EMEF Des. Achilles de Oliveira Ribeiro            DRE / SMJovens Mediadores de Leitura   Nágila Euclides da Silva Polido (...
É um livroSMITH, Lane. É um livro. São Paulo: Companhia dasLetrinhas, 2010
Em Ação     Relato dos jovens mediadores
Sala de Leitura Portaria n.º 5.637/2011 Art. 14 - atribuições do POSL § II e § XIII – indicam a formação de  Jovens Med...
Informática Educativa Portaria n.o 5.636/2011 As atividades de Informática Educativa  devem ser integradas ao currículo ...
Informática Educativa   Potencialização do uso crítico dos    recursos como forma de expressão oral,    escrita, registro...
Informática Educativa “Os projetos podem contribuir parafavorecer, nos estudantes, a aquisiçãode capacidades relacionadas ...
Informática Educativa   Em 2011, a SME propôs que o trabalho    baseado em aprendizagem    colaborativa, implementando a ...
Informática Educativa
Informática Educativa Vantagens do THINKQUEST: Ambiente especialmente criado para a  educação; Ambiente de formação de e...
Informática Educativa Vantagens do THINKQUEST: Permite a organização dos registros e  disponibilização do material das au...
Informática EducativaNos projetos desenvolvidos neste ano,o uso das tecnologias foi fundamentalpara um melhor desenvolvime...
Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa   Um dos pressupostos das sugestões    de redimensionamento de bibliot...
Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa Articulação das práticas realizadas na  Sala de Leitura com as novas  ...
Articulação Sala de Leitura e           Informática Educativa                                           (Santaella: 2004)....
Articulação Sala de Leitura e   Informática Educativa       Rue de la Chaussé D´Antin près des Galeries Lafayette (1928) –...
Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa“É o leitor que foi se ajustando a novos ritmos da atenção, ritmos que p...
Articulação Sala de Leitura e Informática Educativa(Santaella: 2004). O LEITOR IMERSIVO, virtual, está inserido no  conte...
Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa   Na chamada Sociedade da    Informação e do Conhecimento, ler    um l...
Articulação Sala de Leitura e Informática Educativa“Ao contrário, há todo um mundo cheio de  possibilidades “atrás da tela...
Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa Nesse âmbito, Butlen (2002) descreve a  proposta da BIBLIOTECA MULTIMÍ...
Articulação Sala de Leitura e Informática EducativaButlen (2002: p. 285-286) propõe sete grandescompetências para o LEITOR...
Articulação Sala de Leitura e Informática Educativad) Capacidade de orientar-se nos lugares de leitura:    biblioteca fami...
Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa   “De fato, o espaço biblioteca multimídia pode    ser eclipsado em di...
Programa Ampliar Portaria SME n° 5.360, de 04/11/2011  – institui o Programa Ampliar Art. 3° e Art. 4° - constituição do...
Programa Ampliar     PROJETO                           SÍNTESE                                 PÚBLICO                    ...
Jovens Mediadores de Leitura Público-alvo: alunos de 7° a 9° ano Período: 2 horas-aula semanais 1º momento: investiment...
Jovens Mediadores de LeituraObjetivos: Implantar o projeto; Integrar atividades relativas à formação  dos mediadores às ...
Jovens Mediadores de LeituraEstratégias: Leitura, pesquisa e discussão de  textos sobre: leitura, literatura e  literatur...
Jovens Mediadores de Leitura
Jovens Mediadores de Leitura
Jovens Mediadores de Leitura
Jovens Mediadores de Leitura
Jovens Mediadores de Leitura Seleção das obras para atividade de  mediação Ensaio da leitura em voz alta
Jovens Mediadores de Leitura
Jovens Mediadores de Leitura
Jovens Mediadores de Leitura   Mediação de leitura durante o    intervalo das turmas de 1° e 2° anos
Algumas referências bibliográficasBUTLEN, Max. A leitura na escola e na biblioteca multimídia: entre o poder e o desejo. I...
Algumas referências bibliográficasPERROTTI, Edmir e PIERUCCINI, Ivete. Infoeducação: saberes e fazeres da Contemporaneidad...
Algumas referências webgráficas Colaboratório em Infoeducação www.colabori.blogspot.com  Pesquisa Retratos da Leitura no...
Algumas referências webgráficas  A maior flor do mundo – José Saramago http://www.youtube.com/watch?v=YUJ7cDSuS1U  Help ...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Jovens mediadores de leitura app

1,025

Published on

Apresentação com a descrição do Projeto Jovens Mediadores de Leitura da EMEF Des. Achilles de Oliveira Ribeiro, da Rede Municipal de Ensino de São Paulo.

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
1,025
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
26
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Jovens mediadores de leitura app

  1. 1. EMEF Des. Achilles de Oliveira Ribeiro DRE / SMJovens Mediadores de Leitura Nágila Euclides da Silva Polido (POSL) Maria Helena Pereira (POIE)
  2. 2. É um livroSMITH, Lane. É um livro. São Paulo: Companhia dasLetrinhas, 2010
  3. 3. Em Ação Relato dos jovens mediadores
  4. 4. Sala de Leitura Portaria n.º 5.637/2011 Art. 14 - atribuições do POSL § II e § XIII – indicam a formação de Jovens Mediadores de Leitura como uma das possibilidades de projetos a serem desenvolvidos
  5. 5. Informática Educativa Portaria n.o 5.636/2011 As atividades de Informática Educativa devem ser integradas ao currículo da escola e promover intercâmbios entre as diferentes áreas da escola Proposta de ambientes de aprendizagem inovadores, colaborativos e interativos
  6. 6. Informática Educativa Potencialização do uso crítico dos recursos como forma de expressão oral, escrita, registro, socialização e produção de textos em diferentes linguagens, além de favorecer o uso das TICs no desenvolvimento das competências leitora e escritora no processo de formação dos alunos, pesquisa e produção do conhecimento e auxiliar na implementação do programa Ampliar. (Art. 2º)
  7. 7. Informática Educativa “Os projetos podem contribuir parafavorecer, nos estudantes, a aquisiçãode capacidades relacionadas com aformulação e resolução de problemas,diagnóstico de situações e odesenvolvimento de estratégiasanalíticas e avaliativas, favorece atarefa de pesquisa e a integração dediferentes disciplinas.”(Hernándes:1998)
  8. 8. Informática Educativa Em 2011, a SME propôs que o trabalho baseado em aprendizagem colaborativa, implementando a OC/TIC, fosse feito por projetos em ambiente colaborativo, o THINKQUEST. www.thinkquest.org
  9. 9. Informática Educativa
  10. 10. Informática Educativa Vantagens do THINKQUEST: Ambiente especialmente criado para a educação; Ambiente de formação de educação à distância; Permite o estabelecimento de processos de avaliação formativa;
  11. 11. Informática Educativa Vantagens do THINKQUEST: Permite a organização dos registros e disponibilização do material das aulas, tanto na escola como em qualquer lugar, com acesso à Internet; Permite a visualização da participação dos alunos de forma individual ou como o professor assim propor;
  12. 12. Informática EducativaNos projetos desenvolvidos neste ano,o uso das tecnologias foi fundamentalpara um melhor desenvolvimento dosalunos. A participação da InformáticaEducativa permitiu: Promover a autonomia dos alunos; Desenvolver técnicas de pesquisa; Utilizar o computador como recurso; Registrar e compartilhar suas ações e ideias.
  13. 13. Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa Um dos pressupostos das sugestões de redimensionamento de bibliotecas públicas, escolares e salas de leitura é o trabalho em equipe. A colaboração entre os diversos atores do processo educativo potencializa as ações desenvolvidas nesses espaços.
  14. 14. Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa Articulação das práticas realizadas na Sala de Leitura com as novas tecnologias, uma vez que estas estão incorporadas ao cotidiano dos alunos de ensino fundamental, sobretudo a partir do 6° ano, quando em geral desenvolvem mais autonomia. Três tipos de leitores: o leitor contemplativo, o leitor movente e o leitor imersivo (Santaella: 2004).
  15. 15. Articulação Sala de Leitura e Informática Educativa (Santaella: 2004).  O LEITOR CONTEMPLATIVO, meditativo, é o leitor que nasce com o livro impresso, no século XVI e que toma a leitura individual, solitária e silenciosa de numerosos livros como prática. Esse leitor tem diante de si objetos de signos imóveis, duráveis, localizáveis e manuseáveis. A leitura pode ser interrompida para a meditação e é essencialmente contemplação e ruminação.Le rat de Bibliotéque (1850) - Carl Spitzweg
  16. 16. Articulação Sala de Leitura e Informática Educativa Rue de la Chaussé D´Antin près des Galeries Lafayette (1928) – André Kertész(Santaella: 2004). O LEITOR MOVENTE nasce com o advento do jornal e das multidões dos centros urbanos, consequência da Revolução Industrial.
  17. 17. Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa“É o leitor que foi se ajustando a novos ritmos da atenção, ritmos que passam com igual velocidade de um estado fixo para um móvel (...) É, enfim, o leitor apressado de linguagens efêmeras, híbridas, misturadas. Mistura que está no cerne do jornal, primeiro grande rival do livro.” (Santaella: 2004, p. 29)
  18. 18. Articulação Sala de Leitura e Informática Educativa(Santaella: 2004). O LEITOR IMERSIVO, virtual, está inserido no contexto da pós-modernidade. É o leitor do hipertexto, em estado de prontidão, que traça seu próprio roteiro multilinear e multissequencial interagindo com os nós entre palavras, imagens, música e vídeo.
  19. 19. Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa Na chamada Sociedade da Informação e do Conhecimento, ler um livro, assistir a um filme, ouvir uma música, navegar na internet são – todas – ações que contribuem para a formação do educando. Hoje, dissociar a leitura literária das possibilidades das TIC é retirá-la de seu contexto real. (Nuñez, 2002: p. 224-225).
  20. 20. Articulação Sala de Leitura e Informática Educativa“Ao contrário, há todo um mundo cheio de possibilidades “atrás da tela”, que nos converte a todos em Alices em condições de explorar, surfando todo tipo de universos. Nessa viagem, aí sim, faz falta ser guiados por um „professor‟, um guia, um aliado, e esse é o papel que melhor podem cumprir o professor, o bibliotecário ou o documentalista nos dias atuais. Não se trata de crer ou não crer, de elogiar ou de desprezar o que oferece o computador; trata-se de experimentar, de expandir a percepção do aluno e do usuário em geral.” (Nuñez, 2002: p. 224-225).
  21. 21. Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa Nesse âmbito, Butlen (2002) descreve a proposta da BIBLIOTECA MULTIMÍDIA no contexto francês, semelhante à proposta de Estações do Conhecimento desenvolvida no Brasil por Perrotti e Pieruccini (2007). Três objetivos primordiais na elaboração de um projeto de biblioteca multimídia:a) formar LEITORES POLIVALENTES;b) desenvolver a autonomia das crianças na sua aprendizagem;c) desenvolver o trabalho em equipe de professores. (Butlen: 2002, p. 293).
  22. 22. Articulação Sala de Leitura e Informática EducativaButlen (2002: p. 285-286) propõe sete grandescompetências para o LEITOR POLIVALENTE:a) Capacidade de ler em todas as modalidades: em voz alta, para si mesmo, seletivamente, compreendendo os textos que lê;b) Capacidade de ler em todos os tipos de suporte: antigos e modernos;c) Capacidade de ler todo tipo de textos e documentos: textos literários, científicos, de divulgação - saber procurar, localizar e extrair a informação desejada; saber reformular a informação e utilizá-la sobre todos os suportes multimídia;
  23. 23. Articulação Sala de Leitura e Informática Educativad) Capacidade de orientar-se nos lugares de leitura: biblioteca familiar, de aula, biblioteca escolar, biblioteca pública, livraria;e) Capacidade de situar-se nos objetos de leitura: no texto, no paratexto (prefácio, epílogo, notas, índice, sumário etc.) e no intertexto;f) Capacidade de reconhecer-se em sua própria prática de leitor, ou seja, ser capaz de manter um discurso crítico no que se refere às próprias práticas como também no que se refere aos textos que lê;g) Capacidade de relacionar atividade de leitura com os demais aspectos do domínio da língua.
  24. 24. Articulação Sala de Leitura eInformática Educativa “De fato, o espaço biblioteca multimídia pode ser eclipsado em diversos lugares do estabelecimento escolar ou integrar-se numa plataforma dedicada às tecnologias de informação e de comunicação em rede com as aulas. Os cantos audiovisuais, informáticos, permitem informar, falar, ler e escrever utilizando suportes modernos, em particular diversas ferramentas de escrita, de edição, de tratamento e de reprodução de textos.” (Butlen, 2002: p. 293).
  25. 25. Programa Ampliar Portaria SME n° 5.360, de 04/11/2011 – institui o Programa Ampliar Art. 3° e Art. 4° - constituição do Programa Ampliar por meio de atividades curriculares e projetos já existentes (Sala de Leitura e Informática Educativa)
  26. 26. Programa Ampliar PROJETO SÍNTESE PÚBLICO ATENDIDOJOVENS Formação de grupo de jovens mediadores de leitura 6° ao 9° anosMEDIADORES DE para atuar junto aos anos iniciais do ensinoLEITURA fundamental. Os jovens são convidados a refletir sobre a leitura e a literatura infantil e como pode ser desenvolvida a mediação com crianças entre 6 e 7 anos.CLUBE DE Ampliação do interesse dos jovens pela Astronomia e 1 grupo deASTRONOMIA ciências afins, promovendo a difusão dos 5° ano conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa. Os conteúdos trabalhados são e readequados ao nível de conhecimento científico dos alunos. 1 grupo de 6° ao 9° anoMETRÓPOLE Projeto sobre técnicas fotográficas, envolvendo umDIGITAL universo diferente do cotidiano dos alunos, com isso permitindo uma ampliação de seus horizontes 8° e 9°anos culturais. Propõe, por meio da análise das imagens, um novo olhar sobre a escola e o bairro.
  27. 27. Jovens Mediadores de Leitura Público-alvo: alunos de 7° a 9° ano Período: 2 horas-aula semanais 1º momento: investimento na formação dos mediadores 2º momento: formação + atividades de mediação de leitura com alunos de 1º e 2º ano
  28. 28. Jovens Mediadores de LeituraObjetivos: Implantar o projeto; Integrar atividades relativas à formação dos mediadores às atividades que visam à apropriação das TICs como ferramenta para potencializar a pesquisa e a socialização das ações; Promover a difusão dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa.
  29. 29. Jovens Mediadores de LeituraEstratégias: Leitura, pesquisa e discussão de textos sobre: leitura, literatura e literatura infantil; Atividades de seleção de obras e leitura em voz alta para crianças; Registro das ações e discussões em jornal mural, jornal digital, blogs, etc.
  30. 30. Jovens Mediadores de Leitura
  31. 31. Jovens Mediadores de Leitura
  32. 32. Jovens Mediadores de Leitura
  33. 33. Jovens Mediadores de Leitura
  34. 34. Jovens Mediadores de Leitura Seleção das obras para atividade de mediação Ensaio da leitura em voz alta
  35. 35. Jovens Mediadores de Leitura
  36. 36. Jovens Mediadores de Leitura
  37. 37. Jovens Mediadores de Leitura Mediação de leitura durante o intervalo das turmas de 1° e 2° anos
  38. 38. Algumas referências bibliográficasBUTLEN, Max. A leitura na escola e na biblioteca multimídia: entre o poder e o desejo. In: RÖSING, T. M. K. e BECKER, P. (org.). Leitura e animação cultural: repensando a escola e a biblioteca. Passo Fundo: UPF, 2002, p. 285-299.HERNÁNDEZ, F. & VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. Porto Alegre: Artmed, 1998.NUÑEZ, Eloy Martos. Espaços de leitura: projetos, conteúdos e animação cultural. In: RÖSING, T. M. K. e BECKER, P. (org.). Leitura e animação cultural: repensando a escola e a biblioteca. Passo Fundo: UPF, 2002, p. 221-251.
  39. 39. Algumas referências bibliográficasPERROTTI, Edmir e PIERUCCINI, Ivete. Infoeducação: saberes e fazeres da Contemporaneidade. In: LARA, M.L.G.; FUJINO, A; NORONHA, D. P. (orgs.). Informação e contemporaneidade: perspectivas. Recife: Néctar, 2007, p. 97-119.ROJO, Roxane Helena R. (org.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2012 (Coleção Estratégias de Ensino – vol. 29).SANTAELLA, Lúcia. Navegar no ciberespaço: o perfil cognitivo do leitor imersivo. São Paulo: Paulus, 2004.
  40. 40. Algumas referências webgráficas Colaboratório em Infoeducação www.colabori.blogspot.com  Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2007 e 2011 http://www.prolivro.org.br  Museu da Pessoa http://museudapessoa.com.br/home.php
  41. 41. Algumas referências webgráficas  A maior flor do mundo – José Saramago http://www.youtube.com/watch?v=YUJ7cDSuS1U  Help Desk (O livro como nova tecnologia) http://www.youtube.com/watch?v=jo3rl2kxB4g&featur e=related  É um livro (“It´s a book” – trailer legendado) http://www.youtube.com/watch?v=XwoW9hnB4vY
  1. A particular slide catching your eye?

    Clipping is a handy way to collect important slides you want to go back to later.

×