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Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC
 

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC

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Apresentação de slides sobre DPOC realizada interno de clínica médica do Hospital da Restauração Fernando Didier Neto, aluno FCM-UPE.

Apresentação de slides sobre DPOC realizada interno de clínica médica do Hospital da Restauração Fernando Didier Neto, aluno FCM-UPE.
Críticas e elogios: fdidier@gmail.com

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  • Vale a Pena Saber

    Lei transforma Oxigênio Medicinal em Medicamento
    No Brasil, a definição legal de Vigilância Sanitária é consentida pela lei
    federal nº 8.080 de 19 de setembro de 1.990.
    “Entende-se por Vigilância Sanitária um conjunto de ações capaz de
    eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários
    decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de
    serviços de interesse da saúde, abrangendo: o controle de bens de consumo que,
    direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as
    etapas e processos, da produção ao consumo; e o controle da prestação de
    serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde. A Vigilância
    Sanitária de portos,aeroportos e fronteiras não é um dever exclusivo ao S.U.S
    podendo ser executada juntamente com a participação cooperativa da União.(m)”
    Partindo deste principio, a Vigilância Sanitária, no exercício de suas funções,
    fiscaliza ativamente as empresas para garantir a qualidade do oxigênio medicinal
    que chega ao consumidor final. Baseada na RDC (Resolução da Diretoria
    Colegiada da ANVISA) n.º 70, a qual estabelece que os gases medicinais já estão
    inclusos na classificação de medicamentos, a Vigilância Sanitária passou a
    fiscalizá-los como tal.
    A RDC nº 70 estabelece que os fabricantes/envasadores de gases
    medicinais têm um prazo final para a solicitação de Autorização de Funcionamento
    (AFE) na ANVISA até 31.12.2012; porém tanto os fabricantes, quanto os
    distribuidores que realizam o atendimento às empresas da saúde e para o
    consumidor final - todos, sem exceção - precisarão se adaptar às novas regras de
    armazenamento e distribuição de medicamentos, considerando gás medicinal
    como medicamento, com base na RDC n.º 69.
    As empresas descritas acima e também os hospitais e clínicas que já estão
    cadastradas na vigilância sanitária da prefeitura ou estado (CMVS ou CEVS), para
    suas atuais funções, podem ser apenadas com multas ou interdição, caso não
    transportem ou armazenem os gases medicinais de acordo com o conjunto de
    regras aplicados à indústria farmacêutica, as quais, de forma reflexa, são agora
    aplicadas a distribuidores de medicamentos. As empresas ainda não cadastradas
    deverão se cadastrar como fabricante ou distribuidor de medicamentos, para então
    poderem solicitar a AFE na ANVISA e se adequarem a legislação vigente.
    Em acréscimo às novas regras, a partir de 01.01.2013, todos os gases
    medicinais serão controlados por lote, identificação de data de validade e
    fabricação possibilitando sua rastreabilidade, ou seja, o controle exato do local que
    o medicamento se encontra, desde o momento em que o cilindro deixa a indústria
    fabricante até a sua entrega ao usuário final.
    Para o distribuidor de gases medicinais, as exigências são baseadas na
    mesma portaria em que se encontra a fabricação, naquilo que lhe concerne. Tanto
    para o distribuidor quanto para o fabricante se qualificar para o atendimento, são
    necessários armazenamento e transporte corretos para medicamentos; além de um
    farmacêutico responsável treinado e capacitado para tal atividade, fornecimento de
    cilindros com bula do gás medicinal, seu manual de uso e manuseio e por fim o
    número de CMVS ou CEVS e posterior AFE na ANVISA.
    Rotineiramente, a Vigilância Sanitária está fiscalizando as empresas
    distribuidoras de oxigênio e outros gases, clínicas médicas e empresas de home
    care, estabelecendo prazos para a sua correta adequação de utilização e
    comercialização, aplicados a esta nova legislação.
    Estamos vivenciando a cada dia uma nova realidade ética em nosso país e a
    tendência é levar ao consumidor final maiores informações, para que cada vez
    mais os consumidores sejam respeitados e obtenham maior segurança. Por
    conseqüência, seus direitos serão também garantidos.
    Juliana Carvalho
    julianascarvalho@gmail.com
    Fonte: Respirox Comércio de Oxigênio Ltda
    1ª Empresa Cadastrada na Vigilância Sanitária para
    comercializar gases medicinais como medicamento
    Colaborou: Kátia Gualiato
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Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC Presentation Transcript

  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Fernando Didier Neto Interno de Clínica Médica FCM-UPE Hospital da Restauração
  • lobal Initiative for Chronic bstructive ung isease G O L D
  • United States United Kingdom Argentina Australia Brazil Austria Canada Chile Belgium China Denmark Columbia Croatia Egypt Germany Greece Ireland Italy Syria Hong Kong ROC Japan Iceland India Korea Kyrgyzstan Uruguay Moldova Nepal Macedonia Malta Netherlands New Zealand Poland Norway Portugal Georgia Romania Russia Singapore Slovakia Slovenia Saudi Arabia South Africa Spain Sweden Thailand Switzerland Ukraine United Arab Emirates Taiwan ROC Venezuela Vietnam Peru Yugoslavia Albania Bangladesh France Mexico Turkey Czech Republic Pakistan Israel GOLD National Leaders Philippines
  • Definição de DPOC
    • DPOC é uma doença prevenível e tratável com alguns importantes efeitos extrapulmonares qe podem contribuir para sua gravidade.
    • Seu componente pulmonar é caracterizado por limitação do fluxo aéreo que não é totalmente reversível.
    • A limitação do fluxo é comumente progressiva e associada a resposta inflamatória anormal do pulmão a partículas e gases nocivos.
    • Soprador rosado
    • Dispnéia 4 +
    • Tosse seca 1 +
    • Hiperinsuflação
    • MV ausente
    • Rx / TC alterado
    • Pletórico azul
    • Dispnéia 2 +
    • Tosse produtiva 3 +
    • Tórax normal
    • Sibilos / roncos
    • Rx / TC normal
    ENFISEMA BRONQUITE CRÔNICA
  •  
  • DPOC
    • “ soprador azul”
    • Dispnéia 3 +
    • Tosse seca / produtiva
    • Hiperinsuflação leve
    • Sibilos
    • Rx / TC pouco alterado
    ENFISEMA BRONQUITE CRÔNICA
  • - causas distintas - células inflamatórias diferentes - mediadores diferentes - consequências inflamatórias diferentes - resposta terapêutica diferente DPOC não é asma
  •  
  •  
  • Diferença Percentual em indicadores de mortalidade (ajustados para idade) nos EUA 0 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 Proporção para os dados de 1965 1965 - 1998 1965 - 1998 1965 - 1998 1965 - 1998 1965 - 1998 – 59% – 64% – 35% +163% – 7% Doença Arterial Coronária AVE Outras DCV DPOC Outras causas Source : NHLBI/NIH/DHHS
  • Variação % da mortalidade de 1990 a 2001 0 50 100 150 200 250 300 350 400 Crescimento da população AVE IAM Diabetes DPOC 16 14 21 88 371
  • Causas de morte no Brasil 2004 Posição Condição Número 1 a 2 a 3 a 4 a 5 a 6 a Cardíacas Câncer A. vascular encefálico Causas externas Diabetes DPOC 175.165 129.800 87.742 44.565 38.066 35.478
  • Números no Brasil
  • Estadiamento da DPOC Grande São Paulo Estadiamento Prevalência Diagnosticados previamente Sem diagnóstico Leve 62,5 % 7,8% 92,2% Moderado 29,9 % 14% 86,0% Grave e muito grave 7,6 % 45,5% 54,5%
  • Diferentes termos usados para descrever DPOC em 8 países Dianóstico primário : pacientes (fumantes) com DPOC 0 20 40 60 80 100% 23 32 21 16 15 15 15 16 21 26 37 24 17 13 30 27 14 18 36 22 29 50 56 45 39 54 31 15 9 26 17 15 10 19 16 30 Total USA Canada France Germany Italy Netherlands Spain UK Enfisema Bronquite cron DPOC Não d i agnost. Rennard et al, ERJ 2002
  • Fatores de Risco
    • >Pessoal
    • Genético (deficiência de alfa1-antitripsina)
    • Hiperresponsividade
    • >Ambiental
    • Tabagismo
    • Poeiras e produtos químicos ocupacionais
    • Infecções repetidas
    • Condição sócio-econômica
  • Fatores determinantes da gravidade da DPOC
    • Gravidade dos sintomas
    • Gravidade da obstrução brônquica
    • Freqüência e gravidade das exacerbações
    • Presença de complicações da DPOC
    • Presença de insuficiência respiratória
    • Comorbidades
    • Estado de saúde geral
    • Número de medicamentos necessários para o tratamento da doença
  • DPOC e Comorbidades
    • Risco aumentado para:
      • SCA
      • Osteoporose
      • ITR
      • Depressão
      • Diabetes
      • Câncer de Pulmão
  • Diagnóstico
    • Existe o subdiagnóstico da DPOC no Brasil, devido à :
    • - falta de boa anamnese
    • - falta de compreensão dos sintomas
    • - baixa realização de espirometria
    • - confusão com outras doenças
    • Leva à má conduta no tratamento da DPOC
      • - não farmacológico
      • - farmacológico
  • Diagnóstico
    • Deve ser considerado em qualquer pessoa com:
      • Tosse crônica
      • Expectoração crônica
      • Dispnéia
      • História de exposição à fatores de risco
    • Confirmação diagnóstica pela espirometria:
      • Relação VEF 1 /CVF pós-broncodilatador < 0,70
    GOLD Workshop Summary. J COPD 2005
  • Espirometria
  • Gravidade segundo Espirometria Estádio Características I: Leve VEF 1 /CVF < 70%; VEF 1  80% do previsto II: Moderada VEF 1 /CVF < 70%; 50%  VEF 1 < 80%do previsto III: Grave VEF 1 /CVF < 70%; 30%  VEF 1 < 50% do previsto IV: Muito VEF 1 /CVF < 70%; VEF 1 < 30% do previsto ou VEF 1 < 50% Grave do previsto com falência respiratória crônica
  • Espirometria: Normal e na DPOC
  • “ Em Risco” para DPOC Uma quinta categoria – Classe 0: Em risco – que foi mencionada no relatório de 2001 não está mais incluída, porque há evidências (incompletas) de que indivíduos classificados como “em risco” (tosse crônica e expectoração, espirometria normal) necessariamente progridem para a classe I: DPOC leve.
    • Aliviar sintomas
    • Prevenir progressão da doença
    • • Aumentar tolerância ao exercício
    • • Aumentar qualidade de vida
    • • Prevenir e tratar complicações
    • • Prevenir e tratar exacerbações
    • • Reduzir mortalidade
    Objetivos no manejo da DPOC
  • Manejo da DPOC estável Redução de fatores de risco
      • Redução completa da exposição à fumaça do tabaco, poeiras e gases ocupacionais e outros poluentes para prevenir o aparecimento e progressão da DPOC.
      • Parar de fumar é a intervenção isolada mais efetiva – e custo-efetiva – na maioria das pessoas para reduzir o risco de desenvolvimento de DPOC e cessar sua progressão (A).
  • SUSPENSÃO DO TABAGISMO 2.9 - o o o suspensão mantida 2.8 - o o . o 2.7 - . . 2.6 - . continua a fumar . 2.5 - . 2.4 - I I I I I I 1 2 3 4 5 consulta seguimento em anos VEF 1 pós-BD
  •  
  • Manejo da DPOC estável Broncodilatadores
    • têm efeito direto na causa da sintomatologia (A). Previnem e reduzem sintomas e exacerbações.
    • ß 2 -agonistas
    • Anticolinérgicos
    • Metilxantinas
    • monoterapia ou associados (A).
    • tratamento regular com broncodilatadores de longa duração são mais efetivos e convenientes que com os de curta (A).
  • Manejo da DPOC estável Corticosteróides
    • A adição de corticóide inalatório no tratamento regular com BD é adequada para pacientes sintomáticos com VEF1<50% (III e IV) e exacerbações (A).
    • A combinação de um corticóide inalatório combinado com ß 2 -agonista de longa duração é mais efetiva que o uso isolado (A).
  • Manejo da DPOC estável Vacinas
    • Em pacientes com DPOC as vacinas contra Influenza reduzem a morbidade (A).
    • A vacina anti-pneumocócica é recomendada para pacientes acima de 65 anos ou abaixo de 65 com VEF1<40% (B)
  • Manejo da DPOC estável Outros tratamentos farmacológicos
    • Antibióticos: usados apenas para tratar as exacerbações infecciosas
    • Agentes antioxidantes: não há efeito da n-acetilcisteína na frequência de exacerbações, exceto em pacientes não tratados com corticóide inalatório.
    • Mucolíticos, antitussígenos, vasodilatadores: não recomendados na DPOC estável.
  • Manejo da DPOC estável Tratamentos não-farmacológicos
    • Reabilitação: todos os pacientes se beneficiam de programas de exercícios com bom avanço na tolerância ao exercício e sintomas de dispnéia e fadiga (A).
    • Oxigenoterapia: a administração de oxigênio por longos períodos (>15h/dia) a pacientes com insuficiência respiratória crônica aumentou a sobrevida (A).
  • Exacerbações
      • A exacerbação é definida como:
      • “ Um evento no curso natural da doença caracterizado pela piora da dispnéia basal, tosse e/ou escarro anormal para o cotidiano do paciente, de aparecimento rápido (agudo) e pode alertar uma mudança no tratamento regular”
  • Etiologia das exacerbações 80% infecciosa 20% não-infecciosa
      • 40 - 50%
      • Patógenos
      • bacterianos
      • 30 - 40%
      • Infecção viral
      • 5 - 10%
      • Bactérias atípicas
      • Fatores
      • ambientais
      • Baixa aderência
      • com medicações
  • Antibióticos devem ser usados para exacerbações da DPOC
    • Bactérias causam pelo menos metade de todas exacerbações
    • Dados bacteriológicos
    • Dados sorológicos
    • Eventos inflamatórios na EABC são relacionados à infecção bacteriana
    • Antibióticos funcionam : reduzem a gravidade da doença
    • Antibióticos podem prevenir a progressaão da EABC à pneumonia
    • Certas populações se beneficiam da escolha específica de antibiótico
    • Adaptar a terapêutica às características do paciente
  • Falha 507 (21%) Alteração no AB 152 (31%) [6%] Emergência 161 (33%) [7%] Eventos adversos 14 (3%) [0,6%] Hospitalização 84 (17%) [3,5%] Evolução das exacerbações agudas na DPOC N = 2.414
  • Manejo da Exacerbação da DPOC Pontos-chave
    • VNI melhora acidose, reduz necessidade de TOT, reduz PaCO 2 , freq. respiratória, gravidade da dispnéia, tempo de internamento e mortalidade (A).
    • Prevenção de futuros episódios com medicação e educação.
  • WORLD COPD DAY November 14, 2007 Raising COPD Awareness Worldwide
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  • obrigado