Elaboração de Projetos para Editais Empresariais e Públicos - 2014
 

Elaboração de Projetos para Editais Empresariais e Públicos - 2014

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Aprenda a elaborar bons projetos e garantir recursos públicos e privados para a sua organização social.

Aprenda a elaborar bons projetos e garantir recursos públicos e privados para a sua organização social.

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Elaboração de Projetos para Editais Empresariais e Públicos - 2014 Elaboração de Projetos para Editais Empresariais e Públicos - 2014 Presentation Transcript

  • ELABORAÇÃO DE PROJETOS PARA EDITAIS EMPRESARIAIS E PÚBLICOS
  • SERVIÇOS CRIANDO ASSESSORIA PALESTRAS
  • NÃO DEPENDA DA INTUIÇÃO Para Daniel Kahneman, Nobel de Economia, é um grande risco tomar decisões usando a área preguiçosa e irracional do cérebro. A mente é comandada por 2 sistemas (rápido e lento).
  • O CAMINHO A O CAMINHO A SEGUIR SEGUIR - Pode dizer-me que caminho devo tomar? - Isto depende do lugar para onde você quer ir. (Respondeu com muito propósito o gato) - Não tenho destino certo. - Neste caso qualquer caminho serve. “Alice no País da Maravilhas” - Lewis Carrol
  • O QUE É CAPTAÇÃO DE RECURSOS?
  • CARACTERÍSTICAS DA ATIVIDADE • Atividade planejada e complexa envolve marketing, incentivos fiscais, planejamento, comunicação, relações públicas, estratégias, elaboração de projetos, questões jurídicas e de natureza ética • Objetivo: geração de diferentes recursos (financeiros, materiais e humanos) • Apoio à finalidade principal da organização (meio para que ela cumpra sua missão) PRIMEI RO PONT O
  • OS SETORES DA SOCIEDADE Agentes Fins Setor Privados Privados Mercado Públicos Públicos Estado Privados Públicos Terceiro Setor Públicos Privados Corrupção Fonte: Fernandes, 1998
  • QUEM É QUEM? PESSOA JURÍDICA, TÍTULO OU DENOMINAÇÃO Constituição/C NPJ Nomes Título ou Qualificação Associações Negócio Social OSCIP Fundações Instituição UPF Sociedades Instituto Filantrópicas/ CEBAS Organizações Religiosas ONG Partidos Políticos Entidade OS
  • FASFIL 2010 – IBGE 2012 290 MIL ORGANIZAÇÕES – TS?
  • TIPOS DE RECURSO
  • RECURSOS HUMANOS Voluntários (conselheiros, diretores e corpo de voluntariado), parceiros, doadores de serviços, funcionários, etc.
  • RECURSOS FINANCEIROS Dinheiro
  • RECURSOS MATERIAS Materiais de usos gerais, veículos, materiais de construção, computadores, alimentos, etc.
  • TIPOS DE CAMPANHA • Campanha Anual • Campanha Capital • Campanha para Projetos
  • CAMPANHA ANUAL • Desempenho anual da organização e seus programas • Despesas operacionais (funcionários, aluguel, telefone, comunicação, materiais de uso geral, etc.) • É mais difícil captar para essa finalidade • Normalmente são utilizados projetos de doação do tipo“adote” As fontes de recursos mais utilizadas são: - indivíduos, eventos, convênios com governo
  • CAMPANHA CAPITAL • • • Campanha de grande porte Pontual Objetiva investimentos em ativos fixos: – Construção – Reforma – Ampliação de edifício – Pesquisa – Fundos patrimoniais, etc.
  • CAMPANHA PARA PROJETOS Projeto é um empreendimento planejado que consiste num conjunto de atividades inter-relacionadas e coordenadas, com o fim de alcançar objetivos específicos dentro dos limites de tempo e de orçamento dados.
  • CAMPANHA PARA PROJETOS • São pontuais, com começo, meio e fim; concretizado o projeto, encerra-se a campanha • Objetivam o desenvolvimento e a realização de um projeto específico
  • CAMPANHA PARA PROJETOS • Expedições, edição de livros, shows, produção de discos, produções teatrais, participação em paraolimpíada, recuperação de águas, reflorestamento, etc.
  • VANTAGENS DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS Aumento das possibilidades de financiamento • Financiadores compreendem melhor: – Onde a organização quer chegar – Como chegar – Quem vai trabalhar – Quanto custa tudo – Qual o impacto social
  • ROTEIRO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. Apresentação Institucional Identificação do Projeto – Resumo Cenário / Contexto Justificativa do Projeto: (O porquê.) Público Alvo (quem? – perfil das pessoas atendidas) Objetivos (o quê?) Quadro de Metas Metodologia (como?) Estratégias Indicadores e avaliação Cronograma Equipe Orçamento Plano de mídia e contrapartidas
  • FONTES DE FINANCIAMENTO
  • PRINCIPAIS FONTES e ESTRATÉGIAS Iniciativa privada EVENTOS Organizações Religiosas Fundações Nac. e Internacionais PROJETOS Fontes Institucionais Projetos de Geração de Renda PARCERIAS Governos Venda Negócio com impacto social Endowment Prestação de serviços MRC Licenciamento Mantenedores Aluguéis
  • PERCENTUAL POR FONTE - USA TOTAL US$ 300 Bi
  • PERCENTUAL POR FONTE BRASIL – TOTAL R$ 30 Bi
  • FONTES DE RECURSOS ESSENCIAL Diversificação das fontes de recursos  Legitimidade social  Diminuição do risco  Sustentabilidade financeira de longo prazo
  • ORGANIZAÇÃO
  • FONTES DE RECURSO
  • DISTINÇÃO IMPORTANTE PARA O CAPTADOR DE RECURSOS FILANTROPIA Ação social externa de uma organização, tendo como beneficiária principal a comunidade e/ou outras organizações X INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO Repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público
  • PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES Investimento Social Privado • Realizado por empresas, fundações e“institutos” de origem empresarial ou instituídos por indivíduos ou famílias • Deveriam ter natureza distinta do marketing
  • PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES Investimento Social Privado ISPs ESCOLHEM UM FOCO DE ATUAÇÃO • Evitam colaborar com projetos de forma casuística e pontual • A falta de foco dificulta a avaliação dos resultados e diminui o impacto
  • PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES Investimento Social Privado ISPs AVALIAM A SUSTENTABILIDADE DA INICIATIVA • Equilíbrio e continuidade • Definir orçamento e a periodicidade do investimento social • Garantir a gestão adequada dos recursos
  • FUNDAÇÕES VANTAGENS • Dão credibilidade • Somas substanciais (uma parcela ou três anos) • Auxílio no desenho de indicadores • Possuem missão clara – facilidade de identificação • Falam a“mesma língua”
  • FUNDAÇÕES INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS • Profissionais capacitados para elaborar projetos • Projetos diferenciados e multiplicadores • Geração de renda • Pesquisa sobre as formas de acesso • Controle de resultados
  • FUNDAÇÕES VANTAGENS • Processo de solicitação de recursos padronizado – quase sempre (nacional ou internacional) • No Brasil, a maior referência é o GIFE – www.gife.org.br • Associação Paulista de Fundações – www.apf.org.br
  • NO MUNDO Agências Governamentais Orgãos Multinacionais ONGs Internacionais Fundos Embaixadas Igrejas Outros
  • EDITAIS
  • ESTRATÉGIA DEFINIÇÃO Segundo Mintzberg, trata-se da forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados. ESTRATÉGIA
  • FERRAMENTA DEFINIÇÃO s.f. Qualquer instrumento que se usa para a realização de um trabalho; As ferramentas que operam em uma máquina são chamadas máquinasferramenta. Pequenas ferramentas a motor assemelham-se tanto a ferramentas de mão como a máquinas-ferramenta. Os dois principais tipos de ferramentas são as ferramentas para trabalho em madeira e as ferramentas para trabalho em metal.
  • FERRAMENTA DEFINIÇÃO Segundo Wikipedia: É um utensílio, dispositivo, ou mecanismo físico ou intelectual utilizado por trabalhadores das mais diversas áreas para realizar alguma tarefa. Em função do disposto acima, uma ferramenta pode ser definida como: um dispositivo que forneça uma vantagem mecânica ou mental para facilitar a realização de tarefas diversas.
  • Fonte Governos Fundações nac e internacional Cooperação Internacional Estratégia principal Grandes Doadores (major donnors ) Edital Eventos Associações Parcerias Empresas e Institutos empresariais Pessoas, indivíduos Geração de renda Igrejas Captação de produtos Catástrofe Voluntariado
  • Estratégia principal Estratégia secundária Sem incentivo Edital Incentivos Fiscais Federais, Estaduais e Municipais Financiamento coletivo (crowdfunding) Prêmios Ferramentas Tática Pesquisa Formatar o projeto Funcionários SICONV, convênios, pesquisa, websites, emenda parlamentar cultura, Idoso, criança e adolescente, esporte, saúde OSCIP, UPF, CEBAS ProAC e outros estaduais e municipais Websites escrever o projeto
  • DICAS PARA SOLICITAÇÃO Uma proposta bem sucedida  Possibilita verificar se o investimento resultará num impacto de longo prazo (sustentabilidade)  Aponta o desafio, os objetivos, metas e meios de avaliação para enfrentá-lo  Comprova que a organização tem capacidade, conta com líderes capazes e comprometidos  Apresenta maneiras inovadoras e consistentes para resolver problemas  Esta em sintonia com as prioridades da organização investidora
  • INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO Características • Os ISPs estão preocupados com os resultados, as transformações geradas e a cumplicidade da comunidade para com o desenvolvimento da ação • Forte preocupação com o monitoramento dos projetos e a avaliação de resultados
  • EDITAIS Investidores passam a ser definidos não apenas com base em vínculos ou interesses de relacionamento da alta gestão. A seleção dos projetos passa pelo crivo de especialistas que levam em consideração a capacidade do proponente em planejar, executar e avaliar o projeto, agregando valor positivo à marca das empresas ao mesmo tempo em que atendem as necessidades sociais.
  • EDITAIS Características • Buscam a democratização da captação de recursos para iniciativas socioambientais. • Sinaliza a seriedade do investimento • Seleção pública, igualitária e com regras bem definidas
  • EDITAIS Características • Investidores com políticas de responsabilidade social e investimento cultural definidas, direcionando recursos para causas e regiões geográficas específicas. • Doação pura e simples x projeto definindo metas e avaliando resultados.
  • EDITAIS DICAS 1)Planeje e elabore todo o projeto ANTES do preenchimento do edital, tenha um caso bem escrito: valores a captar e necessidades sociais
  • EDITAIS DICAS 2) Esteja em dia com as obrigações fiscais, trabalhistas e estatutárias
  • EDITAIS DICAS 3) Verifique o objetivo do edital e as áreas de investimento socioambiental (atividades, áreas de atuação, etc.) – Muita pesquisa sobre a empresa, instituto ou fundação
  • EDITAIS DICAS 4) Verifique que tipo de organização pode ou não pode participar, se há necessidade de contrapartidas
  • EDITAIS DICAS 5) O desconhecimento das instruções do edital ou o não entendimento dificilmente poderão ser aceitos como razões para justificar quaisquer erros ou divergências
  • EDITAIS DICAS 6) Fique atento para a possibilidade de eventuais aditamentos ou esclarecimentos a respeito do edital
  • EDITAIS DICAS 7) Verifique a forma correta de inscrição do projeto (via internet, correio, etc.) além da data de início e término
  • EDITAIS DICAS 8) Confira se existem formulários próprios, veja também se o número de caracteres está definido
  • EDITAIS DICAS 9) Veja se o edital exige que documentos sejam anexados, tais como estatutos, atas, certidões, etc.
  • EDITAIS DICAS 10) Observe com quem ficaram os eventuais direitos autorais relacionados ao projeto (relatórios, vídeos, imagens, músicas, etc.)
  • EDITAIS DICAS 11) Veja se existe alguma comissão ou mecanismo para a resolução de casos omissos
  • EDITAIS DICAS 12) Certifique-se do valor máximo de investimento socioambiental constante do edital (veja os recursos disponíveis, os critérios e formas de desembolso)
  • EDITAIS DICAS 13) Não esqueça de verificar se existe algum modelo a ser adotado para cronograma físico-financeiro
  • EDITAIS DICAS 14) Observe as etapas e critérios de avaliação e seleção dos projetos, inclusive quanto à possibilidade de eventuais recursos
  • EDITAIS DICAS 15) Veja os meios e prazos para a divulgação dos resultados
  • EDITAIS DICAS 16) Analise as contrapartidas exigidas pelo investidor social
  • EDITAIS 17) Verifique a maneira pela qual a implementação dos projetos será acompanhada pelo investidor social
  • EDITAIS DICAS 18) Conheça detalhadamente o procedimento para prestação de contas
  • EDITAIS 19) Verifique os projetos contemplados nos anos anteriores por quem propõe o edital analisando se a sua causa está incluída nas prioridades da organização selecionada
  • EXERCÍCIO Vamos analisar um projeto juntos? http://www.gife.org.br/artigos_rep ortagens_editais.asp http://captacao.org/recursos/edita is-abertos http://www.brazilfoundation.org/portugues/Sel ecaoProj2014.php
  • ORÇAMENTO E CRONOGRAMA
  • ORÇAMENTO INSTITUCIONAL CONCEITO: Orçamento são planos de uma organização em termos financeiros que funciona como uma declaração de metas para o período seguinte (um ano ou mais).
  • ORÇAMENTO DE CAMPANHA/PROJETO • Dimensionamento dos recursos a captar • Demonstrar acuidade e transparência • Custo por beneficiário adequado ao mercado • Criar planilhas para examinar simulações em condições diferentes • Previsão de resultados
  • ORÇAMENTO INSTITUCIONAL / PROJETO Furo x Desvio Criar planilhas para simulações em condições diferentes Informar o que será feito, caso o montante total não puder ser captado
  • ORÇAMENTO MODELO DETALHADO DESCRIÇÃO QTDE. M.OBRA em MATERIAL em R$ R$ DEMOLIÇÃO PAREDES PISOS RETIRADA DO FORRO EXISTENTE RETIRADA DO PISO DO PATEO 300 340 340 370 M³ M² M² M² 15.000,00 2.500,00 4.500,00 3.500,00 4.500,00 3.810,00 650,00 780,00 1.080,00 1.300,00 DIVERSOS/ALVENARIA EXECUÇÃO DE UM CONTRAPISO NO SALÃO EXECUÇÃO DEUM CONTRAPISO PISO NO DEPÓSITO EXECUÇÃO DE UM COMPLEMENTO DE ESCADA ABERTURA DE RASGOS NA ALVENARIA P/ELETRICA ARREAMATES DE TUBULAÇÃO DE ELÉTRICA IMPERMEABILIZAÇÃO DO PISO DO PATEO ARREMATES DE MASSA DAS PAREDES EXECUÇÃO DE PISO ESTAMPADO DO PATEO 340 M² 40 M² VB VB VB 370 M² VB 370 M² 35.232,00 5.100,00 600,00 2.500,00 2.000,00 2.400,00 15.996,00 1.440,00 5.196,00 18.725,00 3.400,00 400,00 1.000,00 AR CONDICIONADO RETIRADA DA TUBULAÇÃO EXISTENTE INSTALAÇÃO DE TUBULAÇÃO E DUTOS INSTALAÇÃO DAS MAQUINAS E PAINÉIS INSTALAÇÃO DE GRELHAS E DIFUZORES 40.000,00 5.000,00 15.000,00 15.000,00 5.000,00 55.000,00 VB VB 10 PÇ VB 22.300,00 5.250,00 2.250,00 7.000,00 2.700,00 2.500,00 1.500,00 3.800,00 1.200,00 ACABAMENTO DE PAREDES E TETO FORRO DE GESSO JUNTAS DE DILATAÇÃO DIVISÓRIAS PINTURA DAS PORTAS E PAREDES CONSERTOS ,ARREMATES E ABERTURA DE BURACOS TRATAMENTO DE CONCRETO 150 M² 150 ML 100 M² 200 M² 8 PÇ VB 250 M² 1.000,00 800,00 12.125,00 55.000,00 1.500,00
  • ORÇAMENTO MODELO RESUMIDO DESCRIÇÃO F M.OBRA em MATERIAL em R$ R$ TOTAL % PISO 14.632,00 25.751,00 40.383,00 6,4% DEMOLIÇÃO + ACABEMENTO DE PAREDES 37.300,00 6.510,00 43.810,00 6,9% B DIVERSOS/ALVENARIA 35.232,00 18.725,00 53.957,00 8,5% E ELÉTRICA E HIDRÁULICA 29.650,00 31.000,00 60.650,00 9,6% G PORTAS E DIVISÓRIAS ACÚSTICAS 11.100,00 57.440,00 68.540,00 10,9% C AR CONDICIONADO 40.000,00 55.000,00 95.000,00 15,0% I CADEIRAS DO AUDITÓRIO 108.000,00 108.000,00 17,1% H EQUIPAMENTOS DIVERSOS 20.000,00 141.000,00 161.000,00 25,5% 187.914,00 443.426,00 631.340,00 100,0% A/D TOTAIS -
  • ORÇAMENTO MODELO RESUMIDO TOTAL 631 MIL Porcentagem por tipo de serviço 6% 25% 7% 9% 10% 17% 11% 15% PISO DEMOLIÇÃO + ACABEMENTO DE PAREDES DIVERSOS/ALVENARIA ELÉTRICA E HIDRÁULICA PORTAS E DIVISÓRIAS ACÚSTICAS AR CONDICIONADO CADEIRAS DO AUDITÓRIO EQUIPAMENTOS DIVERSOS
  • CRONOGRAMA FÍSICO CRONOGRAMA INICIAL Definições gerais Ação Identidade do Hospital - escolher um nome Set Responsável Dir Captar / contratar parceiro de identidade visual Dir e DI Consolidar e iniciar a disseminação da Missão e Visão p/ público interno Dir e DI Reuniões do DI Definição dos valores a captar, metas e prioridades Consolidar justificativas e quantificação dos valores e benefícios Comunicação de apoio a captação de recursos Orçar e Implementação do site Elaboração de peça de captação impressa para pessoas físicas e jurídicas Vídeo Institucional Coordenação dos elementos terceirizados DI / CR e Dir CR e Dir CR a contratar a contratar Dir DI 4 11 18 25 2 Out Nov 9 16 23 30 6 13 20 27
  • CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO TAREFA 8 1 DEMOLIÇÃO DAS PAREDES, PISOS, TUBULAÇÕES E PALCO ANTIGO 8 2 INSTALAÇÃO DE HIDRANTE 8 3 EXECUÇÃO DA NOVA CABINE DE SOM 8 4 RETIRADA PARCIAL DO FORRO 8 5 QUEBRA DO PISO DO PATIO E DA CANTINA 9 6 ARREMATES DAS PAREDES 8 7 IMPERMEABILIZAÇÃO E EXECUÇÃO DO NOVO PISO DA PATIO E CANTINA 8 8 ELABORAÇÃO DE PROJETOS (ARQUITETURA, SOM, ILUMINAÇÃO) 8 9 DEMOLIÇÃO E RETIRADA DO FORRO E PISO DE MADEIRA EXISTENTE 8 10 RETIRADA DOS DUTOS DE AR 8 11 INSTALAÇÃO DAS TUBULAÇÕES DE ELÉTRICA , SOM, LOGICA 8 12 FIAÇÃO ELÉTRICA , SOM , LOGICA jan-06 # # # fev-06 jul-06 ago-06 set-06 40 39 38 157.485 37 36 35 34 54.618 33 32 31 30 10.000 29 28 27 26 8 41.357 25 7 6 3.575 5 8.005 4 1 SEM QTD INI SEM 1 4 VALOR 6.180 4 2 VALOR 3.650 3 631.340 2 C D T - Salão - Orçamento 1 HOJE 1/10/2006 1 out-06 # 6.180 # 1.825 # 1.825 3 3 VALOR 7 2 VALOR 1.750 25 2 VALOR 5.800 26 2 VALOR 2.240 27 2 VALOR 33.317 29 4 VALOR 10.000 33 3 VALOR 5.080 34 1 VALOR 4.000 35 5 VALOR 15.900 37 4 VALOR 10.000 # # 1.750 # # # 5.800 # 2.240 # # 33.317 # # # # 10.000 # # # 5.080 # 4.000 # # 6.360 # # # # # 9.540 # # 10.000
  • CAPTAÇÃO DE RECURSOS Questionamentos do financiador Se você estivesse avaliando fazer uma doação para um projeto social, que perguntas você faria a si mesmo ou aos responsáveis pelo projeto?
  • CAPTAÇÃO DE RECURSOS Consciente ou inconscientemente, os doadores fazem os seguintes questionamentos: • Qual o objetivo desse projeto? Isso é possível? • Quais são os serviços oferecidos? Qual a qualidade desses serviços? Qual o impacto desse trabalho na vida das pessoas? • Qual a estrutura do projeto ou organização?
  • CAPTAÇÃO DE RECURSOS Os financiadores fazem os seguintes questionamentos: • Quem são as pessoas que estão à frente desse projeto? Essas pessoas têm capacidade para oferecer o que propõe? • Quais são os planos para o futuro do proponente? Como eu me enxergo, como doador, nesses planos? • A idéia é sustentável?
  • Modelo Trevo (Antonio Luiz de Paula e Silva)
  • Modelo Trevo Um Gestor de projetos sociais deve lidar com quatro “campos essenciais” e suas relações
  • Modelo Trevo Sociedade Público Alvo: quem são, como vivem, quais são seus problemas, qual o contexto social
  • Modelo Trevo — Talentos e capacidades — Voluntários e profissionais —Potenciais e conflitos Pessoas
  • Modelo Trevo Serviços Ações, Atividades, eventos, metodologia
  • Modelo Trevo Recursos Prédio, carros, dinheiro, equipamentos, material didático, infra-estrutura, etc.
  • CAUSAS E ÁREAS Cultura Entretenimento Museus Economia Criativa Esporte Direitos Humanos Saúde Desenvolvimento local Meio Ambiente Negócio Social Educação Animais Assistência social Câncer Deficiência Dependência química Doenças endêmicas HIV / AIDS Hospital beneficente Economia solidária Formação para Mercado de trabalho Geração de renda Pobreza Prevenção Advocacy (awarness) Gênero GLBT Indigenista Negritude Preconceitos Saneamento básico Trabalho infantil Turismo sexual Creche Fundamental Superior Complementar Ambiental Não formal Formação para mercado de trabalho
  • JUSTIFICATIVA DO PROJETO a) Descreva as características sociais, culturais, econômicas e políticas do público-alvo com o qual o projeto irá trabalhar. (cenário) b) Descreva as ações que pretende desenvolver e como poderão transformar a situação, enumere as alterações esperadas, incluindo tanto mudanças qualitativas como quantitativas. c) Enumere qualidades ou características da realidade local e das pessoas atendidas que poderão contribuir para que as ações planejadas alcancem os resultados esperados, melhorando a qualidade de vida das pessoas atendidas.
  • JUSTIFICATIVA DO PROJETO DICA • Texto descritivo em 1ª pessoa do plural (nós – associação) ou 3ª pessoa (ela/ele – instituto/fundação); • Deve conter informações de rodapé das fontes: os dados estatísticos da localidade, público alvo, dados sobre o desafio; • A proposta deve ser objetiva e referencial de como articularse institucionalmente e agir no desafio, cumprindo a missão.
  • Modelo Trevo — Função Primária Direcionamento Serviços Sociedade — Define a direção, o rumo, o foco, o papel do proponente — Buscar equilíbrio entre as necessidades sociais e objetivos — Motivo das doações
  • Modelo Trevo Não adianta ter somente boas intenções... Pessoas Capacidade É preciso ter equilíbrio entre: — Talentos e materiais — conhecimentos e infraestrutura Recursos
  • Modelo Trevo de da li ua Q — Capacitação Pessoas — Pessoas nos lugares adequados — Processos bem desenhados — Sintonia da equipe Serviços
  • Modelo Trevo — Engajamento — Comprometimento com a causa Pessoas M ot iv aç ão Sociedade
  • Modelo Trevo Serviços prestados — Eficiência — Qualidade — Quantidade Adequação entre os recursos que tem e os serviços que presta Serviços de da ili ab Vi Recursos
  • Modelo Trevo — Diversificar as Fontes de recursos — Transparência — Doação: reconhecimento social Recursos Le gi ti m id ad e Sociedade
  • Modelo Trevo Pessoas Serviços Grupo Gestor Recursos A arte e desafio do gestor é manter as relações equilibradas e harmoniosas Sociedade Direcionamento Capacidade Qualidade Motivação Viabilidad e Legitimidade
  • EQUIPE      Com funções, competências, atribuições específicas, formação, horas de atuação.
  • AVALIAÇÃO, ACOMPANHAMENTO e PRESTAÇÃO DE CONTAS
  • A avaliação serve para dentro e para fora: • dentro: como parte do planejamento estratégico, para revisar os métodos e objetivos • fora: para atrair e manter investidores, promover os projetos.
  • OBJETIVO ESPECÍFICO SMART •eSpecífica • Mensurável • Atingível • Relevante • Temporal
  • Objetivo geral : Objetivos específicos Metas Indicadores Meios de verificação
  • MONITORAMENTO • Coordenação geral da campanha • Acompanhamento do painel de controle e elaboração de relatórios • Acompanhamento dos resultados utilizando indicadores
  • AGRADECIMENTOS E FIDELIZAÇÃO • Chave do êxito em todas as etapas de desenvolvimento de uma relação • Base para a construção de relações sólidas • Nunca é demais agradecer
  • PROSPECÇÃO DE EDITAIS Criação do banco de dados Onde armazenar informações? •Pastas ou fichas; Palm Top, Excel, MOOV, Fluxo CRM, salesforce, e-tapestry •Importante: atualização constante
  • PROSPECÇÃO DE EDITAIS Criação do banco de dados • Quero incentivar http://queroincentivar.com.br • ABCR – www.captacao.org • Gife – www.gife.org.br • Brasilia.org – www.brasilia.org • Patrolink – www.patrolink.com.br • APF - www.apf.org.br
  • NO MUNDO – http://foundationcenter.org/ – http://fundsforngos.org – http://caleidoscop.org – http://www.lacdonors.org – http://grants.org – http://www.iadb.org – http://wingsweb.org – http://ec.europa.eu/europeaid
  • O PROFISSIONAL DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS
  • ÁREA DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL • Opção para um mercado competitivo • Marketing e comunicação • Captação de recursos • elaboração de projetos • Monitoramento e fidelização
  • ORGANIZAÇÃO COM PROFISSIONAL INTERNO • Parte do DI • Remunerado e/ou Voluntário (Conselho) • Planejamento, atuação externa e monitoramento
  • CAPTADOR DE RECURSOS COMO CONSULTOR • Novos ares • Trabalho conjunto com a equipe interna • Visão externa • Facilitador de transições e ampliações • Coordenador de campanhas específicas
  • ÉTICA NA CAPTAÇÃO DE RECURSOS Códigos de ética mundiais Princípios fundamentais para a tarefa de captar recursos: – Legalidade – Transparência – Eficiência – Confidencialidade www.captacao.org
  • ÉTICA NA CAPTAÇÃO DE RECURSOS Temas Polêmicos • Remuneração préestabelecida • Confidencialidade dos doadores
  • “Um sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade” Raul Seixas
  • Arigato Arigato Merci Merci Gracie Gracie Danke Danke Go raibh Go raibh maith agat maith agat Obrigado Obrigado Gracias Gracias www.criando.net 11 – 982-083-790 11-2307-4495 michel@criando.net 감사합니다 감사합니다 Toda Toda Hvala Hvala Thanks Thanks www.slideshare.com/micfre12/presentations
  • BIBLIOGRAFIA • CRUZ, Célia e ESTRAVIZ, Marcelo. Captação de Diferentes Recursos para Organizações Sem Fins Lucrativos. Editora Global. • NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton. Apoio Financeiro: Como Conseguir. Editora TextoNovo. • KELLEY, Daniel Q. Dinheiro para sua Causa. Editora TextoNovo, 1994. • CICONTE, Barbara K. e JACOB, Jeanne Gerda. Fund Raising Basics: A Complete Guide. Aspen Publication, 1997. • AZEVEDO, Tasso Rezende. Buscando recursos para seus projetos. TextoNovo1998. • PAULA E SILVA, Antonio Luiz de Utilizando o planejamento estratégico como ferramenta de aprendizagem – Efitora Global e Instituto Fonte, 2001 • DRUCKER, Peter. Administração de organizações sem fins lucrativos: principios e práticas – Editora Pioneira. • HUDSON, Mike. Administrando organizações do terceiro setor: o desafio de administrar sem receita – Makron Books. • LANDIM, Leilah; BERES, Neide. As organizações sem fins lucrativos no Brasil: ocupação, despesas e recursos – Nau Editora
  • BIBLIOGRAFIA • PEREIRA, Custódio. Captação de recursos, Fund Raising – Ed. Mackenzie. • EDLES, L. Peter. Fundraising - Hands-on Tactics for NonProfit Groups. McGrawHill, Inc. • NANUS, Burt. Liderança para o Terceiro Setor: Estratégias de sucesso para organizações sem fins lucrativos, São Paulo, 2000 • CESNIK, Fábio de Sá. Guia do Incentivo à Cultura • BARBOSA, Maria Nazaré Lins e OLIVEIRA, Carolina Felippe. Manual de ONGs, Guia Prático de Orientação Jurídica, 2001 • WEIL, Pierre TOMPAKOW, Roland – O corpo fala – ed vozes • FUNDAÇÃO ABRINQ, Incentivos Fiscais Em Benefício de criança e Adolescente. • CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE SÃO PAULO, Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente www.crcsp.org.br • GUIA DO FUNDO PRÓ-INFÂNCIA DE PORTO ALEGRE
  • BIBLIOGRAFIA • FERRAREZI, Elisabete. OSCIP passo a passo – AED – Agência de Educação para o desenvolvimento. • SENAC (SP) / FUNDAÇÃO ABRINQ, Guia de Gestão: para quem dirige entidades sociais • Freund, Tomas A Relação Entre Voluntários e Profissionais Numa Organização do Terceiro Setor: Existe Um Duplo Comando?, Revista Integração/ FGV,São Paulo, 2006, http://integracao.fgvsp.br/ano9/10/index.htm • CARTER, Cheryl; QUICK, James Aaron. How to Write a Grant Proposal (Wiley Nonprofit Law, Finance and Management Series) • http://www.wiley.com/WileyCDA/Section/id-300271.html? sort=DATE&sortDirection=DESC&page=3