Coletivo sobre Comunicaçãdo DigitalSuprassumo Mídia BoomArtigos upgradeados + Comentários agregadores         Outubro a de...
Copyright © 2011 Mídia Boom – midiaboom.com.br (fund. 2009) / São Paulo; 58 páginasTítulo: Suprassumo Mídia Boom – Artigos...
APOIO, PARTICIPAÇÃO E         COMPARTILHAMENTO INICIAISPortal RP-Bahia (www.rp-bahia.com.br) – contato: Marcello Chamusca ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010           AGRADECIMENTOS                   EM SETEMBRO DE 2009, nasceu ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010           PREFÁCIO                               :: Blogs coletivos: de...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010           APRESENTAÇÃO                   É ENGRAÇADO O FUNCIONAMENTO da...
SUMÁRIO                   Mídias e Redes Sociais           A MEDIDA DO SUCESSO EM MÍDIAS SOCIAIS           Marisa Lemos   ...
                  Webwriting           EMPRESA, FALE “NÓS”, E NÃO “EU”           Fernanda Fabian                          ...
Formas de utilização, conceitos, integração tecnológica e social,  interação como ferramenta decomunicação, campanhas, nov...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Mídias e Redes Sociais     A MEDIDA DO SUCESSO EM MÍDIAS SOCIAIS        ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Estariam as marcas erradas em não agir neste caso? Talvez errado seja ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Porém, após esta data, nenhum comentário foi postado pela marca respon...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Mídias e Redes Sociais             COMPRAS COLETIVAS NA MIRA DAS        ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  No entanto, se você está realizando um planejamento que envolve difusã...
Mercado e segmentação digital,comportamentos do empreendedor,   per l do público-alvo, cases, planejamento, plano de negóc...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Empreendedorismo                      STARTUPS: EMPRESAS COM            ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010          Infográ co das características das empresas startups.Essas inf...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  pela competição com outras empresas mais e cientes do mercado. Outras ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  REFERÊNCIASOLIVEIRA, Edson M. Empreendedorismo social no Brasil: funda...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Empreendedorismo              QUAIS OS DIFERENCIAIS DOS            EMPRE...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Vendo estas características, percebemos o quanto elas estão inteiramen...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Mas, infelizmente, aqui no Brasil, poucas empresas possuem esta cultur...
Ações, campanhas, criações,planejamentos, cases, comunicações   segmentadas, mídias digitais,    plataformas, marketing 3....
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Marketing Digital          GOOGLE: A AGÊNCIA DE MARKETING E             ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  É um serviço cujos anúncios são encontrados através das palavras-chave...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  A AGÊNCIAO gigante Google, uma das maiores agências de publicidade, ma...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Marketing Digital             SALVA POR UM TWEET: UMA ANÁLISE           ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  do lho?Aaron, o lho, não era um pro ssional de marketing ou comunicaçã...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Esse público, certamente formado por pessoas mais acostumadas a compra...
Transações, conexões, utilização,     comunicação, plataformas,credibilidade e delidade, exemplos.                        ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010E-Commerce              AS MÍDIAS SOCIAIS EM AUXÍLIO AO                 ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Mantenha uma equipe “treinada”, que saiba muito bem o que está fazendo...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Twitter:Hoje, as pessoas veem no Twitter uma forma de ter um contato m...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Formspring:Essa talvez seja a ferramenta que mais se adéque ao per l d...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Comentários selecionados  Rosana Gabriela (@JornalistaPR) con rmou:São...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010E-Commerce             PREGUIÇA E PRATICIDADE ALIADAS                   ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010    do que um bom boca a boca para o sucesso do negócio. É isso ai, o co...
Técnicas, exploração na Internet,modelos, conceitos e utilização em           campanhas.                                  ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Guerrilha e Viral          SUSTENTABILIDADE SENDO UTILIZADA             ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010    deve ser feito de forma sincera e apoiando realmente a causa, no cas...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Guerrilha e Viral             MARKETING PESSOAL ATRAVÉS DAS             ...
Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  O primeiro passo pra saber sua capacidade de ser o seu próprio guerril...
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom

10,150

Published on

1º E-book Suprassumo do Blog Coletivo Mídia Boom. Baixe e distribua!

Published in: Education

Suprassumo Blog Coletivo Mídia Boom

  1. 1. Coletivo sobre Comunicaçãdo DigitalSuprassumo Mídia BoomArtigos upgradeados + Comentários agregadores Outubro a dezembro de 2010 Um projeto Mídia Boom + Dr. Conteúdo
  2. 2. Copyright © 2011 Mídia Boom – midiaboom.com.br (fund. 2009) / São Paulo; 58 páginasTítulo: Suprassumo Mídia Boom – Artigos upgradeados + Comentários agregadoresCAPAChico MontenegroPROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃOCamila CarranoSELEÇÃO E CURADORIA DE CONTEÚDODr. ConteúdoCamila CarranoREVISÃO E PREPARAÇÃO DE TEXTOSDr. ConteúdoLívia Brito  SELEÇÃO DE AUTORESAndré Brazoli – @Brazoli Guilherme Costa – @carpedianoCamila Carrano – @camilajoaquina Lívia Brito – @liviabritoCarolina Gancev – @carolzitaa Marisa Lemos – @mslemosChico Montenegro – @srchico Newton Alexandria – @New_AlexandriaDanila Dourado – @daniladourado Plínio Medeiros – @PlinioMKTDayane Nascimento – @dayanascimento Sabrina Almeida – @sabrinaalmeidaFernanda Fabian – @fernandaf     ORGANIZAÇÃO E EXECUÇÃO   +  Fundado em 2009 por Chico Montenegro, Atuando com o tripé Conteúdo, Estratégia eMídia Boom é um blog coletivo que traz, entre Relacionamento, a Dr. Conteúdo produz, edita,outros, cases, entrevistas e artigos, sempre com revisa, pauta e gerencia conteúdos nos maisenfoque em comunicação e marketing digitais, diferentes formatos e veículos, sempre comespecialmente tratando de mídias e redes sociais. apurado senso comunicacional e mercadológico.Clique e saiba mais em: Clique e saiba mais em:midiaboom.com.br drconteudo.com.brformspring.me/midiaboom slideshare.net/drconteudo@midiaboom @drconteudofale@midiaboom.com.br contato@drconteudo.com.br Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Atribuição – Uso não-comercial – Compartilhamento pela mesma licença 3.0 Brasil. Para ver esta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/
  3. 3. APOIO, PARTICIPAÇÃO E COMPARTILHAMENTO INICIAISPortal RP-Bahia (www.rp-bahia.com.br) – contato: Marcello Chamusca (@mchamusca)Agência + Mosaico Negócios & Comunicação – (www.maismosaico.com.br)– contato: Vany Laubé (@maismosaico)Blog do Tarcízio Silva – www.tarciziosilva.com.br/blog | @tarushijioBlog da Carina C. C. Julião – www.caraquebrisa.blogspot.comBlog da Mirna Tonus – interacoesdigitais.blogspot.com | @mtonusBlog da Maria Cristina Meneghin – mariacristinarp.blogspot.com | @mariacris10Blog e agência Rafael Hernandez – www.rafaeldesigner.com.br/blog/ | @rafaeldesignerAgência Virtuale – www.agenciavirtuale.com.br – contato: Liana Almeidablog.lianaalmeida.com.br | @liana_almeidaBlog e agência Degusta Digital – www.degustadigital.com.br – contato: Edione MachadoAgência CDI Comunicação Corporativa – www.cdicom.com.br |@cdicom– contato: Daniela MirandaFashion Business – www.fashionbusiness.com.br– contato: Wagner MatheusBlog Web Diálogos – www.webdialogos.com – contato: Tiago Nogueira (@tiago_nogueira)Agência i9 Social Media (www.i9socialmedia.com)e Blog Sucesso News (www.sucessonews.com.br) – contato: Vinícius Mont SerraBlog O Jornalista (ojornalista.com) – contato: Bruno Cardoso (@inexato)Blog A Bordo da Comunicação (abordodacomunicacao.com.br)– contato: Cibele Silva (@belle_rp)Blog do Eloy (eloyvieira.blogspot.com) – contato: Eloy Vieira (@Eloy_Vieira)Agência Athena Social Media (athenasocialmedia.com.br)– contato: Vinícius Sacramento (@vinnysacramento)Agência Nabile Design (www.nabiledesign.com.br) - contato: Alexander Duarte (@aduartte)Blog Mídia 8 (www.blogmidia8.com) - contato: Cleyton Torres (@midia8)Agência Web Advisor (www.webadvisor.com.br) - contato: Fabiana Borja (@faborja)Blog Ponto Marketing (www.pontomarketing.com) - contato: Gabriel Galvão (@pontomarketing) Muito obrigado pelo incentivo!
  4. 4. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010 AGRADECIMENTOS       EM SETEMBRO DE 2009, nasceu a ideia de criar um blog colaborativo, um blog sobre Comunicação Digital focado nas Mídias Sociais. Pouco mais de um ano depois, percebo quanto essa ideia cresceu, agregou conhecimento e importância para a blogosfera do Brasil e para os pro ssionais, entusiastas e curiosos que buscam todos os dias entender cada vez mais o mercado da Comunicação Digital, do Marketing, da Publicidade, do Empreendedorismo web e principalmente das Mídias Sociais. Este e-book é uma maneira simples de demonstrarmos todo o rico conteúdo que mais de vinte colaboradores diretos e indiretos produziram no intenso ano de 2010 para o Coletivo Mídia Boom. É megaimpossível agradecer a todos os envolvidos no crescimento do projeto; foram tantas pessoas interessadas e engajadas em fazer parte, enviar uma dica de post, criar um artigo, fazer uma entrevista ou simplesmente comentar e trazer vida ao blog com sua interação pelo Twitter, Facebook e até pelo Formspring. Uma maneira de agradecer a todos os envolvidos é dizer que o blog coletivo Mídia Boom e esse e-book só existem – e o projeto Mídia Boom cresce cada vez mais – por amor e dedicação de todos os colaboradores diretos. Muitos deles, vocês irão conhecer neste e-book. Grandes pro ssionais, estudantes e pensadores sobre o mundo do marketing e das mídias sociais. Pessoas que irão, num futuro não tão distante, comandar grandes empresas e corporações, escrever ótimos livros e criar ou propagar produtos e serviços que possivelmente você irá utilizar. Um agradecimento especial vai para meus amigos Newton Alexandria e Camila Carrano, que pegaram a ideia do e-book e zeram acontecer. O meu muito obrigado por todo o trabalho que zemos até agora vai em especial para os conectados – vocês, internautas, tuiteiros, facebookeiros ou quaisquer outros “eiros” que existam na web. A comunicação existe, cresce e se aprimora porque você é a essência disso tudo. Valeu, pessoal!!! Um abraço, Chico Montenegro Fundador e editor-chefe do Mídia Boom
  5. 5. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010 PREFÁCIO         :: Blogs coletivos: democratização da informação e das opiniões SEMPRE FUI FISSURADA por tecnologias que permitem às pessoas se comunicarem e se relacionarem. Um dos meus primeiros interesses na web foram os blogs – tanto que escrevi um livro sobre os blogs aplicados ao mundo corporativo. Depois do primeiro momento das tecnologias de compartilhamento – sobretudo os blogs, sites de relacionamento e suas derivações (comunidades, fóruns etc) – algumas outras ferramentas se instalaram e transformaram nossa forma de comunicar e de produzir, planejar e estruturar comunicação para agências, clientes, organizações, personalidades, celebridades etc. Até a nossa forma de comprar ganhou mais uma companhia: a web, com resenhas, sites de comércio eletrônico e toda a facilidade de pesquisa de preços, comparativos e a ns proporcionados pela rede. Nesse sentido, surgiram canais importantíssimos de informação e estes se rmaram como referência quando o assunto são as mídias sociais e as redes sociais online. Tais canais também permitem uma democratização de informações e opiniões nunca antes assistida. Um desses fantásticos canais é o blog coletivo Mídia Boom. Além do serviço constante que presta às comunidades interessadas em Comunicação e Mídias Sociais, tem um time superengajado e comprometido em destacar notícias, casos, situações e dados sempre de maneira lúcida e ágil. Este e-book compila algumas das histórias de maior destaque no blog de outubro a dezembro de 2010, nas colunas Mídias e Redes Sociais, Empreendedorismo, Marketing Digital, E-commerce, Guerrilha e Viral, Relacionamento Online e Webwriting. Valem a pena a leitura, o compartilhamento e as opiniões acerca do conteúdo. Para eles, eu ponho o meu selinho de “eu recomendo”! Abraços, Carol Terra @carolterra Carolina Terra é doutoranda e mestre em Interfaces Sociais da Comunicação, ambas pela Escola de Comunicações e Artes da USP. É diretora de Mídias Sociais da agência Ideal e pesquisadora do tema. Além disso, é docente para os cursos de Relações Públicas e Publicidade e Propaganda da FECAP, e da pós-graduação em Comunicação Digital, da ECA-USP. É autora do livro Blogs Corporativos (Difusão Editora) e editora do blog RPalavreando.
  6. 6. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010 APRESENTAÇÃO       É ENGRAÇADO O FUNCIONAMENTO das reuniões do Mídia Boom: geralmente, eu e o Chico nos encontramos online, divagamos horas falando das ideias e combinamos outro encontro para executar todo o planejamento. Em partes isso dá certo, tanto que cá estou eu apresentando o e-book para vocês. Esta foi uma das grandes ideias que tivemos conversando e analisando a necessidade de prestigiar nossos colaboradores e mostrar mais a cara do nosso projeto para o mundo. Não é apenas para mostrar o melhor de nós, mas também para termos um espaço para avaliar nossos feitos – e podermos olhar para trás e ver onde precisamos melhorar. Nosso conteúdo principal é dividido em colunas para facilitar para o leitor; a nal, o blog não existiria se não tivéssemos um feedback tão legal do nosso público. Assim, selecionamos dois artigos de cada coluna. Tentamos não apenas optar pelos mais acessados, mas também pelos mais relevantes e diferentes. Para não car um ctrl C + ctrl V do blog, melhoramos e editamos cada artigo com a ajuda de cada autor. Ah, e também adicionamos aos artigos selecionados os comentários que lhes agregaram mais informação e relevância. Então, se você é um dos nossos éis leitores, continue lendo, pois terá surpresas. Além disso, não posso deixar de salientar a honra de ter Carol Terra fazendo nosso primeiro prefácio. Não apenas por ela ser uma expert quando falamos sobre blogs, mas também porque é fonte de inspiração pessoal. E se hoje estou aqui apresentando nosso e-book é porque no passado tive contato com o trabalho dela, e oportunidades tanto aqui no Mídia Boom como em todos os outros blogs que faço parte e colaboro, seja com o planejamento ou apenas com conteúdo. Este é o primeiro de muitos neste nosso novo projeto do blog, mas com certeza um dos mais especiais. Nossa principal característica é buscar realmente um Coletivo – não é à toa que nos denominamos assim. Acreditamos que o trabalho em equipe é muito mais prazeroso e dá certo. Poder ter opiniões de mais de 20 colaboradores, interagindo e buscando o melhor para nosso trabalho é fonte de crescimento. Deixo, então, para vocês a porta aberta para opiniões, pois o nosso trabalho só vale quando temos o contato com nossos leitores. O nosso melhor depende do que signi camos para vocês. Obrigada por tudo! E aproveitem nosso e-book! Abraços, Camila Carrano Editora e Gerente de Conteúdo do Mídia Boom
  7. 7. SUMÁRIO       Mídias e Redes Sociais A MEDIDA DO SUCESSO EM MÍDIAS SOCIAIS Marisa Lemos   9 COMPRAS COLETIVAS NA MIRA DAS CAMPANHAS EM MÍDIAS SOCIAIS Sabrina Almeida   13 Empreendedorismo STARTUPS: EMPRESAS COM CRESCIMENTO ACELERADO Danila Dourado   16 QUAIS OS DIFERENCIAIS DOS EMPREENDEDORES DA GERAÇÃO Y? 20 Plínio Medeiros   Marketing Digital GOOGLE: A AGÊNCIA DE MARKETING E PUBLICIDADE DIGITAIS Lívia Brito   24 SALVA POR UM TWEET: UMA ANÁLISE SOBRE O PODER DA INTERNET 27 Marisa Lemos   E-commerce AS MÍDIAS SOCIAIS EM AUXÍLIO AO COMÉRCIO NA INTERNET André Brazoli   31 PREGUIÇA E PRATICIDADE ALIADAS AO VAREJO ONLINE Carolina Gancev   36 Guerrilha e Viral SUSTENTABILIDADE SENDO UTILIZADA NO MARKETING DE GUERRILHA Chico Montenegro   39 MARKETING PESSOAL ATRAVÉS DAS ESTRATÉGIAS DE GUERRILHA Camila Carrano   41 Relacionamento Online CONEXÕES E INFLUÊNCIAS REAIS ENTRE INDIVÍDUOS NAS REDES SOCIAIS Guilherme Costa   45 SOCIAL TECNOLÓGICO: O SEGREDO É CONHECIMENTO PARA SABER SE RELACIONAR Dayane do Nascimento   47
  8. 8.       Webwriting EMPRESA, FALE “NÓS”, E NÃO “EU” Fernanda Fabian   50 ENTENDEM O QUE VOCÊ - OU SUA EMPRESA - ESCREVE NA WEB? Newton Alexandria   52 Especial A HORA E A VEZ de MARISA LEMOS Entrevista   55 Posfácio   58
  9. 9. Formas de utilização, conceitos, integração tecnológica e social, interação como ferramenta decomunicação, campanhas, novas redes, utilização, comunicação, dicas de uso, ferramentas. 9
  10. 10. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Mídias e Redes Sociais A MEDIDA DO SUCESSO EM MÍDIAS SOCIAIS   Marisa Lemos Pro ssional de marketing carioca com mais de 15 anos de experiência, é apaixonada por internet e trabalha em marketing digital há cinco anos, com foco em planejamento de marketing, comunicação e mídias sociais. É gerente de projeto da Música & Mercado e atua em paralelo no marketing da Social House. @mslemos br.linkedin.com/in/mslemos marisalemos@gmail.com  A GRANDE VANTAGEM de se trabalhar relacionamento pelos meios digitais e sociais é poder ter contato emonitorar os comportamentos e as preferências das pessoas em sua vida pessoal - e em tempo real.Um comentário sobre um restaurante em uma conversa, um tweet despretensioso sobre a loja predileta e atémesmo um check-in no Foursquare são recomendações geradas quase inconscientemente pelo consumidor,satisfeito pela experiência que teve com determinada marca.Pessoas são reais, e a presença digital é um pedaço de suas vidas; não existe real e virtual. Para as pessoas, issoaconteceu muito mais rápido do que para as empresas, que ainda estão tentando entender como se comportarnesse mundo, como se ele fosse um mundo diferente daquele em que vivem – sendo este, muitas vezes, apenaso primeiro erro que cometem.Muitas vezes, clientes de mídias sociais partem em busca de números grandiosos, vídeos com mais de ummilhão de visualizações, promoções com mais de mil retweets, páginas no Facebook com mais de cincomilhões de fãs. Será que é isso que realmente importa?Da mesma forma que não é o número de seguidores que determina a relevância de um per l no Twitter,não é o número absoluto de impactos da sua mensagem que vai signi car sucesso para sua campanha.Quem trabalha seriamente com mídias sociais sabe disso, e gasta muito tempo monitorando e fazendo relatóriosque mostrem para o cliente qual a real interação do cliente com a marca.Outro dia z uma experiência, tuitando a seguinte mensagem: “Marquei um encontro com um iPhone 4numa loja da Vivo. Acho que meu relacionamento feliz com a Samsung sairá morto de lá.”Ao fazê-la, imediatamente me dei conta de que seria uma ótima oportunidade de ver se alguma das marcasfazia alguma espécie de monitoramento no Twitter.Resultado? Zero. Nem um reply, nem um novo seguidor – como volta e meia acontece com quem monitora eadiciona automaticamente um per l que menciona uma marca.A Samsung perdeu uma ótima oportunidade de tentar manter a cliente; a Vivo, de se adiantar e me ajudar emalguma coisa; a Apple… – bem, talvez fosse querer demais que a Apple falasse comigo. 10
  11. 11. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Estariam as marcas erradas em não agir neste caso? Talvez errado seja um pouco forte, mas, com certeza,perdeu-se uma excelente oportunidade de um maior envolvimento comigo – seja por eu ser uma cliente antigaou pela chance de começar um novo relacionamento já com um envolvimento maior.Não importa se você já tem um elevado número de fãs, mesmo sem ter uma grande atuação em mídias sociais(ou, às vezes, até nenhuma). Isso é, sem dúvida, um excelente começo e um privilégio. Mas ter esse privilégioe não aproveitar para crescer com ele, desenvolvendo o conhecimento, comunicação, relacionamento,envolvimento e engajamento com os fãs, é um grande desperdício, ou melhor, um grande erro.Achei curioso o caso da Nutella. São 32.267 fotos com a tag Nutella no Flickr, cerca de 5.330 vídeos no YouTube,549 per s no Twitter que mencionam Nutella na “bio” e 7.135.155 fãs no Facebook. Existe, inclusive, um“World Nutella Day“ (“Dia Mundial Nutella”), criado por uma fã.Todo esse movimento em torno da marca é muito maior por parte dos fãs que dos fabricantes. Em janeirode 2009, a página da Nutella no Facebook era a quarta em números de fãs. Em um ano, sua posição caiu paravigésima quinta, mesmo com o crescimento de 2.100.000 para 3.421.754 fãs, um re exo do crescimento geral,desde a popularidade do Facebook até o investimento em mídias sociais.O gerente da marca chegou a declarar em 2009 que a Nutella não desenvolvia ou incentivava blogs ou outrasatividades relacionadas à internet, e que todo o buzz em torno da marca era gerado principalmente pelos fãs.No Facebook, a maioria dos comentários dos fãs é sobre como adoram Nutella, o quanto comeram, ou suasformas de comer prediletas. Uma real interação com a marca não existe. Na minha visão, o número de fãs,neste caso, é um indicador de pessoas apaixonadas pelo produto.Isso é bom? Claro. Mas tenho certeza de que uma aproximação maior destas pessoas com a marca, com ouso devido das mídias sociais, poderia trazer para a Nutella muito mais valor do que as vendas atuais deseu produto. Principalmente se o próprio fã já aponta claramente caminhos de envolvimento, seja criando edivulgando receitas com o seu produto ou criando um “dia mundial” para ele.A parte bizarra do caso Nutella é a seguinte: em agosto deste 2010, suas fan pages foram unidas em um únicoper l internacional. Ao que parece, a marca resolveu nalmente “agir” nas mídias sociais.Aviso da Nutella sobre a reunião de todas as fan pages em um único per l. 11
  12. 12. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Porém, após esta data, nenhum comentário foi postado pela marca respondendo a postagens dos fãs, e apenasuma nova postagem foi feita, avisando que a página estava entrando em “férias de verão” e que caria fechadaaté 1º de setembro. Aviso de férias da página da Nutella no Facebook.Um mês depois, eles voltaram das “férias”. O aviso sobre a volta recebeu quase seis mil respostas, mas, apósessa data, não houve mais nenhuma postagem de fã no mural da página. Faz pensar, não?E você, o que acha? A Nutella e seus quase cinco milhões de fãs é um caso de sucesso? Comentários selecionados  Chico Montenegro (@srchico) ponderou:“Pessoas são reais, e a presença digital é um pedaço de suas vidas; não existe real e virtual.”Sempre acreditei nessa ideia. O que muitas empresas não fazem ainda é perceber que as pessoas têm seussentimentos reais e virtuais também, e essas vontades e sentimentos fazem a mudança do comportamento emaceitação de marcas.Belo post, Ma!  Fernanda Fabian (@fernandaf) se identi cou com o caso e questionou:Ótima re exão, Marisa.Não conhecia esse case da Nutella, e, assim como você, já z vários “testes” com marcas para ver o que iriamfazer... Até agora nenhuma deu algum tipo de menção que fosse relevante. Tenho é que agradecer às queresponderam quando perguntei diretamente, isso sim. Lamentável.Eu me questiono muito sobre essa ideia de quantidade... Por exemplo, quantos destes 4.813.934 de fato comprame consomem o produto? Uma grande questão para todos que trabalham com mídias sociais mesmo.Marisa Lemos (@mslemos), a autora, interagiu com Fernanda Fabian, assentindo e complementando:Eu também questiono muito quantidade, Fê. Mas para os clientes [empresas], muitas vezes, é isso que importa.Cabe aos pro ssionais do mercado conseguir explicar o quanto o engajamento é importante para ofortalecimento da marca.Obrigada pelo comentário. :)  NOTA: Você pode acompanhar o artigo “A medida do sucesso em mídias sociais” no blog coletivo MídiaBoom por meio deste link: http://ow.ly/3AmuT. Fique à vontade para comentar, participar e compartilhar porlá, ou para contatar diretamente a autora. Não deixe de fazer uma boa ação ao marketing, à comunicação eaos seus amigos, leitores e seguidores; compartilhe esta compilação de artigos. 12
  13. 13. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Mídias e Redes Sociais COMPRAS COLETIVAS NA MIRA DAS CAMPANHAS EM MÍDIAS SOCIAIS   Sabrina Almeida Analista de Mídias Sociais, mineira, sagitariana, cética, mas devota do santo Google. Jornalista por formação, blogueira por opção e cruzeirense de coração. Apaixonada por web, novas tecnologias, marketing digital, mídias sociais, webwriting, SEO, futebol e Fórmula 1. Não consegue viver sem a família, sem os amigos e sem uma boa conexão. @sabrinaalmeida www.sabrinaalmeida.com.br  NO ÚLTIMO ANO, os sites de compras coletivas tornaram-se a grande febre do e-commerce no Brasil. Sãovários os endereços que oferecem descontos de até 90% em produtos e serviços em várias cidades brasileirase do mundo. De acordo com o Blog do E-commerce, esse serviço nasceu em 2008, nos EUA, com a pioneiraGroupon, presente em 26 países e com expectativa de faturamento anual estimado em US$ 500 milhões para2010. Uma estimativa muito interessante, não acham?!Acreditando que se tratava de uma nova modalidade de compra, resolvi estudar um pouco mais comofuncionam esses sites de compras coletivas e, para minha surpresa, acabei descobrindo que, apesar do auxílioe da visibilidade oferecida pela internet, esta é uma das maneiras mais antigas de negociar. A ideia saiu dobom e velho “leve mais e pague menos”, assim como nos saldões de queima de estoque que encontramos nomercado tradicional. O objetivo da compra coletiva é reunir o maior número de pessoas interessadas em ummesmo produto/serviço e oferecer a elas descontos irresistíveis. Com isso, visando a necessidade, bem comoa possibilidade de segmentar o público, não há melhor ferramenta para difundir esse tipo de negócio que ainternet, concordam?Quem não gosta de ganhar descontos nos melhores restaurantes da cidade, reunir os amigos para um happyhour pagando apenas R$ 19,90 por dez chopes, ou fazer um tratamento estético para auxiliar no projeto verão2011 com até 70% de desconto? Adoramos descontos, e nosso salário no nal do mês agradece, não é mesmo?E é exatamente assim que se sente grande parte dos consumidores nais. Sejam de que classe for, A, B, ou C, odesconto sempre atraiu e sempre atrairá as pessoas, gerando conversa, prospectando a marca em outros meios eainda proporcionando ao cliente a satisfação de estar adquirindo um produto por um valor abaixo do normal.Falo por mim quando digo que esses sites viraram mania. Cadastrei meu e-mail em pelo menos seis clubes/sitesde compras e, logo pela manhã, acesso meu e-mail para saber quais são as ofertas disponíveis. Dependendoda oferta, efetuo a minha compra e ainda dou um jeito de comunicar à minha rede de amigos. É ou não éuma bela maneira de viralizar? Replicando determinada mensagem, não estou apenas divulgando o site, mastambém a marca da empresa que está anunciando e o serviço que está sendo ofertado. Todos saem ganhando,e a culpa é de quem? Do modo de compartilhamento de informações, das redes sociais.Chegamos, então, onde eu queria. Como nos bene ciarmos deste modismo em campanhas de mídias sociais?Nem tudo pode ser ofertado e nem toda instituição se aplica ao modelo dos sites de compras coletivas. 13
  14. 14. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  No entanto, se você está realizando um planejamento que envolve difusão da marca, divulgação de produtose serviços e ainda faz parte de um segmento com grande aceitação do público, está na hora de parar depensar apenas em promoções por meio de anúncios no Facebook, blogs e per s institucionais no Twitter,envolvendo o bom e velho retweet seguido de sorteios.Talvez a grande vantagem de se investir em compras coletivas não esteja relacionada ao momento da oferta,mas ao instante posterior, quando o cliente vai até o estabelecimento, conhece o serviço, o atendimento e oproduto e passa a recomendar à sua rede de contatos. Ou seja, a empresa ganha visibilidade e prospecção emgrande escala.No entanto, vale ressaltar que o contrário também pode trazer muita dor de cabeça para micro e pequenosempresários que apostam nesse modelo. Sem uma infraestrutura mínima para atender a todos os clientes, otiro pode sair pela culatra e gerar um buzz negativo devido à baixa capacidade de atender toda a demandade serviços.VÁ ALÉMA internet todos os dias nos apresenta uma nova ferramenta, uma nova opção para agregar valor ao nossotrabalho, em suma, nas redes sociais. Por aqui, quase tudo muda todos os dias, e devemos acompanhar essasmudanças. Se o cliente [empresa] espera de você o diagnóstico e o planejamento de uma campanha, mostre aele todas as possibilidades e saiba defender as ações propostas. Pesquise, estude, crie, inove. Os clubes/sites decompras coletivas viraram a cabeça do consumidor, assim como a presença e a usabilidade das redes sociais.Está na hora de aproveitar essa nova onda da web. Não perca tempo. Comentários selecionados  Guilherme Costa (@carpediano) analisou e exempli cou:Sabrina, você chegou ao ponto certo das compras coletivas. Com uma divisão por volta de 50% do valor pagopelos usuários entre o site e a empresa anunciante, o valor de anunciar uma oferta destas está na divulgação dosprodutos, serviços e das marcas, e não na própria venda daquele produto ou serviço.Ao anunciar uma pizza com 70% de desconto, por exemplo, um estabelecimento tem a oportunidade de seapresentar para novos clientes e trazê-los para dentro de seu espaço, tendo uma excelente oportunidade paracriar uma boa experiência para quem fará uso do cupom promocional e deixar uma boa lembrança na memória.Fora que para chegar a vender uns 900 cupons, um número muito maior de pessoas que não compraram aquelaoferta foi impactado pela marca da pizzaria - e outras tantas inclusive acessaram o site, para conhecê-la melhor.  NOTA: Você pode acompanhar o artigo “Compras coletivas na mira das campanhas em mídias sociais” noblog coletivo Mídia Boom por meio deste link: http://ow.ly/3AHYI. Fique à vontade para comentar, participare compartilhar por lá, ou para contatar diretamente a autora. Não deixe de fazer uma boa ação ao marketing,à comunicação e aos seus amigos, leitores e seguidores; compartilhe esta compilação de artigos. 14
  15. 15. Mercado e segmentação digital,comportamentos do empreendedor, per l do público-alvo, cases, planejamento, plano de negócios. 15
  16. 16. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Empreendedorismo STARTUPS: EMPRESAS COM CRESCIMENTO ACELERADO   Danila Dourado Mestre em Comunicação Digital pela Universidad Carlos III de Madrid (2010), pesquisa “os novos modelos de negócios com enfoque nas mídias sociais”; Especialista em Design Editorial pelo Istituto Europeo di Design (2008), graduada bacharel em Comunicação Social com hab. em Publicidade e Propaganda pela União Metropolitana de Educação e Cultura (2007). Atualmente exerce a função de Gerente de Monitoramento e Análise na PaperCliQ, agência baiana de comunicação e estratégia digital. @daniladourado daniladourado.com  UMA STARTUP NASCE de um negócio baseado na inovação, que geralmente começa apenas com umaideia criativa isolada, e, como passo seguinte, agrega um diferencial através da inovação como vantagemcompetitiva, para nalmente empreender o negócio.Geralmente, caracterizam-se por estar associadas a empreendimentos que enfrentam um crescimento acelerado,e, por isso, atraem investidores “anjos” com capital monetário e inteligente que se interessam por essas novascompanhias embrionárias, dispostos a realizar investimentos relativamente baixos quando comparados comgrandes projetos. As startups se diferenciam por seu alto risco e grande recompensa graças ao crescimentoexponencial do empreendimento. Ou seja, possuem um baixo custo de implementação, um risco alto e umaretroalimentação potencial do investimento atrativo.Existem empresas inovadoras em todos os setores, no entanto aquelas startups de base tecnológica têmsido de grande importância para o crescimento de algumas indústrias em especial, como as indústrias desemicondutores, comunicação, biotecnologia e Internet (HITT, 2005).EMPRESAS COM CRESCIMENTO ACELERADOUma premissa para uma startup de sucesso é que ela apresente um crescimento acelerado e, logo, o negócioserá rentabilizado e garantirá o ROI para os investidores iniciais. Nesse sentido, Gundry (2001 in Rocha,2008) realizou um esforço com o intuito de identi car algumas características das empresas que ascendemrapidamente, observou alguns atributos comuns a elas:Com um propósito similar, Feeser & Willard (1990) ressaltou a necessidade de de nir o portfólio de produtose oferta e com ele manter-se alinhado, evitando mudanças de produto, representando uma característicafortemente signi cativa entre as empresas de crescimento acelerado.Em um estudo realizado por Barringer (2005), foram comparadas 50 empresas que incidem em um crescimentoacelerado com outras 50 empresas similares, porém com crescimento pequeno, objetivando identi car quais ascaracterísticas em comum entre as empresas de rápido crescimento. Abaixo, exponho um pequeno infográ cocom as particularidades detectadas no estudo dos negócios que possuem rápida ascensão. 16
  17. 17. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010   Infográ co das características das empresas startups.Essas informações corroboram a importância de as empresas carem atentas às suas práticas no mercado,conscientizando-se que para grandes pretensões é necessário investimento, o qual nem sempre será realizadounicamente em forma de valor monetário. Muitas vezes, o tempo dedicado para otimizar a gestão potencializaráa conversão no maior ativo de uma companhia: conquistar pessoas (seja interna ou externamente). Nessesentido, Fabrício Bloisi Rocha em sua dissertação de mestrado, a rma que:“A maior parte dos novos negócios baseados em inovação, entretanto, não realiza seu potencial de grandegeração de valor. Certamente o fracasso de muitas das empresas deve-se a ine ciências produtivas, expostas 17
  18. 18. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  pela competição com outras empresas mais e cientes do mercado. Outras estão sujeitas às ine ciências doambiente em que estão, a uma estratégia inadequada, ou a outras restrições a que estão submetidas. Por m,diversas startups simplesmente não possuem objetivos de grande crescimento”. (Rocha, 2008)EMPREENDEDOR STARTUP E EMPREENDEDOR SOCIALTodas essas características descritas anteriormente fazem parte da rotina de um empreendedor startup,“espécie” que ganhou destaque nos últimos anos graças a ideias inovadores que se transformaram em grandescorporações, como é o caso do Google, Youtube, Twitter e Facebook, entre outras empresas que se tornarammodelo no universo da comunicação digital. No entanto, o empreendedor startup apresenta algumasespeci cidades ao ser comparado com outro tipo de empreendedorismo, aquele que possui um cunho social.O empreendedor social é aquele que cria valor social por meio da inovação e da força de recursos nanceiros,independente da sua origem, objetivando o desenvolvimento social, econômico e comunitário. Dessa forma,segundo Pessoa & Sizefredo, “os empreendedores sociais devem possuir ideias inovadoras para mudar o modeloda sociedade. Esses líderes excepcionais encontram pelo mundo muitos conhecimentos diferentes, partemde uma única qualidade organizacional para perseguir sua visão até tornar-se uma realidade socialmenteextensa. Os empreendedores sociais são os pioneiros na inovação de soluções para os problemas sociais e nãodescansam até mudarem todo o modelo existente na sociedade”.Apesar de a temática central deste e-book ser a comunicação e o marketing digitais, que possuem atualmentecomo joia da coroa as mídias sociais - contemplando a cultura participativa em sites de redes de contato social- , elas não podem ser consideradas parte do empreendedorismo social, já que são plataformas que visam arentabilidade nanceira.Para de nir com mais propriedade as particularidades e principais diferenças entre essas duas classes deempreendedores, recorro a uma análise feita por Oliveira (in Pessoa & Sizefredo); esse autor realiza umacomparação entre o empreendedorismo privado e empreendedorismo social. Empreendedorismo privado Empreendedorismo social - é individual - é coletivo - produz bens e serviços para o mercado - produz bens e serviços para a comunidade - tem foco no mercado - tem o foco na busca de soluções para os problemas sociais - sua medida de desempenho é o lucro - sua medida de desempenho é o impacto social - visa satisfazer necessidades dos clientes e ampliar - visa resgatar pessoas da situação de risco social e as potencialidades do negócio promovê-lasLogo, as mídias sociais, mesmo estando em um ambiente altamente sociável, onde a ideia de comunidade estásendo mais reforçada do que nunca, não podem ser consideradas empreendimentos sociais, pois objetivam olucro e produzem serviços focando a demanda do mercado. Geralmente, essas plataformas possuem crescimentoacelerado, destacando-se por fortalecer o conceito de inovação não apenas na base de seus produtos e serviços,mas também na estrutura interna da empresa. Nesse sentido, é importante saber reconhecer o valor de cadatipo de inovação, já que o empreendedor startup é voltado para o retorno privado, e o social visa bene ciar acomunidade. 18
  19. 19. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  REFERÊNCIASOLIVEIRA, Edson M. Empreendedorismo social no Brasil: fundamentos e estratégias. Franca, SP 2004.Tese - Doutorado - Faculdade de História, Direito e Serviço Social - UNESPROCHA, Fabrício Bloisi. Proposta de modelo para geração de valor substancial e estratégia de crescimentoacelerado em startups. São Paulo, SP, 2008. Dissertação - Mestrado - Centro de estudos em estratégia ecompetitividade, FGV.Comentários selecionados  Não foram registrados comentários para este artigo no blog Mídia Boom - ou não foram selecionados. Masnão se acanhe; considere deixar suas impressões e opiniões por lá: http://ow.ly/3AIBJ.  NOTA: Você pode acompanhar o artigo “Startups: empresas com crescimento acelerado” no blog coletivoMídia Boom por meio deste link: http://ow.ly/3AIBJ. Fique à vontade para comentar, participar e compartilharpor lá, ou para contatar diretamente a autora. Não deixe de fazer uma boa ação ao marketing, à comunicaçãoe aos seus amigos, leitores e seguidores; compartilhe esta compilação de artigos. 19
  20. 20. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Empreendedorismo QUAIS OS DIFERENCIAIS DOS EMPREENDEDORES DA GERAÇÃO Y?   Plínio Medeiros Trabalha no Marketing do Sebrae/ES. Blogueiro desde 2008. Idealizador do blog Tecnocrata Digital. Idealizador do TwicontroES, encontro dos tuiteiros do Espírito Santo. @PlinioMKT www.tecnocratadigital.com.br  HÁ ALGO DE SURPREENDENTE em empresas que surgem de ideias das cabeças dos jovens pro ssionais.Mas o que faz desses empreendedores inovadores tão especiais que conquistam o mercado? Eles explorammercados inovadores, principalmente em áreas de tecnologia.Seus diferenciais são muito interessantes que cativam o cliente e parceiros a ponto de elevar a marca e o lucro.São justamente essas diferenças entre esses jovens empresários que queremos abordar aqui.A facilidade em utilizar novas tecnologias traz um diferencial muito grande para os empreendedores dageração Y. Esse domínio da tecnologia dá um ar mais inovador para os negócios, mais ousado e muito maisinterativo, além de facilitar na obtenção de informações, tendências e notícias que irão ajudar no negócio.Empreendedores da geração Y possuem uma postura mais transparente e imparcial, respeitando mais suaequipe, fornecedores, parceiros e clientes, reforçando relacionamentos e trazendo benefícios para o negócio.São menos burocráticos e mais abertos a negociações, fazendo com que os jovens empreendedores visem maisos resultados do que os processos. Isso faz com que empresas gerenciadas por membros da geração Y tenhamuma melhor resposta ao mercado, sendo mais adaptáveis.Também são mais abertos a aprender e pesquisar o que não conhecem, uma questão cultural, que lhes bene cia.Porém, não se aprofundam muito, mantendo uma super cialidade no assunto.Um líder que pertence à geração Y comumente não é hierárquico, se relaciona bem melhor com a sua equipe,deixando o ambiente mais leve e animado, trazendo melhores resultados para empresa. Também não são presosa paradigmas, adaptando-se melhor ao dinâmico mundo dos negócios.Com o jeito apreensivo de encarar a vida, tudo tem que ser urgente, tendendo a ações com resultados maisinstantâneos. Isso desfavorece ações que necessitam de tempo, como as que envolvem estratégia e pesquisa.Encaram um mundo como algo bem menor do que seus antecessores; não importa se o cliente está na esquinaao lado ou do outro lado do mundo, para o jovem empreendedor é possível fazer negócios com o mundotodo.Empreendedores da geração Y são mais comprometidos com causas sociais, enxergam a importância dasustentabilidade, cresceram com este assunto em questão e são conscientes da sua importância. 20
  21. 21. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Vendo estas características, percebemos o quanto elas estão inteiramente ligadas ao desenvolvimento domercado, mostrando que estes jovens estão preparados para assumir empresas, trazendo produtos ou serviçosinovadores.A internet tem mudado o mercado, o modo de fazer negócios, além de gerar tendências. É difícil dizer como cará o mercado daqui a alguns anos, pois sempre surge um serviço novo, uma aplicação nova, um nichonovo. Estes novos produtos ou serviços mudam completamente o mercado, que além de criar novos consumos,nichos, podem também modi car ou destruir antigos. E essa tendência vai cando mais forte à medida que oacesso à internet cresce.Como exemplo, podemos citar Larry Page e Sergey Brin, que ao criarem o Google, mudaram o conceito depublicidade online, não só cobrando o que realmente é efetivo, quando o consumidor clica no anúncio, mastambém oferecendo anúncios de acordo com o que ele está procurando.Não podemos deixar de citar Pierre Omydiar, com o eBay, um site onde qualquer um pode vender o quedesejar para qualquer pessoa, o que o torna um grande portal de vendas. Grandes empresas tiveram quereconhecer a sua importância e criar canais de vendas dentro do eBay e seus associados.Ou o exemplo de Michael Dell, que criou a Dell, inovando, permitindo que o próprio consumidor pudessemontar o computador do jeito que desejasse, usando o site e vendendo diretamente para o consumidor nal,reduzindo o preço que seria acrescentado caso passasse por lojas de varejo.Outro grande exemplo é Mark Zuckerberg, que criando o Facebook, descobriu que uma rede de pessoas,chamada de rede social, movida por relacionamentos, pode ser muito rentável - e no caso dele é - , mesmosem cobrar pelo acesso, mas sim cobrando com publicidade online de acordo com o per l do usuário.Praticamente o mesmo caminho nas redes sociais que Jack Dorsey tem tentado seguir com o Twitter, mostrandoao mundo o valor de informações instantâneas. O Twitter tem investido ultimamente em publicidade online,oferecendo anúncios no Trend Topics (assuntos mais falados), e também indicando ao usuário outros usuáriosque ele pode seguir de acordo com o per l e conteúdo.Também podemos citar Andrew Mason, que é o novo prodígio do mercado com o conceito de comprascoletivas, desenvolvendo a Groupon, que já atende a trinta países. O conceito é simples: quanto mais comprasrealizadas em grupos, maior o desconto, como se os compradores fossem uma grande associação.Muitos jovens empreendedores têm desenvolvido esses novos empreendimentos, exigindo que o mercadose atualize, mudando conceitos e até mesmo destruindo completamente, ou quase, mercados que não seatualizaram, como os CDs tradicionais sendo agora comprados online e baixados via mp3.O Brasil já mostrou que possui muito potencial empreendedor para criar sucesso com empresas pontocom.O país já está sendo visado pelas grandes empresas do ramo devido à alta aceitação da população para essetipo de consumo.Porém, falta acesso a investimentos para que os jovens empreendedores possam desenvolver as suas ideiasna prática. A maioria das empresas citadas acima é do Vale do Silício, onde grandes empresas investem nessasnovas ideias - no mercado, uma empresa assim é chamada de “anjo investidor” -, com o objetivo de receberemretorno desses investimentos futuramente. 21
  22. 22. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Mas, infelizmente, aqui no Brasil, poucas empresas possuem esta cultura, diminuindo a possibilidade desucesso desses empreendedores, limitando-os a recorrer a alguns programas do Governo, como o Finep, oua incubadoras.Ainda bem que tais empreendimentos não necessitam de muitos investimentos iniciais, já que na internet oscustos são mais baixos, não sendo necessário pagar impostos de estabelecimentos, os números de funcionáriossão mais enxutos, dentre outras características que ajudam no bolso.Comentários selecionados  Não foram registrados comentários para este artigo no blog Mídia Boom - ou não foram selecionados. Masnão se acanhe; considere deixar suas impressões e opiniões por lá: http://ow.ly/3AIZ7.  NOTA: Você pode acompanhar o artigo “Quais os diferenciais dos empreendedores da Geração Y?” no blogcoletivo Mídia Boom por meio deste link: http://ow.ly/3AIZ7. Fique à vontade para comentar, participar ecompartilhar por lá, ou para contatar diretamente o autor. Não deixe de fazer uma boa ação ao marketing, àcomunicação e aos seus amigos, leitores e seguidores; compartilhe esta compilação de artigos. 22
  23. 23. Ações, campanhas, criações,planejamentos, cases, comunicações segmentadas, mídias digitais, plataformas, marketing 3.0. 23
  24. 24. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Marketing Digital GOOGLE: A AGÊNCIA DE MARKETING E PUBLICIDADE DIGITAIS   Lívia Brito Administradora obcecada por Marketing. Viciada em artigos, teses, monogra as, livros e negócios que geram informação e conhecimento. Maranhense, escritora amadora, blogueira, doida, revisora, nerd, metida à pesquisadora, metódica, apaixonada por Ritmo & Poesia e, por vezes, displicente. @liviabrito liviabrito.wordpress.com br.linkedin.com/pub/livia-brito/  NA COMUNICAÇÃO TRADICIONAL, o anunciante dispõe de inúmeras agências capazes de gerar acriação e o planejamento adequados ao per l e objetivos da marca/organização. Na comunicação digital nãoé diferente. Cada vez mais, surgem agentes capacitados em webmarketing e na criação de um planejamentoestratégico digital. Vale ressaltar que, tanto nas mídias tradicionais como digitais, as agências devem trabalharo marketing eletrônico e saber como medir o desempenho das ações.Diante deste cenário, um dos agentes que mais oferecem ferramentas que alavancam o marketing e a publicidadeno meio eletrônico, e com custos baixos, é o Google. O Google AdWords e o Gloogle AdSense favorecem ossites e blogs de forma direcionada aos objetivos de comunicação da empresa ou criador de conteúdo. E aindapossibilita medir o desempenho proporcionado por essas ferramentas.O Google oferece ainda recursos para construção de sites, além das ferramentas de medição de desempenho,geração de publicidade e anúncios. Citaremos a seguir alguns recursos disponíveis para o desenvolvimento desites. O Google Chrome, além de ser um dos navegadores mais amigáveis aos padrões web, é também o melhor recurso para desenvolvimento, devido a uma série de ferramentas que o torna uma plataforma ideal para re nar e testar seus sites. Você pode abrir o Chrome Development Tools (ferramenta de desenvolvimento do Chrome) pelo atalho [Crlt] + [Shi ] + [I], no Windows, ou [Cmmd] + [Alt] + [I], no OS-X. A ferramentaé semelhante à Firebug, do Firefox.Há tabs para análise da performance, script, e ainda o recurso Audit, que valida e sugere otimizações de códigos.A seção “Elements” permite controle em tempo real e linha por linha do HTML e do CSS na página exibidano DOM (Document Object Model). Pode ser usada para encontrar problemas no código, re nar o designou inspecionar layouts de outros sites. Inclui um debugger de JavaScript, além de ferramentas para testar avelocidade. Todos esses recursos você encontra no Chrome Delelopment Tools.sites.Logo, o Google também permite que esses sites sejam acompanhados e possibilita incluir ferramentasque agregam valor e usabilidade ao site. É no campo SEO – Search Engine Optimization (otimização parabuscadores) que estão as ferramentas mais conhecidas da Google. Seguem as descrições dos recursos: 24
  25. 25. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  É um serviço cujos anúncios são encontrados através das palavras-chaves que o interessado procura no sitede busca. É um modo de gerar publicidade altamente segmentada, baseada no sistema de Custo por Clique(CPC), Custo por Impressões (CPM) ou de Custo por Ação (CPA), independentemente do orçamento. Épossível também utilizar os chamados “links patrocinados”, via AdWords. Este serviço funciona como umintegrador entre uma ação e outros sites compatíveis. Um exemplo comum: em uma troca de e-mails sobreuma viagem à Espanha, usando uma conta Gmail, provavelmente veremos no canto direito links patrocinadossobre sites de hotéis, roteiros turísticos, restaurantes etc.A ferramenta aumenta o desempenho do site e multiplica os acessos, principalmente quando a escolhadas palavras-chaves é planejada de acordo com os objetivos de comunicação digital. Para isso, o GoogleAdWords incluiu uma coluna chamada de Índice de Qualidade. A coluna está no guia “Palavras-chave” dapágina Detalhes do Grupo de anúncios, e pode ser personalizada. Ela exibe o Índice de Qualidade das palavras-chaves e monitora a relevância, cujos parâmetros são: Ótimo, Ok e Insatisfatório. Permite rastrear impressõese clickthroughs (a porcentagem dos seus visitantes que clicaram em anúncios), além dos recursos citadosanteriormente.Este serviço possibilita que um site publique anúncios oferecidos pelo Google, e receba recompensas por cliqueou visualização. Websites se inscrevem na ferramenta para a exibição de anúncios em texto, imagem e vídeo. Osanúncios são monitorados pelo Google e geram lucro baseado na quantidade de cliques ou de visualizações.A escolha dos anúncios é de acordo com o conteúdo do site, localização geográ ca do usuário, entre outrosfatores que geram uma ação menos intrusiva.É uma forma de gerar receita para websites pequenos e blogs, representando a oportunidade de acesso gratuitoe instantâneo a diversos anunciantes. A tecnologia do AdSense possibilita o controle completo do desempenhodos anúncios, o gerenciamento e a realização das ações de melhoria são facilitados através dos resultados.Como forma de medir o desempenho das ferramentas, o Google Analytics, como muitos já conhecem, é aferramenta que mensura o tráfego e a e ciência das ações de marketing dos sites e blogs.EXEMPLO DE SUCESSO O lançamento no Brasil tinha como objetivo atrair o público jovem. A campanha incluiu o Google AdWords e um canal no YouTube para a divulgação (Google AdSense). Os anúncios tiveram 42 milhões de impressões, geraram 365 mil visitas ao vídeo, representando 65% do tráfego. 25
  26. 26. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  A AGÊNCIAO gigante Google, uma das maiores agências de publicidade, marketing e web 3.0, oferece e garante ferramentase serviços que favorecem o crescimento e desenvolvimento dos sites e blogs, além de possibilitar umacomunicação cada vez mais horizontal e integradora, capacitando e facilitando a emissão e recepção dasmensagens e ações entre produtores, anunciantes e os internautas.Além dos recursos aqui descritos, cabe mencionar outros que oferecem utilidade e funcionalidade aos seussites.VELOCIDADE MÁXIMAPage Speed (code.google.com/speed/page-speed/)Speed Tracer (code.google.com/webtoolkit/speedtracer/)São plug-ins para o Chrome e Firefox que podem ser usados para detectar gargalos na velocidade decarregamento de seus sites.CRIAR APLICAÇÕESGears (gears.google.com) - implementa funcionalidades o ine para páginas web, acrescentando base dedados, armazenamento e entrada e saída de arquivos rodando diretamente no browser.Para aplicações em JavaScript puro, o Google oferece o Closure Tools (code.google.com/closure/) - é uma suítepoderosa e permite otimizar documentos em código rápido, portátil e com sintaxe checada.Para mais informações sobre a gigante Google, leia a Revista W, ano 11, n. 124, Ed. Europa.Comentários selecionados  Flavio Luiz Melo (@ avioluizmelo) fez um adendo:Gostei da sua abordagem sobre o Google AdWords. Eu acrescentaria um grande diferencial dos linkspatrocinados que é a velocidade de publicação. Esta versatilidade é ideal para campanhas-relâmpago, comocombate a ofertas da concorrência. Precisou de resposta rápida para o mercado? A solução está nos linkspatrocinados.  NOTA: Você pode acompanhar o artigo “Google: a agência de marketing e publicidade digitais” no blogcoletivo Mídia Boom por meio deste link: http://ow.ly/3AK76. Fique à vontade para comentar, participar ecompartilhar por lá, ou para contatar diretamente a autora. Não deixe de fazer uma boa ação ao marketing, àcomunicação e aos seus amigos, leitores e seguidores; compartilhe esta compilação de artigos. 26
  27. 27. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Marketing Digital SALVA POR UM TWEET: UMA ANÁLISE SOBRE O PODER DA INTERNET   Marisa Lemos Pro ssional de marketing carioca com mais de 15 anos de experiência, é apaixonada por internet e trabalha em marketing digital há cinco anos, com foco em planejamento de marketing, comunicação e mídias sociais. É gerente de projeto da Música & Mercado e atua em paralelo no marketing da Social House. @mslemos br.linkedin.com/in/mslemos marisalemos@gmail.com  HÁ TEMPOS, eu tinha vontade de escrever um artigo sobre uma reportagem que li em uma edição da revistaPequenas Empresas & Grandes Negócios.A reportagem conta o caso de uma pequena livraria de Portland, nos Estados Unidos, que estava à beira dafalência e “saiu da crise com a ajuda da internet”. A íntegra desta matéria pode ser lida aqui, mas vou resumi-la abaixo.     Filho ca sabendo da iminente falência da livraria da mãe em sua cidade natal. Comovido, ele dispara um tweet prometendo comprar um burrito para quem aparecer no restaurante x, no dia y, portando um recibo de mais de 50 dólares daquela livraria. Ao mesmo tempo, faz um post no seu blog, falando sobre a crise da economia americana e a importância de valorizar o comércio local. Seu blog recebia, à época, pouco mais de 20 visitas por mês, originadas principalmente por seus amigos. Da mesma forma, seu per l no Twitter não era extremamente popular. No entanto, para espanto do lho e da mãe, a mensagem viralizou. Seu tweet recebeu 30 RTs quase imediatamente; seu blog recebeu nos três dias seguintes mais visitas que nos dois meses anteriores. O post foi parar em e-mails de amigos e, a partir daí, percorreu as caixas postais dos funcionários de várias empresas de Portland - como Nike e Adidas. O resultado foi que, no dia prometido, oitenta pessoas estavam presentes no restaurante para receber seus burritos. Além da equipe de TV local para lmar o encontro. O tweet não salvou a empresa a longo prazo, mas propiciou o melhor mês de vendas da história da livraria. Pagou as contas e ainda permitiu que a empresa entrasse no ano seguinte com fôlego e dinheiro no caixa.Uma história dessas é ótima para vender o “poder” das mídias sociais e a força da internet como ferramentade marketing, quando analisada de forma rasa. Mas vamos olhar com calma? O que deu certo na “estratégia” 27
  28. 28. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  do lho?Aaron, o lho, não era um pro ssional de marketing ou comunicação. Agiu com o coração, usando asferramentas que tinha à mão e sem um planejamento que visasse obter um resultado duradouro. O que elequeria era gerar um pouco de movimento para a livraria e, com isso, dar ânimo extra à sua mãe, para passarpor aquela crise. Mas o tweet e o blog que foram usados como suas ferramentas de desabafo alcançaram efeitoviral sem que isso fosse planejado. Roberta Dyer contou com a ajuda do lho, Aaron Durand. Créditos da foto para PEGN.Ele conseguiu atingir as pessoas com seu texto, principalmente porque estava fazendo uma boa ação para suamãe. Seu post foi replicado em alguns blogs, seu “conto de Natal” virou matéria de TV e assunto de reportagensem jornais locais e acabou dando certo - mais certo até do que eles esperavam.No post original do seu blog, ele diz que escreveu para pessoas famosas no Twitter, pedindo a elas parafalarem sobre a livraria, para levar mais pessoas até lá - uma “estratégia” nada recomendável, por sinal; um claroindício de que a ação era realmente um apelo, e não uma campanha de marketing.No entanto, para sua surpresa, no meio de toda a comoção gerada por seu post, ele acabou acertando em cheioem necessidades que já existiam. Sua ideia acabou sendo uma feliz junção entre oferta e demanda, criando umaoportunidade com excelente preço, prazo e produto.Eis os ingredientes que foram realmente responsáveis pelo sucesso da promoção de troca do recibo da livrariapor burritos: reviews nos sites de avaliação de empresas – e cujo slogané “A great little store with great big service“, algo como “Uma ótima lojinha com um ótimo serviço”;online; novo público.Em um trecho da matéria, relata-se que “em vez dos clientes habituais da loja, geralmente de meia-idade, osnovos clientes tinham vinte ou trinta anos: eram jovens desenhistas de calçados da Nike e da Adidas, pessoasque usavam gorros, fones de ouvido, bicicletas”. 28
  29. 29. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Esse público, certamente formado por pessoas mais acostumadas a comprar pela internet e impactadas pelose-mails repassados dentro de suas empresas e por seus amigos, aderiu à causa de Aaron, embora não fossemseus seguidores ou conhecidos.O poder da internet aqui é muito mais que os “tweets que salvaram a livraria”. É o poder de um ambiente comgrandes oportunidades de comunicação, que pode ser explorado de diversas maneiras e ao mesmo tempo seradequado às necessidades individuais de cada negócio.Algumas características da internet que ajudaram o sucesso deste caso da livraria foram:e facilitam o engajamento.atrás de um computador lendo suas caixas postais;empresa pode ser checada instantaneamente. criando oportunidades para que uma história local se torneum exemplo mundial.Muitos não conheciam a Broadway Books. Talvez até passassem por ela, sem nunca ter pensado em entrar.Mas receberam o pedido por meio de um conhecido (olha a força das redes sociais aí) e talvez até tenhamprocurado referências online sobre a loja e a pessoa que começou tudo isso. Quem sabe?!A Broadway Books tem site, blog, Twitter, página no Facebook e canal no YouTube, mas não vende online. Euespero que o sucesso que a fez respirar no nal do ano passado permita que ela se mantenha ainda por muitotempo, mas talvez ter seu próprio e-commerce a ajudasse no futuro. Penso que seria uma ótima ideia dar maisuma alternativa de compra para seu velho e também para seu mais novo público. A nal de contas, dependerde um tweet “salvador” para re nanciar o negócio pode ser arriscado demais.Comentários selecionados   Guilherme Costa (@carpediano) corroborou: Muito legal o seu post, Marisa, assim como o case. Realmente, temos duas coisas essenciais neste caso: a força das ferramentas de comunicação na internet e as variáveis imprevisíveis - devem sempre ser levadas em conta, para não cairmos no deslumbramento, mas fazermos uma análise sóbria. Grande beijo.  NOTA: Você pode acompanhar o artigo “Salva por um tweet: uma análise sobre o poder da internet” no blogcoletivo Mídia Boom por meio deste link: http://ow.ly/3ALRf. Fique à vontade para comentar, participar ecompartilhar por lá, ou para contatar diretamente a autora. Não deixe de fazer uma boa ação ao marketing, àcomunicação e aos seus amigos, leitores e seguidores; compartilhe esta compilação de artigos. 29
  30. 30. Transações, conexões, utilização, comunicação, plataformas,credibilidade e delidade, exemplos. 30
  31. 31. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010E-Commerce AS MÍDIAS SOCIAIS EM AUXÍLIO AO COMÉRCIO DA INTERNET   André Brazoli Estudante de publicidade, viciado em internet, mídias sociais e busca sempre coisas interessantes (ou não) que possam ajudar na sua vida online (ou não). Passa a maior parte do tempo livre buscando ferramentas ou estudando cases e ações em mídias sociais. Trabalha sempre com fones e música alta. @Brazoli linkedin.com/in/andrebraz http:// avors.me/brazoli  TODOS JÁ TEMOS conhecimento de que as mídias sociais são as queridinhas do momento das grandesempresas, que as utilizam com o auxílio de pessoas e agências “especializadas” no assunto. Mas, e como camos pequenos empresários ou pessoas comuns que têm algum tipo de produto/serviço e gostariam de divulgá-lo e vendê-lo na internet? Com este texto, vou tentar clarear um pouco e dar algumas ideias para quem desejafazer comércio na internet, mas não tem muito dinheiro para investir.A DIVULGAÇÃO:Hoje, temos dois meios simples para divulgar seu produto na internet por meio das mídias sociais.O primeiro é o blog, no qual você pode manter um registro de atividades, fazer releases dos produtos e manteruma vitrine como em uma loja convencional.O blog não deve ser só mais um canal para falar somente da sua própria marca, mas também um meio detransmitir informações a seus clientes. Abra um canal que passe além de informações sobre a sua a marca -ofereça também outras dicas.Se você tem uma loja de artigos esportivos, que tal divulgar em seu blog os circuitos de corridas ou atividadesesportivas da sua região? Agrega um valor diferenciado ao blog, mas não foge do tema central da empresa.O blog agrega um valor muito distinto de outras mídias sociais. Com ele, as informações não são somente ashs, como é o caso do Twitter. Aqui a abordagem pode ser mais detalhada e completa. O seu cliente, oupossível cliente, quando chega ao blog, já vem de tantas outras buscas, seja por comentários de amigos, buscasna própria internet ou devido a algum tipo de ação publicitária que viu. Este é o momento para prender a suaatenção e passar as mais vastas informações possíveis sem que ele tenha que perguntar.A linguagem abordada deve ser a que seu público fala. Não vai adiantar encher um post com vários termostécnicos que ele não vai entender. Seja direto, fale do produto, mas sem aquele cunho comercial puro. Dê assuas especi cidades, seus benefícios, mas de uma forma que o seu público vá entender, fazendo com que elenão precise ir a outro lugar para buscar mais informações. 31
  32. 32. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Mantenha uma equipe “treinada”, que saiba muito bem o que está fazendo. Utilize português claro; erros deescrita podem acabar com a sua reputação. Por mais que sejam pessoas no comando desses canais, erros degra as devem ser minimizados ao máximo. Mantenha sempre um revisor para fazer os devidos retoques nosartigos antes de publicados.Gere conteúdo que possa ser difundido nos demais canais que possui nas mídias sociais. E não as deixe de forado seu blog, utilize as diversas ferramentas para vinculá-las ao seu blog.Como plataformas para criação do seu blog, temos a plataforma do Blogger, muito simples e extremamenteeditável, e o WordPress, já um pouco mais complexo caso você não tenha familiaridade com blogs.O segundo é o Twitter, por meio do qual você pode divulgar novos produtos, textos do blog, ter um grandealcance das mensagens, engajamento dos seus seguidores, e ter uma central de relacionamento com seusatuais e potenciais clientes.Por meio do Twitter, você pode ver em tempo real qual o grau de satisfação de seus consumidores, buscarreceber um feedback sobre algo que deva ser mudado, que sofre a insatisfação em um atendimento ou com umproduto/serviço adquirido.Este é o canal em que sua empresa estará mais próxima do seu consumidor. Trate-o com carinho. Umamensagem dele (consumidor) falando de insatisfação pode virar um post em um blog e se transformar emuma bola de neve sem tamanho.Trate todos os casos com transparência e agilidade. Se seu cliente fez uma reclamação que no momento nãopode ser atendida, explique o caso, busque um outro meio para contato, seja telefone ou e-mail, mas expliqueque seu caso está sendo tratado e dê uma resposta o mais rápido possível. Uma resposta demorada podeser pior do que não tê-la recebido, pois o problema já pode ter se agravado, e como você cou de dar umaresposta, a insatisfação agora poderá ser dobrada.VITRINE DE PRODUTOSPara criar uma vitrine de produtos, você pode utilizar o próprio blog e usar nele uma página exclusiva para osprodutos, ou então, buscar em serviços de álbuns de imagens para manter tal vitrine.Tem o Picasa, que é um serviço do Google, e se você escolher por usar a plataforma Blogger (também doGoogle) para criar o seu blog, todas as imagens nele publicadas são automaticamente publicadas no Picasa,sendo necessária somente uma melhor organização.Outro serviço - meu preferido - para o que buscamos com este texto é o Flickr, serviço do Yahoo, muitosimples e com ferramentas próprias, tanto para Blogger quanto para WordPress. A organização em álbuns émuito simples; você pode separar por classi cação de produtos ou utilizar da forma que melhor se adequar aosseus objetivos comerciais.CANAIS DE RELACIONAMENTO (SAC)As grandes empresas têm se utilizado das mídias sociais para terem um canal de relacionamento com seusclientes, e não deve ser diferente também com os pequenos empresários. 32
  33. 33. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Twitter:Hoje, as pessoas veem no Twitter uma forma de ter um contato mais próximo e rápido com as empresas,fazendo suas reclamações e esperando uma solução, por exemplo. Mas uma reclamação no Twitter pode tomar- e tomará, com toda certeza - proporções maiores se não for sanada ou amenizada de alguma forma. Entãoesteja nele pronto para saber o que o cliente deseja, para que não seja somente mais um canal de divulgaçãode produtos e/ou serviços.Interagir é o mais importante nas mídias sociais, e boa parte da divulgação será feita pelos próprios clientes,que estarão satisfeitos com os serviços prestados.Monitore o que estão falando da sua marca no Twitter, utilize de seu próprio serviço de busca para saber o quefalam. Essa é uma forma de se antecipar a um problema que possa surgir, além de divulgar o seu per l paraaqueles que não sabem que você está ali.Não fale somente da sua marca, interaja com seus seguidores, pergunte o que acham dos produtos, sobre oatendimento, o que gostariam que fosse mudado; busque sempre um feedback. Tenha certeza: seus clientes sãoe serão suas maiores fontes de aprendizado.Orkut:O Orkut foi um dos primeiros sites de relacionamento que chegaram ao Brasil e, por isso, ainda é um dosmaiores no segmento por aqui. É certo a rmar que uma grande parcela dos seus clientes está nele, mas lembre-se sempre de traçar metas e objetivos concretos.Ter um per l no Orkut é saber que você pode receber críticas, sugestões, elogios e vários outros feedbacks emrelação a sua empresa, e deve estar preparado para responder a todos eles. No Orkut, também é possívelfazer álbuns com produtos, adicionar comunidades que tenham um tema comum a sua empresa, divulgaçãopor meio de recados aos seus “amigos” e, o mais importante, interagir com eles, saber o gostam e esperam damarca.Evite fazer spams. Há uma cultura muito forte hoje de envio de recados em massa. Por mais que sejamenviados para seus 800 “amigos”, o seu alcance será muito baixo - nem todos leem os recados enviados emmassa. Personalize a forma que vai atender as pessoas nessas redes, tente segmentar por per s e classes. Ascomunidades, fotos e demais ingredientes que estejam no per l do seu cliente dizem muito sobre a personalidadedele; algumas horas investidas nesta segmentação valerão a e cácia em uma ação a ser realizada.Facebook:O Facebook tem suas similaridades com o Orkut; você pode ter seu per l ou uma página (como as comunidadesdo Orkut). Porém, todas as atualizações feitas por você aparecem no per l dos seus amigos, e vice-versa, oque potencializa também a divulgação, podendo haver comentários e ser menos intrusivo do que os spamsenviados no Orkut. As páginas no Facebook têm um grande “quê” a mais que as comunidades no Orkut, poiselas são extremamente editáveis, podendo acrescentar códigos especí cos e transformá-las basicamente emum site. Veja os exemplos de páginas personalizadas: Porsche, Coca-Cola e Absolut Brasil.O Facebook tem tomado espaço rapidamente de todas as redes; por isso invista nele, mas não se esqueça deter um bom planejamento. 33
  34. 34. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Formspring:Essa talvez seja a ferramenta que mais se adéque ao per l de SAC, e tem uma potencialidade grande quandoutilizada com as outras citadas acima. O Formspring é um site de perguntas e respostas como naqueles antigoscadernos escolares, porém, se utilizado empresarialmente, pode-se claramente criar um FAQ com as perguntasenviadas pelos clientes. Nele, as respostas só cam visíveis após a sua resposta, e não é obrigatório responder atodas as perguntas, mas lembre-se que o seu cliente vai querer a resposta para a dúvida que surgiu.Para ver um exemplo, acesse o Formspring do Mídia Boom.Foursquare:O Foursquare é uma mídia social baseada em geolocalização, por meio da qual seus usuários dão check-ins ondeestão pelo celular. O próprio serviço “premia” seus usuários, com badges (como se fossem selos de qualidade)para aqueles que alcançarem os critérios de recebimento.Muitas empresas também têm premiado seus clientes por estes darem check-ins em seus estabelecimentos. Estarede tem ganhado cada vez mais adeptos devido, principalmente, à grande incidência de celulares com acessoà internet.PROMOÇÕESÉ de praxe as empresas fazerem promoções em seus per s, seja para conseguir mais contatos ou somente umavisibilidade nas redes. Não se esqueça que os clientes não querem somente segui-lo no Twitter ou fazer parteda sua página no Facebook; eles também querem regalias e mimos que não conseguem diretamente nas lojas.CONSIDERAÇÕES FINAISBusque primeiro saber onde está o seu público, para fazer as escolhas certas, para alcançar os objetivos propostospara cada uma das mídias escolhidas. Não adianta estar em todas, se o seu público não está, ou também se não zer um plano estratégico correto.Seguem outros exemplos de blogs, Twitter e Facebook de empresas ou produtos que utilizam bem as mídiassociais para interação com seu público.Camiseteria:http://www.camiseteria.com/http://twitter.com/Camiseteriahttp://twitter.com/SACCamiseteriahttp://www.facebook.com/camiseteria e Flaming Pie:http://www.the amingpie.com.br/http://twitter.com/the amingpiePitilé:http://www.pitile.com.br/http://twitter.com/pitilehttp://www. ickr.com/photos/pitile/ 34
  35. 35. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  Comentários selecionados  Rosana Gabriela (@JornalistaPR) con rmou:São inúmeras as possibilidades que essas novas ferramentas de interação proporcionam. Por serem diretas, vocêpode conversar com o seu cliente, solucionar seus problemas e, de fato, estabelecer um canal de comunicaçãocom ele.Chico Montenegro (@srchico) interagiu com Rosana Gabriela, rati cando:Isso é verdade! Existem empresas que estão utilizando o Twitter, por exemplo, para disseminar promoções.Outras estão utilizando para SAC.As maneiras de utilização vão muito da análise de cada público ou necessidade da empresa.  NOTA: Você pode acompanhar o artigo “As mídias sociais em auxílio ao comércio na internet” no blogcoletivo Mídia Boom por meio deste link: http://ow.ly/3ALXp. Fique à vontade para comentar, participar ecompartilhar por lá, ou para contatar diretamente o autor. Não deixe de fazer uma boa ação ao marketing, àcomunicação e aos seus amigos, leitores e seguidores; compartilhe esta compilação de artigos. 35
  36. 36. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010E-Commerce PREGUIÇA E PRATICIDADE ALIADAS AO VAREJO ONLINE   Carolina Gancev Preguiça, sorriso, bom humor (não quando acorda), Corinthians, TPM, batata frita, sorvete, marketing, USP. Só não é mais proativa por falta de espaço. Não é vegetariana por se achar muito capitalista pra isso. @carolzitaa  O VAREJO ESTÁ tomando conta da internet, e isso é mais do que sabido por todos nós. No nal da década de90, surgiram os leilões online, como mercadolivre.com, eBay.com, fazendo com que os grandes varejistas queainda não vendiam pela internet tivessem que repensar seu modelo de negócios.Hoje em dia, é muito comum realizar compras pela internet. Encontra-se de tudo: desde roupas, acessórios ecelulares até descontos para bares e restaurantes. Descontos? Sim, descontos. Sites de compras coletivas, comoo Peixe Urbano e o Groupon, oferecem descontos para rodízio de comida japonesa, chopes em alguns dosmais badalados bares de São Paulo, sobremesas de graça nos restaurantes cadastrados, viagens para lugaresparadisíacos com o preço 70% menor que o usual, massagens e até tratamentos de estética. Para fazer parte dessamamata, é necessário somente se cadastrar no site. Os usuários recebem um e-mail diariamente informando asofertas do dia; é só entrar lá e comprar.Outro tipo de site que está na moda é o de clube de roupas e acessórios de marca, como o BrandsClub eo Privalia. Para ter acesso às ofertas, é necessário receber um convite - não pode-se simplesmente realizarum cadastro. Uma vez dentro, é possível encontrar marcas como Chanel e Diesel vendendo seus produtos apreços muito bons. A desvantagem, porém, é o prazo de entrega. O site demora 20 dias úteis (às vezes mais)para entregar o produto ao consumidor. É o preço que se paga para ter marcas famosas e normalmente caras apreços com desconto de até 80%.É importante também ver o outro lado da moeda: os parceiros. Sites como esses são muito bons para grandesmarcas ou empresas divulgarem seus nomes. No caso dos descontos, pense em um restaurante que inaugurouhá pouco e ainda não tem uma cartela de clientes muito grande, pois as pessoas sempre cam um pouco receosasantes de ir a um lugar que não conhecem ou nunca ouviram indicações de ninguém. Então, esses descontosfuncionam como amostras grátis de produtos. É um benefício que a empresa oferece para você testar oproduto e sair comentando por aí. Ou seja, é uma parceria boa tanto para o site, como para os estabelecimentosque se liam a ele, pois os consumidores vão sair falando de ambos.Os sites não cam para trás e já engataram no relacionamento com os clientes. Todos estes citados acimaoferecem um valor em troca de cada usuário indicado. Mas não basta apenas indicar. O amigo tem que realizaruma compra e só então ganha-se o valor. É uma forma de divulgar simples, rápida e barata; a nal, nada melhor 36
  37. 37. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010   do que um bom boca a boca para o sucesso do negócio. É isso ai, o comércio online veio para car. É prático, simples e rápido, além de atender uma das maiores tendências do mercado: o comodismo. Os consumidores estão cando cada vez mais preguiçosos, ao mesmo tempo que cada vez mais querem comprar. O varejo online supre essa tendência, alinhando a facilidade das compras com a praticidade de receber o produto em casa. Fica a dica para aqueles que ainda não estão familiarizados com compras online! Comentários selecionados  Não foram registrados comentários para este artigo no blog Mídia Boom - ou não foram selecionados. Masnão se acanhe; considere deixar suas impressões e opiniões por lá: http://ow.ly/3AMBb.  NOTA: Você pode acompanhar o artigo “Preguiça e praticidade aliadas ao varejo online” no blog coletivo MídiaBoom por meio deste link: http://ow.ly/3AMBb. Fique à vontade para comentar, participar e compartilhar porlá, ou para contatar diretamente a autora. Não deixe de fazer uma boa ação ao marketing, à comunicação eaos seus amigos, leitores e seguidores; compartilhe esta compilação de artigos. 37
  38. 38. Técnicas, exploração na Internet,modelos, conceitos e utilização em campanhas. 38
  39. 39. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Guerrilha e Viral SUSTENTABILIDADE SENDO UTILIZADA NO MARKETING DE GUERRILHA   Chico Montenegro Fundador do blog Mídia Boom, da agência digital Social Tag e do podcast Fala Blogueiro. Atualmente, trabalha como consultor de marketing digital, mídias sociais e e-commerce. Empreendedor nato que adora comunicação, socializar e cerveja. Pretende, um dia, ter uma ideia que vai revolucionar algum setor dessa imensa internet e, com isso, ganhar milhões - quem sabe, né?! @srchico br.linkedin.com/in/chicomontenegro fale@midiaboom.com.br  ANTES DE TUDO, vamos entender o que é marketing de guerrilha.O termo marketing de guerrilha vem da guerrilha bélica, ou seja, é um tipo de guerra não convencional, noqual a principal estratégia é a ocultação e extrema mobilidade dos combatentes, chamados de guerrilheiros.Por princípio, as ferramentas de marketing de guerrilha são utilizadas por empresas menores com o objetivode combater grandes concorrentes ou simplesmente sobreviverem. O marketing de guerrilha - como descritopor Jay Conrad Levinson no seu popular livro Guerrilla Marketing, de 1982 - utiliza-se de maneiras nãoconvencionais para executar suas atividades de marketing e com orçamentos “apertados”. Fonte: WikipédiaNo Brasil, o marketing de guerrilha está, a cada dia, cando mais conhecido e famoso entre pequenas empresase agências de publicidade. Algumas empresas utilizam o famoso “hype”, algo que está acontecendo e chamandoatenção da mídia, para criar suas ações xando sua marca, produto ou ideia com a onda do momento emalgum assunto.Isso está acontecendo bastante com a sustentabilidade, palavra do momento e da moda. Muitas empresas,principalmente grandes corporações, estão criando suas ações de campanhas baseadas na sustentabilidade.Eu não sou um bom conhecedor do assunto, mas toda vez que vejo uma ação, seja de marketing ou umapropaganda utilizando a sustentabilidade como ponto de divulgação, sempre co com a sensação de que aempresa está cando - ou tentando car - mais sincera. Sensação por muitas vezes enganosa.Isso, para mim, aconteceu com o evento SWU em São Paulo, na cidade de Itu. O evento teve diversas atraçõesmusicais. Não acompanhei o evento, mas sei que diversos blogueiros estiveram lá prestigiando os músicos eoutras atrações do evento. Depois de ler alguns artigos, após o evento, falando sobre muitos erros da organização(copos plásticos, estacionamento caro e o não incentivo à ida ao evento de bicicleta e outras coisas mais)totalmente contrários ao que diziam nos anúncios e em toda a divulgação do evento, levando a bandeira dasustentabilidade como principal foco, comecei a pensar se realmente muitas empresas, ou a maioria, que levamessa bandeira da sustentabilidade estão mesmo fazendo isso acontecer. Será?Utilizar algo do momento para promover sua marca ou produto é algo bem guerrilheiro e uma grande ideia, mas 39
  40. 40. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010   deve ser feito de forma sincera e apoiando realmente a causa, no caso da sustentabilidade. Sem a sinceridade na campanha ou ação de marketing e sem o respeito à real ideia do projeto, marca ou empresa, acaba cando bem claro, para bom entendedor, que o foco não era o que diziam, e muitas vezes é somente o lucro. Empresas, pensem nisso. CONSIDERAÇÕES COMPLEMENTARES Dentro deste texto, que foi primeiramente publicado no blog, nasce uma pergunta crucial sobre a utilização da sustentabilidade nas empresas. Mas percebo outra indagação maior ainda: como o marketing pode ser importante para a integração desse novo conceito de sustentabilidade nas empresas? Em um artigo publicado no Portal Administradores, Marta Romero destaca que Adam Smith, quando propôs o modelo de economia chamado Capitalismo, previu que, para suprir as necessidades da sociedade, o modelo funcionaria por meio da “mão invisível do mercado”. Com o passar do tempo foi desenvolvida a disciplina de Marketing, que além de tentar analisar e entender as necessidades dos consumidores, tenta “enxergar” a “mão invisível do mercado”. O marqueteiro - ou mercadólogo, como queira - não é responsável somente pela publicidade ou propagação de um produto, marca ou serviço, como estamos vendo a cada dia. Ele se destaca pelo planejamento de novas ideias e maneiras inteligentes e que possam trazer resultados reais para as empresas em qualquer área do mercado. Utilizando a sustentabilidade como exemplo, é totalmente possível a integração desse conceito em qualquer empresa, desde que ela seja feita por um pro ssional de marketing totalmente focado, não somente no lucro ou na boa imagem da empresa, mas principalmente nas necessidades dos consumidores, no seu engajamento com essa questão, integrando realmente clientes e empresa. Cabe aos pro ssionais de marketing e comunicação, analisar, entender e implementar essa nova forma que as empresas estão tomando e doutrinar a marca/empresa a entender que o conceito de sustentabilidade está não somente ligado à utilização consciente de materiais ou produtos perante a natureza, mas também a conceitos humanistas e de total sinceridade com seu consumidor, como citei no texto original. Mais uma vez, empresas, pensem e contratem pro ssionais de marketing e comunicação realmente bons e interessados em ajudar sua empresa e, principalmente, seu cliente. Comentários selecionados  Não foram registrados comentários para este artigo no blog Mídia Boom - ou não foram selecionados. Masnão se acanhe; considere deixar suas impressões e opiniões por lá: http://ow.ly/3ANIO.  NOTA: Você pode acompanhar o artigo “Sustentabilidade sendo utilizada no marketing de guerrilha” noblog coletivo Mídia Boom por meio deste link: http://ow.ly/3ANIO. Fique à vontade para comentar, participare compartilhar por lá, ou para contatar diretamente o autor. Não deixe de fazer uma boa ação ao marketing,à comunicação e aos seus amigos, leitores e seguidores; compartilhe esta compilação de artigos. 40
  41. 41. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010Guerrilha e Viral MARKETING PESSOAL ATRAVÉS DAS ESTRATÉGIAS DE GUERRILHA   Camila Carrano Marqueteira em formação, publicitária por obrigação e RP por paixão. Produção de conteúdo, produção de eventos e assessoria de marketing são algumas de suas experiências. Escreve e edita o blog e a revista A Bordo da Comunicação, colabora no Ponto Marketing e Blog Mídia 8, planner e gerente de conteúdo do Choco la Design. É a cionada por cinema, seriados e música. @camilajoaquina camilacarrano.com camila@midiaboom.com.br  TODOS OS DIAS que entramos nas redes sociais, manifestando seja um bom dia, ou algum comentário sobrealguma notícia, estamos criando uma imagem de nós mesmos perante as pessoas que temos interações online.Ou seja, desenvolvendo um marketing pessoal mesmo que indiretamente; a nal, o posicionamento que temosna rede é o que atrai ou não nossos amigos e followers.E por que o marketing de guerrilha é importante para a melhoria da imagem online?Porque guerrilheiros não enviam mensagens sem antes pensar nas estratégias. Possuem intenções em tudoque fazem, pois buscam não criar barreiras nas relações. Claro que nem tudo deve ser planejado; ainda existea espontaneidade e a questão da transparência. Não adianta planejar atitudes se elas não condizem com a suaprópria realidade; a nal, vivemos no mundo o ine, através das facilidades do online, e não o contrário. Aideia é ser quem você realmente é e estar ciente do que está fazendo, e das consequências das suas ações.Criar oportunidades começa não planejando apenas os passos à frente, mas sim recuando e fazendo um balançode quem você é e o que tem para oferecer. É importante uma construção de autoconsciência, e uma menteaberta, a m de idetin car a essência do que realmente você é e pode passar para o mundo.Usar a guerrilha neste contexto é comunicar ideias que irão ajudá-lo a conseguir o que merece e o que deseja.Com que tipo de pessoas você interage mesmo sem perceber? Clientes. Família. Professores. Patrões. Amigos.Pro ssionais. Lojas. E assim por diante. Estas pessoas podem ajudá-lo ou impedi-lo de conseguir os seusmaiores desejos. E a forma que serão in uenciadas é a forma que determinará como você se introduzirá nomercado.Antes de tudo, para saber como agir e usar as estratégias corretas, você deve responder a três perguntas:1. Quem é você agora?2. O que você quer da vida?3. Como você vai saber quando você atingiu seus objetivos? 41
  42. 42. Suprassumo Mídia Boom | Outubro a dezembro de 2010  O primeiro passo pra saber sua capacidade de ser o seu próprio guerrilheiro é responder essas perguntas. Casovocê não possa, estará sujeito a passar a vida reagindo às situações da sua vida, ao invés de traçar o caminhopara alcançar seus objetivos.A estratégia primordial é simples e certeira: você se mover através das suas paixões. Quando aprendemos aaplicá-las positivamente em tudo o que fazemos, as coisas se tornam mais agradáveis tanto para nós mesmos,quanto para as pessoas que possuimos interações. Ou seja, conheça-se, aceite seus gostos e utilize-os a seufavor.Como enviar mensagens e se introduzir no mercado?Autenticidade é o diferencial em marketing pessoal. Sua marca deve abraçar quem você é agora, as origensda sua vida e o que você deseja apresentar em sua carreira. E isso é fácil, com total transparência. A introduçãono mercado é por meio da própria ética, porém o mundo online abre espaço para formas mais atraentes, sejapor um site legal, um blog opinativo, um Delicious - ou similar - com links referenciais. Ou seja, existem váriasferramentas que podem ajudar você a se posicionar e a se divulgar.As pessoas estão constantemente avaliando e julgando as coisas sobre você. E não é por isso que não deve agircom naturalidade, mas sim com certeza de todas as suas mensagens e ações, e saber as consequências delas paraseus projetos. Estar plenamente consciente do marketing intencional é saber que terá investimento de tempo,energia e imaginação para alcançar as suas próprias metas.Saiba fazer o investimento certo, pois existem coisas que são importantes para as outras pessoas, e que vocêpode não estar atento; por isso, utilizar as estratégias de guerrilha é fundamental: cumprimento das promessas,pontualidade, honestidade, comportamento, respeito, gratidão, sinceridade, feedback, iniciativa, con abilidade.O que fazer agora?Aqui está um plano de três etapas para você começar no caminho para a autoconsciência e discernimento nomarketing pessoal:1. Entenda seu posicionamento - Escreva uma declaração de posicionamento sobre si mesmo. Identi quequem você é e as coisas positivas que mais se destacam sobre você.2. Identi que seus objetivos - Trace objetivos de longo e médio prazo. E seja realista: não adianta sonhar e nãoviver com os pés no chão.3. Análise do seu caminho - Escreva os detalhes de como você vai saber quando você atingir seus objetivos.Seja breve e especí co e sempre volte a essa etapa antes de passar para os próximos objetivos.Para o mercado de guerrilha, basta estar atento e no controle das mensagens enviadas. Faça isso e seus objetivosserão muito mais fáceis de atingir. Com marcas pessoais, é preciso chamar a atenção e in amar as conexõesemocionais, sendo você mesmo. A receita é simples: basta adicionar uma boa dose de desenvoltura, um faropara oportunidades e de um desejo de trabalhar duro. 42

×