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Portanto faz-se necessário que o portadorde esquizofrenia seja tratado com respeitosempre; chamá-lo pelo nome, comfirmeza,...
ObjetivosCompreender; orientar e Informar osportadores de esquizofrenia e seusfamiliares como conviver com amesma tendo um...
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Você gosta de sair, ir ao cinema, ouvirmusica, assistir TV, ler, fazer trabalhos              manuais?               0    ...
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Você já ouviu falar sobre transtorno mental ou   conhece algum portador da doença?              40%                       ...
Você acha complicada a vida do portador de   transtorno mental?        30%          30%                                   ...
Você acredita que a comunidade colabora e   aceita sem preconceito o portador de   transtornos mentais?                   ...
Como você classifica sua qualidade de vida?                      0%                10%                                    ...
Você acha que a estrutura e o apoio familiar    são extremamente importantes no dia-a-dia?              40%               ...
DISCUSSÃO APÓS ANÁLISE DE DADOSUm fator de extrema importância para que o portador se sintaútil, tornaria possível se eles...
CONCLUSÃOA esquizofrenia determina o impacto não apenas no portadorda doença, mas também em todos da sociedade em geral ep...
Diante do exposto conclui-se que o que mais senecessita ser trabalhado, é a conscientização e opreconceito da população em...
Referências SPADINI, L.S; et al. sob o olhar de pacientes e familiares: São Paulo março de 2006 vol.40 Disponível em: http...
SCAZUFCA, M., Abordagem familiar em esquizofrenia São Paulo maio 2000 vol.22 disponível em:http//www.scielo.php?script=art...
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Qualidade de vida dos portadores de esquizofrenia e seus familiares no município de ilha solteira sp

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A esquizofrenia determina o impacto não apenas no portador da doença, mas também em todos da sociedade em geral e principalmente familiares.
A qualidade de vida do portador de esquizofrenia e seus familiares são de alta relevância, indiscutível, pois, todo doente mental necessita de respaldo de todos, para uma vida digna; com assistência a saúde e acompanhamento não só do doente, mas de todos que convivem com a doença; sendo assim faz-se necessário assisti-los e ajudá-los a conviver com o fato.
Não podemos descartar o preconceito, pois ele ainda existe de uma maneira ou de outra cabe à sociedade em geral aceitar e aprender a lidar com o fato; pois são pessoas que precisam de uma atenção maior, um carinho dedicação não só por parte da família que lida dia-a-dia com o seu familiar doente, mas também pela sociedade que deve evoluir mediante os seus pensamentos.

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Qualidade de vida dos portadores de esquizofrenia e seus familiares no município de ilha solteira sp

  1. 1. Centro Estadual de Educação Tecnológica PAULA SOUZA Escola Técnica de Ilha solteiraQualidade de vida dos portadores de esquizofrenia e seus familiares no município de Ilha Solteira-SP Autores: Lílian Oliveira De Abreu Muriel Pereira Das Neves Orientadora: Márcia Cristina Ferreira
  2. 2. IntroduçãoDe acordo com literaturas consultadas aesquizofrenia é uma patologiacrônica, grave atinge 1% da populaçãoem geral; mesmo sendo sintomática éimprevisível.É uma das principais psicoses,vemsendo estudada desde 1911 e ainda éum desafio para cientistas e psiquiatras.Mesmo assim o conhecimento sobre adoença é precário, quase não se fala ounão se sabe, entretanto existempreconceitos e tabus sobre a mesma.
  3. 3. Portanto faz-se necessário que o portadorde esquizofrenia seja tratado com respeitosempre; chamá-lo pelo nome, comfirmeza, principalmente nos momentos decrise, pois são pessoas especiais nãodiferentes; eles não têm controle sobre acrise sendo assim necessitam de atenção ecompreensão dos profissionais desaúde, de toda comunidade e familiaresprincipalmente, pois eles que irão conviverpor mais tempo com o portador, e agraduação de amor é diferente, quandoverdadeiro.
  4. 4. ObjetivosCompreender; orientar e Informar osportadores de esquizofrenia e seusfamiliares como conviver com amesma tendo uma melhor qualidadede vida.
  5. 5. MetodologiaDesenvolvemos este trabalho depesquisa qualitativa e quantitativa;bibliográfica e de campo, com autilização de questionários de perguntasfechadas afim de realizarmoslevantamento de dados com clientes quefreqüentam; o núcleo de saúde mentalno prédio (CERDIF); de Ilha Solteira-SP;para analisarmos a qualidade de vidados portadores de esquizofrenia e seusfamiliares.
  6. 6. Saúde“A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde não apenas como a ausência de doença, mas como a situação de perfeito bem-estar físico, mental e social.”
  7. 7. Transtorno mentalDe acordo com literaturas lidas; ostranstornos mentais ao mesmo tempo emque é uma realidade global, são tambémpouco compreendidos.Praticamente toda sociedade temconhecimento de alguma pessoa que sofrede algum transtorno, sejadesconhecido, familiar ou o próprio. Mesmoassim não aceita, surge julgamentosprecipitados e fragilidades a fim de trazerprejuízos a sua saúde ou qualidade de vida.(Rodrigues, 2001) (SPADINI, et al. 2006)(LIMA, et al. 2000).
  8. 8. EsquizofreniaA esquizofrenia é um transtorno psíquicosério, julgado como personalidadedividida cujo diagnóstico ainda está emestudo, pois é uma das principaiscausas de incapacitação de pessoas emtodo mundo, talvez por afetar acapacidade intelectual e interferir narealidade social. (ESPINOSA, 2000)(VILLARES, 2000) (Azevedo, 2007)(SILVA et al. 2000)
  9. 9. Tipos Paranóide: Delírios Catatônico:pertubação psicomotora Hebefrênico:Desorganizado Simples:Não há delírios e nem alucinações Indiferenciada: Não se encaixa em nenhum outro CID
  10. 10. TratamentosTratamentos farmacológicos “FIGUEIREDO et al., 2008 refere que antipsicóticos são drogas que atuam no SNC e agem reduzindo sintomas de alucinações,delírios,entre outros. são portanto,medicamentos redutores de quadros psicóticos.”Intervenções psicossociais “O tratamento psicossocial consiste no tratamento do paciente, baseado no envolvimento deste com atividades sociais e ocupacionais.” (GIACON et al. 2006).
  11. 11. Qualidade de vida do Portadorde esquizofreniaDe acordo com pesquisa bibliográfica e de campo,qualidade de vida se constitui, de acordo com quecada indivíduo conduz determinadas situações dodia-a-dia; e que cada problemática sirva deaprendizado para conduzir o que está vivenciandono momento, minimizando conseqüênciasproduzidas ao decorrer da vida.O interesse na qualidade de vida de indivíduoscom esquizofrenia vem com a intenção de facilitaro retorno de doentes mentais crônicos acomunidade; e com a preocupação na reinserçãosocial evitando preconceitos. (VILARES, 2000);(LIMA et al., 2000); (SCAZUFCA, 2000);(SANTOS, 2004); (SOUZA; COUTINHO, 2006);(FIGUEIREDO et al., 2008)
  12. 12. Gráficos Entrevistados que sabia sobre sua patologia 20% sabia não sabia 80% Dos portadores de esquizofrenia entrevistado 80% sabia, ser portador da mesma e apenas 20% não sabia, mas o que percebe-se na entrevista não é que não sabe sobre sua doença e sim que tem uma formação de idéias equivocas.
  13. 13. Você gosta de sair, ir ao cinema, ouvirmusica, assistir TV, ler, fazer trabalhos manuais? 0 30% Bastante Pouco Nunca 70%Dos portadores entrevistados 70% relatam gostarpouco de sair, ir ao cinema, ouvir musica assistirTV, fazer trabalhos manuais; e 30% relatam gostarbastante das atividades descritas acima. Observamosque os clientes entrevistados têm inibição em interagirna comunidade em que vive pormedo, insegurança, vergonha por pensar ser diferente.
  14. 14. Você gosta de Conversar? 40% sim não 60%Dos clientes entrevistados 60% relatam gostarde conversar, o que é muito bom para desabafarsuas duvidas ou medos, e 40% relatam nãogostar de conversar, más todos os entrevistadosforam bem responsivos e outros bemcomunicativos o que faz nós refletirmos será querealmente não gostam de conversar ousimplesmente se sentem incompreendidos.
  15. 15. Você já ouviu falar sobre transtorno mental ou conhece algum portador da doença? 40% Sim Bem Pouco 60% Não60% dos entrevistados relatam que já ouviu falar/ou conhecealgum portador da doença; e 40% relatam que não.Praticamente toda sociedade tem conhecimento de algumapessoa que sofre de algum transtorno, sejadesconhecido, familiar ou o próprio. Mesmo assim nãoaceita, surge julgamentos precipitados e fragilidades a fim detrazer prejuízos a sua saúde ou qualidade de vida.
  16. 16. Você acha complicada a vida do portador de transtorno mental? 30% 30% Pouco Muito complicada Não 40%40% dos entrevistados relatam que a vida doportador de transtorno mental é muitocomplicada; 30% relatam ser um poucocomplicada; e 30% relataram não sercomplicada. Podemos analisar a diversidade deidéias entre os entrevistados.
  17. 17. Você acredita que a comunidade colabora e aceita sem preconceito o portador de transtornos mentais? 30% Sim Não 70%70% dos entrevistados relatam que a comunidade não colaborae aceita sem preconceito o portador de transtorno mental; 30%dos entrevistados relatam que a comunidade aceita sim.Não podemos descartar o preconceito, pois ele ainda existe deuma maneira ou de outra cabe a sociedade em geral aceitar eaprender a lidar com o fato; pois são pessoas que precisam deuma atenção maior, um carinho dedicação não só por parte dafamília que lida dia a dia com o seu familiar doente, mastambém pela sociedade que deve evoluir mediante os seuspensamentos.
  18. 18. Como você classifica sua qualidade de vida? 0% 10% Ótima boa ruim 90%90% dos entrevistados relatam ter uma boa qualidadede vida e 10% relatam que é ruim.Qualidade de vida é um conceito muito amplo se tornouum paradigma...Pois para existir é necessário certamenteemprego, família, moradia tudo que torna umacondição de vida e saúde adequada.
  19. 19. Você acha que a estrutura e o apoio familiar são extremamente importantes no dia-a-dia? 40% sim não 60% 60% dos entrevistados relatam que a estrutura éextremamente importante no dia-a-dia do portador detranstorno mental; e 40% relatam que não.Todos os aspectos ambientais contribuem para uma saúdemental. Mas um item contribuinte importante é a estruturafamiliar; desde o momento que ainda está sendo geradoaté, o dia de sua morte.
  20. 20. DISCUSSÃO APÓS ANÁLISE DE DADOSUm fator de extrema importância para que o portador se sintaútil, tornaria possível se eles tivessem oportunidade detrabalhar ou exercer algum papel na comunidade; pois a faltade empregabilidade e exercícios para os mesmos, torna-sesua integração, ainda mais difícil na sociedade. Por essemotivo o portador torna-se dependente, gerando umasobrecarga física e mental em seu familiar; por estarenvolvido com o cuidar.Para trabalhar com cada família faz-se necessário umaanálise geral de como é o seu convívio. Observando seusmedos e tabus sobre a patologia que toma conta de seucorpo e de sua vida.Observamos que os clientes entrevistados têm inibição eminteragir na comunidade em que vive pormedo, insegurança, vergonha por pensar ser diferente. Masafinal o que é ser diferente? Fatores indicam que todo ser humano é diferente um dooutro, mas somos todos iguais perante direito de ir e vir.
  21. 21. CONCLUSÃOA esquizofrenia determina o impacto não apenas no portadorda doença, mas também em todos da sociedade em geral eprincipalmente familiares.A qualidade de vida do portador de esquizofrenia e seusfamiliares são de alta relevância, indiscutível, pois, tododoente mental necessita de respaldo de todos, para uma vidadigna; com assistência a saúde e acompanhamento não sódo doente, mas de todos que convivem com a doença; sendoassim faz-se necessário assisti-los e ajudá-los a convivercom o fato. Não podemos descartar o preconceito, pois ele ainda existede uma maneira ou de outra cabe a sociedade em geralaceitar e aprender a lidar com o fato; pois são pessoas queprecisam de uma atenção maior, um carinho dedicação nãosó por parte da família que lida dia-a-dia com o seu familiardoente, mas também pela sociedade que deve evoluirmediante os seus pensamentos.
  22. 22. Diante do exposto conclui-se que o que mais senecessita ser trabalhado, é a conscientização e opreconceito da população em geral, e principalmenteos profissionais da saúde. Porque após estudos eanálise certificamos que, o portador de esquizofreniaquando realiza o tratamento corretamente, conseguelevar uma vida a medida do possível normal, a minoriados portadores que não conseguem talvez por nãofazer um tratamento adequado.Se existem tantas campanhas relacionadas a saúde porque não abordar problemáticas sobre doençaspsiquiátricas?Sendo assim faz-se necessário trabalharmos naampliação dos pensamentos. A meta deve sereducação permanente e continuada em nívelmultidimensional e multidisciplinar.
  23. 23. Referências SPADINI, L.S; et al. sob o olhar de pacientes e familiares: São Paulo março de 2006 vol.40 Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342006000100018 Acesso em: 14/02/2011 Manual do técnico e auxiliar de enfermagem / coordenação de Idelmina Lopes de Lima... [et al.]. – 6. Ed. Ver. e ampl. – Goiânia: AB, 2000. Acesso em: 13/05/2011 ESPINOSA, F. A. Guias práticos de enfermagem/psiquiatria Rio de Janeiro-RJ 2000 Acesso em:: 17/03/2011 AZEVEDO, M; P.G revista nursing esquizofrenia sob a ótica familiar 2007 Disponível em: http:/ww.resvistanursig.com Acesso em:02/03/2011 Tratado Prático de enfermagem, volume 2 / coordenadores: FIGUEIREDO, N. M. A.; VIANA, D. L. MACHADO, W. C. A. 2. Ed.-São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2008. Acesso em: 06/04/2011
  24. 24. SCAZUFCA, M., Abordagem familiar em esquizofrenia São Paulo maio 2000 vol.22 disponível em:http//www.scielo.php?script=artextpid=s151644462000000500017 Acesso em :31/01/20011.SOUZA, L. A.; COUTINHO, E.S.F.; Fatores associados á qualidade de vida de pacientes comesquizofrenia- São Paulo-SP, mar.2006. vol. 28 nº1. Disponível em:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S151644462006000100011&script=sci_Acesso em: 01 nov. 2010.SANTOS, A; S Revista Nursing: Qualidade de Vida um ponto a ser discutido.htm 2004 Disponívelem:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S151644462006000100011&script=sci_. Acesso em:06/04/2011SILVA C. A; AGUIAR. P;Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de PortoAlegre disciplina de Genética e evolução 2000 Disponível em:http://genetica.ufcspa.edu.br/seminarios%20textos/Esquizofrenia.pdf Acesso em: 14/052011 André LFSilva*GIACON C.C. G e GALERA, S.A;F primeiro episódio da esquizofrenia Rev. Esc. Enferm.USP2006Disponível em:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342006000200019 Revista Acesso em : 14/05/2011VILLARES, C. C. et.al.1999 Concepção de doença por familiar de pacientes com diagnóstico deesquizofrenia. São Paulo/jan/Marc 1999 vol.21 Disponível em:htt:p//www.scielo.br/pdf/%odlrbplv21n1a08.pdf Acesso em:15/02/2011

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