Espiroquetas, micoplasmas, riquétsias, clamídias
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Espiroquetas, micoplasmas, riquétsias, clamídias Espiroquetas, micoplasmas, riquétsias, clamídias Presentation Transcript

  • ESPIROQUETAS, MICOPLASMAS, RIQUÉTSIAS, CLAMÍDIAS Naielly Rodrigues da Silva
  • ESPIROQUETAS
    • São bactérias móveis helicoidais.
    • Os flagelos dos espiroquetídeos estão localizados no interior da membrana externa (filamento axial)
    • Os espiroquetídeos são impulsionados por rotação em ambiente líquido, mantendo a motilidade mesmo em ambientes viscosos.
    • Por serem extremamente delgados os espiroquetídeos não são visualizados em microscópio óptico comum, podendo ser observados somente quando tratados com sais de prata que os tornam mais espessos.
    • 3 gêneros: Treponema, Leptospira, Borrelia.
  • TREPONEMA PALLIDUM
    • É o patógeno dominante entre as espiroquetas, e agente causal da sífilis venérea.
    • O T.pallidum não é cultivável em meios de cultura comuns, mas pode causar infecção experimental em coelhos e macacos.
  • FATORES DE VIRULÊNCIA
    • Há fixação da bactéria a receptores existentes nos mucopolissacarídeos do tecido conjuntivo por meio de uma de suas extremidades. Estudos indicam que o receptor é a fibronectina e que a bactéria se adere através de adesinas.
    • Produz uma enzima mucopolissacaridase que dissolve os mucopolissacarídeos que fazem a união das células endoteliais, permitindo a passagem da bactéria para meios intravasculares. Além disso, essa obstrução leva a trombose e necrose.
    • A cápsula de T.pallidum constitui-se de ácido hialurônico e de sulfato de condroitina. Tem ação antifagocitária.
  • PATOGÊNESE DA INFECÇÃO
    • Os treponemas são introduzidos no organismo pela mucosa (através de ferimentos ou cortes).
    • Clinicamente a sífilis pode ser dividida em 3 estágios: período de incubação, sífilis primária, secundária e latente.
    • Período de incubação: Varia de 3 a 90 dias. Logo após a inoculação, os espiroquetídeos disseminam-se por todo o organismo, podendo causar a doença.
    • Sífilis primária: Abrange o desenvolvimento da lesão primária no local da inoculação. A resposta inata expressa pela reação inflamatória dá origem a uma lesão ulcerosa denominada cancro-duro. A úlcera é em geral indolor o cancro regride entre três a seis semanas.
    • O diagnóstico laboratorial da sífilis primária depende da demonstração de espiroquetas na lesão por meio de microscopias de campo escuro ou imunofluorescencia direta além de sorologia.
    • Sífilis secundária: Fase mais ostensiva da doença, quando os microorganismos são mais numerosos. Se inicia de 2 a 8 semanas após o aparecimento do cancro. Os exantemas característicos da sífilis aparecem nas palmas das mãos e nas plantas dos pés. Pode haver sintomas sistêmicos que incluem linfoadenopatia, febre, mal-estar, perca de cabelos... O diagnóstico laboratorial secundário pode ser estabelecido através de métodos sorológicos.
    • Sífilis latente: Os sintomas tornam-se subclínicos, embora não necessariamente inativa. Durante a latência a detecção só se faz por sorologia.
    • Sífilis Tardia: alterações no sistema nervoso central, anormalidades cardiovasculares, e formação de lesões granulomatosas em qualquer órgão. O comprometimento cerebral manifesta-se com uma ampla variedade de alterações físicas e psíquicas. O intervalo entre a doença primária e as complicações neurológicas ocorre em média de 5 a 10 anos.
    • Sífilis congênita: A transmissão transplacentária pode ocorrer em todos os estágios da doença e os espiroquetas podem ser transmitidos a partir do quarto mês de gravidez. A maioria dos fetos infectados morrem, o restante apresenta lesões do tipo secundária. A infecção é caracterizada por hepatoesplenomegalia, meningite, trombocitopenia, anemia e lesões ósseas.
  • DIAGNÓSTICO
    • O T.pallium não é cultivável in vitro, dessa forma o exame é feito a partir da detecção direta de espiroquetas no cancro. O método tradicional é o exame com o microscópio de campo escuro do raspado na superfície lesionada. Um outro método é a demonstração de espiroquetas por meio de anticorpos fluorescentes. Nos demais casos o diagnóstico laboratorial é feito a partir de provas sorológicas.
  • EPIDEMIOLOGIA
    • A sífilis é transmitida por contato sexual, introdução direta no sistema vascular ou transferência placentária.
    • A profilaxia da doença ainda repousa em medidas que impeçam contato das mucosas do doente com o indivíduo sadio.
  • TRATAMENTO
    • A penicilina é o antibiótico de escolha.
    • Pacientes tratados, dois anos após o início da infecção, os testes sorológicos mantém-se geralmente positivos, mesmo após a cura.
  • LEPTOSPIRA INTERROGANS
    • Possuem um alto teor lipídico atribuido a presença de LPS.
    • São bactérias aeróbias que utilizam ácidos graxos de cadeia longa como fonte de energia e consumo.
  • FATORES DE VIRULÊNCIA E PATOGÊNESE DA DOENÇA
    • As manifestações clínicas da leptospirose humana variam de imperceptíveis, a graves, potencialmente fatais, com comprometimento hepático e renal acompanhado de icterícia e hemorragias intensas.
    • No homem a penetração pode ocorrer através da pele lesada, ou abrasões invisíveis a olho nu de membranas mucosas.
    • A fase leptospirêmica aguda, segue-se a imune adaptativa com a eliminação de lepstospiras pela urina.
  • DIAGNÓSTICO
    • A confirmação baseia-se no isolamento da bactéria ou na sorologia positiva.
    • EPIDEMIOLOGIA
    • A leptospirose afeta diversas espécies de mamíferos. Roedores, principalmente os ratos, são os reservatórios mais importantes.
    • A bactéria é transmitida destes para o homem por mecanismos diretos e indiretos. Os animais adquirem infecção a partir de outras fontes animais e o homem infecta-se no ambiente contaminado pela água e pelo solo.
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  • TRATAMENTO
    • As lepstospiras são sensíveis a todos os antibióticos exceto clorafenicol e rifampicina.
  • MICOLASMAS