Oralismo bilinguismo e comunicação

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Oralismo bilinguismo e comunicação

  1. 1. LIBRAS Oralismo, Bilinguismo e Comunicação
  2. 2. AUDIÇÃO AASI – APARELHO DE AMPLIFICAÇÃO SONORA INDIVIDUAL Leve 27-40 decibéis Moderada 41-55 decibéis Moderadamente Grave 56-70 decibéis Grave 71-90 decibéis Profunda 91 decibéis +
  3. 3. ALGUMAS CAUSAS <ul><li>Rubéola Materna, doenças infecto-contagiosas (como a toxoplasmose, a sífilis. </li></ul><ul><li>Meningite </li></ul><ul><li>Incompatibilidade Sangüínea </li></ul><ul><li>Otite Média (infecção no ouvido) </li></ul><ul><li>Anóxica (falta de oxigenação) </li></ul><ul><li>Desordens genéticas </li></ul><ul><li>Uso de drogas e álcool pela mãe </li></ul><ul><li>Desnutrição ou carência alimentar materna, </li></ul><ul><li>Hipertensão ou diabetes durante a gestação </li></ul><ul><li>Exposição à radiação. </li></ul>
  4. 4. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DOS SURDOS <ul><li>Oralismo </li></ul><ul><li>[...] O oralismo é uma abordagem que visa à </li></ul><ul><li>integração da criança surda na comunidade </li></ul><ul><li>ouvinte, enfatizando a língua oral do país. </li></ul><ul><li>(GOLDFELD, 1997). </li></ul>
  5. 5. COMUNICAÇÃO TOTAL <ul><li>A comunicação total, como o próprio nome indica, não exclui técnicas e recursos para estimulação auditiva, adaptação de aparelho de amplificação sonora individual, leitura labial, oralização, leitura e escrita. </li></ul><ul><li>Pelo contrário, prega uma completa liberdade na prática de quaisquer estratégias que permitam o resgate de comunicação, seja por meio da linguagem oral, de sinais, da datilologia, ou pela combinação desses modos(CICCONE, 1990). </li></ul>
  6. 6. COMUNICAÇÃO TOTAL <ul><li>Gestos – espontâneos, naturais </li></ul><ul><li>Mímica – imitação </li></ul><ul><li>Pantomima – representação teatral </li></ul>
  7. 7. BILINGÜISMO <ul><li>1ª Língua - Materna para o Surdo – Língua Brasileira de Sinais ( língua visual espacial) </li></ul><ul><li>2ª Língua – Língua Portuguesa. </li></ul>
  8. 8. FILOSOFIA DO BILINGÜISMO <ul><li>As línguas falada e de sinais poderiam conviver lado a lado, mas não simultaneamente. </li></ul><ul><li>No bilingüismo, o objetivo é levar o surdo a desenvolver habilidades em sua língua primária de sinais e secundária a escrita. </li></ul><ul><li>Tais habilidades incluem compreender e sinalizar fluentemente sua língua de sinais e ler e escrever fluentemente no idioma do país. (CAPOVILLA, 2000). </li></ul><ul><li>Escola Bilíngüe e Bicultural. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>“ De acordo com os pressupostos do bilingüismo, a língua de sinais e a língua falada não podem ser produzidas simultaneamente, e tem a intenção de levar o surdo, diferentemente da comunicação total e do oralismo que objetivavam ensinar a língua falada, a se apropriar, primeiramente, da língua de sinais e depois a aprender a língua majoritária do país, na modalidade escrita” (CAPOVILLA, 2002). </li></ul><ul><li>De acordo com Dias (2004), os dois movimentos, inclusão e bilingüismo, “têm por base o reconhecimento e a aceitação da diversidade social, ou seja, criar condições para que as pessoas, em suas diferenças, possam se desenvolver e usufruir de oportunidades semelhantes na vida social” (DIAS, 2004, p. 37). </li></ul>
  10. 10. DIREITOS <ul><li>Professores bilíngües, professores surdos e intérpretes de língua de sinais. </li></ul><ul><li>Educação para a diversidade. </li></ul><ul><li>Família. </li></ul>
  11. 11. FONOLOGIA DA LÍNGUA DE SINAIS <ul><li>As línguas de sinais são visual-espaciais (ou espaço-visual), pois a informação lingüística é recebida pelos olhos e produzida pelas mãos. </li></ul><ul><li>Os elementos mínimos constituintes da língua de sinais são processados simultaneamente e não linearmente como ocorre na língua oral. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Os articuladores primários das </li></ul><ul><li>línguas de sinais são as mãos, que se </li></ul><ul><li>movimentam no espaço em frente ao </li></ul><ul><li>corpo e articulam sinais em determinadas locações nesse espaço. </li></ul><ul><li>Entretanto, os movimentos do corpo e </li></ul><ul><li>da face também desempenhem </li></ul><ul><li>funções. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Um sinal pode ser articulado com uma ou duas mãos. </li></ul><ul><li>No caso de uma mão, a articulação ocorre pela mão dominante (direita para destros e a esquerda para canhotos). </li></ul><ul><li>Os principais parâmetros fonológicos da língua de sinais são: </li></ul><ul><li>- configuração de mão; </li></ul><ul><li>- ponto de articulação; </li></ul><ul><li>- movimento. </li></ul>
  14. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>GOLDFELD, M. A criança surda : linguagem e cognição numa perspectiva sócio-interacionista. São Paulo: Plexus, 1997. </li></ul><ul><li>CICCONE, M. Comunicação Total . Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1990. </li></ul><ul><li>CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira. Volume I: Sinais de A a L (Vol 1, pp. 1-834). São Paulo, SP: Edusp, Fapesp, Fundação Vitae, Feneis, Brasil Telecom, 2001a. </li></ul><ul><li>CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira. Volume II: Sinais de M a Z (Vol. 2, pp. 835-1620). São Paulo, SP: Edusp, Fapesp, Fundação Vitae, Feneis, Brasil Telecom, 2001b. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>CAPOVILLA, F.C. e CAPOVILLA, A.G.S. Educação da criança surda: o bilingüismo e o desafio da descontinuidade entre a língua de sinais e a escrita alfabética. Revista Brasileira de Educação Especial , Universidade Estadual Paulista. V.8, n.2, 2002. Marília: ABPEE/FFC – Unesp – Publicações, 2002. ISSN 1413-6538. </li></ul><ul><li>DIAS, T. R. Educação de surdo, inclusão e bilinguismo. In: MENDES, E. G; ALMEIDA, M. A. E WILLIAMS, L. C. DE A. Temas em educação especial : avanços recentes. São Carlos: EDUFSCar, 2004. </li></ul><ul><li>QUADROS, R. M; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira : estudos linguisticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. </li></ul>

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