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  • 1. AULA DE REVISÃO Profª. Maria Alice Jovinski MARKETING DIGITAL
  • 2. WEB E GOOGLE ANALYTICS
  • 3. WEB ANALYTICS  Segundo a Web Analytics Association: “Web analytics é o processo de medição, coleta, análise e a produção de relatórios de dados de navegação e interação com o objetivo de entender e otimizar o uso dos sites e páginas na Internet.”
  • 4. POR QUE MÉTRICAS SÃO IMPORTANTES?  Métricas são importantes para a gestão de marketing, seja qual for o canal;  Exemplo de métricas:  Vendas, mercado, market-share, mind-share, financeiras, de rentabilidade, de preço, de promoção, eventos, mídia;
  • 5. WEBCOUNTERS (1990)  No inicio, uma solução ficou muito popular para medição. Era uma tecnologia básica que incrementa um número a cada visualização. E e o exibia diretamente no site visitado para o usuário, eram os conhecidos Contadores, hit counters ou ainda web counters;  O motivo do uso dos contadores era mostrar a um novo visitante que sua página tinha uma visibilidade expressiva, fazendo uma espécie de marketing pessoal; Este slide já foi visualizado vezes!
  • 6. LOG ANALYZERS (1993)  Os log analyzers recolhem informações sobre acesso ao site a partir da leitura dos logs do web server;  Informações obtidas na época:  Página acessada  Número do IP identificado  Identificador do navegador (User-Agent)  Sistema operacional  Erros de Servidor (404, 500, etc)  Utilizadas principalmente para:  Avaliar erro;  Disponibilidade (up-time);  Links quebrados;  Latência e time-outs;  Compatibilidade com navegadores e plugins;  Unidade mínima de mensuração: HITS
  • 7. FERRAMENTAS “TAG-BASED” (1996)  O uso de tags javascript permitiu obtenção de informações relevantes sem a necessidade do processamento monumental e configuração altamente complexa dos log analyzers;  Foco em informações críticas para o negócio:  Origem de tráfego;  Tempo de permanência;  Rejeição;  Funis de navegação;  Conversões e metas;  Unidade mínima de mensuração: VISITAS
  • 8. PADRÕES TECNOLÓGICOS DAS FERRAMENTAS Prós Contras Exemplos • Maior disponibilidade de dados; • Informações precisas; • Não demanda coding no site, logo não impacta performance; • Segurança dos dados. • Demanda altíssimo poder de processamento e armazenamento, logo alto custo; • Configuração muito complexa para obter dados relevantes. • WebLog Expert • AWStats • Analog • Alta flexibilidade; • Fácil configuração da ferramenta; • Processamento remoto, leve e “infinitamente” escalável. • Demanda coding no site, podendo impactar performance; • Algumas informações são impossíveis de conseguir; • Não funciona em browsers sem suporte a javascript/cookies; • Dados confidenciais remotos. • Google™ Analytics • Yahoo! Analytics • Omniture® SiteCatalyst • Todas as anteriores • Todas as anteriores! • Webtrends™ • Urchin
  • 9. GOOGLE ANALYTICS (GA)  Ferramenta de Web Analytics disponibilizada gratuitamente a qualquer usuário Google;  Modelado a partir da tecnologia da Urchin Software Corporation, adquirida pelo Google em 21 de Abril de 2005;  Ferramenta baseada em tags javascript (first party cookies);
  • 10. CONTAS E PERFIS  O Google Analytics suporta, por e-mail Google, a criação de no máximo 25 contas e 50 perfis por conta criada;  Não há uma regra oficial mas usualmente:  Contas se referem a um mesmo site ou cliente;  Perfis são segmentações de uma conta que demanda dados separados;  Exemplo de conta www.kmm.com.br, perfis:  Portal do Cliente  Intranet  Produtos  Trabalhe Conosco
  • 11. FILTROS E SUBCONTAS  As segmentações do perfis são realizadas através em subcontas “independentes” ou “espelhadas com filtro”:  Independentes: Contas com dados independentes sob uma conta Global, usualmente um subdomínio ou URL diferente. Ex: www.meusite-blog.com.br vs. www.meusite.com.br;  Espelhadas: Monitoram o mesmo domínio de outra conta, porém adicionando ou removendo informações através de filtros. Ex: “Excluir sempre o meu próprio range de IP‟s”;  Filtros são aplicados à informação ANTES do armazenamento dos dados colhidos, logo não é possível desligá-lo para obter dados retroativamente;
  • 12.  O Google Analytics possui parâmetros de URL que devem ser passados para rastreamento de campanhas que gerem tráfego ao site: COMO RASTREAR UMA CAMPANHA? Campaign Source (utm_source) Obrigatório. Use utm_source para identificar a origem (motor de busca, newsletter, site, etc). Exemplo: utm_source=google Campaign Medium (utm_medium) Obrigatório. Use utm_medium para identificar a forma de veiculação (e- mail, twitter, banner,busca paga). Exemplo: utm_medium=cpc Campaign Term (utm_term) Usado apenas em busca paga. Use utm_term pra informar as palavras chave. Example: utm_term=temaki+de+atum Campaign Content (utm_content) Usado para diferenciar versões de anúncios, linhas criativas e testes A/B. Examples: utm_content=sashimi or utm_content=hashis Campaign Name (utm_campaign) Usado pra identificação da campanha (nome). Exemplo: utm_campaign=aniversario_1ano
  • 13. CONTEÚDO  Principais relatórios:  Páginas mais acessadas;  Páginas de entrada;  Páginas de saída;  Palavras utilizadas para chegar a cada página;  Busca interna;  Eventos;
  • 14. EVENTOS  Além de páginas o GA também permite monitorar eventos customizados. Usando “_trackEvent” é possível mapear o comportamento do usuário sem inflar os pageviews artificialmente: _trackEvent(category, action, optional_label, optional_value) ;  Um exemplo de uso seria por exemplo a interação com vídeos no site:  pageTracker._trackEvent('Video', „Reproduzir', „Fazendo_um_Temaki„);  pageTracker._trackEvent('Video', „Pausa', „Fazendo_um_Temaki„);  pageTracker._trackEvent('Video', „Para', „Fazendo_um_Temaki„, tempo_do_video);  pageTracker._trackEvent('Video', „Fim', „Fazendo_um_Temaki„,tempo_do_video);
  • 15. EVENTOS  Com estas informações seria possível obter um mapa de como o usuário interage e consome conteúdo de vídeo, incluindo tempo de audiência e vídeos mais assistidos.  O mesmo é válido para mapear downloads e impressão de documentos, conteúdo em Flash e quaisquer atividades não relacionadas à visualização de páginas convencionais.
  • 16. E-MAIL MARKETING
  • 17. E-MAIL MARKETING  Definição:  Ações e estratégias publicitárias através da Internet que utiliza o e-mail como meio de propagação;  Porque usar?  Maioria dos internautas possuem e-mail;  Principal atividade na Internet de usuários residenciais é o envio e recebimento de e-mail;
  • 18. OBJETIVOS  Captar novos clientes;  Fidelizar clientes;  Maior conhecimento da marca;  Vender produtos e serviços;  Criar uma interação do cliente com a empresa e aproximá-los;
  • 19. VANTAGENS  Baixo custo;  Comunicação direta com o público alvo;  Viralidade;  Reforça a marca;  Segmentável;  Mensuração de resultado em tempo real;  Preserva o meio-ambiente;
  • 20. CAMPANHA DE E-MAIL MARKETING  Definição de objetivo, como venda, oferta de conteúdo;  Lista de clientes:  Cadastro em loja física;  Ofereça algo em troca para o usuário informar o e-mail no site (informativo, cupom de desconto);  Conheça seu público-alvo para definir o horário de envio;  Monte um cronograma de envio (mensal, quinzenal);
  • 21. CAMPANHA DE E-MAIL MARKETING  Conteúdo relevante:  Conheça perfil de seus consumidor e elabore conteúdo que chame sua atenção;  Segmentação público-alvo:  Nem todas as campanhas ou promoções devem ser enviadas para toda a base de dados;  Faça uma análise do perfil da audiência e direcione os conteúdos;
  • 22. CAMPANHA DE E-MAIL MARKETING  Design das mensagens:  Mantenha a identidade visual da empresa no e-mail marketing.  Promover com que o e-mail possa ver visualizado em diversas plataformas (tablet, celular, notebook);  Relatório e análises dos dados:  Acompanhe a abertura e clicks nas mensagens;  O disparo de e-mails marketing gera relatórios de desempenho;  No caso de uma promoção, verifique qual foi o retorno obtido e cruze com a quantidade de pessoas que clicaram no e-mail marketing;
  • 23. CAMPANHA DE E-MAIL MARKETING  Base de dados atualizada:  Exclua os e-mails que retornam e que solicitaram o descadastramento (opt-out);  Diálogo ativo:  Mantenha contato, se não tem novos conteúdos e ofertas faça um marketing comemorativo como no dia dos namorados, dia das mães;  Testes de modelos:  Não envie o e-mail a toda sua lista de uma só vez, envie para pequenos grupos (500) com variação do assunto e verifique qual surtiu mais efeito;
  • 24. CAMPANHA DE E-MAIL MARKETING  Evite os filtros de spam, não use palavras “suspeitas”, como:  Compre agora  Compare  Sem sair de casa  Dinheiro  Informação que você pediu  Encontre solteiros(as)  Milhão de Dólares/Reais  Única chance  Oportunidade  Preço  Promoção especial  Teste  Vencedor
  • 25. E-MAIL MARKETING  DEVE TER  Link para visualizar a propaganda em uma URL;  Link de descadastro (opt-out);  E-mail de resposta válido;  NÃO DEVE TER  Flash, javascript, iframe, ilayer, divs absolutas, vídeo;  Anexos;  Formulários;
  • 26. DICAS HTML  Tamanho e Dimensão:  HTML no máximo: 30kb (preferencialmente 15kb);  Imagens no máximo: 60kb (preferencialmente 30kb);  HTML + Imagens: 50kb (preferencialmente 25kb);  Largura da peça: 500px a 700px (preferencialmente 600px);  Deixe a altura o menor possível para evitar a rolagem;
  • 27. DICAS HTML  Imagens:  Devem vir em links absolutos;  Usar tag ALT para garantir que quem não carregue a imagem saiba do que se trata;  Não coloque imagens de fundo na tag body;  Evite o uso apenas de imagens;  Link na imagem por mapeamento: <img scr="" alt="" width="" height="" map="#map1"/> <map id="map1" href="" title="" target="_blank"/>
  • 28. DICAS HTML  Links:  Urls pequenas e amigáveis;  Use o target = “_blank”;  Utilize no máximo de 32 links;  Método GET para passagem de parâmetros;
  • 29. DICAS HTML  Fontes:  Estilização inline (style=“”);  Use as tags padrões bgcolor=“” e color=“”;  Não utilize headline e tag paragráfo, substitua por <font></font>;
  • 30. DICAS HTML  Tabelas <table border="0" cellspancing="0" cellpadding="0" align="center"> <tr> <td width="35" height="50"></td> <img src="" width="35" height="50" aling="top"/> </tr> </table>
  • 31. ECOMMERCE
  • 32. ECOMMERCE  Definições:  O conjunto de atividades comerciais que utilizam qualquer meio eletrônico;  É a realização de toda a cadeia de valor dos processos de negócio num ambiente eletrônico;  Compra e venda de informações, produtos e serviços por meio de uma infraestrutura digital;
  • 33. EMPRESAS VIRTUAIS X REAIS  Essa classificação divide as empresas de acordo com seu histórico:  Empresas que surgiram e atuam somente na Internet são consideradas empresas virtuais;  Empresas que atuam no mercado tradicional e encontram-se expandindo sua atuação para a Internet são consideradas empresas reais;
  • 34. EMPRESAS VIRTUAIS X REAIS  Com o passar dos anos e o aumento exponencial da utilização da Internet por empresas e indivíduos essa classificação se tornará cada vez mais confusa;  Muitas empresas puramente virtuais possuem operações consideradas tradicionais no mundo real e empresas consideradas conservadoras no mundo real lançam-se no mercado eletrônico mais agressivamente que suas concorrentes virtuais;
  • 35. CATEGORIAS DE ECOMMERCE  Modelo varejo;  Modelo shopping;  Modelo corretor;  Modelo divulgação;  Modelo assinante;  Modelo híbrido;  Modelo locadora;
  • 36. CATEGORIAS DE ECOMMERCE  Modelo Varejo:  Vitrine eletrônica;  Venda de produtos diretamente ao consumidor;  Inclui a maioria das lojas virtuais;  Vantagem: sites simples e de baixo custo de criação e manutenção;  Desvantagem: segmento de alta concorrência;  Exemplo: amazon.com, submarino.com.br, Saraiva;
  • 37. CATEGORIAS DE ECOMMERCE  Modelo Shopping:  Cria-se um lugar na Internet e cobra-se de varejistas para vender seus produtos;  Deve-se criar um mix atraente de lojas e promover eficazmente o shopping;  Vantagem: é um ambiente onde o consumidor pode realizar todas as suas transações;  Desvantagem: Os investimentos em divulgação e publicidade devem ser expressivos;  Exemplo: virtuastore.com.br e visaeurope.com;
  • 38. CATEGORIAS DE ECOMMERCE  Modelo Divulgação:  Procura oferecer produtos e serviços gratuitos aos clientes;  Cobram de anunciantes que desejam expor suas marcas;  Vantagem: atrai grande número de usuário;  Desvantagem: a maioria dos recursos disponíveis para publicidade eletrônica encontram-se concentrados em apenas alguns sites bem sucedidos;  Exemplo: google.com.br, ig.com.br e elefante.com.br
  • 39. CATEGORIAS DE ECOMMERCE  Modelo Assinante:  Cobra acesso às informações contidas no site;  Vantagem: oferece informações personalizadas e para um público-alvo seletivo, sendo interessante apenas para as organizações que possuem informações com alto valor agregado;  Desvantagem: reduz o número de visitantes diminuindo os investimentos em publicidade;  Exemplo: www.wsj.com (The Wall Street Journal);
  • 40. CATEGORIAS DE ECOMMERCE  Modelo Híbrido:  Divulgação + assinante;  Apresenta uma seleção gratuita de matérias e cobra por conteúdos especiais;  Vantagem: atrai os dois tipos de visitantes;  Desvantagem: dificuldade em reunir, disponibilizar e gerenciar uma ampla variedade de informações de qualidade em diversas áreas;  Exemplo: UOL, globo.com e terra.com.br;
  • 41. CATEGORIAS DE ECOMMERCE  Modelo Locadora:  Cobra pequenas quantias pelo uso de materiais ou serviços disponíveis no site;  Programas remotos: o cliente utiliza o sistema hospedado no site;  Vantagem: ainda é pouco difundido mas apresenta um potencial de crescimento comercial significativo;  Desvantagem: os valores das transações envolvidas geralmente apresentam valores baixos;  Exemplo: Google Apps, mapalink, Netflix e Netmovies;
  • 42. REGULAMENTAÇÃO DA INTERNET  Ecommerce  1996: Lei modelo da UNCITRAL para o comércio eletrônico, é o documento básico e fundamental para a regulamentação da Internet no campo do ecommerce, em todo o mundo, no qual todos os países devem se fundamentar ao regulamentar a Internet;  Princípios:  Garantir a concorrência leal entre seus participantes;  Proteger a propriedade intelectual;  Garantir a privacidade de seus usuários.
  • 43. REGULAMENTAÇÃO DA INTERNET  Aspectos fiscais sobre as transações  Maioria das transações obedece às mesmas leis que regem o mercado tradicional;  Considera-se a Internet como mais um canal de comercialização;  Impostos e taxas de importação e exportação seguem as mesmas regras do mercado tradicional;
  • 44. REGULAMENTAÇÃO DA INTERNET  Crimes Virtuais  Os órgãos responsáveis são os mesmos que atuam nos mercados tradicionais;  Principais crimes:  Invasão de servidores;  Furto de listas de cartões de crédito;  Vazamento de informações confidenciais;  Exploração de pedofilia;  Engenharia social;
  • 45. DECRETO FEDERAL 7.962/2013  Início 14 de maio de 2013;  Obriga os ecommerces a terem:  I – nome empresarial e número de inscrição do fornecedor, quando houver, no Cadastro Nacional de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda;  II – endereço físico e eletrônico, e demais informações necessárias para sua localização e contato;  III – características essenciais do produto ou do serviço, incluídos os riscos à saúde e à segurança dos consumidores;  IV – discriminação, no preço, de quaisquer despesas adicionais ou acessórias, tais como as de entrega ou seguros;  V – condições integrais da oferta, incluídas modalidades de pagamento, disponibilidade, forma e prazo da execução do serviço ou da entrega ou disponibilização do produto; e  VI – informações claras e ostensivas a respeito de quaisquer restrições à fruição da oferta
  • 46. ESTRUTURA GENÉRICA DE ECOMMERCE Ecommerce Políticas públicas, aspectos legais e de privacidade Padrões técnicos e infraestrutura Gestão e modelo de negócio
  • 47. DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO  A elaboração de estratégia de um negócio em Ecommerce e o gerenciamento do processo é complexo e envolve toda a cadeia do negócio;  Envolvimento das competências:  Planejamento estratégico;  Marketing;  Business Intelligence;  Finanças;  RH;  Logística;
  • 48. BENEFÍCIOS DO ECOMMERCE  Conectam diretamente todos os participantes da cadeia produtiva;  Apoiam troca de informações digitais entre compradores e vendedores;  Eliminam os limites de tempo e lugar;  Garante sigilo e discrição na aquisição de bens e serviços;  Podem ser atualizados em tempo real;
  • 49. REQUISITOS PARA ECOMMERCE DE SUCESSO  A Loja Virtual deve oferecer informações detalhadas sobre o produto:  Diferentemente de uma loja na esquina, a Loja Virtual não possui vendedores;  As informações relevantes são oferecidas por meio do texto e imagens;  É fundamental que o texto forneça todas as informações possíveis sobre o produto, de forma objetiva, para que o visitante possa se convencer da conveniência de comprar;
  • 50. REQUISITOS PARA ECOMMERCE DE SUCESSO  A Loja Virtual deve ajudar o visitante a tomar decisões:  O consumidor on-line típico é bem informado, tem boa formação educacional e capacidade de discernimento para saber o que é bom para si. Mais do que tentar convencê-lo a realizar compras, temos que fornecer o contexto e as informações que o ajudem a decidir;  O papel da Loja Virtual é ajudar esse cliente a tomar a melhor decisão, explicitando as reais características de cada produto e seus benefícios, para cada necessidade específica;
  • 51. REQUISITOS PARA ECOMMERCE DE SUCESSO  A Loja Virtual deve transmitir confiança ao visitante para realizar a transação:  O fato de seu visitante gostar do produto e considerar o preço compatível com o benefício que ele espera obter é necessário para a realização da compra, mas não é garantia de que ela seja realizada;  Crie um ambiente de compras que transmita confiabilidade, através de:  Clareza e honestidade nas informações;  Orientação com relação às medidas de segurança adotadas pelo site;  Apoio ao usuário e esclarecimento rápido de dúvidas;  Garantias de devolução de produtos;
  • 52. REQUISITOS PARA ECOMMERCE DE SUCESSO  A Loja Virtual deve ajudar o visitante a romper a inércia e realizar a compra:  A indecisão é comum no consumidor on-line e, geralmente, existe uma propensão, em adiar a compra para outro momento;  É importante que o site ofereça um estimulo ao usuário para que ele rompa a inércia e realize a ação a compra na hora;  A recompensa pode ser um desconto especial, um outro produto de baixo custo, ou qualquer outro tipo de prêmio que faça com que o visitante realize a ação esperada e clique em "Comprar“;
  • 53. MÍDIAS SOCIAIS
  • 54. A internet. Web 2.0. Geração Digital (Y).A internet. Web 2.0. Geração Digital (Y). INTERNAUTA BRASILEIRO, ALGUNS DADOS...  O brasileiro já é referência mundial no universo digital;  Já são mais de 80 milhões de pessoas se comunicando na rede, mais de 1/3 da população brasileira;  Hoje a internet não deve ser mais considerada uma rede mundial de computadores, mas sim de pessoas;
  • 55. A internet. Web 2.0. Geração Digital (Y).A internet. Web 2.0. Geração Digital (Y). INTERNAUTA BRASILEIRO, ALGUNS DADOS...  O Brasil é responsável por 45% do faturamento do comércio eletrônico da América Latina;  Segundo a BBC Mundo, pelo menos 95% dos internautas latino-americanos são cadastrados em alguma rede social;  Em média são 231 amigos por pessoa;
  • 56. MÍDIAS SOCIAIS  As mídias sociais são sites que visam o compartilhamento de informações e a construção de relações;  Exemplo: Twitter, Slideshare, Instagram + as redes sociais;  As redes sociais na internet são ambientes ao quais pessoas com interesses em comuns, ou não, se inscrevem e se expressam digitalmente através de fotos, vídeos, áudio, mensagens e interações com outros membros, criando listas e comunidades;  Exemplo: Facebook, Orkut, Linkedin;
  • 57. HÁBITOS E COMPORTAMENTOS INTERNATURA BRASILEIRO  Equipamentos móveis de acesso à internet ganham o espaço dos computadores tradicionais;  Por esta razão as empresas necessitam repensar sites e canais de comunicação online para se adaptar a estes novos meios;
  • 58. HÁBITOS E COMPORTAMENTOS INTERNATURA BRASILEIRO  Alguns conteúdos são mais acessados por celular do que outros. Redes sociais, bate-papo, mapas e leitura de notícias recebem destaque neste tipo de acesso;  Por outro lado, baixar/ouvir músicas on-line, jogos on-line, Internet Banking e baixar podcasts são menos acessados via mobile;
  • 59. HÁBITOS E COMPORTAMENTOS INTERNATURA BRASILEIRO  A utilização das redes sociais tem motivações diferentes:  No Twitter o principal interesse é a informação, com destaque para a busca de atualidades e leitura de notícias;  No Facebook e no Skype a principal motivação é cultivar os laços sociais, mantendo contato com amigos e parentes;  As empresas devem levar em consideração que diferentes redes, com motivações para uso específicas, devem gerar políticas de ação segmentada;
  • 60. PLANEJAMENTO MÍDIAS SOCIAIS  Definição de público-alvo:  Idade  Linguagem  Localização  Cultura Regional  Assuntos de Interesse  Escolha da forma de comunicação;
  • 61. PLANEJAMENTO MÍDIAS SOCIAIS  Definição de objetivos:  Apresentação da marca;  Vendas;  Relacionamento com o cliente;  Leads;  Prospects;
  • 62. PLANEJAMENTO MÍDIAS SOCIAIS  Definição de tipo de mídia:  Conteúdo: o foco é a geração de conteúdo para ser utilizado e divulgado pelas Redes de Ativação e Relacionamento;  Ativação: responsáveis por incentivar os usuários a acessarem determinada indicação produzida pelas Redes de Conteúdo;  Relacionamento: voltadas para a interação com os usuários visando o relacionamento para conquistar a confiança e branding;
  • 63. PLANEJAMENTO MÍDIAS SOCIAIS  Selecionando canais e comunidades:  Acesse, escute e estude o que falam em cada uma sobre seu produto;  Escolha as que falem a língua de seu produto ou marca e fale o que eles querem escutar;  Seja ativo nas comunidades, a atividade fale mais do que a presença;
  • 64. PLANEJAMENTO MÍDIAS SOCIAIS  Redes Sociais:  Entenda os propósitos da rede;  Participe, experimente, teste e conheça as particularidades;  Como vamos ajudar as pessoas nas comunidades?  Como vamos fazer as comunidades crescerem?  O que as pessoas procuram quando participam de uma determinada comunidade?  Canais escolhidos:  Qual o assunto de cada canal?  Como você vai agregar valor para os usuários?  Qual seu ponto de vista sobre os assuntos?
  • 65. PLANEJAMENTO MÍDIAS SOCIAIS  Publicação  Defina um ponto de destaque para atrair o público alvo;  Ajude os usuários das comunidades;  Descubra qual o interesse do seu público;  Participe de discussões que você é especialista no assunto;  Levante assuntos de sua especialidade;
  • 66. PLANEJAMENTO MÍDIAS SOCIAIS  Outras definições  Metas;  Métricas;  Cronograma;  Equipe e orientação;  Informação;  Gerenciamento de risco;
  • 67. PLANEJAMENTO MÍDIAS SOCIAIS  Equipe e orientação  Nunca se apresente ou apresente a empresa de maneira enganosa;  Obedeça a legislação, direitos autorais e privacidade dos usuários;  Evite falar sobre a concorrência;  Não trate ou comente assuntos internos da empresa;
  • 68. PLANEJAMENTO MÍDIAS SOCIAIS  Equipe e orientação  Seja respeitoso, transparente e tenha bom senso;  Todo planejamento de crises deve ser criado e implementado em conjunto com as equipes de comunicação e mídias digitais da empresa;  Escute antes todos os setores e identifique falhas que já são reconhecidas internamente;
  • 69. AÇÕES EM MÍDIAS SOCIAIS  Boas Práticas  Mostre sempre quem é você, seu próposito e sobre o que vai falar;  Deixe claro que pode haver um propósito de marketing agregado ao projeto;  Nunca use identidade falsa ou usuários FAKE;  Seja sempre verdadeiro;  Não faça propaganda direta;  Evite falar bem de você, deixe que os outros falem;  Respeite as regras dos canais;  Foco no conteúdo e captação de usuários;  Crie conteúdos específicos para cada mídia social pensando em integrar com todas que utilizar em seu planejamento;
  • 70. AÇÕES EM MÍDIAS SOCIAIS  Dicas em Social Shopping (Comércio Eletrônico):  Além dos produtos de um e-commerce, você encontra também uma “rede social” criada para compartilhar conhecimentos e experiências dos produtos;  Comentários dos usuários;  Classificação dos produtos;  Listas de discussão sobre os itens;  Dicas pessoais de uso dos produtos;  Criação de listas de compras;  Links com tutoriais e manuais de uso dos produtos;  Lista com produtos mais comentados pelos usuários;  Produtos adicionais que complementem a compra, sendo estes indicados por usuários;
  • 71. AÇÕES EM MÍDIAS SOCIAIS  Dicas em blogs  Usado como rede de conteúdo;  Crie um blog da empresa e gere conteúdo relevante;  Crie posts interessantes para compartilhar em outras mídias;  Inclua vídeos do YouTube, fotos do Flickr, Botão de Curtir do Facebook;  Tenha metas de posts e comentários semanais;
  • 72. AÇÕES EM MÍDIAS SOCIAIS  Dicas em vídeos  Usados como redes de conteúdo;  Publique materiais exclusivos em cada player;  Crie um canal para a empresa;  Favorite, vote e comente em vídeos relevantes postados por usuários;  Use legendas, promova a acessibilidade;  Quanto mais curto melhor (1~2 minutos);  Em vídeos com conteúdo ou comentários negativos, apresente os pontos fortes da empresa;  Atenção ao título, descrição e tags;  Escolha a melhor imagem para seu vídeo;
  • 73. AÇÕES EM MÍDIAS SOCIAIS  Dicas em Flickr  Usado como rede de conteúdo;  Não poste qualquer foto, use o canal para criar emoção;  Faça bom uso das tags;  Crie um conteúdo especial para as legendas das fotos;  Estimule a curiosidade das pessoas;  Comente nas fotos que os usuários postaram sobre sua empresa;  Integre as fotos com seu Delicious e Facebook;  Utilize as URLs curtas do Flic.kr;
  • 74. AÇÕES EM MÍDIAS SOCIAIS  Dicas em Slideshare  Usado como rede de conteúdo;  Publique apresentações curtas ou muito relevantes;  Faça bom uso de caracteres especiais e acentuação;  As pessoas adoram imagens bonitas e impressionantes;  Siga as pessoas relevantes a sua marca;  Comente e favorite as apresentações;  Compartilhe e integre no LinkedIn, Facebook, Twitter;
  • 75. AÇÕES EM MÍDIAS SOCIAIS  Dicas em Google Groups  Usado como rede de ativação;  Filtre grupos com assuntos que tenham relação com sua empresa;  Participe das conversas ajudando os usuários;  Apresente seu ponto de vista somente quando o assunto for relevante;  Evite fazer propaganda da sua marca;  Exponha quem você é somente na assinatura de seu perfil;
  • 76. AÇÕES EM MÍDIAS SOCIAIS  Dicas em Linkedin  Usado como rede de relacionamento;  Foque em compartilhar conhecimento profissional;  Integre o TwiSer e o Slideshare;  Integre com seu blog;  Cuidado com sua imagem e erros de português;  Recomende os contatos de seu perfil;  Participe de grupos relevantes e contribua para o crescimento;  Tenha perfil nos 2 idiomas;
  • 77. AÇÕES EM MÍDIAS SOCIAIS  Dicas em Facebook  Usado como rede de relacionamento;  Crie uma página para seu produto/empresa;  Utilize os Social;  Crie aplicativos;  Integre com o Twitter;  Crie e incentive debates nos Grupos;  Atualize quadro de discussão, fotos, vídeos, eventos;  Promova a página de fãs no seu site;
  • 78. AÇÕES EM MÍDIAS SOCIAIS  Dicas em Yahoo Respostas  Usado como rede de relacionamento;  Evite responder fazendo propaganda;  Só faça propaganda se perguntarem informações específicas sobre seu produto;  Filtre e responda perguntas afins aos seu negócio;  Ajude os usuários;  Ótimo para ações de ranking;
  • 79. AÇÕES EM MÍDIAS SOCIAIS  Dicas em Twitter  Usado como rede de ativação e relacionamento;  Foque seus tweets no nicho de sua empresa;  Poste fotos, links interessantes, RT de usuários;  Design do Avatar e do plano de fundo, fazem a diferença sim;  Crie hashtags para as campanhas;  Mostre o sucesso de seus clientes;  Não vire uma metralhadora;  Siga perfis de acordo com seu target;  Nunca compre seguidores;
  • 80. MONITORAMENTO EM MÍDIAS SOCIAIS  Objetivo  Identificar falhas na comunicação da empresa;  Detectar novas oportunidades no mercado;  Analisar a qualidade sobre os comentários de sua marca;  Filtrar informações negativas;  Saber o que falam sobre sua marca;  Identificar melhorias nos produtos;
  • 81. MONITORAMENTO EM MÍDIAS SOCIAIS  KPIs Gerais para todas as mídias sociais  Quais usuários mais citaram sua marca?  Quantas citações nesta semana? E na semana anterior? E no mês anterior?  Quais termos são mais relacionados com sua marca?  Quantos comentários negacvos, posicvos e neutros?  Qual o valor dos comentários para cada área de empresa?  Quais foram os assuntos mais abordados?  Quem mais interagiu com a empresa nas mídias sociais?  Qual o indíce de novos usuários interagindo com a marca?  Influenciadores por impacto X Influenciadores por volume de interações?
  • 82. FACEBOOK, TWITTER E GOOGLE +
  • 83. PUBLICAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO DE CONTEÚDO  Adote uma estratégia de publicação e administração de conteúdo;  Auxilia na mensuração de dados e administração de perfis sociais na web;
  • 84. FUNÇÃO ESPECÍFICA  Função específica ou divisão de tarefas  Método muito usado por grandes marcas e que faz diferença na hora da manter a organização;  O conceito é baseado na divisão de conteúdos entre as redes sociais, de modo que cada rede social tenha uma função definida e uma meta a ser atingida;  Esse conceito permite que os blogueiros e empresas que pensam em lançar-se ao mundo das redes sociais tenham sempre em mente o que devem publicar e onde devem publicar;
  • 85. TWITTER  No Twitter buscamos publicar um conteúdo mais informal e interagir diretamente com nossos leitores;  A plataforma do Twitter é ideal para tirar dúvidas, comunicar-se com outros blogueiros do mesmo nicho e criar um verdadeiro círculo de amizade;  Exemplo de meta no Twitter:  Sanar dúvidas dos nossos leitores;  Participar de debates sobre o nicho de atuação;  Ser sociável com todos que tenham interesse em entrar em contato;
  • 86. TWITTER, COMO SER PROFISSIONAL...  Ortografia e escrita  Não há nada que queime mais seu filme no Twitter que uma péssima escrita e diversos erros de ortografia.  Fique sempre atento e revise seus tweets antes de postá-los,erros de português excessivos passam a ideia que a empresa ou blog não é profissional e não possui domínio adequado da língua;  Crie a sua imagem  Fixar uma imagem relacionada ao seu blog ou empresa na cabeça do leitor e de extrema importância, na hora de criar um perfil profissional;  Evite usar fotos pessoais e planos de fundo padrão;  Use sempre uma foto com a logomarca da empresa ou blog, isso ajuda as pessoas a lhe reconhecerem sem nem mesmo precisar ler nada;
  • 87. TWITTER, COMO SER PROFISSIONAL...  Mostre quem você é  Devemos sempre lembrar que estamos falando de redes sociais e que as pessoas querem se sociabilizar.  Deixe um link apontando para páginas que mostrem seu perfil como pessoa física;  Ofereça suporte  Ofereça suporte as pessoas que por algum motivo não conseguem comprar seu produto, acessar seu blog, ou simplesmente estão com dúvida sobre o conteúdo de algum artigo;  Fique sempre de olho nas menções relacionadas a você, e se possível responda todas;
  • 88. TWITTER, COMO SER PROFISSIONAL...  Monitore seu nicho de mercado  Procure saber o que estão falando sobre seu nicho e tente participar ativamente das discussões sempre que possível;  Use as informações obtidas com pesquisas para criar um novo artigo ou produto;  Pergunte  Pergunte sempre ao seu cliente ou leitor o que ele está achando do seu trabalho e em quais pontos ele acha que você poderia melhorar;  As pessoas adoram a sensação de ter voz de ação dentro de um serviço então sempre que possível realize enquetes e pesquisas de opinião e deixe que escolham, por exemplo, qual será o tema do seu próximo artigo;
  • 89. TWITTER, COMO CONQUISTAR SEGUIDORES...  Twittar com frequência e qualidade  Como o Twitter é uma rede social cujo destaque é o compartilhamento em tempo real seus usuários buscam sempre ler coisas novas e interessantes, procure sempre twittar sobre coisas interessantes para seu nicho, mesmo que sejam notícias que não estejam dentro do seu blog;  Outro fator importante é a frequência com qual você usa o Twitter, não adianta entrar no Twitter apenas uma vez a cada três dias e apenas twittar um link com seus artigos mais recentes ou frases como “Vejam o novo artigo”;  Os seguidores buscam alguém presente para twittar novidades ou tirar dúvidas;
  • 90. TWITTER, COMO CONQUISTAR SEGUIDORES...  ReTweetar e fazer menções  Retweetar ou fazer menções a notícias interessantes é uma forma de ajudar a divulgar o perfil de quem twittou originalmente a notícia, desta forma você estará ajudando um dos seus seguidores e o incentivando a fazer o mesmo com você, de forma que sempre que ele achar um de seus tweets interessantes ele virá a retweetar, pois estará a buscar retribuir a ajuda que você lhe ofereceu;  Outra forma interessante de usar as menções é para pedir a opinião, tirar dúvidas ou até mesmo debater um assunto com seus seguidores, desta forma você além de conseguir novos seguidores estará fidelizando seus seguidores atuais;
  • 91. TWITTER, COMO CONQUISTAR SEGUIDORES...  Adicionar botões do twitter no seu blog  É de extrema importância que você adicione um botão do Twitter no seu blog e nas outras redes sociais que você participa;  Feito isso toda vez que seus visitantes clicarem no botão automaticamente passarão a seguir seu perfil no twitter;  Criar promoções e sorteios  Criar promoções no Twitter que necessitem que os candidatos retweetem certas frases é uma das estratégias mais usadas atualmente;  Ofereça um produto ou serviço para sorteio aos seguidores com a condição de eles te seguirem e retweetarem certas frases como: Eu estou concorrendo a um ano de sapatos grátis do @meu twitter, participe você também http://migre.me/J7p90
  • 92. TWITTER, COMO CONQUISTAR SEGUIDORES...  Conteúdo autêntico  Mantenha seu estilo e mostrar sua personalidade, não limite-se a simplesmente a twittar links de notícias ou de artigos publicados no seu blog , debata sobre elas, comente e mostre porque seus seguidores deverão ler aquele artigo;
  • 93. FACEBOOK  Um dos objetivos com o Facebook e converter visitantes sazonais em leitores fiéis e também criar uma imagem diferenciada ao blog;  Benefícios que uma fan page pode trazer ao seu negócio online  Diminuição da taxa de rejeição  Aumento no número de comentários  Aumento no número de visitantes  Profissionalismo
  • 94. FACEBOOK, ESTRATÉGIA DE CONTEÚDO  Usuários passam em média 27% do tempo navegando no Feed de Notícias;  Como local principal onde o conteúdo de marca é consumido, os usuários estão mais propensos a consumir o conteúdo de uma marca no Feed de Notícias do que visitar uma fan page;
  • 95. FACEBOOK, ESTRATÉGIA DE CONTEÚDO  Entenda porque as pessoas curtem uma marca no Facebook:  Identificação com conceito e história da marca (cultural) ;  Identificação com o conteúdo produzido e divulgado por esse marca (contextual) ;  Interesse em produtos e promoções (público não fiel);
  • 96. FACEBOOK, ESTRATÉGIA DE CONTEÚDO  Formas de apresentação estratégica de conteúdo:  Perguntas;  Complemento de frases;  Enquetes;  Vídeos;  Fotos;  Imagens;  Notas;  Emoticons;  História;
  • 97. FACEBOOK, ESTRATÉGIA DE CONTEÚDO  Ao criar a postagem atente para:  Postagens com imagens conseguem 22% a mais de engajamento em relação à postagens com vídeos;  Postagens com imagens possuem 54% a mais de engajamento em relação à postagens de texto;  Porém, postagens com vídeos têm 27% a mais de envolvimento em relação à postagens de texto;
  • 98. FACEBOOK, ALGORITMO EDGERANK  Algoritmo que define quais atualizações serão mostradas no Feed de Notícias dos usuários, baseado em: Afinidade entre usuário e fan page Peso (interações da publicação) Tempo (data da publicação)
  • 99. GOOGLE PLUS  O Google Plus, rede social do Google, por ser uma indexável é ideal para atrair novos visitantes e dar destaque ao conteúdo publicado em seu blog;  Através do Google Plus pode-se obter melhores posições nos resultados de pesquisa do Google e atrair o maior número possível de novos visitantes e paraquedistas para nosso blog;
  • 100. GOOGLE PLUS  Círculos  Os círculos são uma forma de garantir que só poderão visualizar suas atualizações as pessoas que realmente você desejar;  É possível dividir seus contatos em diversos grupos como família,amigos,colegas de trabalho ou qualquer outro que você desejar criar, tudo isso de forma privada, ou seja, a pessoa poderá saber que você a adicionou a um círculo mas não poderá saber a qual;  Os círculos servem também para que você possa achar as atualizações que lhe interessam de forma mais rápida, com eles é possível visualizar apenas as atualizações específicas de um certo grupo;
  • 101. BOA PROVA!

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