Your SlideShare is downloading. ×
0
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Atuação do Instituto Geológico na prevenção de desastres naturais. Maria José Brollo (Instituto Geológico), 2012

1,200

Published on

1. O Instituto Geológico – missão e atividades …

1. O Instituto Geológico – missão e atividades
2. Desastres naturais
3. Principais fenômenos naturais no Estado de São Paulo
4. Riscos geoambientais
5. Políticas públicas - Instrumentos de Gestão de Riscos

Published in: Education
0 Comments
2 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
1,200
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
64
Comments
0
Likes
2
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. ATUAÇÃO DO INSTITUTO GEOLÓGICO NA PREVENÇÃO DE DESASTRES NATURAIS Geól. Maria José BrolloSeminário de Defesa Civil de Lins – junho de 2010
  • 2. SUMÁRIO1. O Instituto Geológico – missão e atividades2. Desastres naturais3. Principais fenômenos naturais no Estado de SãoPaulo4. Riscos geoambientais5. Políticas públicas - Instrumentos de Gestão deRiscos
  • 3. 1. O Instituto Geológico – missãoe atividades
  • 4. INSTITUTO GEOLÓGICOMissão:“ atender as necessidades deconhecimento sobre o meio físico, físicoatravés do desenvolvimento depesquisas, básicas e aplicadas, e porpesquisasmeio da prestação de serviços, para dar serviçossuporte à gestão ambiental, aodesenvolvimento sustentável do Estado, eà implementação de políticas públicas.” públicas
  • 5. ORIGEM: COMISSÃO GEOGRÁFICA E GEOLÓGICA – 1886
  • 6. AS ÁREAS DE ATUAÇÃO ESTRATÉGICALevantamentos Básicos em Geociências Gestão de Recursos Gestão de Recursos Hídricos Minerais Subterrâneos Gestão de Unidades Prevenção de de Conservação Desastres Sistemas Planejamento Gerenciadores Territorial de Informações Geoambientais
  • 7. O ARRANJO PROGRAMÁTICO Geoprocessamento Uso e Ocupação do SoloHidrogeologia Geologia GeralPaleontologia GeotecniaHidroclimatologia Recursos Minerais Geomorfologia
  • 8. SUPORTE A INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL planos preventivos de defesa civil zoneamentos planos de bacias ecológicos- hidrográficas econômicos planos diretores regulamentaçõesplanos de manejo de unidades de legislação conservação
  • 9. 2. Desastres naturais
  • 10. DESASTRES NATURAISSão o resultado de eventos naturais adversos (fenômenosnaturais) sobre um ecossistema, causando danos humanos,materiais ou ambientais (situação de perigo) e conseqüentesprejuízos econômicos e sociaisEtna, 2002 (fonte: folha on lin
  • 11. FENÔMENOS NATURAISTerremotos, Tsunamis;VulcõesCiclones, Furacões, Tornados;Tempestades (gelo, granizo,raios);Secas;Temperaturas extremas;EscorregamentosErosão Processos GeodinâmicosInundaçãoSubsidência/Colapso OrigemEtna, 2002 (fonte: folha on lin
  • 12. CONCEITUAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO
  • 13. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AOS FENÔMENOS
  • 14. DESASTRE HUMANO TECNOLÓGICOVazamento de petróleo no Golfo do México, 2010 (fonte: info.abril.com.br)
  • 15. DESASTRE HUMANO SOCIALTERRORISMOAtentado de 11 de setembro de 2008 nas Torres Gêmeas, EUA (fonte: worldpress.com)
  • 16. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AOS FENÔMENOS
  • 17. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AOS FENÔMENOS44 tipos de desastres - codificados CODAR
  • 18. DESASTRE NATURALDESEQUILÍBRIO DA BIOCENOSE
  • 19. DESASTRE NATURAL ERUPÇÃOVULCÂNICAerupção do vulcão Eyjafjallajoekull, na Islândia, 2010 (fonte: inapcache.boston.com)
  • 20. DESASTRE NATURAL IMPACTOSIDERAL
  • 21. DESASTRE NATURAL TERREMOTOTerremoto no Chile, 2010 (fonte: wordpress.com)
  • 22. DESASTRE NATURAL SECA
  • 23. DESASTRE NATURAL INUNDAÇÃOInundação em São Luiz de Paraitinga, jan/2010. (fonte: Rede Record)
  • 24. DESASTRE NATURAL ESCORREGAMENTOEscorregamento em Guapiara, fevereiro/2010
  • 25. DESASTRE NATURAL VOSSOROCAProcesso erosivo em área rural - Descalvado (acervo IG)
  • 26. DESASTRE NATURAL SUBSIDÊNCIAGuapiara, fevereiro/2010
  • 27. DESASTRE NATURAL EROSÃO FLUVIAL Iguape, 2006
  • 28. 3. Principais fenômenos naturaisno Estado de São Paulo
  • 29. DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOSFENÔMENOS NATURAIS NO ESTADO DE SÃO PAULO
  • 30. PERIGOS GEOLÓGICOS NO ESTADO DE SÃO PAULO Erosão Continental Colapso/subsidência Escorregamentos Inundações Erosão Costeira
  • 31. PROCESSOS DE EROSÃO
  • 32. PROCESSOS DE EROSÃO CONTINENTALO processo erosivo do solo é deflagrado pelas chuvas e compreende aseguinteseqüência de mecanismos:(1) o impacto das gotas de chuva, que provoca a desagregação daspartículas;(2) a remoção e transporte pelo escoamento superficial, e(3) a deposição das partículas, formando depósitos de sedimentos(assoreamento). Fonte: (Infanti JR. & Fornasari Filho, 1998).
  • 33. SUSCETIBILIDADE A EROSÃO NO ESTADO DE SP
  • 34. EROSÃO Processo de desagregação e remoção das partículas do solo, pela ação combinada da gravidade com a água (chuva, enxurradas, etc), vento, gelo e organismos Tipos de erosão: Erosão laminar Erosão linear (em sulcos e ravinas) BoçorocaLavoura de mamoeiro apresentando erosão laminar severa (Fonte: www.todafruta.com.br/)
  • 35. EROSÃO Tipos de erosão: Erosão laminar Erosão linear (em sulcos e ravinas) Boçoroca(Mogi Mirim, 2002 - acervo IG)
  • 36. EROSÃOTipos de erosão: Tipos de erosão:Erosão laminar Erosão laminarErosão linear(em sulcos eravinas) linear Erosão (em sulcos e ravinas)Boçoroca Boçoroca (Sulco de erosão, Ubatuba, 2004 – acervo IG)
  • 37. EROSÃOTipos de erosão:Erosão laminarErosão linear(em sulcos eravinas)Boçoroca(Sulco de erosão, Ubatuba, 2004 – acervo IG)
  • 38. EROSÃOTipos de erosão: Erosão laminar Erosão linear (em sulcos e ravinas) Boçoroca erosão superficial + erosão interna + solapamentos + desabamentos + escorregamentos + nível dágua(Mirassol - acervo IG)
  • 39. EROSÃO Tipos de erosão: Erosão laminar Erosão linear (em sulcos e ravinas) Boçoroca erosão superficial + erosão interna + solapamentos + desabamentos + escorregamentos + nível dágua(Monte Alto, 2007 - acervo IG)
  • 40. EROSÃOTipos de erosão:Erosão laminarErosão linear(em sulcos eravinas)Boçoroca erosão superficial + erosão interna + solapamentos + desabamentos + escorregamentos + nível dágua
  • 41. PROCESSOS DE INUNDAÇÃO
  • 42. PROCESSOS DE INUNDAÇÃO/ ENCHENTE Inundação: Processo de extravasamento das águas de um curso d’água para suas áreas marginais (planícies de inundação), que ocorre quando a vazão a ser escoada é superior à capacidade de descarga da calha. Enchente: Corresponde à elevação do nível normal de água de um rio, sem extravasamento da água para fora do canal principal Alagamento: Decorrente da incapacidade de drenagem das águas das chuvas, em razão da topografia suavizada e dos sistemas de captação de águas pluviais.
  • 43. SUSCETIBILIDADE AINUNDAÇÕES NO ESTADO DE SP
  • 44. PROCESSOS DE INUNDAÇÃO/ ENCHENTE – CONDICIONANTES NATURAIS formas do relevo; características da rede de drenagem da baciahidrográfica; intensidade, quantidade, distribuição e freqüênciadas chuvas; características do solo e o teor de umidade; presença ou ausência da cobertura vegetal.
  • 45. PROCESSOS DE INUNDAÇÃO/ ENCHENTE – CONDICIONANTES ANTRÓPICOS uso e ocupação irregular nas planícies e margens decursos d’água; disposição irregular de lixo nas proximidades doscursos d’água; alterações nas características da bacia hidrográfica edos cursos d’água (vazão, retificação e canalização decursos d’água, impermeabilização do solo,desmatamento entre outras); intenso processo de erosão dos solos e deassoreamento dos cursos d’água.
  • 46. INUNDAÇÃOSLParaitinga, jan/2010. RedeRecord
  • 47. INUNDAÇÃOSLParaitinga, jan/2010 Folha/uol
  • 48. INUNDAÇÃOSLParaitinga, jan/2010 Folha/uol
  • 49. INUNDAÇÃOFernando Prestes – Evento de inundação no Ribeirão dos Mendes em 27/01/2007
  • 50. SOLAPAMENTO DE MARGEM DE RIOBoituva, SP, 2009 – Arquivo IG)
  • 51. PROCESSOS DEASSOREAMENTO
  • 52. ASSOREAMENTOAssoreamento de rio e de sua planície provocado pela mobilização de grandes volumes de terra (córrego na bacia do rio Piracicaba, SP –e detritos oriundos dos escorregamentos no Braço do Baú, SC (Acervo IG, dez.2008). Arquivo IG)
  • 53. ASSOREAMENTO(córrego na bacia do Rio Piracicaba,SP – Arquivo IG)
  • 54. PROCESSOS DE COLAPSO E SUBSIDÊNCIA
  • 55. COLAPSO DE SOLOSSolos colapsíveis são solos arenosos os quequando submetidos a uma determinada tensão (pesode uma construção por unidade de área) e umedecidos(infiltração de água de chuva ou vazamentos emdutos) sofrem redução significativa em sua capacidadede carga acarretando deformações na construção quepodem causar sérios danos estruturais.
  • 56. COLAPSO DE SOLOS Os solos suscetíveis ao processochuva chuva de colapso apresentam uma grande sensibilidade à ação da água, ou seja, o aumento do teor de umidade é o mecanismo deflagrador do colapso. trincas 0,20 a 0,50 m recalque e↑ 1,0 a 8,0 mTubulação Camada solo colapsível S↓rompida ?m Fonte: Rodrigues (2007) Fonte: Acervo IG-SMA (2009)
  • 57. COLAPSO DE SOLOSchuva chuva 45° trincas 0,20 a 0,50 m recalque e↑ 1,0 a 8,0 mTubulação Camada solo colapsível S↓rompida ?m 45° Fonte: Rodrigues (2007) Fonte: Acervo IG-SMA (2009)
  • 58. COLAPSO DE SOLOS Suscetibilidade de colapso emchuva solos naturais é função de: chuva 1º) Estrutura porosa do solo (alto índice de vazios); 2º) Condição não saturada do solo(baixo teor de umidade ou grau de saturação). trincas 0,20 a 0,50 m recalque O que aciona o processo de e↑ colapso:m 1,0 a 8,0Tubulação Camada solo colapsível S↓rompida 1ª) Elevação do teor de umidade até um determinado valor limite; 2ª) ? Atuação de um estado de m tensões crítico (como uma construção). Fonte: Rodrigues (2007) Fonte: Acervo IG-SMA (2009)
  • 59. COLAPSO DE SOLOS – ONDE OCORREMNo Brasil: regiões Centro-Sul e Nordeste.No Estado de São Paulo: principalmente na região oeste paulista. Ilha Solteira S.J. Rio Preto Pereira Barreto Bauru
  • 60. COLAPSO DE SOLOS – COMO IDENTIFICAR- NSPT ≤ 4 golpes);- análise granulométrica: ausência da fração silte;- baixo grau de saturação (≤ 60%);- grande porosidade ( ≥ 40%). Fontes: A - Rodrigues (2007) B - Giacheti et al. (2000) C - Mendes (2001) D - Rodrigues e Lollo (2004)
  • 61. PROCESSO DE SUBSIDÊNCIA OU ADENSAMENTO DE SOLOSSolos compressíveis são solos argilosos saturadosque não apresentam resistência satisfatória parasuportar as cargas provenientes dos elementosestruturais de fundação (sapatas, radiers, brocas,estacas, tubulões, etc.) de uma edificação, gerandorecalques diferenciais excessivos.
  • 62. PROCESSO DE SUBSIDÊNCIAOU ADENSAMENTO DE SOLOS
  • 63. PROCESSO DE SUBSIDÊNCIA OU ADENSAMENTO DE SOLOS – O QUE É E COMO OCORRE É o fenômeno pelo qual ocorrem recalques(fundações de obras) com expulsão da água dointerior dos vazios (poros) dos solos saturados.A evolução do processo ao longo do tempo édependente do tipo de solo e da sua permeabilidade). Os recalques em solos saturados são inteiramenteresultantes da variação de volume dos vazios.
  • 64. TIPOS DE RECALQUES Fonte: Hachich (2003)
  • 65. TIPOS DE RECALQUES Fonte: Hachich (2003)
  • 66. PROCESSOS DEESCORREGAMENTOS
  • 67. SUSCETIBILIDADE AESCORREGAMENTOS NO ESTADO DE SP
  • 68. PROCESSOS DE ESCORREGAMENTOS- movimentos gravitacionais de massa, mobilizando o solo, a rocha ou ambos.- tipos: planar, circular, em cunha, rastejo, queda de blocos/desplacamento de rocha São os processos de movimentos de massa mais comuns e que causam maior número de vítimas; envolvendo cortes e aterros
  • 69. ESCORREGAMENTOS PLANARESChina, 2008 Fonte: www.usgs.gov
  • 70. ESCORREGAMENTOS PLANARESSão Bernardo do Campo SP, 2005 Fonte: Acervo IG
  • 71. ESCORREGAMENTOS PLANARES EM ENCOSTAS URBANASCunha, jan.2010
  • 72. ESCORREGAMENTOS PLANARES EM ENCOSTAS URBANASCunha, jan.2010
  • 73. ESCORREGAMENTOS PLANARES EM ENCOSTAS URBANASCunha, jan.2010
  • 74. PROCESSOS DE ESCORREGAMENTOS- movimentos gravitacionais de massa, mobilizando o solo, a rocha ou ambos.- tipos: planar, circular, em cunha, rastejo, queda de blocos/desplacamento de rocha
  • 75. ESCORREGAMENTOS CIRCULARES/ROTACIONAISJaraguá do Sul (SC), 2008 Fonte: Acervo IG e USGS
  • 76. PROCESSOS DE ESCORREGAMENTOS- movimentos gravitacionais de massa, mobilizando o solo, a rocha ou ambos.- tipos: planar, circular, em cunha, rastejo, queda de blocos/desplacamento de rocha
  • 77. PROCESSOS DE ESCORREGAMENTOS- movimentos gravitacionais de massa, mobilizando o solo, a rocha ou ambos.- tipos: planar, circular, em cunha, rastejo, queda de blocos/desplacamento de rocha Rastejo
  • 78. RASTEJOS: TRINCAS E ABATIMENTOSNova Friburgo, RJ Fonte: www.cprm.gov.br www.usgs.gov
  • 79. QUEDA DE BLOCOSChina, 2008
  • 80. ROLAMENTO DE MATACÃO Fonte: Ministério das Cidades e Mineropar, 1998
  • 81. CORRIDAS DE LAMA, DE DETRITOS El Salvador, 2001 Fonte: Acervo IG , ABMS e
  • 82. CORRIDAS DE LAMA e DE DETRITOS Corrida de lama na região do Morro do Baú, SC, atingindo e destruindo casas, ruas e estrada e causando barramento do curso d’água, provocando inundação (acervo IG).Santa Catarina – 2008
  • 83. 4. Riscos geoambientais
  • 84. ANÁLISE DE RISCORisco: é função de eventos naturais perigosos e do elemento em risco (vulnerabilidade/danos) Zona de Zona de Zona de localização dos perigo risco elementos sócio- econômico- ambientais
  • 85. ANÁLISE DE RISCORisco: é função de eventos naturais perigosos e do elemento em risco (vulnerabilidade/danos) Zona de Zona de Zona de localização dos perigo risco elementos sócio- econômico- ambientais
  • 86. ANÁLISE DE RISCO P D VAnálise de Risco: função deeventos naturais perigosos e do R=P x V x Delemento em risco(vulnerabilidade/danos) P = Perigo V = Vulnerabilidade D= Dano
  • 87. Análise de Risco (R) Risco de quê, como e onde? Perigo (P)Evento ou fenômeno potencialmente danoso, o qualpode causar a perda de vidas e ferimentos a pessoas,danos a propriedades, rupturas sociais e econômicasou degradação ambiental. Cada perigo deve sercaracterizado por seu tipo, localização, intensidade eprobabilidade.
  • 88. Análise de Risco (R) Risco para o quê Elemento ou para quem?? em risco (E)Indivíduos, população, propriedades,empreendimentos, atividades econômicas, meioambiente
  • 89. Análise de Risco (R) Qual a resistência Vulnerabilidade (V)ao risco? Condições resultantes de fatores físicos, sociais, econômicos e ambientais, as quais determinam a suscetibilidade de uma comunidade (ou elemento em risco) ao impacto dos perigos.
  • 90. > vulnerabilidade < vulnerabilidade
  • 91. Análise de Risco (R) Risco de quanto? Valoração do Dano (D)Contempla a valoração do elemento em risco. É umaestimativa da extensão do dano resultante, expressapela perda de vidas e ferimentos a pessoas, danos apropriedades, rupturas sociais e econômicas oudegradação ambiental.
  • 92. 2. Conceituação - desastresnaturais e riscos geoambientais
  • 93. 2. Conceituação - desastresnaturais e riscos geoambientais
  • 94. 2. Conceituação - desastresnaturais e riscos geoambientais
  • 95. Desastres Naturais no MundoTipos de desastres maisfrequentes no Mundo:1º - Inundações (35%)2º - Tempestades (31%)IN – inundação IF – incêndio florestalES – escorregamento VU – vulcanismoTE – tempestade TR – terremotoSE – seca RE - ressacaTX – temperatura extrema Fonte: (EM-DAT 2007 - Emergency Events Database , período 1900-2006)
  • 96. Desastres Naturais no Mundo Fonte: (EM-DAT 2007 - Emergency Events Database**)**Computados somente os desastres considerados de grande severidade – levando os Estados e países a buscarem auxílio externo. 150 registros período 1900-2006:  8.183 vítimas fatais  prejuízos de US$ 10 bilhões 59% Desastres documentados pela Defesa Civil Estadual: -Decretados Situação de Emergência e Estado de Calamidade Pública pelos municípios afetados. 14% O número de desastres IN – inundação TX – temperatura extrema torna-se bem mais elevado. ES – escorregamento IF – incêndio florestal TE – tempestade TR – terremoto SE – seca
  • 97. Distribuição Espacial dos Desastres Naturais no Brasil Fonte: (EM-DAT 2007 - Emergency Events Database**) **Computados somente os desastres considerados de grande severidade – levando os Estados e países a buscarem auxílio externo.Região 2% 4%Sudeste: 23%Prevalecem os 39%escorregamentose as inundações.(Fonte: SecretariaNacional de DefesaCivil) Regiões: 32% Centro Oeste Norte Sul Nordeste Sudeste
  • 98. 2. Conceituação - desastresnaturais e riscos geoambientais
  • 99. Termos de Cooperação Técnica IG-CEDEC Ações PreventivasPlanos Preventivos Mapeamento de de Defesa Civil áreas de risco (PPDC) Desde 1988 Desde 2004
  • 100. Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC)Início da AtuaçãoIniciou-se no verão de 1988/1989, a partir dainiciativa do governo do Estado devido àocorrência I de acidentes associados aescorregamentos no verão de 1987-1988, naregião da Serra do Mar, que causaram mortesnas cidades de Cubatão e Ubatuba.Objetivo PrincipalEvitar a ocorrência de mortes, com a remoçãopreventiva e temporária da população queocupa as áreas de risco, antes que osescorregamentos atinjam suas moradias.
  • 101. Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC)Operação - período de verão (Dezembro a Março) - coordenado pela Defesa Civil do Estado (CEDEC) - apoio técnico do IG e do IPTAções - Monitoramento dos índices pluviométricos e da previsão meteorológica; - Realização de vistorias de campo; - Realização de atendimentos emergenciais.
  • 102. Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC)Abrangência - implantados em 5 regiões do Estado de São Paulo, com o monitoramento de 66 municípios: - 08 municípios do Litoral (Baixada Santista e Litoral Norte); - 07 municípios da Região do ABCD; - 11 municípios da Região de Sorocaba; - 16 municípios da Região do Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira; - 24 municípios da Região de Campinas.
  • 103. Mapeamento de áreas de riscoInício da AtuaçãoIniciou-se em 2004, com o mapeamento de áreasde risco a escorregamentos e inundações emmunicípios da região de Sorocaba e do ABC.Objetivo PrincipalFornecer subsídios à Defesa Civil Estadual para aidentificação e o gerenciamento das situaçõesde riscos relacionadas a fenômenos naturais(inundação, escorregamento, erosão e subsidência)em áreas residenciais dos municípios.
  • 104. Mapeamento de áreas de risco realizados pelo Instituto Geológico 31 municípios mapeados
  • 105. Mapeamento de áreas de riscoFatores considerados na análise do risco:i) probabilidade de ocorrência de fenômenosnaturais (inundação, escorregamento, erosão esubsidência) Estimada pela identificação e análise de feições e características do terreno indicadoras de suscetibilidade, combinadas a observações sobre as formas de uso e ocupação do terrenoii) vulnerabilidade em relação às formas de usoe ocupação do solo; Função do padrão construtivo, qualidade da infra-estrutura, capacidade de enfrentamento de situações de riscoiii) dano potencial. Estimado pelo número de moradias e de moradores (elementos em risco) potencialmente sujeitos a serem afetados
  • 106. Mapeamento de áreas de riscoGraus de risco considerados na setorização das áreas Grau de Risco Simbologia Baixo R1 Médio R2 Alto R3 Muito Alto R4
  • 107. Mapeamento deáreas de risco aescorregamentos einundação de SãoLuiz de Paraitinga
  • 108. Área de Risco a Inundação - Mongaguá cota cheias
  • 109. Áreas de Risco a Erosão – Monte Alto
  • 110. Áreas de Risco a Escorregamento e Inundação– Mongaguá
  • 111. AVALIAÇÃO DOS DADOS DE MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO nos 31 municípios
  • 112. AVALIAÇÃO DOS DADOS DE MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO nos 31 municípiosTIPOS DEPROCESSOSNOS MUNICÍPIOSMAPEADOS
  • 113. Obrigada pela Atenção! Maria José Brollo Geóloga/Pesquisadora Científico Instituto Geológico – SMA www.igeologico.sp.gov.br

×