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Prestação de Contas para ONGs

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  • 1. Controladoria e Accountability
  • 2. • Planejamento • Orçamento Projetos/Áreas Despesas Fixas Investimento Recursos humanos Plano de Contas • Cronograma • Prestação de Contas Monitoramento Accountability Recursos Humanos Indicadores TEMAS DA APRESENTAÇÃO
  • 3. PLANEJAMENTO
  • 4. Feeling / Intuição Exercício O taco e bola custam R$ 1,10. O taco custa R$ 1 a mais que a bola. Valor do taco? Valor da bola?
  • 5. Não dependa da intuiçãoNão dependa da intuição Para Daniel Kahneman, Nobel de Economia, é um grande risco tomar decisões usando a área preguiçosa e irracional do cérebro. A mente é comandada por 2 sistemas (rápido e lento). Para Daniel Kahneman, Nobel de Economia, é um grande risco tomar decisões usando a área preguiçosa e irracional do cérebro. A mente é comandada por 2 sistemas (rápido e lento).
  • 6. – Pode dizer-me que caminho devo tomar? – Isto depende do lugar para onde você quer ir. (Respondeu com muito propósito o gato) – Não tenho destino certo. – Neste caso qualquer caminho serve. (“Alice no País da Maravilhas” - Lewis Carrol) – Pode dizer-me que caminho devo tomar? – Isto depende do lugar para onde você quer ir. (Respondeu com muito propósito o gato) – Não tenho destino certo. – Neste caso qualquer caminho serve. (“Alice no País da Maravilhas” - Lewis Carrol) O CAMINHO A SEGUIRO CAMINHO A SEGUIRO CAMINHO A SEGUIRO CAMINHO A SEGUIR
  • 7. – Como saber se o vento é bom se não se sabes para onde ir. ( Luís de Camoes) O CAMINHO A SEGUIR "Se um homem não sabe a que porto se dirige, nenhum vento lhe será favorável !" Lucius Annaeus Seneca (4AC- 65DC)
  • 8. Legalidade Que respeita a legislação Impessoalidade Obrigação de se manter uma posição neutra em relação aos administrados Moralidade De acordo com a ética; conforme os mais altos valores comportamentais da sociedade Publicidade Manter plena transparência de todos os seus atos Eficiência Busca pelo aperfeiçoamento na prestação de seus serviços PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Art. 37 da ConstituiçãoArt. 37 da Constituição FederalFederal
  • 9. As organizações sem fins lucrativos e as micro e pequenas empresas empregam no país a maioria de toda a força de trabalho As organizações sem fins lucrativos e as micro e pequenas empresas empregam no país a maioria de toda a força de trabalho FERRAMENTAS DE GESTÃO Mas não utilizam de maneira eficaz ferramentas que as auxiliem nas decisões de rotina e sobre o futuro organizacional
  • 10. Entidades Sem Fins Lucrativos – 600.000Entidades Sem Fins Lucrativos – 600.000 Fontes: IBGE, MJ, CNAS, INSS Terceiro Setor - 300.000Terceiro Setor - 300.000 CEBAS 6.000CEBAS 6.000 OSCIP 6.406 OSCIP 6.406 ESTATÍSTICAS DO TERCEIRO SETORESTATÍSTICAS DO TERCEIRO SETOR Cadastro Central de Empresas – CEMPRE - 6.000.000Cadastro Central de Empresas – CEMPRE - 6.000.000 UPF 12.089 UPF 12.089
  • 11. Missão Visão Objetivo Planejamento Estratégico Orçamento Fluxo de Caixa Contabilidade e Controle Projeto Social Prestação de ContasPrestação de Contas PLANEJAMENTO Visão macro
  • 12. NATUREZA DOS RECURSOSNATUREZA DOS RECURSOS  RESTRITOS OU VINCULADOS : a. Recursos de terceiros b. Recursos públicos ou privados c. “Dinheiro carimbado” Não agrega ao patrimônio  IRRESTRITOS OU NÃO VINCULADOS a. Recursos próprios b. Doações Espontâneas c. Geração de Renda Agrega ao Patrimônio
  • 13. MATRIZ FILIAL ASSISTÊNCIA SOCIAL FILIAL SAÚDE FILIAL EDUCAÇÃO FILIAL PROJETOS PRÓPRIOS ESTRUTURA DA CONTABILIDADEESTRUTURA DA CONTABILIDADE C. CUSTO Projeto A C. CUSTO Projeto B C. CUSTO Projeto C
  • 14. Projeto-Organização
  • 15. OrçamentoOrçamento
  • 16. Orçamento Instrumento de natureza econômica; Sistematiza previsões de gastos; Ordena e classifica as receitas e despesas; Deve demonstrar recursos financeiros e não financeiros; Deve apresentar as fontes e montantes de recursos necessários. Definição
  • 17. A execução do orçamento contribui para assegurar a eficácia da Entidade e o comando que vai possibilitar a difusão dos planos. Isto serve para coordenar as diversas unidades da Entidade, motivando e avaliando os gestores e empregados. O orçamento é um meio eficaz de efetuar a continuação dos planos. Ele fornece as medidas para avaliar a performance da Entidade. Ele permite acompanhar a estratégia, verificar seu grau de êxito e em caso de necessidade, tomar ação corretiva. O orçamento materializa os planos (planejar) sob a forma de valores. PLANEJAR CONTROLAR EXECUTAR Fonte: Boisvert,1999 FUNÇÕES DO ORÇAMENTO
  • 18. Conceito Orçamentos são planos de uma organização em termos financeiros que funciona como uma declaração de metas para o período seguinte. (Obs. um ano ou mais) ORÇAMENTO INSTITUCIONAL
  • 19. Por quê? ORÇAMENTO INSTITUCIONAL  Dimensionamento dos recursos  Demonstrar acuidade e transparência  Dois momentos: 1. Previsão das despesas e receitas (do ano seguinte, da inauguração, do evento) 2. Acompanhamento das despesas e comparação com o orçado
  • 20. Furo x DesvioFuro x Desvio Criar planilhas paraCriar planilhas para simulações em condiçõessimulações em condições diferentesdiferentes ORÇAMENTO INSTITUCIONAL
  • 21. Finalidade CONTROLADORIA Gerar as informações que facilitem o processo de tomada de decisões, colaborando com os gestores na tarefa de cumprir a missão e alcançar os objetivos da organização.
  • 22. São um sistema de informações e ferramentas importantes à gestão das Organizações. Adicionam valor de diferentes maneiras, entre as quais estão: Vantagens ORÇAMENTO INSTITUCIONAL e CONTROLADORIA
  • 23. Vantagens 1. Envolve e integra as pessoas de todas as áreas; ORÇAMENTO INSTITUCIONAL e CONTROLADORIA
  • 24. Vantagens 2. Estimula a redução dos custos e despesas, favorecendo a melhor utilização dos recursos; ORÇAMENTO INSTITUCIONAL e CONTROLADORIA
  • 25. Vantagens 3. Evita otimismos e pessimismos exagerados através do compartilhamento de informações à toda equipe; ORÇAMENTO INSTITUCIONAL e CONTROLADORIA
  • 26. Vantagens 4. Assegura um futuro melhor para a organização e seus stakeholders, traçando a política de investimentos e desenvolvimento, possibilitando o estudo dos cenários atual e futuro ORÇAMENTO INSTITUCIONAL e CONTROLADORIA
  • 27. Desvantagens do processo orçamentário  Dificuldade de compreensão pode causar desencorajamento da equipe  O aumento da “burocracia” demanda muito tempo durante o processo de implantação e manutenção  Os resultados práticos do orçamento são de médio e longo prazos ORÇAMENTO INSTITUCIONAL e CONTROLADORIA
  • 28. Treinamento do Prêmio Empreendedor Social Ashoka-Mckinsey 2006 Etapa 3 - Gestão financeira
  • 29. Treinamento do Prêmio Empreendedor Social Ashoka-Mckinsey 2006 Etapa 3 - Gestão financeira
  • 30. ORÇAMENTO (MODELO DETALHADO) DESCRIÇÃO QTDE. M.OBRA em R$ MATERIAL em R$ DEMOLIÇÃO 15.000,00 3.810,00 PAREDES 300 M³ 2.500,00 650,00 PISOS 340 M² 4.500,00 780,00 RETIRADA DO FORRO EXISTENTE 340 M² 3.500,00 1.080,00 RETIRADA DO PISO DO PATEO 370 M² 4.500,00 1.300,00 DIVERSOS/ALVENARIA 35.232,00 18.725,00 EXECUÇÃO DE UM CONTRAPISO NO SALÃO 340 M² 5.100,00 3.400,00 EXECUÇÃO DEUM CONTRAPISO PISO NO DEPÓSITO 40 M² 600,00 400,00 EXECUÇÃO DE UM COMPLEMENTO DE ESCADA VB 2.500,00 1.000,00 ABERTURA DE RASGOS NA ALVENARIA P/ELETRICA VB 2.000,00 ARREAMATES DE TUBULAÇÃO DE ELÉTRICA VB 2.400,00 1.000,00 IMPERMEABILIZAÇÃO DO PISO DO PATEO 370 M² 15.996,00 ARREMATES DE MASSA DAS PAREDES VB 1.440,00 800,00 EXECUÇÃO DE PISO ESTAMPADO DO PATEO 370 M² 5.196,00 12.125,00 AR CONDICIONADO 40.000,00 55.000,00 RETIRADA DA TUBULAÇÃO EXISTENTE VB 5.000,00 INSTALAÇÃO DE TUBULAÇÃO E DUTOS VB 15.000,00 INSTALAÇÃO DAS MAQUINAS E PAINÉIS 10 PÇ 15.000,00 INSTALAÇÃO DE GRELHAS E DIFUZORES VB 5.000,00 55.000,00 ACABAMENTO DE PAREDES E TETO 22.300,00 2.700,00 FORRO DE GESSO 150 M² 5.250,00 JUNTAS DE DILATAÇÃO 150 ML 2.250,00 DIVISÓRIAS 100 M² 7.000,00 200 M² PINTURA DAS PORTAS E PAREDES 8 PÇ 2.500,00 1.200,00 CONSERTOS ,ARREMATES E ABERTURA DE BURACOS VB 1.500,00 TRATAMENTO DE CONCRETO 250 M² 3.800,00 1.500,00
  • 31. M.OBRA em R$ MATERIAL em R$ TOTAL % F 14.632,00 25.751,00 40.383,00 6,4% A/D 37.300,00 6.510,00 43.810,00 6,9% B 35.232,00 18.725,00 53.957,00 8,5% E 29.650,00 31.000,00 60.650,00 9,6% G 11.100,00 57.440,00 68.540,00 10,9% C 40.000,00 55.000,00 95.000,00 15,0% I - 108.000,00 108.000,00 17,1% H 20.000,00 141.000,00 161.000,00 25,5% 187.914,00 443.426,00 631.340,00 100,0% AR CONDICIONADO CADEIRAS DO AUDITÓRIO EQUIPAMENTOS DIVERSOS DESCRIÇÃO TOTAIS PISO DEMOLIÇÃO + ACABEMENTO DE PAREDES DIVERSOS/ALVENARIA ELÉTRICA E HIDRÁULICA PORTAS E DIVISÓRIAS ACÚSTICAS ORÇAMENTO (MODELO RESUMIDO)
  • 32. Porcentagem por tipo de serviço 6% 7% 9% 10% 11% 15% 17% 25% PISO DEMOLIÇÃO + ACABEMENTO DEPAREDES DIVERSOS/ALVENARIA ELÉTRICA E HIDRÁULICA PORTAS E DIVISÓRIAS ACÚSTICAS AR CONDICIONADO CADEIRAS DO AUDITÓRIO EQUIPAMENTOS DIVERSOS Valor Total: R$631.340,00
  • 33. PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2006 ENTIDADE XXX Dados históricos (atualizado) Previsão 2006 Descrição das Receitas 2003 2004 2005 10 . trimestre 20 . trimestre 30 . trimestre 40 . trimestre TOTAL contribuição associados 59 62 63 10 15 12 30 67 Donativos diversos 20 50 70   25 30 50 105 prestação de serviços 150 150 170 10 50 55 60 175 outras receitas       5 2 0 0 7 Total 229 262 303 25 92 97 140 354 Descrição das Despesas 2003 2004 2005 10 . trimestre 20 . trimestre 30 . trimestre 40 . trimestre TOTAL assistência Social 110 120 150 30 33 35 40 138 despesas com projeto X 0 12 30 4 12 13 13 42 Despesas administrativas 10 12 14 5 5 5 5 20 Despesas com Pessoal 80 150 90 25 25 25 25 100 Outras Despesas 30 2 5 25 5 7 10 47 Total 230 296 289 89 80 85 93 347 RESULTADO (R$ 1,00) (R$ 34,00) R$ 14,00 (R$ 64,00) R$ 12,00 R$ 12,00 R$ 47,00 R$ 7,00
  • 34. Definição Aplicação de capital visando ao aumento da capacidade produtiva (instalações, máquinas, transporte, infraestrutura e serviços).  Alguns critérios:  Valores superior a R$ X mil  Longa durabilidade  Quando o serviço é Investimento???? INVESTIMENTOS
  • 35. QT R$ (unit) TOTAL QT R$ (unit) TOTAL computadores EQUIPAMENTOS - - - Impressora Laser EQUIPAMENTOS - - - TV EQUIPAMENTOS - - - Ap. Som EQUIPAMENTOS - - - Máquina fotog. EQUIPAMENTOS - - - Ar condicionado EQUIPAMENTOS - - - Estações de trabalho MOBILIÁRIO - - - Cadeiras escritorio MOBILIÁRIO - - - PABX MOBILIÁRIO - - - Cozinha MOBILIÁRIO - - - Recepção MOBILIÁRIO - - - Reforma MOBILIÁRIO - - - Cursos TREINAMENTO - - - Viagens TREINAMENTO - - - Tecnologia de Avaliação OUTROS - - - Mobilização de Recursos OUTROS - - - - - - INVESTIMENTOS TIPO 1º SEMESTRE 2º SEMESTRE ANO TOTAL DE INVESTIMENTOS INVESTIMENTOS
  • 36. Proposta de Orçamento Indique o valor do investimento solicitado no período ao Projeto, (com taxas, impostos, caso o apoio permita), assim como a contrapartida da organização e os recursos provenientes de outras parcerias. Como contrapartida, poderão ser computados os valores estimados das instalações, materiais e equipamentos da organização, cedidos ou utilizados na implementação do projeto.
  • 37. Pode-se afirmar que um afastamento dosPode-se afirmar que um afastamento dos valores orçados de até 10% para mais ou paravalores orçados de até 10% para mais ou para menos é considerado aceitávelmenos é considerado aceitável O mais importante é olhar oO mais importante é olhar o orçamento como um todo, analisandoorçamento como um todo, analisando o conjunto e não apenas variaçõeso conjunto e não apenas variações específicasespecíficas Pode-se afirmar que um afastamento dosPode-se afirmar que um afastamento dos valores orçados de até 10% para mais ou paravalores orçados de até 10% para mais ou para menos é considerado aceitávelmenos é considerado aceitável O mais importante é olhar oO mais importante é olhar o orçamento como um todo, analisandoorçamento como um todo, analisando o conjunto e não apenas variaçõeso conjunto e não apenas variações específicasespecíficas ORÇAMENTO INSTITUCIONAL e CONTROLADORIA
  • 38. 1. Hipóteses, condições que assumimos como verdadeiras 2. São fatores que consideramos como certos, reais e seguros 3. Devem ser específicas, precisas e claras 4. Devem ser constantemente revisadas e atualizadas PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS O que são?
  • 39. Recursos Humanos: consideramos todos os colaboradores independente da forma de contrato de trabalho. Formas de contrato de trabalho: CLT, Prestador de Serviço (NF) e Autônomo. Total de Encargos Sociais 59% Encargos pagos no mês: 33% Encargos provisionados no mês para despesas futuras: 26% PIS sobre folha de pagamento: 1% INSS sobre autônomos: 20% Benefícios: vale transporte/vale refeição/vale alimentação/cesta básica/assistência medica Substituição do profissional no período de férias: não foi previsto. Abono de férias: não foi previsto. Para o calculo das verbas rescisórias: o profissional seria demitido no período de 24 meses. Conceito de receitas vinculadas a despesas: são valores doados por terceiros com a finalidade de cobrir despesas especificas da Organização. Informações: dados foram fornecidos pela Organização e consolidados pela média. Investimentos : são valores destinados para aquisições de bens ou serviços com a finalidade de melhor a operação da Organização. São valores que desembolsamos uma única vez. PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS
  • 40. PREMISSAS 2010/ 2011 - Os valores de RH devem ser separados por centro de custos (DI, ADM e PROJETOS - Proj ZN, Proj HAOC, Proj RO, Proj Unidade Móvel I, Proj Unidade Móvel II, etc). - RH contempla funcionários CLT e estagiários registrados da instituição. - RH reajuste com data base em março de acordo com inflação e também podem ocorrer reajustes caso a caso – enquadramento ou espontâneo. - RH de acordo com o crescimento do Instituto, poderemos ter novos cargos – Aumento de quadro. - Percentual de encargos sociais: 65,39% (35,80% pagos mês a mês; 29,59% provisionados para 12 meses). - Inflação 2010: 7% - Inflação 2011: 7% - TERCEIROS: lista todos prestadores de serviços com contratos de serviços regulares. - Aluguel reajuste com data base em setembro de acordo com inflação. PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS
  • 41. - Inflação 2010: 7% - Inflação 2011: 7% - TERCEIROS: lista todos prestadores de serviços com contratos de serviços regulares. - Aluguel reajuste com data base em setembro de acordo com inflação. - Critério de definição entre INVESTIMENTO x DESPESAS: investimentos com valor abaixo de R$ 2.500 serão considerados DESPESA. - DESPESAS: gastos correntes do dia a dia, ligados a atividade fim/ ações/ projetos. - DESPESAS devem ser separadas por centro de custos (DI, ADM e PROJETOS - Proj ZN, Proj HAOC, Proj RO, Proj Unidade Móvel I, Proj Unidade Móvel II, etc). - INVESTIMENTOS: recursos destinados com a finalidade de aprimoramento da atividade fim/ ações/ projetos, com prioridade para a atividade fim. - INVESTIMENTOS serão feitos de acordo com aprovação da diretoria e os seguintes critérios: disponibilidade financeira, prioridade e planejamento. PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS
  • 42. Receitas  Serão valorados para efeito de composição de receita, investimento e despesas, as doações de produtos, materiais e serviços  Doações não vinculadas - PF  Doações não vinculadas - PJ  Doações para Projetos específicos – PF/ PJ  Leis de Incentivo PJ/ PF  Doações de Materiais/ produtos ou equipamentos  Doações de Serviços  Geração de Renda: Vendas, Serviços e MRC PREMISSAS ORÇAMENTÁRIAS
  • 43. RECURSOS HUMANOS
  • 44. GRUPO % TOTAL ACUM GRUPO I- IAPAS PREVIDÊNCIA SOCIAL 20,0% SESI 1,5% SENAC 1,0% INTER 0,4% SALÁRIO EDUCAÇÃO 1,0% ACIDENTES DE TRABALHO 1,0% SEBRAE 0,4% SUB-TOTAL I 25,28% 25,28% GRUPO II - FGTS FGTS 8,0% 33,28% MULTA 40% S/FGTS (8*0,4) 3,2% SUB-TOTAL II 11,20% 36,48% GRUPO III- FÉRIAS FÉRIAS (1/11*TAXA FIN.) 0,2% ADICIONAL DE FÉRIAS 33% (1/11)*(1/3) 3,0% REPOSIÇÃO SUB-TOTAL FÉRIAS 3,26% 39,74% IAPAS + FGTS S/ FÉRIAS 1,2% ABONO FÉRIAS 10 DIAS (1/11/3) 0,0% SUB-TOTAL III 4,45% 40,93% GRUPO IV - 13.SALÁRIO 13.SALÁRIO (1/12) 8,3% IAPAS + FGTS S/ 13 3,0% SUB-TOTAL IV 11,37% 52,30% GRUPO V - OUTROS AUX.ENF.,MAT.FUN.,FERIADOS ( 1/261 ) 0,8% DSR ( 5,5 / 30 ) AVISO PRÉVIO P/ 2 ANOS (1/24) 4,2% IAPAS+FGTS S/GRUPO V 1,8% SUB-TOTAL V 6,73% 59,03% TOTAL GERAL 59,03% Encargos Pagos no mês 33,28% Encargos Provisionados sobre folha ano 25,75% PREMISSAS: Oprofissionalnãoserásubstituidonasférias 2,50% Sai30diasdefériasenãorecebeabono auxiliosremunerados5diasnoano Serádemitidoapós24meses TAXA FIN. AOMÊS Planilha de encargos sociais para funcionários mensalistas
  • 45. Funcionário Vale Transporte Vale Alimentação Vale Refeição Cesta Básica Assist. Médica Ajuda refeição Segurop/ estagio Total - - - - - - - - - - - - - Benefícios com Recursos Humanos mensal
  • 46. 25,28% 8,0% 3,2% 3,3% 1,2% 0,0% 8,3% 3,0% 4,2% 0,8% 1,8% 59,03% 1,00% 20,00% INSS FGTS MULTA S/FGTS ADIC.DE FÉRIAS IAPAS + FGTSS/ FÉRIAS ABONO FÉRIAS10 DIAS 13º SALÁRIO IAPAS+ FGTSS/ 13º AVISO PRÉVIO AUX.ENF. ,MAT.FUN. ,FERIADOS IAPAS+FGT SS/AVISO PRÉVIO TOTALDE ENCARGOS PISS/FOLHA RPA (INSS) 14.653,0 2.288,60 724,24 289,70 294,91 107,58 - 754,42 275,21 377,21 69,37 162,91 5.344,15 90,53 360,00 - 20.447,68 CoordenadorGeral CLT 2.500,0 632,00 200,00 80,00 81,44 29,71 - 208,33 76,00 104,17 19,16 44,99 1.475,79 25,00 - - 4.000,79 Educador CLT 1.230,0 310,94 98,40 39,36 40,07 14,62 - 102,50 37,39 51,25 9,43 22,13 726,09 12,30 - - 1.968,39 Aux.Serv.Gerais CLT 630,0 159,26 50,40 20,16 20,52 7,49 - 52,50 19,15 26,25 4,83 11,34 371,90 6,30 - - 1.008,20 Aux.DeCozinha CLT 630,0 159,26 50,40 20,16 20,52 7,49 - 52,50 19,15 26,25 4,83 11,34 371,90 6,30 - - 1.008,20 EducadordeDança CLT 900,0 227,52 72,00 28,80 29,32 10,70 - 75,00 27,36 37,50 6,90 16,20 531,29 9,00 - - 1.440,29 Prof.Educ.Fisica CLT 1.163,0 294,01 93,04 37,22 37,89 13,82 - 96,92 35,36 48,46 8,91 20,93 686,54 11,63 - - 1.861,17 Coord.Pedagogico CLT 2.000,0 505,60 160,00 64,00 65,15 23,77 - 166,67 60,80 83,33 15,33 35,99 1.180,64 20,00 - - 3.200,64 Médico RPA 1.800,0 - 360,00 2.160,00 GerenteGeral PJ 3.800,0 - 3.800,00 SALÁRIO BASEMÊSFunção Tipode contrato Totais Beneficios CUSTOTOTAL COMRH(mês) Custos com Recursos Humanos mensal
  • 47. Plano de Contas
  • 48.  permite, atribuir responsabilidades aos gestores de cada unidade podendo, por isso, ser também designados por centros de responsabilidade  é uma unidade da Organização: secção, departamento, pessoa ou processo Centro de custos
  • 49. Tipo Codigo Descrição 1.1 Serviços 1.2 Projetos 1.3 Doações 1.4 Capacitação 1.5 Outras Receitas 2.1 Recursos Humanos 2.2 Pro Labore 2.3 Infra Estrutura 2.4 Terceiros 2.5 Terceiros Por Projeto 2.6 Impostos 2.7 Financeiro 2.8 Investimentos 2 - Despesas 1 - Receitas ESTRUTURA PARA CENTRO DE CUSTOS
  • 50. Cenários
  • 51. SISTEMAS INFORMATIZADOS
  • 52. Cronograma
  • 53. CRONOGRAMA Físico - Financeiro HOJE 1/10/2006 1 1 1 2 3 4 5 6 7 8 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 C D T TAREFA SEM INI QTD SEM 1 4 # # # # 4 2 # # 3 3 7 2 # # 25 2 # # 26 2 # # 27 2 # # 29 4 # # # # 33 3 # # # 34 1 # 35 5 # # # # # 37 4 # # # # 12 9 10 11 4 5 7 8 6 1 2 3 RETIRADA DOS DUTOS DE AR VALOR 4.000 INSTALAÇÃO DAS TUBULAÇÕES DE ELÉTRICA , SOM, LOGICA 15.900 VALOR DEMOLIÇÃO E RETIRADA DO FORRO E PISO DE MADEIRA EXISTENTE VALOR 5.080 RETIRADA PARCIAL DO FORRO 1.750 QUEBRA DO PISO DO PATIO E DA CANTINA 5.800 INSTALAÇÃO DE HIDRANTE VALOR 3.650 EXECUÇÃO DA NOVA CABINE DE SOM 6.180 DEMOLIÇÃO DAS PAREDES, PISOS, TUBULAÇÕES E PALCO ANTIGO - Salão - Orçamento VALOR 6.180 8.005631.340 10.000 54.618 157.4853.575 41.357 8 8 8 8 8 8 IMPERMEABILIZAÇÃO E EXECUÇÃO DO NOVO PISO DA PATIO E CANTINA 33.317 ELABORAÇÃO DE PROJETOS (ARQUITETURA, SOM, ILUMINAÇÃO) 10.000 9 8 10.000 33.317 jan-06 fev-06 set-06 out-06jul-06 ago-06 VALOR 2.240 6.360 9.540 8 1.825 1.825 8 VALOR 8 VALOR 1.750 8 VALOR 5.800 ARREMATES DAS PAREDES VALOR 2.240 VALOR 10.000 5.080 4.000 VALORFIAÇÃO ELÉTRICA , SOM , LOGICA 10.000
  • 54. CRONOGRAMA - Físico
  • 55. 57 CRONOGRAMA - Físico Ação 4 11 18 25 2 9 16 23 30 6 13 20 27 Definições gerais Identidade do Hospital - escolher um nome Dir Captar / contratar parceiro de identidade visual Dir e DI Consolidar e iniciar a disseminação da Missão e Visão p/ público interno Dir e DI Reuniões do DI DI / CR e Dir Definição dos valores a captar, metas e prioridades CR e Dir Consolidar justificativas e quantificação dos valores e benefícios CR Orçar e Implementação do site a contratar Elaboração de peça de captação impressa para pessoas físicas e jurídicas a contratar Vídeo Institucional Dir Coordenação dos elementos terceirizados DI Responsável CRONOGRAMA INICIAL Set Out Nov Comunicação de apoio a captação de recursos
  • 56. PRESTAÇÃO DE CONTAS
  • 57. O que é prestação de contas ? O que é Comunicação de Resultados ? A quem ?
  • 58. Contábil Gestão e Sustentabilidade InstitucionalSociedade Comunicar Resultados Prestar Contas Lei 9790/99 CNAS Conselhos Títulos e certificados Balanço Patrimonial Plano de Contas Órgãos Públicos Balanços Fluxos de caixa Dirigentes e Gestores PF PJ GOV Diretos Indiretos Mídia Lideranças (Pessoas e Organizações) Academia Econ. Social Amb. JurídicoFinanças Financiador Beneficiários Formadores de opinião
  • 59. Contábil Gestão e Sustentabilidade InstitucionalSociedade Comunicar Resultados Prestar Contas Lei 9790/99 CNAS Conselhos Títulos e certificados Balanço Patrimonial Plano de Contas Órgãos Públicos Balanços Fluxos de caixa Dirigentes e Gestores PF PJ GOV Diretos Indiretos Mídia Lideranças (Pessoas e Organizações) Academia Quadro de referência Econ. Social Amb. JurídicoFinanças Financiador Beneficiários Formadores de opinião ACCOUNTABILITY
  • 60. ACCOUNTABILITY ACCOUNT LIABILITY+ = ACCOUNTABILITY REGISTRAR / CONTAR RESPONSABILIDADE PRESTAR CONTASPRESTAR CONTAS RESPONSÁVELMENTERESPONSÁVELMENTE Pela análise lexical do termo no idioma inglês, percebe-se que o significado de accountability abrange, entre outros, os conceitos de responsabilidade, relato, explicação, justificação e prestação de contas (financeiras ou não).
  • 61.  Objetivo Geral  Objetivos Específicos  Operacionalização das ações  Público Alvo  Metodologia  Cronograma Físico  Cronograma Financeiro  Indicadores para Avaliação Projetos/plano de trabalho para Poder Público
  • 62. Características de prestação de Contas para o poder publico  Editais mais complexos  Legislação específica  Pouca flexibilidade para ajuste  Balancete seguindo os padrões do primeiro setor  Modelos diferenciados de acordo com a conselhos/secretárias/municípios  Maior detalhamento dos custos dos serviços envolvidos  Cronograma físico e financeiro detalhado  Prestações de contas mensais, presenciais e explicativas confrontando ação e valores
  • 63. Monitoramento
  • 64. O acompanhamento mensal permite aos gestores  Corrigir eventuais desvios de rumos e calibrar as receitas e despesas  Potencializar os esforços para alcançar as metas  Melhorar o controle das despesas fixas  Regular o dispêndio de recursos para investimentos Monitoramento
  • 65. Previsto Real 3.1.1.01.0001 Prestação de Serviços SUS 450.225,47 378.769,56 71.455,91 -16% 3.1.1.01 CONV PÚBLICO PREST SERVIÇO 450.225,47 378.769,56 71.455,91 -16% 3.1.1.02.0001 Projeto Moradores de Rua 39.979,00 39.979,00 - 0% 3.1.1.02.0002 Termo Aditivo 15.000,00 15.000,00 - 0% 3.1.1.02 CONV PÚBLICO PROJETOS 54.979,00 54.979,00 - 0% TOTAL RECEITA 505.204,47 433.748,56 71.455,91 -14% 4.1.1.01.0006 Equipe Tecnica 281.000,00 284.855,30 (3.855,30) 1% 4.1.1.01 REMUNERAÇÃO DE PESSOAL-SAUDE 281.000,00 284.855,30 (3.855,30) 1% 4.1.1.02.0001 Alimentação de Paciente 8.950,00 9.620,56 (670,56) 7% 4.1.1.02.0003 Aluguel Sede 24.000,00 24.000,00 - 0% 4.1.1.02.0004 Lavanderia 1.440,00 312,80 1.127,20 -78% 4.1.1.02.0005 Manutenção Predial 800,00 676,16 123,84 -15% 4.1.1.02.0007 Material de Limpeza 4.000,00 3.271,67 728,33 -18% 4.1.1.02.0008 Material de Artesanato 4.000,00 425,10 3.574,90 -89% 4.1.1.02.0009 Material Médico Hospitalar 400,00 255,95 144,05 -36% 4.1.1.02.0010 Medicamentos 400,00 - 400,00 -100% 4.1.1.02.0011 Serviço Prestado PF 19.200,00 18.442,09 757,91 -4% 4.1.1.02.0012 Testes para Detectar Alcool e Drogas 10.760,00 10.060,00 700,00 -7% 4.1.1.02 DESPESAS ASSISTENCIA À SAUDE 73.950,00 67.064,33 6.885,67 -9% D E S P E S A S ago/10 ORÇAMENTO FINANCEIRO 2010 Total R E C E I T A S Var.Acum Var % REAL X PREVISTO
  • 66. A G O S T O 2 0 1 0 4.1.1.01.001 Estacionamento 4.1.1.01.003 Energia Elétrica 4.1.1.01.004 Telefone 4.1.1.01.005 Correios 4.1.1.01.006 Aluguéis e Imóveis 4.1.1.01.009 Impressos e Mat Escritório 4.1.1.01.010 Fotocópias 4.1.1.01.011 Cartório 4.1.1.01.012 Pedágio 4.1.1.01.013 Combustíveis e Lubrificantes 4.1.1.01.014 Contabilidade 4.1.1.01.015 Refeições 4.1.1.01.017 Passagens Rodoviárias 4.1.1.01.020 Exames Médicos 4.1.1.01 DESPESAS GERAIS ADMINISTRATIVAS Caps AD Despesas ORÇAMENTO FINANCEIRO RELATORIO DE ANÁLISE DAS VARIAÇOES
  • 67. RELATÓRIO DE GESTÃO Relatório de Centro de Resultado Julho Acumulado Orçado Real Variação Orçado Real Variação Receita Despesas Resultado Qtd. de Atendimento Custo do Atendimento
  • 68. PRESTAÇÃO DE CONTAS Accountability Objetivos e metas – O que foi exatamente realizado – Se algo deixou de acontecer, por quê? – Se algo foi superado, quais os passos dados? Descritivo quantitativo − Quantos novos associados e parceiros, novos atendimentos − Quantos shows, discos produzidos, livros editados, etc. − Quanto $$ foi gasto em quê
  • 69. Descritivo de valores − Valores captados por fontes de financiamento − Total investido nas campanhas − Custo operacional Descrição das dificuldades para atingir os objetivos propostos Contrate uma auditoria independente PRESTAÇÃO DE CONTAS Accountability
  • 70.  Jurídicos: leis regulamentares do setor  Contábil e financeiro: balanços e relatórios gerencias  Administrativos/estratégico: plano de trabalho (fechando com os itens acima). PRESTAÇÃO DE CONTAS Accountability
  • 71. Fluxo de Caixa
  • 72. Documentos RECIBO NOTA FISCALX
  • 73. Prestação de contas para um projeto Despesas / serviços ref. a _______uniforme do projeto De bem com a via Número do projeto:___094783 Dica preparar um carimbo contendo:
  • 74. Atenção: Os valores são aprovados por linha de despesa e não pelo valor total. No próximo slide uma planilha que acompanha o saldo de cada linha aprovada. A prestação de contas também envolve um relatório de atividades do que foi realizado. Documente com fotos sempre que possível Prestação de contas para um projeto
  • 75. TOTAIS 238.006,36 25.826,81 212.179,55 ITEM DESCRIÇÃO R$ APROVADO GASTOS SALDO 1 Assessoria Jurídica (Contratos Inclusive) 4.000,00 0,00 4.000,00 2 Combustível 0,00 0,00 3 Contador 9.600,00 0,00 9.600,00 4 Coordenador do Projeto 9.600,00 0,00 9.600,00 5 Cópias 1.080,00 200,00 880,00 6 Correios 1.560,00 0,00 1.560,00 7 Material de escritório 1.080,00 415,90 664,10 8 Elaboração e Agenciamento 21.000,00 1.600,00 19.400,00 9 Aluguel de ônibus 16.320,00 0,00 16.320,00 10 Ator/Atriz 63.817,50 15.462,80 48.354,70 11 Cenografia/material/confecção 6.000,00 0,00 6.000,00 12 Coordenador técnico 5.000,04 0,00 5.000,04 13 ECAD (evento aberto e gratuito) 2.000,00 0,00 2.000,00 14 Figurino 3.000,00 2.235,79 764,21 15 Grupos Circenses 12.000,00 0,00 12.000,00 16 Intérprete de libras 1.000,00 0,00 1.000,00 17 Locação equipamento de som 7.920,00 325,00 7.595,00 18 Material de consumo 10.080,00 0,00 10.080,00 19 Músicos / Intérpretes 11.428,86 0,00 11.428,86 20 Refeição 6.750,00 837,90 5.912,10 21 Transporte Local / Locação de Automóvel 13.449,96 3.251,42 10.198,54 22 Banner/faixa adesiva/faixa de lona 4.800,00 1.498,00 3.302,00 23 Confecção de Convites 9.520,00 0,00 9.520,00 24 Programa 17.000,00 0,00 17.000,00
  • 76. TIPOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS CONTABILIDADE TOTAL E POR PROJETOS/ÁREAS ATIVIDADES PARCIAIS Investimento Social Público Investimento Social Privado ATIVIDADES TOTAIS Governança Órgãos Reguladores Órgãos Tributários Órgãos Fiscalizadores
  • 77. PRESTAÇÃO DE CONTAS
  • 78. Captação de Recursos Captação de Recursos Execução do Contrato Execução do Contrato Contabilida de Contabilida de Estrutura do Sistema Estrutura do Sistema Plano de Contas Plano de Contas Controle Financeiro Controle Financeiro Centro de Custos Centro de Custos ProgramasProgramas Prestação de Contas Prestação de Contas PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTASPROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS
  • 79.  Indicadores de desempenho servem para avaliar a performance do projeto  Importante acompanhar indicadores de desempenho qualitativos e quantitativos  Através da observação e análise dos indicadores de desempenho, os gestores podem valorizar os pontos fortes do projeto e, ao mesmo tempo, corrigir suas fraquezas AVALIAÇÃO Indicadores
  • 80. A avaliação serve para dentro e para fora: • dentro: como parte do planejamento estratégico, para revisar os métodos e objetivos • fora: para atrair e manter investidores, promover os projetos. Focar um só dos lados é desperdiçar energias.
  • 81. INDICADORES DE DESEMPENHO  Percentual de doadores anteriores que renovaram e média dos valores  Média dos atendimentos efetuados  Quantos doadores aumentaram, diminuíram, ou permaneceram no nível do ano anterior?
  • 82. INDICADORES DE DESEMPENHO  Que tipo de abordagem obteve melhor percentual de arrecadação?  Qual atividade obteve maior participação ?  Índice de satisfação dos usuários
  • 83. Outros exemplos de indicadores:  Eficiência da Arrecadação - % de R$ Arrecadados / $ Necessários  Dedicação dos Voluntários - % de Horas Dedicadas por Horas Comprometidas  Ocupação - % de pessoas atendidas / quantidade de atendimentos possíveis  Índices de aprovação na escola  Usuários que voltam para o mesmo serviço INDICADORES DE DESEMPENHO
  • 84. • Compartilhar o Conhecimento • Registrar as Atividades • Integrar os Envolvidos GERENCIAR AS INFORMAÇÕES
  • 85. Diferenciar a comunicação por stakeholders A prestação de contas para o público interno tem caráter também motivacional Relatórios governamentais são específicos e não necessariamente são enviados para outros Analisar desde o início do exercício quais são as informações necessárias para cada parte interessada PRESTAÇAO DE CONTAS e POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO
  • 86. OBJETIVO GERAL PRODUTOS ESPERADOS AVALIAÇÃO OBJETIVOS ESPECÍFICOS QUALITATIVOS QUANTITATIVOS INDICADORES DE PROCESSO MEIOS DE VERIFICAÇÃO PERÍODOS DE VEREFICAÇÃO 1. Desenvolver oficina de futebol, nos períodos da manhã e tarde para xx turmas em cada período, com xx crianças e xx adolescentes em cada turma. - Apoio ao desenvolvimento educacional dos participantes através do acompanhamento de presenças e rendimento educacional. - Reforço ao desenvolvimento físico, psicológico e social dos participantes através das aulas de futebol. - - Realização de xx módulos de oficinas. - Realização de xx turmas, nos períodos da manhã e tarde, compostas de xx crianças... - Elaboração de xx apostilas didáticas. - - Número efetivo de turmas formadas. - Número efetivo de participantes por semestre. - Índice de freqüência. - Índice de acompanhamento educacional dos participantes. - Boletim. - Lista de presença. - Reuniões com pais e educadores das escolas onde os participantes estão matriculados. - - Semestral. 2. - - - - - - - - - - - - - - -
  • 87. 91 Objetivos específicos Metas Indicadores Meios de verificação Objetivo geral : Exercício
  • 88. Controle de implementação dos procedimentos da Controladoria Objetivo Procedimento Adotado Resultado esperado Prazo Indicador Reduzir custo de RH Otimizar homem hora 20% 180 dias folha de pagto criar premissas metas claras 30 dias entendimento da equipe analisar historico ter dados concretos que não distorção mais de 10% 30 dias acompanhamneto real x previsto definir plano de contas adequado as necessidades de gestão 30 dias balancete claro Implementar orçamento org.
  • 89. Bibliografia Básica COSTA, Daniela Pais. Prestação de Contas. In Terceiro Setor: temas polêmicos. Editora Peirópolis, (p13-44) , SP. 2005. GLOBAL REPORTING INITIATIVE - GRI. Diretrizes para relatório de sustentabilidade – DRS, Versão 3.0, SP, 2006. INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – IBGC. Código das melhore práticas de governança corporativa, 2006. LANDIM, Leilah.CARVALHO, Luiz Antonio. Texto para discussão – Caso Brasileiro: Projeto Transparência e Prestação de Contas da Sociedade Civil na América Latina, (p. 02-26), 2006/2007., LARROUDÉ, Eliza Rodrigues Alves – Tese de mestrado na FGV - ACCOUNTABILITY DE ORGANIZAÇÕES DO ESPAÇO PÚBLICO NÃO- ESTATAL: uma apreciação crítica da regulação brasileira
  • 90. Bibliografia Complementar ALBUQUERQUE, Antônio Carlos Carneiro de. Terceiro Setor: história e gestão de organizações. São Paulo: Summus, 2006. ASHOKA EMPREENDEDORES SOCIAIS e McKINSEY & COMPANY, INC. Empreendimentos Sociais Sustentáveis: como elaborar planos de negócio para organizações sociais. Editora Fundação Peirópolis, SP, 2001. BENÍCIO, João Carlos. Gestão Financeira para Organizações da Sociedade Civil. Global Editora, (Coleção Sustentabilidade), SP, 2001. CAROPRESO JR, Percival. A comunicação como ferramenta estratégica no terceiro setor. Terceiro Setor em Síntese, 2ª. Coletânea de artigos (julho de 1999 – julho 2000). Fórum permanente do Terceiro Setor. SENAC, SP. ESTRAVIZ, Marcelo & CRUZ, Célia Meirelles. Captação de diferentes recursos para organizações sem fins lucrativos. Global Editora, (Coleção Sustentabilidade), SP, (p102-115) 2001. MENEGHETI, Sylvia Bojunga. Comunicação e Marketing: fazendo a diferença no dia-a-dia de organizações da sociedade civil. Global Editora, (Coleção Sustentabilidade), SP, (p98-114)2001. VOLTOLINI, Ricardo. A comunicação e o marketing como ferramentas estratégicas de gestão social. In: Guia de gestão: para quem dirige entidades sociais. SENAC, SP, 2002.
  • 91. www.criando.net 11 – 982-083-790 11-2307-4495 michel@criando.net lucimar@criando.net tozzi@tozzi.com.br http://www.slideshare.net/micfre12/ Go raibh maith agat Go raibh maith agat ThanksThanks TodaToda HvalaHvala GraciasGracias ObrigadoObrigado MerciMerciArigatoArigato 감사합니다감사합니다DankeDanke GracieGracie