Your SlideShare is downloading. ×
Hegel
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Hegel

4,613

Published on

0 Comments
3 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
4,613
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
158
Comments
0
Likes
3
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1.  
  • 2. Hegel: o homem de seu tempo
    • Autor do último grande sistema da tradição clássica da filosofia, viveu de 1770 até 1831.
    • Obras:
    • A fenomenologia do espírito (1807)
    • A ciência da lógica (1816)
    • Filosofia do direito (1821)
  • 3. A Dialética Hegeliana
    • Hegel edificou um sistema cujo objetivo principal é compreender a evolução da história, da filosofia e do universo: a DIALÉTICA.
    • Trata-se de um esquema progressivo, em que o movimento do real surge como solução culminante de contradições anteriores.
    • A dialética é, portanto, um movimento capaz de superar uma contradição.
  • 4.
    • O processo dialético tem um momento positivo (tese) ao qual se contrapõe um momento negativo (antítese). A contradição estrutural entre tese e antítese será resolvida por um terceiro momento, que supera os dois anteriores: a síntese.
    • Esse terceiro momento se afirmará, tornando-se uma nova tese, de forma a possibilitar um novo ciclo dialético.
    • Essa estrutura é aplicada a todos os campos do real, desde a aquisição do conhecimento até os processos históricos e políticos.
  • 5.
    • Para Hegel há uma coincidência entre o universo racional e a realidade, daí vem sua famosa afirmação: O QUE É RACIONAL É REAL, O QUE REAL É RACIONAL.
    • Para Hegel, o individualismo liberal deve ser definitivamente superado, pois o ser humano é eminentemente social e sempre deve ser compreendido em seu contexto.
    • Como os indivíduos só encontram sentido no Estado, os pressupostos individualistas do liberalismo não passam de abstrações distorcidas.
  • 6.
    • A crítica hegeliana ao individualismo liberal baseia-se na distinção que Hegel faz entre o que ele chama de MORALIDADE OBJETIVA: regras do grupo social, e MORALIDADE SUBJETIVA: princípio de caráter abstrato encontrados no indivíduo.
    • A moralidade subjetiva é incapaz de fundamentar estruturas e condutas sociais, pois não diz respeito à comunidade como tal.
    • Nossas aspirações e sentimentos mais elevados somente podem acontecer no âmbito da moralidade objetiva, pois somente uma comunidade ético-política pode expressar a verdadeira identidade de seus participantes.
  • 7.
    • “ Se o indivíduo fosse apenas um possuidor de direitos e não um agente moral e social, ele seria incapaz de expressar-se por seu caráter próprio, de descobrir-se através da experiência do conhecimento de si, e, finalmente, se sentir amizade por seus semelhantes. Em suma não teria grande coisa a ver com aquilo que conhecemos como seres humanos reais.”
    • DELACAMPAGNE,2001, p.126
  • 8.
    • Nesses termos, não é o Estado que existe para os indivíduos, mas estes para aquele, em resumo, “o cidadão só existe enquanto membro do Estado”
    • O Estado é, em termos de complexidade e eticidade, o momento máximo de superação e evolução. As formas mais elementares, ou seja, menos complexas e menos aprimoradas em termos éticos são a família e a sociedade civil. O Estado é a grande síntese de direito e moralidade. Hegel chega a dizer que o Estado é um Deus real que se manifesta no mundo. Mesmo que o Estado não seja perfeito, seus defeitos jamais anularão seu pano de fundo positivo.

×