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Arquitetura de Celulares
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Arquitetura de Celulares

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  • 1. O que é celuluar Telefone celular é um aparelho que permite a comunicação por ondasletromagnéticas e também transmite voz e dados utilizáveis em uma determinada áreageográfica que encontra - se divididas em células (daí o nome celular, de células).O que é celuluarO que é Smartphone Um smartphone não é uma marca específica, mas sim um nome dado a certostipos de telefone celular que incorporam várias tecnologias antes só disponíveis paracomputadores pessoais ou notebooks. São os chamados celulares de terceira geração,ou 3G, possuem diversas características de alta tecnologia, como, teclado complete, nosmartphone não é preciso digitar os números até aparecerem as letras desejadas. Amaioria dos telefones tem um teclado pequeno, mas com todas as teclas que usamos.touch screen, ou seja, tela sensível ao toque. Não é necessário navegar pelos menus por meio de botões: no smartphone aprópria tela exibe os botões. Isso já é conhecido dos brasileiros: diversos caixaseletrônicos têm esse tipo de tela. câmera, acesso USB, suporte MP3, acesso rápido àinternet… Tudo isso já é comum em muitos celulares, mas fica mais fácil e integradoem um smartphone. Um dos mais conhecidos smartphones, e até pode-se dizer o criador doconceito, é o iPhone, criado pela Apple. Mas o iPhone, em suas versões iniciais, tinhapoucos adicionais: motivou até uma campanha difamatória na web, que o comparava aum chuchu. Recentemente, novos smartphones chegaram ao mercado e se estabeleceramcom grande presença no mercado nacional. O BlackBerry Nokia 9000, da empresafinlandesa muito forte no Brasil, hoje disputa mercado na liderança, contra os modelosde outras empresas, como Motorola e Sony Ericsson.   4  
  • 2. diferença entre smartphone x celular Hoje com o grande avanço tecnológico, principalmente na telefonia móvel, asdiversas funções como MP3, câmera digital e acesso a internet deixa o seu celular umaparelho completo, suprindo todas as necessidades de um usuário que além dacomunicação, quer um algo a mais. Estas funções que antes eram “extras” agora fazem parte da grande realidadedos celulares de hoje. E isso faz com que o consumidor confunda o smartphone com ocelular. Mas poucos sabem os detalhes que realmente faz a diferença. O tecladoalfanumérico (QWERTY) por exemplo, esse mesmo formato que o teclado do seucomputador utiliza, é a principal característica de um smartphone. Outro diferencial é owi-fi, que permite que o usuário conecte seu aparelho na internet usando a rede wi-fi dolocal onde o celular se encontra. Porém o que vemos com a evolução do celular, o que nos espera é um aparelhomais unificado. Deixando de existir essa “briga” e que no futuro, empresas deixarãoseus clientes menos confusos e mais decididos na hora de comprar seu aparelho, jáinformado as funções do seu futuro celular. Prova disso é o iPhone, que usandoapenas sua tela sensível ao toque (touch screen), eliminando o teclado e deixando seuvisual elegante e com uma interface simples agradando a todo tipo de usuário. Comtodas as funções de um bom smartphone, e deixando de lado aquele visual corporativoque estamos acostumados a ver. Muitos consumidores investem na compra de eletrônicos de todos os tipos e otelefone celular é um dos principais, mas o objetivo desse tópico não é questionar osgastos de cada um e sim compreender o benefício que esses dispositivos trazem parao nosso dia-a-dia e tentar elucidar as dúvidas. Atualmente, as pessoas compram celulares que já vêm equipados com câmerade alta definição, tecnologia bluetooth, navegação na Web, com capacidade dereproduzir MP3 e escutar rádio FM, entre outros recursos. Influenciados por algumaspropagandas divulgando smartphones, não sabem se o tal aparelho que compraram éou não um telefone inteligente. Ficam confusas e questionando se o seu novo celular jáestaria desatualizado.   5  
  • 3. A pergunta é relevante e cabe uma resposta. Como os celulares têm evoluídomuito rapidamente e a cada dia incorporam novos recursos ou atualizam outros jáexistentes, em muitos casos superam nossas expectativas. Contudo, para classificarum celular como smartphone, basta pensar em um conceito muito simples: o aparelhopossui capacidade de expandir suas funcionalidades? Apesar da pergunta ser simples, pode ser interpretada de maneira errônea.Expandir suas funcionalidades não significa incluir novas campainhas musicais,transformar imagens em fundos de tela, nem tão pouco utilizar diferentes aplicaçõesonline por meio de navegadores. Todas estas são funções nativas do aparelho. Umsmartphone possui uma plataforma sobre a qual diferentes empresas são capazes dedesenvolver aplicações, que é o seu sistema operacional, permitindo instalar e rodar osmais variados softwares. Pergunta importante para quem não quer jogar dinheiro fora. Você precisasaber o que realmente precisa para que o aparelho não te deixe na mão em momentosimportantes. Hoje em dia, empresas já fazem uso destes equipamentos para aumentarsua produtividade, fazendo seus funcionários terem acesso a funções em qualquerlugar como se estivesse dentro de seus escritórios. Ler e-mails, transferir arquivos efazer conferência, são úteis no ramo corporativo. Já os celulares top de linha não deixam a desejar no quesito comunicação eentretenimento. Mesmo não sendo considerados smartphones, esses celulares têmacesso a internet, tira fotos e filma com boa resolução, além de contar com um bomplayer de MP3. Também vale lembrar os diversos planos que as operadoras oferecem. Muitasoferecem smartphones com preços bem acessíveis, porém com mensalidades caras. Etambém, celulares de custo alto, mas com mensalidades bem baratas ou até, no planopré-pago.   6  
  • 4. História do Celular Heinrich Hertz, em 1888, foi pioneiro na transmissão de códigos pelo ar. Adescoberta tornou-se indefectível à idealização de rádio-transmissores. Além disso,proporcionou a primeira ligação por telefonia entre continentes, ocorrida no ano de1914. A comunicação móvel era conhecida desde o começo do século XX.Desenvolvido inicialmente pela atriz hollywoodiana Hedwig Kiesler (Hedy Lamaar) epatenteado em 1940, o celular surge como um sistema de comunicação à distância quemudasse sempre de canal para que as frequências não fossem interceptadas. No anode 1947, começou-se o desenvolvimento no laboratório Bell, nos EUA. No laboratórioBell, foi desenvolvido um sistema telefônico de alta capacidade inteligado por diversasantenas, sendo que, cada antena, era considerada uma célula. Por isso o nome de"celular". O primeiro celular foi desenvolvido pela Ericsson, em 1956, denominadoEricsson MTA ( Mobilie Telephony A ) Ericsson MTA, pesava cerca de 40 quilos e foidesenvolvido para ser instalado em porta malas de carros. A empresa americanaMotorola passou a desenvolver seu modelo de celular e no dia 3 de abril de 1973, emNova York, apresentou o modelo Motorola Dynatac 8000X. Usando esse modeloocorreu a histórica primeira ligação de um aparelho celular, realizada por MartinCooper, diretor de sistemas de operações da empresa Motorola. O aparelho, muitoprosaíco, tinha 25 cm de comprimento e 7 cm de largura, além de pesar cerca de 1quilo. Apesar de a comunicação móvel ser conhecida desde o começo do século XX,ela só foi desenvolvido em 1947 pelo Laboratório Bell, dos EUA, mas somente no finalda década de 70 e início da de 80 o Japão e a Suécia ativam seus serviços comtecnologia própria (78 e 81 respectivamente). E em 1983 a companhia americanaAT&T criou tecnologia específica, implantada pela primeira vez em Chicago. A telefoniacelular eclodiu, portanto, na década de 80; quase todos os países, desde então,adotarão o telefone móvel também conhecido como celular.   7  
  • 5. Principais Fabricantes Sempre que se fala sobre a "maior fabricante de celulares do mundo", atribui-seo título à Nokia. Mas será que a gigante finlandesa foi mesmo a maior empresa doramo nos últimos 10 anos? Segundo um estudo da Mobile Vision, uma empresa de análise de mercado econsultoria com sede em Convent Garden, Londres, a resposta é sim. Desde 2001, aNokia liderou as vendas do mercado sem ver seu posto ameaçado Logo atrás,Motorola aparece em segundo lugar, seguida pela Samsung. Nos últimos 4 anos, noentanto, a Samsung assumiu o segundo lugar, enquanto a Motorola era ultrapassadatambém por LG, RIM e Apple. Quanto à Apple, mesmo tempo seu primeiro iPhone apresentado em 2007, sóapareceu entre as 5 maiores fabricantes do mundo no último ano, em 2010. Outro fatointeressante é o crescente número de aparelhos vendidos: de 400 milhões em 2001para 1,4 bilhão em 2010, um aumento de 350%.   8  
  • 6. Sistemas Operacionais SymbianDesenvolvido por um consórcio de várias empresas de telefonia, é um sistemaoperacional para aparelhos móveis com sistema modular. Exatamente por ser umsistema modular, o Symbian OS permite que cada um destas empresas constantes noconsórcio que o criou desenvolva a sua própria interface.O Symbian OS permite o desenvolvimento de sistemasdiferenciados, que vão desde textos em telas simples emonocromáticas até sofisticados sistemas disponibilizados emsmartphones de marcas como Nokia e Ericsson.Destas duas grandes empresas, a interface desenvolvidapara o Symbian OS mais conhecida pelo público é a Nokia Series 60. OSymbian OS foi construído principalmente para gerar economia de recursos emaparelhos móveis, por isso, traz consigo diversos mecanismos para assegurar que osaplicativos do aparelho vão utilizar a menor quantidade de memória possível. Android Em 2007, foi criado um consórcio chamado Open Handset Alliance formado por47 empresas e liderado pelo Google. A função desta reunião de empresas era criar umnovo sistema operacional para celulares que fosse um sistema aberto, ou seja, semque fabricantes tivessem que pagar licença de uso. O nome deste sistema adivinhaqual é? Isso mesmo: Android. Seu grande diferencial é que, como o código é liberado, programadores de todoo mundo criam aplicativos, ou seja, pequenos programas para rodarnos celulares que tenham o sistema. Esses aplicativos ficam todoscatalogados e à disposição dos usuários na Android Market, uma lojavirtual acessível via celular, muitos deles gratuitos. A grande vantagem é que você melhora as funções dotelefone móvel através de programas que são elaboradosjustamente para isso: melhorar o funcionamento do aparelho. Sãoaplicativos tão variados, como leitores de ebooks, tocadores de mp3,bússolas digitais e, claro, joguinhos   9  
  • 7. Windows mobile É o sistema operacional desenvolvido pela Microsoft especialmente paradispositivos móveis. O Windows Mobile permite uma adaptação mais rápida deaplicativos desenvolvidos, a princípio, para o Windows do seu computador (ex.: Word,Outlook, etc). Além disso, promove facilmente a conexão de seu aparelho celular uma redesem fio. Recentemente, sua versão passou a apresentar suporte nativo às tecnologiasWi-Fi e Bluetooth, sem que seja preciso arquivos extras para acessá-los. O Windows Mobile contém integração com o MicrosoftExchange Server, o que implica em possibilidade de sincronia deemails e arquivos pessoais entre o seu computador de mesa ounotebook e o seu celular. Também disponibiliza o acesso ao WindowsMedia 9 series. Como ponto extra a favor, o Windows Mobile traz todo o conhecimento einúmeros aplicativos já desenvolvidos e garantidos pela Microsoft, empresa presentehá anos no mercado de tecnologia e uma das grandes responsáveis pela granderevolução deste meio nos últimos tempos. PalmOS A Palm Computing criou há 11 anos o Palm Pilot, computador de mão querevolucionou a mobilidade. Vários produtos inovadores foram lançados nos anosseguintes. A certa altura começou a enfrentar concorrência da Microsoft que, comotoda boa seguidora, sempre desenvolvia um produto inferior. Os anospassaram e a Microsoft passou a representar um concorrente forte comum produto cada vez melhor mas ainda complicado de usar. Hora demudanças estratégicas e a Palm Computing resolveu separar afabricante de software da de hardware. O software ficou com a PalmSource e o hardware, com a PalmOne.Esperavam assim vender mais licenças a fabricantes de PDA e fazer frente àdiversidade de marcas que os, na época chamados Pocket PCs, tinham. A estratégianão deu muito certo e o PalmOS começou a mostrar sua idade, perdendo emfuncionalidades para o concorrente derivado do Windows. Depois de um tempo aPalmOne resolveu comprar da PalmSource os direitos exclusivos para o uso da palavra“palm” e voltou nome original Palm, agora “Inc” ao invés de “Computing”. No acordo aPalmSource deveria mudar seu nome retirando a palavra “palm” do marca.   10  
  • 8. Passado algum tempo a PalmSource comprou a China Mobile Soft, de olho nomercado chinês e no produto Linux para celulares desenvolvido pela empresa oriental.A essa altura a Palm Inc estava arrependida de ter se separado da parte do softwareanos atrás e resolveu que queria recomprar a PalmSouce, mas perdeu o leilão para aAccess, empresa japonesa fabricante de browsers para dispositivos móveis, entreoutros, interesada não no PalmOS e sim na China Mobile Soft. Não contente, a Palm,Inc começou a desenvolver internamente um novo sistema operacional derivado doLinux e compatível com a atual encarnação do PalmOS. Recentemente a Palm Inc comprou da Access direitos de exploração total docódigo fonte do PalmOS da Access para sempre. A Access agora divulgou que nãoexiste mais PalmOS e seu produto se chamará GarnetOS. Ok. PalmOS está morto.Não! A Palm Inc desenvolve há alguns anos um sistema operacional novo baseado noLinux e também possui os direitos sobre a palavra “palm”. A empresa de Sunnyvale,pioneira e ainda líder em computação móvel, está de volta à sua formação original comos principais executivos. Definitivamente o PalmOS retorna, ou seja, está vivo. Oproblema é saber se resisitirá em um mundo do, ainda complicado, Windows Mobile eagora do supreendente, mas ordinário, iPhone da Apple. É a revanche dos geeks:Apple Newton vs. Palm Pilot, transposta para o ano de 2007. Hewlett-Packard, uma das maiores fabricantes de computadores pessoais domundo, anunciou a aquisição da Palm por US$ 1,2 bilhão — ou US$ 5,70 por ação,uma quantia supera em cerca de 23% o valor de mercado da companhia. Segundo a HP, Jon Rubinstein deve seguir como CEO da Palm. “Estamosansiosos para trabalhar com a HP para continuar fornecendo soluções no mercadomóvel”, declarou Rubinstein. Apesar de já estar aprovada pelo corpo diretor das duas gigantes de tecnologia,aquisição será concluída apenas no terceiro trimestre fiscal americano, que fecha em31 de julho, após aprovações de agências regulatórias e de acionistas da Palm.   11  
  • 9. BlackBerry OS BlackBerry OS é um sistema operacional móvel de código fechado desenvolvidopela empresa canadense Research In Motion especialmente para os modelos decelulares da empresa, os Blackberry. Sua última versão estável é a 6.0, lançada emAgosto de 2010. O sistema foi desenvolvido na linguagem C++, e suportaaplicativos em Java. É multitarefa, e suporta touchscreen, trackball,trackwheel e outros recursos de hardware dos aparelhos. Os aparelhos são corriqueiramente utilizados para leitura eenvio de emails, pelo próprio sistema, ou através da sincronização comsoftwares como o nge, Lotus Domino, entre outros. iOS O sistema operacional do Iphone é tido como um dos mais avançados. Comuma prática interface, ótimas ferramentas e estabilidade, o iOS é a base do iPhone. Ele apresenta uma interface multi-toch extremamente funcional. Independentedo que esteja utilizando no celular, você tem o controle absoluto apenas pelo toque dodedo. E o enfoque deste sistema operacional é na multitarefa, possibilitando que ousuário consigar rodas seus aplicativos favoritos e anternar entre elesrapidamente, sem impacto no desemprenho. Um dos recursos mais atraentes é o FaceTime: a chamada detelefone por vídeo. Basta um toque para ver seus amigos e familiaresenquanto conversa com eles - isso entre aparelhos iPhone 4 via WiFi. O iOS possui a maior plataforma de aplicativos do mundo. São mais de 420 mil!Para isso, a Apple coloca à disposição dos desenvolvedores de terceiros uma grandevariedade de ferramentas para que eles criem aplicativos que redefinem o telefonemóvel. É só acessar a App Store e baixá-los com apenas um toque.   12  
  • 10. WebOS webOS é uma propriedade do sistema operacional móvel rodando no kernel doLinux , inicialmente desenvolvido pela Palm , que foi posteriormente adquirida pela HP .Palm, HP, e a maioria dos comentaristas e fontes utilizam o estilo "webOS", conformemostrado no logotipo ao lado e em recursos da HP, ao invés de "WebOS". webOS da Palm foi introduzido em Janeiro de 2009 como o sucessor do PalmOS , e foi muito elogiado por sua facilidade de uso, integração de Web 2.0 tecnologias,arquitetura aberta, e capacidades de multitarefa. O dispositivo webOSprimeiro foi o original Palm Pre , lançado pela Sprint em junho de2009. Em 2010, a HP adquiriu a Palm, o webOS foi descrito como umbem essencial e motivação para a compra. Em fevereiro de 2011, a HP anunciou vários novos dispositivos que irão utilizarvárias versões do sistema operacional, incluindo o Veer HP e Pré HP 3 smartphones,correndo webOS 2.2, eo TouchPad HP , um computador tablet , que será executadowebOS 3.0, previsto para lançamento no Verão de 2011. HP fez a "difíceis e,francamente, a decisão dolorosa" que o Palm Pre, a Palm Pixi, e sua posterior "Plus"revisões, não iria receber pelo ar-sobre atualizações para webOS 2.0, apesar de umaanterior anúncio de um upgrade "nos próximos meses." Em março de 2011, a HP anunciou planos para uma versão do webOS até ofinal de 2011 para ser executado dentro do Microsoft Windows sistema operacional, epara ser instalado em todos os computadores desktop e notebook HP em 2012.   13  
  • 11. Sucesso de vendas Essa é uma lista com os 10 aparelhos celulares que mais venderammundialmente pelo menos 8 milhão de unidades.1º iPhone (220 milhões)   O iPhone é um smartphone desenvolvido pela AppleInc. com funções de iPod, câmera digital, internet, mensagensde texto (SMS), visual voicemail, conexão wi-fi local e,atualmente, suporte a videochamadas (FaceTime). Ainteração com o usuário é feita através de uma tela sensívelao toque. A Apple registrou mais de duzentas patentesrelacionadas com a tecnologia que criou o iPhone.2º Nokia 1100 (200 milhões) O Nokia 1100 é um duradouro e muito simples telemóvel GSM produzido pela Nokia com um ecrã monocromático 96 por 65. É destinado aos países em desenvolvimento com utilizadores que não necessitam de recursos avançados para além de fazer chamadas e serviço de mensagens curtas, despertador, notas, etc. O 1100 é similar aos já descontinuados modelos 5110/3210/3310 em que juntos foram os telemóveis mais vendidos no mundo há alguns anos, antes dos aparelhos desenvolvidos com vários novos recursos como câmara, toques polifónicos e ecrãs a cores.3º Nokia 3310 (126 milhões) O Nokia 3310 é um celular da Nokia que foi lançado em2000 e obteve muito êxito em vendas. Foi um dos principaislançamentos da Nokia nos anos de 2000 a 2003.   14  
  • 12. 4º Motorola RAZR V3 (100 milhões) Motorola RAZR V3 é o quarto celular mais vendido da história, com aproximadamente 110 milhões de unidades comercializadas.[1] Foi originalmente criado, em 2004, para atender a um público pequeno, tendo um preço inicial elevado. Tinha um forte apelo no design, com espessura bastante fina e teclado desenhado a laser. No ano de 2005, entrou em grande escala nas lojas especializadas, custando cerca de metade do preço inicial. O aparelho virou, então, um fenômeno de vendas em países como EUA, Canadá, México e Inglaterra. No final de 2005 a revista PC World elegeu o RAZR como 12º Lugar dos 50 melhores aparelhos portáteis dos últimos cinquenta anos. Seu sucessor é o MotoRAZR² V8.5º Nokia 2100 20 milhões6ºLG Chocolate 15 milhões7º Samsung S5230 Star 10 milhões8º BlackBerry Pearl 10 milhões9º Samsung SGH-E700 10 milhões10º LG Shine 08 milhões   15  
  • 13. Fracassos de vendas Siemens PenPhone O PenPhone era exatamente isto: um celular que reconhecia escrita e atransformava em SMS. Ele nunca saiu da fase de conceito, o que me permite ter aesperança de um dia vê-lo à luz do dia e na minha mão. Nokia 7700 Cancelado em 2004, esta foi a primeira tentativa da Nokia em fazer um celulartouchscreen. Ele já tinha Bluetooth, entrada para expansão de memória e parecia umN-Gage! Então claro que ele não deu certo. Samsung F520 O primeiro de três Samsungs na lista, o F520 era um slider com duplapersonalidade. Foi um dos primeiros aparelhos com touchscreen da empresa, mas nãoteve o sucesso dos futuros celulares da empresa. Samsung Watchphone O celular de pulso, por este tipo de dispositivo de comunicação. Infelizmente, opreço de US$900 era caro demais e muito limitado para o público em geral, e vamoster que esperar um pouco mais. Samsung T700Feito para se assemelhar a um estojo de maquiagem, este celular era voltado amulheres, mas errou feio.   16  
  • 14. Arquitetura dos aparelhos Com a evolução dos smartphones, os aparelhos passaram a incorporar mais emais funções. O grande problema é que mais funções significam mais chips, e maisciclos de processamento, o se traduz em um maior consumo elétrico. Como as bateriasnão evoluem na mesma velocidade que o apetite dos fabricantes (e dos compradores)por novos recursos, oferecer aparelhos compactos e com uma boa autonomia debaterias se tornou uma tarefa cada vez mais difícil. Para entender melhor, é só ter em mente que um aparelho com uma bateria Li-Ion de 860 mAh dispõe de pouco mais de 3 watts/hora de energia (que corresponde aoque um notebook mediano consome em apenas 5 minutos) para realizar todas as suasfunções até a próxima recarga. Entretanto, diferente do que temos nos notebooks, aautonomia dos smartphones precisa ser medida em dias, e não em horas. Por aí, vocêpode ter uma idéia do tamanho da dor de cabeça para os projetistas. Nos PCs, são usados processadores x86, como o Core 2 Duo e o Phenom. Elessão chips otimizados para o desempenho, que incluem um volume brutal detransístores, com grandes caches L2, unidades dedicadas de decodificação eagendamento de instruções, circuitos de branch-prediction e várias unidades deexecução por núcleo. Para ter uma idéia, um Core 2 Duo E8200 baseado no corePenryn (que é um chip relativamente pequeno para os padrões atuais), possui nadamenos do que 410 milhões de transístores e tem um consumo típico de 65 watts. Um fabricante de smartphones que estivesse interessado em usá-lo, precisariaencontrar uma forma de colocar um cooler de 80 mm com dissipador de cobre e umabateria de 6 células dentro do aparelho. Mesmo que conseguissem, ele provavelmentenão venderia muito bem É por isso que ainda não existem smartphones baseados em processadoresx86. Mesmo processadores de baixo consumo, como o Intel Atom, possuem umconsumo elétrico elevado demais para um smartphone, o que faria com que a bateriadurasse apenas uma ou duas horas. As restrições com relação ao tamanho e ao consumo fizeram com que ohardware dos smartphones evoluísse em um caminho bem diferente dos PCs, com ouso de processadores de baixo consumo e chips altamente integrados. A mudança mais notável é o uso de processadores ARM no lugar de chips x86.Os chips ARM são processadores RISC de 32 bits, que apresentam uma arquiteturaextremamente otimizada, com poucos transístores e um consumo elétricoextremamente baixo.   17  
  • 15. Embora não sejam tão conhecidos, nem tão comentados, quanto o Nehalem ouo Atom, os processadores ARM são produzidos em volumes brutalmente maiores eusados em todo o tipo de dispositivos, de roteadores e modems ADSL a video-games,como o Nintendo DS. Praticamente qualquer eletrônico que você tenha em casa, queuse um processador de 32 bits e não seja um PC, usa um ou mais processadoresARM, incluindo, naturalmente, seu smartphone. Outro segredo é a integração dos componentes, acompanhada pelo uso decontroladores dedicados para diversas funções; diferente do que temos em um PC,onde quase tudo é feito pelo processador principal. A vantagem de utilizarcontroladores dedicados é que eles executam suas funções diretamente via hardware,em vez de executarem um software destinado a executar a mesma função. Com isso,eles conseguem executar suas tarefas com menos transístores e menos ciclos deprocessamento, o que se traduz em um consumo elétrico mais baixo. Qualquersmartphone atual possui diversos destes controladores, que ficam desligados na maiorparte do tempo e são acordados apenas quando possuem algum trabalho para fazer. Temos aqui o diagrama de blocos de um OMAP2420 (fabricado pela TexasInstruments), um exemplo de "processador" destinado ao uso em smartphones, que éusado em diversos modelos da Nokia, como o N95 e o E90:   18  
  • 16. Sim como outros chips similares, ele é, na verdade, um SoC (system on a chip),ou seja, é a combinação de um processador central e diversos outros componentes emum único chip, incluindo um processador ARM11, um chip DSP, transmissores para asfaixas de freqüência suportadas e interfaces para diversos outros componentes. Ele possui um acelerador de vídeo (2D), que ajuda na decodificação de diversosformatos de arquivos, processamento das imagens e vídeos capturados usando acâmera (e outras funções relacionadas) e, também, um acelerador 3D dedicado, que éacionado quando são executados jogos ou outros aplicativos que utilizam gráficos 3D. Como o consumo elétrico precisa ser muito baixo (diferente do que temos emum desktop, onde a placa 3D pode consumir 50 watts ou mais...), o desempenho ébastante limitado: apenas 2 megapixels. Para efeito de comparação, uma Voodoo 1(aquela lançada pela 3DFX em 1996), tinha um fill-rate de 50 megapixels, ou seja, 25vezes mais. Apesar disso, nas mãos de desenvolvedores competentes, estes doismegapixels podem render muita coisa. Existe até mesmo uma versão do Quake 3Arena para o S60,que é capaz de tirar proveito do acelerador gráfico. O segredo para produzir games 3D capazes de rodar de forma fluída, mesmodentro de recursos tão limitados, é reduzir o uso de texturas e limitar o uso de efeitosde luz, que são os grandes responsáveis pelo indecente uso de recursos dos gamespara PC. A baixa resolução das telas dos smartphones também acaba sendo umavantagem, já que resultam em um volume muito menor de pixels a serem renderizados. Outro exemplo de chip com aceleração 3D é o Qualcomm MSM7200, que éusado em diversos aparelhos da HTC e da Toshiba, entre eles o HTC TyTN II e HTCTouch Dual. Ele é também baseado em um processador ARM11, mas inclui umconjunto diferente de componentes auxiliares. O "kit" de componentes inclui um acelerador de vídeo, que se encarrega dadecodificação de vídeos em diversos formatos (desafogando o processador principal eajudando a reduzir o consumo), um acelerador 3D otimizado para jogos e aplicativosescritos em Java (um pouco diferente do acelerador usado no OMAP2420, embora aaplicação básica seja a mesma), um processador ARM9 auxiliar (para oprocessamento dos sinais da rede 3G), um módulo de segurança (que pode ser usadopara encriptação e desencriptação de dados) e um chip Qualcomm gpsOne, queoferece um receptor GPS de 20 canais.   19  
  • 17.   20  
  • 18. Processador Os processadores ARM usados nos aparelhos atuais são, em sua maioria, chipsARM7, ARM9 e ARM11. Os chips ARM11 são as atuais estrelas, usados em aparelhoscomo o Nokia N95, o HTC TyTN II e o iPhone, enquanto os ARM9 são comuns emaparelhos mais antigos, como os Nokia E61 e E62 e diversos modelos da SonyEricsson, Siemens e outros fabricantes. Os chips ARM11 oferecem um desempenho por ciclo ligeiramente superior (1.2DMIPS por MHz, contra 1.1 DMIPS por MHz dos ARM9), mas a grande diferença (doponto de vista do desempenho) entre as duas famílias reside no número de estágios depipeline, usados no processamento das instruções. Os chips ARM9 utilizam umpipeline de 5 estágios, enquanto os ARM11 utilizam um pipeline de 8 estágios. Similar ao que temos nos processadores para micros PC, o uso de maisestágios de pipeline permite que cada estágio execute um volume menor deprocessamento por ciclo (ou seja, que cada um execute um percentual menor dotrabalho), o que permite que o processador opere a uma freqüência mais elevada. Umaanalogia simples seria comparar com uma linha de produção, imaginando que cadaestágio de pipeline corresponde a um operário. Se o trabalho é dividido entre umnúmero maior de operários, cada um passa a executar um número menor de passos ea esteira pode correr mais rápido, resultando em uma produção maior. Isso explica porque os processadores baseados em chips ARM9 ficam restritosà casa dos 200 a 250 MHz (e são por isso usados em aparelhos mais antigos, ou maisbaratos), enquanto os chips mais recentes, baseados em processadores ARM11atingem freqüências de 400 a 600 MHz. Os chips ARM7, por sua vez, são processadores muito mais simples, que foramoriginalmente usados em dispositivos da década de 1990, como o Psion 5 e o AppleNewton, mas que, recentemente, ressurgiram como chips auxiliares, usados comoparte do transmissor 3G. Por serem muito simples, eles desempenham essa tarefa deforma bastante eficiente, consumindo menos energia que outros chips (maiscomplexos) precisariam para executar a mesma carga de trabalho. A migração para os chips baseados no ARM Cortex A8, que utiliza umaarquitetura mais complexa, mas, em compensação, oferece um desempenho por clock   21  
  • 19. consideravelmente superior (de até 2 DMIPS por MHz) e é capaz de operar a até 1.0GHz, mantendo um consumo elétrico aceitável. Ele é usado, por exemplo, no TIOMAP3430, um chip que pode vir a ser usado em aparelhos da próxima geração. O "DMIPS" é uma medida de desempenho baseada no Dhrystone, umbenchmark bastante usado para medir o desempenho do processador em operaçõesde inteiros. Originalmente, a medida padrão era o "MIPS" (milhões de instruções porsegundo), o problema é que o volume bruto de instruções não é um indicador direto dodesempenho entre processadores de diferentes arquiteturas, já que, processadorescom conjuntos de instruções mais complexos podem executar muito mais trabalho como mesmo volume de instruções, do que processadores com conjuntos mais simples. Surgiu, então, a idéia de usar o Dhrystone como benchmark padrão,comparando o número de loops por segundo que cada processador é capaz deexecutar em relação a um computador VAX 11/780 (um computador da década de1970, com poder de processamento estimado em 1 MIPS). O VAX 11/780 era capaz deexecutar o loop do Dhrystone 1,757 vezes por segundo, o que deu origem ao "DMIPS",que, embora não seja um indicador preciso, é uma medida de desempenho maispróxima da realidade do que o MIPS. Uma questão interessante sobre os chips ARM, é que eles não são produzidospor uma única empresa (como no caso dos processadores da Intel), mas simlicenciados e produzidos por diversos fabricantes. A ARM Ltd. que é a responsável pelodesenvolvimento dos chips e detentora dos direitos sobre a arquitetura, não produz osprocessadores, se limitando a licenciar os projetos a preços módicos para outrosfabricantes, que podem optar por diversos tipos de licença, incluindo opções quepermitem modificar os chips e incluir componentes adicionais. Este é o caso defabricantes como a QualComm, a Texas Instruments e a Samsung, que desenvolvemsoluções próprias, incluindo controladores auxiliares e modificações diversas.   22  
  • 20. Memorias Os primeiros palmtops e handhelds, assim como alguns dos primeirossmartphones, utilizavam memória SRAM como memória de armazenamento, utilizandochips de memória ROM para armazenamento permanente da imagem do sistema. Amemória SRAM tem a vantagem de ser muito rápida e de poder ser usada tanto comomemória de trabalho (ou seja, para armazenar bibliotecas e programas enquanto elesestão sendo executados) quanto como memória de armazenamento (para armazenararquivos e configurações). O grande problema é que a memória SRAM é volátil, o que tornava necessáriomanter a memória energizada através de uma bateria de backup para evitar perda dedados quando as baterias principais eram substituídas. Alguns aparelhos, como o Treo600, utilizavam uma bateria fixa (não substituível), pelo mesmo motivo. Outro problemaé que a memória SRAM é muito cara (ela é o mesmo tipo de memória usada no cachedos processadores), o que aumentava o custo e limitava a quantidade de memória nosaparelhos. A partir de 2004 houve uma rápida migração para a memória Flash, que permitearmazenar dados por longos períodos, sem precisar de alimentação elétrica. Isso setornou possível graças a um conjunto de truques feitos via software, onde o sistemautiliza uma pequena quantidade de memória RAM (SDR ou DDR, de acordo com oprojeto) como memória de trabalho (ou seja, para executar os programas) e usa amemória Flash como memória de armazenamento permanente, onde é guardada aimagem do sistema, junto com todos os arquivos e programas. Isso permitiu que fossem desenvolvidos os primeiros smartphones com bateriaremovível, já que, com todos os dados e configurações salvos na memória Flash, vocênão perde nada ao remover a bateria durante o uso. Diferente dos PCs, onde a migração das memórias SDR para as DDR e DDR2já ocorreu há muito tempo, nos smartphones os dois tipos de memória RAM convivempacificamente. O grande motivo é que, embora mais lentas que as memórias DDR eDDR2, as memórias SDR consomem menos energia, o que faz com que sejampreferidas nos aparelhos mais compactos, ou com baterias de menor capacidade. As memórias SDRAM destinadas a smartphones são também produzidasutilizando técnicas especiais, de forma a utilizarem tensões mais baixas e precisaremde menos ciclos de refresh, novamente com o objetivo de reduzir o consumo. Comoera de se esperar, estes chips são caros, justamente por isso os smartphones utilizamquase sempre apenas 64, 128 ou 256 MB de memória.   23  
  • 21. memórias Flash A primeira tecnologia de memória Flash a se popularizar a NOR, que chegou aomercado em 1988. Os chips de memória Flash NOR possuem uma interface deendereços similar à da memória RAM, o que permite que eles ofereçam suporte ao XiP(execute in place), onde o sistema pode rodar diretamente a partir do chip de memória,sem precisar ser primeiro copiado para a memória RAM. Essa característica faz comque eles sejam utilizados para armazenar o firmware do sistema em alguns aparelhos,como, por exemplo, o Nokia E62, que utiliza 32 MB de memória RAM, 32 MB dememória Flash NOR (usada para a instalação do sistema) e mais 128 MB de memóriaFlash de uso geral. Em seguida, temos os chips de memória Flash com tecnologia NAND, que são,de longe, o tipo mais usado atualmente. Eles oferecem a vantagem de serem maisrápidos em operações de escrita e também mais baratos, devido ao design maissimples. A principal limitação é que eles são endereçados usando páginas de 2 KB eacessados através de um barramento serial. Ou seja, do ponto de vista do sistema, umchip de memória Flash NAND está mais para um HD do que para um chip de memória. Para anular esta limitação, os fabricantes utilizam um sistema de execuçãodinâmica, onde os aplicativos são primeiro copiados da memória Flash para a memóriaRAM e executados a partir dela. Embora consuma um pouco mais de energia, estesistema acaba resultando em ganhos de desempenho, já que a memória RAM é maisrápida. Faz mais sentido, então, incluir um pouco mais de memória RAM paracompensar o maior consumo e eliminar a memória NOR. Um bom exemplo disso é o Nokia E61, que utiliza 64 MB de memória RAM e128 MB de memória Flash NAND, sem os 32 MB de Flash NOR do E62. Embora acomparação pareça apertada, na prática o E61 se sai bem melhor em termos dedesempenho, uma diferença que fez com que este fosse o sistema adotado em quasetodos os aparelhos atuais. Isso explica também por que a memória RAM livre é sempre menor que amemória total, já que parte dela é consumida pelos componentes copiados. O NokiaE71, por exemplo, tem 128 MB de memória RAM total, mas apenas 71 MB livres. OXperia X1 tem 256 MB de RAM, mas apenas 157 MB livres após o boot, e assim pordiante. Continuando, temos também uma segunda divisão, dessa vez entre os chipsNAND, na forma dos chips com tecnologia SLC (Single-Level Cell) e MLC (Multi-LevelCell).   24  
  • 22. A diferença entre os dois é que os chips SLC armazenam apenas um bit porcélula de memória (ou seja, ou ela está carregada, ou ela está descarregada),enquanto nos chips MLC cada célula armazena dois ou quatro bits, o que multiplica acapacidade de armazenamento por chip. Isso é possível graças ao uso de tensões intermediárias. Com 4 tensõesdiferentes, a célula pode armazenar 2 bits, com 16 pode armazenar 4 bits, e assim pordiante. O MLC foi implantado de forma mais ou menos simultânea pelos diversosfabricantes entre 2006 e 2007, o que permitiu reduzir drasticamente o custo pormegabyte, quase que de uma hora para a outra. Isso explica a rápida queda nospreços de cartões de memória, pendrives e afins. Apesar dos chips MLC serem mais baratos, eles são muito mais lentos que oschips SLC, de forma que as duas tecnologias passaram a coexistir. Os chips SLC sãousados em alguns tipos de cartões de memória para uso profissional e em SSDs dealto desempenho. No caso dos smartphones, eles são usados na memória Flashinterna, onde a pequena quantidade empregada não compromete os custos dosaparelhos. Os chips MLC, por sua vez, são encontrados principalmente nos cartões dememória e pendrives, onde o mais importante é a capacidade e o custo.   25  
  • 23. Telas: OLED x AMOLED x LCD Até pouco tempo, o LCD reinava absoluto nas telas dos smartphones, mas,recentemente, ele passou a ser desafiado pelo OLED (Organic Light-Emitting Diode),que apresenta um conjunto de vantagens técnicas, entre elas a melhor fidelidade dereprodução de cores, melhor ângulo de visão e consumo elétrico mais baixo. Podemos dizer que o princípio de funcionamento das telas OLED é o oposto dastelas de LCD. No LCD, a tela trabalha bloqueando seletivamente a luz emitida porLEDs (no caso dos smartphones) ou lâmpadas de catodo frio (no caso dos monitores).Cada ponto da tela é formado por um conjunto de três células de cristal líquido (umapara cada cor primária), que são transparentes em seu estado original, mas ficamopacas ao receber uma carga elétrica, impedindo a passagem da luz No OLED, são usados polímeros contendo substâncias orgânicas que brilhamao receber um impulso elétrico. Cada ponto da tela é composto com uma pequenaquantidade do material, que, depois de receber os filamentos e outros componentesnecessários, se comporta como um pequeno LED, emitindo luz. A principal diferença entre os OLEDs e os LEDs convencionais é que os OLEDssão compostos líquidos, que podem ser "impressos" sobre diversos tipos de superfície,usando técnicas relativamente simples, enquanto os LEDs convencionais sãodispositivos eletrônicos, que precisam ser construídos e encapsulados individualmente. Na maioria dos casos, a tela OLED é instalada no meio de duas placas de vidro,lembrando o design de uma tela de LCD. Apesar disso, não é usado o tradicionalbacklight; toda a luz é emitida diretamente pela tela, o que simplifica o design Isso faz com que o aproveitamento da luz seja muito maior, resultando em umconsumo elétrico mais baixo, uma característica importante no caso dos smartphones.Outro diferencial importante nas telas OLED é que o contraste e a reprodução de coressão também bastante superiores (já que a luz não precisa passar por várias camadasde vidro e plástico, como no caso do LCD), fazendo com que, quando colocadas lado alado com as OLED, as telas de LCD pareçam ter um aspecto lavado.   26  
  • 24. O OLED é uma tecnologia que percorreu um longo caminho até chegar ao pontoatual. Os primeiros compostos tinham uma baixa durabilidade, perdendo gradualmentea capacidade de emitir luz. Com o tempo, compostos mais duráveis foramdesenvolvidos, solucionando o problema da durabilidade e abrindo as portas para ouso comercial. Inicialmente, os fabricantes tinham dificuldades em produzir telas OLED de altaresolução, de forma que elas eram usadas apenas em alguns celulares e MP3 playerscom telas de baixa resolução. Estas primeiras telas tinham, também, a desvantagemde utilizarem uma tecnologia de matiz passiva (assim como nos LCDs antigos), quecomprometia a velocidade de atualização, tornando as telas inadequadas para assistirvídeos. Estas telas antigas são também chamadas de PMOLED (Passive-matrixOLED). Com o amadurecimento da tecnologia, surgiu o AMOLED (Active-Matrix OLED),onde são utilizadas telas de matiz ativa. A diferença entre as duas tecnologias é que,nas telas de matiz passiva, são usados transístores apenas para as linhas e colunas (oque torna a atualização muito mais lenta, deixando um rastro borrado em caso demudanças rápidas), enquanto nas telas de matiz ativa, cada ponto da tela é controladodiretamente por um transístor. No caso das telas AMLOED, isso significa incluir umacamada adicional contendo os transístores e as trilhas necessárias, o que retardoubastante o desenvolvimento da tecnologia, já que é muito difícil produzir circuitos sobremateriais flexíveis. Em tese, as telas AMOLED podem vir a se tornar mais baratas que as telas deLCD, já que elas utilizam um design mais simples, mas, por enquanto, elas ainda sãomais caras, fazendo com que a escolha recaia sobre as vantagens técnicas. Elas já são usadas em alguns modelos de smartphones, como no caso do NokiaN85, e é apenas uma questão de tempo até que elas substituam as telas de LCD namaioria dos modelos, uma mudança que pode acontecer mais rápido do que seimagina. Outra possibilidade interessante, relacionada ao OLED, é o desenvolvimento detelas flexíveis, que possam ser enroladas. Os desafios técnicos são muitos, mas ospotenciais benefícios também, já que telas flexíveis abririam as portas para odesenvolvimento de smartphones com telas retráteis.   27  
  • 25. Teclados T9 Para amenizar o problema da digitação usando o teclado numérico, quase todosos aparelhos atuais oferecem como opção o uso do T9, um sistema de escritapreditiva, originalmente desenvolvido pela Tegic e depois copiado e aperfeiçoado poroutros fabricantes. No T9, você pressiona apenas uma tecla para cada letra e o sistema deduz apalavra com referência em um dicionário, procurando por combinações válidas dasteclas digitadas. Para digitar a palavra "livro", você pressionaria apenas "54876". Em situações em que existe mais de uma possibilidade, como ao teclar "7286",que poderia ser "pato" ou "rato", o sistema seleciona uma das palavras e, caso ela sejaa incorreta, você pode alternar entre as possibilidades usando a tecla "*". Os primeirossistemas T9 simplesmente escolhiam em ordem alfabética, mas os atuais são capazesde examinar o contexto, escolhendo a palavra mais provável e aprendendo com o uso,aumentando a pontuação de palavras que são usadas com mais freqüência. Naturalmente, para que o T9 funcione de forma satisfatória, é preciso definircorretamente o idioma de escrita nas configurações (aparelhos comprados no exteriorprecisam muitas vezes de uma regravação de firmware para ganharem compatibilidadecom o Português do Brasil), o que define o dicionário e a tabela de otimizações queserão utilizados. O dicionário inclui apenas palavras regulares; sem termos técnicos, palavras emoutras línguas ou gírias. Para elas existe a função "soletrar", que permite digitar apalavra usando o sistema de teclas múltiplas. Depois de escritas uma vez, as novaspalavras são incluídas no dicionário e passam a ser usadas daí em diante.Espaços e quebras de linha são inseridos usando a tecla "0". Pontos, vírgulas, arrobas,exclamações e outros caracteres especiais são inseridos usando a tecla "1" (queprecisa ser digitada múltiplas vezes), função que é complementada pela tecla "*" que,quando usada de forma avulsa, permite selecionar símbolos e caracteres especiaisdentro de uma lista. Uma dica é que, nos smartphones com o S60, manter a tecla "*" pressionadapor meio segundo (em vez de dar um toque rápido) dá acesso direto ao menu deseleção de símbolos (no lugar de abrir o menu de opções), permitindo que você insiravírgulas e outros caracteres de pontuação. Para inserir números, basta manter a teclacorrespondente pressionada por meio segundo.   28  
  • 26. SureType Um meio termo entre o QWERTY e o T9, é o SureType, um sistemadesenvolvido pela RIM e usado inicialmente no Blackberry Pearl. No SureType sãoincluídas duas colunas adicionais no teclado numérico, totalizando 20 teclas. As teclasadicionais permitem espalhar melhor as funções do teclado, de forma que cada teclanão acumule a função de mais do que duas letras. O SureType foi adotado tambémpela HTC, que o utiliza no HTC Touch Dual. O SureType continua oferecendo a possibilidade de usar multitapping ou escritapreditiva, assim como no T9. Entretanto, a nova disposição das teclas facilita o uso deambos os sistemas, já que, com apenas duas letras por tecla, o multitapping se tornamais rápido e a escrita preditiva mais acurada, uma vez que passam a existir menospossibilidades de conflitos entre palavras. Naturalmente, o SureType também tem suas desvantagens. A primeira é que asteclas adicionais fazem com que os aparelhos fiquem mais largos, ou que as teclasfiquem mais apertadas, duas soluções que não são ideais. O uso de mais teclas tornatambém mais difícil digitar sem olhar para o teclado, técnica que muitos usuáriosantigos do T9 acabam dominando. O resumo até aqui é que se você usa o smartphone apenas para trocarmensagens rápidas e fazer pequenas anotações enquanto está longe do PC, o T9 e oSureType acabam sendo as melhores opções, pois podem ser usados nos aparelhosmais compactos. O QWERTY, por outro lado, acaba sendo uma necessidade paraquem usa o smartphone para responder um grande volume de e-mails, ou paraescrever textos longos.   29  
  • 27. QWERTY Caso você tenha se decidido por um modelo com teclado QWERTY, um fatorimportante a estudar e a levar em conta na hora da compra é a disposição do cedilha edas demais teclas de acentuação, uma questão que pode tornar o uso do tecladobastante inconveniente se não for bem resolvida. O problema é que a maioria dos aparelhos são originalmente desenvolvidospara serem usados no mercado norte-americano, onde, como bem sabemos, a língua éoutra e os acentos não existem. Quando os mesmos aparelhos são lançados no Brasil,os fabricantes precisam adaptar o layout do teclado, como parte do processo deregionalização, encaixando o cedilha e os acentos sem mudar o layout das teclas (jáque os teclados são feitos da forma mais compacta possível, sem espaço disponívelpara adicionar mais teclas). Como resultado disso, as soluções variam bastante de umfabricante para outro ou mesmo de um aparelho para outro. Um dos aparelhos mais bem-resolvidos nesse sentido é o E61 (junto com o E61ie o E62, que utilizam exatamente o mesmo teclado). Aqui temos uma comparaçãoentre o layout do teclado na versão internacional e na versão vendida no Brasi Além da disposição inconveniente das teclas de atalho e da tecla backspace, oteclado simplesmente não oferece nenhuma tecla de acentuação, nem mesmo atravésda tecla Alt. A Motorola não se deu o trabalho de adaptar o teclado ao lançar a versãonacional do aparelho, mantendo apenas a possibilidade de usar o Alt+Espaço, o atalhodo Windows Mobile que serve para chavear entre variações do caractere. Aopressionar um "e" e, em seguida, o Alt+Espaço, ele vira um "è"; pressionandoAlt+Espaço pela segunda vez ele vira um "é"; pressionando uma terceira vez ele viraum "ê", e assim por diante, até virar o caractere que você procura. Uma alternativa é desistir dos acentos e ativar a opção de sugerir palavras aodigitar no "Configurações > Configurações de entrada de texto", passando a usar assugestões de palavras do sistema e recorrendo ao atalho para inserir acentos apenasquando necessário. Para os caracteres especiais, a solução é usar o mapa decaracteres, que é acessado pressionando Alt, Shift e depois espaço. No Blackberry Curve (onde o teclado também tem apenas 5 teclas na quartalinha), foi adotada uma solução intermediária, onde os acentos são inseridos com aajuda do trackball. Para inserir um cedilha, por exemplo, você segura a tecla C, gira otrackball para a esquerda com outro dedo (para modificar o caractere) e, em seguida,solta a tecla. Usar o sistema é complicado no início, fazendo com que você acabeperdendo dois ou três segundos para digitar cada caractere acentuado, mas, com aprática, a diferença diminui, conforme você memoriza o quanto precisa girar o trackballpara chegar a cada caracte   30  
  • 28. Touchscreen Apesar da briga, tanto o T9 quanto o SureType e os teclados QWERTY correm orisco de serem substituídos ao longo dos próximos anos, vítimas da popularização dosaparelhos com telas touchscreen, onde a área que seria reservada para o teclado ésacrificada em troca de um aumento na área da tela. O motivo é simples: aparelhos em formato barra, com teclado numérico, nãocomportam telas muito maiores do que 2 ou 2.2 polegadas, e o uso de um tecladodeslizante torna o aparelho muito mais pesado e volumoso. Abrir mão do teclado acabasendo a única forma de incluir uma tela de 3" ou mais, sem transformar o smartphoneem uma lajota. Como a tela passa a ocupar toda a área frontal, deixando espaço apenas paraum punhado de botões de atalho e/ou um direcional, a solução acaba sendo o uso deteclados virtuais, que podem ser divididos em duas categorias. A primeira é a dos teclados onscreen, destinados a serem usados em conjuntocom uma stylus, como no caso do teclado clássico do Windows Mobile Além do teclado tradicional, apenas com as letras, existe a opção de usar umteclado mais completo (ativado ao marcar a opção "Teclas pequenas" no"Configurações > Pessoal Entrada"), que oferece também os números. O problema éque, nesse caso, as teclas ficam ainda menores   31  
  • 29. Aplicativos Instagram Transforma seu iPhone em câmera antiga, deixando as fotos com cara de álbumdos anos 80. Tem 13 efeitos (até simulador de Lomo) e virou objeto de culto. É tambémuma rede social, em que você pode divulgar suas fotos e ver as dos amigos. ShazamEstá na balada e quer saber o nome da música bacana que está tocando? Use o seuiPhone e fique sabendo na hora. O aplicativo também está disponível para iPad. Foursquare Foursquare é uma rede social e de microblogging que permite ao utilizadorindicar onde se encontra e procurar por contactos seus que estejam próximo desselocal. O aspecto lúdico vem do facto de ser possível acumular distintivos relativos alugares específicos, um pouco como os autocolantes dos anos 70. Angry Birds Angry Birds é um dos games para celulares e portáteis mais comentados eelogiados da atualidade. Ele foi um dos primeiros games para o iPhone e iPod Touch elogo se tornou um sucesso tão grande que é o app para iPhone mais baixado de todosos tempos   32  
  • 30. Design de aparelhos O século passado foi marcado por diversos avanços tecnológicos e,notadamente, durante a década de 90 testemunhamos significativos progressos e aconvergência das indústrias de telecomunicações e computadores. Resultado distoenvolve várias aplicações combinando ambas tecnologias. É notório que o nossocotidiano tem sido marcado por uma cultura de trabalho e comunicação onde tempo elugar deixam de ser aspectos críticos e no qual as pessoas encontram novas formasadequadas de separar e unir tanto vida pessoal quanto de trabalho ou negócios. As metas de atividades de trabalho e lazer requerem a coleta e distribuição deinformações, onde precisamos lembrar de compromissos das mais diversas naturezasque implicam na necessidade de saber lugar e horário desses compromissos. Dentrodeste cenário, diferentes maneiras de alcançar tais metas são prováveis de mudar emfunção dos dispositivos e sistemas que têm tornado-se disponíveis para osconsumidores. Os telefones celulares, disponíveis hoje no mercado, impõem desafios emtermos de design que requer habilidades dos projetistas. O Dicionário Aurélio definedesign como “concepção de um projeto ou modelo; desenho-de-produto”. Dentro destecontexto, os projetistas de um aparelho celular têm de fazer o design da interface deusuário a qual deve oferecer suporte a funções tais como: selecionar ou salvar naagenda um número de telefone. Assim, o design deve possibilitar o mapeamento de tais funções ao pressionarde um ou mais botões do aparelho de maneira intuitiva para o usuário. Aqui, entra em cena a usabilidade dos aparelhos de telefonia celular. Dizer queum aparelho ou sistema oferece suporte a usabilidade implica que ele é fácil de usar eaprender. Também, a usabilidade de aparelhos de mão tipo palmtop ou celularesdependem de maneiras efetivas de interação as quais utilizam novas formas de uso damultimídia na telefonia móvel. Dessa forma, uma importante e desafiadora questão deprojeto é que tais aparelhos celulares devem ser ‘inteligíveis’ independente da cultura elinguagem da população consumidora. Os aparelhos celulares impõem característicasde design próprias que os diferem dos computadores pessoais. Adicionalmente, a criação de modelos de telefones celulares tem sidoinfluenciada pelo ambiente de negócios o qual é caracterizado pela constante pressãoe necessidade de mercado por modelos inovadores assim como significativo avançotecnológico. Neste contexto, tais dispositivos pressupõem a participação efetiva de umdesigner, pois do contrário, a não participação deste profissional pode incorrer emproblemas   33  
  • 31. Problemas como esses mencionados acima, via de regra, causam impactonegativo no produto e com certeza afastam eles de seus consumidores. Possíveiscomentários dos usuários podem englobar Note que o usuário prefere sistema de fácil uso, mesmo com funcionalidademais simples, a sistema funcionalmente mais "poderoso", porém de manipulaçãocomplexa e pouco intuitiva. E qual a palavra chave num design? Simplicidade. Esteelemento chave de uma solução de design pode ser traduzido em naturalidade eintuição no uso, total sintonia com as necessidades e experiências dos usuários.Interessados em conhecer um pouco mais sobre como colocar simplicidade no designda interface de usuário de dispositivos podem consultar que contém conceitos ediretrizes de design.   34  
  • 32. Bibliografia Site hardwareMatéria Smartphones, Guia Prático Link http://www.hardware.com.br/livros/smartphones/capitulo-entendendo-arquitetura.html Data 01/02/2009 Hora 04:00 Site Futura CelularesMatéria Sistema Operacional de telefones Celulares Link http://www.futuracelulares.com.br/sistemas-operacionais-dos-celulares.html Data 06/08/2010 Hora 18:00 Site Mobile gamerMatéria Entendendo a arquitetura dos celulares Link http://www.mobilegamer.com.br/2008/09/entendendo-arquitetura-dos-smartphones.html Data 09/08/2008 Hora Não relatada no site Site Espaço AcademicoMatéria O design e sua importância em aparelhos celulares Link http://www.espacoacademico.com.br/019/19amsf.htm Data 19/12/2002 Hora Não relatada no site Site CuriosandoMatéria 20 Melhores Celulares do Mundo Hoje Link http://www.curiosando.com.br/melhores-celulares-do-mundo Data 28/02/2011 Hora Não relatada no site Site GsmfansMatéria Diferença entre Smartphone e Celular Link http://www.gsmfans.com.br/index.php?topic=125594.0 Data 15/02/2011 Hora 19:36   35  
  • 33. Site Guia do leigoMatéria 20 Melhores Celulares do Mundo Hoje Link http://www.guiadoleigo.com.br/qual-a-diferenca-entre-celulares-e-smartphones Data 09/11/2010 Hora Não relatada no site Site Tecnologia UolMatéria Dez aplicativos para seu smartphone Link http://tecnologia.uol.com.br/downloads/ultnot/2008/01/31/ult2878u297.jhtm Data 31/01/2008 Hora 09:00 Site Wireless BrasilMatéria TELEFONIA CELULAR Link http://www.wirelessbrasil.org/wirelessbr/colaboradores/marcio_rodrigues/tel_02.html Data Não relatada no site Hora Não relatada no site Site Historia de tudoMatéria História do Celular Link http://www.historiadetudo.com/celular.html   Data Não relatada no site Hora Não relatada no site Site DouradoMatéria O celular mais vendido do mundo Link http://dourado.net/2007/05/08/o-celular-mais-vendido-do-mundo/ Data 08/05/2007 Hora Não relatada no site Site Guia dicasMatéria Smartphones mais vendidos do mercado Link http://guiadicas.net/smartphones-mais-vendidos-do-mercado/ Data 06/10/2009 Hora Não relatada no site   36  
  • 34. Conclusão Este trabalho foi de grande importância para o grupo, pois com ele tivemosacesso a muitas informações através de pesquisas para realização. Na verdade os smartphones nasceram de uma evolução natural dasnecessidades móveis dos usuários modernos. Com o advento dos PDAs (PersonalDigital Assistant, ou agendas eletrônicas turbinadas), as pessoas começaram a levarsuas informações e compromissos consigo onde quer que fossem, então foi mais doque natural convergir vários serviços em apenas um dispositivo - para que carregar umcelular e um PDA? Daí veio o conceito de smartphone, um celular que não serviaapenas para ligações, mas também como ferramenta de trabalho. Mas esse conceito básico evoluiu e novas tecnologias e recursos não param deserem intergrados nos aparelhos atuais. Assim, a divergência do que um celularprecisa para ser considerado um smartphone passou a ser maior e mais aberta. Paraalguns, basta possuir características mínimas de hardware, como conexão porinfravermelho e/ou bluetooth, capacidade de sincronização dos dados do organizadorcom um computador pessoal, recursos de e-mail e talvez câmera para fotos e vídeos.Para outros, um aparelho só pode ser considerado smartphone se contar com SistemaOperacional (plataforma que permite desenvolver, instalar e rodar programas) próprio eteclado embutido, o que o transforma quase em um PC de mão. Mas o que importa na verdade é conhecer cada vez mais essas maravilhastecnológicas e descobrir qual aparelho se adequa mais a suas necessidades. Paraisso, não deixe de conferir nossos artigos sempre precisos e informativos.   37  
  • 35. Considerações Finais Agradeço ao professor Cristiano por nos possibiltar de realizar mais uma tarefaem grupo neste semestre, este trabalho foi algo empolgante para todos nos, corremosatras de informacões para sua realizacão. Quero por meio dessa consideraçao fazer uma crítica sobre as empresasfabricantes de celulares, tentámos entrar em contato com quase todas que possuemescritórios em São Paulo, mas não obtivemos êxito, nunca imaginamos ter tantadificuldade para conseguir certas informacões, Acho que não auxiliar um estudante universitário para pesquisas acadêmicas éuma falta de consideração, pois quando formados seremos futuros funcionarios dealgumas dessas empresas inclusive as mesmas exigem um grande conhecimento porparte dos funcionarios novos. Esclareço que com dificuldades atrapalham nossos estudos e inovação pois nãoteremos muitos conhecimentos para ser mais criativos e invertar produtos novos, deixoesta crítica para as empresas fabricantes de celulares, Motorola, Sony, LG, Sansung,Apple, Nokia, HTC. Escrito Por: Murilo Vilela De Almeida 10/06/2011 00:44   38  

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