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    Desilusão - Patativa do Assaré Desilusão - Patativa do Assaré Presentation Transcript

    • DESILUSÃO
      Patativa do Assaré
      (Antônio Gonçalves da Silva)
    • O poema “Desilusão”
      foi extraído do livro
      "Ispinho e Fulô",
      editado pela
      Universidade
      Estadual do Ceará
      Prefeitura Municipal de Assaré
      2001, pág. 182.
    • Como a folha no vento pelo espaçoEu sinto o coração aqui no peito,De ilusão e de sonho já desfeito,A bater e a pulsar com embaraço.
    • Se é de dia, vou indo passo a passoSe é de noite, me estendo sobre o leito,Para o mal incurável não há jeito,É sem cura que eu vejo o meu fracasso.
    • Do parnaso não vejo o belo monte,Minha estrela brilhante no horizonteMe negou o seu raio de esperança,
    • Tudo triste em meu ser se manifesta,Nesta vida cansada só me restaAs saudades do tempo de criança.
    • Antônio Gonçalves da Silva,
      conhecido como Patativa do Assaré, nasceu numa pequena propriedade rural de seus pais em Serra de Santana, município de Assaré, no sul do Ceará, em 05-03-1909.
      Filho mais velho entre os cinco irmãos, começou a vida trabalhando na enxada.
      O fato de ter passado somente seis meses na escola não impediu que sua veia poética florescesse e o transformasse em um inspirado cantor de sua região, de sua vida e da vida de sua gente.
    • Em reconhecimento a seu trabalho, que é admirado internacionalmente, foi agraciado, no Brasil, com o título de doutor "honoris causa" por universidades locais.
      Casou-se com D. Belinha,
      e foi pai de nove filhos.
      Publicou Inspiração Nordestina,
      em 1956. Cantos de Patativa,
      em 1966.
      Em 1970, Figueiredo Filho
      publicou seus poemas comentados Patativa do Assaré.
    • Tem inúmeros folhetos de cordel
      e poemas publicados
      em revistas e jornais.
      Sua memória está preservada no centro da cidade de Assaré, num sobradão do século XIX que abriga o Memorial Patativa do Assaré.
      Em seu livro Cante lá que eu canto cá, Patativa afirma que o sertão enfrenta a fome, a dor e a miséria, e que
      "para ser poeta de vera
      é preciso ter sofrimento".
      Faleceu em 8 de julho de 2002
      em sua cidade natal.
    • FORMATAÇÃO: Mima (Wilma) Badan
      mimabadan@yahoo.com.br
      MÚSICA: Choro da floresta
      Execução: Ricardo Anastácio (viola caipira)
      (Repasse com os devidos créditos)
      BLOGs:
      www.mimabadan.blogspot.com
      wwwrecantodepalavras.blogspot.com
      wwwrecantodasreceitas.blogspot.com
      wwwpurezadoutrinaria.blogspot.com
      wwwcasadavovomima.blogspot.com
      PPSs e ESTÓRIAS INFANTIS em:
      www.slideshare.net/mimabadan