Apresentação Marketing Digital

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Apresentação do Curso de Extensão de Marketing Digital (Fumec 31/10/2009)

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Apresentação Marketing Digital

  1. 1. Marketing Digital FUMEC – 31/10/2009
  2. 2. ÍNDICE • Apresentação p ç • Sociedade da Informação • Multitasking e Geração M • C t úd On D Conteúdo O Demand d • Mobilidade e Mobile Marketing • Comércio Eletrônico e a Cauda Longa g • Comunidades Online e Microtrends • Propaganda Online • G tã d C t úd Gestão de Conteúdo • Projetos Web • Tipos de segmentação • Dados de veículos • Preparando uma campanha de buzz marketing • Ferramentas on line e off line on-line off-line • Como evitar ser blacklisted
  3. 3. APRESENTAÇÃO
  4. 4. PROGNÓSTICO APRESENTAÇÃO ATUAÇÃO PROFISSIONAL Thiago Mi Thi g Miqueri i Thiago.miqueri@planb.com.br http://meadiciona.com/miqueri http://meadiciona com/miqueri Com 8 anos de experiência em comunicação digital, Thiago Miqueri está a frente desde de 2003 da Plan B Comunicação Online como Diretor de Atendimento e Negócios, atendendo clientes como Vivo, TIM, Claro, Oi, Magazine Luiza, Iveco, Globo Minas e Estado d Mi Gl b Mi E t d de Minas. É fformado em C d Comunicação i ã social, pós-graduado em Marketing e especialista em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo Interativo.
  5. 5. PROGNÓSTICO APRESENTAÇÃO HISTÓRICO PLAN B PLAN B COMUNICAÇÃO ONLINE www.planb.com.br • 5 anos de mercado; • Cli t d grande porte em di Clientes de d t diversos segmentos em MG RJ t MG, RJ, DF e SP; • Foco em planejamento; • Primeira agência mineira a ter acesso aos dados das pesquisas NetView e AdRelevance do Ibope NetRatings; • 35 colaboradores; • Parceria com as principais agências de comunicação do mercado: 18, TOM, RC entre outras.
  6. 6. PROGNÓSTICO APRESENTAÇÃO HISTÓRICO PLAN B Principais Clientes
  7. 7. Sociedade da Informação
  8. 8. Sociedade da Informação O que é “Sociedade da Informação”? “Sociedade do Conhecimento”? “Nova Economia”? “Sociedade pós industrial”? pós-industrial”?
  9. 9. Sociedade da Informação Links Wiki http://bit.ly/P7EPj Livro “Desafios de Palavras” http://bit.ly/uEOjq http://bit ly/uEOjq Revista Comciência (Artigo) http://bit.ly/Gxqfh
  10. 10. Multitasking e Geração M
  11. 11. Multitasking e Geração M “Generation M” surgiu a partir d um estudo d Kaiser Family “G i ” i i de d da i il Foundation em 2005. Um adolescente americano típico possui: • duas televisões • três rádios • três players de videocassete ou DVD p y • dois videogames • um computador • 50% possuem TV a cabo em casa • 30% possuem acesso a banda larga. b d l
  12. 12. Multitasking e Geração M Resultados: R l d • Consomem aproximadamente seis horas e meia usando mídia por dia; • Exposição a quase oito horas e meia de mensagens midiáticas. • Em 26% do tempo, os jovens usam duas ou mais mídias simultaneamente.
  13. 13. Multitasking e Geração M Passado: consumo d mídia separado P d de ídi d Objetivo: informar Hoje: consumo multimeios Objetivo: informar + socializar Tudo ao mesmo tempo agora! p g Definição de Rafael Davini, da Turner Internacional “Multiconectados, multi-informados, multiligados e multi- impactados. R i t d Resumidamente, eles l id t l levam uma vidaid multitarefa”.
  14. 14. Multitasking e Geração M Links i k Revista TIME (Artigo) http://bit.ly/12xn6I Pew Internet (Pesquisa) p y g http://bit.ly/JM0ag Pesquisa “Generation M” (Kaiser Family Foundation/2005) http://bit.ly/eW3li
  15. 15. Conteúdo On Demand
  16. 16. Conteúdo On Demand Quem deve decidir como e quando você consumirá um conteúdo? Não linearidade d programação Nã li id d de ã Convergência tecnológica de televisão telefonia e informática televisão, Afetará fortemente o negócio das mídias O consumidor terá papel cada vez mais relevante e o grande desafio é a disputa das horas Usará aparelhos e conteúdos da forma que lhe for mais Conveniente
  17. 17. Conteúdo On Demand 4 Pilares d vídeo online: l do íd l - Facilidade de produção - Custo de armazenamento - Explosão da internet como ambiente social - Banda Larga g Mais de 80% dos usuários de internet no mundo já viram um vídeo 50% dos usuários desistem de ver os vídeos até o final O vídeo é a atividade social mais realizada hoje, mais q comunidades, fotos... A internet muda o consumo de audiovisual? O vídeo não deve ser produzido para a mídia e sim para o consumidor
  18. 18. Conteúdo On Demand Cases de vídeo na internet combinam conteúdo com o poder de socialização da internet A palavra é relevância! Não se mede o vídeo/conteúdo mais. Mede-se o consumidor. (Ex. (Ex Globo) Porque as p q pessoas assistem vídeo na internet? - Poder de controle (onde e quando) - Variedade de conteúdo Gargalhos do vídeo na internet -L i l ã Legislação - Banda
  19. 19. Mobilidade e Mobile Marketing
  20. 20. Mobilidade e Mobile Marketing Conceito de Mobilidade Computação Mó l C t ã Móvel Disponibilidade é tudo Convergência - Não importa o dispositivo! As perspectivas: o acesso à Internet em banda larga por redes sem fio passou de apenas 2% do total mundial para 18% (73 milhões de usuários)
  21. 21. Mobilidade e Mobile Marketing Alguns números de Mobile Marketing Mais de M i d 145 milhões d celulares ativos no B il (80% pré-pago) ilhõ de l l ti Brasil é ) 90% SMS 68% Internet 35 % JAVA 33% Bluetooth 29% Câmera 15% MP3
  22. 22. Mobilidade e Mobile Marketing 70% de penetração classe C - celular lhe confere “ t t ” l l l lh f “status” 60% da população brasileira já enviou pelo menos 1 SMS Promoções: SMS (R$0,31) vs. CARTA (R$0,63 e o consumidor precisa ir até o correio) Taxa de cliques em banners wap varia de 5% a 10%. Os portais wap 10% das operadoras tem 15 milhões de usuários. Investimento de Mobile Advertising no mundo será de US$16,2 bilhões no mundo em 2011
  23. 23. Mobilidade e Mobile Marketing Alguns números de Mobile Marketing Temos hoje entre 11 e 18 milhões de pessoas que acessam a web T h j t ilhõ d b móvel, sendo 3 milhões na tecnologia 3G Mais de 30 milhões de de nomes opt-in para SMS com profunda segmentação A audiência mobile já pode se equivaler a novela da 8 24% do acesso móvel a internet no Brasil é realizado por iPhones.
  24. 24. Mobilidade e Mobile Marketing Alguns números de Mobile Marketing
  25. 25. Mobilidade e Mobile Marketing Alguns números de Mobile Marketing
  26. 26. Mobilidade e Mobile Marketing Há 2 caminhos para se chegar ao consumidor 1. Presença d marca em concentradores d audiência 1 P de t d de diê i Anunciantes -> Veículos -> Consumidor > > 2. Ativação do Consumidor em experiências interativas Anunciantes -> Integradoras/Operadoras/Veículos -> Consumidor Os resultados podem ser mensurados por ferramentas reconhecidas pelo mercado (RealMedia, Predicta)
  27. 27. Mobilidade e Mobile Marketing Mitos A internet móvel é cara, lenta e ruim… i t t ó l l t i Conexões de 1Mbps (3G) Planos a partir de R$9 90 R$9,90 Previsão de 20 milhões de celulares 3G em 2009 As operadoras são uma bagunça… Já seguem padrões estabelecidos pela IAB e MMA Colocar uma campanha mobile leva tempo… Prazos médios: SMS -> 15 dias VOZ -> 07 dias Web Móvel-> 07 dias Bluetooth -> 03 dias
  28. 28. Mobilidade e Mobile Marketing Dúvidas O risco ainda h j é alto? i i d hoje lt ? Como convencer o cliente a investir? As operadoras irão virar mídia? Inclusão digital acontecerá via celular?
  29. 29. Mobilidade e Mobile Marketing Links Webinsider Artigos sobre M bil M k ti W bi id – A ti b Mobile Marketing http://bit.ly/gxfIr Mobilepedia http://bit.ly/XU36P Mobile News http://bit.ly/oe3a2 http://bit ly/oe3a2
  30. 30. Comércio Eletrônico C é i El t ô i e a C d L Cauda Longa
  31. 31. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa Cauda Longa Cauda longa (d i lê Th L C d l (do inglês The Long T il) é um t Tail) termo utilizado na tili d Estatística para identificar distribuições de dados da curva de Pareto, Pareto onde o volume de dados são classificados de forma decrescente. A Cauda Longa é um fenômeno observado em empresas que conseguem faturar com produtos de nicho tanto quanto, ou até mais que os tradicionais arrasa quarteirão Isso se tornou viável arrasa-quarteirão. com o advento da internet já que a inexistência de limitação do espaço físico para exibição de produtos faz com que os mercados de nicho sejam explorados da mesma forma que o mercado de massas.
  32. 32. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa Cauda Longa Exemplos: A E l Amazon.com, R i N t Rain Network e C i t i k Camiseteria
  33. 33. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa Balanço do 1 Semestre 2008
  34. 34. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa
  35. 35. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa
  36. 36. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa
  37. 37. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa
  38. 38. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa
  39. 39. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa Faixa Etária
  40. 40. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa Satisfação
  41. 41. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa Evolução da Satisfação
  42. 42. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa Probabilidade de voltar a comprar x Satisfação com a facilidade de comprar
  43. 43. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa Probabilidade de voltar a comprar x Satisfação com Preço
  44. 44. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa Probabilidade de voltar a comprar x Satisfação com o Atendimento ao cliente
  45. 45. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa
  46. 46. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa
  47. 47. Comércio Eletrônico e a Cauda Longa Links E-commerce.com.br E b http://bit.ly/LOka5 Wiki http://bit.ly/nJL9M Entervista Chris Anderson http://bit.ly/EYl6i http://bit ly/EYl6i
  48. 48. Cultura do R i C lt d Remix
  49. 49. Cultura do Remix Remix é uma das palavras-chave da experiência 2.0. Veio V i para ficar, não tem mais volta. fi ã t i lt O remix deve ser formalmente permitido (adequar as leis de autoria à realidade do mundo digital) As empresas precisam entender que é bom que os usuários remixem produtos, conteúdos e idéias. Porque o remixagem agrega valor ao produto. produto O livre compartilhamento na rede gera novos modelos de negócios. “No mundo 2.0, não adianta gritar para as pessoas o que elas devem comprar. Elas não ouvem. É melhor construir junto” Seth Godin
  50. 50. Comunidades O li e Mi t d C id d Online Microtrends
  51. 51. Comunidades Online e Microtrends Microtrends Você bi V ê sabia que mais d 3 milhões d pessoas que se i de ilhõ de conheceram por sites de paquera na internet acabaram casadas? Você já ouviu falar no mercado de roupas com proteção solar, que movimenta US$ 180 milhões por ano? Você acredita que mais de 6 milhões de adolescentes americanos tricotam ou fazem crochê regularmente?
  52. 52. Comunidades Online e Microtrends Microtrends Mark Penn examinou minuciosamente i ú M kP i i i t inúmeras pesquisas sobre i b hábitos de consumo, religião, relacionamentos sexuais, etc dos americanos, americanos e identificou 70 “microtendências”. microtendências Ele diz que essas microtendências são determinantes, porque 1% da população nos EUA já corresponde a 3 milhões de pessoas, um grupo significativo.
  53. 53. Redes Sociais R d S i i
  54. 54. Redes Sociais Quatro dinâmicas sociais existentes em ambientes virtuais de relacionamento - longa ‘durabilidade’ dos dados - replicabilidade - escalabilidade - searchability “totalmente buscáveis na rede” Não adianta pensar como TV. Sua marca competirá com os amigos dos usuários usuários. "os usuários irão acabar com a sua reputação. É melhor ter o os positivo e o negativo do que nada. As empresas precisam aprender a lidar com isso, criar diálogo" danah boyd
  55. 55. Redes Sociais O ponto central é que se sua empresa não tem presença online alguém vai responder por ela. Quando uma informação está online, nada mais pode ser feito (Digg pelo HD DVD) O maior custo de um blog não é financeiro, mas sim intelectual Blog vende? Reputação vende? Blog ajuda a construir reputação.
  56. 56. Redes Sociais Estimativa de que 20% dos 400 milhões de blogs ativos do BR centralizam a audiência Como justificar financeiramente um investimento interno em blogs? Vendendo experiência e relacionamento relacionamento. Falta humildade entre as empresas para se aproximar dos clientes. Mídia social é para se humanizar perante o cliente. Reconhecer e responder aos erros erros. 82% dos blogueiros fala em algum momento sobre marcas e produtos, segundo technorati Link
  57. 57. O PASSADO Processo de adoção de uma marca conhecimento consideração preferência ação lealdade
  58. 58. A EVOLUÇÃO Acesso a informação Grande expansão dos recursos computacionais Conectividade sempre on-line Valores de investimentos em tecnologia cada vez menores
  59. 59. A EVOLUÇÃO Acesso a informação Grande expansão dos recursos computacionais Conectividade EveryWhere Valores de investimentos em tecnologia cada vez menores
  60. 60. A EVOLUÇÃO A Lei de Gordon E. Moore presidente da Intel em 1965 “A cada 18 meses aumento de 100% da capacidade do processador” processador
  61. 61. A EVOLUÇÃO Ipod x Custo
  62. 62. PASSADO X PRESENTE Audiência em larga escala Mercados de massa Consumidor paciente Atenção
  63. 63. PASSADO X PRESENTE one-to-one Mercados de uma pessoa Consumidor exigente Participação
  64. 64. Antes: Poucos Dominam o Conhecimento Agora: I li ê i é o resultado d C l b A Inteligência l d da Colaboração ã Wikis: todos e qualquer um contribuindo para um banco de dados que reúne o saber universal
  65. 65. CONSUMERS ARE IN CONTROL CO O EMPOWERMENT
  66. 66. PASSADO X PRESENTE O Cenário atual Conectados Auto Em “Somos todos Elogio empowerment Rede Um Marco” Da marca
  67. 67. THE SOCIAL MEDIA WAS BORN
  68. 68. CASO VW FOX Gustavo Funada teve seu dedo arrancado no seu Fox Segundo a V j mais 8 pessoas S d Veja i sofreram o mesmo acidente “o sistema esta de acordo com as Normas de segurança”
  69. 69. CASO VW FOX
  70. 70. CASO VW FOX
  71. 71. CASO VW FOX Poucos meses depois: Vários blogs mencionando o problema Vários tópicos no orkut á ó Inúmeros vídeos na web
  72. 72. CASO VW FOX Todo mundo na web fez piada p Toda a mídia especializada cobriu o caso
  73. 73. CASO VW FOX A VW f e recall d produto fez ll do d
  74. 74. ESSÊNCIA DA SOCIAL MEDIA Confesso Manual Conversação Engajamento Logo X Existo Fórum
  75. 75. Blogs Microblogging Wikipedia Vídeos & Messenger Comunidades Mundos Bookmarks Fotos Virtuais
  76. 76. MÉTODO SOCIAL MEDIA IMPLE CAPTURA MENTA CLASSI MONITO FICA ATUAÇÃO RAMENTO SOCIAL NUMERI MEDIA CA PLANEJA MENTO DIRECIO ANÁLISE QUALIDA NAMENTO DE
  77. 77. MÉTODO SOCIAL MEDIA Informações
  78. 78. MÉTODO SOCIAL MEDIA
  79. 79. MÉTODO SOCIAL MEDIA MESTRADO BAR 157 FASHION A MELHOR DE BH POS GRADUACAO FUMEC MARCA FUMEC BOM CURRICULO JOVEM MULHERES BEM MODERNA APRESENTADAS Conteúdo de marcação.
  80. 80. Projetos Web
  81. 81. Projetos Web Link
  82. 82. Números Internet br
  83. 83. números internet Br Tempo Médio de Navegação O usuário residencial brasileiro é o que passa mais tempo conectado conectado. Em ABRIL de 2008 foram em média 22h por usuário residencial. 25.000 4:48:00 0:00:00 20.000 22h47min15seg 19:12:00 15.000 14:24:00 10.000 10 000 9:36:00 5.000 4:48:00 0 0:00:00 7 07 08 7 8 07 07 07 07 07 7 07 07 7 08 08 t/0 /0 /0 l/0 /0 r/ r/ z/ ai/ o/ v/ n/ v/ n/ n/ v/ ar ar t ju ab ou ab de se no fe fe ag ju ja ja m m m Internautas Tempo Números em (000) / Fonte: IBOPE/NetRatings / Os dados acima só incluem acesso residencial Fonte: Jump Education
  84. 84. números internet Br Participação da Banda Larga Em dezembro de 2007, 79% dos , Evolução do uso da Banda Larga em tempo de internautas ativos residenciais navegação acessaram a internet com conexão banda larga larga. 78,8% 74% Esse número vem crescendo 61% expressivamente ano a ano e o maior p crescimento foi registrado em 2007. O IAB Brasil estima que até o final de 2008 cerca de 82% dos acessos serão feitos em conexão banda larga. Vale destacar o aumento da velocidade média de conexão banda larga. Hoje o serviço para residência está disponível 2005 2006 2007 nas opções de 1 MB até 8 MB. Fonte: IBOPE/NetRatings - Os dados acima só incluem acesso residencial Fonte: Jump Education
  85. 85. números internet Br Participação da Classe C (entre internautas) A classe C é a que mais cresce em participação no uso de internet. 50% Segundo a p q g pesquisa Internet POP do IBOPE, em , 47% 2007 37% dos indivíduos que acessaram a 40% internet pertencem à Classe C. 37% O IAB Brasil estima que em 2008, 40% da base de internautas será da Classe C. 13% 13% 13% 50% 2007 37% 2007 2008 AB C DE AB C DE Fonte: 19ª edição da pesquisa Internet POP – Base dezembro/2007 Fonte: Jump Education
  86. 86. números internet Br Investimentos Publicitários Em 2007 foram contabilizados R$ 527 712.000 milhões em investimentos em mídia online no Brasil, 12,13% acima da 527.000 previsão inicial do IAB Brasil. Até o final de 2008, estimamos que 361.000 os investimentos no meio cheguem a 265.650 265 650 cerca de R$ 712 milhões o que milhões, 223.078 representa um crescimento de cerca de 35% em relação ao ano anterior. 2004 2005 2006 2007 2008 Estimativa IAB Brasil Números em (000) - Fonte: Projeto Intermeios – janeiro à dezembro Fonte: Jump Education
  87. 87. números internet Br Participação dos Meios – 1ºtrimestre/2008 Internet;  Outdoor;  TV Paga;  Guias e  A internet recebeu 3,2% dos investimentos 3,2% 2,8% listas; 2,1% publicitários no primeiro trimestre de 2008. 3,2% Cinema;  Cinema; Radio;  0,3% 4,7% O total dos investimentos online chegou a R$ 134 milhões neste período, o que Revista;  ; 6,9% significa que a i t i ifi internet recebeu mais t b i investimentos que a TV Paga, no primeiro trimestre do ano. Radio;  4% Esses resultados confirmam a tendência apontada pelo IAB Brasil que antecipou a TV Aberta;  meta de levar esse percentual à marca de 58,0% 3,5% , até o final de 2008. Fonte: Projeto Intermeios – janeiro à março 2008 Fonte: Jump Education
  88. 88. números internet Br Variação do Faturamento dos Meios 36% A Internet é a mídia que mais cresceu no primeiro trimestre de 2008 em relação ao mesmo período 26% de 2007. d 2007 24% 18% O faturamento bruto do meio cresceu 15% 36% em relação ao p ç primeiro trimestre 13% de 2007. Guias e Listas Cinema 4% Rádio Revista Internet Outdoor TV Paga Jornal Televisão ‐2% 2% ‐16% Fonte: Projeto Intermeios – janeiro a março (2007/2008) Fonte: Jump Education
  89. 89. Como se comportam e onde estão os consumidores
  90. 90. Comportamento Co po ta e to Informação Distribuição e Comércio Comunicação e Networking A cada dia temos mais pessoas conectadas comportando-se de novas maneiras … Publicar Falar Vender Comprar Ler 1994 1998 2000 2003 2006 Usuários 77M 400M 500M 1000M Fonte: Jump Education
  91. 91. Comportamento Co po ta e to …e trazem fenômenos culturais de massa fora dos meios de massa. Fonte: Jump Education
  92. 92. Comportamento Co po ta e to Temos as Redes Sociais, rapidamente adotadas pelos d d d d l BR´s bem como ferramentas 2.0 78% 47% dos usuários 11% 45% web participam criam ou acessam sites em sites de atualizam lêem blogs de video comunidades blogs sharing Fonte: Jump Education
  93. 93. Comportamento Co po ta e to Mais M i que apenas mensagens d produto: de d t RELEVÂNCIA é palavra chave Fonte: Jump Education
  94. 94. Comportamento Co po ta e to O que o consumidor enxerga a web 2.0 (amanhã, 3.0, 4.0, X.0 etc) • web como plataforma de serviços e software, produzidas e alimentadas pelos consumidores • participação e colaboração online em torno de redes sociais •ê f ênfase na experiência d consumidor iê i do id • descentralização das fontes de conteúdo • disponibilização livre de dados e informações entre consumidores ativos, e não mais apenas de consumidores passivos • não se cria para pessoas, mas sim com a ajuda das pessoas Tim O'Reilly (nascido em 1954, Cork, Irlanda) é o fundador da O´Reilly Media (antigamente nomeada O'Reilly & Associates) e entusiasta de movimentos de apoio ao software livre e código livre, é também creditado como o criador da expressão Web–2.0. Fonte: UM Global: Social Web Tracker Wave 2 March 2007 Fonte: Jump Education
  95. 95. Como atuar
  96. 96. Co o atua Como atuar O conteúdo é o primeiro passo.
  97. 97. Co o atua Como atuar Engenharia de Presença Presença Planejamento Usuário Institucional Online Otimização para Links Publicidade ferramentas Métricas patrocinados Online de busca
  98. 98. Co o atua Como atuar Planejamento Defina D fi o que você pretende, com qual verba e como. ê t d l b
  99. 99. Co o atua Como atuar Engenharia de Usuário Especifique como será a disposição dos conteúdos e p q p ç como o seu público encontrará o que busca
  100. 100. Co o atua Como atuar Presença Institucional Trabalhe o conteúdo sobre sua empresa, produtos ou p ,p serviços de modo que seu público não tenha dúvidas.
  101. 101. Co o atua Como atuar Presença Online As redes sociais devem ser monitoradas e a sua presença p ç clara e obejtiva contará a favor do seu negócio.
  102. 102. Co o atua Como atuar O poder das redes sociais trabalhando pelas marcas Redes Sociais Ferramentas online onde consumidores compartilham interesses comuns. Mudanças de paradigma Consumidores tendem a valorizar sua própria rede de relacionamento para identificar melhores produtos e serviços e várias grandes marcas já usam redes sociais para monitoração e relacionamento Possibilidades Projeção de produtos, identificação de imagem percebida e influência em comportamento pois o poder do boca a boca garante maior atenção às mensagens Como trabalhar Identificar rede de formadores de opinião e os principais “spreaders” para que naturalmente as informações se expandam Fonte: Jump Education
  103. 103. Co o atua Como atuar O poder das redes sociais trabalhando pelas marcas No Orkut, algumas das maiores comunidades são voltadas à marcas. É possível obter informações que auxiliem no atendimento ao consumidor consumidor, no gerenciamento de crises, e antecipar tendências de uso / consumo Nenhum instituto de pesquisa avalia o desempenho de marcas nas mídias sociais. Ibope deverá apresentar no segundo semestre de 2008 ferramenta de monitoração de buzz, o que sinaliza claro crescimento estratégico dessa informação Gerenciar conversações sobre marcas nas redes sociais apontam oportunidades de mercado em geral (vide Exs Nestlé que relançaram produtos – “Deditos”) e se torna ferramenta útil para refinamento de estratégias online e criação d novas estratégias d comunicação, marca t té i li i ã de t té i de i ã e negócio Fonte: Jump Education
  104. 104. Co o atua Como atuar Otimização para ferramentas de busca Otimize seu conteúdo para que as ferramentas p q trabalhem a seu favor.
  105. 105. Co o atua Como atuar Ferramentas de Busca Busca Orgânica x Links Patrocinados Bom  posicionamento © 2008 JumpEducation
  106. 106. Co o atua Como atuar Links patrocinados Utilize Utili as ferramentas de busca a favor do seu negócio. f t d b f d ó i
  107. 107. Co o atua Como atuar Mecanismos de Busca: principais drives 1. 1 Retorno sobre investimento • Paga-se apenas quando usuário interage com anúncio e não por impressão. 2. Eficiência • Atinge o usuário quando ele está buscando algo sobre seu produto ou serviço. Lead é qualificado. 3. Dispersão zero • Para chegar até você ele passou por 2 filtros: buscou e depois clicou no seu anúncio ou seja realmente se anúncio, seja, interessou pelo que foi oferecido 4. Flexibilidade • Você define o quanto quer pagar, horários e dias quer veicular a mensagem, pode pausar e reiniciar campanha por categoria e subcategoria a qualquer momento e testa quais mensagens trazem maior resultado sem grandes custos 5. Abrangência • Permite comunicar todo o portifólio de produtos com baixo investimento. 6. Pioneirismo • Grandes marcas e anunciantes ainda não fazem uso consistente de S.E.M. o que o transforma em grande oportunidade Fonte: Jump Education
  108. 108. Co o atua Como atuar Ferramentas de Busca Busca Orgânica x Links Patrocinados Resultados  Resultados patrocinados (pagos) 40% 60% Link Resultados naturais (não pagos) 2008 JumpEducation © Fonte: Jump Education
  109. 109. Co o atua Como atuar Publicidade Online Formas de anúncio em portais de grande audiência, p g , sites segmentados.
  110. 110. Co o atua Como atuar Portais Horizontais Sites Segmentados • Cobertura e Visibilidade • Qualificação/ Afinidade ao target – Principais portais cobrem 95% de todos – Sites segmentados por target target, os usuários de web no Brasil, Possuem assunto ou região grande inventário de impressões o que • Cobertura possibilita compra de grandes volumes bl d d l – Em sua maioria, de cobertura baixa buscando frequência média eficaz. já que seu ponto forte é a segmentação. Complementam o restante da cobertura p • Rentabilização de Investimento que os horizontais não cobrem. – Por possuírem grande inventário de • Relevância impressões, impressões podem trabalhar com – Presença em momentos d P t de negociações mais agressivas, baixo C.P.M relevância ao target/campanha/produto. rentabilizando o investimento. C.P.M e C.P.C mais caros porém gera acesso mais qualificado. Fonte: Jump Education
  111. 111. Co o atua Como atuar Métricas Na internet é possível ter controle de todas as p informações sobre sua comunicação.
  112. 112. Co o atua Como atuar
  113. 113. Publicidade 2 0 2.0
  114. 114. Publicidade 2.0 Palavras chave: Não-interrupção Relevância Engajamento Entretenimento Simples (SEO) x Complexo (ARG) Banner é old media Interações são mais importantes que cliques At taxa d clique é i i i d B de li inimiga do Banner? ? Fonte: Ibope
  115. 115. Publicidade 2.0 Métricas! e as interações (qualitativo)? Para muitos clientes internet = risco Conversas giravam apenas em torno de conteúdo televisivo televisivo, hoje a Internet já está dentro das conversas (Orkut, Youtube) Envolver o consumidor e apresentar o p p produto de maneira interessante e clara ao consumidor (Nike Plus) Fonte: Ibope
  116. 116. Dados de veículos
  117. 117. Dados de veículos Nossa população de internautas – 62 3 milhões 16 tê acesso em todos os ambientes 62,3 ilhõ 16+ têm t d bi t – 11 5 milhões de domicílios têm computador com internet 11,5 – 38,2 milhões moram nesses domicílios com acesso – 25,5 milhões navegam por mês de residências Fonte: Ibope
  118. 118. Dados de veículos Evolução do acesso em residências, em dois anos Pessoas que moram em d i íli com acesso – em milhões P domicílios ilhõ 40 35 38,2 30 32,1 32 1 25 20 22,1 15 10 5 0 4 trim 1 trim 2 trim 3 trim 4 trim 1 trim 2 trim 3 trim 4 trim 06 07 07 07 07 08 08 08 08 Fonte: Ibope
  119. 119. Dados de veículos Fonte: Ibope
  120. 120. Dados de veículos Fonte: Ibope
  121. 121. buzz marketing
  122. 122. Campanha de buzz marketing Como fazer uma campanha de buzz marketing: • Pl Planejamento j t • Execução • Acompanhamento • Avaliação
  123. 123. Campanha de buzz marketing Fatores de sucesso para uma campanha de buzz marketing: • O modelo d l • O contexto • Os eleitos • Fator de fixação • Epidemia Social
  124. 124. PROGNÓSTICO RESUMO DO PROJETO ADD ME ADD ME • MOBILE: 31 9171-6666 • TRABALHO: miqueri@planb.com.br • Gtalk: miqueri@gmail.com • MSN thi MSN: thiagomiqueri@hotmail.com i i h t il • Twitter: @miqueri @ q • Skype: thiagomiqueri • ORKUT: Thiago Miqueri
  125. 125. AGRADECIMENTOS OBRIGADO.

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