História Geral - Idade Moderna - Absolutismo, Mercantilismo, Reforma Protestante, Renascimento [www.gondim.net]

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  • 1. HISTÓRIA GERAL IDADE MODERNA: ABSOLUTISMO MERCANTILISMO REFORMA PROTESTANTEProf. Marco Aurélio Gondim www.gondim.net
  • 2. ABSOLUTISMO
  • 3. ABSOLUTISMO• Regime político monárquico baseado na centralização do poder, na burocracia, na tributação e na unificação territorial.• Todos os elementos acima estavam permeados pelo princípio de nação. 3
  • 4. ESTADOS NACIONAIS• Formaram-se entre os séculos XVI e XVII• Ampliação de comunidades locais para Estados nacionais modernos• Imposição do poder real e nacional, superando os poderes locais e o poder supranacional da Igreja Católica• O principal elemento de união era a língua• A invenção da imprensa contribuiu para a difusão de valores nacionais 4
  • 5. ACÚMULO DE PODER• Pacto social e político• Arrecadação de tributos• Emissão de moeda única• Formação de um exército permanente• Expansão territorial• Organização político-administrativa e judiciária 5
  • 6. FATORES DO ABSOLUTISMO• Fator interno: fortalecimento do poder real, por meio da neutralização da burguesia e da nobreza• Fator intelectual - correntes de pensamento: – Jacques Bossuet (França) – Thomas Hobbes (Inglaterra) – Nicolau Maquiavel (Florença) 6
  • 7. O ESTADO, por Luciano Gruppi• O Estado é então a expressão da dominação de uma classe, é a necessidade de regulamentar juridicamente a luta de classes, de manter determinados equilíbrios entre as classes em conformidade com a correlação de força existente, a fim de que a luta de classes não se torne dilacerante. O Estado é a expressão da dominação de uma classe, mas também um momento de equilíbrio jurídico e político, um momento de mediação. 7
  • 8. O SOBERANO• Ausência de controle externo• Árbitro supremo• Papel da burguesia: apoio financeiro em troca de proteção do mercado• Papel da nobreza: apoio político em troca de cargos• O exercício do poder não era partilhado: o Estado era o Rei 8
  • 9. PORTUGAL• Início: dinastia de Avis (século XIV)• Consolidação do poder com João V: século XVIII• Exploração de minérios no Brasil• Centralização política• Expansão marítima 9
  • 10. ESPANHA• Consolidação do poder: século XVI, após os reis católicos• Século XVIII: fortalecimento do poder após a Guerra da Sucessão (1701-1715)• Dinastia Bourbon assumiu o poder na Espanha• Os reis Filipe V e Fernando VI foram as principais expressões do absolutismo 10
  • 11. INGLATERRA• Guerra das Duas Rosas (1455-1485)• Henrique VIII (Dinastia Tudor): século XVI• Ruptura com o catolicismo romano• Criação da Igreja Anglicana• Elizabeth I (filha de Henrique VIII) consolidou o anglicanismo e o mercantilismo, e derrotou a Invencível Armada espanhola, dando início à supremacia inglesa 11
  • 12. ELIZABETH I 12
  • 13. HENRIQUE VIII 13
  • 14. FRANÇA• Reis Carlos VIII, Luís XII e Francisco I• Destaque para Luís XIV, o Rei-Sol (1643-1715)• Luís XIV: “O Estado sou eu”• Direito divino dos reis• Forte influência do Cardeal Mazzarino• Reestruturação da arrecadação de impostos• Reorganização do exército francês• Cargos ocupados pela nobreza• Luís XIV impôs na Espanha a dinastia dos 14 Bourbons
  • 15. LUÍS XIV 15
  • 16. TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO• Origem contratualista – Individualismo e racionalismo – Função do monarca: realização do bem comum – Pacto/contrato social• Nicolau Maquiavel (1513) escreveu O Príncipe – Os fins justificam os meios• Thomas Hobbes (1654) escreveu O Leviatã – O homem é o lobo do homem 16
  • 17. LEVIATÃ DE THOMAS HOBBES 17
  • 18. TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO• Origem divina• Mentalidade católico-feudal• Autoridade delegada por Deus na Terra• Monarquia por direito divino• Jean Bodin (1576) escreveu Sobre a República – Desnecessidade da investidura do papa• Jacques Bossuet (1679) escreveu A política inspirada na Sagrada Escritura – A Bíblia justifica o poder absoluto do rei 18
  • 19. MERCANTILISMO
  • 20. MERCANTILISMO• Política econômica do Absolutismo• Intervenção estatal na economia entre os séculos XV e XVIII• Simultaneidade com práticas econômicas feudais• Objetivo: política de unificação para garantir a unidade nacional 20
  • 21. CARACTERÍSTICAS DO MERCANTILISMO• Controle estatal da economia (comércio e indústria)• Metalismo: entesouramento de metais preciosos• Balança comercial favorável: superávit• Protecionismo alfandegário• Pacto colonial: exclusivo comercial• Navegação 21
  • 22. INGLATERRA• Mercantilismo inglês: Comercialismo• 1651: Atos de Navegação para proteger a economia inglesa• Acirramento da política colonial na América• Proibição do embarque de mercadorias americanas em navios holandeses• Todo o comércio com a Inglaterra deveria ser feito em navios ingleses• Hegemonia inglesa na Europa e no Atlântico 22
  • 23. FRANÇA• Mercantilismo francês: Industrialismo ou Colbertismo• Conselheiro das Finanças: Jean-Baptiste Colbert• Planejamento econômico com controle direto do comércio e da manufatura• Estímulo às manufaturas de luxo• Expansão colonial (África e América) 23
  • 24. PORTUGAL / ESPANHA• Mercantilismo ibérico: Bulionismo (do inglês bulion = ouro em lingote)• Tipo de mercantilismo que quantifica a riqueza através da quantidade de metais preciosos acumulados• Defesa da balança comercial favorável por meio do monopólio 24
  • 25. CRISE DO MERCANTILISMO• Após 1720, novo crescimento da economia europeia• Questionamentos da burguesia sobre o excessivo controle estatal• Manutenção do mercantilismo na Rússia, Prússia, Suécia, Países Ibéricos, Áustria, Estados italianos e alemães• Difusão dos ideais liberais (Adam Smith) 25
  • 26. REFORMA PROTESTANTE
  • 27. REFORMA PROTESTANTE• Complexo conjunto de fatos que durou a maior parte do século XVI com a consequente perda de fieis da Igreja Católica• Questionamentos surgidos dentro da Igreja quanto às suas estruturas eclesiástica e doutrinária 27
  • 28. PRIMEIROS REFORMADORES• John Wyclif, Universidade de Oxford (séc. XIV) – Redução da importância do clero e simplificação da missa – Busca da pureza e pobreza inicial do Cristianismo – Defendia a tradução da Bíblia para o inglês – Resultado: excomungado• Jan Huss, Universidade de Praga (séc. XV) – Crítica aos excessos do clero e da hierarquia da Igreja – Missa na língua do país – Resultado: morte na fogueira 28
  • 29. FATORES RELIGIOSOS DA REFORMA• Enfraquecimento do poder papal provocados por conflitos entre papas e monarcas• Excessiva ostentação e luxo em que viviam os sacerdotes• Venda de cargos eclesiásticos, de relíquias falsas e de indulgências• Vida desregrada dos sacerdotes católicos• Conflito entre o Agostinianismo (predestinação) e o Tomismo (livre arbítrio) 29
  • 30. FATORES ECONÔMICOS DA REFORMA• Condenação da usura e do lucro: insatisfação da burguesia• Desejo de monarcas de se apoderarem das terras e riquezas da Igreja• Insatisfação dos monarcas quanto aos impostos cobrados pela Igreja: vintém de Pedro• Evasão de divisas em direção à Itália 30
  • 31. FATORES POLÍTICOS DA REFORMA• O surgimento do espírito de nação• Insatisfação em relação à interferência estrangeira• Surgimento de governos autoritários que desejavam controlar a religião 31
  • 32. ALEMANHA• Século XVI• A Alemanha não era um Estado unificado• Diversos principados no território do Sacro Império Romano-Germânico• Fragmentação política: favorável ao poder da Igreja (ser cristão superava o ser alemão)• Economia feudal com uma Igreja rica (terras)• Existência de feudos eclesiásticos 32
  • 33. ALEMANHA• Martinho Lutero, monge agostiniano• Venda de indulgências autorizada pelo papa Leão X para construção da Basílica de São Pedro• Lutero afixou nas portas da Catedral de Wittemberg as 95 Teses: – Salvação pela fé – Dois sacramentos: batismo e eucaristia – A Bíblia é a única fonte da fé – Missas/cultos simples – Rejeição da hierarquia e do celibato do clero 33
  • 34. ALEMANHA• 1520: o papa Leão X excomungou Lutero, que queimou a bula de excomunhão publicamente• O imperador Carlos V convocou a Dieta de Worms para que Lutero se desculpasse• Lutero refugiou-se no castelo do Duque da Saxônia, onde traduziu a Bíblia para o alemão• 1524: revolta de camponeses. Lutero apóia os nobres e príncipes• 1529: Assembleia de Spira: protestos de Lutero 34
  • 35. ALEMANHA• 1530: Filipe Melanchton redigiu a Confissão de Augsburgo: princípio do luteranismo• 1531: Liga de Smaldake – príncipes protestantes lutaram contra Carlos V• 1555: Paz de Augsburgo – triunfo do luteranismo – Cada príncipe decidirá a sua religião e a do seu povo 35
  • 36. SUÍÇA• Ulrico Zwinglio (início do século XVI) – Justificação pela fé – Rejeição ao celibato clerical – Combate à veneração de imagens – Negação do valor das relíquias – Negação do poder do papa – Sucesso no norte do país; o sul permaneceu católico• Guerra religiosa: morte de Zwinglio 36
  • 37. CALVINO• João Calvino, Universidade de Paris• Iniciou sua pregação na França, mas fugiu para a Suíça• Redigiu a Instituição da Religião Cristã – A salvação não depende da fé; o homem nasce predestinado – A Bíblia é a única fonte de fé – Proibição da veneração de santos e imagens – Combate ao celibato clerical e à autoridade do papa – Dois sacramentos: batismo e eucaristia – Justificação da usura 37
  • 38. CALVINO• A burguesia aceitou prontamente o calvinismo• Valorização do trabalho e da riqueza – “O trabalhador é o que mais se assemelha a Deus. Um homem que não quer trabalhar não deve comer. O pobre é suspeito de preguiça, o que constitui uma injúria a Deus”• Calvino assumiu o governo de Genebra: triunfo do calvinismo• Proibição de jogos, danças, festas, Natal, Páscoa, enfeites, nomes não bíblicos• Chamados de huguenotes (França), puritanos (Inglaterra) e presbíteros (Escócia) 38
  • 39. DIFERENÇAS LUTERANISMO CALVINISMO• Favorável à nobreza • Favorável à burguesia• Igreja subordinada ao • Igreja independente Estado• Livre interpretação da • Dogmatismo religioso Bíblia• Justificação pela fé • Predestinação 39
  • 40. ANGLICANISMO• Fatores da reforma na Inglaterra: – ideias de Wyclif – nacionalismo inglês – evasão de riquezas inglesas – necessidade dos reis ingleses de se livrarem do poder da Igreja 40
  • 41. ANGLICANISMO• Afirmação do poder real• Causa imediata: rompimento entre Henrique VIII e o papa Clemente VII• O rei inglês queria a anulação do seu casamento com Catarina de Aragão• Henrique VIII foi excomungado• 1534: Ato de Supremacia. O rei é reconhecido como o único chefe da Igreja na Inglaterra• Não foi uma reforma radical: rituais católicos41
  • 42. ANGLICANISMO• Após a morte de Henrique VIII, Eduardo VI expandiu o anglicanismo• Maria Tudor tentou restaurar o catolicismo• Elizabeth I consolidou o anglicanismo: Lei dos 39 Artigos (1562)• O anglicanismo se tornou uma mistura de doutrina calvinista e rituais católicos 42
  • 43. REFORMA CATÓLICA• Também chamada de Contrarreforma• Combate ao protestantismo• Manutenção dos dogmas, do celibato e da corrupção na Igreja• 1534: Companhia de Jesus (Inácio de Loiola) – Igreja militante – Tarefa de educação – Reafirmação dos dogmas católicos – Catequese dos índios da América do Sul 43
  • 44. REFORMA CATÓLICA• Também chamada de Contra Reforma• Combate ao protestantismo• Manutenção dos dogmas, do celibato e da corrupção na Igreja• 1534: Companhia de Jesus (Inácio de Loiola)• 1540: Concílio de Trento – Tribunais da Santa Inquisição – Index Librorum Prohibitorum 44
  • 45. REFORMA CATÓLICA NA ESPANHA• Os reis católicos Fernando e Isabel fizeram a reforma na Igreja• Dependência da Igreja em relação ao Estado• Participação do Cardeal Francisco Ximenez de Cisneros• Organização do Seminário de Granada 45
  • 46. CONCÍLIO DE TRENTO (1545-1563)• Condenação da doutrina da justificação pela fé• Proibição da intervenção dos príncipes nos assuntos da Igreja• Manutenção dos sete sacramentos, celibato clerical, indissolubilidade do matrimonio, veneração aos santos e venda de relíquias• Organização da formação intelectual dos sacerdotes nos seminários• Eucaristia: transubstanciação 46
  • 47. RENASCIMENTO CULTURAL
  • 48. O nascimento de Adão – Afresco do teto da Capela Sistina (Vaticano)Fonte: http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html 48
  • 49. RENASCIMENTO CULTURAL• Conceito: – Renovação cultural na sociedade europeia (séculos XV e XVI) em consequência do desenvolvimento econômico. – Iniciou-se nas cidades italianas e se difundiu por outras partes da Europa. – Época em que se menosprezou o período medieval e se exaltou a Antiguidade. – Foi o aproveitamento das concepções clássicas no novo mundo mercantil e urbano da Idade Moderna. 49
  • 50. RENASCIMENTO CULTURAL• Conceito: – Valorização do novo em oposição à tradição – Observação metódica da natureza acompanhada de experimentação – Valorização das ciências – Cultura urbana estimulada pela burguesia (mecenato) 50
  • 51. HUMANISMO• Elemento central do Renascimento• Entusiasmo pelas obras clássicas• Valorização do homem em oposição ao divino• Inspiração na tradição da Antiguidade clássica greco-romana• Uso da razão frente à revelação• Criticismo 51
  • 52. HUMANISTAS• Petrarca: aficcionado pelos manuscritos latinos. Escreveu as Epístolas.• Boccaccio: escreveu o Decamerão sobre costumes e tipos populares.• Dante Alighieri: escreveu a Divina Comédia, obra com elementos medievais, mas prenunciando valores renascentistas 52
  • 53. LITERATURA• Erasmo de Roterdã: escreveu o Elogio da loucura, uma crítica ao fanatismo, às superstições e ao abuso do clero.• Thomas Morus: escreveu Utopia, uma ficção sobre uma organização sociopolítica ideal.• Tomás Campanella: escreveu A cidade do Sol, um combate à filosofia medieval escolástica.• Nicolau Maquiavel: escreveu O Príncipe, uma 53 análise dos fundamentos do Estado moderno.
  • 54. RENASCIMENTO ITALIANO• Desde o século XII: renascimento comercial e urbano• Crescimento econômico em função do monopólio comercial do Mediterrâneo• A prosperidade econômica e o capital acumulado permitiu os investimentos nas atividades culturais• A Igreja Católica se transformou em mecenas da arte renascentista 54
  • 55. PINTURAGiotto (1267-1337) Cenni di Pepe ‘Cimabue’ (1240-1302)Lamento ante Cristo morto Crucifixo 55
  • 56. DONATELLO, escultor (1386-1466) Lamento ante Cristo Morto, Victoria and Albert Museum, Londres 56
  • 57. FILIPPO BRUNELLESCHI, arquiteto (1377-1446) Catedral de Santa Maria del Fiore, Firenzi, Itália. 57
  • 58. LEO BATTISTA ALBERTI, arquiteto (1404-1472) Fachada de Santa Maria Novella, Florença, Itália 58
  • 59. SANDRO BOTTICELLI, pintor (1445-1510) Nascimento de Vênus, Galleria degli Uffizi, Firenze, Itália 59
  • 60. MASSACCIO, pintor (1401-1428) Adão e Eva expulsos do Paraíso, capela Brancacci, de Florença, Itália 60
  • 61. MICHELANGELO, pintor e escultor (1475-1564)Expulsão, afresco da CapelaSistina, Vaticano Davi, Academia de Belas Artes de Florença, Itália 61
  • 62. DONATO BRAMANTE, arquiteto e pintor (1444-1514) San Pietro em Montorio, Roma 62
  • 63. LEONARDO DA VINCI, pintor, arquiteto, inventor, engenheiro (1452-1519) Mona Lisa, Museu do Louvre, Paris, França 63
  • 64. RAFAEL SÂNZIO, arquiteto e pintor (1483-1520) A Escola de Atenas, Stanza della Segnatura, Vaticano 64
  • 65. JAN VAN EYCK, pintor (1390-1441) O Casal Arnolfini, National Gallery, Londres 65
  • 66. ALBRECHT DÜRER, pintor e matemático (1471-1528) Lebre jovem, aquarela e guache em papel, Galeria Albertina, Viena, Áutria 66
  • 67. FRANÇA• Mecenas: Henrique II (1547-1578) incentivou a produção renascentista• Artistas: – Escritores: Rabelais e Montaigne – Arquitetos: Pierre Lacost e Philibert Delorme – Escultores: Colombe, Germain Pilon e Jean Goujon 67
  • 68. INGLATERRA• Mecenas: Dinastia dos Tudor• Destaque para Shakespeare (Romeu e Julieta, Hamlet, Macbeth, Otelo e Ricardo III 68
  • 69. PENÍNSULA IBÉRICA• Autoafirmação do sentimento nacional• Destaque para:• Miguel de Cervantes: escreveu Dom Quixote de la Mancha• Francisco Quevedo: escreveu Política de Deus• Luis de Camões: escreveu Os lusíadas• Gil Vicente: escreveu Barca do Inferno 69
  • 70. DIEGO VELÁSQUEZ, pintor (1599-1660) O enterro do Conde Orgaz, Igreja de São Tomé, Toledo, Espanha 70
  • 71. Prof. Marco Aurélio Gondim www.gondim.net