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“Nenhum tópico é mais próximo da essência da psicologia que a aprendizagem, uma
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Principio do Reforço é um tipo de aprendizagem que consiste em associar
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PUNIÇÃO
O efeito da punição é o oposto ao do reforço. O reforço aumenta um comportamento
enquanto a punição dim...
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TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL
A Terapia Cognitiva Comportamental é uma abordagem terapêutica desenvolvida
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1. Formulação contínua do desenvolvime...
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A motivação é uma necessidade, um desejo que motiva um determinado
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DIFERENCIANDO STRESS E ANSIEDADE NA PSICOLOGIA DO ESPORTE E
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Para a Psicologia Clínica o estresse pode ser causado por qualquer situação ou sensação
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A ansiedade é uma sensação de apreensão, nervosismo ou medo. A origem desse
desconforto nem sempre é ...
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A ansiedade é um estado emocional caracterizado por nervosismo, preocupações e
apreensões que se manifestam fis...
A ativação é uma mistura de atividades fisiológicas e psicológicas numa pessoa, e
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BIBLIOGRAFIA:
•Angelo, L. F. &Rubio, K. Instrumentos de avaliação em Psicologia do Esporte. São
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  1. 1. PSICOLOGIA
  2. 2. PSICOLOGIA O que é Psicologia? Psicologia é uma ciência que estuda o comportamento humano e os processos mentais (razão, pensamento, emoção e comportamento). Os primeiros pensadores a se envolver com questões relacionadas à psicologia foram os filósofos gregos clássicos, por volta de 200 anos A.C. Como marco simbólico, tem-se 1879, ano em que foi criado um laboratório de pesquisas em psicofísica na Alemanha. No Brasil a psicologia teve dois caminhos de entrada: no início do século XX pelos cursos de formação de professores e de pedagogia; alguns anos mais tarde pela "psicologia industrial", como a maior industrialização dos centros urbanos. O Psicólogo, dentro de suas especificidades profissionais, atua no âmbito da educação, saúde, lazer, trabalho, segurança, justiça, comunidades e comunicação com o objetivo de promover, em seu trabalho, o respeito à dignidade e integridade do ser humano.
  3. 3. PSICOLOGIA Contribui para a produção do conhecimento científico da psicologia através da observação, descrição e análise dos processos de desenvolvimento, inteligência, aprendizagem, personalidade e outros aspectos do comportamento humano e animal; analisa a influência de fatores hereditários, ambientais e psicossociais sobre os sujeitos na sua dinâmica intrapsíquica e nas suas relações sociais, para orientar-se no psicodiagnóstico e atendimento psicológico; promove a saúde mental na prevenção e no tratamento dos distúrbios psíquicos, atuando para favorecer um amplo desenvolvimento psicossocial; elabora e aplica técnicas de exame psicológico, utilizando seu conhecimento e práticas metodológicas específicas, para conhecimento das condições do desenvolvimento da personalidade, dos processos intrapsíquicos e das relações interpessoais, efetuando ou encaminhando para atendimento apropriado, conforme a necessidade.
  4. 4. PSICOLOGIA Participa da elaboração, adaptação e construção de instrumentos e técnicas psicológicas através da pesquisa, nas instituições acadêmicas, associações profissionais e outras entidades cientificamente reconhecidas. Realiza divulgação e troca de experiência nos eventos da profissão e comunidade científica e, à população em geral, difunde as possibilidades de utilização de seus recursos.
  5. 5. PSICOLOGIA O psicólogo desempenha suas funções e tarefas profissionais individualmente e em equipes multiprofissionais, em instituições privadas ou públicas, em organizações sociais formais ou informais, atuando em: hospitais, ambulatórios, centros e postos de saúde, consultórios, creches, escolas, associações comunitárias, empresas, sindicatos, fundações, varas da criança e do adolescente, varas de família, sistema penitenciário, associações profissionais e/ou esportivas, clínicas especializadas, psicotécnicos, núcleos rurais e nas demais áreas onde as questões concernentes à profissão se façam presentes e sua atuação seja pertinente.
  6. 6. PSICOLOGIA TEORIA DA APRENDIZAGEM “Nenhum tópico é mais próximo da essência da psicologia que a aprendizagem, uma mudança relativamente permanente no comportamento de um organismo em decorrência da experiência (Myers, David 1998)”. O que é passível de ser aprendido pode, potencialmente, ser ensinado. A psicoterapia acredita que o que foi aprendido pode ser mudado por uma nova aprendizagem. Aristóteles por volta 343 a.C. afirmou que a aprendizagem é o resultado de associação, ou seja, nossas mentes ligam eventos que ocorrem em sequencia.
  7. 7. PSICOLOGIA PRINCIPIO DO REFORÇO Principio do Reforço é um tipo de aprendizagem que consiste em associar comportamentos com as consequências, a esse tipo de aprendizagem chamamos de Condicionamento Operante. Nele qualquer evento aumenta a frequência de uma reação precedente. A maioria das pessoas pensa no reforço como uma recompensa, mas na verdade há dois tipos: o positivo e o negativo. Enquanto o reforço positivo tende a aumentar o comportamento (ex. alimento aos animais de circo) o negativo fortalece uma reação ao diminuir ou remover um estímulo aversivo (ex. despertador). O reforço negativo NÃO é um evento punitivo; é a remoção do evento punitivo.
  8. 8. PSICOLOGIA PUNIÇÃO O efeito da punição é o oposto ao do reforço. O reforço aumenta um comportamento enquanto a punição diminui, ou seja, uma punição é uma consequência aversiva que diminuí a frequência de um comportamento precedente. Há psicólogos que acreditam que esse comportamento não se extingue, somente há uma supressão temporária do mesmo.
  9. 9. PSICOLOGIA TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL A Terapia Cognitiva Comportamental é uma abordagem terapêutica desenvolvida por Aaron T. Beck no início da década de 60. “É conhecido como uma psicoterapia breve, estruturada, voltada ao presente, direcionada a resolver problemas atuais e a modificar os pensamentos e os comportamentos disfuncionais. (Beck, Judith S. 2007)”
  10. 10. PSICOLOGIA A Terapia Cognitiva Comportamental se baseia em 10 princípios, são eles: 1. Formulação contínua do desenvolvimento do paciente e de seus problemas em termos cognitivos. (Ex. pensamento momentâneo e comportamentos seguintes). 2. Aliança terapêutica segura, empatia. 3. Colaboração e participação ativa. (Ex. dever de casa) 4. Criação de metas e foco nos problemas. 5. Foco no presente. Volta ao passado em 3 situação, 1. Quando o presente não funciona, 2. Quando há predileção nessa época pelo paciente, 3. Quando há a necessidade de se averiguar algo. 6. É uma terapia educativa, ou seja, visa ensinar ao paciente a ser seu próprio terapeuta e enfatiza a prevenção da recaída.
  11. 11. 7. Visa um tempo limitado. 8. As sessões são estruturadas. 9. A TCC ensina o paciente a identificar, avaliar e responder seus pensamentos e crenças disfuncionais. 10. Utiliza uma variedade de técnicas para mudar pensamento, humor e comportamento. PSICOLOGIA
  12. 12. MOTIVAÇÃO PSICOLOGIA A motivação é uma necessidade, um desejo que motiva um determinado comportamento e o orienta para um objetivo. É uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, onde direciona e intensifica os objetivos de um individuo. “A motivação é encarada como uma espécie de força interna que emerge, regula e sustenta todas as nossas ações mais importantes. Contudo, é evidente que motivação é uma experiência interna que não pode ser estudada diretamente”.(Vernon, 1973, p.11).
  13. 13. PSICOLOGIA Segundo Abraham Maslow, o homem se motiva quando suas necessidades são todas suprimidas de forma hierárquica. Maslow organiza tais necessidades da seguinte forma:
  14. 14. PSICOLOGIA MOTIVAÇÃO Nas salas de aula, no trabalho e nas quadras esportivas, há dois tipos de motivação. A motivação intrínseca e extrínseca. A motivação intrínseca, também chamada de motivação pessoal ou inconsciente, é a motivação que vem do prazer que alguém obtém da tarefa em si, da satisfação resultante de completar uma tarefa ou simplesmente de trabalhar nessa mesma tarefa. Por outro lado, a motivação extrínseca, também conhecida por motivação ambiental ou consciente, são os fatores motivacionais externos, traduzidos em recompensas como dinheiro ou ganhos em competições (no caso do esporte). Estas recompensas proporcionam a satisfação ou o prazer que a tarefa em si não proporciona.
  15. 15. No que diz respeito ao comportamento do indivíduo, é difícil distinguir um tipo de motivação do outro, residindo a diferença essencialmente no motivo que leva a pessoa a agir. MOTIVAÇÃO PSICOLOGIA
  16. 16. DIFERENCIANDO STRESS E ANSIEDADE NA PSICOLOGIA DO ESPORTE E PSICOLOGIA CLÍNICA PSICOLOGIA Stress Rodrigues (1997) traz uma definição de estresse como "uma relação particular entre uma pessoa, seu ambiente e as circunstâncias às quais está submetida, que é avaliada pela pessoa como uma ameaça ou algo que exige dela mais que suas próprias habilidades ou recursos e que põe em perigo o seu bem-estar" (op. cit., p.24). Esta é uma visão biopsicossocial do estresse, que considera os estímulos estressores provenientes tanto do meio externo (estímulos de ordem física ou social, como o trabalho), quanto do interno (pensamentos, emoções, fantasias e sentimentos, como angústia, medo, alegria e tristeza).
  17. 17. PSICOLOGIA Para a Psicologia Clínica o estresse pode ser causado por qualquer situação ou sensação que o faz se sentir frustrado, irritado ou ansioso. O que é estressante para uma pessoa pode não o ser para outra. DIFERENCIANDO STRESS E ANSIEDADE NA PSICOLOGIA DO ESPORTE E PSICOLOGIA CLÍNICA A Psicologia do Esporte entende que o estresse ocorre quando há um desequilíbrio substancial entre as demandas físicas e psicológicas impostas a um indivíduo e sua capacidade de resposta. O estresse se manifesta no corpo, na mente, no comportamento e nas emoções do indivíduo. Dores de cabeça, irritações na pele, cansaço, dores musculares, dificuldade de tomar decisões, pensamentos negativos, pesadelos, diminuição da confiança, irritabilidade, insônia, diminuição da libido e do apetite são alguns dos sintomas que podem ser causados pelo estresse. No caso de um atleta, não é difícil imaginar que isso prejudique e muito o desempenho nos treinos e competições, o que, por sua vez, aumenta o estresse e a pressão sofrida por ele.
  18. 18. PSICOLOGIA Ansiedade A ansiedade é uma sensação de apreensão, nervosismo ou medo. A origem desse desconforto nem sempre é identificada ou reconhecida, o que pode piorar a angústia. Gould (1996) acredita que a habilidade de manejar os fatores geradores de ansiedade no esporte é parte importante do atleta para conseguir apresentar bom rendimento nas competições. Grande parte dos estudos da ansiedade no esporte está relacionado com a influencia da mesma sobre o rendimento do atleta (Murphy, 1988).
  19. 19. PSICOLOGIA A ansiedade é um estado emocional caracterizado por nervosismo, preocupações e apreensões que se manifestam fisiologicamente, gerando uma agitação no corpo da pessoa. Existe a ansiedade-traço, que faz parte da personalidade do indivíduo, e a ansiedade- estado, que, como o nome diz, é um estado emocional temporário. No primeiro caso, já faz parte da personalidade da pessoa perceber as circunstâncias como ameaçadoras ou preocupantes, mesmo que a princípio não sejam. No segundo caso, são os estímulos ambientais que geram, temporariamente, sentimentos de apreensão e tensão. É importante entender que a ansiedade, o estresse e mesmo o medo nem sempre são negativos para um atleta. Um certo nível de ansiedade é necessário para que aconteça a ativação física e psicológica do indivíduo, a qual permite que o atleta esteja preparado para apresentar um desempenho no nível ótimo.
  20. 20. A ativação é uma mistura de atividades fisiológicas e psicológicas numa pessoa, e refere-se às dimensões de intensidade de motivação em um determinado momento. Fisiologicamente, ela varia em um continuum que vai do sono profundo à imensa agitação. Há um nível ótimo, ideal de ativação, e uma vez que o corpo e o cérebro da pessoa continuam recebendo estímulos e ficando mais agitados, passa-se ao estado de fadiga, no qual o atleta está tão agitado e ansioso que não consegue atuar adequadamente. PSICOLOGIA
  21. 21. PSICOLOGIA BIBLIOGRAFIA: •Angelo, L. F. &Rubio, K. Instrumentos de avaliação em Psicologia do Esporte. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007. • Barreto, J. A. Psicologia do esporte: para o atleta de alto rendimento. Rio de Janeiro: Shape, 2002. • Beck, Aaron. Terapia Cognitiva da Depressão. R.J. Ed. Zahar, 1982. •Beck Judith S. Terapia cognitiva: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 1997. •Caballo, V. Manual de técnicas de Terapia e Modificação do comportamento. S.P. Ed. Santos, 1996. •Myers, David. Introdução à psicologia geral. Rio de Janeiro: LTC, 1995. •Range, B. Psicoterapia Comportamental e Cognitiva: pesquisa, prática, aplicações e problemas. S.P.Psy, 1995. •Range, B. Psicoterapia Comportamental e cognitiva: transtornos psiquiátricos. S.P. Ed. Psy, 1995. •Samulski, D.M.Psicologia do esporte: manual para a eduação física, psicologia e fisioterapia. Barueri, SP: Editora Manole, 2002.
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