Planejamento 1ºano
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Planejamento 1ºano Planejamento 1ºano Presentation Transcript

  • AVALIAÇÃO NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO
  • Até meados da década de 1980, as práticas de alfab etização baseavam-se em métodos considerados hoje como “tradicionais”, que tornavam artificiais as práticas escolares da leitura e da escrita.
  • Atreladas a essas práticas de alfabetização observamos a realização de práticas de avaliação, cuja ênfase era medição das aprendizagens dos alunos e na classificação deles como aptos ou não aptos para progredir no ensino.
  • O objetivo de tal avaliação era de medir, classificar a aprendizagem dos alunos p ara determinar seu prosseguimento nos estudos. O propósito classificatório e seletivo de tal prática de avaliação evidenciava-se nos altos índices de reprovação.
  • Avaliava- se por meio de atividades que exigiam a leitura e a escrita de letras, sílabas, palavras, frases e textos trabalhados. O erro precisava ser evitado, pois era indicador de que o estudante não havia aprendido/memorizado o que fora ensinado.
  • A partir da década de 1980, o fracasso escolar que até então era visto como um problema de deficiência ou carência cognitiva e cultural dos al unos do meio popular passou a ser relacionados à luz das teorias construtivistas, às práticas tradiciona is de ensino da leitura e da escrita. Desse modo os erros ou escritas não convencionais p assaram a ser vistos como reveladores de suas hipóteses de escrita.
  • Diferentemente de uma prática tradicional de alfabetiz ação e avaliação, na perspectiva construtivista e interacionista de ensino e também na perspectiva inclusivista, avaliam-se as conquistas e as possibilidades dos estudantes ao longo do ano escolar. O erro, que antes precisava a todo custo ser evitado, já que era o principal sintoma de exclusão escolar, passa a ser considerado como indicador da forma como os alunos pensam sobre determinado conhecimento
  • Os objetivos da avaliações não se relacionam mais a simples medição de conhecimentos, mas a identificação dos conhecimentos que os estudantes já desenvolveram, com o objetivo de fazê-los avançarem em suas aprendizagens.
  • Quanto ao registro dessas avaliações pode- se também propor diversificação quanto aos instrumentos:  caderno de registros dos estudantes;  portfólios com a coletânea de atividades.
  • Os registros realizados pelas crianças ao longo de um determinado período que permitem tanto o professor quanto os próprios alunos acompanharem as dificuldades e os avanços em uma determinada matéria: A ficha de acompanhamento individual e coletivo.
  • APROFUNDANDO O TEMA Planejamento do ensino: alfabetização e ensino/aprendizagem do componente curricular – Língua Portuguesa
  • CONVERSANDO SOBRE O ASSUNTO... Por que planejar o ensino?
  • Precisamos planejar para fazermos escolhas coerentes, organizar nossas rotinas, ter nossos objetivos delimitados, saber aonde queremos chegar e o que precisamos ensinar aos nossos alunos.
  • O QUE PLANEJAR NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO? Eixos direcionadores:  Leitura  Produção de Texto  Oralidade  Análise linguística – apropriação SEA
  • O trabalho com alfabetização na perspectiva do letramento está pautado na busca da realização de atividades que levem em consideração os usos sociais da língua escrita. PENSANDO SOBRE...
  • COMO VENCER ESSE DESAFIO?  Organizar o trabalho didático levando em conta os textos que circulam entre diversos grupos sociais seria um dos primeiros passos.  Uso dos gêneros textuais como ponto de partida - propiciar a vivencia destas práticas também em ambiente escolar e despertar nossos alunos para o uso além dos muros da escola.
  • ENTÃO... Ensinar por meio dos gêneros textuais significa promover um ensino voltado para a vida, que propicie verdadeiramente a formação do cidadão participativo das práticas sociais que envolvem a cultura escrita.
  • EIXOS COMO NORTE Leitura Domínio da mecânica (signos escritos) Compreensão das informações do texto lido Construção dos sentidos
  • AS HABILIDADES INTER-RELACIONAM-SE E NÃO PODEM SER PENSADAS HIERARQUICAMENTE No processo inicial de apropriação do Sistema de Escrita alfabética, cabe ao professor ser mediador da turma, auxiliando os alunos na elaboração de objetivos e expectativas de leitura, na criação de hipóteses antes e durante o ato de ler, correlacionado os conhecimentos prévios dos aprendizes com aqueles que se pode reconhecer no texto.
  • LER É O MESMO QUE CONTAR HISTÓRIAS? O que o aluno pode aprender quando o professor lê para ele?
  • PENSANDO UM POUCO MAIS... Por que lemos?
  • As práticas sociais que vivenciamos em nossas ações de leitores competentes, devem ser tomadas como base para o ensino e o trabalho na sala de aula.
  • PRODUÇÃO DE TEXTOS Textos longos ou curtos, conhecidos ou não? Qual a melhor estratégia?
  • ENTÃO... A escolha do que a criança irá escrever dependerá da situação comunicativa proposta pelo professor. A letra de uma cantiga, uma quadrinha, uma poema, um conto, um dito popular, um bilhete, um cartaz, um aviso, são entre outros, exemplos de textos que podem ser trabalhados em sala de aula.
  • CONVERSANDO SOBRE O ASSUNTO! Copiar é sinônimo de escrever?
  • Quando solicitamos que a criança escreva a parte da história que mais gostou para divulgar em um mural da escola para outras pessoas possam ler, propiciamos a reflexão sobre a escrita e a busca de soluções para questões que se colocam acerca da apropriação do sistema.
  • QUAL O PAPEL DO PROFESSOR NESSA SITUAÇÃO? Interagindo nesse tipo de situação, a criança pode aprender que existe uma convenção social que dita regras da escrita. Revisor do texto (mural)
  • PENSANDO SOBRE O ASSUNTO... Despertar na criança o desejo de saber escrever é papel da escola, mas sabe-se que escrever apenas para o professor corrigir não é prática sedutora para a criança. Ter o que dizer e a quem dizer são, portanto, os primeiros passos para a formação da criança produtora de textos – Contexto de produção.
  • A PRODUÇÃO PODE SE DAR DE DIFERENTES FORMAS:  Coletivamente  Em dupla  Individualmente O que as crianças podem aprender?
  • Produção de texto Registro de um texto Reescrita de textos Escrita autoral de textos
  • Oralidade Adequar a linguagem ao contexto Monitorar a fala e a escuta
  • O trabalho com a linguagem oral também deve ser planejado e organizado assim como os demais eixos. O professor precisa levar em consideração os usos da oralidade na sociedade, promovendo atividades sistemáticas que envolvam os gêneros orais.
  • ANÁLISE LINGUÍSTICA – APROPRIAÇÃO SEA A apropriação do sistema de escrita está diretamente relacionada com a capacidade de se pensar sobre a língua. O processo de análise linguística nos anos iniciais precisa estar voltado para reflexões acerca da língua e de seu funcionamento.
  • IMPORTÂNCIA DA ORGANIZAÇÃO Pensando sobre o assunto...  Como planejar o que vou ensinar se nem conheço minha turma?  Por que elaborar um plano anual se todo dia faço um roteiro para minhas aulas?
  • Quando planejamos as atividades a serem realizadas para cada dia, sem tomarmos como referencial o ano letivo, perdemos de vista o processo mais amplo e corremos o risco de negligenciarmos conteúdos importantes – direitos de aprendizagem. Por isso, torna-se necessário a elaboração de um planejamento anual: especificar ações e metas a serem atingidas. A partir dele, elaborar planos semanais e diários, enfim, construir um rotina de trabalho.