• Share
  • Email
  • Embed
  • Like
  • Save
  • Private Content
Design?
 

Design?

on

  • 1,985 views

Sessões de formação - Módulo de Design - no curso de especialização em Gestão de Comunicação em 2003, 04 e 05.

Sessões de formação - Módulo de Design - no curso de especialização em Gestão de Comunicação em 2003, 04 e 05.

Statistics

Views

Total Views
1,985
Views on SlideShare
1,844
Embed Views
141

Actions

Likes
2
Downloads
0
Comments
0

5 Embeds 141

http://www.mtny.me 131
http://flavors.me 7
http://pt.flavors.me 1
http://de.flavors.me 1
http://fr.flavors.me 1

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Adobe PDF

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    Design? Design? Presentation Transcript

    • Bem Vindos AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|01
    • - Apresentação Para Hoje ... - Módulo de Design - Duração - Objectivos - Metodologia - Avaliação - Barómetro Esta Semana ... Exercício prático de medição de conhecimentos de Música Design Orquestra Nacional do Porto 11 ABR - Introdução ao Design Casa da Música ExposiçãoFotografia "da Natureza" de João Menéres inaugura 11 ABR Cooperativa Árvore Livro Design e Comunicação Visual Bruno Munari Biblioteca IPAM Matosinhos AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|02
    • Manuel Taboada Nery Apresentação 33 anos manuel.nery@ensigest.pt Tlm. 917 642 707 Director Criativo da Evoluir - Comunicação e Imagem, Lda. Gestor Imagem Corporativa do Grupo Ensigest, S.A. Design Master das marcas: IPAM e UNI Hobbie ... Fotografia Frequentemente tenho que ir ... ao Cinema Preciso de ás vezes fugir ... na minha bicicleta de montanha Gostei muito de ler ... Jesus Cristo é publicitário Gasto muito dinheiro em ... Música Melhor coisa que me aconteceu ...o meu filho, Gabriel. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|03
    • - Aula 01 dia 09MAR05 - 19h00 às 22h00 Módulo de - Apresentação Design - Módulo de Design - Barómetro - Introdução ao Design Programa / Duração - Aula 02 - dia 16MAR05 - 19h00 às 22h00 15 horas - O valor de Design - Design e Marketing - Aula 03 - dia 30MAR05 - 19h00 às 22h00 - Design e Produção - A cor no Design - Aula 04 - dia 06ABR05 - 19h00 às 22h00 - Design de Ambientes - Design e responsabilidade social - Aula 05 - dia 13ABR05 - 19h00 às 22h00 - Apresentação, discussão e conclusões dos trabalhos grupo AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|04
    • Proporcionar aos participantes: Módulo de Design Uma visão global sobre o âmbito e a importância da Comunicação no actual tecido empresarial. Objectivos O contacto com os meios necessários para um diagnóstico mais perceptível das situações que se deparam no quotidiano, nesta área de actuação. Concepção de acções específicas no âmbito das diversas disciplinas que constituem a componente de Comunicação. Percepção da actividade do “gestor de comunicação”, segundo a óptica diferenciada das empresas que actuam na Área da Comunicação. Bases / fundamentos / conhecimentos de Design para estabelecer uma relação proveitosa com os profissionais do sector no desenrolar da actividade de cada um dos participantes. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|05
    • 19h00- 19h15 Módulo de Resumo / complemento da aula anterior. Design 19h15 - 20h40 Parte da aula com carácter expositivo das matérias e posterior Metodologia discussão com discentes. das Aulas 20h40 -21h00 Intervalo 21h00 - 22h00 Desenvolvimento do trabalho de grupo - componente prática Formar 3 grupos de 4 pessoas. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|06
    • O projecto proposto consiste no desenvolvimento de uma marca Módulo de através de um exercício gráfico e projectual nas diversas vertentes Design do Design. Há sempre uma sobreposição de importância, na relação Metodologia profissional necessária estabelecer, em relação á importância dodo trabalho de grupo próprio exercicio gráfico e projectual. Os temas de negócio propostos para o desenvolvimento da marca são os seguintes: a) um serviço, b) um produto e c) um evento. Cada grupo de trabalho deverá escolher um dos temas propostos e executar, consoante as necessidades encontradas na fase de pesquisa, as peças necessárias para uma boa comunicação da marca. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|07
    • 1ª Fase - 1 hora da Aula 02 Módulo de Design Gráfico/Comunicação: Design Os alunos deverão escolher um nome para a sua actividade/marca e desenvolver o rosto dessa marca (logotipo, aplicações, etc). Metodologia 2ª Fase - 1 hora da Aula 03do trabalho de grupo Design Industrial/Produto: O alunos deverão desenvolver: - Serviço: Expositor - Produto: Embalagem / Expositor - Evento: Gift 3º Fase - 1 hora da Aula 04 Design de Ambientes: Serviço: Stand para Feiras, 6x6mts, 36 m2, 2 frentes Produto: Stand para Feiras, 6x6mts, 36 m2, 2 frentes Evento: Decoração do local do evento: Cenografia, elementos decorativos / sinalização. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|08
    • - Assiduidade (10%) Módulo de Design - Participação (20%) - Interesse (20%) Avaliação - Avaliacação do grupo de trabalho, relatório escrito e apresentação oral no final do módulo + discussão geral. (50%) AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|09
    • Nome Barómetro ____________________________________________________________ O que é o Design? ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ Como está "ligado" o Design à sua vida ... Profissional? ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ Não Profissional? ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ "Bauhaus" este nome diz-lhe algo? ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|10
    • Identifique quais destas imagens, na sua opinião, retratam "obras" Barómetro de Design. Porquê? 1 2 3 4 5 1___________________________________________________________ 2___________________________________________________________ 3___________________________________________________________ 4___________________________________________________________ 5 __________________________________________________________ AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|11
    • Introdução ao Design Conceito de Design Origem / História - Origem da palavra "Design" vem do italiano "Disegno"="Desenho" - Ganha no Renascimento, um significado muito preciso com a necessidade de retratar a realidade de forma + rigorosa - Relatar visualmente os primeiros passos da ciência de forma fiel - Leonardo da Vinci, Durer, Brunellesschi, os pioneiros a conseguir retrarar objectos tridimensionais em bidimensional, através da perspectiva. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|12
    • - A evolução do conhecimento sobre a perspectiva linear, trouxe Introdução ao consigo a capacidade de elaborar projectos. Design Conceito de Design Disegno Origem / História Perspectiva Linear Projecto Projecto: Conjunto de elementos gráficos rigorosos que permitem a visualização e entendimento da obra antes da sua concretização AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|13
    • A palavra Design surge em Inglaterra na II Revolução Industrial Introdução ao (1850) e foi o vocábulo utilizado para descrever a atitude racional Design necessária ao desenvolvimento da indústria e consequentemente da produção em série. Conceito de Design O Design era mais uma das fases do processo de fabrico. Origem / História A ausência de bases teóricas ou filosóficas no processo de Design, » pouco impacto no processo industrial e na sociedade. Disegno + Projecto Design Metodologia Projectual AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|14
    • O Design pode ser definido como: Introdução ao o processo criativo e projectual através do qual, e em função de um Design programa, um objecto é criado para satisfazer uso e fruição, num determinado(s) contexto(s). Conceito de Design Definição Criar / Planear Conceito / Desenho Objecto / Forma Design Estética / Ergonomia Função / Cultura Utilidade / Social AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|15
    • Com o advento da Revolução Industrial, a necessidade de aliar a Introdução ao arte à indústria foi-se tornando cada vez maior. Design Feira de 1851, que foi a primeira exposição de produtos industriais em Londres, no Crystal Palace, teve enormes repercussões. Conceito de Design John Ruskin e William Morris lutaram de todas as formas contra a O Design Moderno produção industrial dos objectos, alegando falta de arte e que estes se tornavam desumanos e destituídos de qualidades estéticas. William Morris chegou ainda a fundar o movimento Arts and Crafts, com o intuito de defender a produção artesanal. Foi inevitável a derrota dos ideais de Morris perante a força da industrialização. A preocupação agora era aliar arte e indústria, e procurar dar beleza aos produtos fabricados em série. O movimento Art Nouveau, chefiado por Van de Velde, surge em França, movimento apoiado pela noção da beleza racional, conceito este introduzido pela Revolução Francesa. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|16
    • A fundamentação teórica aliada à prática, surgiu no Sec. XX, com Introdução ao Walter Gropius. Design A BAUHAUS Conceito de Design Foi já após a 1ª Guerra Mundial, em 1919, que Walter Gropius O Design Moderno fundou a Bauhaus. O grande objectivo desta escola era promover trabalho que unisse aspectos intelectuais, comerciais, práticos e estéticos através da exploração das novas tecnologias emergentes. Podemos dizer que Paul Klee, Wassily Kandinsky, Mies van der Rohe e Walter Gropius, são os grandes detonadores do Design Moderno. A integração da teoria do design no processo industrial deu os seus primeiros passos nesta escola. Os seus efeitos foram de tal maneira importantes que a Alemanha do pós-guerra se consciencializou que o segredo do sucesso industrial estaria no aumento da qualidade técnica e formal dos seus produtos. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|17
    • AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|18
    • Design Introdução ao Através da criação de objectos Design Criar / Planear pretendem-se satisfazer necessidades de ordem estética, conforto, segurançaA Finalidade do Design Conceito / Desenho e funcionalidade. O Design, ocupa-se da resolução de problemas ou Objecto / Forma necessidades e procura a essência, a simplicidade, em Estética / Ergonomia suma a racionalidade. Trabalha a forma para a função. O Design acrescenta valor a Função / Cultura produtos e serviços, e ao mesmo tempo expressa Utilidade / Social valores. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|19
    • Design Introdução ao Design Design Gráfico / Comunicação Marcas, identidade corporativa, editorial, ...Tipologias de Design Design Industrial / Produto Mobiliário, cerâmica, equipamentos, expositores, ... Design de Ambientes Interiores, stands, eventos, exposições, show-room, lojas ... Design de Moda / Têxtil Vestuário, calçado, joalharia, acessórios de moda, tecidos ... Web-design, Digital Design, Low budget Design, Eco Design ... ... AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|20
    • Introdução ao Ciência Design Gráfico Design TecnologiaTipologias de Design Metodologia Projectual Design Industrial / Prod.Metodologia Projectual Design de Ambientes História Design de Moda / Têxtil Arte Cultura ... AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|21
    • No Design Industrial No Design Gráfico Introdução ao Design - Equacionar o problema - O cliente chama para um - Analise de soluções briefing Tipologias de Design existentes - Pesquisa do universo gráfico - Formulação de hipóteses geral da actividade - Avaliação de hipóteses e da concorrência emExemplos de Metodologia - Desenvolvimento, estudo e particular Projectual prototipagem - Criação de soluções gráficas - Pré-testagem e produção - Definição da solução que melhor responde ao problema - Aplicação da solução escolhida às peças a desenvolver - Produção AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|22
    • “Há muitas maneiras de um objecto fazer alguém sorrir: Introdução ao familiaridade, surpresa, beleza, satisfação, orgulho, simplicidade, Design humor ou curiosidade. Se um objecto consegue estimular estas reacções e ao mesmo tempo desempenhar a função para que foi criado, então é bem concebido.Tipologias de Design O design é o processo através do qual estes objectos são criados; O Futuro não é o objecto em si mesmo. O futuro do design é o futuro de uma maneira de pensar, um processo complexo de criatividade que acaba por assentar na humanidade daqueles a quem se destina. Os designers sempre criaram e continuaram a criar, em função das necessidades conhecidas ou não das pessoas e oferecem as suas soluções para problemas velhos ou novos. As mudanças na sociedade, tecnologias e materiais alteraram a paleta disponível ao designer para resolver problemas, mas o processo de criatividade mantém-se constante na sua variedade e imprevisibilidade. No entanto, acima de tudo, o futuro do design não está nas mãos Sebastian Bergne dos designers mas sim na nossa capacidade para sorrir.” AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 01|23
    • - O Valor do Design Para Hoje ... - Design e Marketing - Trabalho de Grupo - Fase 1 Esta Semana ... Música Dianne Reeves Quintet 23 MAR Rivoli Filme "O fabuloso destino de Amélie" 25 MAR Casa das Artes Livro The new guide to identity Wally Olins AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|01
    • Fontes de Prazer Contribuição do Design O Valor do Design Desejo Concepção do mito / fantasia; publicidade Valor Simbólico Compra Embalagem Display Produto Novidade / inovação; qualidades tácteis; estética Utilização “Performance”; ergonomia; manuseabilidade Percepção pelos outros Valor simbólico AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery ABR -- MAI 2004 MAR ABR 2005 Design 02|09 02|02
    • Em primeiro lugar o design influencia a competitividade dos O Valor do produtos e consequentemente das empresas de acordo com a Design seguinte matriz: Para as Empresas Factores de Competitividade Influência do Design Preço Reduz custos de produção Qualidade Melhora a perfomance, empresta originalidade, fiabilidade, facilidade de utilização, durabilidade Imagem Melhora a apresentação, displays, embalagem, promoção/comunicação Prazo de entrega Facilita desenvolvimento e manuseamento dos produtos AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|03
    • Na área dos custos, há provas de que o Design, sendo um factor O Valor do de custos mínimos, pode determinar até 85% dos custos totais Design de um produto, vejamos: Tem influência na escolha de materiais, Para as Empresas Na configuração dos componentes do produto, No processo de fabrico, No processo de o comunicar / promover, No processo de o embalar, No processo de o distribuir ... AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|04
    • O Valor do DesignPara a Economia Nacional Portugal precisa de Design. Centro Português de Design www.cpd.pt AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|05
    • O Design potencia o desempenho da economia nomeadamente O Valor do através das exportações. Exemplos como a MGlass, na Marinha Design Grande, podem ter um papel importante não só no volume de exportações como na valorização da imagem nacional para o mercado internacional.Para a Economia Nacional AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|06
    • Actualmente o design, mais do que a qualidade, é um factor de O Valor do diferenciação de produtos. “Tudo tem qualidade, dentro das suas Design características e segmentação de mercado.” Na época moderna, em que o paradigma “fordista” (produção emPara a Economia Nacional massa, invariabilidade do produto) está em crise (flexibilidade produtiva, personalização da oferta), o design toma um protagonismo acrescido. A qualidade é uma característica oferecida e promovida por “todos” A distinção pela qualidade perde valor O Design ganha importância: forma, função, valores Acentuação da relação entre Design «» Marketing AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|07
    • "O design é um processo de busca visando optimizar a satisfação dos O Valor do consumidores e a lucratividade das empresas através do uso criativo dos elementos que compõem a actividade do design, tais como performance, Design qualidade, durabilidade, aparência e custos relacionados a um produto, ambiente, informação e à imagem corporativa de uma empresa." (KOTLER, P & RATH, A. 1984) . Opiniões "O design é o processo de desenvolvimento de objectos que abrange desde edifícios e produtos até folhetos e logótipos. É um processo interdisciplinar, que pode envolver engenheiros e arquitectos, designers industriais e gráficos, incluindo também um trabalho conjunto com os sectores de pesquisa, marketing e fabricação, cujos interesses devem ser conciliados." (LAWRENCE, P 1991) . Em outras palavras, "ele" faz parte de tudo... da aparência, do toque, do sabor, da cor dos produtos, serviços, escritórios e outras instalações da sua empresa, de sua literatura, seus anúncios, dos formulários internos, das políticas em recursos humanos (e também em engenharia), e assim por diante." (TOM PETERS) AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|08
    • A gestão do Design tem a função de controlar a criação e Design e o desenvolvimento do produto, estando sempre atento e Marketing observando as necessidades do mercado e a promoção do produto.Relação Gestão de Design & A empresa deve manter uma observação constante sobre o Gestão de Marketing mercado e o tipo de estratégias a adoptar pelo design, correlacionadas com as mudanças do mercado e influências externas quer económicas, quer culturais. A gestão deve ser orientada e definida dentro das estratégias do design e marketing. É possível definir-se Gestão do Design como: ... a organização e controle de um sistema criativo de forma a desenvolver produtos, com sucesso comercial.design&mkt AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|09
    • Design e o 2 C B Marketing 3 1 D A o Gestão stã Ge ign 4 8 MarketingRelação Gestão de Design & Des H E Gestão de Marketing 5 7 6 F G Pesquisa de mercado -- 1 A -- Pesquisa de Design Desenvolvimento de produtos -- 2 B -- Previsões Inovação de produtos -- 3 C -- Criatividade Preço -- 4 D -- Inovação de Produtos Distribuição -- 5 E -- Produtos novos Vendas -- 6 F -- Desenvolvimento do Design Avaliação do mercado -- 7 G -- Avaliação do Design Promoção & publicidade -- 8 H -- Design de comunicação AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|10
    • A relação entre o Design e os custos tem as suas funções Design e o baseadas no estudo e determinação dos orçamentos Marketing estabelecidos para o desenvolvimento de produtos também com o orçamento disponível para a perfeita laboração do departamento de design / designer. Design e Custos Esses orçamentos deverão cobrir as despesas previstas, algumas experiências destinadas a uma atualização constante dos produtos em produção. Maior Design Menor custo AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|11
    • Em paralelo com a pesquisa de mercado feita pelo departamento Design e o de marketing, a pesquisa de design baseia-se através de Marketing encontros de designers de diversas áreas onde são discutidas tendências em geral de diferentes tipos de produtos, analisa-se constantemente o mercado e tiram-se idéias do Design e Pesquisa de quotidiano, recolhendo opiniões de clientes, agentes, Mercado representantes e do consumidor final. Depois de uma análise aprofundada e reuniões com o departamento de marketing, serão debatidas as melhores estratégias a serem aplicadas a cada produto em cada segmento de mercado. O planeamento de estratégias para a conquista de novos mercados alvo assim como a adaptação de produtos para uma plena satisfação de cada segmento de mercado, deverão ser discutidos e planeados de forma cuidada. É elaborado o caderno de encargos/briefing. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|12
    • A primeira decisão que a empresa deverá tomar é: quais os Design e o produtos que serão colocados no mercado e quando? Marketing Identificar as características que o produto deve ter para satisfazer certo nicho de mercado que a empresa procura satisfazer com Design e Novos Produtos encomendas suficientes de forma a que obtenha sucesso, e, com ele, lucro, que justifique o projecto. Os produtos novos são desenvolvidos por várias razões, quer A função principal do design económicas quer por se ter verificado/criado a necessidade desseé criar produtos novos de alto produto por parte do mercado, ou solicitado por clientes. valor estético e com todas as características que A função do design é criá-los e organizar todo o planeamento para satisfaçam plenamente as o desenvolvimento desse produto e acompanhá-lo em todas as funções que vai suas etapas, supervisionando em conjunto com cada desempenhar, satisfazendo departamento envolvido na sua produção, atendendo simultaneamente as essencialmente a parte económica, para que sejam criados necessidades do mercado. produtos comercializáveis. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|13
    • Após o planeamento e criação dos produtos, dever-se-á proceder Design e o ao cálculo de custos e simulações de preço no ponto de venda. Marketing Dentro desses cálculos deve-se ter em conta todos os elementos que constituem o ciclo de produção do produto, desde as matérias Design e Produção primas, equipamentos e mão-de-obra, até a apresentação final ao cliente. A empresa deve reconhecer e avaliar a relação custo/ benefício que cada produto lhe dará após a venda. Alguns processos de produção ou matérias primas usadas são mais onerosos que outros, no entanto deveram ser utilizados se o mercado assim o indica, porque o produto final necessita ter as características diferenciadoras. Quando optamos pela diferenciação, com limitações de custos, o design intervem com uma maior força na forma do objecto. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|14
    • O grupo de designers deve enviar o relatório sobre o produto com Design e o todas as informações (memória descritiva ou fica técnica) Marketing necessárias para a sua produção. Na produção o relatório deve ser analisado pormenorizadamente eProdutos Novos e Inovação comparado com o já existente de forma a detectar-se as inovações dos produtos já em produção, e desenvolver as alterações indicadas, assim como registar em pormenor todo o trabalho necessário devido às alterações. Em geral as funções do design é desenvolvida através dos métodos de design para se actualizar os produtos, aumentar a qualidade e tentar minimizar custos de produção. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|15
    • O preço de venda final é um factor muito importante, porque vai Design e o influenciar a tomada de decisão do comprador. Marketing O preço não deve ser apenas calculado sobre os custos inerentes a todo o desenvolvimento do produto, mas também indicar e representar o valor real do produto,mais o valor representativo do Design e Preço seu design de forma a se encaixar no segmento de mercado a que esse produto deve satisfazer. O designer desenvolve produtos com grande valor funcional - estético tendo como referência um limite de preço em que caberá os parâmetros da qualidade pedidos pelo mercado e que este está disposto a pagar pela diferença. Deve-se criar um estilo/identidade exclusivo/a que corresponda à filosofia da empresa que representa, e que a leve a ocupar um lugar de destaque, conquistando uma posição de topo no mercado. Ser reconhecida, como uma empresa de com produtos distintos, com qualidade, preços compatíveis, mas com alto valor funcional/estético dentro dos limites comerciais. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|16
    • A função do designer na divulgação dos produtos é muito Design e o importante. Marketing Usando as variadas tipologias de design, o grupo de designers criam brochuras, catálogos, etiquetas, embalagens (de transporte Design e Comunicação ou de apresentação), informações técnicas e promocionais ... Organizar, decorar e actualizar o showroom da empresa, assim como o stand a ser montado nas diferentes feiras onde a empresa vai expor os seus produtos ao mercado. Uma das principais funções do design é organizar a "Imagem Corporativa" da empresa, através de publicidade em jornais e outros meios de comunicação escritos assim como outras formas visuais. As embalagens do produto assim como todo os equipamentos e ou pessoas que paritcipam neste ciclo devem ter o símbolo da empresa devidamente adaptado conforme o manual de imagem definido pelo designer. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|17
    • O trabalho do designer com a equipa de vendedores é Design e o "acompanhá-los" nos primeiros encontros com os clientes mais Marketing importantes e fornecer informações sobre o produto, assim como informar as inovações e adaptações feitas em produtos já no mercado. Design e Vendas Os designers devem explicar o tema/conceito em que basearam os produtos. O departamento de vendas fornece ao design informação sobre os best-sellers de vendas, isto permite melhor planeamento em produtos futuros. Novos mercados, novas necessidades/problemas, mais informação sobre tudo isto, permite ao designer desenvolver melhores produtos=melhores vendas. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|18
    • Fomentar os contactos entre o designer e os clientes, através da Design e o necessidade de resolver problemas específicos de cada cliente. Marketing 1. » testar performance do produto finalDesign e Serviço a Clientes Reuniões organizadas pelo grupo de design, permitem investigar e estudar as necessidades reais do cliente e tentar resolver esses problemas, de preferência comprodutos já desenvolvidos pela empresa. 2. » forma + económica + racional + rápida. Conclusão: O Design é um factor de 1 + 2 = Novo produto, + fiável, + adaptado + vendável. diferenciação competitiva em Marketing. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 02|19
    • - Design e Produção Para Hoje ... - A Cor no Design - Trabalho de Grupo - Fase 2 Esta Semana ... Música 1 ABR Mark Knopfler Pavilhão Atlântico Evento 31 MAR Cookin Grande Auditório CCB LivroManual Prático de Produção Gráfica Conceição Barbosa AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|01
    • Cores Directas Design e Produção Pantone U - Acabamentos/superficies mate C - Acabamamentos/superficies brilhantes Gráfica Cores Pantone 165 U de 100% a 10% com intervalos de 10%. www.pantone.com Cores Compostas Quadricomia - (4 cores) Cyan, Magenta, Yellow, Black - CMYK - (000/000/000/000) 0-100% 4 (CMYK) ou mais cores ... hexacromia ... outras AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|02
    • RGB Design e Red, Green, Blue - variam entre 0-255 Produção Gráfica Web Safe colors - limitada a 256 cores Cores AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|03
    • São os vários procedimentos que, quer texto, quer imagens têm Design e que passar para serem reproduzidos, via impressão. Produção Para tirar o máximo partido das potencialidades de cada processo de impressão é necessário conhecer bem os seus procedimentos Gráfica e as suas características. Cada processo de impressão tem diferentes especificações, usa diferentes materiais e exige Pré-impressão diferentes procedimentos de pré impressão. É durante a pré impressão que devem prevenir-se todos os problemas que possam surgir na impressão, de forma a preparar adequadamente os ficheiros e garantir que o resultado final não traga surpresas, nem para o cliente nem para as pessoas envolvidas na sua produção. Podemos considerar que a pré impressão tem inicio com a arte final e pode terminar, com os fotolitos, ou com o CTP Define-se . dois tipos de circuitos - um convencional e outro digital. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|04
    • Design e Produção Gráfica Pré-impressão AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|05
    • Para qualquer sistema de impressão é fundamental distinguir Design e fisicamente as áreas a imprimir das áreas a não imprimir. Produção Tipografia e flexografia são considerados processos de impressão por relevo, a imagem está colocada a cima da não Gráfica imagem. A tipografia recorre a uma base mais dura e a tintas espessas e pegajosas, enquanto que a flexografia recorre a umaImpressão Convencional base flexível e tintas liquidas e fluídas. Rotogravura é o processo por baixo relevo, a zona de imagem é gravada a baixo da zona de não imagem, através de pequenas células. A tinta tem que ser muito liquida para entrar nessas células, o excesso, na superfície do cilindro é removido com uma espátula. A serigrafia utiliza o processo de stencil e a litografia offset é um processo planográfico, em que imagem e não imagem estão no mesmo nível da chapa. A ordem da impressão Nos processos de impressão convencionais é impressa uma cor de cada vez e a sua ordem varia conforme o trabalho em causa. Apesar de lermos CMYK, raramente esta é a ordem utilizada. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|06
    • Tipografia ou Letterpress Design e Produção A tipografia é o método de impressão mais antigo e curiosamente o que menos tem evoluído nos últimos anos. Gráfica Este processo utiliza um suporte de base dura, metal ou mais frequentemente de foto polímero, com a zona de imagem emImpressão Convencional relevo face à zona de não imagem - tipo carimbo. É aplicada uma tinta bastante espessa e pastosa e a imagem é transferida para o papel, através de pressão. Basicamente é a utilização de um suporte de base dura e a tinta espessa que destingue este processo da flexografia. As aplicações: apesar de serem relativamente poucas, as mais comuns são rótulos em papel autocolante para diversos tipos de embalagens e etiquetas. Em alguns países ainda imprimem jornais por este processo e é também utilizado para impressão de latas de bebidas. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|07
    • Flexografia Design e Produção A origem do processo utilizado em flexografia é muito parecido com o da tipografia rotativa, com a diferença das chapas de fotopolímero, denominadas clichés, serem mais flexíveis, as tintas Gráfica mais fluídas e os custos de preparação mais baixos. Por outro lado a tipografia está em declínio, enquanto que a flexografia está emImpressão Convencional expansão. Este é processo que tecnologicamente mais tem evoluído nos últimos anos. As aplicações: a flexografia é o processo vulgarmente utilizado para imprimir embalagens em plástico, papel, cartão ou outros materiais absorvente e não absorventes. Por ser um processo relativamente económico, comparado com a rotogravura, é muito utilizado em produtos de baixo custo, como sacos de plástico ou de papel, guardanapos de papel, rolos de cozinha, papel de parede, embalagens de plástico para snacks e em diversas embalagens de produtos de grande consumo. É um processo relativamente simples e adaptável a imprimir uma grande variedade de materiais flexíveis. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|08
    • Rotogravura Design e Produção É um dos processos utilizados para impressão de rótulos de elevada qualidade e para impressão de catálogos ou revistas também de grande qualidade e com grandes tiragens. Gráfica O seu elevado custo de preparação, nomeadamente na gravação dos cilindros, limita a sua aplicação às grandes tiragens.Impressão Convencional Ao contrário da tipografia e da flexografia, que imprimem pelo método de alto relevo - tipo carimbo - a rotogravura imprime pelo método de baixo relevo. A zona de imagem fica perfurada, sob a forma de pequenas células, no cilindro, enquanto que a zona de não imagem fica intocável. O tipo de tinta utilizada em rotogravura é muito fluida e escorre como água no cilindro. As aplicações: a rotogravura é utilizada para imprimir uma vasta variedade de produtos, desde que as tiragens sejam bastante elevadas e de preferência com várias cores, como por exemplo caixas de tabaco e selos do correio. As aplicações encontram-se mais ao nível da indústria das embalagens, revistas e catálogos de vendas por correio. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|09
    • Litografia Offset Design e Produção É de todos o processo de impressão mais popular quando se trata de imprimir papel com mais qualidade e ao mais baixo custo. Em offset a zona de imagem e de não imagem encontram-se ao Gráfica mesmo nível na chapa de alumínio. Chama-se processo planográfico.Impressão Convencional Esta foi uma das principais inovações da litografia: água e tinta não se misturam. A distinção é conseguida pela superfície da chapa e pela reacção de repulsa entre água e tinta. Offset plana ou rotativa: definir se o trabalho será impresso folha a folha ou por rolo depende principalmente da tiragem. As aplicações: litografia offset é o processo vulgarmente utilizado para imprimir papel. Consegue uma boa qualidade de reprodução de fotografia e de cores, mesmo em papeis de menor qualidade. As suas aplicações são variadas, principalmente ao nível da publicidade e vão desde brochuras, folhetos, cartazes, catálogos, revistas, jornais, material de estacionário e embalagens. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|10
    • Serigrafia Design e Este processo de impressão utiliza uma tela de poliester ou nylon - o mais vulgarmente utilizado é o poliester - onde a imagem é Produção desenhada, presa por uma moldura de metal, a que se chama quadro. A tela de poliester, pode ser mais aberta ou mais fechada Gráfica conforme tenha mais ou menos fios por cm, dependendo a qualidade do trabalho. É de todos os processos o mais rudimentar.Impressão Convencional As unidades de impressão são muito simples: o papel ou material a imprimir coloca-se por baixo do quadro, coloca-se a tinta por cima e com a ajuda duma espátula faz-se pressão na tinta para que esta passe para o papel, através dos buracos abertos na tela, que definem a imagem. As aplicações: a serigrafia é um processo de impressão muito versátil, utilizado para várias aplicações. Há quem lhe chame o processo imprime tudo. Praticamente imprime em todos os materiais que os outros processos imprimem e em muitos mais: papel, plásticos, madeira, ferro, loiça, vidro, acrílicos, tecidos, lonas… AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|01
    • Mais do que imprimir, os sistemas de impressão digital Design e representam uma nova forma de criar e de comunicar. Com prazos Produção cada vez mais apertados e tiragens reduzidas, a impressão digital tem ganho cada vez mais adeptos, principalmente em publicidade. Gráfica Duas das grandes vantagens da impressão digital é a Impressão Digital possibilidade de se poder fazer uma prova directamente na máquina e fazer correcções de cor de imediato, se necessário. Outra vantagem é o facto do toner e das tintas utilizados na impressão digital secarem quase automaticamente após a impressão, o que não acontece nos processos convencionais. Existem vários sistemas de impressão digital e a sua escolha depende do trabalho em questão. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|12
    • Impressão electrofotográfica e Offset digital Design e Produção A impressão electrofotográfica e o offset digital permitem imprimir em pequenas tiragens, aquilo que em offset convencional seria demasiado caro. Gráfica Impressão a jacto de tinta Impressão Digital Dentro da tecnologia jacto de tinta existem vários sistemas, mais adaptados para a impressão doméstica e de grandes formatos. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|13
    • Impressão electrostática Design e Electrografia, ou impressão electrostática como é mais conhecida, Produção é um processo variante da impressão electrofotográfica. É muito utilizada para impressão em grandes formatos. Depois de feita a Gráfica impressão, num papel electrostático, é depois transferida para os mais diversos tipos de materiais, como telas de tecido, vinil ou Impressão Digital outros. Tecnologia de sublimação Sublimação significa a transformação directa do estado sólido a gasoso sem a intervenção dum estado líquido. O processo se sublimação deriva da impressão a cera térmica, na qual os pontos de cera colorida eram derretidos a elevadas temperaturas para aderirem ao suporte a imprimir. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|14
    • Computer to press Design e Este processo tem como base o sistema do offset convencional, Produção mas dispensa os fotolitos e o processo de revelação da chapa é feito digitalmente na própria máquina que vai imprimir o trabalho. A Gráfica chapa é de poliester e é revestida por uma camada de silicone, que serve para distinguir as áreas de impressão das áreas de não Impressão Digital impressão, uma vez que se trata de um processo de impressão sem molha. Estas chapas não podem voltar a ser carregadas em cada impressão, nem alteradas depois de gravadas, o que torna este processo não aconselhável para impressões personalizadas. As chapas são carregadas automaticamente e a limpeza da máquina também é automática. A máquina contém em stock material para trinta e cinco chapas e reveste automaticamente o respectivo cilindro após terminar a impressão de um trabalho, podendo passar para um outro logo de seguida. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|15
    • Design e Escolher o papel Produção Conhecer os papeis existentes no mercado, as suas características e sua melhor aplicação é de extrema importância para o designer, Gráfica director de arte ou produtor gráfico por ser um dos elementos do design que afecta a qualidade do trabalho e por ter um peso Materiais significativo no orçamento de produção. Quando se trata de escolher o papel uma das primeiras questões que temos que colocar é: será que funciona na impressora a utilizar? Podemos dividir os papeis em 3 grandes categorias: os revestidos, os não revestidos e os reciclados - couchés, fine papers e reciclados. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|16
    • Escolher o papel Design e Produção Grande parte dos papeis são feitos a partir da mistura de vários tipos de fibra, conforme as características que se esperam dele. Para além da madeira outra matéria prima é o próprio papel, que é Gráfica posteriormente reciclado. As fibras a partir de madeira são consideradas fibras virgens ou fibras de primeira enquanto que as Materiais fibras de papel são fibras de segunda. Podem ser usados três métodos para fabrico da pasta e separar a lenhina da fibra: o mecânico, uma combinação do mecânico com químico e somente químico. Qualquer um destes processos resulta em pastas muito diferentes, que por sua vez originam papéis diferentes. Um tipo de acabamento muito vulgar no fabrico do papel, dependendo do tipo de papel que se pretende é o revestimento. O revestimento aumenta a opacidade, melhora a suavidade do papel, proporciona melhor adesão da tinta e realça o brilho da própria tinta. Esse revestimento pode ser mate, brilho ou semi brilho. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|17
    • O orçamento disponível Design e Vale a pena investir num fine paper ? Por vezes o mais vale desistir de Produção acabamentos mais caros, como cortantes especiais ou cunhos, que em alguns casos servem para disfarçar um design pobre, e apostar num papel Gráfica que dá valor acrescentado ao trabalho. Como reduzir o custo do papel? Materiais Existem algumas formas de tentar diminuir os custos do papel, tendo em conta algumas limitações, que podem ser mais ou menos relevantes para o produto final: • redimensionar o trabalho - criar peças em que o formato aberto dê o máximo de aproveitamento de papel. • diminuir a gramagem - sem colocar em causa a qualidade do trabalho final, quanto mais baixa for a gramagem mais barato é o papel; • escolher os papeis que a gráfica mais compra - a gráfica consegue melhores preços nos papeis que compra em maior quantidade; • juntar produções - concentrar o máximo de trabalhos para produzir no mesmo papel e na mesma gráfica, permite comprar um maior volume de papel duma só vez; • evitar papeis escuros - o papel de cor é por norma mais caro do que o papel branco e muitas vezes é mais fácil e económico imprimir a cor que se quer no papel do que imprimir em papel escuro. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|18
    • Características do papel Design e Produção As perguntas mais frequentes quando se escolhe um papel são: liso ou texturado? Coated ou uncoated? Muito ou pouco brilhante? Gráfica Muito ou pouco opaco? Forte? Muito espesso? Branco ou com cor? Materiais Resistência: a resistência do papel é uma das características mais importantes para a indústria das embalagens. Absorção: a estrutura fibrosa do papel contem aberturas microscópicas entre fibras que o fazem absorvem líquidos e reagir à temperatura ambiente. Todo o papel é absorvente, embora uns sejam mais do que outros. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|19
    • Nível de PH: o facto de se tratar de um papel ácido ou alcalino Design e afecta a impressão. Produção Cor: a maior parte dos papeis são brancos, mas nem todos os brancos são iguais. A cor do papel influencia na reprodução das Gráfica cores impressas.A cor de base do papel afecta a cor da imagem impressa Materiais É aconselhável pedir exemplos impressos do papel para ver o quanto as cores são alternadas. Para uma reprodução fotográfica fiel o ideal é imprimir sobre papel branco. Opacidade: está relacionada com a transparência do papel. Quando se imprime num lado do papel não se pode ver a imagem do verso e muito pior na página a seguir. Brilho: é a quantidade de luz reflectida pela superfície do papel e vai afectar o contraste e o brilho da imagem impressa. Revestimento: o revestimento do papel refere-se à sua superfície. É no fabrico do papel que se define como será a sua superfície, ao olhar, ao tacto e à funcionalidade na impressora. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|20
    • É aconselhável pensar e testar os acabamentos antes da peça ser Design e impressa de forma a antecipar problemas que possam surgir Produção depois. Ainda na fase do orçamento o e dependendo da complexidade Gráfica dos acabamentos é conveniente pedir à gráfica que faça um mono para testarmos se realmente esse acabamento funciona. É o ideal Acabamentos para confirmar se as dobras funcionam, se a gramagem escolhida é a ideal e se não será preferível aumentar ou reduzir, ou mesmo mudar de papel. Algumas operações consideradas como acabamentos são efectuadas em linha, como por exemplo, no caso da impressão offset rotativa de jornais ou revistas. Entre as operações mais frequentes, à parte de vincar, dobrar e cortar, encontra-se o cortante especial e o cunho ou relevo a seco. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|21
    • Escolher a Gráfica Design e Quando escolhemos uma gráfica há três critérios que devemos ter sempre Produção em consideração: o preço, a qualidade e o serviço. A maior parte dos empresários, que se orgulham do seu trabalho, têm todo Gráfica o prazer em oferecer uma visita guiada à gráfica, para que possamos conhecer as máquinas com que trabalham e o seu funcionamento. Há alguns aspectos que devem ser esclarecidos e esta é a oportunidade certa Fornecedor para o fazer: • pedir para ver como funciona o sistema de controlo da produção; • tentar perceber a sua competência e entusiasmo; • saber se há controlo de qualidade e quem é o responsável; •saber se existe alguém responsável por analisar os trabalhos quando recepcionados; • analisar o espaço, ver se parece organizado ou não; • ver as máquinas, os formatos e número de cores, se são velhas ou recentes e se parece ou não haver manutenção; • conhecer aquele que será o nosso contacto comercial na gráfica e tentar perceber qual o seu grau de conhecimento da área e qual o seu empenhamento em trabalhar connosco. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|22
    • A cor nada mais é que a percepção, por células especializadas daA Cor no Design retina, de uma determinada longitude de onda da radiação electromagnética. O que é a cor? A retina possui dois tipos de células: os cones (responsáveis pela percepção da cor) e bastonetes (que não distinguem cor, mas quantidade de + ou - luz e são responsáveis pela visão nocturna). Os cones especializam-se na captação de una determinada faixa de longitudes de onda: azul, vermelho ou verde. Sistema visual humano é tricromático. Há duas maneiras de o humano percepcionar a cor: Iluminância directa/ cores luz: menos usual, quando observamos e percepcionamos a cor directamente da fonte luminosa, ex. sol, lampada ... Iluminância indirecta/cores pigmento: mais usual, que não é mais que o reflexo de luz natural ou artifical de uma superficie de um determinado objecto, constituido de um determinado material com determindas caracteristicas reflectoras. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|23
    • A faixa colorida obtida por Newton quando separouA Cor no Design as cores da luz do Sol com um prisma é chamada de "espectro da luz solar". Espectro Cromático O espectro de uma luz é a separação das cores componentes dessa luz. Obtenção da Cor Essa separação, ou dispersão, pode ser obtida com um prisma ou com outro dispositivo chamado rede de difração ou espectrógrafo. O espectro da luz do Sol, dita "branca", é um contínuo com todas as cores visíveis. Hoje sabemos que essas componentes têm comprimentos de onda que vão desde 4000 Ångstroms (violeta- frias) até 7500 Ångstroms (vermelho - quentes). Os dois extremos da classificação das cores são: o branco, ausência total de cor, ou seja, luz pura; e o preto, ausência total de luz, o que faz com que não se reflita nenhuma cor. Essas duas "cores" portanto não são exatamente cores, mas características da luz, que convencionamos chamar de cor. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|24
    • A Cor no Design Circulo Cromático Cores Primárias Cores Primárias - Cores Luz Azul, Vermelho, Verde Red, Green, Blue = RGB Cores Primárias - Cores Pigmento Vermelho, Amarelo, Azul AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|25
    • A Cor no Design Circulo Cromático Cores Secundárias Cores Terciárias Cores Quentes e Frias AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|26
    • A Cor no Design Circulo Cromático Cores ComplementaresNote no gráfico, que uma cor primária é sempre complementada pôr uma cor secundária. Esta é a cor que está em oposição a posição desta cor primária. Pôrexemplo, a cor complementar do vermelho é o verde. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|27
    • A Cor no Design Circulo Cromático Cores Análogas São as que aparecem lado-a- lado no gráfico. São análogas porque há nelas uma mesma cor básica. Pôr exemplo o amarelo-ouro e o laranja-avermelhado tem em comum a cor laranja.. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|28
    • Os cinzas e os castanhos são consideradas as cores neutras, masA Cor no Design podem ser neutras também os tons de amarelos acinzentados, azuis e verdes acinzentados e os violetas amarronzados. A função das cores neutras é servir de complemento da cor aproximada, Circulo Cromático para dar-lhe profundidade, visto que as cores neutras em geral tem pouca reflexividade de luz. Cores Neutras AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|29
    • Refere-se a maior ou menor quantidade de luz presente na cor.A Cor no Design Quando se adiciona preto a determinado matiz, este se torna gradualmente mais escuro, e essas gradações são chamadas Tom escalas tonais. Para se obter escalas tonais mais claras acrescenta-se branco. + + AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|30
    • Diz respeito ao brilho da cor. Um matiz de intensidade alta ou forteA Cor no Design é vívido e saturado, enquanto o de intensidade baixa ou fraca caracteriza cores fracas ou "pastel". O disco de cores mostra que o laranja tem intensidade alta enquanto a do violeta é baixa. Intensidade Quantidade de valor lumínico que reflecte. Uma cor aparece quase sempre perto de outras e essa proximidade, de acordo com a característica de cada uma das cores, provoca alterações na luminosidade dessa cor em questão. + - Vejamos o exemplo: Vejamos os dois retângulos cinza pequenos acima. O da esquerda, está envolto em uma cor violácea, o que faz com que ele tenha a tendência de "puxar" a cor complementar do violeta que seria o amarelo. Já o da direita, envolvido pôr uma cor alaranjada, tende a "puxar" um tom complementar do laranja, o azul. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|31
    • A resposta emocional à corA Cor no Design A resposta emocional à cor é função do contexto cultural do usuário. Em culturas ocidentais há una certa correlação entre cor e resposta emocional: Vermelho: perigo, alerta, quente, excitante, paixão, sexo Variáveis Azul: masculino, frio, calmo, confiável, estável Branco: pureza, honestidade, frio Pastel: feminino, sensibilidade, delicadeza, cálido Laranja: emocional, positivo, jovem Negro: densidade, seriedade, morte, autoridade, poder, estabilidade Rosado: feminino, cálido, jovem Verde: natureza, conforto, positivo (esperança) Deficiências na percepção da cor As estatísticas variam, mas entre 8% e 20% da população sofre algum tipo de deficiência na percepção da cor, devido a anomalias na codificação dos genes responsáveis pelos fotopigmentos nos cones (localizados no cromossomo X). Como conseqüência, essas pessoas percebem as cores, mas em determinados comprimentos de onda sua percepção é alterada (ou até, em casos extremos, não percebem nenhuma cor). Esta deficiência atinge, principalmente, a população masculina, por possuir somente um cromossomo X. Já nas mulheres é necessário que ambos cromossomos X estejam defeituosos para serem afectadas, o que reduz a incidência neste grupo. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 03|32
    • - Design e Responsabilidade Social Para Hoje ... - Design de Ambientes - Trabalho de Grupo - Fase 3 Esta Semana ... Música 14 ABR Inicio Casa da Música c/ Lou Reed Evento 08 ABR Exposição de Siza Vieira Serralves Livro Designios de Santa Maria da FeiraÁlvaro Sousa e Francisco Providência AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|01
    • Design Social é a materialização de uma ideia que propõem um Design e processo de transformação na sociedade.Responsabilidade Como princípio filosófico, procura desenvolver estratégias de Social comunicação, objectos, espaços e formas, com o objectivo de uma transformação/adequação social. Introdução Os projectos procuram contribuir para o exercício de responsabilidade social, actuando em mudanças comportamentais. Assim, na busca por uma consciência colectiva o processo de criação visa optimizar a performance, inovação, qualidade, durabilidade, aparência e custos referentes a cada produto, ambiente, informação e marca. Este processo passa a ser multidisciplinar, e envolve, além do design, as áreas de comunicação, marketing, ergonomia e psicologia e acima de tudo o público alvo. A partir da análise dos dados reunidos, é decidido o mais apropriado canal de transmissão da mensagem, e o produto é desenvolvido para se adequar ao seu público. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|02
    • O design gráfico, por exemplo, tem desempenhado um papel Design e relevante na comunicação de uma identidade social. ImagensResponsabilidade construtivistas russas, o velho Uncle Sam de dedo em riste, incitações nazistas, a tradição dos cartazes do Leste europeu e um Social sem-número de imagens que já fazem parte do inconsciente coletivo mundial e transpuseram barreiras geográficas, criando O Valor Social releituras por partidos políticos e tribos das mais variadas. Na Europa, concretamente na Inglaterra, o design e a publicidade trabalham juntos, com impressionante eficiência, na divulgação, prevenção e denúncia das mais variadas necessidades sociais. Por outro lado o cartaz político é a maior ferramenta de divulgação ideológica na Itália. Por outro lado, o design industrial/produto começa a manifestar respostas compatíveis com seu papel, recorrendo à promoção do desenvolvimento sustentado pela utilização de matérias-primas de origem certificada, cuja produção envolve a qualificação profissional local e impacto social e ambiental positivo. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|03
    • O desafio do século XXI é evitar ou minimizar os impactos adversos Design e de todos os produtos no meio ambiente. Como qualquer desafio,Responsabilidade este constitui tanto uma obrigação e simultaneamente uma oportunidade. Social Ecodesign é o processo que contempla os aspectos ambientais Eco Design em todos os estágios de desenvolvimento de um produto, colaborando para reduzir o impacto ambiental durante seu ciclo de vida. Isto significa reduzir a geração de lixo e economizar custos de disposição final. A ecoficiência. O conceito de ecoeficiência, por sua vez, sugere uma importante ligação entre eficiência dos recursos (que leva à produtividade e lucratividade) e responsabilidade ambiental. Agendas X. O Pano X foi criado com o objectivo de reutilizar parte dos resíduos de couro gerados pela indústria, que geralmente seriam depositados em aterros industriais. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|04
    • O que é necessário no projecto de um espaço comercial? O(s) Design de profissional(ais) deve(m) dominar conceitos técnicos e formais? De Ambientes construção de marca? De marketing? De cores? De funcionalidade? O que é mais importante? Introdução Na realidade esta discussão deve começar por outro ângulo: qual o papel da loja ou de qualquer ponto-de-venda no cenário actual? É um local para expôr e vender produtos? Nesta última década o PDV, como tem sido chamado o local onde ocorre a venda (ponto-de-venda), sofreu uma grande mudança. Hoje é claro que o PDV não é apenas um "ponto-de-venda". O design de ambientes é o responsável pela correcta pesquisa, analise, interpretação, projecto e implentação/usabilidade desses espaços: - Feiras e Eventos - Lojas, Show-room e outros PDV. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|05
    • Pense num mercado de rua: montes de gente andando de banca Design de em banca, uns com uma lista de compras na mão, outros ávidos Ambientes de pechinchas, outros simplesmente curiosos de ver o que há de novo e de diferente. Feiras e Eventos Quanto aos vendedores, uns apregoam a sua mercadoria, outros confiam na habilidade de lidai com o comprador e outios apostam no discernimento do comprador face aos preços antes de fazer a sua escolha. Uma Feira Comercial é, em muitos sentidos, semelhante a um mercado. Pode realizar-se em local interior, num grande hotel ou num centro de conferências especialmente concebido para tal e tanto pode estar aberta ao público como, exclusivamente, a profissionais. Os stands podem ser simples ou sofisticados, ser feitos, em cima da hora, com o que se tem mais à mão ou planeados com meses de antecedência. Contudo, a atmosfera humana de uma Feira Comercial è, como num mercado, a mistura dos que sabem o que procuram, dos curiosos e dos que confiam. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|06
    • O design para Feiras é altamente dispendioso para o Cliente. Design de Transferir pessoal do Marketing e das Vendas das suas instalações Ambientes para um Stand custa ao Cliente muito mais tampo e dinheiro do que lhe custa a realização do próprio stand. Feiras e Eventos O design para Feiras è um design contra o tempo: não é só o espaço de tempo para construir um stand que é, normalmente, curto, curto é, igualmente, o tempo de atenção da maior parte dos visitantes. Assim, o designer necessita planear e organizar o seu trabalho não só tendo ern vista uma construção e montagem rápidas mas, também, um ambiente que, de imediato, convide o visitante a entrar no stand. O design de Feiras é, em simultâneo, aberto e fechado: dentro da Feira, como um todo, o stand tem de ter visibilidade, notoriedade; e uma vez dentro do stand o visitante deve sair dele agradado com a visita. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|07
    • O design de Feiras é, em simultâneo, temporário e permanente: o Design de stand é montado para apenas alguns dias mas, vai manter-se Ambientes durante muito mais tempo na memória do visitante. O design de Feiras é contínuo, não é único: a postura de um stand precisa de ser reforçada pelo comportamento de todo o resto da Feiras e Eventos empresa a que pertence e, assim sendo, deve estar ligada, graficamente, a outros meios promocionais e publicitários. O design de Feiras exige capacidade organizativa: não apenas na execução do stand na sua forma física final mas, também, no que se refere ao tipo de apoio considerado necessário - material impresso, vídeo, sistemas de comunicação e computadores, áreas de recepção, zonas para o pessoal do stand, kits de divulgação para a Imprensa, folhetos promocionais e brindes. Cabe ao designer o papel de coordenar todas estas áreas. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|08
    • O design de Feiras faz parte do Marketing: quanto melhor o Design de designer perceber a estratégia de marketing da empresa, mais Ambientes exactamente o stand corresponderá a essa estratégia. Um designer precisa de ter o mesmo relacionamento com o Cliente, para ser capaz de ver o mundo com os olhos dele e, com Feiras e Eventos a sua especialização, alcançar os objectivos que ele traçou. O designer tem, também, responsabilidades mais vastas, nomeadamente a de ser uma pessoa bem informada do ponto de vista social, por forma a fazer a escolha adequada dos materiais e das formas, ambos igualmente importantes. E no alucinante e dispendioso contexto do design de Feiras, no qual o Cliente se encontra cara-a-cara com o público, o uso correcto destas capacidades torna-se num desafio irresistível. O Briefing apresenta alguns dos principais pontos a ter em conta no planeamento do design para um stand de Feira. Cada item necessitará, por si só, de ser desenvolvido com posteriores anotações, esboços, desenhos e reuniões. Tome-a como uma estrutura de planeamento - não como uma solução completa. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|09
    • Design de Cliente Ambientes Esta secção dá-lhe informações básicas sobre o evento para que Feiras e Eventos vai trabalhar, o ternpo para o trabalho e o número e tipo de visitantes para que deve estar preparado. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|10
    • Design de Dados técnicos Ambientes A dimensão e tipo do stand vai ajudá-lo a definir a Feiras e Eventos distribuição das diferentes áreas: de exposição (dos produtos), de encontro e reunião (área de reunião), ou de entretinimento (área de recepção). Terá, também, de decidir sobre o tipo de mobiliário para o stand e sistemas de apoio lais como vídeos, efeitos sonoros ou computadores - para uso dos visitantes ou do pessoal do stand - necessitam ser incluídos no design final. Actualmente muitas empresas estão também utilizar tecnologias de informação para, comunicações com o exterior. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|11
    • Design de Marketing Ambientes É dever do design apoiar e destacar Feiras e Eventos o conceito central de marketing para o produto ou serviços apresentados no stand e ligá-lo ao plano mais vasto do marketing corporativo do Cliente. Na maioria dos casos, estas disposições serão um factor decisivo na criação do tema para o stand; e, mesmo nos casos em que o designer tem inteira liberdade criativa é sempre melhor respeitar a abordagem geral de marketing do Cliente. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|12
    • Design de Produto Ambientes O produto do stand é constituído Feiras e Eventos por bens ou serviços oferecidos pelo Cliente e, num outro sentido, pelo pessoal e pelas condições que apoiam a sua apresentação. Assegurar a boa organização do stand faz também parte do briefing geral do designer por forma a obter o seu "visual" correcto. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|13
    • Design de Imagem Ambientes É importante que o designer conheça a imagem Feiras e Eventos corporativa do Cliente tendo em vista o uso e colocação do logotipo - seja ele corporativo ou de gamas de produtos ou serviços - e se há cores corporativas associadas que seja necessário incluir na proposta do design final. Este aspecto está directamente ligado à mensagem de marketing para o stand. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|14
    • Design de Apoio Uma vez que um conceito de design Ambientes correcto para urna Feira não deve limitar-se à Feiras e Eventos aparência física do stand, é sempre bom saber que tipo de material de apoio pode ser preciso - um vídeo ou um filme para apresentar urn novo produto, novos folhetos ou catálogos e um kit tíe imprensa para os jornalistas que visitem o stand, por exemplo. Idealmente a mesma equipa deveria ter à sua responsabilidade todos estes elementos, de maneira a garantir que a mensagem de cada um deles se enquadrasse no todo. A mesma coisa se aplica a brindes promocionais, uniformes e distintivos do pessoal. AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 04|15
    • - Apresentação dos 3 trabalhos de grupo Para Hoje ... - Discussão dos 3 trabalhos de grupo - Conclusões - Bibliografia do Módulo de Design Esta Semana ... Música 22 ABR A NaifaAuditório da Bibliot. Almeida Garrett Evento Mês de ABR Fotokunst (Arte Fotográfica) Centro Português de Fotografia Livro The New Guide for Identity Wally Olins AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de Comunicação IPAMform Centro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 05|01
    • Edições Bertrand (1998) Referências História Mundial da Arte - Arte Moderna Bibliográficas www.bauhuas.de (2004) Website "Archiv Museum of Design" www.bauhuas-dessau.de (2004) Website Oficial da Bauhuas Dessau Comunicarte - Design Social (2005) Conceito de Design Planeamento Visual Gráfico (2003) Milton Ribeiro The Wolff Olins Guide to Corporate Identity (1990) Wally Olins New Guide to Identity (1995) Wolff Olins Manual Prático de Produção Gráfica (2004) Conceição Barbosa Designios de Santa Maria da Feira (2002) Álvaro Sousa e António Providência Expo - Design de Stands para Feiras (2000) Conway Loyd Morgan AULA PÁG. Curso Especialização em Gestão de ComunicaçãoIPAMformCentro de Formação e Desenvolvimento Empresarial Manuel Taboada Nery MAR - ABR 2005 Design 05|02