gel) Luvas de procedimento Esparadrapo ou micropore Seringa de 10 ou 20ml Estetoscópio Gazes Cuba rim Benzina ou éter Água em um copo (se paciente lúcido) Tolha/compressa Biombo s/n
  • 26.  Preparo psicológico do paciente quando possível Lavar as mãos reunir o material e levar para a beira do leito do paciente Elevar a cabeceira da cama (posição Fowler – 45º) com a cabeceira inclinada para frente ou decúbito dorsal horizontal com cabeça lateralizada Proteger o tórax com a toalha Limpar narina e testa do paciente com benzina ou éter para retirar a oleosidade e facilitar a fixação. Preparar pedaços de esparadrapos para fixação da sonda
  • 27.  Calçar as luvas Medir a sonda da ponta do nariz ao lobo da orelha e dela até a base do apêndice xifóide Marcar com esparadrapo Lubrificar a sonda com lidocaína Introduzir a sonda em uma das narinas pedindo ao paciente que degluta, introduzir até a marca do adesivo Observar sinais de cianose, dispnéia e tosse Para verificar se a sonda está no local:
  • 28.  Injetar 20ml de ar na sonda e auscultar com estetoscópio, na base do apêndice xifóide, para ouvir ruídos hidroaéreos Ver fluxo de suco gástrico aspirando com a seringa de 20ml Colocar a ponta da sonda no copo com água se tiver borbulhamento está na traquéia. Deve ser retirada.
  • 29.  Fixar a sonda não tracionando a narina Fechá-la ou conectá-la ao coletor conforme prescrição médica Deixar o paciente em posição confortável Recolher o material e fazer anotações de enfermagem pertinente
  • 30.  Lavar a sonda de 4/4 horas conforme prescrição médica, com soro fisiológico ou água destilada para evitar obstrução da mesma. Observar durante a lavagem, a quantidade de liquido introduzido e a quantidade aspirada. Colocar o recipiente para drenagem abaixo do nível do paciente para facilitar a saída de líquido (sifonagem)
  • 31.  Evitar forçar o septo e a asa do nariz do paciente, quando da fixação da sonda, para evitar traumatismos (necrose). Fixar a sonda utilizando-se apenas de fitas adesivas. Varia posição de fixação da sonda diariamente. Trocar a sonda quando para alimentação de 7/7 dias, ou quando necessário. Trocar sonda quando para drenagens de 5/5 dias, ou quando necessário.
  • 32.  Elevar cabeceira (45 a 90 graus) para veiculação de dieta enteral, medicação ou lavagem da sonda. Após infusão da dieta lavar a sonda com 20 a 50 ml de água (em adultos) e mantê-la fechada se não houver vomito ou regurgitação. Caso o paciente apresente vomito, distensão abdominal, ou situação de reanimação cardio- pulmonar, abrir a sonda gástrica; se necessário aspirar com uma seringa. Ao retirar a sonda gástrica, puxá-la continuadamente; fechar a sonda durante a retirada evitando o escoamento do conteúdo gástrico (pelos orifícios da sonda) no trato digestivo alto, fato que provoca irritação das mucosas.
  • 33. Material Sonda enteral – Dubbhoff – com fio guia Toalha de rosto Copo com água Luvas de procedimentos Estetoscópio Xilocaína gel 2% Seringa de 20ml Fita adesiva (esparadrapo ou micropore) Biombo s/n
  • 34.  Explicar o procedimento ao paciente Lavar as mãos e reunir o material Elevar a cabeceira da cama, deixando o paciente com a cabeça levemente inclinada para frente ou em decúbito dorsal horizontal com a cabeça lateralizada e inclinada para frente. Proteger o tórax com a toalha de rosto e realizar a limpeza das narinas e testa do paciente Calçar luvas de procedimento Medir a sonda do nariz ao lóbulo da orelha, descer até o apêndice xifóide e acrescentar mais 10cm; marcar essa medida com fita adesiva.
  • 35.  Injetar água na sonda sem retirar o fio guia. Lubrificar a sonda com o anestésico Iniciar a sondagem por uma das narinas do paciente e orientá-lo a respirar pela boca e deglutir para facilitar a introdução da sonda demarcada. Observar sinais de cianose ou desconforto respiratório; neste caso retirar a sonda; Colocar o paciente em decúbito lateral D, para que a peristalse gástrica empurre a ponta da sonda através do piloro ate o duodeno. Retirar o fio guia.
  • 36.  Verificar se a sonda esta no estomago:  Injetar 20ml de ar na sonda e auscultar com estetoscópio, na base do apêndice xifóide, para ouvir ruídos hidroaéreos  Ver fluxo de suco gástrico aspirando com a seringa de 20ml  Colocar a ponta da sonda no copo com água, se tiver borbulhamento está na traquéia. Deve ser retirada.
  • 37.  Fechar a sonda. Fixar a sonda firmemente no nariz com fita adesiva Aguardar a migração da sonda para o duodeno (24h); tirar raio-x simples de abdome para verificar o seu posicionamento antes de iniciar a dieta. Deixar o paciente em posição confortável Recolher o material e fazer anotações de enfermagem pertinente
  • 38. Material Seringa de 20ml (adultos) Cuba rim Cuba redonda Compressa de gaze Recipiente com dieta liquefeita ou medicação, recipiente com água estéril ou soro fisiológico
  • 39.  Explicar o procedimento ao paciente Lavar as mãos reunir o material e dieta ou medicamento prescrito pelo medico ou nutricionista. Proteger o tórax do paciente com uma toalha Elevar a cabeceira do leito para a posição sentado ou semi-sentado. Verificar temperatura (no caso de dieta) Utilizar pinça para abrir e fechar a sonda. Proteger com gaze a conexão seringa-sonda.
  • 40.  Aspirar na seringa o material a ser injetado na sonda e injetar lentamente na sonda (despinçada) com seringa em posição vertical e mais alta que a cabeça do paciente. Injetar quantas vezes for necessário para infundir o volume prescrito lavar a sonda ao termino da infusão com água destilada ou soro fisiológico para evitar entupimento (20 a 50ml)
  • 41.  Nos pacientes em que a prescrição medica preconiza manter a sonda em sifonagem (aberta) após certos procedimentos, fechá-la por 30 minutos e abri-la ao termino deste período, colocando o frasco coletor abaixo do nível do corpo. Deixar o paciente em posição confortável Recolher o material e fazer anotações de enfermagem pertinente
  • 42. Nutrição Parenteral Total (NPT) consiste naadministração de todos os nutrientesnecessários para cobrir a demandametabólica de determinado paciente por viacentral ou periférica, e em situações em que avia oral, enteral ou ambas, não suprirem100% das necessidades ou não são possíveisde serem administradas devido às condiçõesdo paciente.
  • 43.  Nutrição Parenteral Central: administrada por meio de uma veia de grande diâmetro, geralmente subclávia ou jugular interna, que chegam diretamente no coração. Nutrição Parental Periférica: administrada por meio de uma veia menor, geralmente na mão ou no antebraço.
  • 44.  Garantir o adequado aporte de macro e micro nutrientes Corrigir desnutrição Suprir as necessidades metabólicas decorrente de certas patologias Fornecer suporte coadjuvante na terapia nutricional enteral ou oral quando estas forem insuficientes
  • 45.  Pré-operatória: pacientes desnutridos com doenças obstrutivas no trato gastrintestinal alto. Complicações cirúrgicas pós operatórias: fistulas intestinais, íleo prolongado, infecção peritoneal. Pós traumáticas: lesões múltiplas, queimaduras graves, infecção.
  • 46.  Distúrbios gastrintestinais: vômitos crônicos e doença intestinal infecciosa. Doença inflamatória intestinal: colite ulcerativa e doença de Crohn. Condições pediátricas: pré-termos, má formação congênita do trato gastrintestinal, gastroquise, onfalocele, e diarréia crônica intesa.
  • 47.  Cuidados com o cateter e troca de curativo conforme protocolo de Acesso Venoso Central. Gotejamento preciso da solução e do restante do plano parenteral conforme prescrição médica – a infusão rápida pode trazer efeitos colaterais como hiperglicemia, diurese abundante, alterações metabólicas.
  • 48.  Controle rigoroso de diurese, vômitos, diarréia ou outras perdas. Glicosúria de 4/4 horas ou 2/2 horas, quando necessário e a critério medico. Peso diário, sempre que possível. A presença de hipertermia e choque pirogênico requer suspensão da infusão, troca do equipo de infusão, envio de amostra da solução para cultura bem como ponta do cateter (quando houver a retirada do mesmo).

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