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Geografia Geral - Europa ocidental, União Europeia [www.gondim.net]
 

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    Geografia Geral - Europa ocidental, União Europeia [www.gondim.net] Geografia Geral - Europa ocidental, União Europeia [www.gondim.net] Presentation Transcript

    • GEOGRAFIA GERAL ATUALIDADES EUROPA OCIDENTAL UNIÃO EUROPEIAProf. Marco Aurélio Gondim www.gondim.net
    • EUROPA OCIDENTAL
    • PAÍSES INTEGRANTES• Alemanha • Islândia• Andorra • Itália• Áustria • Liechtenstein• Bélgica • Luxemburgo,• Chipre • Malta• Dinamarca • Mônaco• Espanha • Noruega• Finlândia • Portugal• França • Reino Unido• Grécia • San Marino• Holanda (Países Baixos) • Suécia• Irlanda • Suíça • Vaticano
    • PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS• Intensa industrialização• Forte urbanização• Grande aproveitamento do espaço físico por uma agricultura e pecuária calcadas em bases modernas
    • POPULAÇÃO• Grande contingente de imigrantes nos últimos anos (refugiados e imigrantes ilegais) procedentes do Leste Europeu, norte da África e Oriente Médio• A corrente imigratória compensa a baixa taxa de reprodução da população européia• Estudos da ONU indicam que a Europa precisará de cerca de 160 milhões de imigrantes até 2025 para compensar a estagnação, e até mesmo declínio, no crescimento demográfico
    • POPULAÇÃO• A mão-de-obra constituída de imigrantes é usada em trabalhos rejeitados pela população local, como a colheita nos campos, a construção civil, empregos domésticos e não qualificados• Há uma forte demanda por profissionais qualificados para atender o crescimento da indústria de alta tecnologia
    • POPULAÇÃO• Descontentamento na população da européia ocidental• Receio da perda de empregos e a queda do padrão de vida.• Sentimentos racistas (xenofobia)• Crescimento eleitoral da direita favorável à contenção da imigração
    • EVOLUÇÃO• Berço da Revolução Industrial• As áreas mais desenvolvidas dessa região ficam localizadas em suas porções ocidental e central• Nas últimas década: expansão dos serviços.• Diferenças de desenvolvimento entre a Europa Ocidental e os países do antigo bloco comunista (Leste da Europa)
    • REPÚBLICA DA IRLANDA• Eire (Irlanda do sul)• Conflitos religiosos• Católicos (42%) querem a unificação com a Irlanda do norte (Ulster)
    • FRANÇA• Região mais desenvolvida: norte (Paris), além de Nantes, Bordeaux e Toulouse• Alta intervenção estatal na economia• Tecnologia de ponta no ramo da informática• Indústria de armamentos
    • ALEMANHA• Principal região industrial da Europa Ocidental• Vales dos rios Ruhr e Reno: ricas jazidas de minério de ferro e carvão mineral• Alto grau de modernização• 4ª potência mundial depois dos EUA, China e Japão
    • BENELUX• Associação criada em 1944• Trocas comerciais• Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo.• Atividade industrial• Portos de extrema importância
    • UNIÃO EUROPEIA
    • HISTÓRICO DA UE• UE: bloco com mais de 50 anos de existência• Criação: 1951 com a CECA (Alemanha Ocidental, França, Bélgica, Luxemburgo, Holanda e Itália)• 1957: Tratado de Roma criou a CEE – Livre circulação de pessoas, mercadorias, capitais e serviços 14
    • HISTÓRICO DA UE• 1992: Tratado de Maastricht (UE) com a entrada da Dinamarca, Reino Unido, Irlanda, Grécia, Espanha, Portugal• 1995: Entrada da Áustria, Finlândia e Suécia• 2002: O Euro entra em circulação• 2004: Entrada do Chipre, Eslováquia, Eslovênia, Estônia, Hungria, Letônia, Lituânia, Polônia e República Tcheca• 2005: Constituição europeia (derrota na França e Holanda) 15
    • HISTÓRICO DA UE• 2007: Entrada da Romênia e Bulgária• 2013: Possível entrada da Croácia, Turquia, Macedônia, Montenegro e Islândia• 2008: Tratado de Lisboa (Irlanda) – 2009: nova votação => aprovação• 2010: Repercussão da crise econômica de 2008• 2011: Crise política (Grécia e Itália) 16
    • CRISE• A crise na Europa foi causada pela dificuldade de alguns países europeus em pagar as suas dívidas. Cinco dos países da região – Grécia, Portugal, Irlanda, Itália e Espanha – não vêm conseguindo gerar crescimento econômico suficiente para honrar os compromissos firmados junto aos seus credores ao longo das últimas décadas.• O risco de inadimplência é real e tem consequências de longo alcance, que se estenderão além das fronteiras da zona do euro.
    • POR QUE A GRÉCIA?• O país fez muitos empréstimos nos últimos anos• Crescimento de 4% ao ano• Aumento dos gastos públicos = dívidas• Crise de 2008: falta de recursos e de crédito• Solução: aumento dos gastos em incentivos econômicos• Consequência: aumento do desemprego, redução do consumo 19
    • MAIS GRÉCIA...• O primeiro-ministro Georges Papandreou pediu empréstimo à UE e ao FMI• As medidas de austeridade provocam recessão e a reação popular• Perdão de parte da dívida grega com os bancos• Privatizações• Interferência direta da UE e do FMI 20
    • QUAIS FORAM AS MEDIDAS IMPOSTAS À GRECIA?• Corte de mais de 3,3 bilhões de euros nos gastos públicos• Liberalização dos mercados de serviços e de produtos• Flexibilização das leis trabalhistas• Inclusão em sua Constituição da prioridade ao pagamento das dívidas antes de qualquer investimento em serviços públicos• Criação de uma conta especial, separada de seu orçamento, destinada a esses pagamentos 21
    • QUAIS FORAM AS MEDIDAS IMPOSTAS À GRECIA?• Cortes nas despesas relativos a 1,5% do seu PIB• Cortes previdenciários e de empregos• Redução do salário mínimo• Diminuição do número de funcionários públicos• Recapitalização dos bancos gregos 22
    • PIIGS• Acrônimo que designa os países com problemas econômicos: – Portugal – Ireland (Irlanda) – Itália – Grécia – Spain (Espanha) 23
    • IRLANDA• Como estava? – Crescimento econômico – Controle orçamentário – Facilitação do crédito imobiliário – Instalação de empresas estrangeiras – Redução da dívida de 108% do PIB para 25% – Aumento dos preços no mercado imobiliário – Formação da bolha econômica 24
    • IRLANDA• O que aconteceu? – Antes da crise de 2008: supervalorização dos imóveis. Depois: queda pela metade – Ajuda pública provocou rombo no orçamento – Aumento do déficit orçamentário: de 0,1% do PIB para 31% – Desemprego de 15% – Empréstimos seguidos de medidas de austeridade – Queda do primeiro-ministro Brian Cowen 25
    • ESPANHA• Situação atual: – Déficit orçamentário de 9,3% do PIB – Desemprego de 20% – Medidas de austeridade seguidas de reação popular / sindicatos – Em Portugal, a situação é semelhante 26
    • MEDIDAS EUROPEIAS• Outubro de 2011: pacto fiscal proposto pela Alemanha, mas rejeitado pelo Reino Unido• Aumento do poder da Comissão Europeia no controle das contas públicas dos países: 3% do PIB• Dívida pública total dos países da zona do euro: 10 trilhões de euros 27
    • IMIGRAÇÃO NA EUROPA• Acordo de Schengen (1997)• Irlanda e Reino Unido não fazem parte• Fora da UE, Suíça, Noruega, Islândia e Liechstentein fazem parte do acordo• Romênia, Bulgária e Chipre (membros da UE) não foram aceitos no acordo• Dinamarca reforçou o controle de suas fronteiras 28
    • IMIGRANTES NA EUROPA• 6,4% é imigrante (estimativa)• 4% procedentes de países não UE (19 milhões de imigrantes)• Parte é clandestina e trabalha em empregos que tradicionalmente não atraem os europeus 29
    • POPULAÇÃO EUROPEIA• Aumento da expectativa de vida• Baixa taxa de fecundidade (1,59 filhos por mulher)• Envelhecimento da população• Necessidade de imigrantes modificada pela crise• Desemprego de 10% na UE• Itália / França reforçam o controle de suas fronteiras 30
    • PROTESTOS NA EUROPA• Por quê? – Medidas de austeridade – Comprometimento da soberania – Demissões – Redução de salário e aposentadoria – Recessão – Falta de perspectivas para os jovens – Os manifestantes não se sentem responsáveis pela situação dos seus países 31
    • CONSEQUÊNCIA NOS PAÍSES POBRES• Inflação dos preços dos alimentos• Causas: crescimento populacional; problemas climáticos; produção de combustíveis; especulação• A crise tornou os investimentos em commodities uma opção lucrativa• Países ricos: a alimentação é uma pequena parte do orçamento familiar• Países pobres: exemplo – África Subsaariana – 70% dos rendimentos 32
    • RECENTEMENTE• Crescimento da França revisado para baixo, enquanto que taxa de desemprego cresce• Governo alemão mantém previsão de crescimento de 1% para 2013 – Ministro das finanças da Alemanha afirma que "o pior da crise do euro já passou“• FMI pede que Alemanha diminua o ritmo de seu processo de consolidação orçamentária – Tal medida minimizaria os efeitos negativos sobre o crescimento nos vários países em crise
    • REFERÊNCIA• Eurostat• Folha de São Paulo• Le Monde Diplomatique• OMC 34
    • Para saber mais...• R7: http://goo.gl/Muhbm
    • Prof. Marco Aurélio Gondim www.gondim.net