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Pnaic 7º encontro2 ano
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Pnaic 7º encontro2 ano

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  • 1. PROGRAMA NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PNAIC Secretaria Municipal de Educação São José do Rio Preto – SP 2013 Encontro 09/11/2013 2º ANO
  • 2. LEITURA PARA DELEITE: Manhã: “A cara do Brasil” – Celso Viáfora A CARA DO BRASIL Eu estava esparramado na rede jeca urbanóide de papo pro ar me bateu a pergunta, meio à esmo: na verdade, o Brasil o que será? O Brasil é o homem que tem sede ou quem vive da seca do sertão? Ou será que o Brasil dos dois é o mesmo o que vai é o que vem na contra-mão? O Brasil é um caboclo sem dinheiro procurando o doutor nalgum lugar ou será o professor Darcy Ribeiro que fugiu do hospital pra se tratar A gente é torto igual Garrincha e Aleijadinho Ninguém precisa consertar Se não der certo a gente se vira sozinho decerto então nunca vai dar O Brasil é o que tem talher de prata ou aquele que só come com a mão? Ou será que o Brasil é o que não come o Brasil gordo na contradição? O Brasil que bate tambor de lata ou que bate carteira na estação? O Brasil é o lixo que consome ou tem nele o maná da criação? Brasil Mauro Silva, Dunga e Zinho que é o Brasil zero a zero e campeão ou o Brasil que parou pelo caminho: Zico, Sócrates, Júnior e Falcão A gente é torto igual Garrincha e Aleijadinho... O Brasil é uma foto do Betinho ou um vídeo da Favela Naval? São os Trens da Alegria de Brasília ou os trens de subúrbio da Central? Brasil-globo de Roberto Marinho? Brasil-bairro: Carlinhos-Candeal? Quem vê, do Vidigal, o mar e as ilhas ou quem das ilhas vê o Vidigal? O Brasil encharcado, palafita? Seco açude sangrado, chapadão? Ou será que é uma Avenida Paulista? Qual a cara da cara da nação? A gente é torto igual Garrincha e Aleijadinho ...
  • 3. CELSO VIÁFORA Depois de estudar música em São Caetano do Sul e São Paulo, começou a atuar como músico no fim da década de 70, participando de festivais. Tocou em bares e casas noturnas do circuito alternativo de São Paulo e Rio, e ganhou um prêmio de melhor arranjo no Festival Internacional de Viña del Mar, no Chile, com a música "Grão da Terra" (com Amílson Godoi). Em 1992 lançou o primeiro disco solo, "Celso Viáfora", pela gravadora Outros Brasis, de Belém do Pará, alcançando algum sucesso fora do eixo Rio-São Paulo. Quatro anos mais tarde lançou "Paixão Candeeira", que conseguiu mais espaço na mídia. É um dos renovadores da linguagem da MPB. Fonte: http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/celso-viafora (Acesso em 22/10/2013) Aos 18 anos, em 1978, CELSO VIÁFORA tem música vetada pela Censura Federal. Aos 22 anos, em 1982, CELSO VIÁFORA tem 7 músicas vetadas de uma única vez. Um dia, perto do amanhecer, Celso foi acordado por um sabiá cantando próximo ao seu apartamento. Emocionado com as notas do seu canto, o compositor a gravou num pequeno aparelho cassete. Em seguida, foi ao violão e começou a compor uma melodia inspirada naquelas notas. Música pronta, fez uma letra alegre para a melodia recém-criada. Quando mostrou a música para a família, sua filha, Clara, comentou que também ouvia aquele pássaro todas as manhãs, quando saia para a escola, mas que sentia não a alegria da letra composta pelo pai e, sim, uma certa melancolia. Celso concordou com a observação da filha, voltou aos versos e assim nasceu a música ”Quando Vi Meu Pai Chorar”. No início da parceria com Ivan Lins, em 2000, Celso recebeu 7 músicas do parceiro para letrar. Uma delas, Ivan pediu para indicar o tema, com o que, claro, Celso concordou. Mas o tema era escrever uma letra para a Portela. Só que Celso é salgueirense fanático e, desde 98, tinha recebido o convite para desfilar na Ala dos Compositores da escola, do qual muito se orgulhava. Tristonho por, talvez, perder a chance de letrar o ótimo samba de Ivan, perguntou o porque do tema e o parceiro explicou que fez a música para a esposa, Valéria, portelense de coração, e descreveu, detalhe por detalhe, os gestos, as expressões, o brilho no olho e a emoção da companheira sempre que vê a escola querida. Percebendo que, ao prestar tanta atenção na mulher, Ivan mal reparava na azul-e-branco, Viáfora encontrou ali uma forma de garantir mais uma música com o parceiro, sem “trair” a vermelho-e-branco. A música e a letra você pode ouvir e ler em “Discografia”, no link “Basta Um Tambor Bater”. Mas veja as fotos, clicadas por Cristiane Bodini, do momento em que Celso mostrou a Ivan a letra e a segunda parte da melodia que acabara de compor: Fonte: http://celsoviafora.com.br/curiosidades/
  • 4. Tarde: “Amor para recomeçar” – Frejat / Mauricio Barros / Mauro Sta. Cecília. Eu te desejo não parar tão cedo Pois toda idade tem prazer e medo E com os que erram feio e bastante Que você consiga ser tolerante Quando você ficar triste Que seja por um dia, e não o ano inteiro E que você descubra que rir é bom, mas que rir de tudo é desespero Desejo que você tenha a quem amar E quando estiver bem cansado Ainda, exista amor pra recomeçar Pra recomeçar Eu te desejo, muitos amigos Mas que em um você possa confiar E que tenha até inimigos Pra você não deixar de duvidar Quando você ficar triste Que seja por um dia, e não o ano inteiro E que você descubra que rir é bom, mas que rir de tudo é desespero Desejo que você tenha quem amar E quando estiver bem cansado Ainda, exista amor pra recomeçar Pra recomeçar Eu desejo que você ganhe dinheiro Pois é preciso viver também E que você diga a ele, pelo menos uma vez, Quem é mesmo o dono de quem Desejo que você tenha a quem amar E quando estiver bem cansado Ainda, exista amor pra recomeçar Pra recomeçar Pra recomeçar.
  • 5. FREJAT [...] Frejat sempre soube que queria ser músico. Sua dedicação à música era sempre maior em relação a das outras pessoas com quem tocava. Para ele, música não era apenas um passatempo, ali estava o seu futuro. Quando convidado a ensaiar com o Barão Vermelho foi para preencher a vaga do guitarrista que tinha saído da banda. Frejat tinha 19 anos na época e imediatamente percebeu que aquelas pessoas ensaiando todo dia, com vontade de deixar a música pronta, eram o que realmente estava procurando. Fisgado pelo Barão, formado aquela altura por Maurício Barros, De Palmeira e Guto Goffi, Frejat logo encontrou afinidades para compor com Cazuza, o último a entrar no grupo. A parceria deu personalidade autoral à banda, uma das mais ricas da música brasileira. Em 1985, depois do histórico show no Rock in Rio I, seu parceira partiu para carreira solo. Coube a Frejat se tornar o vocalista do grupo. Sem a menor ideia do tamanho do desafio, sua maior preocupação era fazer aquele barco continuar a navegar. [...] Em 2001, o Barão Vermelho resolveu parar suas atividades temporariamente. Era a oportunidade para Frejat multiplicar seu talento, sem as amarras que, às vezes, o trabalho em uma banda cria, abrindo assim seu leque de parceiros, com novos músicos e outras formas de lidar com sua criação. O disco “Amor Pra Recomeçar”, lançado no mesmo ano e produzido por Tom Capone, Maurício Barros e Max de Castro, foi o primeiro passo. [...] Fonte: http://www.frejat.com/site/#/_4_frejat
  • 6. BREVE RETOMADA DO ENCONTRO ANTERIOR (GÊNEROS TEXTUAIS) SOCIALIZAÇÃO DA TAREFA: • Conversa sobre a leitura do texto “Modalidades Organizativas do Trabalho Pedagógico: uma possibilidade” – Alfredina Nery (Ensino Fundamental de Nove Anos – Orientações para a Inclusão da Criança de Seis Anos de Idade / + 1º Ano é Fundamental – MEC, 2007). • Socialização dos quadros. ESTUDO E REFLEXÃO 1. Leitura da seção: “Iniciando a conversa”. Nesta unidade, discutiremos sobre o tratamento da heterogeneidade de conhecimentos dos aprendizes no processo de alfabetização. Após caracterizarmos a heterogeneidade de conhecimentos dos alunos como um fenômeno natural e inevitável, refletirmos sobre a importância da realização de diagnósticos, no início e ao longo do ano letivo, dos conhecimentos dos alunos, analisando a função desse instrumento no acompanhamento das aprendizagens das crianças e na (re) organização do ensino a elas proposto. Refletiremos, ainda, sobre a questão da diversificação das atividades e das formas de agrupamento dos alunos, assim como acerca do atendimento específico a alunos com dificuldades em seu processo de alfabetização. Em uma segunda parte, analisarmos algumas alternativas didáticas para o tratamento da heterogeneidade em sala de aula, especialmente em relação ao acompanhamento de alunos com dificuldades de aprendizagem da notação alfabética. Para tanto, apresentaremos e refletiremos sobre relatos de atividades ou exemplos envolvendo recursos como livro didático, jogos e obras complementares.
  • 7. Nesta unidade, temos, portanto, como objetivos: • entender a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento, considerando o fenômeno da heterogeneidade como intrínseco aos processos educativos; • criar um ambiente alfabetizador, que favoreça a aprendizagem, considerando a heterogeneidade de conhecimentos dos aprendizes no processo de alfabetização; • compreender a importância de organizar diferentes agrupamentos em sala de aula, considerando a heterogeneidade de aprendizagens, e adequando os modos de organização da turma aos objetivos pretendidos; • planejar o ensino na alfabetização, analisando e criando propostas de organização de rotinas da alfabetização na perspectiva do letramento, adequando-as às diferentes necessidades de aprendizagem dos alunos; • analisar e planejar projetos didáticos e sequências didáticas para turmas de alfabetização, contemplando crianças que tenham diferentes conhecimentos sobre a escrita; • compreender a importância da avaliação no ciclo de alfabetização, refletindo sobre a função do diagnóstico no acompanhamento das aprendizagens realizadas pelos alunos e na (re) organização do ensino a eles proposto; • conhecer e explorar os recursos didáticos distribuídos pelo MEC e planejar situações didáticas em que tais materiais sejam usados.
  • 8. 2. Dinâmica: Como eu sou? • Responder as questões sem colocar nome, mas de uma maneira que possa reconhecer depois. a) Eu não gosto _______________________________________________________ b) Eu gosto __________________________________________________________ c) Não tenho facilidade para aprender ____________________________________ d) Tenho muita facilidade para __________________________________________ • Ler o papel que pegou e tentar identificar a pessoa pelas respostas dadas. Característica do que é heterogêneo; qualidade do que não possui uniformidade, particularidade do que é composto por partes distintas. Sinônimo: diversidade Dicionário online de português
  • 9. 3. Vídeo: Ex-E.T. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=Q1OBD4ansXY / Último acesso em: 22 / 10 2013. REFLEXÕES Que sentimento o vídeo suscita? O que pensam sobre homogeneidade e heterogeneidade na escola e na sociedade? Quem é o aluno ideal? Como ele é? É importante conhecer bem cada um de seus alunos? Por quê?
  • 10. 4. Estudo dirigido: a) Discussão coletiva: • Qual a perspectiva de heterogeneidade segundo o PNAIC? • E a heterogeneidade de aprendizagem? Como lidar com ela na sala de aula? Quais são os desafios? b) Leitura e diálogo (Unidade 7 – excertos).
  • 11. Aprofundando o Tema A heterogeneidade no processo de alfabetização: diferentes conhecimentos, diferentes atendimentos Alexsandro da Silva Os alunos agrupados em uma mesma sala de aula, apesar de terem, geralmente a mesma idade ou idades próximas, não aprendem as mesmas coisas, da mesma maneira e no mesmo momento. Cada aluno é um ser único, com vivências e experiências extraescolares distintas, portanto é impossível existir uma sala de aula homogênea. Heterogeneidade de conhecimentos é natural, inevitável, não devendo ser vista de maneira negativa. A interação entre crianças com diferentes níveis de conhecimento em uma mesma atividade pode ser promotora de aprendizagens diversas. Compreendemos também que há necessidade de propor atividades diversificadas em um mesmo tempo, para grupos diferentes para atender a diversidade de conhecimentos dos alunos. Direitos de Aprendizagem – espera-se que ao final do 2º ano os alunos: •Leiam pequenos textos (poemas, canções, tirinhas, textos da tradição oral...) com autonomia, além de produzir textos de diferentes gêneros com autonomia, atendendo a diferentes finalidades. P. 06
  • 12. O diagnóstico dos conhecimentos dos aprendizes sobre o Sistema de Escrita Alfabética: monitoramento das aprendizagens e planejamento das práticas de alfabetização. Importante realizar diagnósticos periódicos; ao longo do ano para tomada de decisões em relação ao trabalho pedagógico. Silva e Castanheira (2005) propõe diferentes formas de realizar o diagnóstico: • Observando a realização das atividade em sala de aula; •Analisando produções escritas; • Observando a leitura de palavras, frase e textos curtos; • Realizando entrevista ou conversa; • Realização de testes diagnósticos. P. 08 - Unidade 07 É importante combinar diferentes instrumentos para permitir uma observação mais cuidadosa dos avanços e dificuldades das crianças em seu processo de apropriação da escrita alfabética. Ao encaminhar o ditado de uma lista de palavras é preciso garantir que pertençam ao mesmo campo semântico, selecionar palavras de tamanhos diferentes e com diferentes estruturas silábicas (CV, CVC, VC e CCV). P. 09 O respeito à diversidade de percursos de aprendizagem dos alunos não significa a ausência de metas em relação à alfabetização, para isso é preciso garantir os direitos de aprendizagem para cada ano do ciclo de alfabetização. P. 10
  • 13. A heterogeneidade de conhecimentos dos aprendizes e a organização das atividades de alfabetização em sala de aula Atender à diversidade de conhecimentos dos aprendizes pressupõe ajustar o ensino às diferentes necessidades de aprendizagem da turma. Tarefa docente complexa que envolve a proposição de atividades únicas e padronizadas que são realizadas simultaneamente por todos os alunos, mas, também de atividades diferenciadas ou que podem ser respondidas de modos distintos por alunos com diferentes níveis de conhecimentos. P. 11 Segundo Silva (2008, p. 53) ... Há atividades que podem ser realizadas por todos os alunos ao mesmo tempo, pois envolvem habilidade que todos dominam, e outras que precisam ser realizadas por meio de orientações específicas para grupos diferenciados. P. 11 ISSO AINDA É UM DESAFIO! É preciso organizar o tempo pedagógico de modo a contemplar atividades COLETIVAS e ATIVIDADES DIFERENCIADAS, ajustadas aos diferentes níveis de conhecimentos. Leal(2005) explicita que uma das habilidades mais RELEVANTES e DIFÍCEIS que precisa ser desenvolvida pelos docentes é a de IDENTIFICAR as NECESSIDADES de cada aluno e ATUAR COM TODOS, SIMULTANEAMENTE, atendendo às diferentes demandas de aprendizagem. P. 12. Ex: atividades coletivas – escrita de palavras na lousa em que alunos mais principiantes poderão refletir sobre: QUANTAS, QUAIS e em que ORDEM precisam colocar as letras e os mais avançado refletem sobre a ORTOGRAFIA. P. 12
  • 14. ATIVIDADES DIFERENCIADAS – para a proposição de atividades distintas em um mesmo momento, organizar a turma em PEQUENOS GRUPOS ou em DUPLAS considerando os OBJETIVOS da atividade e os CONHECIMENTOS dos alunos. P. 12 e 13 CUIDADO! É preciso constituir a interação cooperativa, planejando os agrupamentos de modo a evitar a resolução da atividade por um único aluno. P. 13 Onrubia (1996) defende que a interação cooperativa é muito produtiva, sob certas condições, uma fonte potencial de criação e avanço de zonas de desenvolvimento proximal. Segundo o autor são características relevantes da interação: •o contraste de ponto de vista moderadamente divergente em relação ao conteúdo ou a uma atividade; • a explicitação de próprio ponto de vista para os outros; • a coordenação de papéis e a regulação mútua do trabalho e; • o oferecimento e a recepção de ajuda. RESUMINDO – é preciso criar condições para que os aprendizes desenvolvam de forma efetiva esse complexo procedimento que é o TRABALHO COOPERATIVO. O atendimento a alunos com defasagem de aprendizagem na alfabetização em tempos e espaços diferentes dos da sala de aula O que fazer com alunos que chegam ao 2º ano sem ter compreendido o funcionamento do SEA? P. 13 e 14 •Organizar ações extraclasse no contra-turno; • Esse atendimento precisa ser compreendido numa perspectiva inclusiva; • Momento ampliado de aprendizagem, em espaços e em tempos distintos dos da sala de aula com objetivo de promoção das aprendizagem não realizada par garantir à criança continuidade em sua trajetória escolar com sucesso; • Responsabilidade compartilhada porque não envolve só a ação do professor, exige colaboração de instâncias como a da gestão escolar; • Importante a ação de acompanhamento da aprendizagem para evitar o fracasso escolar e só então buscar medidas remediadoras. P.15
  • 15. O TRATAMENTO DA HETEROGENEIDADE DE CONHECIMENTO DOS APRENDIZES NO SEGUNDO ANO DO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO Ana Gabriela de Souza Seal É esperado que os alunos cheguem ao 2º na o tendo compreendido o funcionamento do SEA, entretanto é sabido que os alunos não apresentam os mesmos percurso de aprendizagem ou não estão inserido nas mesmas condições sociais, o que pode vir a influenciar sua aprendizagem em relação aos conteúdos escolares. Apropriação do SEA: diagnóstico em prol do mapeamento das aprendizagens atingidas; Leitura: fluência e uso de estratégias de leitura como inferência, localização de informações, tema central, finalidade. P. 16 Produção de texto: conhecimento de gêneros, formas de registro e condições de produção e circulação. No 2º ano a produção de texto envolve aspectos relativos às convenções da escrita, segmentação, organização espacial do texto no papel e presença de parágrafos. Oralidade: Reconhecimento dos gêneros, suas configurações, finalidades e espaços de circulação. Verificar se tem conhecimento de gêneros orais formais e públicos, se são capazes de reconhecer e respeitar variações linguísticas, relacionar fala e escrita, saber escutar com atenção. O instrumento de diagnose precisa estar adequado à proposta: não faz sentido identificar os conhecimentos sobre a produção de uma noticia oral solicitando quem listem suas características, seria preciso ouvir e praticar esse gênero (finalidade, conteúdo, sequência), impostação da voz, postura corporal, etc. P.17 Abordagem dos eixos deve ser realizada com planejamento de atividades individuais, em duplas, em grupos ou coletivas. A relevância da organização dos alunos para a realização das atividades em sala de aula: * Depende dos objetivos didáticos: os agrupamentos propiciam a criação de espaços de problematização e discussão pertinentes e adequadas à aprendizagem visada quando a heterogeneidade está a serviço da ampliação das trocas de conhecimentos entre os alunos.
  • 16. Sobre a possibilidade de desenvolvimento de atividades no grande grupo (coletivo): •Leitura de comandos de atividades; •Produção de textos coletivos; • Resolução de questões de compreensão textual; • Problematização acerca da escrita de palavras; • Revisão de textos; • Correção de tarefas; •Proposição de jogos. Visam objetivos comuns, propiciam troca de ponto de vista, possibilita experiência de vida democrática. São coordenadas e realizadas pelo professor. Sobre a possibilidade de desenvolvimento de atividades em pequenos grupos e em duplas: Vygotsky - zona de desenvolvimento proximal nos processos de aprendizagem. A aprendizagem produtiva deve prever agrupamento no qual os conhecimentos apresentados pelos membros são diferentes, mas em níveis próximos. •Produção de textos • Revisão textual •Atividades de alfabetização Intervenção - junto a aqueles que apresentam mais dificuldades.
  • 17. Sobre a possibilidade de desenvolvimento de atividades individuais: Particularmente mais interessantes para aqueles que já se encontram em níveis maiores de compreensão da escrita alfabética: • atividades de escrita de palavras e textos •leitura de textos Para alunos não alfabéticos: • cruzadinhas com banco de palavras • ordenação de versos de textos que se sabe de cor, • formação de palavras com alfabeto móvel. P. 24 É importante que os alunos acessem de forma autônoma os acervos literários, mesmo os que não saibam ler: o contato com o texto escrito, desperta interesse pelo objeto de leitura, ao realizar pseudoleitura contribuem para a construção de reconhecimento do uso social da escrita além de aproximar o aluno do registro do texto verbal. Ao “imitar” o texto que foi lido por um adulto está internalizando características daquele gênero. P.25 Para crianças alfabéticas o acesso a obras pode ampliar o processo de tornar-se leitor promovendo contato com gêneros, tratamentos artísticos, estilos, vocabulários variados. P. 25
  • 18. Muitos professores explicitam a complexidade das interações em sala de aula, sobretudo em relação à heterogeneidade de conhecimentos das crianças.
  • 19. O que fazer em uma turma que tem crianças com conhecimentos muitas vezes além do que se espera e outras que não parecem estar avançando no mesmo ritmo do restante da turma?
  • 20. A importância de se considerar, na organização das práticas pedagógicas, os conhecimentos que os alunos possuem acerca da escrita a fim de se planejar atividades que efetivamente possam contribuir para que todos os alunos avancem.
  • 21. A importância do diagnóstico avaliativo acerca das capacidades, potencialidades capacidades e sobre os direitos de aprendizagem conquistado gradativamente pela turma.
  • 22. Atividades Diversificadas!
  • 23. O aprendiz precisa refletir sobre os diversos conhecimentos que compõe o objeto de ensino Em uma mesma turma crianças tem necessidades diferentes
  • 24. O docente precisa conhecer bem o objeto de ensino, saber o que seus alunos sabem ou não sabem sobre esse objeto, e quais atividades podem ajudar os estudantes a construir diferentes conhecimentos sobre ele.
  • 25. HETEROGENEIDADE EM SALA DE AULA 1. As crianças iniciam o ano letivo com diferentes conhecimentos e capacidades 2. É papel do professor diagnosticar o que as crianças sabem ou não sobre o que ele pretende ensinar 3. É preciso identificar não apenas o que elas não aprenderam, mas também valorizar suas conquistas 4. O diagnóstico deve servir para o planejamento das estratégias didáticas e não para a exclusão.
  • 26. 5. Vídeo: “Ler para estudar – Aves em extinção no Brasil” (Sala Multisseriada – Ibitiara, BA) - Nova Escola. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=uy06r_wEA9o (Último acesso em: 22 / 10 / 2013). 6. Tarefa: a) Fazer o registro reflexivo. b) Ler: •Direitos de aprendizagem: componente curricular Arte (p.27 a 29). • Obras complementares: cada livro, uma viagem (p. 33 a 38). c) Finalizar o quadro “Registro reflexivo sobre as ações realizadas na sala de aula – Ano Letivo 2013”. d) Realizar a avaliação do encontro (referente ao mês de novembro) no site:<http://simec.mec.gov.br/> de 15/11 a 17/11. ATENÇÃO: Os itens a e c da tarefa deverão compor o portfólio físico e digital. IMPORTANTE: 23 / 11 / 2013 – Unidade 8 – Reflexões sobre a prática do professor no ciclo de alfabetização: progressão e continuidade das aprendizagens para a construção de conhecimentos por todas as crianças. 30 / 11 / 2013 – Educação Especial – A Alfabetização de crianças com deficiência: uma proposta inclusiva / Avaliação PNAIC 2013 / Entrega do Portfólio / Seminário (planejamento). 07 / 12 / 2013 – Seminário Municipal.