Lição 9 - O Tempo para Todas as Coisas

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Subsídios elaborados pelo Ev. Natalino das Neves - Programa IEADSJP_EBDTV
IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais
Pr. Presidente: Ival Teodoro da Silva

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Lição 9 - O Tempo para Todas as Coisas

  1. 1. LIÇÕES BÍBLICAS - CPAD 4º TRIMESTRE DE 2013 Lição 9 O Tempo para Todas as Coisas Prof:Ms:Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  2. 2. ACESSE O VÍDEO COM OS COMENTÁRIOS REFERENTE A ESTE ARQUIVO EM UM DOS ENDEREÇOS ABAIXO: www.redemaoamiga.com.br www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  3. 3. FAVOR ASSISTIR AO VÍDEO PARA UMA MELHOR APROVEITAMENTO DO ESTUDO. SUGESTÃO: 1) Assista o vídeo; 2) Baixe este arquivo; 3) Assista novamente o vídeo, acompanhando com este arquivo de slides.
  4. 4. Texto áureo“ "Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Ec 3.1)
  5. 5. Verdade prática (Lições bíblicas do professor) O tempo e o espaço em que vivemos são limitados, por isso, devemos ser bons despenseiros de Deus nesta vida.
  6. 6. LEITURA BÍBLICA: 1 - Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu: 2 - há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; 3 - tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; 4 - tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar;
  7. 7. LEITURA BÍBLICA: 5 - tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar; 6 - tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora; 7 - tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar; 8 - tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz.
  8. 8. OBJETIVOS PROPOSTOS Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: 1. Conhecer o livro e a mensagem de Eclesiastes*. 2. Explicar a transitoriedade da vida e a eternidade de Deus*. 3. Administrar bem interpessoais*. o tempo e as relações 4. Aplicar na sua prática diária o conteúdo aprendido. * Objetivos propostos na revista Lições Bíblicas da CPAD.
  9. 9. INTRODUÇÃO • Semelhante ao livro de Provérbios, Eclesiastes também apresenta reflexões, conselhos práticos e filosofia de vida. • Enquanto Provérbios apresenta a questão da moral, Eclesiastes se dedica à questão da felicidade humana. • O pensamento hebraico associa o tempo com a vida, onde ocorrem os eventos. • Nesta aula iremos refletir como temos administrado o nosso tempo, onde temos buscado o sentido da vida.
  10. 10. I. ECLESIASTES, O LIVRO E A MENSAGEM
  11. 11. I:ECLESIASTES, O LIVRO E A MENSAGEM • Eclesiastes também é conhecido com coélet ou Qoheleth (intraduzível título original). Entretanto, etimologicamente, "Qohelet", parece ter conexão com o termo "Qahal", que significa "assembleia". • Eclesiastes do grego significa “Aquele(a) que fala a uma assembleia” cultual. • Ceticismo e pessimismo permeia maior parte do livro = impressão de estar lendo um livro secular. • Difere dos demais livros da Bíblia, exceto certa semelhança como o livro de Provérbios = sabedoria simples e franca.
  12. 12. 1. Autoria:
  13. 13. 1. Autoria: • Autoria indefinida, apesar do autor quase se identificar como Salomão. • Alguns argumentos contra a autoria salomônica: • Nos textos de Ec 1:2 e Ec 7:27 os verbos são conjugados na terceira pessoa; • Inclusão de palavras persas no texto, enquanto que o auge do Império Persa se estendeu de 549 a 331 a.C.; • Características idiomáticas do hebraico utilizado no livro (formas pronominais, artigos, uso de consoantes como vogais, dentre outras particularidades de estilo) diferente do hebraico do período de Salomão; • Condições históricas do livro diferentes da época de Salomão.
  14. 14. 1. Autoria: • Os conservadores mantêm a posição de autoria de Salomão baseados em argumentos como: • As auto-identificações que podem indicá-lo (Ec 1:1,12; 2:7,9; 12:9), • A afirmação de que reuniu e organizou muitos provérbios (Ec 12:9, comparado com 1 Rs 4:32). • Obras semelhantes ao livro de Eclesiastes: no Egipto (o "Diálogo do Desesperado com a sua Alma", os "Cantos do Harpista"); na Mesopotâmia (diálogo acróstico chamado "Teodiceia Babilónica"). • Quanto ao gênero literário, Eclesiastes tem partes em forma poética (3:2-8; 7:1-14; 11:7 e 12:7) e o restante do livro em prosa:
  15. 15. 2. Estrutura e contexto:
  16. 16. 2. Estrutura e contexto: • A estruturação do livro varia de autor para autor, como exemplo segue uma estruturação proposta por Kidner (2004): • • • • • • • • • • • • • • O autor, o tema e o reconhecimento do cenário (1:1-11); Em busca de satisfação (1:12 – 2:26); A tirania do tempo (3:1-15); A aspereza da vida (3:16 – 4:3); Corrida desenfreada (4:4-8); Algumas reflexões, máximas e verdades (4:9 – 5:12); A amargura do desapontamento (5:13 – 6:12); Mais reflexões, máximas e verdades (7:1-22); A busca continua (7:23-29); Frustração (8:1-17); Perigo (9:1-18); Seja sensato! (10:1-20); Em direção ao Alvo (11:1 – 12:8) Conclusão (12:9-14).
  17. 17. 2. Estrutura e contexto: • Data: a linguagem e a presença de algumas palavras persas contribuem para a identificação do período da escrita (por volta do III séc a.C.). • O livro de Eclesiastes está inserido em um contexto de crises, desespero e incertezas: • • • • • • Como levar a vida neste ambiente? A quem recorrer? Onde está a esperança? Onde está Deus em tudo isso? Porque os líderes não defendem os mais fracos? Esses e outros questionamentos conduziram o autor do livro a escrever, em busca de respostas.
  18. 18. 3. Principais temas:
  19. 19. 3. Principais temas: • O autor apresenta Deus como Criador, como Soberano e como a sabedoria Inescrutável. • Deus não pode ser acusado pelas falhas que o ser humano comete. • Quanto mais a pessoa se apega às coisas, é mais difícil superar a perda, quando elas são retiradas. • O mundo muda, continuará mudando e seu futuro pertence a Deus.
  20. 20. 3. Principais temas: • Vaidade e morte: • O tema do livro aparece já no segundo verso, onde a palavra vaidade aparece cinco vezes, na forma literária hebraica “X de X” (vaidade de vaidade) que indica um superlativo. • Vaidade (hebel) = absurdo, frustração, vaidade, ausência de sentido, vazio e vapor • Vaidade como uma palavra desesperadora e com um significado daquilo que não tem sentido.
  21. 21. 3. Principais temas: • A repetição das palavras tem uma importância fundamental na análise hermenêutica dos textos: • • • • • Vaidade (37 X); “Debaixo do sol” (30 X) = aquilo que se pode ver/dia a dia; “Deus” (40X) – sempre Elohim (o Deus criador, onipotente, infinito, majestoso) Sabedoria (45X); Eternidade (7 X) - Contraste: “debaixo do sol” e “eternidade”.
  22. 22. 3. Principais temas: • A palavra vaidade está intrinsecamente relacionada à palavra morte, que pode frustrar todos os projetos que estão “debaixo do sol”. • O autor aponta para as constantes mudanças, o fazer e desfazer na história humana e questiona que proveito se tem disto: o “correr atrás do vento” (Ec 1:13) • Quanto mais o ser humano busca conquistas e reconhecimento, descobre que não consegue se realizar. • O autor lembra que a morte é inevitável, o que deixa muitas pessoas desesperadas. • Quem nunca pesou na morte e se assustou? • O que faz o ser humano ter tanto medo da morte?
  23. 23. 3. Principais temas: Tempo Adequado para Todas as Coisas: tema desta lição, que será estudado nos próximos tópicos. Melhor idade/idoso: • A Alegoria da Velhice – o Grande Final: Ec 12. • O envelhecimento do ser humano e demonstrar o que faz sentido na vida. • • • O envelhecimento dos membros do corpo e a chegada da morte são descritos de forma alegórica; em seguida A advertência positiva para se lembrar do Criador, como alguém que tem o controle de tudo, inclusive do tempo. Tranquilidade diante da morte / cuidado com as pessoas idosas.
  24. 24. 4. Propósito:
  25. 25. 4. Propósito: Demonstrar que estabelecer alvos materialistas, terrestres, como fins em si mesmos para dar significado à vida é fútil, bem como apontar Deus como a fonte de toda realidade e toda verdade, aquele que deve ser o único centro de nossa vida. Futilidade no mundo X esperança em Deus
  26. 26. Aplicação prática Você tem refletido sobre o sentido de sua vida? Você tem se lembrado dos idosos? Você está preparado para a morte?
  27. 27. II. DISCERNINDO OS TEMPOS
  28. 28. II. DISCERNINDO OS TEMPOS • Sabedoria para identificar o tempo certo, o tempo de Deus. • Mais importante: sabedoria para aguardar o tempo de Deus. • O tempo do ser humano se divide em tempo da vida, o tempo da morte e a eternidade. • Muitos problemas são oriundos da má administração do tempo. • Segundo o Midrash, “um tempo para nascer e outro para morrer” transmite a mensagem de que feliz é aquele para quem a hora da morte é igual ao do nascimento (pureza).
  29. 29. 1. A transitoriedade da vida:
  30. 30. 1. A transitoriedade da vida: • A vida é passageira - Dilema que os pensadores ocidentais durante a história antiga e medieval: É o tempo que passa ou, são os seres objetos que passam pelo tempo? • As 10 vaidades de Eclesiastes que levam à frustação da vida: 1. Vaidade da sabedoria humana – Os sábios e os estultos têm o mesmo fim – a morte (Ec 2:15-16); 2. Vaidade do trabalho humano – O esforçado no final não tem vantagem sobre o ocioso (Ec 2:19-21); 3. Vaidade do propósito humano – O homem propõe, mas Deus dispõe (Ec 2:26); 4. Vaidade da rivalidade humana – Muito sucesso traz mais inveja do que alegria (Ec 4:4).
  31. 31. 1. A transitoriedade da vida: 5. Vaidade da avareza humana – Ter muito alimenta a cobiça (Ec 4:6-7); 6. Vaidade da fama humana – Ela é breve, incerta, e logo esquecida (Ec 4:16); 7. Vaidade da riqueza humana – Ela não satisfaz; o aumento somente alimenta outros (Ec 5:10); 8. Vaidade da cobiça humana – O lucro muitas vezes não pode ser desfrutado, apesar do desejo (Ec 6:9); 9. Vaidade da leviandade humana – Ela apenas camufla o triste fim inevitável (Ec 7:6). 10. Vaidade do galardão humano – Troca de galardão: o mal é honrado; o bem é desprezado (Ec 8:10,14). • Vaidade de vaidade, tudo é vaidade!.
  32. 32. 1. A transitoriedade da vida: • Onde o autor do livro buscou o sentido da vida e não encontrou: • No poder (2.7) • Nas riquezas (2.9-11) • Na sabedoria (2.13-17 e 12.12) • No trabalho (2.20-23). • Devemos aproveitar o momento presente de felicidade e vivê-lo plenamente.
  33. 33. 2. A eternidade de Deus:
  34. 34. 2. A eternidade de Deus: • Deus como Criador e Soberano. • Contraste entre Criador e criatura. • Deus autoexistente, eterno, onipotente, onisciente, onipresente X ser humano criado, limitado, transitório, ... • O apóstolo Paulo disse que se esperasse somente nesta vida seria o mais infeliz dos seres humanos. • Eclesiastes demonstra que o tempo não é manipulado por seres humanos, estes não decidem sobre a morte ou a vida. Deus controla o tempo. • A eternidade não é o fim do tempo, mas um tempo que não tem fim.
  35. 35. Aplicação prática Como você tem preenchido os dias de sua vida? Onde você tem buscado os sentido da vida? O que você tem feito para obter uma vida eterna com Deus?
  36. 36. III. - O TEMPO E AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS
  37. 37. 1. Na família:
  38. 38. 1. Na família: • Goze a vida com o cônjuge e filhos os momentos e os bens que Deus tem dado a você (Ec 9:7-9). O tempo não volta atrás. • Nosso lar dever ser lugar de permanente ação de graças e adoração à Deus. • Você e sua família merece viver momentos felizes e abençoados por Deus, não desperdice as oportunidades.
  39. 39. 2. No trabalho:
  40. 40. 2. No trabalho: • O trabalho não deve ser um fim em si mesmo. Não precisa ser uma fadiga (Ec 5:16-18). • Passamos o maior tempo de nossa vida no trabalho, precisamos torná-lo em um lugar agradável e alegre, fruto das relações interpessoais sadias.
  41. 41. Aplicação prática Você tem vivido momentos felizes com sua família? Tem aproveitado as oportunidades para ser feliz com a família? Vive é feliz em seu trabalho? Você pode contribuir para melhoria de sua vida no trabalho?
  42. 42. IV. - ADMINISTRANDO BEM O TEMPO
  43. 43. 1. Evitando a falsa sabedoria e o hedonismo:
  44. 44. Provérbios 1:17-18: E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios e as loucuras e vim a saber que também isso era aflição de espírito. Porque, na muita sabedoria, há muito enfado; e o que aumenta em ciência aumenta em trabalho.
  45. 45. 1. Evitando a falsa sabedoria e o hedonismo: • A busca pelo conhecimento como o objeto de realização pessoal, sem considerar o bem comum, conduz à frustração (Ec 1:17,18). • A busca por prazer (álcool, sexo, drogas, entre outros meios), por si só, afasta as pessoas de Deus (Ec 2:1-3). • Somente o Evangelho de Cristo pode satisfazer plenamente a sede do ser humano (Jo 4).
  46. 46. 2. Evitando a falsa prosperidade e o ativismo
  47. 47. Provérbios 2:4-11: Fiz para mim obras magníficas; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas. Fiz para mim hortas e jardins e plantei neles árvores de toda espécie de fruto. Fiz para mim tanques de águas, para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores. Adquiri servos e servas e tive servos nascidos em casa; também tive grande possessão de vacas e ovelhas, mais do que todos os que houve antes de mim, em Jerusalém. Amontoei também para mim prata, e ouro, e jóias de reis e das -províncias; provi-me de cantores, e de cantoras, e das delícias dos filhos dos homens, e de instrumentos de música de toda sorte. E engrandeci-me e aumentei mais do que todos os que houve antes de mim, em Jerusalém; perseverou também comigo a minha sabedoria. E tudo quanto desejaram os meus olhos não lhos neguei, nem privei o meu coração de alegria alguma; mas o meu coração se alegrou por todo o meu trabalho, e esta foi a minha porção de todo o meu trabalho. E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito; e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito e que proveito nenhum havia debaixo do sol.
  48. 48. 2. Evitando a falsa prosperidade e o ativismo • A felicidade na vida não está baseada nos bens materiais ( Ec 2:4-11). • A busca desenfreada para acumular riquezas, alcançar elevadas posições, poder e fama é como “correr atrás do vento”.
  49. 49. Provérbios 2:17-23: Pelo que aborreci esta vida, porque a obra que se faz debaixo do sol me era penosa; sim, tudo é vaidade e aflição de espírito. Também eu aborreci todo o meu trabalho, em que trabalhei debaixo do sol, visto como eu havia de deixá-lo ao homem que viesse depois de mim. E quem sabe se será sábio ou tolo? Contudo, ele se assenhoreará de todo o meu trabalho em que trabalhei e em que me houve sabiamente debaixo do sol; também isso é vaidade. Pelo que eu me apliquei a fazer que o meu coração perdesse a esperança de todo trabalho em que trabalhei debaixo do sol. Porque há homem cujo trabalho é feito com sabedoria, e ciência, e destreza; contudo, a um homem que não trabalhou nele, o deixará como porção sua; também isso é vaidade e grande enfado. Porque que mais tem o homem de todo o seu trabalho e da fadiga do seu coração, em que ele anda trabalhando debaixo do sol? Porque todos os seus dias são dores, e a sua ocupação é desgosto; até de noite não descansa o seu coração; também isso é vaidade.
  50. 50. 2. Evitando a falsa prosperidade e o ativismo • Fazer as coisas com receio que outra pessoas tomem os créditos de seu trabalho também e “correr atrás do vento”, tira o sono do ser humano (Ec 2:17-23). • O trabalho executado de forma normal e para o bem dignifica as pessoas.
  51. 51. Aplicação prática Você tem “corrido atrás do vento” (falsa sabedoria, hedonismo, falsa prosperidade e ativismo)?
  52. 52. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  53. 53. Antes de falar, escute Antes de escrever, pense. Antes de gastar, ganhe. Antes de julgar, perdoe. Antes de desistir, tente.
  54. 54. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CERESKO, Anthony R. A Sabedoria no Antigo Testamento. São Paulo: Paulus, 2004. COELHO FILHO, Isaltino Gomes. Estudo Bíblico no Livro de Eclesiastes. Disponível em: <http://www.isaltino.com.br/2011/08/estudo-biblico-no-livrode-eclesiastes/>. Acesso em 25 nov. 2013. ELLIS, Percy E. Os provérbios de Salomão: a sabedoria dos reis a disposição do homem moderno. Rio de Janeiro: CPAD, 1986. KIDNER, Derek. A Mensagem de Eclesiastes. São Paulo: ABU, 2004. NEVES, Natalino das. Livros Poéticos. Curitiba: Editora Unidade, 2011.
  55. 55. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NICCACCI, Alviero. A Casa da Sabedoria: vozes e rostos da sabedoria bíblica. São Paulo: Paulinas, 1997. RAVASI, Gianfranco. Coélet. São Paulo: Edições Paulinas, 1993. RENDTORFF, Rolf. Antigo Testamento: uma introdução. São Paulo: Editora Academia Cristã, 2009. SCHWANTES, Milton. Sentenças e Provérbios: sugestões para a interpretação da Sabedoria. São Leopoldo: Editora Oikos, 2009. STORNIOLO, Ivo. Trabalho e Felicidade: O Livro do Eclesiastes. São Paulo: Paulus, 2002.
  56. 56. IEADSJP – Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais www.adsaojosedospinhais.com.br www.redemaoamiga.com.br Pr:Presidente: Ival Teodoro da Silva Pr:Vice-Presidente: Eurico Deraldo Santana Co-pastor da sede: Josué Barros Abreu Sup:da EBD: Ev:Ismael Nascimento Oliveira Comentários: Ev:Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br natalino6612@gmail.com (41) 8409 8094 / 3076 3589

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