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Candidatura a diretor do agrupamento de escolas de ílhavo_2013_mos_Projeto
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Candidatura a diretor do agrupamento de escolas de ílhavo_2013_mos_Projeto

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As escolas, como sistema, serão todas iguais. Ao aceitar-se esta premissa pode-se concluir que o que as difere são os protagonistas. Na dinâmica de mudança que o Agrupamento de Escolas de Ílhavo está …

As escolas, como sistema, serão todas iguais. Ao aceitar-se esta premissa pode-se concluir que o que as difere são os protagonistas. Na dinâmica de mudança que o Agrupamento de Escolas de Ílhavo está inserido é manifesta a vontade de gerar uma nova empatia e identidade, assente no conhecimento de direção estratégica, em atos com o interesse centrado na missão da escola pública. Garantir a “agregação” do “know how” adquirido, prevendo ser possível envolver todos os protagonistas no debate sobre a educação, potencialidades de educação e formação, segurança, comunicação, interação, oportunidades que a Escola de Ílhavo oferece para o desenvolvimento local, sistematização de saberes e conhecimento, coesão social. São estas as prioridades.
O protagonismo educativo está no docente. O aluno é o fim último de toda a ação da escola e de outros lugares educativos, a começar na família. O espaço-tempo de aula é da autonomia do professor, das suas estruturas de liderança intermédia, para que a sua missão didática seja concretizada em condições de se sentirem realizados, o pedagogo e o discente.
A mobilização dos Docentes e Educadores dos primeiros anos deste percurso de 12 anos é uma das essenciais visões estratégicas que merece registar e considerar no futuro da escola! É com estes docentes que a Escola começa. São os pré-requisitos, tão mencionados no percurso escolar dos alunos, a peça fundamental na arquitetura da direção estratégica da escola.
Todos os tempos exigem a procura de complementaridades e agora mais do que nunca. Por isso, assume-se, para além de prioridade, uma urgência a descoberta de parcerias didáticas e técnicas, a especialização inteligente para abrir novos futuros, a criatividade e inovação como ferramentas fundamentais nas áreas da organização e serviço prestado à comunidade.
A distinção atingir-se-á pela qualidade e pela melhoria. O reforço da exigência refletir-se-á no sucesso dos alunos, do ponto de vista humano e académico, e só é possível se for entendido como um desígnio da comunidade que o Agrupamento serve e não em articulação com o corpo docente.


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  • 1. AGRUPAMENTO DEESCOLAS DE ÍLHAVOPROJETODE INTERVENÇÃOManuel Oliveira de SousaNão há nada permanente exceto a mudançaHeráclitoCandidatura a Diretor2013-2017
  • 2. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-20172PALAVRAS-CHAVE:Acompanhamento, complementaridade, distinção, envolvimento,Escola=Agrupamento de Escolas de Ílhavo, identidade, mudança, participação,prestação de contas, reconhecimento.RESUMO:As escolas, como sistema, serão todas iguais. Ao aceitar-se esta premissa pode-seconcluir que o que as difere são os protagonistas. Na dinâmica de mudança que oAgrupamento de Escolas de Ílhavo está inserido é manifesta a vontade de gerar umanova empatia e identidade, assente no conhecimento de direção estratégica, ematos com o interesse centrado na missão da escola pública. Garantir a “agregação”do “know how” adquirido, prevendo ser possível envolver todos os protagonistas nodebate sobre a educação, potencialidades de educação e formação, segurança,comunicação, interação, oportunidades que a Escola de Ílhavo oferece para odesenvolvimento local, sistematização de saberes e conhecimento, coesão social.São estas as prioridades.O protagonismo educativo está no docente. O aluno é o fim último de toda a ação daescola e de outros lugares educativos, a começar na família. O espaço-tempo de aulaé da autonomia do professor, das suas estruturas de liderança intermédia, para quea sua missão didática seja concretizada em condições de se sentirem realizados, opedagogo e o discente.A mobilização dos Docentes e Educadores dos primeiros anos deste percurso de 12anos é uma das essenciais visões estratégicas que merece registar e considerar nofuturo da escola! É com estes docentes que a Escola começa. São os pré-requisitos,tão mencionados no percurso escolar dos alunos, a peça fundamental na arquiteturada direção estratégica da escola.Todos os tempos exigem a procura de complementaridades e agora mais do quenunca. Por isso, assume-se, para além de prioridade, uma urgência a descoberta deparcerias didáticas e técnicas, a especialização inteligente para abrir novos futuros, acriatividade e inovação como ferramentas fundamentais nas áreas da organização eserviço prestado à comunidade.A distinção atingir-se-á pela qualidade e pela melhoria. O reforço da exigênciarefletir-se-á no sucesso dos alunos, do ponto de vista humano e académico, e só épossível se for entendido como um desígnio da comunidade que o Agrupamentoserve e não em articulação com o corpo docente.
  • 3. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-20173Siglas & Abreviaturas.................................................................................................................................................4INTRODUÇÃO.............................................................................................................................................................5Indicador sociocultural .........................................................................................................................................5Indicador pedagógico-didático.............................................................................................................................5Indicador estrutural ..............................................................................................................................................6I. VISÃO E AMBIÇÃO ............................................................................................................................................71. Áreas Estratégicas........................................................................................................................................7a) Identidade e liderança e afirmação........................................................................................................7b) Ensino-aprendizagem: laboratório pedagógico-didático......................................................................7c) Da casa à escola: “Cidade Educadora” e lugares educativos................................................................8d) Recursos e equipamentos: qualidade e sustentabilidade.....................................................................8e) Valor esperado e valor acrescentado.....................................................................................................82. Perspetiva (holística) da administração e gestão da escola ......................................................................93. Serviço colegial: Direção com responsabilidade partilhada ......................................................................94. Supervisão da qualidade do serviço prestado............................................................................................9II. MISSÃO............................................................................................................................................................10III. METAS E LINHAS DE ORIENTAÇÃO DA AÇÃO................................................................................................121. Interpelação da mudança..........................................................................................................................122. Cultura de Escola, deste Agrupamento de Escolas..................................................................................123. Orgânica participativa................................................................................................................................124. Intencional das linhas de ação ..................................................................................................................13a) A identidade e liderança e afirmação...................................................................................................13b) Ensino-aprendizagem: laboratório pedagógico-didático....................................................................13c) Lugares Educativos e “Cidade Educadora” ..........................................................................................14d) Equipamentos e recursos materiais (e financeiros). Qualidade e sustentabilidade..........................14e) Valor esperado e valor acrescentado...................................................................................................14IV. PLANO ESTRATÉGICO.................................................................................................................................151. Diagnóstico.................................................................................................................................................15a) Sob a avaliação externa.........................................................................................................................15b) Constrangimentos .................................................................................................................................16c) Oportunidades.......................................................................................................................................162. Plano de Ações...........................................................................................................................................17V. CRONOGRAMA ...............................................................................................................................................29VI. AVALIAÇÃO DO PROJETO...........................................................................................................................36Referências...............................................................................................................................................................37
  • 4. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-20174Siglas & AbreviaturasAGE – Agrupamento de Escolas de ÍlhavoCAF - Common Assessment Framework (Estrutura Comum de Avaliação)CASCI – Centro de Ação Social do Concelho de ÍlhavoCD – Conselho de DocentesCE – Carta EducativaCNE – Conselho Nacional da EducaçãoCT – Conselho(s) de TurmaDT – Diretor de TurmaEMER – Escola Municipal de Educação RodoviáriaI3S - Innovation Union Information and Intelligence SystemIGEC – Inspeção Geral da Educação e CiênciaMEC – Ministério da Educação e CiênciaP/EE – Pais/Encarregados de EducaçãoPMIE - Plano Municipal de Intervenção EducativaRJAAGE – Regime Jurídico de Autonomia, Administração e Gestão de Escolas (na redação dada pelo Decreto-leinº 137/2012, de 2 de julho)TIC – Tecnologias da Informação e da ComunicaçãoEBAS - Ensino Bilingue de Alunos Surdos
  • 5. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-20175INTRODUÇÃOA Escola presente em São Salvador de Ílhavo é um lugar educativo de excelência!Indicador socioculturalÉ uma comunidade educativa esclarecida, atenta, que vem desenvolvendo um destacado,e reconhecido investimento na educação, onde os Serviços Educativos Municipais (MuseuMarítimo, Biblioteca, Casa Gafanhoa, EMER, Centro de Educação Ambiental e Centro Cultural deÍlhavo) continuarão a ser um elemento de capital importância na formação cívica e cultural dasnossas Crianças e Jovens. (PMIE, 2012)A história de São Salvador de Ílhavo também se demonstra pelos vultos, pessoas einstituições, que o país reconhece. Na pintura (João Carlos C. Gomes, Cândido Teles), na literatura(Filinto Elísio, Mário Sacramento, Celestino Gomes), na ação eclesial (bispos Pereira Bilhano,Trindade Salgueiro, Tavares Rebimbas), na elevação social (Maria José Fonseca, CASCI, Obra daCriança, Lar Divino Salvador,…), no desporto (José Ança, “Os Ílhavos”, Illiabum Clube, ÍlhavoAndebol Clube,…), na indústria (Vista Alegre, Motofil,…) no design (Joel Reigota), na música (CarlosPaião),… são muitos em todas as áreas de invenção humana, com particular destaque para o mar,os que engradecem o nome desta comunidade cujo legado somos herdeiros e testemunho para ofuturo.Indicador pedagógico-didáticoNos últimos anos, o Agrupamento, nas comunidades escolares que lhe deram orgânica evisibilidade, demonstrou, como pontos fortes, os resultados nos exames nacionais de LínguaPortuguesa e de Matemática, nos dois últimos anos letivos, notoriamente superiores aos nacionais,com um efeito positivo na imagem do Agrupamento junto da comunidade; diversidade eabrangência dos projetos e parcerias, como forma de estimular e valorizar as aprendizagens dascrianças e dos alunos e, em simultâneo, melhorar as expectativas da comunidade escolar;excelente trabalho, desenvolvido enquanto Escola de Referência para o Ensino Bilingue de AlunosSurdos, com crianças e alunos portadores de dificuldades auditivas, promotor da igualdade deoportunidades e do convívio com a diferença; contributo relevante da biblioteca escolar para amelhoria do serviço prestado pelo Agrupamento à comunidade educativa; liderança mobilizadorada articulação entre as estruturas internas e o trabalho em torno dos objetivos da organização,com impacto positivo nos resultados escolares (IGE, 2010: 12).Também se assumiu, por outro lado, a introdução da prática de observação de aulas peloscoordenadores de departamento, indiciadora de uma liderança pedagógica efetiva e de umaavaliação formativa do desempenho dos docentes; adoção de medidas estratégicas transversais,orientadas diretamente para a melhoria dos resultados, tais como as assessorias pedagógicas emsala de aula e o trabalho colaborativo semanal; uso generalizado de ferramentas informáticas, oque tem contribuído para a agilização dos procedimentos de gestão pedagógica e administrativa, oapoio ao estudo autónomo dos alunos e a melhoria da comunicação; existência de uma liderançamuito apostada na melhoria e na qualidade, com reflexos na coerência, rigor e pertinência dosdocumentos estruturantes da Escola e na capacidade para executar as ações programadas;abertura à comunidade e desenvolvimento de parcerias e projetos, com impacto relevante naprestação do serviço educativo e nas aprendizagens dos alunos; progressos notórios nodesempenho da Escola, nos últimos anos, nos domínios da prestação do serviço educativo e daliderança e gestão (IGEC, 2012: 9)O Agrupamento de Escolas de Ílhavo, por força do seu passado recente e ação nesteMunicípio, tem um legado extraordinário, de maneira particular nos próximos quatro anos:potenciar os pontos fortes, nas anteriores unidades de gestão, e dos seus atores, protagonistas,para recriar o seu próprio futuro! Ou seja, inspirados no RJAAGE (artº 3º), integrar as escolas emEscola e comunidade escolar, estabelecer a interligação do ensino e das atividades económicas,
  • 6. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-20176sociais, culturais e científicas; renovar a motivação para a participação de todos os intervenientesno processo educativo, nomeadamente dos professores, dos alunos, das famílias, das autarquias ede entidades representativas das atividades e instituições económicas, sociais, culturais ecientíficas, tendo em conta as caraterísticas específicas dos vários níveis e tipologias de educação.Indicador estruturalOs novos edifícios da Senhora do Pranto, Vale de Ílhavo, Coutada e Légua, a requalificaçãodos outros estabelecimentos de ensino do primeiro ciclo; as condições de manutenção das EscolasBásica José Ferreira Pinto Basto e Dr João Carlos Celestino Gomes; a gestão do Programa deInformatização das Escolas de 1º Ciclo, dos Jardins de Infância e dos Centros Escolares, na buscaincessante de patamares superiores de rentabilização financeira e pedagógica destes novosinstrumentos de trabalho; o Plano Tecnológico; são alguns indicadores de qualidade deequipamentos e infraestruturas para a prestação do serviço educativo. (CE, 2009)Esta Comunidade Educativa vê, com o ano letivo 2012-13, fechar-se um ciclo de dezasseisanos de planeamento e gestão da Educação no Município de Ílhavo sob a liderança da sua CâmaraMunicipal, com relevantes competências instaladas que tornaram o Município de Ílhavo numareferência Regional e Nacional na gestão da Educação, com muito sucesso e proveito para aformação e qualificação dos Recursos Humanos da Nossa Terra. (PMIE, 2012).Concluiu-se que estamos perante um desafio novo, com um legado exigente, mas quesuscita uma ambição maior: ouvir, refletir, estabelecer pontos de contacto, unir, caminhar com osprotagonistas e parceiros para chegar ainda mais longe.
  • 7. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-20177I. VISÃO E AMBIÇÃO1. Áreas Estratégicasa) Identidade e liderança e afirmaçãoEstamos perante uma mudança organizacional. Esta realidade exige uma amplitude deolhares no diagnóstico e na projeção da ação: há outra realidade identitária!Requer-se o reconhecimento da diversidade de pessoas, espaços escolares, experiências,que compõem esta “paleta” educativa, num projeto comum, pós agregação. Esta será umainterpelação contínua para o mandato que se inicia para os Órgãos da Escola.Por sua vez, há uma urgência em dar às pessoas poder, liberdade e informação que lhespermitirá tomar decisões e participar ativamente da organização. A utilização de equipasautodirigidas e a adoção de sistemas orgânicos de administração, culturas participativas eabertas nas organizações, significam que estas estão a difundir e a partilhar o exercício daliderança com todos os seus membros para promover soluções, rapidez, flexibilidade ecapacidade de decisão na organização. Em simultâneo, a extensão do Agrupamento e a suadispersão sugerem que se convoquem todas as ideias, projetos, ferramentas para que avida da escolar esteja cada vez mais próxima de quem a serve e de quem é membro.Neste novo ciclo, pretende-se que cada um, a começar pelos protagonistas na Escola,percorra o seu próprio caminho de autodesenvolvimento. Estamos, portanto, perante umentendimento da liderança baseado numa relação de confiança. É determinante que cadacolaborador descubra a forma de expressar melhor os seus talentos. Este processo de açãovisa fomentar no colaborador o conhecimento de si mesmo e impulsionar o desejo demelhorar ao longo do tempo, bem como a orientação necessária para que a mudança seproduza. A liderança que assentará na prática de que o desenvolvimento e a aquisição decompetências são processos contínuos e da responsabilidade de todos, e não apenasepisódios limitados no tempo e provocados pela hierarquia (legislativa ou funcional). Quer-se privilegiar uma comunidade de “aprendente”, na qual a responsabilidade pelodesenvolvimento é pessoal, embora apoiada e enquadrada pela organização.Para concluir a primeira área de intervenção, inspira-nos a afirmação da comunidadeescolar, em si mesma e na comunidade educativa. Concomitantemente, essa afirmaçãopassa por estender à comunidade educativa e à Região o que a distingue de todas asoutras, personalidade própria, através de práticas contínuas de comunicação eenvolvimento de todos.b) Ensino-aprendizagem: laboratório pedagógico-didáticoO desempenho docente deseja-se centrado em duas vertentes fundamentais: reforço dacompetência essencial, pedagogo; e condições para aprofundar essa competência,preparação didática. Para materializar esta linha de ação, espera-se ver reforçada aautoridade do professor e a gestão de tempo para o libertar, para criar, discutir,aprofundar, idealizar, em trabalho individual ou colaborativo, o exercício das suas funções.O processo ensino-aprendizagem, o trabalho de estabelecimento, o ambiente de trabalhopodem ser exponenciados: partindo do dinamismo experimental espera-se suscitar efornecer subsídios para a melhoria na qualidade do Ensino, por meio da consolidação depropostas que envolvam grupos de estudo, de pesquisa e de extensão nesta área deconhecimento, promovendo e articulando o debate acerca dos novos rumos para aspesquisas e práticas educacionais, qualificar os professores afirmar e reconhecer a suaautoridade, rentabilizar o tempo e recursos em práticas de cunho interinstitucional einterdisciplinar é uma linha de ação que contará com o melhor do passado recente
  • 8. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-20178c) Da casa à escola: “Cidade Educadora” e lugares educativosUma escola pela primeira vez projetada para doze anos de presença obrigatória, mais otempo pré-escolar, com multidimensionalidade nos seus atos de viver, nas pessoas quepartilham alegrias, tristezas, razões, afetos e emoções, vê-se também na construção denovos lugares de pertença e de comunidade.São as pessoas que enchem os espaços de odores, de sabores, de sons, de memórias, desonhos, de encontros. Em termos pedagógicos, o desafio passa por procurar dar expressãoa esses atos, logo nas comunidades pré-escolares, perspetivando-os numa lógica de desejoe de futuro, de acordo com os ideais de justiça e de solidariedade consensualizados noespaço democrático. Ou seja, potenciando-os enquanto atos de aprender intencionais e,como tal, racionalmente planificados. Privilegia-se aqui uma visão cultural e relacional dacomunidade São Salvador, organizada em função do contributo dos seus educadores eprofessores, dos pais, das associações de pais, dos parceiros educativos, dos cidadãos,responsabilizados em termos de participação social e de compromisso.Assumimos que a comunidade educativa é feita de lugares e pensamentos; de lugares eemoções. É feita de gente. Porque vendo bem, a cidade é o produto das atitudes da genteque a usufrui. Gente concreta, nas situações quotidianas que constroem o mistério deviver.Uma escola aberta ao meio é uma escola que marca o mundo exterior com a sua iniciativae, ao mesmo tempo, afirma-se como capaz de acolher a interpelação que lhe chega dessemundo.A educação são vários lugares e começa em casa, desde o início do ser criança até àentrada na Escola, no primeiro dia.d) Recursos e equipamentos: qualidade e sustentabilidadeO atual momento do país, conjugado com as diferentes responsabilidades sobre os meiosao serviço da educação no Agrupamento, contribuirão para procurar parcerias ecompromissos internos e externos que garantam a manutenção em qualidade equantidade para aumentar a capacidade de sustentabilidade, desenvolvendo a suaatividade sem comprometer o futuro, respeitando a sociedade e o ambiente, conhecendoe considerando os interesses das partes, procurando, ainda, assegurar a sustentabilidadeeconómica.Procurar continuamente novas soluções para responder aos desafios diários, valorizando oespírito inovador e a iniciativa individual, mantendo o espírito aberto relativamente anovos métodos de trabalho, abordagens e metodologias são uma exigência para a Direção.e) Valor esperado e valor acrescentadoA comunidade escolar percorrerá, sistemicamente, gerações de doze a quinze anos nomesmo Projeto Educativo. O desenvolvimento socioeconómico do Concelho e da regiãodependerá do valor acrescentado pela Escola.O referencial da IGEC, para a avaliação externa da escola, é uma constante dascomunidades escolares. É imperioso prestar particular atenção aos resultados, monitorizá-los, e projetar a Escola atendendo às oportunidades que provem de vários quadrantes econtextos – valor esperado.A metodologia proposta pela Comissão Europeia (I3S) é uma das inspirações para aadequação de estratégias na melhoria de resultados, ofertas formativas e educativas efixação de alunos.A partir de 2010, os Estados-Membros foram convidados a melhorar consideravelmente asua utilização dos atuais Fundos Estruturais para projetos de investigação e inovação,ajudando as pessoas a adquirir as competências necessárias, melhorando o desempenho
  • 9. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-20179dos sistemas nacionais e implementação de estratégias de especialização inteligente eprojetos transnacionais. A Comissão está pronta a ajudar e vai usar as estruturas locais deeducação e formação para criar iniciativas de clusters para apoiar esta mudança eestabelecer uma "plataforma de especialização inteligente". A nossa Escola terá de, emparceria estratégica, sobretudo com o Ensino Superior, trabalhar com esta ambição.2. Perspetiva (holística) da administração e gestão da escolaPartimos para esta candidatura com a convicção repensada que a escola não se concebeisolada, relaciona-se em si e com o ambiente geral, comum a todas as organizações, de quemrecebe as condições políticas, legais, tecnológicas, financeiras e outras, indispensáveis para aconsecução das suas finalidades, e com o ambiente particular mais próximo e imediato, deinstâncias de quem se deve socorrer dos apoios materiais e humanos (técnicos e pedagógicos)mais adequados para responder às novas exigências educativas, ou a quem entregará tarefas quelhes são mais próprias ou, para as quais, estão em melhores condições de responder.A Escola é, em consequência, uma unidade de gestão com os múltiplos problemas-desafiospara resolver - vertente, administrativa. É essencialmente uma comunidade (grupo) que interagecom as comunidades a ela associadas – a vertente socioeducativa e familiar. É um espaço deaprendizagens para a formação dos cidadãos e desenvolvimento de um país – a vertente “sistemaeducativo”.Como afirma Lima (1998: 47), o desenvolvimento da escola como organizaçãoespecializada, tem e assume uma longa história, rica de significados. Nos próximos tempos seráapreendida como uma realidade objetivada, um empreendimento humano, uma organizaçãohistórica, política e culturalmente marcada, mas essencialmente de pessoas e para pessoas, onde oprofessor é, neste lugar educativo, o principal protagonista. Cá estamos!Incutir o discernimento sobre este olhar para a nossa Escola, tendo em consideração orespeito pelo Educador/Professor, e desenvolver a as competências do pedagogo, desde osprimeiros momentos no sistema educativo, é uma das interpelações maiores.3. Serviço colegial: Direção com responsabilidade partilhadaTendo como referência o que o MEC estabeleceu para a organização do ano escolar 2012-13, na redação dada pelo Despacho Normativo nº 13-A/2012, de 5 de junho, e avocando de granderelevância o conhecimento dos contextos interligados com o sentido de pertença e identidade coma sua própria escola, a direção que se apresenta neste Projeto assume, com retrospetivaautocrítica, os princípios e valores das Linhas Gerais para o Projeto Educativo; as boas práticas jádesenvolvidas; o envolvimento das lideranças intermédias na melhoria das práticas docentes emsala de aula, com impacto nos resultados escolares.4. Supervisão da qualidade do serviço prestadoUm projeto de gestão da qualidade e da melhoria do Agrupamento (Equipa deAutoavaliação, observatório da qualidade e mudanças a introduzir) estará presente nodesempenho deste serviço à comunidade escolar.Em suma, este Projeto de Intervenção pretende corresponder, como proposta, ao que osvários intervenientes desta Comunidade estabeleceram como Linhas Orientadoras para o ProjetoEducativo em articulação com o que esta candidatura sonha para o Agrupamento de Escolas deÍlhavo: identificar os problemas, definir a missão, as metas e as grandes linhas de orientação daação, bem como a explicitação do plano estratégico a realizar no mandato (RJAAGE, artº 22º-A)
  • 10. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201710II. MISSÃORealização pessoal e ambiente de trabalho. Esta candidatura assume e reincide que o papelessencial da liderança está numa dinâmica organizativa que acrescente dignidade aodesenvolvimento profissional dos recursos humanos ao seu dispor. A sua função na mudança évariada: vai desde facilitar diferentes tarefas, oferecer e difundir uma visão da organização e doensino, a estruturação da escola como local de trabalho, a participação na tomada de decisões e apartilha de diversas responsabilidades, até ter metas claras e prestar apoio à sua consecução.Assim, a Direção, para além das suas funções administrativas e de gestão, tudo fará para conseguirum clima positivo de relações interpessoais e melhoria do currículo e da aprendizagem dos alunos;ser um facilitador da mudança e da realização de cada um como pessoa e de todos como corpoorgânico e dinâmico, como Escola.Serviço. As escolas são estabelecimentos aos quais está confiada uma missão de serviçopúblico, que consiste em dotar todos e cada um dos cidadãos das competências e conhecimentosque lhes permitam explorar plenamente as suas capacidades, integrar-se ativamente na sociedadee dar um contributo para a vida económica, social e cultural do País. É a matriz da escola pública.Torna-se emergente, o desenvolvimento do conhecimento ao nível do uso pedagógico dasTIC e na preparação dos alunos para uma sociedade tecnológica.A escola promotora de saúde está e estará presente no dia-a-dia da comunidade escolar.Assim como, o amplo campo, que é urgente estreitar, da educação para a cidadania (ativa eresponsável).Autonomia. A autonomia da nossa Escola é, antes de mais, o exercício de umaresponsabilidade social pela educação em cada contexto. Ela expressa-se através de um conjuntode dispositivos legais, de procedimentos da administração central, regional e local e de práticasescolares que estão ao serviço do reforço da capacidade do sistema educativo. Mas também nacontínua procura de construção da Escola, no seu Projeto Educativo, com as famílias e asautarquias, no contexto sociocomunitário local, tendo em vista melhorar progressivamente osprocessos e os resultados escolares.A autonomia é uma dinâmica social, sempre em evolução, e é instrumental, pois trata -sede um meio para se atingir um fim: melhorar em permanência o desempenho social das escolas e oserviço público de educação. A autonomia visa a melhoria. A autonomia visa colocar todos osrecursos disponíveis ao serviço da melhoria das aprendizagens dos alunos concretos de cadaescola, da nossa Escola.Quem melhor conhece e tem de saber administrar é a comunidade educativa local, acomeçar pelos professores, pelos pais e pelo poder autárquico. O primeiro direito e o dever deeducar é das famílias, direito e dever a que o Estado se associa para fazer com que o serviçopúblico de educação se cumpra em todo o território com liberdade, equidade e rigor. Aintervenção do Estado deve ser reguladora e orientadora, não deve consistir numa intervençãopermanente, desestabilizadora e desorientadora, dirigida ao controlo cada vez mais burocratizadoe centralizado. Ao Estado caberá sempre a defesa do superior interesse das crianças sem alijarresponsabilidades, devendo para isso assumir as suas responsabilidades, em cooperação comoutros atores sociais (cfr RJAAGE e sucedâneos).A autonomia valoriza os critérios da proximidade, do conhecimento mais fiel das realidadessociais e escolares, do envolvimento dos parceiros sociais da educação, em cada contextosociocomunitário local, da responsabilização de todas as entidades locais com intervenção naeducação das crianças, jovens e adultos e da articulação territorial entre as suas vertentesestratégica e operacional e de gestão pedagógica, administrativa e financeira. A nossa“comunidade educativa” gerada em torno do Agrupamento de Escolas desenvolverá o Projeto
  • 11. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201711Educativo, incluindo “planos próprios” orientadoras da prestação do serviço público de educaçãoescolar. (CNE, 2012)Temos presente que a nossa Escola é uma entre iguais. Contudo, é legítimo ter a ambiçãode torná-la num lugar onde Professores, Assistentes, Pais, Alunos e Parceiros Educativosparticipam, na diversidade de responsabilidades, na administração e na organização escolar,representando um espaço onde se disputam e entrecruzam, por um lado os valores da cidadania eda participação democrática e, por outro lado, os valores da eficiência e da eficácia para a fazerdistinta.
  • 12. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201712III. METAS E LINHAS DE ORIENTAÇÃO DA AÇÃOAs metas globais, mais subjetivas, fundamentam-se na assunção dos princípios e valoresdas Linhas Gerais para o Projeto Educativo:1. Interpelação da mudançaO mandato (2013-17) estará marcado por esta realidade: mudança. Outros também oestiveram, outros também o estarão, mas este é o da mudança orgânica. A realização de cada um,a capacidade de permitir “a alegria de pensar” e ver concretizado o investimento (em si e nosoutros) que foi sonhado é premente.2. Cultura de Escola, deste Agrupamento de EscolasEntendemos que o processo de agregação deu com resultado uma adição de partes, oAgrupamento. Porém, para vencer as distâncias e eventuais disparidades é preciso consolidar aideia, materializando-a em ações, valorizando a unidade de todos não só pelo processo (deagregação) mas também pela realidade dinâmica, Escola de Ílhavo:121- Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes (3º CEB, Secundário e EBAS);121- Escola Básica José Ferreira Pinto Basto (2º e 3º CEB);121- Escola Básica Nossa Senhora do Pranto (Centro Escolar: Pré Escolar e 1º CEB);121- Escola Básica da Coutada (Centro Escolar: Pré Escolar e 1º CEB);121- Escola Básica da Légua (Centro Escolar: Pré Escolar e 1º CEB);121- Escola Básica de Vale de Ílhavo (Centro Escolar: Pré Escolar e 1º CEB);121- Escola Básica de Ílhavo (1º CEB, EBAS – 1º CEB e Pré Escolar);121- Escola Básica da Gafanha de Aquém (1º CEB);121- Escola Básica da Chousa Velha (1º CEB);121- Escola Básica Senhora dos Campos (1º CEB);121- Jardim-de-infância da Chousa Velha;121- Jardim-de-infância da Gafanha de Aquém.Concordamos que não seja uma meta absoluta mas simbólica, dentro das Linhasapresentadas para o Projeto Educativo.3. Orgânica participativaA unidade de gestão poder-se-á estabelecer sobre as quatro dimensões da Gestão daExecução Organizacional: Desempenho, Inovação, Processos e Empenhamento que são cruzados,orientada pelos critérios do modelo CAF, atendendo principalmente aos cinco critérios de Meiosdo modelo (Liderança, Planeamento e Estratégia, Gestão das Pessoas, Parcerias e Recursos eGestão dos Processos e Mudança).
  • 13. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201713LIDERANÇA PLANEAMENTOGESTÃO DEPESSOASPARCERIAS ERECURSOSGESTÃO DEPROCESSOS EMUDANÇADesempenho ColegialConcretização deobjetivos emetasDelegaçãoAumento dacapacidade deresposta daEscolaOtimização derecursos eadição deprotocolosInovaçãoO professorEstruturasintermédiasDinamização dos“Stakeholders”internos eexternosRedes deproximidade,eficácia eeficiênciaIniciativas decriação de valordentro daautonomiaServiços“online”ProcessosComunicaçãosimples, ágil eclaraUniformização deprocessosEspecialização eEleição universale diretaCoordenaçãoAumento damelhoriaSegurança efiabilidadeCritériospartilhadosManual deprocedimentosColaboraçãoProximidade econhecimento(empírico ecientífico)ParticipaçãoabertaPreocupaçãocom osambientes detrabalhoA realizaçãopessoal eprofissionalDiálogoConsensoRelaçõesinterpessoaisCanal FacilitadorTrabalho deequipaLealdadeEnvolvimentoNum segundo momento, enquadram-se as metas mensuráveis, objetivas, conforme plano deações.4. Intencional das linhas de açãoa) A identidade e liderança e afirmação[concretização até 50% das ações no primeiro ano; 75% no final do segundoano; totalidades das ações iniciadas até ao final do terceiro ano]A escola são os que nela e dela participam, o sentido de pertença e o envolvimentona gestão dos diagnósticos, soluções e sonhos são meios fundamentais para estameta. Reconhecimento, de uns e de outros e das boas práticas produzidas. “Empowerment” e “coaching”, as lideranças e o acompanhamento de cadaum no seu contexto, ideias e interpelações. Comunicação, aproximar na dinâmica e projetar a qualidade desejada econcretizada.b) Ensino-aprendizagem: laboratório pedagógico-didático.[concretização até 20% das ações no primeiro ano; 20% no final do segundoano; 25% até ao final do terceiro ano; totalidades das ações iniciadas até aoinício do quarto ano]A atividade primordial da escola: tempo para cada um e para “com” os outros,preparatório da atividade substancial (letiva), a lecionação e as açõescomplementares (não letiva). Recentrar a escola no serviço fundamental. A Escolatem urgência nesta complementaridade, centrar o trabalho no essencial: pensar,preparar, ponderar, partilhar,… ensinar! O docente e o seu serviço. O desempenho do aluno e a cidadania, escolar e para além da escola. Complementaridade especializada. Na inclusão de todos, há pessoas eserviços que dão um contributo essencial como pedagogos.
  • 14. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201714c) Lugares Educativos e “Cidade Educadora”[concretização até 30% das ações no primeiro ano; 20% no final do segundoano; 25% até ao final do terceiro ano; totalidades das ações iniciadas até aoinício do quarto ano]O papel essencial da Escola é subsidiário de outros lugares de educação; permitirdiagnósticos, sugerir novas perspetivas para preparar as gerações de agora para oque espera o Concelho de Ílhavo, a Região, o País nos próximos doze anos: o valoresperado versus valor acrescentado. Família. Complementaridade educativa (técnica e operacional) intraescola. Parcerias Formativas. Inovação e Criatividade educativa. Especialização inteligente.d) Equipamentos e recursos materiais (e financeiros). Qualidade e sustentabilidade[Iniciação das ações até 60%, no primeiro ano; 20% no final do segundo ano;20% até ao final do terceiro ano]É necessária a denominada engenharia financeira para garantir o serviço. Nessesentido, as parcerias, o aluguer, a oferta de serviços à comunidade com retornopara o orçamento privativo obriga a criatividade para que se consiga fazer muitocom poucos recursos. Gestão dos espaços Segurança Manutenção e requalificação Parcerias estruturaise) Valor esperado e valor acrescentado[Início de todas as ações até ao final do primeiro ano. Monitorizaçãopermanente nos anos seguintes para melhoria continua]No final de todos os processos, conforme os vários ciclos da vida na Escola, énecessário analisar os resultados atingidos e renovar estratégias.Os resultados académicos e sociais, a monitorização de processos, a supervisão depráticas para introduzir melhoria têm lugar definido na organização escolar. Aqui aabordagem é proposta sob as expetativas de entrada e saída da Escola. Se, àpartida, atendendo ao contexto socioeconómico da implantação do agrupamentohá indicadores de um determinado valor esperado o confronto contínuo com ovalor acrescentado, por ano e ciclo, dará pormenores transversais para a ação daescola nas dimensões essenciais do produto da concretização da sua missão. Resultados Académicos Resultados Sociais Exercício das dimensões pedagógica, cultural, patrimonial, administrativo-financeira Autoavaliação progressiva e sistemática
  • 15. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201715IV. PLANO ESTRATÉGICO1. DiagnósticoPonderámos as fontes disponíveis, nomeadamente os resultados académicos e osrelatórios da avaliação externa, e a experiência na administração e gestão. Tivemospresente alguns pressupostos de análise que condicionam a leitura desses dados:destacamos o tempo que mediou as ações inspetivas, os diferentes quadros de referentesnos ciclos de avaliação externa, organizações escolares diferentes, circunstâncias atuais navida das escolas.Assumimos para melhoria os pontos fortes apontados, damos particular relevo àcontinuação das boas práticas; cuidámos os resultados académicos; temos emconsideração os pontos fracos para introduzir ações cabais; discernimos oportunidades, naavaliação externa e na vida da Escola, considerando os resultados, a prestação do serviçoeducativo, a liderança e gestão.a) Sob a avaliação externaPontos fortes:Resultados nos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática, nos doisúltimos anos letivos, notoriamente superiores aos nacionais, com um efeitopositivo na imagem do Agrupamento junto da comunidade;Diversidade e abrangência dos projetos e parcerias, como forma de estimular evalorizar as aprendizagens das crianças e dos alunos e, em simultâneo, melhorar asexpetativas da comunidade escolar;Excelente trabalho desenvolvido, enquanto Escola de Referência para o EnsinoBilingue de Alunos Surdos, com crianças e alunos portadores de dificuldadesauditivas, promotor da igualdade de oportunidades e do convívio com a diferença;Contributo relevante da biblioteca escolar para a melhoria do serviço prestadopelo Agrupamento à comunidade educativa;Liderança da direção, mobilizadora da articulação entre as estruturas internas e dotrabalho em torno dos objetivos da organização, com impacto positivo nosresultados escolares.Introdução da prática de observação de aulas pelos coordenadores dedepartamento, indiciadora de uma liderança pedagógica efetiva e de umaavaliação formativa do desempenho dos docentes;Adoção de medidas estratégicas transversais, orientadas diretamente para amelhoria dos resultados, tais como as assessorias pedagógicas em sala de aula e otrabalho colaborativo semanal;Uso generalizado de ferramentas informáticas, o que tem contribuído para aagilização dos procedimentos de gestão pedagógica e administrativa, o apoio aoestudo autónomo dos alunos e a melhoria da comunicação;Existência de uma liderança muito apostada na melhoria e na qualidade, comreflexos na coerência, rigor e pertinência dos documentos estruturantes da Escolae na capacidade para executar as ações programadas;Abertura à comunidade e desenvolvimento de parcerias e projetos, com impactorelevante na prestação do serviço educativo e nas aprendizagens dos alunos;Progressos notórios no desempenho da Escola, nos últimos anos, nos domínios daprestação do serviço educativo e da liderança e gestão.
  • 16. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201716Pontos fracos:Resultados nas provas de aferição de Matemática do 1º ciclo, que, no últimotriénio, se situaram abaixo dos nacionais, com efeito negativo na imagem doAgrupamento junto da comunidade;Indisciplina focalizada num grupo de alunos, associada ao aumento do número demedidas sancionatórias aplicadas, que poderá comprometer o clima detranquilidade necessário à ação educativa;Insuficiente aproveitamento dos recursos disponíveis no âmbito das ciênciasexperimentais, que não fomenta uma atitude positiva face ao método científico;Ausência de um processo de autoavaliação global e sistemático, que impossibilitao conhecimento sustentado do Agrupamento e pode condicionar o seu progresso.b) ConstrangimentosA multiplicidade de funções e processos solicitados aos docentes;Diminuição do número de alunos, conforme indicadores da Carta Educativa eCensos 2011;Rede de educação e formação pouco flexível na fixação de ofertas educativas;Conflitos em sala de aula;Número de horas dos docentes na escola;Número de alunos por turma;Baixo índice de motivação para a escola, por parte de um número considerável ealunos;Dificuldades sociofamiliares.c) OportunidadesAlargamento da rede de parcerias a instituições de ensino superior, como desafio àdinamização do processo de autoavaliação.Resultados nos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática do 9º anode escolaridade;Regulação do comportamento dos alunos em sala de aula, de forma a rendibilizaros tempos de aprendizagem e melhorar os resultados escolares;Desenvolvimento da capacidade das lideranças intermédias de passar dodiagnóstico dos problemas e da definição de planos de melhoria para mudançasefetivas nas práticas docentes em sala de aula, com impacto nos resultadosescolares;A agregação;Os equipamentos educativos disponíveis no Concelho;Presença e envolvimento da Autarquia;Percursos e experiência feitos pelas unidades de gestão agregadas;Proximidade (apesar das distâncias).Perante a análise efetuada propomos cinco linhas de atuação, priorizadas em 21indicadores; materializadas em 152 ações ao longo dos próximos anos, fiéis ao que consideramoscomo exigência nas dez “linhas orientadoras da política educativa do agrupamento”, queassumimos como objetivos primordiais (a itálico na coluna objetivos no mapa-plano de ações adesenvolver, nas páginas seguintes).
  • 17. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-2017172. Plano de Ações a desenvolver1- Identidade e liderança e afirmaçãoResposta apontos fracos,constrangimentose oportunidadesDesenvolvimento da capacidade das lideranças intermédias de passar do diagnóstico dos problemas e dadefinição de planos de melhoria para mudanças efetivas nas práticas docentes em sala de aula, com impactonos resultados escolares;A agregação;Os equipamentos educativos disponíveis no Concelho;Presença e envolvimento da Autarquia;Percursos e experiência feitos pelas unidades de gestão agregadas;Proximidade (apesar das distâncias).PRIORIDADE OBJETIVOS AçõesINDICADORES DESUPERVISÃO E MEDIDA1. Reconhecimentoe protagonismoConhecer oagrupamentodescobrindo nadiversidade umaoportunidadeDescobrir as mais-valias de cada um nopercurso realizadoAtender ao lazer e aodescansoP1_a_1 - Criação de um Roteiro doAgrupamentoP1_a_2 - Dinamização do “Escola Acolhe”(reuniões, ações, interatividade em todas asescolas do Agrupamento)P1_a_3 - Construção de um painel da história eboas práticas em desenvolvimentoP1_a_4 - Realização do AnuárioP1_a_5 - Criação de um grupo que aproximeantigos docentes, alunos e não docentes da“nova” EscolaP1_a_6 - “Especialização” de cada escola numaárea do Plano de AtividadesP1_a_7 - Recriação do “logo” e promoção“Merchandising low cost” na EscolaP1_a_8 - Internacionalização-geminação daspráticas da escola e ensinoExecução da AçãoRelatório dasAtividadesAvaliação Interna2. “Empowerment”e “coaching”Incrementar oenvolvimento daslideranças intermédiasna melhoria daspráticas docentes emsala de aula, comimpacto nosresultados escolares.P2_a_1 - Eleição universal dos pares nasestruturas intermédias de CoordenaçãoP2_a_2 - Delegação de CompetênciasP2_a_3 - Coordenação dos trabalhos doConselho Pedagógico a cargos das estruturasintermédiasP2_a_4 - Organização de Fóruns deorganização e gestão do AgrupamentoP2_a_5 - Estabelecimento de um plano deformação que inclua a realização de formaçãocreditada regular (Capitalização das reuniõesde estruturação do ano letivo, processo deanálise de resultados, planificação, produçãode materiais didáticos e conversão num planode formação creditada)P2_a_6 - Interescola – realização de um planoDados sobre o nível desatisfação e bem-estarda comunidade(questionários) edemais dados obtidospara melhoria continuaOpiniões e sugestõesdos membros dacomunidade educativa(relatórios, reuniõesetc.)
  • 18. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201718básico de ações de todos para todosP2_a_7 - Produção e edição de trabalhoscientífico-pedagógicosP2_a_8 - Criação de um Gabinetemultidisciplinar de apoio à Inclusão e à gestãode conflitosP2_a_9 – Desenvolvimento de unidades degestão do serviço não docenteP2_a_10 – Promoção de um Festivalmulticultural e intergeracional3. ComunicaçãoPromover a imageminstitucional doAgrupamento emelhorar os circuitosde comunicação einformação com todaa comunidadeeducativa.Divulgar de formaeficaz o serviçoeducativo prestadopela escola.Criar um plano decomunicação (internae para o exterior) paraa organização escolar,reforçando as boaspráticas já existentes ecriando novasIntraescolaP3_a_1 - Valorização da comunicação visual epresencial (incluindo organigrama dasestruturas da Escola)P3_a_2 - Instalação de um serviço telefónicoque permita enviar também em massa de sms,conforme pertinência do evento ou açãoP3_a_3 – Criação de um Serviço intranet entrea escola-sede e as escolas e jardins-de-infânciada Escola.P3_a_4 - Produção de trabalhos em todos osciclos para o portal da Escola.P3_a_5 - Aumento da utilização da plataforma“Moodle”P3_a_6 - Alargamento da utilização daplataforma ““Moodle”” a toda a comunidadeescolarP3_a_7 - Divulgação de boletins Pedagógicos-informativos na plataforma “Moodle”P3_a_8 - Criação e utilização de BloguesP3_a_9 – Publicação de Notas “online”P3_a_10 - Extensão da participação nas redessociaisP3_a_11 – Promoção da Rádio EscolarP3_a_12 – Prestação de serviços decomunicação permanente (newsletter digital,correio convencional, correio eletrónico)ExtraescolaP3_a_13 – Criação de um Portal Interativo daEscola, dentro de um plano de comunicação,organizado em função do perfil dos utilizadoresP3_a_14 – Criação da Secretaria “Online”Nível de satisfação(Avaliação Interna)Taxa de utilização daplataforma ““Moodle””Número de InscritosNúmero de disciplinascriadasNúmero deEncarregados deEducação/ inscritos naPlataforma/Pessoal nãodocente/ alunosNúmero de boletinspedagógicos divulgadosna plataforma.Nº de bloguesAtivosNº de visitantes
  • 19. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201719P3_a_15 – Dinamização de um Jornal da EscolaP3_a_16 - Incremento do Gabinete deComunicação e EdiçãoP3_a_17 - Edição de trabalhos científicos epedagógicosP3_a_18 – Criação de um Canal de TV –“Youtube”P3_a_19 – Manutenção do Programa de Rádio– protocoloP3_a_20 – Participação em Colóquios nacionaisde interescolasP3_a_21 – Promoção de Intercâmbiosnacionais e internacionais de inovação edesenvolvimento curricular
  • 20. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-2017202- Ensino-aprendizagem: laboratório pedagógico-didáticoResposta apontos fracos,constrangimentose oportunidadesInsuficiente aproveitamento dos recursos disponíveis no âmbito das ciências experimentais, que não fomentauma atitude positiva face ao método científico;Indisciplina focalizada num grupo de alunos, associada ao aumento do número de medidas sancionatóriasaplicadas, que poderá comprometer o clima de tranquilidade necessário à ação educativa;A multiplicidade de funções e processos solicitados aos docentes;Diminuição do número de alunos, conforme indicadores da Carta Educativa e Censos 2011;Número de horas dos docentes na escola;Número de alunos por turma.PRIORIDADE OBJETIVOS AÇÕESINDICADORES DESUPERVISÃO E MEDIDA4. O docente protagonista dodesenvolvimento pessoal eprofissionalPromover a regulaçãodo comportamento dosalunos em sala de aula,de forma a rentabilizaros tempos deaprendizagem emelhorar os resultadosescolares.Aumentar a prática desupervisão pedagógicadas atividades letivas.Retribuir ao professor oprotagonismo essencialno processo ensinoaprendizagemTempo LetivoP4_a_1 - Reformulação doHorário-Semanário adequado aomodelo legislativo vigenteP4_a_2 – Habilitação da comunidadeescolar com meios e técnicas para secentrar no essencial da escola:pedagogia.P4_a_3 – Atribuição de salas de Aula porGrupo de RecrutamentoP4_a_4 – Atribuição de “Espaçosespecíficos de lecionação”P4_a_5 – Reforço do apoio ao méritoP4_a_6 – Promoção de Programas detrabalho específicoP4_a_7 – Fomentação de Trabalho deCampoP4_a_8 – Exponenciação dos SumárioseletrónicosP4_a_9 - Diferenciação de registossobre aproveitamento ecomportamento dos alunos de acordocom o CTP4_a_10 - Medidas de avaliaçãoformativa, através da disponibilizaçãoregular e sistemática de dados da turma(públicos) e dados individuais (a cadaalunos), segundo estratégias de cada CTe CDP4_a_11 - Reforço do papel doscoordenadores de departamento e dasupervisão pedagógicaP4_a_12 - Implementação de um desistema de monitorização regular paraidentificação de boas práticas de sala deaula (“framework” de desenvolvimentopedagógico)SumáriosDocumentos dos CT
  • 21. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201721Favorecer a formaçãodo pessoal docente enão docente em áreasconsideradasprioritárias e essenciais,nomeadamente as TIC ea LGPSistematizar práticas dereflexão (auto eheteroavaliação) e detrabalho colaborativo.Trabalhar emcolaboraçãoessencialmente napreparação e melhoriada prática letiva eprojetos de inovaçãoApoiar a criação eprodução de outrasexperiências educativasTempo Não LetivoP4_a_13 – Agilização ou supressão dos“devoradores de tempo” (minutosperdidos, burocracia,…)P4_a_14 - Alteração ao tempo e o modode “Substituições”P4_a_15 – Criação de um GabineteCientífico, como comissão especializadade apoio ao Conselho Pedagógico quegarante o desenvolvimento didático daformaçãoP4_a_16 - Formação para a gestão detempo, conflitos e currículosP4_a_17 – Promoção de um Campo deexperimentação e inovação inter-paresem correlação com o ensino superiorP4_a_18 - Diferenciação dos apoioseducativos que dignifiquem o trabalhodocente e comprometam os alunos(assessorias pedagógicas, metodologiade projeto,…)P4_a_19 – Prevalência da práticapedagógica com recurso a parceriascom o Ensino Superior e UniversitárioP4_a_20 - Investigação-formação naaçãoP4_a_21 – Criação de um Centro deRecursos (com elementos inovadoresnas práticas de Intervençãometodológica/pedagógica)P4_a_22 - Implementar práticas deavaliação com reflexo nas disciplinas docurrículoP4_a_23 – Fomentação de oficinas detrabalho com peritos e académicosP4_a_24 - Adequação dos critérios deavaliaçãoP4_a_25 - Comparticipação contínuacom o Centro de FormaçãoP4_a_26 - Formação Específica paraCoordenadores e Diretores de TurmaRelatório doDocentePlano Anual deAtividadesResultados dosalunosParecer dasestruturasintermédias5. Desempenho do AlunoMelhorar os níveis dedesempenho e aqualificação dos alunos,de modo a atingir asmetas, os valores e osprincípios definidos peloAgrupamento.P5_a_1 – Criação de Projetos-disciplinae espaços para o seu desenvolvimentoP5_a_2 – Valorização do Trabalhoexperimental e de campoP5_a_3 - Encaminhamento de alunosDocumentos dos CTResultadosEscolaresAvaliação Interna
  • 22. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201722Desenvolver, nos alunose formandos,competências básicasem literacia dainformação, literaciainformática e literaciada leitura.Desenvolver estratégiasque visem diminuir oabsentismo e oabandono escolarem situação de riscoP5_a_4 - Celeridade na aplicação dasmedidas disciplinares com aparticipação/responsabilização diretados paisP5_a_5 – Dinamização do Gabinete doAluno e Ética Escolar (com autonomiapara agilizar processos que impeçam ocumprimento do trabalho regular dacomunidade escolar)P5_a_6 – Promoção de atividades deintegração que valorizem a própriaescola e a sua requalificaçãoP5_a_7 – Oferta de Apoios educativos –em oficina ou individualizado, conformeCTP5_a_8 - Promoção de práticasinterdisciplinares regularesP5_a_9 - Análise e identificaçãosistemática das áreas/ disciplinas comsucesso e insucessoP5_a_10 - Comunicação regular sobre odesempenho da organização, dos níveisde ensino, das disciplinas e das turmas,aos pais e alunos, por forma acontribuir, através da informação, paraum empenhamento reforçado dos paise alunos na melhoria global dosresultados escolares6. Cidadania EscolarPromover, junto dosalunos, a importânciado mérito e daexcelência.P6_a_1 – Criação de Salas de ProjetosP6_a_2 – Dinamização de Rede social desolidariedadeP6_a_3 – Promoção de Voluntariado eação social (dentro e fora da escola)P6_a_4 – Atribuição de Prémios deMérito e ExcelênciaP6_a_5 - Acompanhamento daAssociação de EstudantesP6_a_6 – Criação da Comissão deAlunos (no 2º Ciclo)P6_a_7 – Promoção de reuniõesmensais com os Delegados de TurmaP6_a_8 - Valorização dos intervaloscomo tempos de formação, (porexemplo, o do almoço na cantina) eoutros espaços (biblioteca, espaçosexteriores, sala de projetos)P6_a_9 – Utilização das TIC, para umapolítica de cidadania digital eesclarecimento sobre o uso ético eseguro da internet e das tecnologiasdigitaisDocumentos dos CTResultadosEscolaresAvaliação Interna
  • 23. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-2017237. ComplementaridadeespecializadaReforçar asmodalidades/atividadesde apoio pedagógicoe/ou complementoeducativo.P7_a_1 – Criação de um Gabinetemultidisciplinar de apoio à Inclusão e àgestão de conflitosP7_a_2 – valorização do Ensino Bilinguede Alunos SurdosP7_a_3 – Criação de um Mural dadiversidade, sobretudo para o 1º CicloP7_a_4 – Promoção de um ForumSocial (debate e propostas sobre apoioa alunos carenciados ou comdificuldades de aprendizagem ounecessidades educativas especiais, noâmbito de uma política de integração dadiferença e etnias)P7_a_5 – Lançamento, em embrião, deum Banco de Tempo para apoioeducativoP7_a_6 – Dinamização de JornadasVocacionaisRelatóriosRegisto das açõesPlano Anual deAtividades
  • 24. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-2017243- Da casa à escola: “Cidade Educadora” e lugares educativosResposta apontos fracos,constrangimentose oportunidadesRede de educação e formação pouco flexível na fixação de ofertas educativas;Baixo índice de motivação para a escola, por parte de um número considerável e alunos;Dificuldades sociofamiliares.Indisciplina focalizada num grupo de alunos, associada ao aumento do número de medidas sancionatóriasaplicadas, que poderá comprometer o clima de tranquilidade necessário à ação educativa.PRIORIDADE OBJETIVOS AÇÕESINDICADORES DESUPERVISÃO E MEDIDA8. Pré-escolar e primeirocicloDar expressão aosprimeiros passos naescolaCriar dinâmicas deconhecimento eenvolvência com oProjeto EducativoP8_a_1 - Acompanhamentosistemático e direto no acesso à EscolaP8_a_2 – Criação de um Gabinete deapoio à gestão por nível de ensinoP8_a_3 - Diagnóstico eencaminhamento das ações daspessoas dos estabelecimentosP8_a_4 - Superação de “isolamento”Avaliação Interna9. FamíliaPromover iniciativas deformação junto dospais/EE.Envolver os Pais/EE noprocesso de ensino-aprendizagem dos seuseducandos.Incrementar ovoluntariado dos Pais naescola/Agrupamento,nomeadamente atravésdas Associações de Pais.P9_a_1 - Participação nas reuniõesintercalares dos Conselhos de TurmaP9_a_2 – Integração no Gabinetemultidisciplinar de apoio à Inclusão e àgestão de conflitosP9_a_3 – Promoção de Reuniõesperiódicas com P/EE representantesnos CTP9_a_4 - Acompanhamento mensaldas Associações de Pais – Sugerir umaunidade representativaP9_a_5 – Dinamização deVoluntariado na Escola em áreas deação socialP9_a_6 – Criação da Escola de Pais(em articulação com outras escolas)P9_a_7 - Informação periódica sobre avida da EscolaAvaliação InternaRegisto das ações10. Complementaridadeeducativa (técnica eoperacional) intraescolarEnvolver o pessoaldocente, não docente, osalunos e os seus Pais/EEnas atividades do PAA doAgrupamento e dacomunidade envolvente.Favorecer a formação dopessoal docente e nãodocente em áreasconsideradas prioritáriase essenciais,nomeadamente as TIC ea LGP.P10_a_1 – Elaboração de um Plano deformação adequada ao novo ciclo:atendimento, gestão de processos,motivação, comunicação, áreas degestãoP10_a_2 – Construção do Plano deAtividades de dinamização da EscolaP10_a_3 – Organização da gestão derecursos por Unidades de ServiçoP10_a_4 – Criação de programas deprocesso automático deNº de participaçõesGrau de satisfaçãoAutoavaliação
  • 25. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201725Operacionalizar a gestãodos processosadministrativos edidático-pedagógicos,com recurso às TIC.preenchimento das matrículasP10_a_5 - Modernização dos serviçosde administração escolarP10_a_6 - Informatização de serviços,plataformas “online” (SecretariaVirtual)P10_a_7 - Acompanhamento dealunosP10_a_8 – Construção doOrganigrama de prestação de serviçoe manual de procedimentos11. Parcerias formativas einclusivasAbertura à comunidade edesenvolvimento deparcerias e projetos, comimpacto relevante naprestação do serviçoeducativo e nasaprendizagens dosalunos.P11_a_1 - Sistema Nacional deIntervenção Precoce na Infância(SNIPI)P11_a_2 - Equipa Local de Intervençãode ÍlhavoP11_a_3 - Centro de SaúdeP11_a_4 - Gabinetes Técnicos(fisioterapeuta, psicologia, técnicosuperior de serviço social, terapeutade fala, educador social).P11_a_5 - Cidade EducadoraP11_a_6 - Cidade Amiga das CriançasP11_a_7 - “Led values”Nº de parceriasDados evolutivosRelatório desatisfação12. Inovação e criatividadeAproximar a comunidadediscente da práticaGerar uma escola viva enovaSonhar a escola dofascínio de cada umProporcionar apossibilidade de fazer econhecer melhor aquilode que se gostaPromover as bibliotecasescolares enquantoparceiros privilegiados naexecução do processo deensino-aprendizagemP12_a_1 – Dinamização de Projetos eClubes temáticos nos domínios(sugestão): Escola Promotora deSaúde, Ambiental, Patrimonial,Artísticos, Literários, Internacionais,Media e Jornalismo, Inclusão Social,Mentorado, …P12_a_2 – Valorização da prática deOrçamentos Participativos emprojetos e atividades inovadorasP12_a_3- Dinamização de SemanasTemáticas de pluralidade de literaciasP12_a_4 – Criação do Projetoempreender (sobretudo dacomunidade para a comunidade) paramelhoria da escolaP12_a_5 - Desenvolvimento deprogramas para as literaciasintegrados na missão das Bibliotecas,no âmbito do Projeto EducativoNº de parceriasDados evolutivosRelatório desatisfação
  • 26. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201726P12_a_6 - Reforço do trabalhocolaborativo com outros parceiros(internos e externos)13. Especialização(conhecimento)InteligenteAdequar a ofertaformativa àsnecessidades dos alunose aos recursos humanos emateriais existentes noAgrupamento,respeitando asorientações da tutela.Contribuir para elevar osníveis de educação eformação, recorrendo àsofertas educativasvigentes.Promover a oferta denovas áreas educativas.Diversificar a ofertaeducativa e formativa deacordo com os quadrosde financiamentoProporcionar formaçãocom saída profissionalP13_a_1 - Estudo, interno, dediagnóstico sobre empregabilidade esaídas profissionais para adequar aoferta educativa e formativaP13_a_2 - Formação Profissional comcurrículo em contexto de trabalhoP13_a_3 - Parcerias com empresaspara formação extra-estágioP13_a_4 – Divulgação de IndústriasCulturais e CriativasP13_a_5 – Realização da SemanaAberta e VocacionalP13_a_6 – Incentivo ao VoluntariadoprofissionalizanteP13_a_7 – Debate sobre “Gap year”Nº de parceriasDados evolutivosValor acrescentadoà escolaRelatório desatisfação
  • 27. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-2017274- Equipamentos e recursos materiais: qualidade e sustentabilidadeResposta apontos fracos,constrangimentose oportunidadesOs equipamentos educativos disponíveis no Concelho;Presença e envolvimento da Autarquia.PRIORIDADE OBJETIVOS AÇÕESINDICADORES DESUPERVISÃO E MEDIDA14. Gestão dos espaçosRentabilizar osequipamentosReforçar osorçamentosP14_a_1 - Aluguer de instalações (cfrtambém ação P1_a_7)P14_a_2 – Implementação da Cozinha SocialP14_a_3 – Exploração de Atividades deVerão na EscolaOrçamento PrivativoNº de protocolosestabelecidosDados evolutivos15. SegurançaManter condiçõesbásicas de trabalhoGarantir o bem estarde todos os elementosda comunidadeescolarP15_a_1 - Vigilância e acompanhamento apartir das Portarias de EscolaP15_a_2 – Implementação de Cartões porsistema de rádio frequênciaP15_a_3 - Atualização do Plano deEmergência e SegurançaP15_a_4 - Encaminhamento à famíliaNº de registos deintervençõesefetuadosGrau de satisfação16. Manutenção erequalificaçãoProceder àmanutenção e/oumelhoria dasinstalações escolaresdependentes datutela.P16_a_1 – Criação de um Protocolo de“Piquete” para manutençãoP16_a_2 – Implementação de uma EquipaInterna de manutenção e segurançaP16_a_3 – Aplicação de Piso sintético nocampo de futebol da Escola Sede econstrução de um Skate ParkP16_a_4 – Elaboração de um Manual deProcedimentos de manutenção e limpezados espaçosP16_a_5 - Requalificação de laboratóriosP16_a_6 - Reorganização de cozinhas erefeitóriosNº de registos deintervençõesefetuadasGrau de satisfação17. Parcerias estruturaisFomentar Políticas deSaúde, Segurança eDisciplina,promovendo odesenvolvimento decompetênciasessenciais nestasáreas, através deatividades eprogramasespecíficos.P17_a_1 - Protocolos com:Município de ílhavoCIRAAssociações de PaisEscola SeguraCPCJCASCICentro de SaúdeBombeirosUniversidade de AveiroInstituto PiagetRádio Terra NovaEquipamentos MunicipaisTecido Empresarial Local e RegionalServiços LocaisAlto Comissário para a Imigração eDiálogo InterculturalNº de protocolosestabelecidosEvolução do nº deações desenvolvidasImpactos nasatisfação do serviçoprestado
  • 28. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-2017285- Valor esperado e valor acrescentadoResposta apontos fracos,constrangimentose oportunidadesResultados nos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática do 9º ano de escolaridade;Regulação do comportamento dos alunos em sala de aula, de forma a rendibilizar os tempos de aprendizageme melhorar os resultados escolares;Resultados nas provas de aferição de Matemática do 1º ciclo, que, no último triénio, se situaram abaixo dosnacionais, com efeito negativo na imagem do Agrupamento junto da comunidade;Alargamento da rede de parcerias a instituições de ensino superior, como desafio à dinamização do processode autoavaliação.Ausência de um processo de autoavaliação global e sistemático, que impossibilita o conhecimento sustentadodo Agrupamento e pode condicionar o seu progresso.PRIORIDADE OBJETIVOS AÇÕESINDICADORES DESUPERVISÃO E MEDIDA18. ResultadosAcadémicosAnalisar os trajetosescolaresDiagnosticar áreas deintervenção e reforço depráticasP18_a_1 - Monitorização e introdução demelhoria em:Evolução dos resultados externosQualidade do sucessoAbandono e desistênciaP18_a_2 - Manutenção da matrícula noAgrupamentoDocumentos dos CTRelatórios dosÓrgãos e Estruturasde SupervisãoAvaliação InternaTaxas de repetênciaResultados19. Resultados SociaisPerspetivar os impactossocio-escolares efamiliaresEnvolver os alunos emnovas plataformas decidadania e participaçãocívicaP19_a_1 – Elaboração do Regulamentodo mérito: Participação na vida da escolae assunção de responsabilidades;Cumprimento das regras e disciplina;Formas de solidariedade; Impacto daescolaridade no percurso dos alunosP19_a_2 - Monitorização e apoio nosbenefícios de ação social escolarP19_a_3 - Acompanhamento do percursodos alunos interciclos e pós-EscolaRelatórios do Planode Atividades e dasestruturaspromotoras dasaçõesAvaliação Interna20. Exercício das áreasde administração egestãoAferir a execução domandatoP20_a_1 - Elaboração dos documentosde autonomiaDados evolutivosRelatóriosEspecíficosMonitorização donúmero de ações doProjeto deIntervenção21. AutoavaliaçãoRealizar regularmente aavaliação interna dainstituição.Conferir à avaliação asfinalidades/oportunidadesde melhoria.P21_a_1 – Definição do modelo deautoavaliação em parceria com o EnsinoSuperior e Universitário.P21_a_2 – Dinamização da Equipa deAvaliação InternaP21_a_3 - Protocolo com “Amigoexterno”Relatório daAvaliação Interna
  • 29. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201729V. CRONOGRAMAInfografismo: » – início e desenvolvimento regular da ação.+ - incidência, redefinição na ação;2013/2014 2014/2015 2015/2016 2016/20171ºP 2ºP 3ºP 1ºP 2ºP 3ºP 1ºP 2ºP 3ºP 1ºP 2ºP 3ºP1.Reconhecimento eprotagonismoP1_a_1 - Criação de um Roteiro do Agrupamento » + + +P1_a_2 - Dinamização do “Escola Acolhe” (reuniões, ações, interatividade emtodas as escolas do Agrupamento) » + + +P1_a_3 - Construção de um painel da história e boas práticas emdesenvolvimento » + + +P1_a_4 - Realização do Anuário » + + +P1_a_5 - Criação de um grupo que aproxime antigos docentes, alunos e nãodocentes da “nova” Escola » + + +P1_a_6 - “Especialização” de cada escola numa área do Plano de Atividades » + + + + +P1_a_7 - Recriação do “logo” e promoção “Merchandising low cost” na Escola » + + +P1_a_8 - Internacionalização-geminação das práticas da escola e ensino » + +2.“Empowerment” e“coaching”P2_a_1 - Eleição universal dos pares nas estruturas intermédias deCoordenação » +P2_a_2 - Delegação de Competências » + + +P2_a_3 - Coordenação dos trabalhos do Conselho Pedagógico a cargos dasestruturas intermédias » + + + + + +P2_a_4 - Organização de Fóruns de organização e gestão do Agrupamento » + + +P2_a_5 - Estabelecimento de um plano de formação que inclua a realização deformação creditada regular (Capitalização das reuniões de estruturação do anoletivo, processo de análise de resultados, planificação, produção de materiaisdidáticos e conversão num plano de formação creditada)» + + +P2_a_6 - Interescola – realização de um plano básico de ações de todos paratodos » + + +P2_a_7 - Produção e edição de trabalhos científico-pedagógicos » + + +P2_a_8 - Criação de um Gabinete multidisciplinar de apoio à Inclusão e à gestãode conflitos » + + +P2_a_9 – Desenvolvimento de unidades de gestão do serviço não docente » +P2_a_10 – Promoção de um Festival multicultural e intergeracional » + +3.ComunicaçãoP3_a_1 - Valorização da comunicação visual e presencial » + + + + + + + + + + +P3_a_2 - Instalação de um serviço telefónico que permita enviar também emmassa de sms, conforme pertinência do evento ou ação »P3_a_3 – Criação de um Serviço intranet entre a escola-sede e as escolas ejardins-de-infância da Escola. » + + +
  • 30. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201730P3_a_4 - Produção de trabalhos em todos os ciclos para o portal da Escola. »P3_a_5 - Aumento da utilização da plataforma “Moodle” +P3_a_6 - Alargamento da utilização da plataforma “Moodle” a toda acomunidade escolar » +P3_a_7 - Divulgação de boletins Pedagógicos-informativos na plataforma“Moodle” »P3_a_8 - Criação e utilização de Blogues »P3_a_9 – Publicação de Notas “online” »P3_a_10 - Extensão da participação nas redes sociais »P3_a_11 – Promoção da Rádio Escolar »P3_a_12 – Prestação de serviços de comunicação permanente (newsletterdigital, correio convencional, correio eletrónico) »P3_a_13 – Criação de um Portal Interativo da Escola, dentro de um plano decomunicação, organizado em função do perfil dos utilizadores »P3_a_14 – Criação da Secretaria “Online” »P3_a_15 – Dinamização de um Jornal da Escola »P3_a_16 - Incremento do Gabinete de Comunicação e Edição » +P3_a_17 - Edição de trabalhos científicos e pedagógicos » + +P3_a_18 – Criação de um Canal de TV – “Youtube” »P3_a_19 – Manutenção do Programa de Rádio – protocolo »P3_a_20 – Participação em Colóquios nacionais de interescolas »P3_a_21 – Promoção de Intercâmbios nacionais e internacionais de inovação edesenvolvimento curricular »4.O docente protagonista dodesenvolvimento pessoal eprofissionalP4_a_1 - Reformulação do Horário-Semanário adequado ao modelo legislativovigente » +P4_a_2 – Habilitação da comunidade escolar com meios e técnicas para secentrar no essencial da escola: pedagogia. » +P4_a_3 – Atribuição de salas de Aula por Grupo de Recrutamento » +P4_a_4 – Atribuição de “Espaços específicos de lecionação” » +P4_a_5 – Reforço do apoio ao mérito » +P4_a_6 – Promoção de Programas de trabalho específico » +P4_a_7 – Fomentação de Trabalho de Campo » +P4_a_8 – Exponenciação dos Sumários eletrónicos » +
  • 31. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201731P4_a_9 - Diferenciação de registos sobre aproveitamento e comportamentodos alunos de acordo com o CT » +P4_a_10 - Medidas de avaliação formativa, através da disponibilização regular esistemática de dados da turma (públicos) e dados individuais (a cada alunos),segundo estratégias de cada CT e CD»P4_a_11 - Reforço do papel dos coordenadores de departamento e dasupervisão pedagógica »P4_a_12 - Implementação de um de sistema de monitorização regular paraidentificação de boas práticas de sala de aula (“framework” dedesenvolvimento pedagógico)»P4_a_13 – Agilização ou supressão dos “devoradores de tempo” (minutosperdidos, burocracia,…) »P4_a_14 - Alteração ao tempo e o modo de “Substituições” »P4_a_15 – Criação de um Gabinete Científico, como comissão especializada deapoio ao Conselho Pedagógico que garante o desenvolvimento didático daformação»P4_a_16 - Formação para a gestão de tempo, conflitos e currículos »P4_a_17 – Promoção de um Campo de experimentação e inovação inter-paresem correlação com o ensino superior »P4_a_18 - Diferenciação dos apoios educativos que dignifiquem o trabalhodocente e comprometam os alunos (assessorias pedagógicas, metodologia deprojeto,…)»P4_a_19 – Prevalência da prática pedagógica »P4_a_20 - Investigação-formação na ação » + + +P4_a_21 – Criação de um Centro de Recursos (com elementos inovadores naspráticas de Intervenção metodológica/pedagógica) » + +P4_a_22 - Implementar práticas de avaliação com reflexo nas disciplinas docurrículo » + + +P4_a_23 – Fomentação de oficinas de trabalho com peritos e académicos »P4_a_24 - Adequação dos critérios de avaliação » +P4_a_25 - Comparticipação contínua com o Centro de Formação »P4_a_26 - Formação Específica para Coordenadores e Diretores de Turma » + + +5.Desempenho do AlunoP5_a_1 – Criação de Projetos-disciplina e espaços para o seu desenvolvimento »P5_a_2 – Valorização do Trabalho experimental e de campo »P5_a_3 - Encaminhamento de alunos em situação de risco »P5_a_4 - Celeridade na aplicação das medidas disciplinares com aparticipação/responsabilização direta dos pais »
  • 32. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201732P5_a_5 – Dinamização do Gabinete do Aluno e Ética Escolar (com autonomiapara agilizar processos que impeçam o cumprimento do trabalho regular dacomunidade escolar)» + + +P5_a_6 – Promoção de atividades de integração que valorizem a própria escolae a sua requalificação » + + +P5_a_7 – Oferta de Apoios educativos – em oficina ou individualizado,conforme CT »P5_a_8 - Promoção de práticas interdisciplinares regulares »P5_a_9 - Análise e identificação sistemática das áreas/ disciplinas com sucessoe insucesso »P5_a_10 - Comunicação regular sobre o desempenho da organização, dosníveis de ensino, das disciplinas e das turmas, aos pais e alunos, por forma acontribuir, através da informação, para um empenhamento reforçado dos paise alunos na melhoria global dos resultados escolares» + + +6.Cidadania EscolarP6_a_1 – Criação de Salas de Projetos »P6_a_2 – Dinamização de Rede social de solidariedade »P6_a_3 – Promoção de Voluntariado e ação social (dentro e fora da escola) »P6_a_4 – Atribuição de Prémios de Mérito e Excelência »P6_a_5 - Acompanhamento da Associação de Estudantes » + + +P6_a_6 – Criação da Comissão de Alunos (no 2º Ciclo) » + + +P6_a_7 – Promoção de reuniões mensais com os Delegados de Turma »P6_a_8 - Valorização dos intervalos como tempos de formação, (por exemplo, odo almoço na cantina) e outros espaços (biblioteca, espaços exteriores, sala deprojetos)» + + +P6_a_9 – Utilização das TIC, para uma política de cidadania digital eesclarecimento sobre o uso ético e seguro da internet e das tecnologias digitais » + + +7.ComplementaridadeespecializadaP7_a_1 – Criação de um Gabinete multidisciplinar de apoio à Inclusão e àgestão de conflitos »P7_a_2 – valorização do Ensino Bilingue de Alunos Surdos »P7_a_3 – Criação de um Mural da diversidade, sobretudo para o 1º Ciclo »P7_a_4 – Promoção de um Forum Social (debate e propostas sobre apoio aalunos carenciados ou com dificuldades de aprendizagem ou necessidadeseducativas especiais, no âmbito de uma política de integração da diferença eetnias)» + +P7_a_5 – Lançamento, em embrião, de um Banco de Tempo para apoioeducativo » + + + +P7_a_6 – Dinamização de Jornadas Vocacionais » + + +
  • 33. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-2017338.Pré-escolar e primeirocicloP8_a_1 - Acompanhamento sistemático e direto no acesso à Escola » +P8_a_2 – Criação de um Gabinete de apoio à gestão por nível de ensino » +P8_a_3 - Diagnóstico e encaminhamento das ações das pessoas dosestabelecimentos »P8_a_4 - Superação de “isolamento” » +9.FamíliaP9_a_1 - Participação nas reuniões intercalares dos Conselhos de Turma »P9_a_2 – Integração no Gabinete multidisciplinar de apoio à Inclusão e à gestãode conflitos »P9_a_3 – Promoção de Reuniões periódicas com P/EE representantes nos CT »P9_a_4 - Acompanhamento mensal das Associações de Pais – Sugerir umaunidade representativa »P9_a_5 – Dinamização de Voluntariado na Escola em áreas de ação social »P9_a_6 – Criação da Escola de Pais (em articulação com outras escolas) »P9_a_7 - Informação periódica sobre a vida da Escola »10. Complementaridadeeducativa (técnica eoperacional) intraescolarP10_a_1 – Elaboração de um Plano de formação adequada ao novo ciclo:atendimento, gestão de processos, motivação, comunicação, áreas de gestão » +P10_a_2 – Construção do Plano de Atividades de dinamização da Escola » +P10_a_3 – Organização da gestão de recursos por Unidades de Serviço » +P10_a_4 – Criação de programas de processo automático de preenchimentodas matrículas » +P10_a_5 - Modernização dos serviços de administração escolar »P10_a_6 - Informatização de serviços, plataformas “online” (Secretaria Virtual) »P10_a_7 - Acompanhamento de alunos »P10_a_8 – Construção do Organigrama de prestação de serviço e manual deprocedimentos » + + +11. Parcerias formativas einclusivasP11_a_1 - Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI) »P11_a_2 - Equipa Local de Intervenção de Ílhavo »P11_a_3 - Centro de Saúde »P11_a_4 - Gabinetes Técnicos (fisioterapeuta, psicologia, técnico superior deserviço social, terapeuta de fala, educador social). » + + +P11_a_5 - Cidade Educadora »P11_a_6 - Cidade Amiga das Crianças »P11_a_7 - “Led values” » + + +
  • 34. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-20173412. Inovação e criatividadeP12_a_1 – Dinamização de Projetos e Clubes temáticos nos domínios(sugestão): Escola Promotora de Saúde, Ambiental, Patrimonial, Artísticos,Literários, Internacionais, Media e Jornalismo, Inclusão Social, Mentorado, …»P12_a_2 – Valorização da prática de Orçamentos Participativos em projetos eatividades inovadoras »P12_a_3- Dinamização de Semanas Temáticas de pluralidade de literacias »P12_a_4 – Criação do Projeto empreender (sobretudo da comunidade para acomunidade) para melhoria da escola »P12_a_5 - Desenvolvimento de programas para as literacias integrados namissão das Bibliotecas, no âmbito do Projeto Educativo » + + +P12_a_6 - Reforço do trabalho colaborativo com outros parceiros (internos eexternos) »13. EspecializaçãoInteligenteP13_a_1 - Estudo, interno, de diagnóstico sobre empregabilidade e saídasprofissionais para adequar a oferta educativa e formativa »P13_a_2 - Formação Profissional com currículo em contexto de trabalho »P13_a_3 - Parcerias com empresas para formação extra-estágio »P13_a_4 – Divulgação de Indústrias Culturais e Criativas »P13_a_5 – Realização da Semana Aberta e Vocacional » + + +P13_a_6 – Incentivo ao Voluntariado profissionalizante »P13_a_7 – Debate sobre “Gap year” » + + +14. Gestão dos espaçosP14_a_1 - Aluguer de instalações »P14_a_2 – Implementação da Cozinha Social » + +P14_a_3 – Exploração de Atividades de Verão na Escola » + + +15. SegurançaP15_a_1 - Vigilância e acompanhamento a partir das Portarias de Escola »P15_a_2 – Implementação de Cartões por sistema de rádio frequência »P15_a_3 - Atualização do Plano de Emergência e Segurança »P15_a_4 - Encaminhamento à família »16. Manutenção erequalificaçãoP16_a_1 – Criação de um Protocolo de “Piquete” para manutenção »P16_a_2 – Implementação de uma Equipa Interna de manutenção e segurança »P16_a_3 – Aplicação de Piso sintético no campo de futebol da Escola Sede econstrução de um Skate Park »P16_a_4 – Elaboração de um Manual de Procedimentos de manutenção elimpeza dos espaços »P16_a_5 - Requalificação de laboratórios »
  • 35. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201735P16_a_6 - Reorganização de cozinhas e refeitórios »17. Parcerias estruturaisP17_a_1 - Protocolos com Município de ílhavo; Associações de Pais; EscolaSegura; CPCJ; CASCI; Centro de Saúde; Bombeiros; Universidade de Aveiro;Instituto Piaget; Rádio Terra Nova; Equipamentos Municipais; TecidoEmpresarial Local e Regional; Serviços Locais; Alto Comissário para a Imigraçãoe Diálogo Intercultural.»18. Resultados AcadémicosP18_a_1 - Monitorização e introdução de melhoria em: Evolução dosresultados externos; Qualidade do sucesso; Abandono e desistência » + + + + + + + + + + +P18_a_2 - Manutenção da matrícula no Agrupamento »19. Resultados SociaisP19_a_1 – Elaboração do Regulamento do mérito: Participação na vida daescola e assunção de responsabilidades; Cumprimento das regras e disciplina;Formas de solidariedade; Impacto da escolaridade no percurso dos alunos» + + + + + + + + + +P19_a_2 - Monitorização e apoio nos benefícios de ação social escolar »P19_a_3 - Acompanhamento do percurso dos alunos interciclos e pós-Escola »20. Exercício das áreas deadministração e gestãoP20_a_1 - Elaboração dos documentos de autonomia » + + + + +21. AutoavaliaçãoP21_a_1 – Definição do modelo de autoavaliação »P21_a_2 – Dinamização da Equipa de Avaliação Interna »P21_a_3 - Protocolo com “Amigo externo” » +
  • 36. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201736VI. AVALIAÇÃO DO PROJETOEste projeto será alvo de três tipologias de avaliação:Avaliação contínua, a realizar ao longo do desenvolvimento do processo, de modo a queseja possível proceder a alterações, reformulações pontuais, se necessário.Avaliação intermédia, no final do primeiro e segundo anos de exercício, para permitirverificar a adequação das propostas com os Instrumentos de Autonomia da Escola e o grau deexecução do exercício do serviço de administração e gestão da Escola.Avaliação final, a realizar no final do quadriénio para ter uma noção da concretização doprojeto.Estes momentos de avaliação serão feitos com base na recolha de elementos fornecidospelas estruturas intermédias e concretização das ações, apreciação da avaliação interna.
  • 37. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201737Referências AGE (2013), Linhas Gerais do Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas de Ílhavo. Inhttp://ageilhavo.eb23-jfpb-ilhavo.rcts.pt//images/stories/1213/linhas_gerais_proj_edu_AEIlhavo.pdf, consultado em2013.04.11 ARROTEIA, J. Carvalho (2008). Educação e Desenvolvimento. Fundamentos e Conceitos. Aveiro:Universidade de Aveiro. BOLÍVAR, Antonio (2003). Como melhorar as escolas. Estratégias e dinâmicas de melhoria daspráticas educativas. Porto: Edições ASA. Carta Educativa do Município de Ílhavo. Relatório de Acompanhamento, 2009. In http://www.cm-ilhavo.pt/uploads/writer_file/document/1153/relat_rio_de_Acompanhamento_set2009.pdf,consultado em 2013.03.29 CNE, 2012. Recomendação n.º 7/2012, de 23 de novembro, in Diário da República, 2.ª série — N.º227: 37904. CONSELHO DE MINISTROS (2013), Resolução do n.º 25/2013, de 14 de abril, sobre a estratégianacional para a integração das comunidades ciganas. De uma cidade educativa a uma cidade educadora: o lugar da escola, inhttp://www.apagina.pt/?aba=7&cat=128&doc=9741&mid=2, consultado em 2013.04.08 EPIS (2009), Escolas de futuro. Porto, Porto Editora. Future Work Skills 2020, in http://www.iftf.org/our-work/global-landscape/work/future-work-skills-2020/, consultado em 2013.04.20 GHILARDI, Franco e SPALLAROSSA, Carlo (1991). Guia para a organização da escola. Porto: EdiçõesASA. GÓIS, Eunice e GONÇALVES, Conceição (2005). Melhorar as escolas. Práticas eficazes. Porto, EdiçõesASA. GREENFIELD, William D. (2000). Para uma teoria da administração escolar: a centralidade daliderança. In Manuel J. Sarmento (org.). Autonomia da Escola. Porto: Edições ASA, pp. 257 – 284. I3S - Innovation Union Information and Intelligence System, Compromisso 24, inhttp://translate.google.com/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://i3s.ec.europa.eu/&prev=/search%3Fq%3Dhttp://i3s.ec.europa.eu/home.html%26client%3Dfirefox-a%26hs%3DTey%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official&sa=X&ei=_PVnUaC9AZDT7AbuwYHABQ&ved=0CDMQ7gEwAA, consultado em2013.04.10 IGE (2010), Relatório da Avaliação Externa do Agrupamento de Escolas de Ílhavo. Inhttp://www.ige.min-edu.pt/upload/AEE_2010_DRC/AEE_10_Ag_Ilhavo_R.pdf, consultado em2013.04.11 IGEC (2012), Relatório da Avaliação Externa da Escola Secundária Dr João Carlos Celestino Gomes. Inhttp://www.ige.min-edu.pt/upload/AEE_2012_Centro/AEE_2012_ES_Joao_Carlos_Celestino_Gomes_R.pdf, consultadoem 2013.04.11 Led Values, in http://www.ledonvalues.org/o-led/, consultado em 2013.04.20 LIMA, Licínio C. (1998). A Escola como Organização e a Participação na Organização Escolar. UmEstudo da Escola Secundária em Portugal (1974-1988). Braga: Universidade do Minho. PLANO MUNICIPAL DE INTERVENÇÃO EDUCATIVA, 2012, in http://www.cm-ilhavo.pt/PMIE_2012/index.html, consultado em 2013.03.29 SANTOS SILVA, Augusto (2002). Por uma política de ideias em educação. Porto: Edições ASA.
  • 38. Projeto de Intervenção - Diretor | Manuel Oliveira de SousaAgrupamento de Escolas de Ílhavo I 2013-201738 TORRES, Leonor Lima e PALHARES, José A. (2009). Estilos de liderança e escola democrática. InRevista Lusófona de Educação, nº 14, pp. 77 – 99. (Consultado emhttp://www.redalyc.org/articulo.oa?id=34912396006, no dia 29 de março de 2013). VEIRA, Flávia (1993). Supervisão. Uma prática reflexiva de formação de professores. Rio Tinto,Edições Asa.

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