O HOMEM E O SEU TEMPO
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<ul><li>Principais obras:  </li></ul><ul><li>Crítica à filosofia do Direito de Hegel (1843) </li></ul><ul><li>A ideologia ...
<ul><li>Para Karl Marx, não há possibilidade alguma de haver um capitalismo justo, ou seja, tal sistema é estruturalmente ...
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<ul><li>Esse deverá levar a cabo o grande processo dialético da história, à medida que é uma classe verdadeiramente revolu...
<ul><li>Para Marx, a história da humanidade é a luta entre classes, entre opressores e oprimidos. Esse estado conflituoso ...
<ul><li>Por proletariado, Marx entende a classe dos assalariados modernos que, não tendo acesso aos meios de produção, são...
<ul><li>Teoria segundo a qual a estrutura econômica determina as ideias, ou seja, não é a consciência que determina a exis...
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Karl marx parte 1

  1. 1. O HOMEM E O SEU TEMPO
  2. 2. <ul><li>Karl Marx nasceu em 1818, no seio de uma família judaica, em Trier, na Alemanha, e morreu em Londres, em 1883. </li></ul><ul><li>Em 1844 conheceu Friedrich Engels, foi o começo de uma grande amizade que durou a vida inteira. </li></ul><ul><li>Marx escrevia para vários jornais, no entanto, vivia com muita dificuldade e, se não fosse o auxílio de seu amigo Engels, não conseguiria edificar uma obra cuja envergadura intelectual até hoje é reconhecida. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Principais obras: </li></ul><ul><li>Crítica à filosofia do Direito de Hegel (1843) </li></ul><ul><li>A ideologia Alemã (1846) em parceria com Hegel </li></ul><ul><li>O Capital em três volumes (1867 – 1895), os dois últimos volumes foram publicados postumamente por Engels. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Para Karl Marx, não há possibilidade alguma de haver um capitalismo justo, ou seja, tal sistema é estruturalmente injusto e caracteriza-se pela exploração do homem pelo homem. </li></ul><ul><li>Tal exploração instalou uma desigualdade, que não pode ser transposta por medidas paliativas ou reformas de qualquer tipo. A única forma de transpor o abismo é a superação do sistema que é, em sua essência, distorcido e excludente. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Lei que procura descrever o desenvolvimento estrutural da realidade histórica. </li></ul><ul><li>Ora, toda realidade histórica acaba gerando em seu ventre contradições tão agudas, que conduzirão a sua própria superação. Assim como o feudalismo gerou a burguesia, grande responsável por seu esfacelamento, o capitalismo formará e dará à luz seu próprio assassino: o proletariado. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Esse deverá levar a cabo o grande processo dialético da história, à medida que é uma classe verdadeiramente revolucionária. O proletário deverá tomar o poder de maneira revolucionária, implantando sua ditadura, até que todas as estruturas remanescentes do capitalismo sejam colocadas no chão. </li></ul><ul><li>Desse processo emergirá a sociedade comunista. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Para Marx, a história da humanidade é a luta entre classes, entre opressores e oprimidos. Esse estado conflituoso é a grande mola propulsora da história. No capitalismo, essa contradição fundamental materializa-se no caráter antiético da relação entre burguesia e proletariado. Vale lembrar que, por burguesia, Marx entende a classe dos capitalistas modernos que têm a posse dos meios de produção e empregam assalariados. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Por proletariado, Marx entende a classe dos assalariados modernos que, não tendo acesso aos meios de produção, são obrigados a vender sua força de trabalho para viver. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Teoria segundo a qual a estrutura econômica determina as ideias, ou seja, não é a consciência que determina a existência das pessoas, mas as condições materiais de existência determinam a consciência dos indivíduos. A construção das ideias, das representações simbólicas, ou seja, da consciência humana, está diretamente ligada às condições materiais. </li></ul>

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