Por uma comunicação saudável... Com quem falar? Como falar? Quando? Por quê? Em que momento?
Antes, sabíamos  que... <ul><li>Há cinqüenta anos, uma mulher de 40 já era avó; </li></ul><ul><li>Na década de 50, as mulh...
Hoje, temos outras certezas: <ul><li>Aumento da expectativa de vida de uma criança ao nascer, que passou de 62 anos em 198...
Conceitos e idéias mudam... <ul><li>ONTEM </li></ul><ul><li>Bastava finalizar o curso de Medicina e abrir o consultório co...
Conceitos e idéias mudam... <ul><li>HOJE </li></ul><ul><li>Economia globalizada; </li></ul><ul><li>Diferenças de rendas; <...
Os pacientes também mudaram CONSUMIDOR PODEROSO  CLIENTE EXIGENTE PACIENTE INTERNAUTA
Novos comportamentos dos pacientes <ul><li>Relacionamento frágil com o médico; </li></ul><ul><li>&quot; One-to-one marketi...
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Mas nem sempre as fontes são confiáveis
Como agir neste novo mercado de Saúde? <ul><li>Publicidade não resolve; </li></ul><ul><li>Propaganda não conscientiza, não...
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Comunicação: com quem falar e como? <ul><li>Procure saber o que são as mídias sociais e como você pode se relacionar com e...
Sobre a palestrante <ul><li>A jornalista Márcia Wirth - diretora da Excelência em Comunicação na Saúde -  atua há 12 anos ...
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Palestra proferida para alunos do Curso Teórico e Prático de Reprodução Humana Assistida

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Como um médico pode divulgar seus serviços eticamente?

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Palestra proferida para alunos do Curso Teórico e Prático de Reprodução Humana Assistida

  1. 1. Por uma comunicação saudável... Com quem falar? Como falar? Quando? Por quê? Em que momento?
  2. 2. Antes, sabíamos que... <ul><li>Há cinqüenta anos, uma mulher de 40 já era avó; </li></ul><ul><li>Na década de 50, as mulheres se casavam muito cedo, pelos padrões de hoje. Tinham seus filhos entre 18 e 25 anos; </li></ul><ul><li>Há vinte anos ainda eram raras as mulheres que engravidavam depois dos 30. Nessa época, ter filhos depois dos 35 significava risco de vida: para a mãe e o bebê. </li></ul>
  3. 3. Hoje, temos outras certezas: <ul><li>Aumento da expectativa de vida de uma criança ao nascer, que passou de 62 anos em 1980, para 71 anos em 2003. O Brasil está seguindo a tendência mundial de envelhecimento da população.O IBGE estima que a população brasileira entre 0 e 14 anos representará cerca de 24,3% do total em 2020; </li></ul><ul><li>Há 30 anos, a taxa de fecundidade no Brasil era três vezes maior que a atual. O censo de 1970 constatou a média de 5,8 filhos para cada mulher e esse número diminuiu para os 2,2 filhos por mulher atualmente. Até 2050, a taxa de fertilidade no Brasil cairá para 1,8; </li></ul><ul><li>O IBGE revela que o número de mães com mais de 40 anos no Brasil cresceu 27%, entre 1991 e 2000. As que tiveram filho pela primeira vez com idade entre 40 e 49 anos fazem parte de um segmento populacional com alta escolaridade. </li></ul>
  4. 4. Conceitos e idéias mudam... <ul><li>ONTEM </li></ul><ul><li>Bastava finalizar o curso de Medicina e abrir o consultório com uma tabuleta na porta; </li></ul><ul><li>O profissional de saúde era um dos atores sociais de maior relevância em quase todas a sociedades; </li></ul><ul><li>Os conhecimentos científicos eram restritos a determinados grupos. </li></ul>
  5. 5. Conceitos e idéias mudam... <ul><li>HOJE </li></ul><ul><li>Economia globalizada; </li></ul><ul><li>Diferenças de rendas; </li></ul><ul><li>Marketing socialmente responsável; </li></ul><ul><li>Avanços tecnológicos; </li></ul><ul><li>Consumidor poderoso; </li></ul><ul><li>É preciso avaliar a concorrência, o tamanho do mercado. Qual o seu “share” ? </li></ul>
  6. 6. Os pacientes também mudaram CONSUMIDOR PODEROSO CLIENTE EXIGENTE PACIENTE INTERNAUTA
  7. 7. Novos comportamentos dos pacientes <ul><li>Relacionamento frágil com o médico; </li></ul><ul><li>&quot; One-to-one marketing ”: trabalhar cada cliente individualmente; </li></ul><ul><li>&quot; Solution provider ” : comprometimento com o sucesso do cliente; </li></ul><ul><li>&quot; Relationship marketing ”: fazer o cliente sentir que estamos comprometidos com o seu sucesso. </li></ul>
  8. 8. A procura por informações sobre Saúde é crescente REVISTAS ESPECIALIZADAS BLOGS SOBRE SAÚDE COMUNIDADES DO ORKUT MAPAS EPIDEMIOLÓGICOS VIRTUAIS
  9. 9. Mas nem sempre as fontes são confiáveis
  10. 10. Como agir neste novo mercado de Saúde? <ul><li>Publicidade não resolve; </li></ul><ul><li>Propaganda não conscientiza, não cria valores; </li></ul><ul><li>Anúncios não informam; </li></ul><ul><li>O consumidor-paciente é levado ao consultório pelo convencimento, pela razão. </li></ul>
  11. 11. Deve investir na sua comunicação <ul><li>“ A assessoria de comunicação feita para um profissional da saúde, para uma clínica ou para um hospital é diferente da assessoria prestada a um produto, por exemplo”, explica o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO; </li></ul><ul><li>Segundo o especialista, a primeira preocupação na contratação deste serviço é em relação à ética médica. “A assessoria do IMO prioriza a relação médico-paciente e segue as determinações do Código de Ética Médica, da Resolução do Conselho Federal de Medicina N° 1701/2003 e as orientações da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos do Cremesp”, enumera; </li></ul><ul><li>Nossa segunda preocupação é trabalhar com informações da medicina baseadas em evidências. Não fazemos especulações, suposições, não criamos falsas expectativas, pois acreditamos que informações educativas, fornecidos com fundamentos científicos e sem sensacionalismo se constituem em uma forma de fidelização do paciente”, acrescenta. </li></ul>ENTREVISTA CONCEDIDA EM MAIO DE 2007 À REVISTA UNIVERSO VISUAL
  12. 12. Reputação e imagem se fortalecem com COMUNICAÇÃO <ul><li>A comunicação bem planejada é capaz de: </li></ul><ul><li>despertar o entendimento; </li></ul><ul><li>transmitir conceitos e informações; </li></ul><ul><li>conquistar a preferência pela consciência; </li></ul><ul><li>aprofundar e solidificar relacionamentos. </li></ul>
  13. 13. A comunicação do médico tem características próprias... <ul><li>É ética e fala de saúde, ninguém quer saber de doenças; </li></ul><ul><li>É fruto de evidências científicas. Por isto, não divulga ozonioterapia, hidrocolonterapia, “mini lipos”, “dietas desintoxicantes”; </li></ul><ul><li>Prioriza a relação do profissional de saúde com o paciente, por isto não expõe o paciente em matérias jornalísticas; </li></ul><ul><li>Segue as normas dos órgãos reguladores; </li></ul><ul><li>Possui um caráter de utilidade pública. Não anuncia práticas “milagrosas e únicas”; </li></ul><ul><li>Não inventa campos de atuação para um profissional: medicina estética, medicina ortomolecular, especialista em reprodução humana; </li></ul><ul><li>Não ilude o paciente com fotos de “ANTES” e “DEPOIS”; </li></ul><ul><li>Não faz promoção de sorteios ou concursos onde procedimentos médicos são sorteados ou oferecidos gratuitamente. </li></ul>
  14. 14. Comunicação: com quem falar e como? <ul><li>Comece com os que estão ao seu redor. </li></ul><ul><li>Atendimento: porta de entrada ou de saída de seus pacientes? </li></ul>
  15. 15. Comunicação: com quem falar e como? <ul><li>Fortaleça os laços com os médicos e com os outros profissionais de saúde que recomendam o seu trabalho. </li></ul>
  16. 16. Comunicação: com quem falar e como? <ul><li>Seus pacientes precisam saber das informações mais relevantes que agregam valor ao seu trabalho. </li></ul>
  17. 17. Comunicação: com quem falar e como? <ul><li>Você pode iniciar um relacionamento com a imprensa, assessorado por um bom profissional. A mídia é um canal que permite que muitos outros públicos sejam atingidos de uma vez. </li></ul>
  18. 18. Comunicação: com quem falar e como? <ul><li>Mantenha um website/blog sobre a sua atuação profissional no ar. Este é um meio de comunicação essencial, hoje. </li></ul>
  19. 19. Comunicação: com quem falar e como? <ul><li>Procure saber o que são as mídias sociais e como você pode se relacionar com elas: blogs, wikipédias, twister, facebook,Orkut... Você não sabe, mas eles estão falando de você lá... </li></ul>
  20. 20. Sobre a palestrante <ul><li>A jornalista Márcia Wirth - diretora da Excelência em Comunicação na Saúde - atua há 12 anos no mercado nacional e internacional de comunicação, desenvolvendo e executando projetos de comunicação empresarial para diversos segmentos econômicos; </li></ul><ul><li>Especializada em Health Care , durante 04 anos (entre 2001-2004) foi a responsável pela comunicação e pelo marketing do Conselho Federal de Medicina, CFM, em Brasília; </li></ul><ul><li>Realiza um trabalho focado na divulgação ética das atividades da área saúde, atendendo clientes em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba. </li></ul>

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