Enterprise Architecture

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Apresentação sobre o que é arquitetura corporativa; a importância do uso de um framework de Arquitetura, como o TOGAF; O papel de uma ferramenta de apoio à Arquitetura; O papel de um Arquiteto de TI; A importância da certificação profissional; O processo de certificação em TOGAF; O programa e o processo de certificação do ITAC.

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  • @saback a figura na página 93, assim como as das páginas anteriores, são capturas de telas da ferramenta IBM Rational System Architect.
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  • Ola Marcelo,
    Parabéns pela apresentação.
    Gostaria de saber a fonte da figura da página 93, gostaria de ler as informações nas caixas, mas ficou muito pequeno no slide.
    Obrigado,
    Humberto
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  • Obrigado pelo aviso Taisa. Na verdade é mais do que a figura, e Eu havia colocado um agradecimento à NP2TEC no início da apresentação desde a versão anterior. Acontece que quando fiz uma atualização no arquivo o novo template sobrepôs a nota de agradecimento. Já corrigi isso. Obrigado.
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  • Parabéns pela apresentação!
    Só não me senti à vontade ao perceber que não há referência a autora da figura utilizada no slide 19.
    Favor verificar e incluída assim como foi realizado nas referências sobre a IBM.
    []'s
    Taisa
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  • Your presentation looks interesting. By chance do you have it in english?

    Thanks.
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Enterprise Architecture

  1. 1. Enterprise Architecture SOA on your terms and our expertise Marcelo Sávio Senior IT Architect Agradecimentos ao Núcleo de Prática e Pesquisa IBM Software Group em Tecnologia da UNIRIO (NP2TEC), pela cessão http://www.linkedin.com/in/msavio de uso de parte do material didático do seu curso http://msavio.myplaxo.com/ de extensão em Arquitetura de TI. © 2006 IBM Corporation 2010
  2. 2. Enterprise Architecture (EA) = Arquitetura Corporativa = Arquitetura Empresarial ≠ ≠ 2
  3. 3. Objetivos da apresentação Ao final dessa apresentação eu espero que você possa saber um pouco mais sobre: – O que é Arquitetura Corporativa; – Os desafios na implantação de uma Arquitetura Corporativa; – A importância do uso de um framework de Arquitetura; – O papel de uma ferramenta de apoio à Arquitetura; 3
  4. 4. Cenário atual em muitas organizações Principais Problemas com a Tecnologia da Informação – Pouca eficácia nas soluções de TI para o negócio; – Falta de flexibilidade e alto custo para adaptação dos sistemas às mudanças; – Baixa qualidade das informações • Redundâncias, inconsistências, falta de semântica explícita e consensual; – Múltiplas tecnologias para manter, gerenciar e evoluir; – Necessidade constantes de soluções de curto prazo; – Necessidade de contínua adaptação às mudanças tecnológicas e de negócio; 4
  5. 5. Por que isso acontece? – Distância entre o planejamento do negócio e os desenvolvimentos da TI; – Falta de visão da estratégia de longo prazo; – Mercado de tecnologias muito volátil e, ao mesmo tempo, ágil para atendimento das exigências de curto prazo do negócio; – Ausência de modelos conceituais de representação do domínio (do negócio); – Fraca integração de aplicações e dados; – Baixo nível de padronização de tecnologia. 5
  6. 6. Soluções desenvolvidas de forma independente e sem uma perspectiva corporativa, no longo prazo, implicam em grande esforço de integração, falta de suporte aos requisitos funcionais ou não-funcionais, dificuldade de gerência e operação e um maior custo. Arquitetura de Solução 6
  7. 7. Como resolver esses problemas? “Conhecendo” a organização – Objetivos e metas, processos, conceitos e dados, sistemas e componentes, infra-estrutura; Promovendo alinhamento entre a TI e os processos de negócio; Integrando e otimizando aplicações, informações e tecnologias; Definindo melhores práticas para TI; Definindo e organizando: – Modelos, – Métodos, – e ferramentas para suporte ao desenvolvimento de TI; Estabelecendo padrões; Gerindo os repositórios de informações; Prospectando novas soluções no mercado. 7
  8. 8. O que é Enterprise Architecture ? (Arquitetura Corporativa ou Arquitetura Empresarial) “The enterprise architecture is the organizing logic for business processes and IT infrastructure, reflecting the integration and standardisation requirements of the company’s operating model The Enterprise architecture provides a long term view of a company’s processes, systems and technologies so that individual projects can build capabilities – not just fulfil immediate needs” Fonte: Ross et al, “Enterprise Architecture as Strategy”, 2006 (Harvard Business Press) 2008 (versão traduzida) 8
  9. 9. A Definition Enterprise Architecture is explicitly describing an organization through a set of independent, non-redundant artifacts, defining how these artifacts interrelate with each other, and developing a set of prioritized, aligned initiatives and roadmaps to understand the organization, communicate this understanding to stakeholders, and move the organization forward to its desired state. 9
  10. 10. Arquitetura Corporativa é formada por quatro domínios que encapsulam e asseguram a efetividade para entregar soluções que suportem a estratégia do negócio. • Arquitetura de Negócio - Definição dos processos de negócio e suas características funcionais e operacionais, que são a base para estabelecer a estratégia das aplicações que suportam os processos; • Arquitetura de Informação (ou dados)- São os dados e seus relacionamentos com objetivo de alimentar as estratégias de negócio e otimizar as decisões. Também serve como base para o desenho e entrega das aplicações; • Arquitetura de Aplicação (ou sistemas)- Identifica quais aplicações são necessárias para suportar o negócio e conduz o desenho, construção (ou aquisição) e integração dessas aplicações; • Arquitetura de Infra-estrutura (ou tecnologia) - cobre todo o suporte dos elementos de operação de TI que devem ser operados no dia-a-dia, com ferramentas, processo de monitoração e gerenciamento. Arquitetura Corporativa Arquitetura de Negócio Arquitetura de Arquitetura de Informação Aplicação Arquitetura de Infra-estrutura 10
  11. 11. Arquitetura Corporativa É uma composição de Arquiteturas... Arquitetura Corporativa Arquitetura de Negócio Arquitetura de Arquitetura de Arquitetura de Sistemas de Informação Sistemas Informação (ou dados) (ou aplicação) Arquitetura de Tecnologia de Arquitetura de Infra-estrutura Informação (TI) (ou tecnologia) 11
  12. 12. Posicionamento da Arquitetura Corporativa Oportunidades Estratégia de Negócios Estratégia de TI Novas de Negócios Tecnologias ARQUITETURA CORPORATIVA Governança Visão Arquitetura de Negócio Arquitetura de TI Princípios Processos Informações Standards Classes de Informação Aplicações Organização Guidelines Localidades Infra-estrutura Métricas Framework AMBIENTE DE NEGÓCIOS E DE TI 12
  13. 13. Posicionamento da Arquitetura Corporativa A Arquitetura Corporativa de uma organização fornece o “plano” para se alinhar tecnologia e negócios através de alguns elementos/componentes. Oportunidades Alternativas de Negócios Tecnológicas Abrangência corporativa Estratégia de Estratégia de TI Negócios Estratégia Arquitetura Corporativa Arquitetura Corporativa “O Planejamento da Cidade” Arquitetura Arquitetura de TI de Negócio Processos Informações Informação Aplicações Pessoas Infra-Estrutura Planejamento Localidades Plano de Transição Foco dos projetos Ambiente Operacional da Empresa Arquitetura dos sistemas Desenho, e Infra-estrutura de TI Aspectos Funcionais implementação Aspectos Operacionais e Prestação de “O projeto da infra-estrutura de cada um Soluções de TI Serviços dos edifícios” 13
  14. 14. Arquitetura em Silos vs. Arquitetura Corporativa Arquitetura em Silos Arquitetura Corporativa • Várias Arquiteturas; • Uma única Arquitetura; • Diferentes soluções/tecnologias; • Padronização; • Falta de padronização; • Viabiliza a Integração; • Dificuldade de integração; • Ganhos de sinergia (reúso, etc.) • Duplicidade de esforços; • Visão única da empresa; • Falta de visão única da empresa; • Endereça problemas de negócio da corporação • Cada “arquitetura” endereça problemas de negócio • Centralização do poder decisório. da área ou departamento; • Redução da complexidade na gestão; • Distribuição do poder decisório. • Maior complexidade na gestão 14
  15. 15. Arquitetura Corporativa Uma composição de Arquiteturas... Arquitetura Corporativa Arquitetura de Negócio Arquitetura de Arquitetura de Informação Aplicação (ou dados) (ou sistemas) Arquitetura de Infra-estrutura (ou tecnologia) 15
  16. 16. Arquitetura Corporativa Arquitetura de Negócio Arquitetura de Arquitetura de Informação Aplicação (ou dados) (ou sistemas) Arquitetura de Infra-estrutura (ou tecnologia) 16
  17. 17. Arquitetura de Negócio Arquitetura de Negócio Arquitetura de Informação Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Infra-estrutura Domínio das áreas de negócio Trata dos processos do negócio (suportam as estratégias da organização e as de cada área) “O coração de uma boa arquitetura de negócios é a definição dos processos de negócio com suas características funcionais e operacionais, se tornando a base para manusear a aplicação das estratégias de negócio” Forrester 17
  18. 18. Arquitetura de Negócio Arquitetura de Negócio Arquitetura de Arquitetura de Informação Aplicação Organização e Estratégia do negócio Arquitetura de Infra-estrutura Vasta coletânea de pensamentos com os propósitos, metas, estruturas e planos da organização; Múltiplas formas possíveis – principal objetivo é contextualizar o desenho dos processos de negócio; Tecnicamente, não faz parte da Arquitetura Corporativa de TI, mas é crítico o suficiente para que o desenho de arquitetura garanta o que está sendo levado em consideração como parte dos processos de TI. 18
  19. 19. Arquitetura de Negócio Arquitetura de Negócio Arquitetura de Arquitetura de Informação Aplicação Arquitetura de processos de negócio Arquitetura de Infra-estrutura Define os principais processos da empresa – ex.: Desenvolvimento de produtos, vendas, distribuição, ... Detalha processos específicos e reflete parâmetros operacionais – ex.: Volumes de transações, regras, operação centralizada ou distribuída, ... Primeiro ponto de contato entre o negócio e a arquitetura de TI; Apresenta a visão do negócio que será detalhada o suficiente para que sejam definidos os planos e estratégias para a construção dos Sistemas de Informação. 19
  20. 20. Arquitetura de Negócio Modelo de Negócio Arquitetura de Informação Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Infra-estrutura Conceitos do negócio Onde? Localização Quem? Quando? Como? Papel Evento Departamento Processo Atividade O quê? Produto Sistema Meta Por quê? Obstáculo Objetivo Documento 20
  21. 21. Exemplo de workproduct: Empresa de Seguros Arquitetura de Negócio Estrutura Organizacional Funções de negócios designadas aos departamentos 21
  22. 22. Exemplo de workproduct: Empresa de Seguros Arquitetura de Negócio Funções de negócio, fluxos de informação e recursos financeiros 22
  23. 23. Montando a Arquitetura Corporativa Arquitetura Corporativa Arquitetura de Negócio Organização e estratégia de negócio Arquitetura de Processos de Negócio Arq. Infor. Arq. Apl. Arquitetura de Infra 23
  24. 24. Arquitetura Corporativa Arquitetura de Negócio Arquitetura de Arquitetura de Informação Aplicação (ou dados) (ou sistemas) Arquitetura de Infra-estrutura (ou tecnologia) 24
  25. 25. Desafios na Gestão da Informação +60% dos CEOs: Precisam realizar um trabalho Apenas 1/3 dos CFOs acham que a melhor para capturar e entender rapidamente as informação é fácil de usar, objetiva, de custo informações de forma a viabilizar as decisões de e nível de integração razoáveis negócios; 30-50% do tempo de 85% da projeto de aplicações informação é Clientes é gasto em gerência não-estruturada Tráfego de Empregados de cópias. dados. Parceiros Produtos Organização 42% das 30% do tempo Finanças das pessoas é transações ainda gasto buscando são “em papel” informação Conteúdo relevante. emails Bases Web 40% do orcamento Mídia de TI é gasto em Relatórios integração. Documentos Em organizações da ordem de 1B de Fontes: IBM & Industry Studies, Forrester dólares, na média existem 48 sistemas financeiros distintos e 79% das organizações têm mais de 2 2.7 sistemas ERP repositórios. 25% têm mais de 15 25
  26. 26. Arquitetura de Negócio Arquitetura de Informação Arquitetura de Informação Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Infra-estrutura No domínio da Gerência de Dados; Orienta e organiza toda a informação que trafega em uma organização – Descreve a sua estrutura conceitual, lógica e física; – Viabiliza conhecimento da organização sobre seus dados, facilita acesso e trata aspectos de eficiência; Visão dos Dados -> Informação -> Conhecimento – Operacionalizar e otimizar as estratégias e decisões de negócio; Base para o desenho e implantação dos Sistemas de Informação. 26
  27. 27. Arquitetura de Negócio Arquitetura de Informação Arquitetura de Informação Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Dados Arquitetura de Infra-estrutura Dados, Metadados, Modelos – Princípios e Políticas • quem é o responsável pela informação, pelo uso e gerenciamento • Estratégias de uso dos dados – Semântica (conceitual) – Estruturas de armazenamento (lógico) – Eficiência no acesso (físico) Objetivos – Facilitar o acesso à informação • abstração • transformações entre os modelos, rastreabilidade – Fornecer subsídios para • mapear a arquitetura de sistemas • definir a arquitetura futura – Orientar a arquitetura tecnológica • bases de dados, serviços de gerência de dados, modelagem física 27
  28. 28. Exemplo de workproduct: Empresa de Seguros Arquitetura de Informação Modelo de Informação 28
  29. 29. Arquitetura de Negócio Arquitetura da Informação Arquitetura de Arquitetura de Serviços de Dados Informação Aplicação Arquitetura de Infra-estrutura Serviços para acesso às informações – Informação-como-um-Serviço (information-as-a-service – IaaS) Camada que encapsula as necessidades de dados das aplicações – transparência Altamente reutilizável Implementação diversa – Remete à abordagem SOA 29
  30. 30. Montando a Arquitetura Corporativa Arquitetura Corporativa Arquitetura de Negócio Organização e estratégia de negócio Arquitetura de dados Arquitetura de Processos de Negócio Serviços de Dados Arq. Infor. Arq. Apl. Arquitetura de Infra 30
  31. 31. Arquitetura Corporativa Arquitetura de Negócio Arquitetura de Arquitetura de Informação Aplicação (ou dados) (ou sistemas) Arquitetura de Infra-estrutura (ou tecnologia) 31
  32. 32. Arquitetura de Negócio Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Informação Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Infra-estrutura Muitas vezes dispersa entre as múltiplas gerências de TI Compreende o mapeamento e planejamento adequado de todos os componentes de sistemas – para suportar o negócio e as atividades de uma organização – Para manipular as informações que trafegam na organização Contempla – identificação de quais aplicações são necessárias para suportar o negócio – desenho, construção (ou aquisição) e integração de aplicações Composta por – Arquitetura de Software (desenvolvimento das aplicações); – Arquitetura de Integração; – Arquitetura de Serviços. 32
  33. 33. Arquitetura de Negócio Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Informação Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Software Arquitetura de Infra-estrutura Contempla – Documentação das aplicações • Análise, projeto, construção – Informação trafegada entre as aplicações; – Processos suportados pelas aplicações; Objetivo é promover o desenvolvimento de aplicações – de fácil integração; – consistentes com os requisitos identificados; – que manipulem dados conhecidos; – adequadas às características do ambiente operacional • Restrições e requisitos não funcionais; 33
  34. 34. Arquitetura de Negócio Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Informação Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Infra-estrutura Arquitetura de Integração – Visão única (corporativa) da integração de aplicações • Baseada no reúso e da distribuição de funcionalidades por um barramento lógico de integração; • Middleware de integração entre as aplicações; – relacionamentos entre os diversos componentes implementados • serviços, APIs, conectores, interfaces e protocolos de comunicação disponíveis e padronizados Arquitetura de Serviços – Serviços como paradigma de construção das aplicações • Encapsulamento de detalhes de funcionamento e acesso às informações • Interoperabilidade – Cria uma camada que encapsula componentes da aplicação • Registro e repositório de serviços, Barramento de Serviços (ESB) – Aderente à abordagem SOA 34
  35. 35. Exemplo de workproduct: Empresa de Seguros Arquitetura de Aplicação Principais aplicações e seus relacionamentos 35
  36. 36. Exemplo de workproduct: Empresa de Seguros Arquitetura de Aplicação Uso de aplicações pelo processo de negócio. 36
  37. 37. Montando a Arquitetura Corporativa Arquitetura Corporativa Arquitetura de Negócio Organização e estratégia de negócio Arquitetura de dados Arquitetura de Processos de Negócio Serviços de Dados Arq. Infor. Arq. Apl. Arquitetura de software Arquitetura de serviços Arquitetura de integração Arquitetura de Infra 37
  38. 38. Arquitetura Corporativa Arquitetura de Negócio Arquitetura de Arquitetura de Informação Aplicação (ou dados) (ou sistemas) Arquitetura de Infra-estrutura (ou tecnologia) 38
  39. 39. Arquitetura de Tecnologia Arquitetura de Negócio Arquitetura de Infra-estrutura Arquitetura de Informação Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Infra-estrutura Também conhecida como arquitetura de tecnologia (ou tecnológica) – Muito próxima do operacional e produção da organização Abrange todos os elementos para suportar TI que devem ser operados no dia a dia, bem como software e processos para gerenciá-los – hardware, storage, rede, ambientes de desenvolvimento, plataformas de gerência de dados,... – Recursos que representam uma significativa parte dos ativos da organização Influencia diretamente a implementação dos Sistemas de Informação 39
  40. 40. Arquitetura de Negócio Arquitetura de Infra-estrutura Arquitetura de Informação Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Infra-estrutura Arquitetura Técnica – infra-estrutura de hardware e software para as aplicações e dados empresariais • Plataformas de e-mail, compartilhamento de arquivos, especificação dos equipamentos • Plataformas de SGBD, servidores, protocolos de rede, ambiente de data warehousing Arquitetura de Operações – ferramentas e e processos necessários para construir, monitorar, gerenciar e medir todos os aspectos de tecnologia, aplicações e ativos de dados da empresa Arquitetura de Segurança – proteger a informação corporativa e os processos de negócio da organização • Políticas de privacidade das informações, políticas para detecção e tratamento de invasões e ataques, avaliação de incidentes de segurança – Aspectos de segurança de vários itens de TI • Especificação de sistemas de firewall, políticas de acesso a aplicações e arquivos, perfis de acesso às bases de dados, proteção contra vírus e espionagem eletrônica, políticas de recuperação após desastre, – Tem ganhado cada vez mais projeção • Lei Sarbanes Oxley, ... 40
  41. 41. Arquitetura de Tecnologia Arquitetura de Negócio Arquitetura de Infra-estrutura Arquitetura de Informação Arquitetura de Aplicação Arquitetura de Infra-estrutura Derivações da arquitetura técnica e de operações – Bancos de Dados • Padrões e procedimentos sobre os dados • Modelagem física das bases de dados – Plataformas • padrões e processos de infra-estrutura • Estratificação de itens de infra-estrutura – hardware, sistemas operacionais, mídias de armazenamento (storage), monitoração de infra-estrutura e softwares básicos • Relacionamento com os diversos fornecedores – Redes • Padrões, especificações e infra-estrutura para interconectar os elementos da arquitetura técnica • Alto grau de especialização dos recursos 41
  42. 42. Exemplo de workproduct: Empresa de Seguros Arquitetura de Infra-estrutura Deployment of the main applications onto the infrastructure 42
  43. 43. Montando a Arquitetura Corporativa Arquitetura Corporativa Arquitetura de Negócio Organização e estratégia de negócio Arquitetura de dados Arquitetura de Processos de Negócio Serviços de Dados Arq. Infor. Arq. Apl. Arquitetura de Software Arquitetura de serviços Arquitetura de integração Arquitetura Técnica Arquitetura de Operações Arquitetura de Segurança Arquitetura de Infra 43
  44. 44. Visões semelhantes (4 domínios) Giga Forrester 44
  45. 45. Visão dos quatro domínios da EA Arquitetura Arquitetura Arquitetura Arquitetura de Negócios de Sistemas de Informação de Infra-estrutura Visão, Princípios Modelos de Modelo funcional Modelo de Framework Conceitual Governança negócios & das aplicações dados Tecnológico Padrões Alinhamento (Arquitetura de (Estratégia) (Processos, Ativitidades, referência, Patterns) (Acesso aos dados & Guidelines de Critérios de seleção (Arquitetura de referência) Eventos, estrutura, Info, armazenamento Análise de gaps papéis, Localidades) Plano de Transição Estrutura Projeto de Rede Design Projetos de BD Funcional Organizacional específico da Escolha de Plataforma aplicação Projeto de Storage (Design) Processos de Data Warehouse Negócios (Arquietura de Projeto Segurança Referência escolhida ------------------------------------------------------ etc. Aplicação Implementação Armazenamento Operacional Instalações ou Produto e gerenciamento Operação (Físico) de dados Desempenho Instalação & Escalabilidade Localidades Instalação de Operação Bancos de Dados Consolidação Gerenciamento
  46. 46. Como uma arquitetura corporativa funciona? Modelagem da arquitetura atual; Definição de uma arquitetura futura; Manutenção das arquiteturas em decorrência dos novos desenvolvimentos; Definição e implantação de políticas e padrões; Processos E mais.. de – Prospecção de novas tecnologias; Arquitetura – Participação em comitês; – Avaliação da qualidade de TI; – Acompanhamento e medições de atividades; – Etc. Negócios Informações Aplicações Infra-estrutura 46
  47. 47. Implantando uma área de arquitetura 47
  48. 48. Desafios para Implantação da Área de Arquitetura de TI Mudança cultural na organização; Identificação de perfis e competências; Implantação da área; Total alinhamento com o negócio; Processos de Arquitetura alinhados com os processos de desenvolvimento; “Comprovar” ROI. 48
  49. 49. O desafio da mudança cultural Que problemas podemos enfrentar? – “O novo em geral não é confortável” ; – Resistência a novos processos; – Dificuldade do ser humano com exposições e avaliações de seu trabalho; – Falta de maturidade; – Falta de competência; – Preferência pelo reconhecimento individual; – Dificuldade de trabalho em grupo; – Utilização de práticas pessoais “que já dão certo”; – “Sindrome de Gabriela” – etc... 49
  50. 50. O desafio da mudança cultural O que fazer para melhorar? – Treinamento; – Disseminação das práticas; – Reconhecimento de melhorias (ex: prêmios); – Revezamento de equipes (participação temporária na Arquitetura); – Estabelecimento de processos participativos para definição de padrões; – Demonstração constante dos resultados obtidos por quem utiliza os processos e padrões estabelecidos; – Estabelecimento de programas de integração de equipes (trabalho conjunto com o RH). 50
  51. 51. A Implantação de uma área de Arquitetura Estabelecimento do Grupo / Área; Definição da estratégia de implantação; Definição dos processos; Estabelecimento de parceria com o processo de desenvolvimento; Definição e aquisição/construção de ferramentas; Institucionalização dos processos; Aquisição de infra-estrutura de hardware para suporte, divulgação e uso dos processos e ferramentas. 51
  52. 52. Níveis de maturidade de EA 52
  53. 53. A implementação de uma Arquitetura Corporativa abrange usualmente diversas iniciativas: Desafios usuais : Formalizar a falta de skills Analisar a Desenvolver o função falta de metodologia Estratégia skill dos “Arquiteto” de Negócios Arquitetos de TI Plano de capacitação Compreender a Arquitetura dos Negócios Integrar às operações Criar a da empresa estrutura e os Desafios usuais: Definir a processos de Aquisições ou fusões Arquitetura Governança Preocupações de qualidade Mudanças radical de tecnologia Outsourcing Desenvolver Desafios usuais : plano de Construir o comunicação Dificuldades de implementação Construir a repositório Benefícios não identificados Arquitetura da (Identificação, Arquitetura Seleção e Transição) Desafios usuais : Arquitetura Transição Padrões e procedimentos não Capacitação Governança estabelecidos ou não conhecidos 53
  54. 54. O escopo de atuação do time de arquitetura envolve um ciclo de atividades relacionados a estratégia, definição da arquitetura, liderança, governança e comunicação: Estratégia – Contribui para a estratégia, no mínimo, para assegurar que a estratégia foi compreendida para atuar. Definição da Arquitetura – Articula o desenvolvimento do modelo futuro, compreende o modelo atual, identifica os gaps e planeja o roadmap para fechar esses gaps; Liderança – Coordena o esforço de implantação da arquitetura corporativa e agrega e desenvolve os skills necessários para integração de negócio e TI; Governança – Assegura a adoção dos princípios de arquitetura definidos para as disciplinas e estabelece um processo de decisão sobre a utilização de novos componentes; Comunicação - Articula a visão futura e mostra como essa visão se adere ao modelo proposto, retornando feedbacks sobre os progressos alcançados e problemas enfrentados. 54
  55. 55. Importante: Parceria com processo de desenvolvimento ARQUITETURA ARQUITETURA DE APLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO Teste de Sistema Pós-Implantação Teste Integrado ARQUITETURA Teste Unitário DE NEGÓCIO Inicialização Construção Implantação Definição Design UAT Desenvolvimento Usr Produção ARQUITETURA DE TECNOLOGIA 55
  56. 56. Governança – Abordagem balanceada Alvo Baseado nos Requisitos Não-Estruturada Estruturada Demais •Não há espaço para criatividade •Liberdade para tudo e todos •Burorática e lenta •Processos não repetitíveis Governança •Muitas métricas •Não há métricas •Balanceada •Excesso de políticas /procedimentos •Não há documentação •Processos Repetitíveis •Geralmente ignorada / minada •Depende de ‘heróis’ •Mensurável •Documentada e utilizada •Continuamente melhorada 56
  57. 57. Arquitetura Corporativa é mais do que apenas uma coleção de componentes e seus relacionamentos – é uma abordagem para governança da execução da construção de soluções na do ?“ n ta ve mo corre “Nossa Arquite os o tura alvo o s n reçã continua válida? am di Governança tinu n ”Co Arquitetura Corporativa Transição ”Estamos conduzindo os projetos da forma como desejamos?“ ”Estas são as orientações para a ”Esses são os Arquitetura dos projetos que projetos“ serão feitos” Forma “normal” de Outline da Macro Micro Ciclo de Implemen- Solução Planejamento Planejamento Construção tação priorização e planejamento dos projetos Outline da Macro Micro Ciclo de Implemen- Solução Planejamento Planejamento Construção tação Outline da Macro Micro Ciclo de Implemen- Solução Planejamento Planejamento Construção tação Projetos 57
  58. 58. Recomendações gerais para uma área de arquitetura Criar processos de arquitetura ágeis – documentos de padrões com flexibilidade; Prover acesso a uma base de conhecimento de arquitetura; Envolver profissionais de arquitetura mais cedo nos desenvolvimentos de projetos; Divulgar os processos e competências da arquitetura; 58
  59. 59. Papéis e Responsabilidades Ao construir um processo de Arquitetura, é essencial considerar que: A comunidade de “arquitetos” é sempre maior que a área encarregada de gerenciar a Arquitetura; Usuários de Negócio Um processo de arquitetura transcende as Áreas Afetadas atividades realizadas por uma área de arquitetura; Multiplicadores de Arquitetura Um processo de arquitetura tem maior potencial de benefícios se for parte de uma Grupo de iniciativa ou esforço corporativo. Isto significa Arquitetura atribuir e distribuir responsabilidades sobre as funções de arquitetura, não apenas fora da Grupo de área de Arquitetura, mas principalmente fora Revisão da Arquitetura de TI. 59
  60. 60. Por onde começar? 60
  61. 61. Por onde começar? Tentar não “reinventar a roda”: – Estudar Modelos de Governança e Práticas; – Identificar workproducts baseado em Frameworks existentes; – Identificar ferramentas de suporte; • Exemplo: IBM System Architect http://www-01.ibm.com/software/awdtools/systemarchitect/ Modelar os processos de arquitetura; Construir modelos; Institucionalizar os processos; Estabelecer a governança; 61
  62. 62. O que é um framework de Arquitetura? 62
  63. 63. Há 25 anos ... Em 1984 John Zachman (IBM) escreveu um artigo (de uso interno IBM) sobre arquitetura de sistemas de informação, no qual propôs um framework; Zachman foi convidado a publicar o artigo externamente, o que ocorreu em 1987, no IBM Systems Journal (disponível na Internet) Em 1990 se aposentou da IBM e montou sua própria empresa de consultoria em arquitetura corporativa; Em 1992 publicou, novamente no IBM Systems Journal, e em parceria com John Sowa (também então recém aposentado da IBM) uma versão estendida do artigo original, contendo um nova e definitiva versão do framework. 63
  64. 64. Zachman Enterprise Architecture Framework O Framework de Zachman é um esquema, como se fosse uma Tabela Periódica dos Elementos, a qual também é um esquema que classifica os elementos da natureza (em duas dimensões); Aliás, foi somente após o cientista russo Dmitri Mendeleyev articular esse esquema foi que a Química se tornou uma ciência de fato com disciplina. Até então a Química era somente Alquimia. Não era previsível nem repetitível; Depois que o Framework de Zachman foi publicado, se tornou o esquema de fato para Arquitetura Corporativas e practicamente transformou a EA em uma discliplina. SCOPE (CONTEXTUAL) DATA List of Things Important to the Business What FUNCTION List of Processes the Business Performs How NETWORK Where List of Locations in which the Business Operates PEOPLE List of Organizations Important to the Business Who TIME When List of Events Significant to the Business MOTIVATION Why List of Business Goals/Strat 1984 1869 Planner ENTERPRISE MODEL (CONCEPTUAL) Owner ENTITY = Class of Business Thing e.g. Semantic Model Ent = Business Entity Reln = Business Relationship e.g. Logical Data Model Function = Class of Business Process e.g. Business Process Model Proc. = Business Process I/O = Business Resources e.g. Application Architecture Node = Major Business Location e.g. Business Logistics System Node = Business Location Link = Business Linkage e.g. Distributed System People = Major Organizations e.g. Work Flow Model People = Organization Unit Work = Work Product e.g. Human Interface Time = Major Business Event e.g. Master Schedule Time = Business Event Cycle = Business Cycle e.g. Processing Structure Ends/Means=Major Bus. Goal/ Critical Success Factor e.g. Business Plan End = Business Objective Means = Business Strategy e.g., Business Rule Model SYSTEM Architecture Architecture MODEL (LOGICAL) Node = I/S Function Ent = Data Entity Proc .= Application Function (Processor, Storage, etc) People = Role Time = System Event End = Structural Assertion Designer Reln = Data Relationship I/O = User Views Link = Line Characteristics Work = Deliverable Cycle = Processing Cycle Means =Action Assertion TECHNOLOGY e.g. Physical Data Model e.g. System Design e.g. Technology Architecture e.g. Presentation Architecture e.g. Control Structure e.g. Rule Design MODEL (PHYSICAL) Node = Hardware/System Builder Ent = Segment/T able/etc. Proc.= Computer Function Software People = User Time = Execute End = Condition Reln = Pointer/Key/etc. I/O = Data Elements/Sets Link = Line Specifications Work = Screen Format Cycle = Component Cycle Means = Action DETAILED e.g. Data Definition e.g. Program e.g. Network Architecture e.g. Security Architecture e.g. Timing Definition e.g. Rule Specification REPRESEN- TATIONS (OUT-OF- CONTEXT) Sub- Contractor Ent = Field Proc.= Language Stmt Node = Addresses People = Identity Time = Interrupt End = Sub-condition Reln = Address I/O = Control Block Link = Protocols Work = Job Cycle = Machine Cycle Means = Step FUNCTIONING e.g. DATA e.g. FUNCTION e.g. NETWORK e.g. ORGANIZATION e.g. SCHEDULE e.g. STRATEGY ENTERPRISE 64
  65. 65. Zachman Enterprise Architecture Framework DATA What FUNCTION How NETWORK Where PEOPLE Who TIME When MOTIVATION Why SCOPE List of Things Important List of Processes the List of Locations in which List of Organizations List of Events Significant List of Business Goals/Strat to the Business Business Performs the Business Operates Important to the Business to the Business (CONTEXTUAL) Planner ENTITY = Class of Function = Class of Node = Major Business Ends/Means=Major Bus. Goal/ Business Thing Business Process People = Major Organizations Time = Major Business Event Critical Success Factor Location e.g. Semantic Model e.g. Business Process Model e.g. Business Logistics e.g. Work Flow Model e.g. Master Schedule e.g. Business Plan ENTERPRISE System MODEL (CONCEPTUAL) Owner Ent = Business Entity Proc. = Business Process Node = Business Location People = Organization Unit Time = Business Event End = Business Objective Reln = Business Relationship I/O = Business Resources Link = Business Linkage Work = Work Product Cycle = Business Cycle Means = Business Strategy e.g. Logical Data Model e.g. Application Architecture e.g. Distributed System e.g. Human Interface e.g. Processing Structure e.g., Business Rule Model SYSTEM Architecture Architecture MODEL (LOGICAL) Node = I/S Function Ent = Data Entity Proc .= Application Function (Processor, Storage, etc) People = Role Time = System Event End = Structural Assertion Designer Reln = Data Relationship I/O = User Views Link = Line Characteristics Work = Deliverable Cycle = Processing Cycle Means =Action Assertion e.g. Physical Data Model e.g. System Design e.g. Technology Architecture e.g. Presentation Architecture e.g. Control Structure e.g. Rule Design TECHNOLOGY MODEL (PHYSICAL) Node = Hardware/System Builder Ent = Segment/Table/etc. Proc.= Computer Function Software People = User Time = Execute End = Condition Reln = Pointer/Key/etc. I/O = Data Elements/Sets Link = Line Specifications Work = Screen Format Cycle = Component Cycle Means = Action DETAILED e.g. Data Definition e.g. Program e.g. Network Architecture e.g. Security Architecture e.g. Timing Definition e.g. Rule Specification REPRESEN- TATIONS (OUT-OF- CONTEXT) Sub- Contractor Ent = Field Proc.= Language Stmt Node = Addresses People = Identity Time = Interrupt End = Sub-condition Reln = Address I/O = Control Block Link = Protocols Work = Job Cycle = Machine Cycle Means = Step FUNCTIONING e.g. DATA e.g. FUNCTION e.g. NETWORK e.g. ORGANIZATION e.g. SCHEDULE e.g. STRATEGY ENTERPRISE 65
  66. 66. Por que Frameworks? Mo da elo del s do o de de od e a d cias obj M p e t iv Ma ndân os du de re ál ogo es Cat licaçõ ap Po l Ma í Seg tica d infr p a-e a da ura e str nça utu Di ra Re sa co ste ve r ry da rio s elo a do de oná M od g ram de Dia e ci s d sso es Di oc e açõ Pr lic ap 66
  67. 67. Por que Frameworks? 67
  68. 68. Vantagens do uso de um Framework Organizar as iniciativas de uma arquitetura corporativa; Uniformizar os termos e linguagem – itens e domínios de arquitetura em toda a empresa; Concentrar as discussões de arquitetura; Acelerar o funcionamento e diminuir a complexidade; Permitir projeções dos itens de um framework de arquitetura em outros – Apoio de ferramentas; Integrar soluções, fornecedores e equipes distintas de forma mais harmônica e estruturada – conforme planejamento; Facilitar comunicação da visão e dos planos para toda a corporação; Identificar alinhamento de TI com as diretrizes de negócio. 68
  69. 69. A “ávore genealógica” dos frameworks de arquitetura 69
  70. 70. Refinando alguns conceitos Frameworks de EA – O termo “Framework” de EA pode ser muito genérico e às vezes é necessário adjetivá-lo • Framework de Navegação – Para localização dos artefatos de EA; • Framework Conceitual – Para definir os meta-conceitos de EA; • Framework de Modelagem – Para criar os artefatos/visões de EA; Metodologias de EA – Spewak’s Enterprise Architecture Planning (EAP) – Scott Bernard’s EA Cube (EA3) – TOGAF – Architecture Development Method (ADM) Padrões de Notação para artefatos de EA – Entidade/Relacionamento – Modelagem de Dados – Unified Modeling Language (UML) – Requisitos dos sistemas – Business Process Modeling Notation (BPMN) – Modelagem de Processos 70 70
  71. 71. Uma sopa de letrinhas... recomendação de livro: Assunto de hoje 71
  72. 72. É um consórcio aberto, formado por clientes e fornecedores com o objetivo de: – Capturar, entender e endereçar requisitos existentes ou emergentes, estabelecer políticas e compartilhar melhores práticas; – Facilitar a interoperabilidade, criar consenso, evoluir e integrar especificações e tecnologias abertas; – Oferecer serviços para melhorar a eficiência operacional do consórcio; – Operar um serviço de certificação de alto gabarito para o mercado. Foi fundado em 1996, através da fusão de duas entidades: X/Open e Open Software Foundation (OSF); Trabalha em conjunto com outros consórcios e órgãos de padronização; Promoção de Eventos Tecnologias Fórums Métodos & Certificações Melhores Práticas LDAP / CCI MILS Architecture • UNIX SOA-WG • LDAP Platform Jericho & Security • WAP AQRM Identity Management • S/MIME • ITAC / ITSC Motif® DCE Enterprise Management Real Time and Embedded Systems • NASPL (Open DCE) •TOGAF 72
  73. 73. The Open Group Architecture Framework (TOGAF) TOGAF – É um framework de EA com foco além da TI; – “Como as organizações podem, usando sistemas, alcançar objetivos de negócio?” As quatro áreas principais são endereçadas: – Negócios (estratégia, organização e processos); – Aplicações (deployment, interações e relacionamento com processos de negócio); – Informações (estrutura fisica e lógica dos ativos informacionais de uma organização e os recursos para gerir esses ativos); – Tecnologia (infra-estrutura e middleware de suporte). 73
  74. 74. Histórico do TOGAF • Clientes membros do Open Group demandaram padrões de arquitetura • Clientes membros selecionaram o TAFIM ponto de partida. • DoD Information Systems Agency (DISA) doou o TAFIM como base • TOGAF 1 • TOGAF 7 – Technical Edition ‘93 publicado • TOGAF 8 Enterprise Edition ‘94 ‘95 ‘01 • TOGAF 8.1 ‘02 ‘03 • TOGAF 8.1.1 ‘06 ‘07 ‘09 TOGAF 9 • Foi publicado o estudo Lançamento do programa “The Interoperable Enterprise Business” de certificação em TOGAF 74
  75. 75. Anúncio do TOGAF9 75
  76. 76. The Open Group Architecture Framework (TOGAF) – O TOGAF oferece : • Um método, o ADM (Architectural Development Method),usado projetar, avaliar e construir a arquitetura para uma organização; • Um repositório chamado Enterprise Continuum para armazenar a representação da arquitetura; • Um conjunto de outras ferramentas úteis no desenvolvimento de arquiteturas. 76
  77. 77. Visão da estrutura do TOGAF 77
  78. 78. TOGAF: Metodologia ADM Processo iterativo para desenvolvimento centrado na arquitetura (sempre baseada nos requisitos); Cada passo no processo está associado a uma view que pode ser “capturada”; Permite reúso de artefatos de arquitetura; As fases iniciais focam nas questões conceituais e mais gerais; as fases posteriores movem-se em direção às especificações e às práticas; 78
  79. 79. TOGAF: Metodologia ADM (Deliverables) 79
  80. 80. TOGAF Content Metamodel Os 4 dominios 80
  81. 81. TOGAF Enterprise Continuum 81
  82. 82. O papel de uma ferramenta de apoio a EA “Creating Actionable Architectures” 82
  83. 83. Recado do mestre 83
  84. 84. Desafios que impedem a adoção ampla de uma Arquitetura Corporativa Reportar a EA em Armazenamento uma linguagem de Falar a linguagem Inventário/informação das informações de estrategistas e dos projetistas de sobre “as is” e “to-be” EA para reúso planejadores soluções Criando a EA (“Upstream EA”) Comunicar com os stakeholders Popular a EA com informação (no contexto deles) de todos os domínios Desafio de transformar os requisitos de negócio em implementações Manter as implementações Gerenciar as mudanças Consumindo a EA em sincronia com o que está (em escala corporativa) (“Downstream EA”) prescrito na EA Estabilidade Mover-se no Prover Assegurar a para os passo do Orientação Governança Programas negócio 84
  85. 85. Características de uma “Actionable EA” Oferece integração da ferramenta de EA com Possui uma linguagem outras, oferece única de arquitetura, usabilidade e facilidade mas com diversas na realização de análises possibilidades de “as-is” / “to-be” visualização Criando a EA (“Upstream EA”) Facilidades de uso e de geração de relatórios para Armazenamento simples e melhorar a comunicação e automatizado de todos os a tomada de decisões recursos da organização Integração entre os requisitos de negócio e as implementações Os serviço de TI são realizados de Governança corporativa, com forma integrada e de forma a Consumindo a EA gestão de mudanças e medição de possibilitar o reúso de ativos e práticas melhores práticas (“Downstream EA”) Consuming the EA Implementa Trabalha com controle de versão aplicações, processos e gestão de e pessoas de forma publicação integrada 85
  86. 86. The System Architect Approach to Enterprise Architecture Create an Organizational Blueprint Understand the current structure of the organization, it’s business, it’s information Share the Results A common resource for Analyze and Optimize empowering informed decisions Identify, Create, and Optimize for continued improvement Telelogic System Architect™ What Challenges Are We Facing Show Impact, Identify Risk, and Intelligently Walk the Organization Through Change 86 86
  87. 87. IBM Rational System Architect O System Architect software foi inicialmente criado e desenvolvido pela Popkin Software em 1988, sob o comando do Prof. Jan Popkin, uma reconhecida autoridade em EA. O System Architect foi um dos primeiras ferramentas CASE ( Computer-Aided Software Engineering) para ambiente Windows. A ferramenta evoluiu através dos anos e se tornou uma das primeiras ferramentas de modelagem para EA. Telelogic adquiriu a Popkin Software em Março, 2005. IBM anunciou a aquisição da Telelogic em Junho, 2007 e a transferência total ocorreu em Novembro, 2008. Os produtos da Telelogic (System Architect, Focal Point, DOORS, etc.) agora são parte da brand IBM Rational; IBM anunciou que System Architect como sua ferramenta padrão para Enterprise Architecture. 87 87
  88. 88. Um modelo versus um diagrama… Orientado a diagrama Orientado a modelo Diagrama de um Modelo de Dados Um diagrama é uma figura que se desenha Modelo de Dados/ER Um diagrama é uma visão dentro de um modelo…. Diagrama de um modelo UML Ex: Diagrama MS Visio Modelo UML 88
  89. 89. Usando o SA para capturar e modelar todos os domínios de uma organização Application and Network Infrastructure Service Models Behavior (UML Support) Network Topologies Matrix Views Relational Organizational Charts Application Models Process Models Data Modeling Business Process Modeling and Analysis Data Models Goals Objectives Class Diagrams 89 89

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