Your SlideShare is downloading. ×
Manual de elaboração de trabalhos científicos cefet pi
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×

Introducing the official SlideShare app

Stunning, full-screen experience for iPhone and Android

Text the download link to your phone

Standard text messaging rates apply

Manual de elaboração de trabalhos científicos cefet pi

5,240
views

Published on


0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
5,240
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
106
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO PIAUÍ (CEFET/PI) Diretoria de Ensino Superior (DES) Gerência de Ensino de Nível Superior (GENS)MANUAL DE ELABORAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS Alyne Maria Sousa Oliveira (coord.) Raimundo Nonato Alves da Silva (org.) Luís Carlos Magno (org.) Elaine Aparecida da Silva Juliana da Silva Ibiapina Natália Fontenelle Batista Samuel Batista de Araújo Teresina 2008
  • 2. 2 Oliveira, Alyne Maria Sousa O48m Manual de elaboração de trabalhos científicos. / Alyne Maria Sousa Oliveira; Raimundo Nonato Alves da Silva; Luís Carlos Magno; Elaine Aparecida da Silva; Juliana da Silva Ibiapina; Natália Fontenelle Batista; Samuel Batista de Araújo. - Teresina: CEFET-Pi. 2008. 67p. 1. Metodologia Cientifica – Pesquisa. 2.Trabalho Cientifico . I Titulo CDD 001.42Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Francisco Montojos – CEFET/PI
  • 3. 3 SUMÁRIO1 Introdução ............................................................................................................................42 Trabalhos Científicos ..........................................................................................................52.1 Esquema .............................................................................................................................52.2 Resumo ...............................................................................................................................62.3 Resenha Crítica ...................................................................................................................72.4 Relatório .............................................................................................................................82.5 Artigo Científico ...............................................................................................................102.6 Monografia .......................................................................................................................113 Projeto de Pesquisa ............................................................................................................153.1 Capa ..................................................................................................................................153.2 Sumário .............................................................................................................................163.3 Introdução .........................................................................................................................163.4 Delimitação do Tema .......................................................................................................173.5 Definição dos Objetivos ...................................................................................................173.6 Problematização ...............................................................................................................183.7 Construção de Hipóteses ..................................................................................................183.8 Referencial Teórico ..........................................................................................................193.9 Metodologia ......................................................................................................................193.10 Cronograma de Atividades .............................................................................................203.11 Referências .....................................................................................................................204 Elaboração do Trabalho Científico ..................................................................................214.1 Formatação .......................................................................................................................214.2 Citações ............................................................................................................................234.3 Referências .......................................................................................................................27Bibliografia ............................................................................................................................42
  • 4. 1 INTRODUÇÃO A elaboração de trabalhos de cunho científico é uma das competências a seremdesenvolvidas pelos alunos durante a sua formação em nível superior que requeraprimoramento contínuo e produz resultados positivos para toda a sua vida acadêmica. Sem a pretensão de abranger todas as questões associadas ao estudo da metodologiacientífica, o objetivo deste trabalho é servir de parâmetro para a produção de trabalhoscientíficos aos alunos e professores do Centro Federal de Educação Tecnológica do Piauí(CEFET-PI), uma vez que a literatura acerca do tema é bastante extensa e na maioria dasvezes, apresenta divergências nas visões dos autores. Com efeito, pode ser utilizado como item da bibliografia básica recomendada noensino das disciplinas Introdução à Metodologia Científica, Métodos e Técnicas de Pesquisa eTrabalho de Conclusão de Curso (TCC), comuns à quase totalidade dos cursos de nívelsuperior ofertados por esta instituição. Este manual é composto de três partes: Trabalhos Científicos, em que são explicitadosseus conceitos e principais tipos; Projeto de Pesquisa, abrangendo sua definição e elementoscomponentes; e Elaboração do Trabalho Científico, abordando aspectos como a formatação, ouso de citações, assim como a indicação de referências. Na Bibliografia, são apontadas várias sugestões de fontes a serem consultadas, comvistas a um maior aprofundamento no tema, assim como nos Anexos, consta ainda oRegulamento do Trabalho de Conclusão de Curso (Monografia) do CEFET-PI e comoApêndice, segue o modelo dos elementos pré, pós e textuais.
  • 5. 2 TRABALHOS CIENTÍFICOS Constituem o produto resultante da realização de uma pesquisa nos moldes científicos,ou seja, a busca de respostas para problemas, mediante o emprego de um método e técnicassistemáticas de investigação. Segundo Salomon (1977, p. 136) citado por Andrade (2005, p. 121), “(...) trabalhocientífico passa a designar a concreção da atividade científica, ou seja, a investigação e otratamento por escrito de questões abordadas metodologicamente.” Com base nas definições acima, pode-se afirmar que o trabalho científico tem, porexcelência, o intuito de descobrir a verdade sobre determinado fato, partindo de uma questãoe uma hipótese e utilizando procedimentos previamente estabelecidos, de forma a estabelecerum vínculo entre a teoria e a realidade. Entre os principais tipos de trabalhos científicos, tem-se: Esquema, Resumo, ResenhaCrítica, Relatório, Artigo Científico e Monografia. Esta última, por sua vez, divide-se emTrabalho de Conclusão de Curso, Dissertação de Mestrado e Tese de Doutorado.2.1 Esquema Para melhor acentuar o propósito da leitura, de forma a captar, discernir, gravar efacilitar a assimilação dos conteúdos, é bastante útil reproduzir sinteticamente o que se lê emfichas, durante o estudo ou antes da apresentação de seminários. O esquema corresponde, grosso modo, a uma radiografia do texto, pois nele aparecemapenas as palavras-chave sem necessidade de se apresentar frases redigidas. É utilizado comotrabalho preparatório do resumo para interligar determinadas idéias ou para memorizar maisfacilmente o conteúdo integral de um texto. Para elaborá-lo usa-se setas, linhas retas ou curvas, círculos, colchetes, chaves,símbolos diversos, prevalecendo o gosto pessoal do autor.
  • 6. 6 A elaboração do esquema obedece a algumas regras: Estrutura lógica do assunto: de posse da idéia principal e dos detalhes importantes, é possível elaborar uma adequação dessas informações a partir das mais importantes para as conseqüentes. No esquema, haverá lugar para os devidos destaques; Fidelidade ao texto original: deve conter as idéias do autor, sem alteração, mesmo quando são usadas as próprias palavras para reproduzir as do autor. Por isso, em alguns momentos, é preciso transcrever e citar a página; Adequação ao assunto estudado e funcionalidade: o esquema útil é flexível. Adapta- se ao tipo de matéria que se estuda. Um assunto mais profundo e rico em informações e detalhes importantes permitirá um esquema com maiores indicações. Um assunto menos profundo, mais simples, terá no esquema apenas indicações- chave; Utilidade de seu emprego: o esquema deve ajudar e não atrapalhar. Tratando-se de um esquema com o objetivo de estudo, deve ser feito de tal modo que facilite a revisão. É um instrumento de trabalho. Deve facilitar a consulta no texto, quando necessário. Daí a vantagem de explicitar páginas e relacionar com partes do texto; Cunho pessoal: cada um faz o esquema de acordo com suas tendências, hábitos, recursos e experiências pessoais. Por isso é que o esquema de uma pessoa raramente é útil para outra. Do ponto de vista estético, sua formatação é livre, com espaçamento e usopadronizado de caracteres de acordo com o gosto do autor, podendo inclusive, ser manuscrito,quando utilizadas fichas. Somente se exige que a referência à fonte seja feita.2.2 Resumo O resumo consiste no trabalho de elaboração e consideração de um texto capaz dereduzi-lo aos seus elementos de maior importância, permitindo ao leitor uma compreensão doconteúdo, sem necessidade de recorrer ao texto original. O trabalho e o exercício de resumir ajudam na captação, análise, relacionamento,fixação e integração do que se está estudando, assim como facilita sua evocação e reduz o
  • 7. 7tempo destinado ao estudo. Permite ao autor, ampliação e maior familiaridade ao vocabuláriolingüístico utilizado pelo autor do texto em questão. Por conseguinte, será útil, também para testar o entendimento de textos mais difíceis,assim como para exercitar a arte de redigir com clareza e concisão. Portanto, vale ressaltarque uma atenta leitura facilitará a elaboração de um bom resumo. Eis algumas regras que podem ajudar na sua elaboração: Não pretender resumir antes de ler, de esclarecer todo o texto, de sublinhar, de fazer breves anotações à margem do texto; Percorrer, especialmente, as palavras sublinhadas e as anotações à margem do texto; Nos casos de transcrição textual, usar as aspas e fazer, corretamente, referência à fonte; Ser breve e utilizar linguagem compreensível. Assim como a Resenha, o Resumo tem sua formatação livre, prevalecendo as mesmasobservações quanto à indicação da fonte e padronização dos caracteres utilizados.2.3 Resenha Crítica O principal papel da resenha crítica é desenvolver no aluno a leitura e a compreensãocríticas, aliadas à capacidade de expressão textual. Corresponde à apresentação de uma obra,acompanhada de uma avaliação crítica. Expõe-se clara e detalhadamente seu conteúdo, opropósito e o método utilizado, para posteriormente desenvolver uma apreciação crítica doconteúdo. Consiste na leitura, resumo e comentário de um livro ou texto. Para a elaboração docomentário crítico, utiliza-se opiniões de diversos autores da comunidade científica emrelação às defendidas pelo autor e são estabelecidas comparações acerca dos métodos deinvestigação e as formas de exposição de outros autores. A resenha crítica apresenta como exigências o conhecimento completo da obra,competência na matéria exposta no livro e capacidade de juízo crítico e sua estrutura é
  • 8. 8composta de Capa, Introdução, Descrição do Assunto, Apreciação Crítica, ConsideraçõesFinais e Referências. Na Capa, deve constar o nome da instituição à qual se encaminha a Resenha Crítica, otítulo do trabalho, seguido do nome do autor, bem como mês e ano de elaboração. Na Introdução, o aluno deve apresentar o assunto de forma genérica até chegar ao focode interesse. Após mostrar o foco de interesse, apresentar a importância do mesmo, a fim dedespertar o interesse do leitor. A Descrição do Assunto do livro, texto, artigo ou ensaio, compreende a apresentaçãodas idéias principais e secundárias que sustentam o pensamento do autor. A Apreciação Crítica deve ser feita em termos de concordância ou discordância,levando em consideração a validade ou a aplicabilidade do que foi exposto pelo autor. Nas Considerações Finais deve-se apresentar as principais reflexões e constataçõesdecorrentes do desenvolvimento do trabalho. No item Referências, o autor deve indicar todas as obras (sejam elas livros inteiros,capítulos de livros, artigos científicos ou relatórios) que foram citados ao longo do itemDescrição do Assunto. Uma resenha crítica bem feita pode converter-se num pequeno artigo científico e atémesmo num trabalho monográfico, podendo ser publicada em revistas especializadas.2.4 Relatório Relatório é uma descrição de um acontecimento ou de atividades, geralmente exigidoao final da realização de uma pesquisa, estágio ou visita técnica. É um documento no qual seexpõe, detalhadamente, um fato ou trabalho de investigação, seguindo análise rigorosa, com afinalidade de extrair resultados e chegar a conclusões ou decidir algo.
  • 9. 9 Os vários tipos existentes podem ser classificados em duas categorias principais,divididas em Relatórios Técnico-Científicos e Oficiais. Sua elaboração deve obedecerestreitamente às suas finalidades, delimitando o que relatar, para quem e o porquê, mantendoa objetividade. Geralmente o relatório se apresenta da seguinte forma: Folha de Rosto, Sumário (quepode ser dispensado, caso o relatório seja breve), Introdução, Desenvolvimento e Conclusão.Caso sejam utilizados, Apêndices, Anexos e Bibliografia. Na Capa, o aluno deve registrar o nome da instituição à qual encaminha o relatório emum cabeçalho, o título do relatório ao centro da página, seguido de seu nome à direita dapágina e por último, mês e ano, ao final da página, centralizado. Na Folha de Rosto, deve apresentar o objetivo do relatório, o nome dos membrosintegrantes do projeto que deu origem ao relatório, local e data de realização. No Sumário, são indicados os itens Introdução, Desenvolvimento e Conclusão, bemcomo Bibliografia, Anexos e Apêndices (caso existam). Na Introdução, o aluno deve apresentar o tema do relatório, delimitar o assunto,justificar sua importância, definir os objetivos abordar os procedimentos metodológicosutilizados para a realização das atividades. No Desenvolvimento, o aluno deve apresentar minuciosamente os dados obtidos,realizar sua interpretação, representá-los em quadros, gráficos e tabelas e discutir osresultados. A representação dos dados não dispensa a sua análise pormenorizada. Na Conclusão deve-se apresentar as principais reflexões e constatações decorrentes dodesenvolvimento do trabalho, de forma a responder se os objetivos do trabalho foramalcançados ou não. Neste item podem ser feitas sugestões para outros trabalhos sobre omesmo tema, ainda que sob outro enfoque, ou sobre temas correlatos.
  • 10. 10 No item Bibliografia, o autor deve indicar todas as obras (sejam elas livros inteiros,capítulos de livros, artigos científicos ou mesmo outros relatórios) que tenham sidoconsultadas ao longo da elaboração do Relatório. Os Anexos e Apêndices são partes complementares do trabalho, com a finalidade deilustrar o conteúdo do texto, mas incompatíveis com a inserção em algum dos seus capítulos.Nos Anexos são reunidos documentos elaborados pelo próprio autor (questionários, resumos,tabelas, etc.), ao passo que no Apêndice apresenta-se documentos elaborados por terceiros(leis, regulamentos, bem como gráficos, tabelas, gráficos e estatísticas de autoria alheia).2.5 Artigo Científico Os artigos constituem a parte principal de revistas científicas e anais de congressos.São trabalhos completos, mas de dimensão reduzida (de no mínimo 10 e máximo de 15páginas), com autoria declarada e indicação de referências, apresentando e discutindo idéias,métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento. Os artigos científicos tanto podem dar conhecimento dos resultados de pesquisasoriginais concluídas ou em andamento, como abordar de forma nova uma questão antiga,analisar e expor assuntos controvertidos. Seus objetivos devem ser claramente definidos e épreciso que a metodologia seja devidamente descrita e os resultados apresentados. Geralmente, o artigo é composto de Cabeçalho, Resumo, Abstract, Introdução,Metodologia, Revisão de Literatura, Resultados e Discussão, Conclusão e Referências. No Cabeçalho, o autor deve indicar o título do artigo, o nome completo e de seuorientador (quando disponível), e em nota de rodapé, devem ser descritas suas respectivastitulações e endereços eletrônicos para contato. No Resumo deve constar a apresentação do tema, sua justificativa (importância), aindicação do objetivo, problema, hipótese e metodologia de elaboração da pesquisa, bemcomo seus resultados e conclusão. Sua função é servir de indicação prévia do conteúdo aoleitor ou comissão encarregada da publicação em evento e/ou revista nacional.
  • 11. 11 O Abstract deve conter os mesmos elementos do Resumo, só que no idioma inglês.Sua função é servir de indicação prévia do conteúdo ao leitor ou comissão encarregada dapublicação em evento e/ou revista internacional. Na Introdução devem ser abordados novamente os mesmos pontos do Resumo, excetoos resultados da pesquisa e a conclusão do autor. Em sua substituição, deve-se apresentar umadescrição sumária dos tópicos que compõem o artigo. No item Metodologia, o autor deve indicar o método e o tipo de pesquisa, as principaisfontes (Referencial Teórico) que embasam o trabalho, bem como as técnicas utilizadas parasua realização. Na Revisão de Literatura, devem ser abordadas as várias concepções teóricas quetratam do tema, apresentando aspectos convergentes e divergentes, bem comocomplementaridades entre as visões dos autores pesquisados. No tópico Resultados e Discussão, o autor deve apresentar os resultados da pesquisapropriamente dita e analisá-los à luz do Referencial Teórico exposto anteriormente,estabelecendo uma relação entre a realidade estudada e o conhecimento teórico disponível. Na Conclusão, deve-se voltar aos objetivos propostos para a pesquisa, de forma aresponder se estes foram alcançados ou não; também deve ser retomado o problema ouquestão que norteou a pesquisa, a fim de verificar se a hipótese inicial foi confirmada ounegada, com base nos resultados da pesquisa. Nas Referências deverão ser listadas as fontes referenciadas na Revisão de Literatura.2.6 Monografia Monografia é um trabalho de produção acadêmica que apresenta descrição dedeterminada matéria, abordando aspectos científicos, históricos, técnicos, econômicos,artísticos, etc. São trabalhos completos, mas de dimensão maior que os artigos científicos.
  • 12. 12 Apresenta o estudo de uma questão bem determinada e delimitada, realizado comprofundidade e de forma exaustiva, pormenorizada, sendo o tratamento escrito de um temaespecífico que resulte de investigação e pesquisa científica, com a finalidade de apresentaruma contribuição relevante ou original para a ciência. Considera-se monografia aquele trabalho que reduz sua abordagem a um únicoassunto, a um único problema geral. Assim, o trabalho monográfico se caracteriza pelaunicidade e pela delimitação do tema e pela profundidade do tratamento. São exemplos demonografias: o Trabalho de Conclusão de Curso, a Dissertação de Mestrado e a Tese deDoutorado. Geralmente as monografias se apresentam da seguinte forma: Elementos Pré-Textuais,Elementos Textuais e Elementos Pós-Textuais. Os Elementos Pré-Textuais abrangem capa, folha de rosto, folha de aprovação,dedicatória, agradecimentos, epígrafe, resumo na língua vernácula, resumo em línguaestrangeira, além de sumário. Capa, folhas de rosto e de aprovação seguem o modelo determinado pela instituição àqual a monografia é dirigida (modelo anexo). O resumo na língua vernácula apresenta o tema,os objetivos, problema e hipótese, a metodologia empregada na pesquisa, os resultadosobtidos e a conclusão do autor, em um texto corrido de até 250 palavras (sem parágrafos e emespaçamento simples), seguido de até 3 (três) palavras-chave mais recorrentes no texto. Oabstract (ou resumo em língua estrangeira) equivale ao resumo, mas no idioma inglês. Osumário é um índice contendo as principais divisões e seções da monografia, com a indicaçãoda respectiva página. Os Elementos Textuais referem-se ao trabalho propriamente dito, composto deIntrodução, Desenvolvimento e Conclusão. A Introdução representa um convite à leitura dotrabalho e, portanto, não deve ser muito extensa (no máximo 3 páginas). Inicia-se com umabreve apresentação e delimitação do tema de pesquisa, justificativa de sua escolha(importância do tema), definição dos objetivos geral e específicos, construção do problema esua respectiva hipótese, indicação da metodologia adotada e a estruturação do trabalho(indicação dos capítulos).
  • 13. 13 O Desenvolvimento constitui a parte fundamental do trabalho, pois apresenta osdesdobramentos do tema escolhido em suas partes (capítulos de Referencial Teórico,Metodologia da Pesquisa e Discussão e Análise dos Resultados). A Conclusão é a síntese daargumentação, que se inicia com a retomada dos objetivos geral e específicos da pesquisa, afim de explicar se foram alcançados, bem como a reapresentação do problema e sua hipótese,no intuito de determinar sua confirmação ou refutação, apresentando-se as passagens do textoque servem de comprovação. Por fim, sugere-se novos trabalhos acerca do mesmo tema depesquisa. Os Elementos Pós-Textuais são compostos de Referências, Anexos e Apêndices, osquais obedecem aos mesmos critérios estabelecidos para o Relatório e Artigo Científico.2.6.1 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) As monografias referentes ao grau de conclusão de cursos de graduação eespecialização são trabalhos de iniciação, ou seja, introdução à pesquisa científica. Têm suaextensão mínima recomendada pela instituição à qual se destinam (geralmente entre 40 e 50páginas) e objetivam desenvolver no aluno a capacidade de discussão das principaisconcepções teóricas em uma única língua e sua correlação com a realidade.2.6.2 Dissertação de Mestrado A dissertação é uma exigência para a obtenção do título de mestre, sendo um tipo detrabalho apresentado na conclusão da pós-graduação. É um trabalho feito nos moldes da tese,com a peculiaridade de ser ainda uma tese inicial ou em miniatura. É de finalidade didática, pois constitui grande treinamento para a tese propriamentedita. Situa-se entre a monografia em nível de graduação e a tese em nível de doutorado,porque aborda temas de maior extensão e profundidade que na graduação, e é fruto de rigor ede reflexões científicas, também próprias do doutorado. Para sua elaboração não se exigirá que o trabalho seja uma comunicação de novateoria, pioneira interpretação e explicação de fatos, ou apresentação de verdadeirainvestigação científica com a característica de “originalidade”. Entretanto, exige-se que seja
  • 14. 14fruto de reflexão pessoal, elaborada com rigor científico e não mera transcrição de trabalhosalheios. As fontes referenciadas devem em no mínimo, duas línguas e sua estruturação seguea mesma indicada para monografia.2.6.3 Tese de Doutorado É um tipo de monografia científica, exigida para a obtenção de título de doutor e quetem por objetivo demonstrar a capacidade do candidato para realizar trabalhos científicos epromover o progresso da ciência, cuja contribuição amplia os conhecimentos do temaescolhido. É um tipo de trabalho científico que levanta, apresenta e soluciona problemas,argumenta e expõe razões baseadas nos fatos, com o objetivo de provar se as hipóteseslevantadas são falsas ou verdadeiras. Na tese de doutorado apresentam-se proposições sujeitas a contestações e discussões,passando por processo de análise e definição de seus termos; adiante argumentos sãoformulados e apresentam-se as provas e razões com a coerência e clarezas exigidas, sendo quea explanação dos argumentos leva à conclusão. Sua estruturação segue a mesma indicada paramonografia.
  • 15. 3 PROJETO DE PESQUISA Todos os manuais de metodologia são unânimes em afirmar que a confecção de umprojeto de pesquisa é um passo indispensável para a elaboração de uma monografia. O projeto é o elemento delineador da pesquisa que resultará na redação da monografiae através dele o aluno testa a viabilidade da realização do estudo proposto, define os objetivosdo trabalho, planeja os resultados a serem alcançados, estabelece os métodos para atingi-los e,num primeiro momento, verifica a referência existente sobre o tema. Portanto, um projeto bem feito, possibilita o início da pesquisa sem grandesdificuldades e conduz todo trabalho sem a necessidade de se fazer grandes alterações oumudanças no roteiro. Todos os manuais de metodologia apontam para a importância do projeto de pesquisa,como elemento indispensável à elaboração de monografia acadêmica; porém, com relação àsetapas ou elementos que devem compor um projeto de pesquisa, há muitas divergências: cadaautor costuma apresentar um modelo de projeto, a depender de seu gosto pessoal, ou da áreaespecífica do conhecimento à qual está vinculado. O modelo apresentado foi construído a partir dos pontos comuns ou que maisaparecem nos modelos apresentados nos manuais, e consta dos seguintes elementos: Capa,Sumário, Introdução, Delimitação do Tema, Definição dos objetivos, Problematização,Levantamento de Hipóteses, Metodologia da Pesquisa, Revisão de Literatura, Cronograma deAtividades e Bibliografia.3.1 Capa A capa não constitui uma etapa do projeto de pesquisa, mas um dos elementos daapresentação gráfica do mesmo e o primeiro item que deve compor o projeto que, a rigor, nãoé mais que uma folha de rosto, assemelhando-se à de uma monografia acadêmica.
  • 16. 16 Assim, a capa constará dos mesmos elementos de uma folha de rosto de umamonografia acadêmica; a única diferença está na nota explicativa, a qual, em vez de começarcom uma das expressões: “Monografia apresentada...”, “Dissertação apresentada...” ou “Teseapresentada...”, se inicia com a expressão: “Projeto apresentado...”. Portanto, a capa constará do cabeçalho, título (e subtítulo, se houver) do trabalho, notaexplicativa, nome do autor e data. A rigor, o título é algo provisório, podendo sofreralterações no decurso da pesquisa e elaboração da monografia, de sorte que, no final, o títulodeverá refletir exatamente o conteúdo do trabalho.3.2 Sumário O sumário também não é uma das etapas de um projeto de pesquisa, mas apenas umdos elementos da sua estrutura gráfica. Ele deverá vir logo após a capa (folha de rosto) econstará de uma lista indicativa, a partir da margem esquerda do texto, das partes do projeto,desde a introdução até as fontes bibliográficas e, na margem direita coloca-se o número dapágina inicial de cada parte. Por questões estéticas, deve-se colocar a palavra “Sumário” namargem superior da folha e a relação dos itens no meio da folha, para não dar a impressão deisolamento em cima ou em baixo.3.3 Introdução Na introdução ou justificativa do tema, o aluno deverá dizer da importância eatualidade da pesquisa e da exposição de seus resultados (da monografia acadêmica), ou seja,que tipo de contribuição estará fornecendo à academia, à ciência ou à sociedade, ao tratar dotema escolhido. Portanto, trata-se dos objetivos externos do trabalho e como tal, não devem serconfundidos com o item definição dos objetivos (que virá depois), em que é apresentada ajustificativa interna do trabalho, ou seja, que ponto se quer alcançar ou chegar com o trabalhoem si.
  • 17. 17 Neste item, o aluno poderá usar os argumentos gerais ou dados que demonstrem aimportância e atualidade do estudo do tema em questão. Entretanto, ainda não se deveapresentar os conteúdos internos do tema.3.4 Delimitação do Tema A monografia se caracteriza pela “pesquisa exaustiva de um tema específico”. Issosignifica que quanto menor for o tema ou quanto menor o número de variáveis que eleenvolva, maior a probabilidade de aprofundamento do mesmo. Ao contrário, quando o tema é genérico e abrindo-se um grande leque de variáveis ousubtemas afins a serem abordados, ou o aluno escolhe arbitrariamente apenas alguns deles aserem tratados, deixando o tema incompleto, ou acaba tentando falar de todos eles de formasuperficial. Ou seja, peca pelo generalismo; justamente o contrário do intuito da monografia,que se caracteriza pela especificidade de um tema. Assim como o título, a delimitação do tema também é algo provisório, pois durante oestudo do tema, pode ocorrer alguma alteração desta primeira delimitação, mas, ainda que istoseja freqüente, é necessário que o aluno inicie seu trabalho de posse de um tema bemdefinido, pois, quanto mais restrito for o tema, maior a probabilidade de sucesso na realizaçãoda pesquisa e elaboração do trabalho monográfico. A delimitação de um tema vai depender da área do conhecimento com a qual se estátrabalhando; entretanto, é possível apresentar alguns elementos que devem ser consideradosdurante a delimitação do tema: escolher um conceito, um ponto, uma questão etc. e nunca oassunto como um todo; um período histórico determinado e um espaço geográfico específicopara o desenrolar da pesquisa.3.5 Definição dos Objetivos Os objetivos apresentados para a realização de um trabalho são de natureza interna, ouseja, não dizem respeito à contribuição deste estudo para a academia, ciência ou sociedade,mas o que se quer internamente explicar e resolver, ou a que fim se quer chegar com otrabalho.
  • 18. 18 Esses objetivos podem ser resumidos em único parágrafo, sintetizados em um únicoobjetivo geral, posteriormente dividido em objetivos específicos. Os objetivos, sejam geral ou específicos, devem ser escritos numa linguagem o maissintética ou objetiva possível, e começando-se sempre com o verbo no infinitivo.3.6 Problematização Conforme disposto na introdução do projeto, numa monografia acadêmica o autor sepropõe a dar uma contribuição científica à academia, ciência ou sociedade; naproblematização, deve-se colocar o tipo de problema para enfrentamento, e porque seconstitui em um problema, explicando porque vale a pena tentar explicá-lo. A problematização carece de argumentação. Pode-se, então, usar do pensamento deoutras pessoas ou autoridades, que apresentam o tema escolhido como um problema a serresolvido, que vai depender da natureza ou da área do conhecimento do trabalho, podendo serde natureza social, natural, de argumentação lógica, de contradição à teoria etc. Os problemas levantados para uma pesquisa devem estar em perfeita sintonia com osobjetivos definidos, de forma que, para cada objetivo geral e/ou específicos se tenha umproblema geral e/ou específico.3.7 Construção de Hipóteses Hipótese é a resposta inicial que se dá ao problema levantado. A princípio, a hipóteseé provisória, pois poderá ser verdadeira ou falsa, ou seja, poderá ser comprovada ou não.Assim como a delimitação do tema, é um dos elementos mais importantes do projetomonográfico. A hipótese conduz o trabalho e para ela convergirão todas as argumentações. Portanto,apesar de ser a princípio provisória, deverá apresentar possibilidade de teste, pois não se deveapresentar uma hipótese sem que haja probabilidade de sua comprovação. Isto significa dizerque só é possível definir a hipótese depois de uma leitura exaustiva (revisão de literatura) domaterial disponível sobre o tema.
  • 19. 19 Aqui também, pode-se levantar hipóteses com base no pensamento de outros autoresou autoridades, que apresentam uma teoria como resposta ao problema levantado. Também é possível formular mais de uma hipótese, podendo ser uma geral e algumasespecíficas. Geralmente, segue-se o que foi feito na definição dos objetivos e na formulaçãodo problema, quando se tem um objetivo/problema geral e outros específicos; ou seja, paracada objetivo/problema de pesquisa, tem-se uma hipótese correspondente.3.8 Referencial Teórico É uma indicação da literatura pertinente ao tema, de modo a oferecer subsídios àfundamentação teórica para a pesquisa. Nesta seção devem constar as fontes que abordam asdiversas teorias, modelos e concepções relativas ao assunto, selecionados de acordo com suarelevância para o mundo acadêmico. Procura-se selecionar como referencial teórico em um trabalho monográfico nãosomente as obras daqueles autores denominados “clássicos”, mas principalmente os trabalhosmais recentemente publicados sobre o tema em questão, com ênfase para os artigoscientíficos, Trabalhos de Conclusão de Curso, Dissertações e Teses, pois estes reproduzem oestágio do conhecimento com menor defasagem temporal.3.9 Metodologia Uma das características fundamentais do conhecimento científico é sua metodologia;por este motivo, sendo a monografia acadêmica um dos tipos de comunicação científica, estanão pode prescindir de um método, que é o conjunto de procedimentos necessários para seatingir os objetivos propostos. A definição do método a ser utilizado num trabalho monográfico vai depender danatureza ou área do conhecimento do trabalho, ou de acordo com o tipo de problemáticalevantada, se é de cunho teórico-prático (empírico).
  • 20. 20 No caso de trabalho de caráter teórico, a parte prática limita-se aos procedimentos deleitura e fichamento de textos; por isso, é chamada de pesquisa bibliográfica. No entanto, oaluno deverá acrescentar o referencial teórico-metodológico a que se filia. Já nos trabalhos de cunho teórico-empíricos, a ênfase recai sobre os procedimentospráticos: a escolha do objeto de estudo (fenômeno) real, como a inflação, o desemprego, etc. enos instrumentos técnicos de coleta e leitura dos dados, como formulários de entrevistas,dados estatísticos, tabelas, gráficos etc. Entretanto, mesmo tendo como base os dados vindos da realidade, faz-se necessárioindicar o referencial teórico, ainda que matemático-estatístico, a partir do qual será feita aleitura dos resultados obtidos, através dos instrumentos prático-objetivos.3.10 Cronograma de Atividades Com base na metodologia, o aluno irá apresentar um cronograma (em forma dequadro), onde dividirá o tempo total gasto na pesquisa e elaboração da monografia, desde apesquisa bibliográfica e/ou prática até a redação final do trabalho, indicando que tipo deatividade fará em cada um dos tempos propostos. Além do quadro de atividades-tempo, o aluno poderá apresentar também,paralelamente, uma tabela de custos financeiros para cada atividade (orçamento),principalmente quando se trata de pesquisa financiada.3.11 Bibliografia Neste item, o aluno apresentará a relação de obras de que dispõe até aquele momentopara fundamentar sua pesquisa. Também será provisória, pois poderá ampliar-se muito, com adescoberta de novas fontes ao longo da pesquisa. De qualquer forma, representa mais umindicador da possibilidade de se levar adiante a pesquisa.
  • 21. 4 ELABORAÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO4.1 Formatação A formatação do trabalho monográfico consiste na observação de diversas regras.Neste item estão incluídos: margens, espacejamento, paginação e numeração, bem como aelaboração de notas de rodapé. Os textos devem ser apresentados em papel branco, formato A4 (21,0 cm x 29,7 cm),digitados somente no anverso da folha. Recomenda-se, para digitação, a utilização de fonteTimes New Roman tamanhos 12 para texto e 10 para citações longas, notas de rodapé,paginação, legendas e conteúdo de ilustrações, quadros, gráficos e tabelas. O trabalho deveráapresentar texto justificado.4.1.1 Margens As páginas devem apresentar margens esquerda e superior de 3,0 cm; direita e inferiorde 2,0 cm. Exemplo: 3 cm Nome do autor do trabalho 3 cm 2 cm Título do trabalho Local Mês/ano 2 cm
  • 22. 224.1.2 Espacejamento Todo o texto deve ser digitado com 1,5 cm de entrelinhas, ou seja, espaçamento 1.5,exceto o resumo, abstract, citações longas, notas de rodapé e indicações de ilustrações(esquemas, quadros, gráficos, tabelas e figuras), que devem utilizar espaçamento simples.4.1.3 Paginação e numeração As páginas de uma monografia devem ser contadas seqüencialmente, começando pelafolha de rosto. A numeração (digitação do número de cada página) é feita por meio dealgarismos arábicos, iniciando na Introdução até a última página dos Elementos Pós-Textuais. De acordo com a NBR 6029 não se numeram as páginas capitulares; portanto, todapágina inicial de seção ou capítulo, não deve conter o número. É possível facilmente fazerisso, separando-se cada seção ou capítulo do trabalho em arquivos diferentes do Word. Ao numerar a primeira seção (Introdução), selecionar a opção “Inserir”, depois“Números de páginas” e desativar o recurso “Mostrar número na primeira página”, indicandosua posição no início da página e à direita. Em seguida, continuar a inserção da numeraçãodas seções/capítulos subseqüentes do mesmo modo, selecionando a opção “Formatar” eativando o recurso “Iniciar em”, com o cuidado de indicar o numeral seguinte ao da últimapágina da seção anterior.4.1.4 Notas de rodapé As notas de rodapé são indicações, observações ou aditamentos ao texto feitos peloautor, tradutor ou editor. Utilizando-se o editor de texto Word, deve-se selecionar a opção“Inserir”, depois “Referência”, depois “Notas” e ativar o recurso Notas de Rodapé (no fim dapágina). Para a digitação dessas informações, deve-se usar fonte tamanho 10. Exemplo: 1 “O capitalismo é descrito como sendo um sistema de mercados livres, operando sob condições de concorrência: concorrência entre vendedores de bens similares, para atrair clientes; concorrência entre compradores, para garantir os bens que desejam; concorrência entre trabalhadores, para obter empregos; concorrência entre empregadores, para conseguir trabalhadores” (PASSOS E NOGAMI, 2002, p.31).
  • 23. 234.2 Citações As citações são os elementos retirados dos documentos pesquisados durante a revisãoda literatura e que se revelam úteis para corroborar as idéias desenvolvidas pelo autor nodecorrer do seu raciocínio. As citações são partes constitutivas de um trabalho científico e, portanto, necessárias,pois, através destas, o pesquisador pode demonstrar ter conhecimento das idéias, teorias econcepções de um determinado pensador. Servem para usar o pensamento de determinado autor como instrumento decomprovação ou refutação de suas hipóteses; despertar, no leitor, a curiosidade e o interessepela obra citada e demonstrar versatilidade e universalidade de conhecimento, inclusive deoutros idiomas, etc. Os manuais de metodologia científica recomendam citar apenas o essencial, ou seja,aquilo que se julga indispensável para exemplificação, comprovação, refutação oujustificativa do argumento que se está desenvolvendo. Para isso, deve-se centrar em períodos,frases ou trechos os mais curtos possíveis. A citação, quando muito extensa, além de cansar o leitor, poderá demonstrar falta decapacidade de síntese por parte do pesquisador. Da mesma forma, o pesquisador deverá terbom senso de não exagerar no número de citações, pois poderá transparecer falta decapacidade de criação e interpretação.4.2.1 Citações diretas Consistem na transcrição literal das palavras do autor, respeitando todas as suascaracterísticas e sua formatação depende da extensão, conforme disposto nos próximos itens.4.2.2 Citações curtas Em citações com até 3 (três) linhas; usa-se aspas e negrito, bem como a indicação donome do autor, ano e página.
  • 24. 24 Exemplo: A escolha pragmática acima referida é tratada por Hansen (2000, p.25) analisando que“... os jesuítas tinham optado por um humanismo de cultura e de formação, opondo-senitidamente ao humanismo de erudição”.4.2.3 Citações longas Citações com mais de 3 (três) linhas de texto devem ser feitas sem aspas, com recuode 4 cm a partir da margem esquerda, com fonte 10 e espaçamento simples (1,0 cm) entre aslinhas. Exemplo: Por isso definiu-se a representação em geral como teatro sacro, no qual encenavam osconceitos e conhecimentos que desejavam ensinar. No entendimento do autor: A escolha da via oral para transmitir a verdade canônica confirmada no Concílio de Trento resultou em uma extraordinária reativação da Retórica antiga. A conjunção, nos decretos tridentinos, de uma reforma do sacerdócio e do episcopado, de um lado, e de uma reforma da eloqüência, de outro, teve por conseqüência dotar o ideal do Orator ciceroniano de uma autoridade, de uma substância e de um campo de ação sem medida comum (HANSEN, 2000, p.28).4.2.4 Citações indiretas (paráfrase) São comentários acerca do conteúdo e das idéias do texto original. Nesse caso, édispensável o uso de aspas, bem como do número da página. São sempre preferíveis emrelação às citações diretas, pois denotam a capacidade de interpretação do autor. Exemplo: O ser humano, através de sua capacidade de reflexão crítica, procura interpretar osfenômenos verificados no mundo empírico, procurando descobrir as relações de causa eefeitos e princípios (DESILECK, 1980).4.2.5 Citações de citações Expressões usadas quando se transcrevem palavras textuais de um autor, sendoextraídas de um segundo, autor da fonte que se está consultando.
  • 25. 25 Na possibilidade de recuperar todos os dados de suas obras, mencionam-se entreparênteses o sobrenome do autor do documento original, ano e página, seguido da expressão“citado por”, e ainda, o sobrenome do autor da obra que foi consultada, ano e página. Nessecaso, as duas obras deverão constar das referências, separadamente, no final do trabalho. Exemplo: “...mas este ato foi mais tarde, muitas vezes invocado e usado como título deposse” (ABREU, 1942, p.614, citado por SIMONSEN, 1954, p.336). Caso seja impossível recuperar os dados do documento original (o primeiro), citam-seas informações disponíveis, seguidas de “citado por”, sobrenome do autor da obra consultada(a segunda), ano e página. Exemplo: “...mas este ato foi mais tarde, muitas vezes invocado e usado como título deposse” (ABREU citado por SIMONSEN, 1954, p.336). Nesse último caso, deverá constar da bibliografia a obra de Simonsen, e,separadamente, em ordem alfabética, a obra de Abreu. Exemplo: ABREU, C. Capítulos da história colonial. Citado por SIMONSEN, R. C. História econômica do Brasil: 1500/1820. São Paulo: Nacional, 1957. 457p.4.2.6 Algumas particularidades nas citações Caso haja no texto citado algo que se julgue dever ser corrigido ou que causeestranheza, coloca-se logo em seguida à palavra a expressão “sic!”, entre parênteses, paraindicar conformidade com o texto de origem. Esses casos acontecem principalmente, quando são transcritas partes de documentosmanuscritos antigos, em que determinadas palavras se tornam incompreensíveis pela grafia,por rasuras ou danificações naturais.
  • 26. 26 Exemplo: A terra mede uma légua de comprimento por meia de largura. Na ocasião da doação,foi lavrada uma escritura na Secretaria do Bispado e, cem anos mais tarde, registrada emcartório em São José do Egito. Em sua primeira parte, a escritura diz o seguinte: Pública forma de assento para transcrição e mais papéis. Extrato para transcrição. Freguesia do imóvel: São José do Egito. Denominação do imóvel: Prédio rústico. Um sítio de terra doado para patrimônio de São Pedro e que fica compreendido à margem do Rio “Umburanas” partindo da nascente, de perto da (sic!) ao Norte com o Sertão do Cariri no Estado da Paraíba [...]. Quando no corpo de uma passagem citada literalmente já se encontram trechos entreaspas, estas se transformam em apóstrofos. Exemplo: Rocha (1986, p.45), falando dos alunos de Santo Agostinho, na época em que ensinavaem Cartago, diz: “Seus alunos eram jovens baderneiros, enviados por seus pais ricos paraconseguir uma posição social, por meio de uma educação ‘esmerada’. Queriam apenasalgo que abrisse as portas para uma situação que fosse fácil e lucrativa”. Para indicar a omissão de trechos inclusos na passagem citada, mas que nãointeressam à transcrição, usa-se reticências: entre espaços duplos, no início e no fim daspassagens citadas e entre parênteses quando o trecho a omitir se encontrar no meio dapassagem citada. Exemplo: “... na casa onde morava aquele pensador, (...) faltavam as condições necessáriaspara que se realizasse a sua missão ... ” (MORAES, 1993, p.92) Quando, em determinada citação, aparecem palavras com significação ambígua ouimprecisa, deve-se colocar entre colchetes o significado em que ela foi entendida ouempregada no texto, ou seja, em que sentido está sendo empregada aquela palavra. Exemplo: Entre estes caminhos alguns cortavam o Sertão do Pajeú, conforme relata Andrade(1983, p.153):
  • 27. 27 Para Olinda e posteriormente Recife, o gado fazia longos caminhos. Havia um caminho de gado que, partindo de Olinda, se dirigia para o Norte, passando por Goiânia, Espírito Santo [na Paraíba], Mamanguape, Canguaretama, [...]. Quando se pretende dar ênfase a alguma passagem de uma citação literal, costuma-segrifá-la, sublinhá-la. Esta alteração deve ser assinalada com a expressão “o grifo é meu” ou“grifo nosso” seja colocada entre parênteses no próprio texto, seja em nota de rodapé, referidapor chamada posta logo após a passagem grifada. Os textos em língua estrangeira que aparecem no texto são traduzidos no corpo dotrabalho. Em casos especiais, podem ser mantidas no original, como nos estudos lingüísticosespecializados; porém, é bom ter presente que uma tese, uma dissertação, uma monografiadevem ser escritas uma única língua. Assim sendo, ainda quando a versão original tenhaalgum particular interesse, ela pode muito bem figurar em nota de rodapé.4.3 Referências Quanto aos elementos componentes e à sua organização na referência bibliográficaexistem normas ditadas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), para areferenciação de todos os tipos de documentos, desde trabalhos monográficos até informaçõesobtidas por instrumentos audiovisuais ou por via eletrônica. Segundo a ABNT, a referência é composta de elementos essenciais – que são asinformações indispensáveis à identificação do documento – e de elementos complementares –que são as informações que, acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhorcaracterizar os documentos.4.3.1 Ordenação As referências podem ter ordenação alfabética, cronológica ou sistemática (porassunto). Entretanto, sugere-se a adoção da ordenação alfabética ascendente. Quando se referencia várias obras do mesmo autor, substitui-se o nome do autor dasreferências subseqüentes por um traço (sublinha) equivalente a seis espaços. As referências devem vir em listas após o texto, antecedendo os anexos.
  • 28. 284.3.2 Aspectos gráficos As referências devem ser digitadas, usando um espaço simples (1,0 cm) entre as linhase dois espaços simples para separá-las e são alinhadas somente à margem esquerda. Com relação à pontuação: Usa-se ponto após o nome do(s) autor(es), o título, antes dos números da edição, do volume e da página, e no final da referência; Os dois pontos são usados antes do subtítulo e do nome da editora e depois do termo “In”; A vírgula é usada após o sobrenome dos autores e o nome da editora, entre o volume e o número, páginas da revista e após o título da revista; O ponto e vírgula seguido de espaço é usado para separar os autores; O hífen é utilizado entre os números das páginas inicial e final (Ex: p.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (Ex: 1998-1999); A barra transversal é usada entre números e datas de fascículos não seqüenciais (Ex: 7/9, 1979/1981); O colchete é usado para indicar os elementos de referência, que não aparecem na obra referenciada, porém são conhecidos (Ex: [1991]); O parêntese é usado para indicar o título que caracteriza a função e/ou responsabilidade, de forma abreviada (Ex: BOSI, A. (org.)). As reticências são usadas para indicar supressão de títulos (Ex: Anais...). As letras maiúsculas são usadas no sobrenome do autor, para entidades coletivas (Ex:OMC), em nomes geográficos, quando antecedem um órgão governamental da administração(Ex: BRASIL. Ministério da Educação) e em títulos de eventos (congressos, seminários, etc.). O grifo em negrito é usado apenas nos títulos de obras e de periódicos.4.3.3 Autoria No caso de um único autor, deve-se indicar o sobrenome, em letras maiúsculas,seguido dos prenomes abreviados. O mesmo vale quando a referência é o próprio autor.
  • 29. 29 Exemplo: SCHÜTZ, E. Reengenharia mental: reeducação de hábitos e programação de metas. Florianópolis: Insular, 1997. 104p. Quando existem dois ou três autores para a mesma obra, deve-se indicar ossobrenomes, em letras maiúsculas, seguidos dos prenomes abreviados de cada autor,separados por ponto e vírgula. Exemplos: SÓDERSTEN, B.; GEOFREY, R. International economics. 3.ed. London: McMillan, 1994. 714p. NORTON, P.; AITKEN, P.; WILTON, R. Peter Norton: a bíblia do programador. Tradução de Geraldo Costa Filho. Rio de Janeiro: Campus, 1994. 640p. Quando existem mais de três autores, deve-se indicar apenas o primeiro,acrescentando-se a expressão “et al”. Em casos específicos, tais como projetos de pesquisacientífica, nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar a autoria, éfacultado indicar todos os nomes. Exemplo: BRITO, E. V. et al. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de consulta diária. 6.ed. São Paulo: Frase, 1996. 288p. Em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título. O termo anônimo nãodeve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido. Exemplo: PROCURA-SE um amigo. In: SILVA, L. N. Gerência da vida: reflexões filosóficas. 3.ed. Rio de Janeiro: Record, 1990. 247p. Quando o autor da obra adotar pseudônimo na obra a ser referenciada, este deve serconsiderado para entrada. Quando o verdadeiro nome for conhecido, deve-se indicá-lo entrecolchetes após o pseudônimo. Exemplo: ATHAYDE, T. [Alceu Amoroso Lima]. Debates pedagógicos. Rio de Janeiro: Schmidt, 1931.
  • 30. 30 Quando a responsabilidade intelectual de uma obra for atribuída a um organizador,editor, coordenador, etc., a entrada da obra é feita pelo sobrenome, seguido das abreviaturascorrespondentes entre parênteses. Quando houver mais de um organizador ou compilador,deve-se adotar as mesmas regras utilizadas para autoria. Exemplo: BOSI, A. (org.). O conto brasileiro contemporâneo. 3.ed. São Paulo: Cultrix, 1978. 293p. Quando as obras referenciadas são de cunho administrativo ou legal e elaboradas porentidades independentes, deve-se indicar diretamente o nome da entidade, em letrasmaiúsculas, por extenso, considerando a subordinação hierárquica, quando houver. Exemplos: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Instituto Astronômico e Geográfico. Anuário astronômico. São Paulo, 1988. 279p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. Centro de Estudos em Enfermagem. Informações pesquisas e pesquisadores em Enfermagem. São Paulo, 1916. 124p. INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Classificação nacional de patentes. 3.ed. Rio de Janeiro, 1979. v.9. Quando a entidade, vinculada a um órgão maior, tem uma denominação específica quea identifica, a entrada é feita diretamente pelo seu nome. Em caso de homônimos, deve-seacrescentar a área geográfica, o local. Exemplo: BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Bibliografia do folclore brasileiro. Rio de Janeiro: Divisão de Publicações, 1971. Rio de Janeiro: Divisão de Publicações, 1971. BIBLIOTECA NACIONAL (Lisboa). Bibliografia vicentina. Lisboa: [s.n.], 1942. Quando se tratar de órgãos governamentais da administração (Ministérios, Secretariase outros), deve-se indicar o nome geográfico em letras maiúsculas (país, Estado oumunicípio), considerando a subordinação hierárquica, quando houver.
  • 31. 31 Exemplo: BRASIL. Ministério do Trabalho. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional. Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. Brasília: SEFOR, 1995. 24p. Nos casos de outros tipos de responsabilidade (tradutor, prefaciador, ilustrador, etc.),deve-se acrescentar as informações referentes logo após o título, conforme aparece nodocumento. Exemplo: SZPERKOWICZ, J. Nicolás Copérnico: 1473-1973. Tradução de Victor M. Ferreras Tascón; Carlos H. de León Aragon. Varsóvia: Editorial Científica Polaca, 1972. 82p.4.3.4 Elaboração No caso de Obras (livros) consideradas no todo (mais de um capítulo), deve-se indicaro nome do(s) autor(es), título e subtítulo (se houver), número da edição (caso não seja aprimeira), local, editora, ano e número de páginas. Exemplo: DINA, A. A fábrica automática e a organização do trabalho. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 1987. 132p. No caso de Obras consideradas em parte (apenas um capítulo ou seção), deve-seindicar o nome do(s) autor(es), título e subtítulo (se houver) do capítulo ou seção, o nomedo(s) autor(es), título e subtítulo (se houver) da obra, caso seja(m) diferente(s) do(s) autor(es)do capítulo, número da edição (caso não seja a primeira), local, editora, ano, número docapítulo ou seção, página inicial e final. Exemplos: NOGUEIRA, D. P. Fadiga. In: FUNDACENTRO. Curso de médicos do trabalho. São Paulo: Cultrix, 1974. v.3, p.807-813. GIL, A. C. Métodos da economia. In: _ Técnicas de pesquisa em economia e elaboração de monografias. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2002. Cap.2, p.31-43.
  • 32. 32 No caso de Obras pertencentes a Séries e Coleções, ao final da indicação da obra,deve-se indicar os títulos da série e coleção e sua numeração, tal qual figuram no documento,entre parênteses. Exemplo: PÁDUA, M. O defensor da paz. Tradução e notas de José Antônio Camargo. Petrópolis: Vozes, 1997. 701p. (Clássicos do pensamento político). No caso de Dicionários, deve-se proceder da mesma forma, acrescentando o númerode volumes ao final da referência. Exemplo: AULETE, C. Dicionário contemporâneo da língua portuguesa. 3.ed. Rio de Janeiro: Delta, 1980. 5v. Para Atlas e Biografias, deve utilizar a indicação padrão para obras inteiras. Exemplos: MOURÃO, R. R. F. Atlas celeste. 5.ed. Petrópolis: Vozes, 1984. 175p. SZPERKOWICZ, J. Nicolás Copérnico: 1473-1973. Tradução de Victor M. Ferreras Tascón; Carlos H. de León Aragón. Varsóvia: Editorial Científica Polaca, 1972. 82p. Em se tratando de Enciclopédias, deve-se indicar o título e subtítulo (caso haja),seguidos do local de publicação e da editora, ano e número de volumes. Exemplo: THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Chicago: Encyclopaedia Britannica, 1986. 30v. No caso da Bíblia, deve-se ainda indicar a língua da tradução ou versão, o título, onome do tradutor, local, editora e ano de publicação, bem como as notas (caso existam). Exemplo: BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica, 1980. Edição Ecumênica.
  • 33. 33 Se considerada apenas em parte, deve-se indicar a parte da Bíblia, a língua da traduçãoou versão, o título, o nome do tradutor, o local, a editora e o ano de publicação, os números dapágina inicial e final da parte consultada, bem como as notas (caso existam). Exemplo: Jó. Português. In: Bíblia sagrada. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica, 1980. p.389-412. Edição Ecumênica. Com relação a Normas Técnicas, deve-se indicar o órgão normalizador, o título esubtítulo (caso haja), número da norma, local de publicação, ano e número de volumes oupáginas. Exemplo: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: resumos. Rio de Janeiro, 2003. 3p. No caso de Trabalhos de Conclusão de Curso, Dissertações ou Teses, deve-se indicaro autor, o título e subtítulo (caso haja), ano de defesa, número de folhas ou volumes, categoriada monografia (grau e área de concentração), nome da instituição, local e ano de elaboração. Exemplo: RODRIGUES, M. V. Qualidade de vida no trabalho. 1989. 180 f. Dissertação de Mestrado em Administração apresentada à Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1989. Quando se tratarem de Anais de Congresso, Conferência ou Workshop, deve-seindicar o nome do evento, número, ano, cidade de realização, título, local de publicação,editora, data de publicação e número de páginas ou volumes dos anais. Exemplos: CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 11., 1986, Belém. Anais…[S. l.]: OAB, [1986?]. 924p. WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO, 1., 1995, São Paulo. Anais… São Paulo: ICRS/USP, 1995. 39p. No caso de Relatórios Oficiais, deve-se indicar a instituição que produziu o Relatório,o órgão ao qual está subordinada, local e ano de publicação, bem como o tipo de materialconsultado.
  • 34. 34 Exemplo: COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR. Departamento de Pesquisa Científica e Tecnológica. Relatório. Rio de Janeiro, 1972. Mimeografado. Para Relatórios Técnico-Científicos, deve-se indicar os autores, o título do Relatório,local e ano de publicação, bem como a quantidade de páginas e informações adicionais (casoexistam). Exemplo: SOUZA, U. E. L.; MELHADO, S. B. Subsídios para a avaliação do custo de mão- de-obra na construção civil. São Paulo: EDUSP, 1991. 38p. (Série Texto Técnico, TT/PCC/01). Com relação às Constituições, deve-se indicar a esfera, o ano de promulgação, o título,data (dia, mês e ano), número da edição, o local, a editora e o ano de publicação, bem como onúmero de páginas ou volumes e as notas (caso existam). Exemplo: BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4.ed. São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira). Para Leis e Decretos, deve-se indicar a esfera, nome e número do Decreto ou Lei,seguida da data (dia, mês e ano) de promulgação, bem como a ementa e os dados dapublicação. Exemplos: BRASIL. Decreto n. 89.271, de 4 de janeiro de 1984. Dispõe sobre documentos e procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. São Paulo, v.48, p.3-4, jan./mar., 1.trim. 1984. Legislação Federal e marginália. BRASIL. Lei n. 9273, de 3 de maio de 1996. Torna obrigatório a inclusão de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. São Paulo, v.60, p.1260, mai./jun., 3.trim. 1996. Legislação Federal e marginália. Com relação a Portarias e Resoluções, deve-se indicar o autor (entidade coletivaresponsável pelo documento), ementa (quando houver), tipo de documento, número e data(dia, mês e ano), bem como os dados da publicação.
  • 35. 35 Exemplos: BRASIL. Secretaria da Receita Federal. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos - ECT do sistema de arrecadação. Portaria n. 12, de 21 de março de 1996. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. São Paulo, p.742-743, mar./abr., 2.trim. 1996. Legislação Federal e marginália. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Aprova as instruções para escolha dos delegados-eleitores, efetivo e suplente à Assembléia para eleição de membros do seu Conselho Federal. Resolução n. 1.148, de 2 de março de 1984. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, p.425-426, jan./mar., 1.trim. 1984. Legislação Federal e marginália. Com relação aos Periódicos considerados no todo, deve-se indicar o título doperiódico, o local (cidade), nome da editora e ano do primeiro e último volume publicados,bem como a periodicidade e o número do ISSN (quando houver). Exemplo: TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP, 1989-1997. Quadrimestral. ISSN: 0103-3786. Caso o Periódico (ainda considerado no todo) esteja dividido em fascículos, deve-seindicar o título do periódico, local (cidade), nome da editora, número do volume, mês e anode publicação. Exemplo: VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, jan. 1998. Quando o Periódico (ainda considerado no todo) estiver apresentado em suplementoscom título próprio, deve-se indicar o título do periódico, título do suplemento, local (cidade)de publicação, nome da editora, número do volume, mês e ano de publicação, bem como asnotas (caso existam). Exemplo: EXAME. Melhores e maiores: as 500 maiores empresas do Brasil, São Paulo: Abril, jul. 1997. Suplemento. Se o Periódico for considerado em parte, deve-se indicar o autor do artigo, os títulosdo artigo e da revista, local de publicação, números do volume, fascículo, das páginas inicial efinal, bem como mês e ano de publicação.
  • 36. 36 Exemplo: ESPOSITO, I. et al. Repercussões da fadiga psíquica no trabalho e na empresa. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, São Paulo, v.8, n.32, p.37-45, out./dez. 1979. Com relação à referência de Artigo de Jornal, deve-se indicar o autor do artigo, ostítulos do artigo e do jornal, local (cidade) de publicação, data (dia, mês e ano), número outítulo do caderno, seção ou suplemento, bem como os números das páginas inicial e final doartigo. Quando não houver caderno, seção ou parte, a paginação do artigo precede a data depublicação. E no caso do artigo não ser assinado, deve-se iniciar a referência pelo título. Exemplos: OLIVEIRA, W. P. Judô: Educação física e moral. O Estado de Minas. Belo Horizonte, 17 mar. 1981. Caderno de esporte, p.7. SUA safra, seu dinheiro. Folha de S. Paulo. São Paulo, 17 ago. 1995. Cad. 2, p.9.4.3.5 Outros documentos Em se tratando de Atas de Reunião, deve-se indicar o nome da organização, o local derealização, o título e a data de realização, bem como os números do livro e das páginas iniciale final do registro. Exemplo: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Central. Ata da reunião realizada no dia 4 de julho de 1997. Livro 50, p.1. Ao se referenciar Bulas de Remédios, deve-se indicar o título da medicação, oresponsável técnico (se houver), o local, nome do laboratório e ano de fabricação. Exemplo: NOVALGINA: dipirona sódica. São Paulo: Hoechst, [199?]. Bula de remédio. Para Cartões Postais, deve-se indicar o título, o local, o nome da editora e ano, bemcomo o número de unidades e a indicação de cor. Exemplo: BRASIL turístico: anoitecer sobre o Congresso Nacional - Brasília. São Paulo: Mercador. [198-]. 1 cartão postal: color.
  • 37. 37 Quando se tratar de Convênios, deve-se indicar o nome da primeira instituição, otítulo, local (cidade) e data em que foi celebrado o convênio. Exemplo: CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO - CNPQ. Termo de compromisso que entre si celebram o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPQ, por intermédio de sua unidade de pesquisa, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT e a Universidade Federa de Santa Catarina - UFSC. Florianópolis, 1996. No caso de Discos, deve-se indicar o autor (compositor, executor ou intérprete), otítulo, o nome do diretor artístico (se houver), o local, a gravadora, número de rotações porminuto, o tipo de gravação, bem como os números de canais sonoros e do disco. Caso sejareferenciado apenas um lado do disco, a indicação deve ser feita pela abreviatura L, logo apósa data. Em caso de coletânea, entrar pelo título. Exemplos: DENVER, J. Poems, prayers & promises. São Paulo: RCA Records, 1974. 1 disco (38 min.): 33 1/3 rpm, microssulco, estéreo. 104.4049. COBOS, L. Suíte 1700: com The Royal Philharmonic Orchestra. Rio de Janeiro: Sony Music, 1990. 1 disco (45 min.): 33 1/3 rpm, microssulco, estéreo. 188163/1-467603. TRACY CHAPMAN. São Paulo: Elektra, 1988. L. A, 1 disco (15 min.): 33 1/3rpm, microssulco, estéreo. 670.4170-A. A referência de Discos Compactos (compact discs) difere da do disco comum apenaspela indicação de compacto e pela forma de gravação. Exemplo: JÓIAS da música. Manaus: Videolar Amazônica: [199?]. v. 1. 1 disco compacto (47 min.): digital, estéreo. DL: M-23206-94. Parte integrante da revista Caras. Os Clássicos dos Clássicos. No que diz respeito às Entrevistas, a entrada é feita pelo nome do entrevistado,seguido do título, referência da publicação (revista ou programa de TV), seguido de local,número do fascículo e das páginas (quando houver), data (dia, mês e ano), bem como as notas(caso existam). Quando o entrevistador tem maior destaque, entrar por ele. Para referenciar
  • 38. 38entrevistas gravadas, faz-se descrição física de acordo com o suporte adotado. Para entrevistaspublicadas em periódicos, proceder como em documentos considerados em parte. Exemplo: MELLO, E. C. O passado no presente. Veja, São Paulo, n.1528, p.9-11, 4 set. 1998. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima. No caso de Fitas Gravadas, deve-se indicar o autor (compositor, executor ouintérprete), o título, local, nome da gravadora, ano de gravação, número e tipo de fitas,incluindo sua duração, seguido do tipo de gravação e título da série (caso exista). Exemplo: PANTANAL. São Paulo: Polygram, 1990. 1 cassete son. (90 min.): estéreo. Para Filmes e Vídeos, deve-se indicar o título, autor e indicação de responsabilidaderelevante (diretor, produtor, realizador, roteirista e outros), coordenador (se houver), local,produtora e distribuidora, data, descrição física com detalhes do número de unidades, duraçãoem minutos, tipo (sonoro ou mudo, legendado ou dublado), idioma, bem como a série e notasespeciais (caso existam). Exemplos: O NOME da rosa. Produção de Jean-Jaques Annaud. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora, 1986. 1 videocassete (130 min.): VHS, NTSC, son., color. Legendado. Port. PEDESTRIANT reconstruction. Produção de Jerry J. Eubanks, Tucson: Lawuers & Judges Publishing. 1994. 1 videocassete (40 min.): VHS, NTSC, son., color. Sem narrativa. Didático. Fotografias comuns devem ser referenciadas através do nome do autor (fotógrafo ounome do estúdio), título, ano, número de unidades, indicação de cor e dimensões. A fotografiade obras de arte tem entrada pelo nome do autor do original, seguido do título e da indicaçãodo nome do fotógrafo, precedido da abreviatura “fot”. Tratando-se de um conjunto defotografias com suporte físico próprio como, por exemplo, um álbum, esta informação devepreceder o número de fotos.
  • 39. 39 Exemplo: KELLO, Foto & Vídeo. Escola Técnica Federal de Santa Catarina. 1997. 1 álbum, (28 fot.): color.; 17,5 x 13 cm. Com relação a Mapas, a referência deve ser feita através do nome do autor, título,local, editora, ano, número de unidades físicas, indicação de cor, altura e largura, bem como aescala. Ao indicar as dimensões do mapa, transcreve-se primeiro a altura. Para referenciarglobos, substitui-se o número de unidades físicas pela designação “globo” e indica-se, nadimensão, o diâmetro do globo em centímetros. Exemplo: SANTA CATARINA. Departamento Estadual de Geografia e Cartografia. Mapa geral do Estado de Santa Catarina. Florianópolis, [s.n.], 1958. 1 mapa: 78 x 57 cm. color.; escala: 1:800:000. Para Arquivos em Disquetes, deve-se indicar o autor do arquivo, o título, a extensão,local e data, características físicas, tipo de suporte e notas (caso existam). Exemplo: KRAEMER, L. L. B. Apostila.doc. Curitiba, 13 mai. 1995. 1 arquivo (605 bytes). Disquete 3 1/2. Word for Windows 6.0. Com relação a Correios Eletrônicos, deve-se indicar o autor da mensagem, o assunto,endereço eletrônico do destinatário e data (dia, mês e ano) de recebimento. As informaçõesdevem ser retiradas, sempre que possível, do cabeçalho da mensagem recebida. Quando o e-mail for cópia, poderão ser acrescentados os demais destinatários após o primeiro, separadospor ponto e vírgula. Exemplo: MARINO, A. M. TOEFL briefing number [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por: <educatorinfo@gets.org> em 12 mai. 1998. No caso de Obras On-Line, consideradas no todo, deve-se indicar o nome do autor,título da monografia, local (cidade), editora e data, seguido do endereço eletrônico e da datade acesso.
  • 40. 40 Exemplo: O ESTADO DE SÃO PAULO. Manual de redação e estilo. São Paulo, 1997. Disponível em: <http://www1.estado.com.br/redac/manual.html>. Acesso em: 19 mai. 1998. Em se tratando de Artigos de Jornais On-Line, deve-se indicar o nome do autor, títulodo artigo, nome do jornal, local, data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal (casoexistam), seguido do endereço eletrônico e da data de acesso. No caso de Artigos semindicação de autoria, iniciar pelo título do artigo. Exemplos: TAVES, R. F. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. O Globo. Rio de Janeiro, 19 mai. 1998. Disponível em:<http://www.oglobo.com.br/>. Acesso em: 19 mai. 1998. UFSC não entrega lista ao MEC. Universidade Aberta: online. Disponível em: < http://www.unaberta.ufsc.br/novaua/index.html>. Acesso em: 19 mai. 1998. A referência a Homepages deve ser feita através do autor da página, título,informações complementares (do tipo coordenação, desenvolvimento, apresentação, quandohouver), bem como endereço e data de acesso. Exemplo: ETSnet. Toefl on line: Test of english as a foreign language. Disponível em: <http://www.toefl.org>. Acesso em: 19 mai. 1998.4.3.5 Imprenta Com relação ao local de publicação, deve ser indicado tal como aparece na obrareferenciada. Quando houver homônimos, acrescenta-se a sigla do Estado ou país. Exemplo: Viçosa, MG Viçosa, RN
  • 41. 41 Quando o local e a editora não aparecem na publicação, mas são conhecidos, deve-seindicar entre colchetes. Exemplo: [S. l. : s. n.] No que diz respeito à editora, quando o editor é o mesmo autor, não mencioná-locomo editor. Quando houver mais de uma editora, indica-se a que aparecer com maiordestaque na folha de rosto ou todas, seguidas de seus respectivos lugares. Exemplo: São Paulo: Nobel Rio de Janeiro: Makron; São Paulo: Nobel 41 Com referência à data de publicação, esta deve ser indicada em algarismos arábicos.Por se tratar de elemento essencial para a referência, sempre deve ser indicada uma data, sejada publicação, da impressão, do copyright ou outra. Quando a data não consta na obra,registrar a data aproximada entre colchetes. Exemplos: [1995?] para data provável [1995] para data certa não indicada na obra [199-] para década certa [199?] para década provável [19--] para século certo [19--?] para século provável
  • 42. BIBLIOGRAFIAANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico. 7.ed. São Paulo:Atlas, 2005.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: referências:elaboração. Rio de Janeiro, 2002.______. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro,1989.______. NBR 6027: sumário. Rio de Janeiro, 1989.______. NBR 6028: resumos. Rio de Janeiro, 1990.______. NBR 6029: apresentação de livros. Rio de Janeiro, 1998.______. NBR 10520: apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro, 2002.______. NBR 10522: abreviação na descrição bibliográfica. Rio de Janeiro, 1998.______. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. Rio de Janeiro, 1989.______. NBR 12225: título de lombada. Rio de Janeiro, 1992.______. NBR 14724: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006.BARROS, A. J. P.; LEHFELD, N. A. S. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas.11.ed. Petrópolis: Vozes, 2000.BASTOS, L. R. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses,dissertações e monografias. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
  • 43. 43BASTOS, C. L; KELLER, V. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica.18.ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2004.BOAVENTURA, E. M. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação, tese. São Paulo:Atlas, 2004.CARVALHO, M. C. M. (org.) Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos etécnicas. 14.ed. Campinas: Papirus, 2003.CASTRO, C. M. A prática da pesquisa. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1977.CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall,2003.DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2000.DEMO, P.; HABERMAS, J. Pesquisa e construção de conhecimento: metodologiacientífica no caminho de Habermas. 5.ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1994.DIEZ, C. L. F.; HORN, G. B. Orientações para elaboração de projetos e monografias.2.ed. Petrópolis: Vozes, 2005.ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1977.GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2002.______. Técnicas de pesquisa em economia e elaboração de monografias. 4.ed. São Paulo:Atlas, 2002.GONÇALVES, H. A. Manual de monografia, dissertação e tese. 5. ed. São Paulo:Avercamp, 2004.HÜBNER, M. M. Guia para elaboração de monografias e projetos de dissertação demestrado e doutorado. São Paulo: Pioneira Thomson Learning/Mackenzie, 2004.LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1991.LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1991.
  • 44. 44LAVILLE, C; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisaem ciências humanas. Tradução de Heloísa Monteiro e Francisco Settineri. Porto Alegre:Artmed; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.NASCIMENTO, D. M. Metodologia do trabalho científico: teoria e prática. Rio de Janeiro:Florence, 2005.NUNES, R. Manual de monografia jurídica: como se faz uma monografia, uma dissertação,uma tese. 4.ed. São Paulo: Saraiva, 2002.RAMPAZZO, L. Metodologia científica: para alunos dos cursos de graduação e pós-graduação. 2.ed. São Paulo: Loyola, 2004.RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 32.ed. Petrópolis: Vozes, 2004.RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 3.ed. São Paulo: Atlas,1992.SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia do trabalhocientífico. 5.ed., Belo Horizonte: Interlivros, 1977.SERRA NEGRA, E. M. Manual de trabalhos monográficos de graduação, especialização,mestrado e doutorado. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2004.SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 21.ed. São Paulo: Cortez, 2000.TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. 11.ed. Rio deJaneiro: FGV, 2006.THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1986.VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 6.ed. São Paulo:Atlas, 2005.VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 5.ed. São Paulo: Thomson Pioneira, 2004.
  • 45. APÊNDICES
  • 46. 46 APÊNDICE A – MODELO DE CAPA DE MONOGRAFIACENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO PIAUÍ Gerência de Ensino de Nível Superior Curso TÍTULO: SUBTÍTULO NOME DO AUTOR CIDADE Ano
  • 47. 47APÊNDICE B – MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE MONOGRAFIA NOME DO ALUNO TÍTULO: SUBTÍTULO Monografia apresentada ao Centro Federal de Educação Tecnológica do Piauí como requisito à obtenção do título de Tecnólogo em ___________________________, sob orientação do Prof. _____________________. CIDADE Ano
  • 48. 48APÊNDICE C – MODELO DE FICHA CATALOGRÁFICA DE MONOGRAFIA FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA FRANCISCO MONTOJOS – CEFET/PI (Impressa no verso da folha de rosto...)
  • 49. 49APÊNDICE D – MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO DE MONOGRAFIA NOME DO AUTOR TÍTULO: SUBTÍTULOMonografia aprovada pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Piauícomo requisito à obtenção do título de Tecnólogo em ______________________. Cidade, data. _____________________________________ (Nome e titulação do 1º membro da banca) Orientador __________________________________ (Nome e titulação do 2º membro da banca) 2º Membro __________________________________ (Nome e titulação do 3º membro da banca) 3º Membro
  • 50. 50APÊNDICE E – MODELO DE DEDICATÓRIA DE MONOGRAFIA Dedicatória (opcional, sem título)
  • 51. 51APÊNDICE F – MODELO DE AGRADECIMENTOS DE MONOGRAFIA AGRADECIMENTOS
  • 52. 52APÊNDICE G – MODELO DE EPÍGRAFE DE MONOGRAFIA Epígrafe (opcional, sem título)
  • 53. 53APÊNDICE H – MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES DE MONOGRAFIA LISTA DE ILUSTRAÇÕESFigura 1 – (Esquemas, fluxogramas, organogramas, fotos, mapas, plantas, etc.) .. (p.)Gráfico 1 – (Título) ................................................................................................ (p.)Quadro 1 – (Título) ................................................................................................ (p.)(Na ordem de ocorrência do texto...)
  • 54. 54 APÊNDICE I – MODELO DE LISTA DE SIGLAS LISTA DE SIGLASSIGLA – Significado da sigla(Em ordem alfabética...)
  • 55. 55 APÊNDICE J – MODELO DE RESUMO DE MONOGRAFIA RESUMO(Em espaço simples e sem parágrafos, deve conter a justificativa, objetivo(s) dotrabalho, problema e hipótese, metodologia, resultados e conclusões. A extensãorecomendada, segundo a ABNT, para o resumo informativo de monografia: até250 palavras...)Palavras-chave: (Até 3 palavras mais recorrentes no texto, com iniciaismaiúsculas e separadas por ponto...).
  • 56. 56 APÊNDICE K – MODELO DE ABSTRACT DE MONOGRAFIA ABSTRACT(O mesmo conteúdo do Resumo, em idioma inglês...)Keywords: (As mesmas palavras-chave do Resumo, em idioma inglês, cominiciais maiúsculas e separadas por ponto...).
  • 57. 57 APÊNDICE L – MODELO DE SUMÁRIO DE MONOGRAFIA SUMÁRIO1 Introdução ................................................................................................... ....... (p.)2 (Referencial Teórico) .................................................................................. ....... (p.)3 Metodologia ................................................................................................. ....... (p.)4 (Título) ................................................................................................................. (p.)4.1 (Tópico, opcional) ..................................................................................... ....... (p.)4.1.1 (Sub-tópico opcional) ............................................................................. ....... (p.)5 Conclusão ............................................................................................................ (p.)Referências ..................................................................................................... ...... (p.)Anexos ............................................................................................................. ...... (p.)Apêndices ........................................................................................................ ...... (p.)
  • 58. 58 APÊNDICE M – MODELO DE INTRODUÇÃO1 INTRODUÇÃO(Relate a importância do tema e justifique a sua escolha...)(Relacione os objetivos (geral e específicos) para a elaboração da pesquisa...)(Formule o problema e hipótese, caso existam...)(Destaque sinteticamente a metodologia empregada...)(Descreva a estruturação do trabalho em capítulos...)(A numeração começa a aparecer na segunda página, na margem superior direita,em cabeçalho...)
  • 59. 59APÊNDICE N – MODELO DO CAPÍTULO DE REFERENCIAL TEÓRICO DA MONOGRAFIA2 (REFERENCIAL TEÓRICO)(Discuta as idéias dos autores selecionados que tratam sobre o tema, expressandosua concordância ou discordância...)(A numeração aparece apenas na segunda folha, na margem superior direita, emcabeçalho...)
  • 60. 60APÊNDICE O – MODELO DO CAPÍTULO DE METODOLOGIA DA MONOGRAFIA 3 METODOLOGIA (Apresente o método, o tipo de pesquisa e as técnicas empregadas...) (A numeração aparece apenas na segunda folha, na margem superior direita, em cabeçalho...)
  • 61. 61APÊNDICE P – MODELO DO CAPÍTULO DE ANÁLISE DOS RESULTADOS E DISCUSSÃO DA MONOGRAFIA4 ANÁLISE DOS RESULTADOS E DISCUSSÃO(Descreva os resultados da pesquisa, sob a forma de capítulos...)(A numeração aparece apenas na segunda folha, na margem superior direita, emcabeçalho...)
  • 62. 62 APÊNDICE Q – MODELO DE CONCLUSÃO DA MONOGRAFIA5 CONCLUSÃO(Apresente a síntese interpretativa dos principais argumentos usados, mostrandose os objetivos da pesquisa foram atingidos. Deve indicar as limitações dapesquisa e sugestões para outros trabalhos sobre o tema...)(A numeração aparece apenas na segunda folha, na margem superior direita, emcabeçalho...)
  • 63. 63 APÊNDICE R – MODELO DE REFERÊNCIAS DA MONOGRAFIA REFERÊNCIAS(Destaque exclusivamente as fontes citadas no texto, em ordem alfabética, emespaço simples, 2ª linha alinhada com a primeira, começando pelo últimosobrenome do autor em maiúsculas e nome e sobrenome(s) inicial(is)abreviados...)(A numeração aparece apenas na segunda folha, na margem superior direita, emcabeçalho...)
  • 64. 64APÊNDICE S – MODELO DE CAPA DOS ANEXOS DA MONOGRAFIA ANEXOS
  • 65. 65 APÊNDICE T – MODELO DE ANEXO DA MONOGRAFIA ANEXO A – (Título)(Acrescente quaisquer documentos elaborados por terceiros, não compatíveis coma inserção em algum capítulo e que você deseja anexar ao trabalho...)(A numeração aparece nesta folha, na margem superior direita, em cabeçalho...)
  • 66. 66APÊNDICE U – MODELO DE CAPA DOS APÊNDICES DA MONOGRAFIA APÊNDICES
  • 67. 67 APÊNDICE V – MODELO DE APÊNDICE DA MONOGRAFIA APÊNDICE A – (Título)(Acrescente quaisquer documentos elaborados por você não compatíveis com ainserção em algum capítulo e que você deseja anexar ao trabalho...)(A numeração aparece nesta folha, na margem superior direita, em cabeçalho...)