A
taxa
de
clique
é
a

inimiga
número
um
do

        banner.

Era
o
que
eu
dizia
em
2001,
antes

da
primeira
quebra
da
bolsa

americana
do
século
XXI.

Porque
antes
de
medirmos
quanta

gente
clicava
na
banner,
nunca

havíamos
medido
nada
parecido
e

a
verdade,
nua
e
crua,
d...
0,53%

Não
quer
dizer
que
Internet
seja

pior
do
outras
mídias,
só
levamos
a

má
fama
logo
de
saída.
Internet
é

uma
porcaria:
ap...
Mas
1%
é
bom
ou
ruim?
E
se
não

teve
clique,
quer
dizer
que
a

campanha
foi
um
fracasso?
Ou
será

que
as
pessoas
foram
imp...
R.O.I.

Avancemos
no
tempo.
Banner

agora
é
'old
interacVve
media'.
É
o

que
se
pode
chamar
de
a

'publicidade
tradicional
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Novas
formas
de
engajamento
através
da

mídia
digital
estão
aí
para
dar
vida
às

marcas
e
produtos
e
voz
aos

consumidores...
Ao
mesmo
tempo
que
os

invesVmentos
em
publicidade

ainda
mais
simples,
nunca

esVveram
mais
fortes.

E
o
que
dizer
das
ações
que
começam

na
vida
“real”,
atravessando
o
dia‐a‐
dia
das
pessoas
e
que
acabam
se

tocando
com
os...
Neste
senVdo,
teria
alguma
lógica

falarmos
em
ações
de
360º,
uma

vez
que
praVcamente
não
é
mais

possível
ver
os
graus
d...
Este
horizonte
de
possibilidades
e

de
quesVonamentos
é
o
que,
na

minha
opinião,
podemos
baVzar
de

Publicidade
2.0.

2.0

Digital Age 2.0
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Digital Age 2.0

  1. 1. A
taxa
de
clique
é
a
 inimiga
número
um
do
 banner.

  2. 2. Era
o
que
eu
dizia
em
2001,
antes
 da
primeira
quebra
da
bolsa
 americana
do
século
XXI.

  3. 3. Porque
antes
de
medirmos
quanta
 gente
clicava
na
banner,
nunca
 havíamos
medido
nada
parecido
e
 a
verdade,
nua
e
crua,
doeu.
Quase
 ninguém
se
interessa
pela
sua
 publicidade,
o
suficiente
para
 clicar.
Na
média,
menos
de
1%.

  4. 4. 0,53%

  5. 5. Não
quer
dizer
que
Internet
seja
 pior
do
outras
mídias,
só
levamos
a
 má
fama
logo
de
saída.
Internet
é
 uma
porcaria:
apenas
1%
de
taxa
 de
cliques.
Mas
quantas
pessoas
 clicariam
num
outdoor
ou
 anúncio?

  6. 6. Mas
1%
é
bom
ou
ruim?
E
se
não
 teve
clique,
quer
dizer
que
a
 campanha
foi
um
fracasso?
Ou
será
 que
as
pessoas
foram
impactadas
 mesmo
sem
clicar?

  7. 7. R.O.I.

  8. 8. Avancemos
no
tempo.
Banner
 agora
é
'old
interacVve
media'.
É
o
 que
se
pode
chamar
de
a
 'publicidade
tradicional
interaVva'.
 Papai
e
mamãe.

  9. 9. Novas
formas
de
engajamento
através
da
 mídia
digital
estão
aí
para
dar
vida
às
 marcas
e
produtos
e
voz
aos
 consumidores
dentro
do
espaço
virtual.
 “Construa
e
eles
virão”
é
o
mantra
que
 rezam
as
ações
de
consumer
generated
 media
ou
consumer
generated
 adverVsing,
onde
o
usuário
comum
é
 quem
constrói
a
mensagem
e
se
 encarrega
da
sua
propagação.

  10. 10. Ao
mesmo
tempo
que
os
 invesVmentos
em
publicidade
 ainda
mais
simples,
nunca
 esVveram
mais
fortes.

  11. 11. E
o
que
dizer
das
ações
que
começam
 na
vida
“real”,
atravessando
o
dia‐a‐ dia
das
pessoas
e
que
acabam
se
 tocando
com
os
meios
digitais,
quase
 que
de
forma
inevitável?
Podem
ser
 consideradas
digitais?
Ou
seriam
 simplesmente
ações
contemporâneas
 de
um
mundo
onde
não
é
mais
 possível
se
separar
o
que
é
real
e
 virtual?

  12. 12. Neste
senVdo,
teria
alguma
lógica
 falarmos
em
ações
de
360º,
uma
 vez
que
praVcamente
não
é
mais
 possível
ver
os
graus
de
separação
 entre
as
mídias?
Que
se
dirá
então
 da
velha
separação
on/off?
 Agências
especializadas?
Full?

  13. 13. Este
horizonte
de
possibilidades
e
 de
quesVonamentos
é
o
que,
na
 minha
opinião,
podemos
baVzar
de
 Publicidade
2.0.

  14. 14. 2.0


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