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As escolas matam a criatividade?
Parte 2
O Que deve mudar?A tecnologia ou a metodologia?
Novos modos de ensinar e aprender em tempos deweb 2.0
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Aprendizagem em rede
Criando redes de aprendizagem
Atualizando ao final do semestre
Projetos de Ensino e de Aprendizagem
Elementos da metodologia
Compreendendo asetapas do processo
Esta etapa envolve…1.   Formulação da pergunta principal e das perguntas secundárias2.   Definição das certezas provisória...
Próximo passo: criar o primeiro mapa
Processo de pesquisa   Esclarecimento de Dúvidas e Validação de Certezas em busca de respostas para a    Questão de Inves...
Registros/evidências   Notas:       Discutidas em blogs       Em diários de campo individuais       Organizadas numa p...
Definindo as formas de tornar públicos                os resultados   Criando páginas na web, wikis ou blogs – permitindo...
Dicas para o acompanhamentoDe modo geral2.OProjeto de Aprendizagem está desenvolvendo-se em ambienteaberto às explorações ...
Dicas específicas1.   O projeto é orientado por uma ou mais questões     claramente definidas?2.   Os problemas ou questõe...
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Avaliação Quantitativa Centrada no ensinoSe dedica a classificar os alunos, a saber quanto (medida) eles seaproximaram dos...
Avaliação Qualitativa - Centrada na                 aprendizagemé necessário,[...], conhecer o ponto de partida dos alunos...
Processo
Certezas e dúvidas                                          O   que sabemos?Exemplo de PA                               ...
Mapa
Certezas provisóriasExemplo 2 – formação de                 2.Háprofissionais que identificam vinhos                      ...
Dúvidas temporárias1. O que é vinho?2. O que é vinho de qualidade?                                                        ...
Segundo mapa
Revisão
Terceiro mapa
Quarto mapa
Considerações finais do PA   Voltando-nos às nossas certezas provisórias, estas após estudo, pesquisa realizada e interaç...
Conclusões   Resumindo, concluímos que nossas certezas provisórias se    confirmam. Porém agora de forma profunda e elabo...
Mais exemplos…   A história da bicicleta [http://bicicleta-para-sempre.blogspot.com.br/ ]   Quais os esportes praticados...
Exemplos
Equipe
Acompanhamento
Acompanhamento
Acompanhamento
Intervenções
Intervenções
Hipertexto
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Desequilíbrios nas certezas
Descobertas
Avaliação  Avaliação Quantitativa Centrada no                  Avaliação Qualitativa               ensino                 ...
Relato de experiência - professoraEscola - Espaço de Construção e Autonomia [tecnologiasnaeducacao.pro.br/revista/a1n1/rel...
Relato de Experiência - Aluna Durante o meu curso normal havia uma disciplina em que usamos o computador  como uma das ún...
Em síntese…as mudanças envolverm   Os papéis de professores e alunos   O currículo   A relação entre as disciplinas   ...
ReferênciasFAGUNDES, Léa da Cruz; SATO, Luciane Sayuri; MAÇADA, Débora Laurino. Aprendizes do futuro: as inovaçõescomeçara...
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Apresentação p as novo_hamburgo[2]

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  1. 1. Projetos de Aprendizagem: Como fazer?Como acompanhar? Como avaliar?Elaboração: Profa. Nádie Christina Machado-Spence
  2. 2. O desafio: Como aplicar método interdisciplinar e tornar o estudo mais atraente?Matéria publicada na Zero Hora do dia 24/04/2012, disponível emhttp://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/04/escolas-gauchas-discutem-como-aplicar-metodo-interdisciplinar-e-tornar-o-estudo-mais-at acessado em 27/04/2012.
  3. 3. O focoEspecialista Francisco Cordão declarou que“[…] A ideia é que haja uma flexibilização dos currículos escolares, permitindoque as escolas encontrem formas de aproximar o conhecimento da vida dosestudantes.— O Ensino Médio não está atendendo às expectativas dos alunos. Oconhecimento não é estanque, é global, mas o nosso currículo ainda éestanque. Não existe um jovem padrão, são múltiplas situações que oprofessor e a escola têm de estar preparados para entender. O conteúdo éimportante, mas não enquanto informação, e sim enquanto conhecimentointernalizado pelo jovem. Não basta que ele tenha o conhecimento. Ele tem deter condições de, ante os desafios diários da vida, articular essesconhecimentos e colocá-los em ação — explica Cordão.” (Zero Hora,24/04/2004)
  4. 4. As escolas matam a criatividade?
  5. 5. Parte 2
  6. 6. O Que deve mudar?A tecnologia ou a metodologia?
  7. 7. Novos modos de ensinar e aprender em tempos deweb 2.0
  8. 8. Diferentes aprendizagens…A mulher entra no quarto do filho decidida a ter uma conversa séria. De novo, asrespostas dele à interpretação do texto na prova sugerem uma grandedificuldade de ler. Dispersão pode ser uma resposta para parte do problema. Aextensão do texto pode ser outra, mas nesta ela não vai tocar porque também éprofessora e não vai lhe dar desculpas para ir mal na escola. Preguiça de lerparece outra forma de lidar com a extensão do texto. Ele está de novo, nocomputador, jogando. Levanta os olhos com aquele ar de quem pode jogar econversar ao mesmo tempo. A mãe lhe pede que interrompa o jogo e ele pede àmãe “só um instante para salvar”. Curiosa, ela olha para a tela e se espanta com ojogo em japonês. Pergunta-lhe como consegue entender o texto para jogar. Elelhe fala de alguma coisa parecida com “uma lógica do jogo” e sobre algumastentativas com os ícones. Diz ainda que conhece a base da história e que, mesmoem japonês, tudo faz sentido. Aquela conversa acabou sendo adiada. A mãe-professora não se sentia pronta naquele momento. (BARRETO apud PORTO,2006, p.43)
  9. 9. Infância ‘no mundo das tecnologias’  INFÂNCIA PARA SER CRIANÇA Toda a criança tem sua criatividade, como o Adão Elemar que brincava com um pedaço de madeira para poder ser o microfone para narrar o futebol e a Lizane que bricava de professora com os seus 7 sobrinhos a mais velha ficou alfabetizada com suas brincadeiras e os meus pais na infancia também tiveram criatividades. Minha mãe com os restos de tecidos facia uma boneca de pano ou pegava uma madeira para ser fogão, os potis para ser a panela e os matinhos e flores para ser a comida. O meu padrasto pegava a ispiga de milho e discascava o milho e comesava a sacodir para ser o boi. E a minha avô pecava o milho discascava o milho e enrolava em um coberdor para ser uma boneca . E eu que vivo no mundo das tecnologias também tenho criatividade ,um dia no pàtio da minha casa encontrei um isopor de caixa de celular eu pintei e ficou uma mini sala até hoje eu tenho. Fiz este texto para vocêis lerem e vissem como a criatividade è boa. Você que è aduldo volte a ser criança e tenha criatividade… B. E. S. Observem que a B. além de ler e contar o que leu ainda fez relações com a sua família e até com ela mesma, formando e expressando a própria opinião. Professora M. http://lasalle42.wordpress.com/2011/07/07/infancia-para-ser-crianca/
  10. 10. Aprendizagem em rede
  11. 11. Criando redes de aprendizagem
  12. 12. Atualizando ao final do semestre
  13. 13. Projetos de Ensino e de Aprendizagem
  14. 14. Elementos da metodologia
  15. 15. Compreendendo asetapas do processo
  16. 16. Esta etapa envolve…1. Formulação da pergunta principal e das perguntas secundárias2. Definição das certezas provisórias – O que sabemos?3. Definição das dúvidas temporárias – O que queremos saber?4. Como encontrar as respostas?
  17. 17. Próximo passo: criar o primeiro mapa
  18. 18. Processo de pesquisa Esclarecimento de Dúvidas e Validação de Certezas em busca de respostas para a Questão de Investigação Coleta de Dados, Entrevistas, Enquetes etc, Análise de Dados, Elaboração de Sínteses (respostas com evidências e argumentos) Elaboração e reelaboração de Mapas Conceituais
  19. 19. Registros/evidências Notas:  Discutidas em blogs  Em diários de campo individuais  Organizadas numa página/wiki da turma  Construídas de forma coolaborativa Fotografias Áudio Vídeo
  20. 20. Definindo as formas de tornar públicos os resultados Criando páginas na web, wikis ou blogs – permitindo visibilidade durante o processo e acompanhamento das interações Simultaneamente é possível organizar sob a forma de relatório de pesquisa
  21. 21. Dicas para o acompanhamentoDe modo geral2.OProjeto de Aprendizagem está desenvolvendo-se em ambienteaberto às explorações e interações, onde os sujeitos têmoportunidade de alimentar seus interesses e curiosidades, efetuarescolhas e desenvolver experimentações?3.Osprojetos estão acontecendo ancorados em questões originadasnas vivências dos sujeitos?4.Ele aponta para caminhos que levem a um rompimento com afragmentação característica dos modelos de projetos de ensino ouestudos disciplinares?
  22. 22. Dicas específicas1. O projeto é orientado por uma ou mais questões claramente definidas?2. Os problemas ou questões a serem investigados partem dos interesses, vivências, curiosidades dos sujeitos-alunos ou de uma proposta de ensino do professor?3. A questão levantada é suficientemente instigante?4. É formulada de modo a impulsionar uma abertura para novas relações ao invés de restringir a busca a uma simples resposta?
  23. 23. Mais dicas específicas1. A busca de soluções às questões eleitas parte de uma sistematização do que os sujeitos pensam saber ("Certezas Provisórias") e das "Dúvidas Temporárias"?2. Existe uma coerência entre o que é afirmado (certezas) e as dúvidas formuladas?3. As certezas e dúvidas são consideradas no sentido de orientar as buscas ou são “esquecidas” durante o desenvolvimento do projeto?4. Ocorre reformulação nas certezas e dúvidas?
  24. 24. Mais dicas específicas1. Quais são as fontes, os instrumentos e os procedimentos julgados necessários na busca das soluções?2. Essas fontes, instrumentos e procedimentos são coerentes com a questão proposta, com as certezas e dúvidas?3. A busca e seleção de informações, a escolha dos procedimentos abrem para a construção de novas relações, de novas articulações entre conceitos, idéias etc.?4. Acontecem rompimentos nos limites disciplinares?5. Observam-se aprendizagens relevantes relacionadas com os conteúdos abordados no projeto?
  25. 25. Mais dicas específicas1. Ao mesmo tempo em que são encontradas soluções para as questões já postas, são geradas novas questões e dúvidas?2. Os sujeitos tomam consciência da existência desse processo de modificação das certezas que se transformam em dúvidas e das dúvidas que se tornam novas certezas?3. Existem registros do processo de desenvolvimento do Projeto?4. Que tipos de registros são realizados?5. Em que medida eles servem para apoiar as reflexões dos sujeitos?6. Em que medida eles podem mostrar a riqueza do processo de aprendizagem dos sujeitos?
  26. 26. Avaliação Quantitativa Centrada no ensinoSe dedica a classificar os alunos, a saber quanto (medida) eles seaproximaram dos níveis previstos, seja no que se refere ao domínio deinformações e conteúdos, veiculados durante determinado período, comono desenvolvimento de habilidades de trabalho ou de sociabilidade.Aparece de forma bem característica nas escolas em que o vestibular é oelemento ou meta externa a ser alcançada.
  27. 27. Avaliação Qualitativa - Centrada na aprendizagemé necessário,[...], conhecer o ponto de partida dos alunos, seusconhecimentos prévios, para poder favorecer e desafiar os alunos na direçãode novas relações e no aprofundamento e alargamento de conceitos. Nessadimensão, ensinar implica em abrir espaço para a manifestação dos alunos,para a expressão de suas idéias e, concomitantemente, interagir com eles,avaliar estas manifestações, para poder contra-argumentar, desafiar e trazernovos elementos. Significa alimentar um fluxo avaliativo constante, em que seentrelaçam avaliações individuais (o aluno com ele mesmo) e grupais (ele como restante dos grupos de alunos e de professores).
  28. 28. Processo
  29. 29. Certezas e dúvidas O que sabemos?Exemplo de PA  Namorar é bomPergunta: Namoro…  Namorar tem seu tempo certoDisponível em:http://namoro.pbworks.com/w/page/8300111/FrontPage queremos saber? O queacessado em: 27/04/2012  O que é namorar?  Porque as pessoas namoram?  Qual a idade para iniciar um namoro?  Como fazer para que o namoro não termine?
  30. 30. Mapa
  31. 31. Certezas provisóriasExemplo 2 – formação de 2.Háprofissionais que identificam vinhos de qualidade;professores 3.Existemvinhos:Pergunta: que técnicas são utilizadas seco/suave/rose/tinto/branco;para identificar vinhos de qualidade? 4.Oclima e o solo interferem na qualidade do vinho; 5.Um vinho de valor alto, provavelmente, é de boa qualidade; 6.O vinho é feito de uva; 7.Ovinho passa por um processo de fermentação;
  32. 32. Dúvidas temporárias1. O que é vinho?2. O que é vinho de qualidade? Primeiro mapa3. Qual a origem do vinho?4. Que fatores climáticos influeciam na qualidade dovinho?4. Que outros fatores interferem para um vinho dequalidade?6. Que tipos de substâncias possibilitam a identificação daqualidade do vinho?7. As temperaturas dos vinhos influenciam na avaliação dasua qualidade?8. Para diferenciar um vinho Colonial do Industrial, astécnicas utilizadas são as mesmas?9. Quais os tipos de uvas mais utilizados na produção deum vinho de qualidade?10. A cor e a textura influenciam na qualidade do vinho?11. Quais as marcas de vinho são consideradas de melhorqualidade no mercado? Por quê?12. Qual o teor alcoólico do vinho? Este interferem na suaqualidade?13. O álcool contido no vinho é acrescido ou produzido noseu processo de produção?14. Qualquer pessoa é capaz de identificar um vinho dequalidade?15. É biológico ou pode-se desenvolver habilidades paraapurá-la?
  33. 33. Segundo mapa
  34. 34. Revisão
  35. 35. Terceiro mapa
  36. 36. Quarto mapa
  37. 37. Considerações finais do PA Voltando-nos às nossas certezas provisórias, estas após estudo, pesquisa realizada e interação com os companheiros do grupo, foram tomando corpo e transformando-se em conhecimento, bem como, nossas dúvidas temporárias. Vinho é uma bebida alcoólica feita, tradicionalmente, da fermentação do mosto da uva. A palavra tem origem etimológica do Grego “oivoo” através do Latim VINVM que significa videira ou vinho, sendo que só podem ser chamadas de “vinho” as bebidas fermentadas a partir da uva. Para identificar um vinho de qualidade é preciso conhecer técnicas que vão desde o exame visual e olfativo até o gustativo, sendo que cabe ao enólogo, profissional do vinho, saber avaliar um vinho de qualidade. Porém qualquer pessoa, apreciadora de vinho, ao longo do tempo poderá desenvolver estas técnicas definindo um bom vinho. As técnicas de degustação se resumem em três fases:1ª) Análise visual, compreende a identificação da intensidade da cor (mais ou menos escuro), a tonalidade (que indicada a maturidade do vinho, tornando o vinho com o tempo branco para escuro e o tinto para o claro), a limpidez (grau de transparência na luz), as lágrimas (indica o teor alcoólico); 2ª) Análise Olfativa, compreende três aromas: primário (cheiro da própria uva), secundário (indica o processo fermentativo e amadurecimento em madeira/carvalho), terciário (indica o envelhecimento na garraga/bouquet). [...] 3ª)Análise Gustativa, influenciada pelo o olfato na qual podemos identificar quatro sabores: doce, salgado, ácido e amargo.
  38. 38. Conclusões Resumindo, concluímos que nossas certezas provisórias se confirmam. Porém agora de forma profunda e elaborada, pois antes o que tínhamos eram informações, agora conhecimento. Hoje podemos falar com certa propriedade o que é realmente um vinho de qualidade, os principais fatores que interferem para aquisição desta qualidade, a diferença entre um vinho colonial e industrial. Vale dizer aqui que não somos enófilos maduros, mas que comparando nossos conhecimentos com os que tínhamos no início de nosso PA há uma bagagem muito grande de conhecimento. O trabalho foi organizado num wiki e a página havia recebido 348 visitas quando a visitamos em 22/02/2012 http://proavirtualg3.pbworks.com/w/page/18671244/Considera%C3%A7%C3%B5es%20Finais%20do%20PA
  39. 39. Mais exemplos… A história da bicicleta [http://bicicleta-para-sempre.blogspot.com.br/ ] Quais os esportes praticados no Brasilhttp://www.youtube.com/watch?v=MdNiKzqkJwE Reforma ortográfica[https://sites.google.com/site/reformaortograficabjp/ ] PEAD intensivo (2009) [http://peadintensivo2009.pbworks.com/w/page/15329771/FrontPage ]
  40. 40. Exemplos
  41. 41. Equipe
  42. 42. Acompanhamento
  43. 43. Acompanhamento
  44. 44. Acompanhamento
  45. 45. Intervenções
  46. 46. Intervenções
  47. 47. Hipertexto
  48. 48. Links
  49. 49. Desequilíbrios nas certezas
  50. 50. Descobertas
  51. 51. Avaliação Avaliação Quantitativa Centrada no Avaliação Qualitativa ensino Centrada na aprendizagemSe dedica a classificar os alunos, a saber é necessário,[...], conhecer o ponto de partida dos alunos, seus conhecimentosquanto (medida) eles se aproximaram prévios, para poder favorecer e desafiar osdos níveis previstos, seja no que se alunos na direção de novas relações e norefere ao domínio de informações e aprofundamento e alargamento deconteúdos, veiculados durante conceitos. Nessa dimensão, ensinar implica em abrir espaço para a manifestação dosdeterminado período, como no alunos, para a expressão de suas idéias e,desenvolvimento de habilidades de concomitantemente, interagir com eles,trabalho ou de sociabilidade. Aparece avaliar estas manifestações, para poderde forma bem característica nas escolas contra-argumentar, desafiar e trazer novos elementos. Significa alimentar um fluxoem que o vestibular é o elemento ou avaliativo constante, em que se entrelaçammeta externa a ser alcançada. avaliações individuais (o aluno com ele mesmo) e grupais (ele com o restante dos grupos de alunos e de professores).
  52. 52. Relato de experiência - professoraEscola - Espaço de Construção e Autonomia [tecnologiasnaeducacao.pro.br/revista/a1n1/rel3.pdf]Autor: Teresinha Bernardete MotterResumo: É inegável o crescimento do uso das Tecnologias da Informação e Comunicação por parte dosprofessores em práticas inovadoras. Fazendo parte desse cenário, estamos aplicando a metodologia detrabalhar com Projetos de Aprendizagem, uma prática baseada na construção do conhecimento, compublicação em ambiente virtual, em uma escola de Ensino Médio Normal de Caxias do Sul, Instituto Estadualde Educação Cristóvão de Mendoza. Nosso trabalho é desenvolvido inicialmente com alunas“professorandas” do Curso Normal e, posteriormente faz-se a aplicação com alunos do Ensino Fundamentalda mesma escola. Assim, organizamos o trabalho em dois momentos do ano letivo de 2008: no primeirosemestre as alunas se dedicaram à pesquisa do tema escolhido e a criação de um espaço virtual para apublicação dos projetos. No segundo semestre, aplicam o conhecimento construído com os alunos do Cursode Aplicação, (séries iniciais do Curso Fundamental). Em agosto iniciamos a prática envolvendo asprofessorandas e as crianças e percebemos, com muita satisfação, que a metodologia desenvolvida estásendo aplicada e, desta forma, os alunos têm a oportunidade de partilhar conhecimentos tanto tecnológicosquanto teóricos. Vislumbra-se com isso, um novo jeito de aprender e de ensinar.Palavras-chave: Projeto de Aprendizagem publicado em ambiente virtual, Construção de Conhecimento ,Prática Pedagógica, Tecnologias da Informação e da Comunicação.
  53. 53. Relato de Experiência - Aluna Durante o meu curso normal havia uma disciplina em que usamos o computador como uma das únicas ferramentas. O objetivo dessa disciplina era criar um site onde desenvolvessemos um determinado conteúdo de maneira que isso pudesse ser aplicado com as próprias crianças da escola. O tema escolhido pelo meu grupo foi a Reforma Ortográfica, que na época estava no auge das discussões. O site foi criado e atividades foram planejadas, todas usando o computador. E para finalizar foi feita uma aula para alunos da terceira série usando o site e as atividades no computador planejadas previamente. Foi uma experiencia sem palavras, os alunos acharam uma aula diferente e gostaram muito, participando entusiasmados. E como resultado desse um ano de trabalho o nosso site foi escolhido para uma reportagem no Portal do professor do Ministério da Educação. Foi algo muito bom de ser feito. (J.B., 13/04/2012)http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=777
  54. 54. Em síntese…as mudanças envolverm Os papéis de professores e alunos O currículo A relação entre as disciplinas Os suportes de escrita As formas de comunicação e interação A dinâmica das aulas O acompanhamento das atividades A avaliação A autoria e a autonomia dos alunos A socialização das aprendizagens A metacognição A dimensão do erro E, por que não dizer, a autoestima!
  55. 55. ReferênciasFAGUNDES, Léa da Cruz; SATO, Luciane Sayuri; MAÇADA, Débora Laurino. Aprendizes do futuro: as inovaçõescomeçaram!. São Paulo: Agência Espacial Brasileira, 2006. Disponível em: http://www.oei.es/tic/me003153.pdf Acessoem: 25 out. 2011.Harwood, W. An Activity Model for Scientific Inquiryhttp://www.temple.edu/carversciencefair/ActivityModel.pdf Acessoem Fev. 2012MAGDALENA, Beatriz C. e COSTA, Iris E.T. Internet em Sala de Aula: com a palavra os professores. Porto Alegre : Artmed,2003.Tecnologia ou metodologia. Vídeo criado pela Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC). Disponível em:http://www.youtube.com/watch?v=IJY-NIhdw_4 , acessado em: 20/02/2012.DUTRA, Í. M. ; Piccinini, C. A.; Becker, J. L. ; Johann, S. P. ; Fagundes, L. C. (2006b) Blog, wiki e mapas conceituais digitaisno desenvolvimento de Projetos de Aprendizagem com alunos do Ensino Fundamental. RENOTE. Revista NovasTecnologias na Educação, v. 4, p. 1-8.PORTO, Tania M. S. As tecnologias de comunicação e informação na escola: relações possíveis...relações construídas.Revista Brasileira de Educação, v.11, n. 31, jan./abr. 2006.
  56. 56. Muito obrigado! nadiechristina@gmail.com

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